A
COMISSÃO ADMINISTRATIVA Sociedade de Instrução e BeneficênciaA VOZ DO OPERÁRIO
Edifício própdo i
Rua da Voz do Operário, 9 a 15 Telefs,:
2 6375 e 2 6376 - P. A. B.X. LISBOA
-J
IROMOTORA
DE ASYt:©9rG»€C«eS £
i ESCOLAS
LARGO DA GRAÇA, 58 LISBOA
Escola-offfcina n.° I, 30 r/e Outubro r/e yí?/z
Ex.n0 Snr. Antonio Qunrtin
Presado Consocio
Encarrega - me a DirecçSo desta Sociedade de vos agradecer o belo serviço prestado á nossa Escola - Oficina H.l com a entrevista publicada no jornal 0 0 SÉCULO " de ontem. Toda a propaganda em seu favor reverte indirecta - mente em beneficio da Instruoção popular,cujo alcance vós tão perfeitamente co - nheceis.
Do engargo me desempenho gostosamente,subscrevendo - me,com a maior estima e consideração,
At. Yen» muito Obr.
(Secretario da DirecçSo)
s- Sociedade de Instrução e Beneficência --- ---
6.240
Exe Snr. Pinto Quartim -■ I 5 0 /-
Ej:e Snr.
A Comissão Administrativa desta Institui
ção,tendo sabido que V. Sxs influirá na publicação de uma artigo sobre a obra d'esta instituição,no jornal
"Actualidades", vem manlfestar-lhe o seu reconhecimento por esse facto.
Ssso artigo feito por quere conhece de perto a vida da instituição,constituiu um belo elemento de propaganda aos altos fins da Voz do Operário e das possibilidades do principio associativo.
Muito gratos a V. Ex® subscrevemo-nos canslovada consideração
De V. Ex® Mts Atts Venrdfir e Obrgs
■t’' Secretário da ComÍ3sãp Administrativa "
ocno.sonhor
*íoa6 (Srogeráo da Aliaoidt:
digno. Xroaidasba dí; SSirooíSe1 de deoiodude K TOZ ISO irTOIO 7 Mi. dL Voa do iíporerlo
3. o b o e
/ixooXonbisaiiQO Sonlior:
Cerdeaia omoprlraontOD.
,* u.pxaaiuçeG dí; Oirooeão aniarior quo • $~a àignunanto pMOaldo,4esa3Í c libardedo do oprasoniar, ora I» do Dezembro p.p.,11 uropea-
4o. do aborboru do wa ouruo,: iunoionuo* n* vouaa afido oooiol o o ono-r- geo pura oaoe sQoledudQado pi:;ao o do híibilituOeG íi; oxotao da soliojo no donoorv.- iorio 'looion. 1 do 'tuaio:.,n::B acmUqoeu naguinboBi
000 di(5nu. SSiruobõo ubririo. o Siioorifjío do alunos o oluiuui „.i - rí. ooooa d-ia ourooo aupijrodunGnbosnio<l:u nbe i nunoulideda de I-go, MíS, rO puro o ourae do pirmo o do íoo.Ili.OO puri o do ooli'ojosi.oreaoidLa aaoui»
iraperienoius do parooiibeauia quo osau zmd Sllrooqíí© oniondanso dovov oo- brur doa alunos para oobrlr i.o doopoauo do «■. iizugSG do pienu o ouiri t.
que jul ,;ooona aaooaaurir.n.
3-*
u iende'podido u ')ireu"Zo causar..., al»ní »»- n considor. não o . .a min. prepi-. .e o bondo aido por ele U-; :ií;alh: <U :■ renovar asou ml a •: oujoatEa ! auu suooBBOrii.isto vanlto aor poli prea-mio o.j-’.u, púo-ido pare o a', propoub. o bo:i ;oleui)i. do
Affourd: ndo . amublHd. . d» no u ;r ,-o mnlai.di resolução do .o; ,»a» 31sraoor*,40 -juom íioa iniotriasimfco (!« o . «w .uxu prosiur :< ,'j'j:vool .aa. a do quo vonnn . ou veoor , uubaoravõ*ao ;o:i o a Mn o oonoiduruçãó
,)o V. ti>.
Yendv '.4“.» o ISbgd.
Lisboa .10 do Junoiro do iy.SÍÍ di-druv.de s.Yioonbo, 'iB Obe»
(Orqiiidoe (Juei-bin)
Prafooaoríi do rauoloi! o piana,diplomado oom o dura o Suporia? do iuno polo Conservatória do Llobou.
