• Nenhum resultado encontrado

QUADRATURA – INVERNO (#QI)

No documento universidade do vale do itajaí – univali (páginas 75-95)

5.7 CENÁRIOS

5.7.4 QUADRATURA – INVERNO (#QI)

CORRELAÇÃO COM AS CARTAS SAO ÁREAS MAIS AFETADAS

Assim como nos cenários anteriores, o espalhamento da mancha de óleo afetou principalmente as cidades de Piçarras, Penha e Balneário Camboriú. Novamente observa-se uma concentração de óleo maior para os municípios ao norte do domínio, com concentração de 8,2 x 10 -7 Kg/m³. Entre as áreas mais atingidas, as que possuíam alto ISL de acordo com as tabelas apresentadas no cenário #SI, foram: o Rio Piçarras, cujo canal não foi incluído nas simulações, porém, a localização da sua desembocadura situa-se numa das áreas mais afetadas neste cenário. As estruturas artificiais da praia da Armação, os molhes na barra norte e sul de Balneário Camboriú e ao Rio Camboriú, que assim como o Rio Piçarras, não foi incluído na modelagem, porém localiza-se numa área com alto risco de contaminação.

Neste cenário em especifico, houve a contaminação também das Praias Brava (Itajaí) do Côco (Balneário Camboriú), assim como toda enseada deste município. Como pôde ser visto na Tabela 9 e Tabela 7, ambas possuem ISL igual a 4, por ser consideradas praias arenosas de sedimentos médio a fino, o que dificulta a remoção do óleo entre os poros dos grãos (ARAUJO, 2005).

ÁREAS MENOS AFETADAS

Dentre os locais menos atingidos pelo óleo neste cenário, temos localidades que apresentam altos ISL, assim como nos cenários anteriores: manguezal do Gravatá, localizado ao norte da Praia de Navegantes devido ao tipo de sedimento e vegetação característica de manguezal e o Rio Itajaí-Açú, com estruturas artificiais referentes às atividades portuários e áreas de manguezais. Os índices de sensibilidade ao óleo determinado por Araujo (2005) foi 10 para ambos locais (Tabela 8 e Tabela 9).

comportou de acordo com o esperado ao se comparar com os dados de maré previstos pelo Delft-Dashboard.

Percebe-se apenas variações nas amplitudes de nível d’água, a fase da onda de maré, assim como nos outros cenários, está bem representada. A variação do nível d’água mostrou- se de acordo com a literatura (SCHETTINI, 2002), variando aproximadamente 0,3 metros na quadratura.

Figura 32: Comparação entre os dados de nível d’água gerado pelo modelo (Azul) com os dados de maré previsto pelo Delft-Dashboard (Vermelho) no cenário #QI.

Para análise do RMSE e RMAE, obtiveram-se os valores de 0,1545 e 0,1435, respectivamente. De acordo com WALSTRA et al (2001), que classifica o RMAE, a representação do modelo está menor que 0,2, portanto, é classificada como excelente. Já o RMSE, que expressa o erro médio quadrado entre os resultados de nível d’água obtidos pelo modelo e os dados previstos de maré, obteve-se um valor baixo, demonstrando que esse erro é pequeno.

PERFIS VERTICAIS DE SALINIDADE

Para análise do perfil vertical de salinidade, foram avaliadas as estações controle:

Montante, Estuário, Fundeio, BF4 e BF5 (Figura 33), ambas às 12h00min do dia 13 de Julho de 2012.

De modo geral, o comportamento da salinidade também foi semelhante ao cenário anterior em ambos os pontos de observação. Nos que se localizam no estuário do Rio Itajaí- Açú (Figura 33– A e B), nota-se a presença de salinidade nas camadas mais profundas, e nas superficiais, a presença de água doce, diluindo a água salgada. Já nos pontos de observação localizados na plataforma (BF4, BF5 e Fundeio), houve uma diferença de salinidade muito pequena nas camadas superficiais, porém, esta se dá pela maior influência da vazão neste cenário, deixando a água na superfície mais doce em relação ao cenário #SV nas mesmas estações controle.

Figura 33: Comparação entre os perfis verticais de salinidade nos pontos de observação BF5 no cenário #QI. (A) Montante, (B) Estuário, (C) Fundeio, (D) BF4 e (E).

VENTO

Como pode ser visto na Figura 34, também houve uma predominância dos ventos do 3º quadrante. A maior intensidade registrada foi de SSW com máxima de 9 m/s. As maiores intensidades registradas ocorrem em diversas direções, como de Nordeste, Oeste Noroeste

(WNW), com valores máximos de 8-9 m/s. A média de intensidade do vento foi 3,53 m/s, sendo a média mais baixa utilizada em comparação com os outros cenários.

