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Modelo de osteoneCrose dos MAXilAres eM CAMUndongos

fêMeAs senis trAtAdAs CoM doses CUMUlAtivAs de áCido zoledrôniCo

Isabela do Carmo Custódio1 Ramez Hassam Mahmoud2 Claudia Cristina Biguetti2 André Hergesel Oliva2 Dulce Helena Constantino1 Mariza Akemi Matsumoto1,2

Anais da XII Jornada de Odontologia da Universidade do Sagrado Coração

``Profª. Drª. Izabel Maria Marchi de Carvalho``

USC 2018

1 Departamento de Ciências da Saúde, Curso de Odontologia, Universidade Sagrado Coração, Bauru, SP.

2 Departamento de Ciências Básicas, Faculdade de Odontologia de Araça- tuba, UNESP, Araçatuba, SP.

O ácido zoledrônico (ZL) é um bifosfonato indicado para o tratamento de dife- rentes patologias ósseas, tais como osteoporose severa em mulheres com idade avançada. Entretanto, sua utilização também constitui um fator de risco para o desenvolvimento de osteonecrose dos maxilares associada ao uso de bifosfona- tos (OMAB). O objetivo deste estudo foi caracterizar a OMAB pós-exodontia em camundongos fêmeas senis da linhagem 129/Sv-WT no período pós-meno- pausa. Para tanto, 20 camundongos fêmeas com 64 semanas de idade, foram divididas em dois grupos de acordo com o tratamento: controle, solução salina 0.9%, e ZL, ácido zoledrônico na dose de 250µg/Kg via IP, uma vez por semana, até o final dos períodos experimentais. Após 4 semanas do início dos tratamen- tos, os animais foram submetidos à exodontia do incisivo superior direto e eu- tanasiados nos períodos de 7 e 21 dias pós-exodontia para coleta dos espécimes e análises microtomográficas e microscópicas (análise de birrefringência, histo- morfometria em HE e imunoistoquímica para osteoclastos TRAP+). Testes esta- tísticos não paramétricos foram aplicados considerando o nível de significância de p>0,05. As análises da matriz mineralizada por MicroCT, bem como da ma- triz colagenosa por birrefringência revelaram um adequado processo de reparo alveolar, com neoformação óssea gradativa, ao longo dos 7 para os 21 dias no grupo controle. Por outro lado, o grupo ZL apresentou áreas de fratura do osso alveolar, menor volume de tecido ósseo (BV/TV%) e menor qualidade de fibras colágenas comparado ao grupo Controle (p>0,05). Na análise histopatológica, enquanto o grupo controle mostrou uma resposta inflamatória transitória e início de neoformação óssea aos 7 dias, grupo ZL apresentou uma predominância de coágulo sanguíneo residual e aumento de infiltrado leucocitário. Aos 21 dias, o grupo controle apresentou o alvéolo dentário preenchido por trabéculas ósseas maduras e canais medulares, bem como áreas de remodelação óssea eviden- ciadas pelo aumento significante de osteoclastos TRAP+ comparado ao grupo ZL. Por outro lado, o grupo ZL apresentou ainda intenso infiltrado inflamatório neste período, fraturas ósseas, sequestros ósseos, lacunas de osteócitos vazias, osteoclastos desanexados da matriz e um importante atraso na formação óssea comparado ao grupo controle. Concluiu-se que a caracterização da OMAB neste modelo animal é viável para seu entendimento na fase pós-menopausa em con- dição de senilidade.

Palavras chave: Osteonecrose; Maxilares; Senescência; Exodontia

Anais da XII Jornada de Odontologia da Universidade do Sagrado Coração

``Profª. Drª. Izabel Maria Marchi de Carvalho``

USC 2018

trAtAMento CirúrgiCo PArA redUção e fiXAção de frAtUrA do teto dA órbitA e PArede Anterior do seio frontAl

Isabela Siscotto Tobias1 Daniel Henrique Koga2 Marcos Martins Curi2 Giuliano Saraceni Issa Cossolin2 Camila Lopes Cardoso1

1 Faculdade de Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

2 Departamento de Estomatologia e Cirurgia Bucomaxilofacial, Hospital Santa Catarina, São Paulo As fraturas frontais representam cerca de 8% das fraturas faciais, sendo as causas mais comuns os acidentes automobilísticos, agressões físicas, quedas e traumas desportivos. Na presença de alterações funcionais e estéticas, o tratamento cirúr- gico é indicado. O acesso coronal é comumente realizado, uma vez que permite boa exposição das áreas fraturadas com excelentes resultados estéticos. Paciente RSS, 31 anos, vítima de trauma desportivo na região frontal (choque de cabeças).

