2.1 COOPERATIVISMO
2.1.2 O RIGENS DO COOPERATIVISMO NO B RASIL
Há muita discordância entre os autores quanto às origens do cooperativismo no Brasil. Para Zeni (2008), o surgimento do cooperativismo no Brasil ocorre a partir do século XVII, pelo desenvolvimento das Missões Jesuítas. Em 1610, com a fundação das primeiras reduções jesuítas, inicia-se a construção de um estado cooperativo, dentro de uma sociedade organizada solidariamente e embasada no trabalho coletivo. A iniciativa dos padres jesuítas, que vieram para catequizar os índios, se fundamentava na persuasão, estimulada pelo dito amor cristão e no princípio do auxilio mútuo, costume já presente entre os indígenas brasileiros e, em quase todos os povos primitivos, desde os primórdios da humanidade.
O movimento cooperativista brasileiro foi difundido somente em 1847, quando o médico francês Jean Maurice Faivre, adepto das idéias reformistas de Charles Fourier, fundou, nos sertões do Paraná, a Colônia Tereza Cristina, organizada em bases cooperativistas. Iniciativa de curta duração, porém fundamental para a contribuição das práticas coletivas para formação do cooperativismo brasileiro.
Sapovicis e Souza (2004) e Padula (2006) sugerem que o interesse pelo cooperativismo no país teve origem com a libertação dos escravos em 1888, e as cooperativas surgiram a partir de 1891, com a permissão da liberdade de associação pela Constituição. Para esses autores, a primeira cooperativa de consumo de que se tem registro no Brasil foi a de Ouro Preto (MG), no ano de 1889, denominada Sociedade Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto.
Porém, para Zeni (2008), a partir do século XIX, podem-se destacar algumas das primeiras sociedades cooperativas brasileiras que se organizavam de maneira sólida e consciente, seguindo a doutrina e os princípios cooperativistas, entre as quais se destacaram: a) Cooperativa de Consumo dos empregados da Companhia Paulista, fundada em Campinas-SP, em 1887; b) Cooperativa de Consumo dos Funcionários da Prefeitura de Ouro Preto-MG, fundada em 1889; c) Cooperativa Militar de Consumo do Rio de Janeiro-RJ, fundada em 1894; d) Cooperativa de Consumo de Camaragibe-PB, fundada em Pernambuco em 1895; e) Caixa Rural de Nova Petrópolis, Rio Grande do Sul, fundada em 1902.
Considerada a primeira Cooperativa de Crédito organizada no Brasil, a Caixa Rural de Nova Petrópolis foi fundada em 1902, no Rio Grande do Sul, sob influência e inspiração do Padre Jesuíta Theodoro Amstadt, reconhecido e conhecedor da experiência alemã do modelo de Friedrich Wilhelm Raiffeisen (1818-1888). Sua proposta priorizava desenvolver o novo modelo de organização, beneficiando as pequenas comunidades e produtores rurais ou pequenas vilas.
O cooperativismo de trabalho é de 1913, quando foi criada a Cooperativa dos Empregados e Operários da Fábrica de Tecidos da Gávea. Neste mesmo ano é fundada a Coopfer (Cooperativa Ferroviária), na cidade de Santa Maria, RS, que se desenvolveu bem até o golpe militar de 1964 e chegou a ser considerada a maior Cooperativa da América do Sul.
Atualmente, a predisposição das cooperativas de serviços e de trabalho no país é de se organizarem com muita diversificação de atividades tendo como cooperados autônomos de diversas especialidades com objetivo único de inclusão no mercado de trabalho e geração de renda.
No governo de Getúlio Vargas foram formuladas as primeiras leis de regulamentação do cooperativismo brasileiro com o Decreto 22.239/32. No período do regime militar foi definida a estrutura atual do sistema, com a Lei 5.764, de 16 de dezembro de 1971, vigente até o momento. A legislação determinou uma
inflexibilidade na estrutura, restringindo o desenvolvimento do cooperativismo e instituindo uma estrutura centralizada e controlada pelo Estado, ainda que o discurso reconheça e valorize os princípios internacionais do cooperativismo baseados na autogestão.