Prets ideado d;. TH’-e07~© d«
Zeeioè^irj .. r. ; 0; ;-Vv I
"ti, d< Voa •! O '£«'•; ri©
.xo--:Ioiíi,5.3 ,iui« Joaher:
'oiit>© «a ’.i©>*ru:&,:.« o-.* oonpavjix ». ia«ava80í,nte a n-.i i^sivií. »bri de iasVrun3« mu oeleo&lvii;.de •»»** desaavolveado,v«- n>i* subaetÉ? * ..jvaoiu^í!** do ‘^•'ixaa* u. prepesta â. abaví-r^ »«.. voasu al* saciai 5 ae* eaa*.';«a p .r .• «d.».. .;eoidn. Ju#de w oursa de pi. -a - d. 3©lf«j<5 pev míii leooi*./.tdvs,a^3 oendij/ue ,ua au£iva;
-atít dicw’-' ^ireogu© ubririt. .. i»:iorA«í<T«» ki) ..luaso o . ’lun.\s r,; :•,
«aaa jo doia ourava aep. a, )iu«a s,.4tj-Uu, >«■<•* . ‘-«oaiiu. lidada do ;í?i# .. a»ou»
iuu p.vr:, © oura' do ;.iP,*© o d© l^ã#.*>•-' ooou.eu © do a&li’oja,uO-''>a- .ji.lua 33U..3 imperfc.noiaa iu pfcrooaUs<M jue •/Vix&a.oateadeottdMi dever cobrer per. oobrir dvapes^E» do u^ilA»f/Ç~'» d<> pltift© e outra»* iu»
:. i-" u Jul ; asJ ' ikJOdadi.riua*
C oura© de aelfoj- ee.-i.- de i.ibUi . 7~© o •-< a «*• ©oi-"ejm *•
ivi «Tl -irie !..oi JN 1 :J *U3lL o •
v00_ j eouu -jírm r©p*a’^ o»a pri» ■ ; pie,*«ui *• ^ ciijoi. c .'.• do « j»iu«ij;.ru i div» "o u b*rt» •- uo ;.ed- i. ser rao-.b**/.
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» í*o b.,i CJ»1 1ÍM4A0© ,UJ . A «O ditt>oMi. r < - j iiuu. J(_ C. je ;o s'-a« o*-« ■-•' ii.id .-r/o «stii - *
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(Orquídea. ^uurtin)
-•oíeeaeri io MUSio o pira», nlplow* a;: cos« e Jurse
p#rl#r 'o ’!»«« ienr.erv t#rU *« 7*U*ea.
I
-
• I .
Sociedade de Instrução e Beneficência
lisdSa
r.;eu caro Pinto Quartin:
Como certaincnto -lôctc na imprensa diária, seguiu pa
ra todos os jornais e noticia que redigiste sobre o -urso de pi
ano e solfeje . f
Ko nosso jornal,saído íoje,publicou-se a noticia maior que enviaste sobre o mesmo r.rsunto.
l.o nosso Cinema não existe alto-falante,pelo que não se pode utilisar êsse elemento de propaganda. Quanto ao^Eo^
al não sei se tem alto-falante,mas ainda que o possua não são as nossas relações tão estreitas que permitem fazer-lhe êsse pe dido.
Sobre a impressão de cartões de réclame?-para serem distribuídos pelas montras da Graça,está a C.A. de acordo,e por tanto,logo que queiras,podemos tratar do assunto.
Quanto a matriculas,só se registou una no curso de piano,o que não me surpreende,pois a propaganda foi,por enquan
to, escassa.
So tens que mandar no,
Lul>oo,..38...de Setembro Je iq 88
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E BENEFICÊNCIA
AVOZ DO OPERÁRIO
BUA OA VOZ DO OP£RÁ8IO
Lidoo,12... c/e Setembro </e ig38
Bxmo. Sm*.
Tal. 2 6375-2 6376-P.A. B.X. António Pinto Quartln
——WWdUMrti
A moiororganlzoçõo desla Indoío em Porlugol, mantida exclusivamenle cam a cola
doí sou» associado* Eamo. Cona'oclos
Benemérita em prol da Instrução Populor
Bata Comissão Administrativa tem a honra
Do-òeraçôo do Conceito Pedojôaíeo d# de convidar V. Bx®. a assistir à entrega, em acto
Instituição de Utilidade Pública solene, à Ena®. Dlreeção da CAIXA Dis PR7VIDÊNCIA
0*'ut>io do 1925 Oflcialato da Ordem de Cristo
DE FKOFIC; IOH.-.XS DA ILIHI3N3A D LISBOA, do produ-
D.p)omo do 5 oa Ottubto ao |W5 ro angariado no festival dado na Eeplanada, no
Grande Oflcialato da Or
dem de Instrução Pública pretérito dia 6, em consagração da Saprezusa dlá-
o,«™,d.id.o«,b.o..ra
rio.
Medalha de Reconhecimento,
legenda «HUMANIDADE* Easa ooienldado terá lugar na prôxlraa
Votgnlóros do Campo do Ovnquo (Crjz aulr.fca-felrn, dln 16, pelas 81,30 horas, na se-
' ^ de social.
Com tSda s consideração s aprâço, nos
•ttbsorevemos
De V. E*s.
Cone, atte. e rato. deds.,
TJi/3l\.
Pela Oarrtsano Administrativa O la. Seorotérlo
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E BENEFICÊNCIA AVOZ DO OPERÁRIO
RUA DA VOZ 00 OfERÁfHO
Tal. 2 6375—2 Ô376-P. A. B.X.
em Porlugol, mantida excluslvomenle com c
dos sous associado»
o doCongreno foàagds fo lí Initítuiçâo de Utilidade Pública
ORcioloto da Ordom do Cristo Diplomo do £ do Cu*obto c
<\)
•i :*■ . '4ÉM
Lis£M(Jc Setembro </c /g38-
Exmo. Sr. António Pinto Quartin
Exmo. consooio:
Cumpre-mo_ comunicar a V. Ex®. que, de aoôrdo oom a Comissão Administrativa, foi desi
gnada a próxima quinta-feira, 15 do corrente, pelas__2I horas, para se procoder ao acto de ins
talação dàs çomissõos auxiliaros nomeadas em as- -sembléia gdral, e cuja posse se realizou há al
guns dias.