Apresentou afundamento na região do trauma, sem alterações visuais associadas.

TC mostrou fraturas cominutivas na parede anterior do seio frontal, com acome- timento do teto da órbita direita. Após 2 dias da internação, o paciente evoluiu com edema súbito na região periorbitária direita pós-esforço. TC mostrou edema das partes moles, com conteúdo sugerindo a presença de ar no interior dos tecidos moles palpebrais. O diagnóstico foi de enfisema periorbitário, sendo realizada punção imediata com agulha fina, com a diminuição do edema associado. Após regressão do edema da região frontal, o paciente foi submetido à cirurgia para re- dução e fixação interna rígida das fraturas. Foi realizado um acesso coronal, com divulsão por planos para acesso às fraturas, redução e fixação dos fragmentos ósseos com placas de perfil baixo e parafusos de titânio monocorticais do sistema 1.5 mm. O paciente evoluiu sem intercorrências, apresentando o adequado resta- belecimento do contorno da região frontal. No presente caso, o acesso cirúrgico coronal permitiu a redução e fixação adequada das fraturas, com bons resultados funcionais e cosméticos.

Palavras-chave: Fraturas; Órbita; Traumatologia.

Anais da XII Jornada de Odontologia da Universidade do Sagrado Coração

``Profª. Drª. Izabel Maria Marchi de Carvalho``

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AssiMetriA fACiAl deCorrente de osteoMA de grAnde ProPorção eM MAndíbUlA: relAto de CAso.

Laís Caroline da Silva¹ Bruna Barcelos Ferreira² Eduardo Stedile Fiamoncini³ Eduardo Sanches Gonçales4

¹Aluna de graduação em Odontologia da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB-USP

²Mestranda em Cirurgia do Departamento de Cirurgia, Estomatologia, Pato- logia e Radiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB-USP

³Doutorando em Cirurgia do Departamento de Cirurgia, Estomatologia, Patologia e Radiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB-USP

4Professor de Cirurgia do Departamento de Cirurgia, Estomatologia, Patolo- gia e Radiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB-USP Os osteomas são neoplasias benignas que acometem mais frequentemente a re- gião craniomaxilofacial. Apresentam crescimento lento e permanecem assinto- máticos por muito tempo, geralmente causando assimetria facial ou distúrbios funcionais. Diante desses tumores, é importante uma investigação para a Síndro- me de Gardner, já que até 90% dos pacientes com esta síndrome podem demons- trar anomalias esqueléticas, e os osteomas são as mais comuns. O objetivo desse trabalho é relatar o caso clínico de uma paciente do gênero feminino, 54 anos, que referiu história de aumento de volume em face com 8 anos de evolução. Ao exame clínico observou-se assimetria facial com presença de lesão nodular localizada em região submandibular esquerda, indolor, endurecida à palpação. Ao exame de radiografia panorâmica evidenciou-se imagem radiopaca circunscrita em corpo de mandíbula esquerdo, sugestiva de osteoma, além disso, foi realizada tomogra- fia computadorizada de feixe cônico para melhor planejamento cirúrgico. Através de avaliação médica de gastroenterologista, não foi verificada qualquer alteração.

A paciente foi submetida à biópsia excisional sob anestesia geral e, após exame anatomopatológico, confirmou-se o diagnóstico presuntivo de Osteoma. A mes- ma encontra-se em pós-operatório de 14 meses, sem sinais de recidiva. Conclui- -se que o tratamento cirúrgico para remoção dos osteomas mandibulares pode ser indicado por razões psicológicas, estéticas e funcionais, sendo que casos de recidiva deste tumor são raros.

Palavras-chave: Cirurgia bucal; Osteoma; Biopsia

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trAtAMento orto-CirúrgiCo de Pré-MolAr sUPerior inClUso:

relAto de CAso

Laís Caroline da Silva¹ Willian Ricardo Pires² Fernanda Herrera Costa Godoi³ Bruna Barcelos Ferreira4 Eduardo Sanches Gonçales 5

¹ Aluna de graduação em Odontologia da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB-USP

² Professor de Cirurgia da Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP

³ Mestranda em Diagnóstico do Departamento de Biociências e Diagnóstico Bucal da UNESP – São José dos Campos

4 Mestranda em Cirurgia do Departamento de Cirurgia, Estomatologia, Pato- logia e Radiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB-USP

5 Professor de Cirurgia do Departamento de Cirurgia, Estomatologia, Patolo- gia e Radiologia da Faculdade de Odontologia de Bauru FOB-USP Dentes inclusos possuem etiologia multifatorial, sendo a discrepância dento es- quelética, a obstrução mecânica ou patologias associadas as principais causas de retenção e falha no processo eruptivo. Há uma prevalência no gênero feminino, com maior incidência em terceiros molares, seguidos pelos caninos e incisivos centrais superiores. Os pré-molares superiores correspondem a 0,05% dos casos.