Em seu estudo sobre a implantação do modelo cooperativista na Brasil, Misi (2000) detalha que, ao contrário do que aconteceu na Europa, no Brasil o cooperativismo foi (e em grande medida ainda é) promovido pelas elites agrárias.
Trata-se de um movimento “de cima para baixo”, implantado como uma política de controle social e de intervenção estatal. Comparado ao cooperativismo europeu, de natureza urbana, como consequência que foi da Revolução Industrial, aqui foi germinado predominantemente no meio rural, em razão de uma economia eminentemente agrária, mesmo após a industrialização do país. A marca reformista do movimento limita-se às perspectivas de modernização da agricultura, permanecendo intocável a questão da propriedade da terra.
Misi (2000) também observa que o caráter contestador e reformador do cooperativismo europeu foi completamente desfigurado pelas elites nacionais ao ser transplantado para o Brasil. O seu desenvolvimento inicial em função dos interesses da elite agrária (cujo poder fora mantido mesmo diante da industrialização do país) proporcionaram uma organização sob forte interferência estatal, configurando-se assim como um poderoso instrumento de controle social.
Com o desenvolvimento do cooperativismo, a racionalidade empresarial começa a se sobrepor ao idealismo original de sua formação, incorporando a cooperativa-empresa na tradicional economia de mercado (PADULA, 2006). Para Perius (2001), há uma constante contradição entre o social e o econômico nas cooperativas, por suas características empresariais. Já para Pinho (1982), apesar das cooperativas terem doutrinas democráticas, cujos preceitos estão incorporados à legislação cooperativista brasileira, as mesmas estão voltadas apenas para a eficácia, abandonando as ideias fundamentais do cooperativismo.
Tentando contribuir para a diferenciação entre uma empresa cooperativa e uma empresa tradicional de mercado, destacamos o quadro a seguir.
Cooperativa Empresa não Cooperativa - É uma sociedade de pessoas - É uma sociedade de capital.
- Tem como objetivo a prestação de serviços aos associados.
- Objetivo principal é o lucro - Número ilimitado de associados - Número limitado de acionistas.
- Controle democrático – um homem, um voto - Cada ação, um voto - Assembléia: quorum baseado no número de
associados
- Assembléia; quorum baseado no capital - Não é permitida a transferência das quotas-
partes a terceiros, estranhos à sociedade
- Transferência das ações a terceiros - Operações do associado com a cooperativa - Dividendo proporcional ao valor das ações Quadro 12: Diferença entre cooperativas e empresas mercantis.
Fonte: OCB, http://www.brasilcooperativo.com.br. Acesso em dezembro 2007.
As diferentes forças que atuam na idéia central do cooperativismo precisam ser ordenadas e disciplinadas no sentido de orientá-las de acordo com a execução dos objetivos da cooperativa. Os associados devem estar todos direcionados para a busca do bem comum, apoiando a instituição e seus princípios cooperativos. Isso deve ser visto como um processo de conscientização e educação para o desenvolvimento sustentável.
Para Irion (1997), a participação é o objetivo e meio para criar e manter uma cooperativa. É na participação nos processos decisórios sobre a riqueza e sobre os benefícios gerados pelo seu trabalho que as pessoas se unem nessa forma de sociedade. A participação de todos os sócios é fundamental para obter o sucesso das metas socioeconômicas do empreendimento. Vilas Boas (2000) também corrobora esta ideia e afirma que a natureza da participação dos associados determina o sucesso ou o fracasso dos empreendimentos.
A participação direta do associado propicia um acompanhamento mais efetivo da situação do movimento cooperativista, do mercado, da economia da sua região, país e mundial. É importante essa participação, pois torna o associado mais consciente e sabedor dos melhores caminhos e oportunidades para a organização.
Para o bom funcionamento da entidade, a participação dos associados pode ser resumida a direitos e deveres.