Pertencendo V. Ex®. á Sub-Comissão de Administração, muito grata nos seria a sua pre
sença nesse dia e hora, fineza que agradecemos reconhecidamente.
Enviamos a V, Ex®., para os devidos efeitos, uma lista dos nomes e moradas dos sous colegas de Sub‘■Comissão.
Com a mals elevada consideração, nos subscrevemos, de V. Ex*,,
Atenciosa e gratamente.
Pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Lisboa, 7 de Novembro de 1938 ExmS. Senhor
Temos s honra de participar a V.Ex®. que a exemplo dos anos anteriores reabre no corrente mês o cinema de A V01 DO OPERi&IO.
A cargo da sub-comissão de administração e benificência desta Instituição encontra-se êste ano a oonfeoção e publicidade do programa dos espectácu- lo:-, cujo produto é integralinente destinado à criação de uma co 16r.ia baInear para os alunos das suas escolas.
Prestando V.ExS. a iniciativa desta sub-co- missao o auxilio da publicidade da sua casa, não só contribui para uma obra de assistência infantil que, por certo V.Ext. muito louvara, como também se uti
liza de um bom maio de propaganda dos seus negecios, atentes a elevada população associativa desta antiga sociedade, que e de cêrca de 70.000 socios e a lcta- çao do nosso Salao de Destas, um dos mais vastos da capital.
Esperando que V.ExB. prestara o seu melhor acolhimento ao membro desta sub-comissão que em breve terá a honra de o procurar, antecipamos ns nossos me
lhores agradecimentos e Subservemo-nos, De V.SxS.
Atento Venerador
0 Presidente da Sub-Comissao do Administração e Beneficência
(Secretario Administrativo)
MÉ íe temitão
íBeneíicsr-i
A VOZ DO OPERÁRIO LISBOA
Iíbíjoo, ;! ào Uasowbro 'da 19.%
30JQ .‘laahor
"«suei da Araije "raona Ilustra -Jíblio .aaj.rio da
" a vo'5 ao a1 w&?;;•••
■ 'i '■• ,
xaaleatisBitis lashari
Va»h-- ; gr: «soor-lha . tiMifcsl oíarfc. do «n axcnplar do sou opusoulo ' ABibli® ,ee:. da "A Tos do Operário", o*ti nns muita nl'<e;.>nat., gn.
tribuiu par» o brllhuatisne oa» qua fel oonanert.de a BOo aniversarie d,-, aua fUKdt- JJ®?* <** '*ra**oar ® gaafilloaa, àuo passa deixar da felialts-la « fusiono» te paio seu trabalho n~e si 'mlte latsressssts sene auite utili iaberesseBte pelo que
•* lê»»»*» *< >e*se MMietese esassistlTs red»rda . salienta, a util pal qoa do u«u vr «jooe .a ravah.»
•úqqío Hausa Sooiodcdo o oar* tn0d«r èa li vos sw£L~l oar-w* ilUiwtittf a * 9 9. Ylaheuc ia^orosBa -no lha aarasai1 sorvi- 9*® Ta‘* cr- tSo b®;> a®---; soasi ool ;o .ivi ; o lh . oonfieu.
3oe«i su. iolioaolí# S) oa.íuo*nnoie 00 .prov d.-is esporo i-iadi vjíIo iz:.ç?Tq dos servido:} «altar., is p sstui ®v osot :'iibliat«»s;.- . es sooioc o aluais «eoSu Seeiod»; âe> ic oaao «rg»aisu^Tío áo urac -009=.- i-, licor-*, turc ia- JToii&il e <lc ijiiitortá. àe 1 :.1bura : iIsmíoíIí^.
fiw aôo-lh- o rjoM ta&ior prussor eu lhe prosfcur o «ou auxilio
** ' viXiov Qe*jiMiot\ira.rmc voa.o* .. juigu- n>iO*i»c:;ri:;a rea-vs su ;:eus ..ãrtcooii-.jae to;, o úS mtihi O folloiti-r.-Ofi O J«g« <>\i« «o |MÍfl SOU
i.àr*ir-/iior o vanar tor nuito j.tonto
> 'Ircvo-.uíj lo S#Tio«)',té, 1 - :>ov
CORRESPONDÊNCIA EN PORTUGUÊS.
ESPANOL V FRANCÊS
Ilustrisimo Senor Director
Por 2a presente tomamos la libertad de ofrecer a Vd. los servicios dc esta agencia periodista, única conpuesta, en este pais, de profesionalcs de la Prensa y cue trata, cor. carino especial, de informar la prensa periódica, cotidiana ó otra, del estranjeru, de los acontccimicntos dc todo cl gcr.cro que de importância ocurram en Portugal y sus colonias - Açores, Madeira, Cabo Verde, S. Tomé e Prín
cipe, Guiné, Angola, Moçambique, índia, Xacau e Timor.