O tratamento cirúrgico-ortodôntico de dentes impactados (tracionamento) é uma abordagem conservadora que objetiva trazer o elemento dental para o correto ali- nhamento oclusal. Os princípios gerais para um tracionamento bem sucedido se baseiam na localização radiográfica, criação de espaço ideal na arcada dentária, exposição cirúrgica do elemento impactado, instalação de dispositivo de tracio- namento e aplicação de forças ortodônticas para o posicionamento do elemento dentário de forma adequada. O objetivo deste trabalho é apresentar o caso clínico de uma paciente do gênero feminino, 12 anos, dentição mista e com mordida cru- zada posterior, em tratamento ortodôntico, submetida a procedimento cirúrgico para colagem de dispositivo e tracionamento do elemento 15 incluso e exodontia do elemento 55. O procedimento foi realizado sem intercorrências, com acom- panhamento pós-operatório de 1 ano, apresentando o correto posicionamento do elemento na arcada maxilar. Conclui-se que é necessário conhecer os dispositivos e técnicas com intuito de corrigir condições clínicas inadequadas, evitando extrações e também interação multidisciplinar entre cirurgião e ortodontista pra melhor planejamento do caso.

Palavras- chaves: Dente incluso; Ortodontia; Cirurgia bucal.

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retAlho ósseo e CorPo AdiPoso bUCAl PArA trAtAMento de fístUlA bUCo sinUsAl

Leticia Holobenko1 Ana Carolina Ficho2 Gabriel Lúcio Calazans Duarte2 Beethoven Estevão Costa3 Nataira Regina Momesso4 Paulo Domingos Ribeiro Junior5

1 Aluna de Graduação, Curso de Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

2 Alunos de Especialização, Área de Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial, Curso Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

3 Aluno de Aperfeiçoamento, Área de Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial, Curso Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

4 Aluna de Mestrado, Área de Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial, Curso Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

5 Prof. Dr. Área de Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial, Curso Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

A fístula buco-sinusal é descrita como um acesso direto, epitelizado e permanen- te, entre o seio maxilar e a cavidade bucal. Pode ocorrer acidentalmente durante a extração dentária, quando o ápice dos dentes superiores posteriores apresentam íntima relação com a cavidade sinusal. O objetivo deste relato de caso clínico é apresentar um paciente com fístula buco sinusal, com infecção sinusial e nos exames imaginológicos foi observado a presença de corpos estranhos no interior do seio maxilar lado esquerdo. O tratamento indicado foi clínico e cirúrgico, iniciou-se o tratamento clínico com o objetivo de realizar o condicionamento pré- vio da mucosa sinusal. Após 3 semanas, o paciente foi submetido a anestesia geral para realização de técnica cirúrgica. Através de um retalho ósseo vascularizado realizou a sinusectomia parcial e a remoção do corpo estranho no interior da cavidade sinusal. Para o fechamento da fístula buco sinusal foi utilizado um reta- lho muco periostal vestibular associado ao corpo adiposo bucal (bola de bichat) ambos deslizados para oclusão primaria da fístula. Com este plano de tratamento empregado o pós-operatório ocorreu sem intercorrências e a fístulas apresentam- -se fechadas após 1 ano e 8 meses

Palavras-chave: Seio maxilar; Corpo adiposo; Cirurgia.

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CorrelAção entre o esPAço Aéreo e ProCessos PAtológiCos de ConChAs nAsAis de PACientes sUbMetidos à CirUrgiA ortognátiCA

Paulo Henrique Daltin1 Cleuber Rodrigo de Souza Bueno2 Onassis Leme da Silva3 Hugo Nary Filho4

1 Aluno de Graduação, Curso de Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

2 Aluno de Mestrado do programa de pós-graduação em Biologia Oral, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

3 Mestre pelo programa de pós-graduação em Biologia Oral, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

4 Professor do programa de pós-graduação em Biologia oral, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP O objetivo deste trabalho foi analisar se existe correlação entre o espaço aéreo superior-anterior e o processo patológico de conchas nasais inferiores hipertró- ficas, e analisar o padrão do volume aéreo superior-anterior de pacientes sub- metidos à cirurgia ortognática por meio de tomografia computadorizada. Foram selecionados 20 pacientes para o estudo, contudo, como resultado parcial, obtêm os resultados de 11 pacientes, os quais estão com as mensurações aéreas e aná- lises histológicas completas. Tais pacientes foram submetidos a procedimento cirúrgico maxilar para correção de anomalias entre os arcos dentários e por diag- nóstico clínico foi necessário a remoção dos pares de conchas nasais inferiores.