Direitos Deveres Frequentar as assembleias gerais, decidindo
pelo voto os assuntos de interesse da sociedade.
Respeitar as decisões votadas nas assembleias gerais, que representam a vontade da maioria.
Votar e ser votado para cargo administrativo, fiscais ou outras funções.
Pagar o compromisso da cota de capital fixada para criar ou ingressar na cooperativa.
Participar das atividades econômicas, sociais e educativas.
Zelar pelo interesse comum e autonomia da sociedade
Ser consumidor e usuário dos serviços oferecidos pela cooperativa.
Colaborar no planejamento, funcionamento, avaliação e fiscalização das atividades.
Receber retorno promocional das sobras de capital.
Debater ideias e decidir pelo voto os objetivos e metas de interesse.
Examinar os livros e documentos da empresa e solicitar esclarecimentos aos dirigentes, conselheiros e funcionários
Denunciar, sempre, os procedimentos indevidos.
Convocar assembleia extraordinária, caso se faça necessário, conforme estabelecido no estatuto.
Pagar sua parte, caso ocorram prejuízos financeiros.
Obter, antes da realização da assembleia geral, balanços financeiros, demonstrativos e relatórios.
Estimular a integração da cooperativa com o movimento cooperativista.
Retirar seu capital ao sair da sociedade, de acordo com o estabelecido no estatuto.
Buscar capacitação profissional para o desempenho de suas atividades.
Quadro 13: Direitos e deveres dos cooperados.
Fonte: OCERGS. Organização das Cooperativas do RS. (2001, p.27)
A Constituição Federal de 1988, consequência do fim do regime militar instaurado no Brasil entre 1964 e 1985, modificou os termos da relação entre Estado e sociedade civil. O Estado passou, a partir daí, a ser pautado de valores e princípios ausentes no período anterior em que foi publicada a Lei 5.764/71, cujo propósito é o respeito e a realização dos direitos fundamentais, entre eles o direito à livre associação (ZENI, 2008).
Pinho (1982) sintetiza a classificação das cooperativas baseadas em três critérios: 1) Quanto à forma de atividade; 2) Quanto aos fins; 3) Quanto à iniciativa de seus organizadores.
O primeiro grupo, baseado no primeiro critério, quanto à forma de atividade, é dividido em dois subgrupos:
a) Cooperativas de primeiro grau;
b) Cooperativas de segundo grau.
No que se refere às cooperativas de primeiro grau, são apontadas quatro situações distintas:
a) Cooperativas de produção ou de produtores;
b) Cooperativas de consumo ou de consumidores de bens e serviços;
c) Cooperativas de crédito;
d) Cooperativas mistas.
As cooperativas de produção ou de produtores que compõem as de primeiro grau são subdivididas em dois subgrupos:
a) cooperativas agrícolas ou agropecuárias;
b) cooperativa industrial.
Quanto aos fins, baseado no segundo critério, Pinho (1962) subdivide em:
a) Fim socioeconômico;
b) Fim político.
Entre as que têm fins socioeconômicos, constam as cooperativas de produção, de consumo, de crédito, mistas e que têm por objetivo:
a) melhorar as economias artesanal, doméstica e campesina;
b) proporcionar aos pequenos empreendedores as vantagens da concentração econômica, financeira e técnica.
As que têm fins políticos são as cooperativas de países de economia descentralizada, cujo fim é o reerguimento de indivíduos e classes economicamente marginalizados. São, também, as cooperativas de países de economia socialista centralizada, cujo fim principal é preparar o advento do coletivismo, criando nos associados mentalidade comunitária.5
O terceiro critério, o da “iniciativa dos organizadores” da cooperativa, subdivide-se em:
a) Cooperativas organizadas por pessoas físicas ou instituições privadas, religiosas ou seculares;
b) Cooperativas organizadas pelos poderes públicos, aquelas criadas por leis especiais, ou as cooperativas dos países coletivistas.