En virtud dc nuestra posición como redactores de los principalcs periódi
cos dc Lisboa y en amistosas y permanentes relaciones con nuestros colegas dc todo el pais, nos permitimos inculcar-nos como cl mejor coxrcsponsal que el importante periódico dc Vd. puede tener en Portugal.
Rogando su atención para cl proyccto incluso en lo cual indicamos los vá
rios servicios de interés periodista que 1c podemos prestar y por cuya ealidad ós rcsponsable nuestro brio profcsional, lo saludamos con la mas distinguida y afectuosa consideración.
AGEiVCIA PEUIOD1SIA RUA DO MUNDO. 116, 1.® - LISBOA
PORTUGAL
p. -PORTUGAL - Noticias»
El jefe de la redacción
De nuestra ealidad, competên
cia y brio profesionalcs damos a Vd. como abonador el Sindi
cato Profcsional de la Prensa (Sindicato dos Profissionais da Imprensa) con su séde en Rua do Loreto, 13 Lisboa.
A VOZ DO OPERÁRIO RUA DA VOZ DO OPERÁRIO
Tel. 2 6375-2 6376-P.
em Poflugol, mantido oxclusivamenio com c
dos seus associados
Delibo'cç3o doCongraíio Pedoaíflicod Instituíçfio de Utilidade Póblica
Oficia lato da Ordem de Cristo Dipa-.a de 5 de Outubro se
LMa, 27... Jc Janeiro Jc /y39
Exmo. Snr.
António Pinto Quartin
Lisboa
Exmo. Consooio:
Para tratarmos de um assunto de Inte
resse associativo, solicitamos de V. Ex*. o fa
vor de comparecer amanhã, dia 28, pelas 22 horas, no nosso Gabinete.
Endereçamos-lhe os nossos antecipados agradecimentos e nos subscrevemos, com aprêço,
De V. Ex».
Con3Ra. atts. e dedicados Pela Comissão Administrativa,
Xisbo , da AiriJ ' !:• .
ou O- ro o i - !t
UarulTO o bilhota Ji > r o ' r n quart foi. ri Vaz ia Ciparraio promjTido í>oXl AoaooimjSo doa Aatiijsa Alunas , fu" oa iSTa outau, iiiínliZi.loaf.u, ar: oon-USuca
' w ; lenb • ■ i’. au onprannddnonta par ru.it; uiril o r.inpi —
vi CO JU.ju . 5U YtloS OV. •: Gooiuaã® AU : tlO';*’ I
quã ; a•.!•,• sar «$11 t sbuij instit.blç~a» i
>i • > è* ■ . * s -rn I.
Jju ai s .uosí te»*,.
■
SOCIEDADE DE INSTHJQ&) E BENEFICEtlCIA ” A VOZ DO OPEííXHIO ”
Exnc . Senhor
Tomo a liberdade da enviar a V. Exs.uns bi
lhetes,para a sessão do cinona que a Caixa Esco
lar dos alunos da Escola Privativa Ka 1 promove no Salão de Festas da nossa Sociedade e cujo pro
duto reverte a favor da compra de uma máquina de projeccces.
Dado o fim a que se destina,espero ficar a dever-lhe a fineza cl:: seu auxilio.
Lisboa, 15 de Abril de 194o.
A Directora cia Escola Nfi 1
-
Lisboa, 27 de LIarço de 1941
SxraS. Senhor An* o (lio -acacias da Silva V.. D.Presidente da Sub-Ccmissão de Instrução, Educação e Arte de
" VOZ DO OPERÁRIO"
LISBOA
"atiçado Presidente*
Pela presente, cunpro o dever de comunicar que me vejo im
pedido temporariamente, por deveree da minha profissão, de comparecer ás reuni
ões d033a digníssima Sub-comissão, por um eepaço do temnc que calculo r.âo ultrapassará os meados do proximo mês de Abril.
Espero que no meu regresso não so esteja concluida a di apreciação do Regulamento de nossa Escola Comercial,,para l .uai r.. n uma falta faço dada a carência de co:petencia nessa matéria, como air.da conto poder aperesentar £ conclusão do meu trabalho sobre a reorganização das Caixas Escolares, de que fui encarregado.
Apresentando os meus cordeeis cumprimentos aos muito presedos colegas desse lut-comissào, creia-na estima e apreço com que me subscrevo
seu -migo e ccr.3c;ie
"t«. t».Vnr. e ObgS.
Existe nessa "scole associação dos alunos denominada Baixa Escolar?- A essa caixa pertencem exelusivamente os alunos da ''0' DC 0?EB‘RI0ou tnmbera alunos particulares desse Colégio?
Neste ultimo caso, as cotas são iguais 1 para todos ou estes u timos pagar irnfc que os prineitos?
Essa Caixa cobra cotas de socios prctectores?
Em caso afirmativo, a qunto monta o sua cobrança nensal?
Oual a receita da Caixa?
Ha dificuldades na cobrança das cotas? Forque?
Existe escrita com actas e livros de contabilidade?
Eir. que têr Eido aplicadas as receitas dp. Caixa?
Bgredsoemos—'Vror nconrmninr-es'
Oueirn 'azer-nos o f^vcr de enviar nm o ultin-o balancete.