Figura 34: Frequência de ocorrência dos ventos utilizados no Cenário #QI).

ESPALHAMENTO DA MANCHA

O início da simulação da dispersão do óleo ocorreu a 00h00min do dia 11 de julho de 2012. De maneira geral, a mancha possuiu uma tendência em acompanhar os movimentos da maré, e, juntamente com o efeito do vento, o núcleo da mancha deslocou-se para direção norte.

Após 15 horas de simulação da dispersão do Diesel Marítimo, ou seja, no dia 11 de julho de 2012 às 15h00min, a mancha manteve-se basicamente concentrada em um núcleo. O primeiro contato do óleo com a costa ocorreu ao norte da Praia Brava (Itajaí) e ao norte de Navegantes, como pode ser visto na Figura 35. Ao norte da praia Brava, o contato com o óleo se deu especificamente na praia da Solidão, no Canto do Morcego, assim como no promontório que as separa. Já ao norte de Navegantes, o local atingido foi o promontório entre a Praia de São Miguel e a Praia Vermelha.

Considerando que o vento predominante utilizado neste cenário é oriundo de SSW (Figura 34), o deslocamento da mancha é justificado. O efeito do atrito entre o ar e a água, gera correntes superficiais que predominam no comportamento da mancha na superfície do mar. Juntamente com o efeito das correntes geradas pela maré, após 7 dias de simulação, a

direção resultante do núcleo da mancha foi para norte. Mais especificamente nos municípios de Penha e Piçarras, como pode ser visto na Figura 36.

A alta variação direcional e de intensidade dos ventos ilustrada na Figura 34, justifica a dispersão da mancha. Apesar da alta concentração de óleo nos municípios de Penha, Piçarras e Balneário Camboriú, o núcleo principal da mancha, ou seja, o local com a concentração mais elevada dentro do domínio localizou-se ao sul do mesmo, sem entrar em contato com a costa.

Uma quantidade relativamente pequena manteve-se ao sul do domínio, próximo à costa da cidade de Balneário Camboriú. O vento observado oriundo de NNW com 12 a 14 m/s (3% dos dados de ventos totais) justificam o deslocamento da mancha nesta direção (Figura 36). Neste cenário em específico, pode-se perceber também a presença de óleo no interior do estuário do Rio Itajaí-Açú, que é explicado pelo vento oriundo do quadrante 1 e 2. Estes causam o deslocamento da mancha em direção à costa, e, juntamente com a força da onda da maré de sizígia (que possui maiores amplitudes e velocidades), dispersam o óleo até o ponto mais a montante do rio.

Figura 35: Primeiro contato do Óleo Diesel Marítimo com a costa. Após 15 horas, uma pequena concentração de óleo (sem decaimento) atinge a região norte da Praia de Gravatá (Navegantes-SC) e da Praia Brava (Itajaí - SC) no cenário #QI.

(Kg/m³)

Figura 36: Evolução da trajetória da mancha e localização das áreas atingidas pelo derrame hipotético de óleo após 7 dias de simulação no cenário #QI sem considerar os processos de intemperismo.

(Kg/m³)

CORRELAÇÃO COM AS CARTAS SAO ÁREAS MAIS AFETADAS

Assim como nos cenários anteriores, o espalhamento da mancha de óleo afetou principalmente as cidades de Piçarras, Penha e Balneário Camboriú, com concentração de até 6,1 x10-7 Kg/m³ de óleo diesel marítimo. Entre as áreas mais atingidas, as que possuíam alto ISL de acordo com as tabelas apresentadas no cenário #SI, foram: o Rio Piçarras, cujo canal não foi incluído nas simulações, porém, a localização da sua desembocadura situa-se numa das áreas mais afetadas neste cenário. As estruturas artificiais da praia da Armação, os molhes na barra norte e sul de Balneário Camboriú e ao Rio Camboriú, que assim como o Rio Piçarras, não foi incluído na modelagem, porém localiza-se numa área com alto risco de contaminação.

Neste cenário assim como no #SI houve a contaminação também das Praias Brava (Itajaí) do Côco (Balneário Camboriú), assim como toda enseada deste município. Como pôde ser visto na Tabela 9 e Tabela 7, ambas possuem ISL igual a 4, por serem consideradas praias arenosas de sedimento médio a fino, o que dificulta a remoção do óleo entre os poros dos grãos (ARAUJO, 2005).

ÁREAS MENOS AFETADAS

Dentre as áreas afetadas em menores concentrações, as que possuem maior sensibilidade ao óleo são, assim como nos outros cenários: manguezal do Gravatá, localizado ao norte da Praia de Navegantes devido ao tipo de sedimento e vegetação característica de manguezal e o Rio Itajaí-Açú, com estruturas artificiais referentes as atividades portuários e áreas de manguezais. Os índices de sensibilidade ao óleo determinado por Araujo (2005) foi 10 para ambos locais (Tabela 8 e Tabela 9).