Mauad (2001, p.57), contudo, ao mesmo tempo elogia e critica essa classificação formulada por Pinho. “Critica a falta de clareza no agrupamento de critérios e a falta de menção às cooperativas de trabalho, as quais, contudo, estariam inseridas na organização conforme os fins socioeconômicos”.
Pinto (1998) e Lima Neto (2004) classificam os empreendimentos cooperativistas com base na sua natureza econômica, parecendo comum o
5 Certamente as noções de “economia socialista centralizada”, “coletivismo” e “mentalidade comunitária” são muito discutíveis.
entendimento de que é possível dividir as cooperativas pelo menos em quatro grupos específicos: a) as cooperativas de consumo; b) as cooperativas de produção;
c) as cooperativas de crédito; d) as cooperativas de trabalho.
Já para Misi (2000, p.84-85), “é impossível estabelecer uma enumeração exaustiva dos tipos de cooperativas. Ela elabora uma lista que, como diz, é exemplificativa daquelas modalidades mais comuns, tais como”: a) as cooperativas agrícolas, que podem ser caracterizadas pelo uso coletivo da terra para produção ou pela união de produtores rurais para a prestação de alguns serviços aos cooperados na colheita, armazenamento etc.; b) as cooperativas de consumo, como uma associação de consumidores, criadas com a finalidade de eliminar os intermediários no fornecimento de alguns produtos aos seus associados; c) cooperativas de pesca, com estruturas similares às cooperativas de serviços agrícolas; d) cooperativas de crédito, formadas para atender às necessidades de poupança e crédito dos seus associados; e) cooperativas habitacionais, constituídas em torno do interesse de construir moradias em conjunto, barateando os custos para as classes populares; f) cooperativas escolares, formadas por pais, educadores e interessados em gerir o estabelecimento escolar em que estudam os seus filhos; g) cooperativas de trabalho, integradas pela associação de trabalhadores que reúnem o capital necessário para o funcionamento de uma empresa, eliminando a figura do patrão (cooperativas de produção), podendo ser formadas também para prestação de serviços por seus associados a outras empresas (cooperativas de serviços).
No atual contexto político-constitucional, que liga valores, princípios e normas, a instituição e o funcionamento das sociedades cooperativas continuam a ser regulados pela Lei 5.764/71. Assim, a referida Lei foi recepcionada pela Constituição de 1988, nos pontos em que é mantida a harmonia e a coerência com o vigente sistema constitucional brasileiro. Nos últimos anos, surgiram diversas formas e ramos de atividade de associações cooperativas no Brasil, sendo classificadas pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) da seguinte forma:
Ramo de
Atividade Descrição
Agropecuário
Composto pelas cooperativas de produção rurais ou agropastoris e de pesca, cujos meios de produção pertencem ao cooperado. É um dos ramos com maior número de cooperativas no Brasil.
Consumo
Composto pelas cooperativas dedicadas à compra em comum de artigos de consumo para seus cooperados. Durante muitos anos esse ramo ficou limitado a funcionários de empresas, operando a prazo, com desconto na folha de pagamento. No período inflacionário, essas cooperativas
perderam mercado para as grandes redes de supermercados e
atualmente estão se rearticulando como cooperativas abertas a qualquer consumidor.
Crédito Composto pelas cooperativas destinadas a promover a poupança e financiar necessidades ou empreendimento dos cooperados.
Educacional
Composto por cooperativas de professores, que se organizam como profissionais autônomos para prestarem serviços educacionais, por cooperativas de alunos de escola agrícolas, por cooperativas de pais de alunos e por cooperativas de atividades afins. Esse é um ramo recente, criado em Itumbiara – GO em 1987.
Especial
Composto e constituídas por pessoas que precisam ser tuteladas ou que se encontram em situação de desvantagem no termos da Lei 9.867, de 10 de novembro de 1999. Essa Lei criou a possibilidade de se constituírem cooperativas “sociais” para a organização e gestão de serviços
sociossanitários e educativos, mediante atividades agrícolas, industriais, comerciais e de serviços, contemplando as seguintes pessoas: deficientes físicos, sensoriais, psíquico e mental, dependente de acompanhamento psiquiátrico permanente, dependentes químicos, pessoas egressas de prisões, os condenados a penas alternativas à detenção e os
adolescentes em idade adequada ao trabalho e situação familiar difícil do ponto de vista econômico, social ou afetivo.