3? - A/s'
ACTDALIDADES — LISBOA E.c."° Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex.™ Sr,
ACTDALIDADES Ex."1’ Sr.
AOTD ALIDADES — LISBOA Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex.n0 Sr.
ACTU ALIDADE S LISBOA Ex.'"° Sr.
ACTDALIDADES LISBOA
£.r.m’ Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex.™ Sr.
ACTIJA LI DADES Ex.m0 Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Er.™ Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES LISBOA
ACTDALIDADES — LISBOA Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES Ex.c" Sr.
ACTi ALIDADES Ex.'” Sr.
ACTDALIDADES I ,ISBOA Ex.m" Sr.
ACTDALIDADES Er.1”’ Sr.
ACTDALIDADES LISBOA Ex.i"“ Sr.
ACTDALI DADES - LISBOA ExSr.
ACTDALIDADES Ex.™ Sr.
2, C.
LISBOA ACTDALIDADES - LISBOA Ex.»* Sr.
ACTDALIDADES LISBOA Ex Sr.
ACTDALIDADES Ex.™ Sr.
ACTIÍ ALIDADES — LISBOA Ex.1” Sr.
ACTDALIDADES LISBOA Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES - Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex."» Sr.
ACTDALIDADES — LISBOA Ex.™ Sr.
ACTDALIDADES Ex.m<> Sr.
ACTDALIDADES - LISBOA Ex.1”0 Sr.
T.iatoD , 13 de io do lí)4l
' xm‘-' iilreoton dc .gcoIc- riv- tiv. o. •
d6 J.I.: . . - H . n :
xoolenbiou.in er-iore :
A-fim-de cjvit. v-i <_ io.oU- o d lonj c min
' o6de tí vosíí--. ocoli. , oonc ©nocr.-o v do rol -uo-comi. • o do ínctrur To, duc. -'o o Artu do oatud; r o 1 uo do roor . ni: o dut lx- u soou ree <1 . . u d- roa,.ootivc "edore- ç**o, von. o podir V. x^. o eupeci; 1 obea-uio dc responder por c-uc -ito tu aer:uinbeo pro-
;■ uuív li sob- e L)l Íx BColvr doe lunoo dei.-c i-ioolo : v 1 roceit rrune: 1 - .di.- d: C!r ixe V
Drovanionoi dc-e recoi u:
Tom socioa protactoves?
vul ntos lur Aara . gcoI o út. ntofi xi c ''o looíoo 5- i:
1 ooti ao; u-j oa luno:. contribuo-; c. r i l i: :
.v 1 p-J an iJdsfcin- d { edor- c~c :! 1 c< r • ...
diilc Id de n- c b bcc àvi cot s rr,\w'í .m ue ‘o ,21c d us recoi'.
Ulutrl >i*j ranodioo, ledo , roUp u ou tluno lo nc<; oultí doi • Comp 1 livro-,
o.-llísn excursõesV
Ou • lunoa desse .ocolu uervom-so dc Ccntim. .sool'.r uoolcl* ';ULnt e rofoi^oou d lo ri o? rorai de pc -crrunto: '« refeirto 6 pegu pele Coi>«. ov. ou d luno jug?
. ou’, uopu
0 uerviço do diotrlbuiM.ro do 1 ncne 5 bon feiioí uoii A aopo 5 u bund nte e do bo;. uo 31 iodo *
Go 80oioa d Gcixc reúnam em r.s emblol gerul?
íi&to esorit: , livro do ofc a e rnuiv dc oorret ondencl . A usooi <?«?o do ■ lunoB tom nbiuobo pro; rio tv sooln
y. 1 o ;.i_ldo proBont; do pelo ulfciro 1 aoobo-
A DiroocEo roune nonu 1 ante* oom o Conuel-o *sci. 1. P-«rc i-o oorpou oron os e oo sooios infccro u- tn-ue pelo sui òeixc
ufi dofioionoi.’ u:
Tcu., aul dc- viblio c-0u?
il- bor "To do 1 nc bo?
Boolort
oon»idor.7'o
.TrutK-cendc V. . _< bilii. d r síOeí: , oou cctr. ii- 1 v< do
.
: to. >.o• ’ nd • e W;c#
ombro d' .ub-oo. 1. do Jnotr' ■ 'o, (ltic •• o o • to dl V.'
S/Cj- .'r_7osu. (lo o.Victm-: r:;- , l«3-3o.- t,0.
fíõRX5mm2
»9^fc?rlBcct,RCO'
■sstss-Jií»*xãà -e—
x 'y!íf*sa/ ''vv'-,
"y4<* ^ í?’*
Lisboa, 13 de Vu io de 1S41
Á Sxm6 Liroctoi'e da Escola Privotiva No *3 do 3.1.1?. A VOZ DO OPEEAHIO
C rl F. L A S
Sxcelentissiinu Senhora:
A-fim-de eviter-me a repetição do longe caminhada de Xcbregas 6 séde de vossa Escola, como encarregado pelo Sub-comissão de Instrução, Educação e Arte de estudar o pleno de reorganização des Caixas Escolares de V.0* e de respectiva Federa
ção, venho pedir e V,ExR. o especial obséquio de responder por escrito és seguintes pre- guntEB sobre a Caixa Escoler doe olunos dessa Escola:
Quel u receite mensal mediu du Cuiicu? ■?fyc**7 ~
Ertvenieneit' dus rec.ites? ^
Tem socics proteotoresi Q,uanfcos alunos ten a Escola a qual a OCtu com que os alunos qucl e p»:rcent . -em. destinada
du c ira? ■**£"'■
/to V ,
Ha dificuldade cobrabce das cot--c' Ere que são aplico das as re Distribuo remedies, calçado , roup:
Compram, livros?