As amostras foram submetidas à coloração de hematoxilina e eosina para conta- gem histológica das células inflamatórias utilizando o programa Image Pró-Plus – Versão 5.1. Também realizamos as mensurações volumétricas do espaço aéreo superior-anterior no software Dolphin Imaging 11.95 Premium, onde foi delimi- tado o espaço aéreo superior-anterior, utilizando reformatações 2D e segmenta- ção automática, e a mensuração volumétrica do espaço aéreo superior-anterior total, avaliando toda a massa volumétrica do espaço por meio de segmentação.

As análises tomográficas e histológicas foram realizadas por dois operadores diferentes, a fim de verificarmos o erro do método (testes estatísticos: casual - Dahlberg e sistemático - test t). Os dados quantitativos obtidos foram organizados em planilhas em formato Excell com as médias e desvio padrão, os quais foram submetidos ao teste estatístico de correlação de Pearson. O programa estatístico utilizado foi o Sigma Plot 13.0, considerando um nível de significância de 5%. A média das mensurações do espaço aéreo foram de 53.586mm3 com desvio padrão de 6.531mm3 para a área total, 17.323mm3 com desvio padrão de 3.446mm3; Com

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os resultados das análises histológicas, observou-se um concentrado de linfó- citos e macrófagos, os quais constituem 80% das células encontradas em todos os pacientes analisados, e a porcentagem de correlação foi de moderada fraca nos testes de correlação de Pearson. Deste modo, considerando as limitações do estudo, podemos concluir que não houve correlação direta de forma significativa entre o volume do espaço aéreo e processo inflamatório das conchas nasais infe- riores. Além disso, verificamos que o padrão inflamatório nas conchas nasais dos pacientes submetidos à cirurgia ortognática foi crônico.

Palavras-chave: Cirurgia Ortognática; Obstrução das Vias Respiratórias; Con- chas Nasais.

Apoio: FAPESP Processo: 2017/20814-3

PerdA de sUbstânCiA lAbiAl APós AnestesiA do nervo AlveolAr inferior: iMPortânCiA dAs orientAções Pós-oPerAtóriAs

Bárbara Bella de Oliveira Vieira1 Wanessa Barros Crispim1 Jéssica Lemos Gulinelli2 Pâmela Letícia dos Santos2 Marcus Vinícius Kasaya3 Marcelo Augusto Cini3

1 Alunas de Graduação, Curso de Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

2 Professoras Doutoras Área de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo- Facial, Universidade de Araraquara, Araraquara, SP.

3 Alunos de Doutorado, Área de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Fa- cial, Curso de Odontologia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru, SP.

A técnica anestésica pterigomandibular é uma das mais comuns utilizadas na rotina do cirurgião dentista. Dentre as complicações raras relatadas, destacam-se os ferimentos de tecido mole. Estas possíveis complicações e cuidados pós ope- ratórios devem ser apresentadas previamente aos pacientes para que os mesmos tomem ciência dos riscos, e assim, concordem com procedimento proposto. O objetivo deste estudo é relatar o caso clínico de extensa perda tecidual traumática do lábio por auto mordida após bloqueio do nervo alveolar inferior para exo- dontia de terceiro molar inferior incluso. Paciente de 20 anos, gênero feminino que teve a extração do terceiro molar inferior direito sob anestesia pterigoman-

Anais da XII Jornada de Odontologia da Universidade do Sagrado Coração

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USC 2018 dibular sem intercorrências durante o procedimento clínico. Entretanto, após a

cirurgia, a mesma foi para sua residência ainda com o lábio anestesiado e acabou dormindo. Ao acordar notou que havia mastigado e engolido parte do lábio infe- rior, uma vez que ainda estava sob efeito da anestesia. Procurou imediatamente o Serviço de CTBMF do Hospital Municipal de Santo André onde foi submetida a um procedimento de reconstrução labial com sutura sob anestesia geral pelos profissionais da equipe da cirurgia bucomaxilo facial e cirurgia plástica. Após 6 meses de controle, a paciente apresenta-se em bom estado geral, com os tecidos moles do lábio inferior cicatrizados e aspecto estético e funcional adequados. É possível concluir que os profissionais que realizam procedimentos de anestesia local pterigomandibular, independente da finalidade odontológica, devem incluir informações sobre o cuidado pós-operatório de evitar morder os lábios após in- filtração anestésica, diminuindo, assim, as chances de ocorrer este episódio en- quanto se aguarda o metabolismo completo da solução.

Palavras-chave: Bloqueio; Nervo alveolar inferior; Complicações; Anestesia local.

odontoMA CoMPosto