Habitacional Composto pelas cooperativas destinadas à construção, manutenção e administração de conjuntos habitacionais para o seu quadro social.
Infra-estruturar
Antes denominado “Energia/Telecomunicação e Serviços”, composto pelas cooperativas cuja finalidade é atender direta e prioritariamente o próprio quadro social com serviços de infra-estrutura. As cooperativas de eletrificação rural, que são a maioria desse ramo, aos poucos estão deixando de serem apenas repassadoras de energia, para se tornarem geradoras de energia. A característica principal desse ramo é a prestação de serviços de infra-estrutura básica ao quadro social. Neste ramo estão incluídas as cooperativas de limpeza pública, de segurança etc. Quando os lixeiros se organizam em cooperativas para prestar serviços às prefeituras ou outras entidades, essa cooperativa é de trabalho. Quando se organizam para reciclar o lixo e vendê-lo como adubo, é uma
cooperativa de produção. Portanto, é a atividade e o objetivo da cooperativa que define sua classificação.
Mineral
Composta pelas cooperativas com finalidade de pesquisar, extrair, lavrar, industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais. É um ramo com enorme potencial, principalmente com o respaldo da atual Constituição Brasileira, mas que necessita de especial apoio pra se organizar. Os garimpeiros geralmente são pessoas que vêm de diversas regiões, atraídas pela perspectiva de enriquecimento rápido,
aglomerando-se num local para extrair minério, sem experiência cooperativista. As cooperativas de garimpeiros muitas vezes cuidam de diversos aspectos, como saúde, alimentação, educação, dos seus membros, além das atividades específicas do ramo.
Saúde
Composto pelas cooperativas que se dedicam à preservação e promoção da saúde humana. É um dos ramos que mais rapidamente cresceram nos últimos anos, incluindo médicos, dentistas, psicólogos e profissionais de outras atividades afins.
Trabalho
Composta pelas cooperativas que se dedicam à organização e administração dos interesses inerentes às atividades profissional dos trabalhadores associados para prestação de serviços não identificados com outros ramos já reconhecidos. Certamente este será o ramo que em breve terá o maior número de cooperativas e de cooperados. Mas
também é o ramo mais complexo e problemático, pois abrangem todas as categorias profissionais, mesmo as de professores, de saúde e de turismo de lazer. Diante do surto de desemprego, os trabalhadores não têm alternativa senão partir para o trabalho clandestino ou então se organizar em empreendimentos cooperativos. Além das enormes dificuldades para conquistar um mercado cada vez mais competitivo, as cooperativas ainda arcam com uma tributação descabida e uma legislação inadequada.
Transporte
Criado por uma Assembleia Geral Ordinária (AGO) da OCB no dia 30 de abril de 2002, é composto pelas cooperativas que atuam no transporte de cargas e passageiros. Até essa data essas cooperativas pertenciam ao ramo de trabalho.
Turismo e Lazer
Criado pela AGO da OCB no dia 28 de abril de 2000, é composto pelas cooperativas prestam serviços turísticos, artísticos, de entretenimento, de esportes e de hotelaria.
Outros
Composto pelas cooperativas que não se enquadram nos ramos acima definidos. Nenhuma classificação consegue atender às características específicas de todas as cooperativas. É necessário criar alguns parâmetros, dentro dos quais seja possível agrupar certo número de cooperativas em condições de manter estrutura própria de representação dentro do Sistema OCB.
Quadro 14: Ramos de atividade e descrições de cooperativas.
Fonte: Adaptado pelo autor do website da COAMO AGROINDUSTRIAL COOPERATIVA, 2009.
O cooperativismo brasileiro cresce nos últimos anos acima de 10% ao ano, propiciando a criação de inúmeros postos de trabalho e geração de renda a seus associados.