Ueclizem excursões?
Os cisnes dessa Escola sorvem-
1 />& £££*<*<*</
alunos necessit' d
21 ? cjfô/A
da Cantina Escolar socie 1? a refeições feição 6 pege pela Caixo ou cada aluno paga r-' Ss4T Sr/f/2
m feito? ^
Que i deficiências?..
diurias? Forma de pagamento: A u sua sopc?
0 serviço de distribuição dc lanche é be A sopu ó abundante e de boa qualidade?
Cs socics da Caixa reúnem em assembleie geral?
Existe escrita, livro de uct- s e erquiv do corresp ond encie
A Associação do alunos tem gabinete propric na Escola? ^//f Tom sala de biblioteca?J^
Qual o cuido upresentudo polo ultimo tulunooto? /***&■*«*■
A Direcçoo reuno menseIrenie, com o Consello Tisonl, psra a elaboração do bela
Kscoler?
Cs corpos geren!i aios polc Ceixc Ksc
consideração
Agradecendo e Y.Exfl. e amabilidade da resposta, soxi com a ma is elevada
Do Y.SxB.
Vto. Ato. Vndor. e Obgo.
?'embro dc Sub-comissto do Instrução, tfduceçeò e Arte da V.C
S/C:- Travesse de S.Vicente, & Greoe , 15-3o.- Dto.
Sociedade de Instrução e Beneficência
■r^í^sce. £ -e ^tÂ-£ê
/> />
<£ X ~\Z&! v6-í*-?
. ■&**/> <£'£
O-í-ct £‘bf-t '--ézx7.
0. Z«.í^ <sr YrJ<LV~, CZz/^LZZe£í
fcCe-0'/z-Á^-Ct^z£<zc £C l~C4t^- /éz x
n<-n_*'~</r r£ (í, x ^-/dí^z^-c íZ-r-^ /■zz^e-t-2__
, £-í*-/ í i /c^Z,
^^ s ~ ~ ' ’■ ' ‘ ■/'X -<í 'j?
;, <-<f - ííí^í-t <2í>-*4*e-z裣4-£z<T*!--t-£
*£z£ze-z.
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Lisboa, 16 de liuio de 1941
Exn5.Senhora D. ,'lice Franco
Digm*.Directora da Escola Privativa n“.2 da Sil.B.A VOi DO OPBRíRIO
Est.i ola-Liaboa
Excelentíssima Senborat
.cueo a recepção da carta de V.Ex9- de 14 do corrente o agradeço a sua gentileza.
Efectivamontt, trouxe da conversa qus tivo com a Direc- ção ia Caixa Escolar as cais agrsdrveis inprsaaõos. Foram-me pstcntoados, era devida ordem, todos os livros, e prestadas todas as ir.foroaçces da quo nscese situva, pelos pequenos directores cora ura dssKioaraço revelador da compreensão dos fins e funcionamento da sua associação* - compreensão que, infelizraer.te,
cola cora a convicção de que alguma coisa ds muito interessante se pode fazer cora as Caixas decolares .uar.do to prcf«iS..erfcO compreendem s sertora a sua fi
nalidade educativa.
ceite V.Ex5., miir.aa senlicr. , os cumprimentos eordesis úe quera oe duSscrevo cor. a raeis olevr.í ..nsideraçSo e rauíto apreço
loluros que percorri, dos alunos, 3a£ da sua Es'
De V.ICx*.
Ht». H[ .Vur.o Obg*.
S/C/i-Travessa d» 3.Vicente, lb,3!.,rt. á Graça
INSTRUÇÃO IN EFICÉNCIA AVOZ DO OPERÁRIO
Lisboa,: de JulTlO de 191 -
5-2 6376 PA B.X. ou 0°.ro Pinto . mrtíi
A maiororgonizocõodesta Indo!?
em Portugal, mantida oxclusivomento com a colo
dos seu» associados
Instituição de Utilidade Pública
to da Ordem de Cristo Diploma do 5 do CVjbto do s do Instrução Public
Diploma d* S do '
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a ria ’a3 a n/r - 5.0 o.
iabora pouco infeorossaiu oa motivosjparticipo-
' ca lusa
-- d aa con }õe £38 - . moo diferentes daquela que r -cu tivo,
j feoaxieejiãáfiíèníc lEei 6ço paro j .
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r? ?br a fali? coincidir covi uu trntnUlS oh que tão interessado catou.