6 CONCLUSÕES

De maneira geral, pode-se perceber uma semelhança entre as áreas afetadas nos diferentes cenários. O cenário no qual o óleo demorou menos tempos para entrar em contato com a costa foi o #QI, onde após 15 horas o óleo havia se dispersado em direção aos promontórios ao norte de Navegantes e ao norte da Praia Brava em Itajaí. Ao final de 7 dias de simulação, o poluente havia atingindo locais de alta sensibilidade ao óleo com concentração de até 6,1 x10-7 Kg/m³ de óleo diesel marítimo, com o é o caso do litoral de

Penha e Piçarras, com ISL igual a 8 e 10 devido às estruturas artificiais na área costeira assim como a presença do Rio Piçarras, respectivamente. Apesar deste não ser incluído na modelagem, conclui-se que a possibilidade do óleo afetar as áreas de manguezal no interior do estuário do rio é alta, uma vez que esta região foi afetada em maior concentração.

Ao se correlacionar com as cartas SAO, a área de estudo apresentou alta sensibilidade em algumas localidades, como é o caso da porção norte da Praia de Gravatá, que, devido à presença de área de manguezal, o ISL é 10. Já os Rios Piçarras e Camboriú, que, apesar de não terem sidos considerados nas simulações, as respectivas desembocaduras localizam-se em áreas de grande risco de contaminação, estes apresentam ISL igual 10.

O vento apresentou-se como fator de grande significância na determinação do deslocamento da mancha de óleo. O vento predominante utilizado nos cenários coincidiu com a direção do deslocamento da mancha.

A região apresentou grandes riscos devido à sensibilidade ao óleo de algumas localidades. A simulação que representou um rompimento de casco de um navio de grande porte (maior navio cujo calado permite atracação nos terminais portuários) resultou um cenário preocupante, uma vez que as possíveis áreas de risco de contaminação representam uma grande extensão da costa do litoral Centro-Norte de Santa Catarina. Apesar de não terem sido considerados os efeitos do intemperismo do óleo nos cenários, os resultados mostraram- se satisfatório.

As áreas prioritárias de proteção, em ambos os cenários, correspondem às praias de Piçarras, Penha e Balneário Camboriú, uma vez estas foram regiões atingidas em maiores concentrações.

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A caracterização das forçantes de longo termo realizada mostrou-se adequadas para representar o modelo proposto. Em relação aos dados de vento, apesar de não terem representado o período de verão da mesma forma como descrito por Araújo (2009) (onde se esperava uma frequência maior dos ventos de Nordeste) serviram para determinar a variação espaço-temporal da mancha de óleo, contribuindo para atingir os objetivos deste projeto.

A implementação do módulo hidrodinâmico do Delft3D mostrou-se satisfatória para analisar o comportamento hidrodinâmico da área de estudo. Foi possível simular a evolução da trajetória da mancha, porém, sem considerar os processos de intemperismo. Tal fato é justificado considerando que o Delft-Flow simula apenas decaimentos de primeira ordem, onde na realidade estes ocorrem de uma forma mais específica. Recomenda-se realizar a implementação do decaimento do óleo. Desta forma, o equacionamento dos processos intempéricos representará de forma mais semelhante à realidade o comportamento do combustível na coluna d’água.

Pelo fato do óleo diesel marítimo, ao final dos 7 dias de simulação, ter afetado todas as áreas do domínio, fica recomendado para estudos futuros um aumento da grade numérica a fim de enquadrar todas as áreas afetadas pelo óleo na simulação do derrame hipotético.

Para que seja possível elaborar um plano de ação emergencial no caso de acidente com vazamento de óleo, recomenda-se simular novos cenários, onde a quantidade de óleo derramado compreenda também o volume de óleo de navios de médio e pequeno porte considerando um equacionamento adequado para o óleo diesel marítimo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (Brasil) (ANA). HidroWeb: sistemas de informações hidrológicas. Disponível em:<http://hidroweb.ana.gov.br/HidroWeb>. Acesso em: 31 maio 2003.

AGRA, S. G.; SOUZA, V. C. B de; NEVES, M. G. F. P. Das; CRUZ, M. A. S.

Metodologias de regionalização de vazões: estudo comparativo na bacia do rio carreiro -

rs. Porto Alegre, 2013. Disponível em:

<http://www.rhama.net/download/artigos/artigo59.pdf>. Acesso em: 01 jun. 2013.