0 ry secretario onfaora chegue ui pouco .ria inrlo sernprc c'
Cumprimentos para todos o um oTsrago para si
■
7 Sf V .aí -* á
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO AVOZ DO OPERÁRIO
RUADAVOZDOOEÍRÂRID
Lmlm.i, c/c. 'V^ií' i”r' ./e 191
Sxmo. Sr. A-.utóaio Pinto jj-. ■■tin
LISBOA
Presado Conaóoio:
Inioiando-&a no próximo domingo, pelaa 15 horas, as oomomorações do aniversário da nossa Sooiedade, muito nos honrará a sua pre
sença a Sstss aotos.
Oonfeasando-noB, anteoipadamente, gra- “ toa, tomos a honra de nos subsorover,
Muito atenoiosamente.
Pela OomissSo Administrativa:
Presidente
:ol<Anfrot: o£f»arx^.
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LEITURA DOMICTLI A'RI A Resposta d.o PINTO QUARTIL:
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is - Publicar w,. catalogo a distribuir pelos socios, as obras â?a®s a leituras n
Deste »atalogo devem ser excluídas r£odas obras7 rara3 ou de al gun valor bibliográfico, bo^-c^woítodos os livros interditos
Se - xaaaSjr ■ ^
ontendo toda?
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r lun inpi<és30 do qual conste o nono p numero e morada do soclo, titulo da obra p nono do autor c numero de volumes, data do entrega do livro, praso o data da devolução, assina tura do bibliotoorio o do 3oclo que rooebe o livro. — 0 livro entreguo a leitura a domicilio esta'sujeito a caucaõ OU a fiador. Ã ^"Wl» ™ >'1Hn-rS-AÍn'.’N«l;r.niqo /■ Xv, O n r .f^qf
Essa cauo.ao ou deposito pode ser assim, arbitra da: 10$ 00 para os livros de I a & escudos; SOÇOO para os li
vros do 10 a ^escudos; 30$00 para 03 livros de «fcoo a /0$o.
e assim sucessívamente. JL
42 - A caucaõ corresponde a cada livro que sai fora da Biblioteca Social. Se os livros saidos forem dois de 5§00 cada, a caucaõ sora de 20Ç00 escudos - I0$0c paycatV»—do caucaõ
5® - A f ianr.ef^^quê^oodfera 'sa‘r ala toro lidada dos livros requisita
dos. /1 /-/'»'/ .
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Q+/*7t,
62 - Todo o^Jívro saiddo do BTbM"ot^a deve ter UM-praâo" para a díT~
volupaõ . Esse praso podr^sor 'estabelecido^or acordo entre o requisitante e o bibliotecário, o so cor
•M^crto do Secretario dos Serviços de Instrução quando exceder esse tempo.
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nras 72-0 impresso ayarafcrBjcHsxaBx deve sor era duplicado^itemÃa--»a»âo o erig-fawlr entregue-ao^-flcando o original en podar do Biblio
teca e a copia entregue ao requerente. Ho acto da devolucaõ do livro sobre e-5-fa*0$™a nc õnora'un carimbo do 'vesaaoux' HUTREOTru E IIQUIDAD0 e do novo êatregue ao socio—leitor. So
bre a. o mesmo carimbo deve 3or oposto. ___ : 92 - 0s impressos dos livros en leitura domiciliaria devem sor are
q uivados o" flcfníro especial pela ordem alfabética para a todo 0 tempo se noder saber quais os li ros que andam fora da Biblioetca.
§s - tcrff.sm Paro a fiança deve haver improso especial do oual cons to 0 rolaçao do3 livros entregues 0 o valor das Devo exiglr-se’a assinatura e o carimbo do fiador.
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LEITTJRA D 0 1.5 I C I L I A'RI A Respoata do PI1IT0 QUARTIL:
1“ - Publicar um catalogo a distribuir poloa socios, contendo toda as obras dadas a leitura»
Deste catalogo áovoia sor cxaiuidas todas obras rara3 ou de al gum valor bibliográfico, bem como todos os livros interditos polo ^ensura,
2o - Imprimir um Impresso do qual conste o nome e numero e morada do socio, titulo da obra e nome do autor e numero de volumes, data de entrega do livro, proso G dats d? devolução, assina tura do biblioteorio e do socio que recebe o livro.
32-0 livro entregue a leitura a domicilio esta*s«jeito a cauçaõ ou a fiador. A flanaxpn ou^cauçaõ o arbitrada conforme o valor real do livro. Essa cauçaõ ou deposito pode sor assim arbitra dai lOÇOO para os livros de I a 10 escudosj 20$00 para os 11“
vros dé 10 a 20 escudos; 30300 para os livros áo 20§00 a 30$0 e assim sucessivamente,
42 - A caucaõ corresponde a cada livro que sai fora da Biblioteca Social. Se os livros saldos forem dois de 5*00 cada, a cauçaõ sera de 20§00 escudes - I0$00 por oade de cauçaõ
52 - A fiança e'que poderá*ser p].a toralldade dos livros requisita do3.
62 - Todo o_livro saiddo da BTbltootoca devo tor um praso para a do voluçaõ . Esbopra3o pocle «er estnbgloeido por açordo entro o roquisltante e o bibliotocarlo, ato um mes, e so com o consen tlmonto do Socratarlo dos Serviços c!a Instrução quando o pras exceder esse tompo.
72-0 impresso a:-.muK.BHgaaxaax devo sei' em duplicado £±Ejmi:3 sondo o original entregue ao ficando o original em peder do Biblio- toca e a copia entregue ao requerente. Ho aoto da devolução do livro sebre esta cipia ss oporá um caricio de LIQUIDADO BUTRKGUE E LIQUIDADO e de novo datrogue ao socio-leitor.So
bre o original o mesmo carimbo deve ser oposto.
82 - Os Impressos des livros em leitura domiciliaria devem ser arq q uivados em ficfihlro especial pela ordem alfabética para a todo o tempo se poder saber qual3 os 11 ros que andam fora da Blblloetca.
92 - fcdHjtH Parada fiança devo haver lmproso especial do qual cons te a relaçaõ dos livros entregues e o valor doa mesmos c D8ve oxlgir-se'a assinatura e o carimbo do fiador.
1
•*A VOZ DO OPERÁRIO
490-S.e.
Lisboa, .3.6. Julho Je 191- 6.
RUA 0* VOZ DD OKÍÁPIO 9 a 15 — (D-ífCiO «<j
Talei. 2 6375 - 2 6376 - P. A. B. X.
A maior organização desta Índole om Poilugal, mantida excluslvomenlo com o cota
dos seus associados
Exmo. Snr.
Pinto Quartin Distinto Jornalista e Digm®. chefe da Delegação do 12 DE JANEIRO em
-L-I-S-B-O-A-
Benemérita em prol do IníirwçSo Popular
Instituição de Utilidade Pública OiAfbiO de 1725 Oficialafo da Ordem de Cristo
Medalha de Prata, legenda «BEM- FAZER»
Da FodaracAo dai Sociodado» do ídutocflo
Amigo e Consócio:
Permita-nos que lhe agradeçamos todas as atenções, que V. ExB., no exercício das suas funções, tem tido para com esta Socieda
de.
Bastante nos sensibilizou, a deferên
cia que lhe mereceu o Serão Cultural Brazi- leiro, 3qui realizado em 13 do ort, distin
guindo-nos com uma bela notícia no alto da primeira página do seu conceituado Jornal.
Por todas as gentilezas lhe agrade
cemos vivamente, manifestando-lhe a nossa es
tima e particular consideração.
Pel»A COMISSÃO ADMINISTRATIVA 0 Presidente,
A VOZ DO OPERÁRIO MM D* VOZ 00 OPERÁRIO
LUo.i, í/e 0u.tli.hi O ... í/e 104 3
0-0- .p-O-rz-o-o -n-r-
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Circular:
Sr - , Direotorn
É aoo80 pensamento irohiover um maior estreitamento do rolo-
qosb entra todoa oa alunos quo frequentem o o diferentes cursos que A,Vos do Operário proporciona, aproveitando para asse fim nr.o oo a roalizaçso do festas efectuar no nossa sede, onda eles compareemu, como dcndo-lhes noticio de f.lj.umas drg frondes dates o figures de rolavo da historia da nossa Xnotituiqnn,
Aproveitando a passagem do 72a. nnivortário fio fundação da nossa 3 o o ieda.de, ura componente do nosso corpo docente elaborou o trecho que junto enviamos e o qual so destina. a ser utilizado no período ãa manha do 15 V1 correr.-.e, servindo de tema de J.xç':’o oral ou escrita noa nossos educandos.
::tt<! folha, n que outr. s oportunamento so juntarão, ficam na posso do V . Exr. para s utiliz. r sonpro quo julgue opor tuno
Porque no dia 15 passa o aniversário da nossa Sociedade. fj- ca V*. Sx*. autorizada a. disnonsnr dos trabalhos oscolares os «õ.
sos alunos,m dia imediato.
Certos do boa nttmçao de V8. Bx . c de quo ost. nossa ideia vai ao encontro das sufin justas aspirações do educadora, soui lhos testomunhnraos os nossos agradecimentos.
Lisboa, 10,/2/íi5.
poia Comissão ivdminiatrativa 0 Secretario dos Serviços de instrução
a) Jaime do i.cndonça
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E BENEFICÊNCIA
A VOZ
DO OPERÁRIO
A MAIO R O R
Agraciada pelo Eitado o oor «le de Uiílidode Pública Admlniiiiaiiva
5 A N I Z A Ç A O DEST A I N D O I. E E M P O R T U O A L
êoi '
* n 44-29 do AUlul.ro dô 1957.ExnG Senho»
António Pinto Quartin L X s b o a
Prozadísaimo consócio:
Para continuação da reunião iniciada ontem, o Senhor ÍPrèaid 1 te ia aembleAa Geral marcou o dia 4 do próximo meo de Novembro (21-3o horas) e encar rega-me de solicitar a comparência de V. fixa.
Aguardando a gentileza da sua pre_ença,aten ciosamente,me subscrevo,
0 Chefe da Secretaria Geral
í
SOCIEDADE DE INSTRUÇÃO E BENEFICÊNCIA AVOZ DO OPERÁRIO
AVOZ DO OPERÁRIO
Tol. 2 6375-2 6376-P. A. B.X.
A maior organização dostoindolo em Porlugal, mantida e*clusivamente com a cola
dos seus associados
da Instrução Popular
Instituição de Utilidade Pública Cutub-o de 1925 Oflcioloto da Ordem de Cristo
lo OsmUOdoOuric
J)
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