ALFREDINI, P. Obras e Gestão de Portos e Costas: a técnica aliada ao enfoque logístico e ambiental. Ed. 1. São Paulo 2005.

API – AMERICAN PETROLEUM INSTITUTE. Fate of spilled oil in marine waters. Were does it go? What does it go? How do dispersants affect it?. Na Information Booklet for DecisionMakers. Health and Environmental Sciences Department. Cape Charles, Virginia.

1999.

ARAUJO, R. S. Determinação do Indice de Sensibilidade do Litoral ao Derramento de Óleo (ISL) para as regiões norte e centro-norte do Estado de Santa Catarina (SC).

Monografia de conclusão de curso de Oceanografia Universidade do Vale do Itajaí. 2005.

ARAUJO, S.A. Caracterização climatológica do município de Penha, SC. Itajaí:

UNIVALI, 2009. Capitulo 1.

ASSAD, L. P. de F.; MANO, M. F.; DECCO. H. T. de; TORRES. A. R. J; LANDAU. L.

Noções Básicas de Modelagem Hidrodinâmica Computacional e de Dispersão de Poluentes. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 2009.

BLUMER, M. Oil pollution in the ocean. In D. P. Hoult, editor, Oil in the sea. Clark, R. B., editor, 2001: Marine Pollution. Oxford University Press. 1969.

CABRAL, M. M. Desenvolvimento de um Modelo Hidrodinâmico Tridimensional de Corpos de Água Naturais com discretização Vertical Arbitrária. 144 p. Tese (Doutorado em Engenharia Oceânica) – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE), Universidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009.

CAPITANIA DOS PORTOS. Normas E Procedimentos Da Capitania Dos Portos De Santa Catarina. Disponível em: < https://www.mar.mil.br/cpsc/npcp/npcp.pdf>. Acesso em:

17 maio 2012.

CARVALHO, M. Mapeamento da Sensibilidade ao Impacto por Óleo de um Segmento da Costa entre os Estados do Rio Grande do Norte e Ceará Utilizando Imagens TM+/LANDSAT 7 e Geoprocessamento. São José dos Campos, INPE, 253p. Dissertação de Mestrado. 2003.

CETESB. Breve história do petróleo no brasil e em são paulo e principais acidentes.

Disponível em: <http://www.cetesb.sp.gov.br/userfiles/file/emergencias-quimicas/panorama- geral/Principais-Acidentes-Brasil%20.pdf>. Acesso em: 10 abr. 2013a.

CETESB. Gerenciamento de riscos. CETESB. Disponível em:

<http://www.cetesb.sp.gov.br/gerenciamento-de-riscos/Vazamento%20de%20Oleo/223- Intemperismo%20do%20%C3%93leo>. Acesso em: 11 abr. 2013b.

CLARK, R. B. Marine Pollution. 3.ed / 1996 Oxford: Clarendon Press, 1996.

DELFT3D-FLOW. Delft3d-Flow User Manual. Netherlands: Deltares. 2011 DELFT3D-QUICKIN. Delft3d-Quickin User Manual. Netherlands: Deltares 2011 DELFT3D-RGFGRID. Delft3d-Rgfgrid User Manual. Netherlands: Deltares 2011

DPC. Explosão e naufrágio do Navio Tanque/Químico “Vicuña” em Paranaguá (PR).

Disponível em:

<https://www.dpc.mar.mil.br/cipanave/rel_acidentes/vicunha/VICUNA_PORT.pdf>. Acesso em: 11 abr. 2013.

FERNANDES, R. M. Modelação de Derrames de Hidrocarbonetos. Trabalho de final de curso (Licenciatura em Engenharia do Ambiente). Instituto Superior Técnico, Lisboa, Portugal, 2001.

FERRÃO, C. M. Derramamentos de óleo no mar por navios petroleiros. Trabalho final do curso (Pós Graduação executiva em Meio Ambiente). COPPE/UFRJ. Rio de Janeiro. 2005.

FINGAS, M. The basics of oil spill cleanup. 2. ed. Flórida: Lewis Publishers, 2001. 233 p.

FRAGOSO JUNIOR, Carlos Ruberto; FERREIRA, Tiago Finkler; MARQUES, David da Motta. Modelagem ecológica em ecossitemas aquáticos. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. 304 p.

GARCIA, Guadalupe Eugenia. Implementação de modelo numérico para avaliação do transporte de sedimentos no reservatório de itaipu – PR. 2008. 143 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental) - Universidade Federal do Paraná. Curitiba.

HOFFMANN, Valmir Emil; SILVA, Silmara Nascimento da. Porto de Itajaí: impacto da abertura de mercado e consequente municipalização. Itajaí: Editora da Univali, 2001.

ITOPF. Behaviour of oil at sea. Weathering Process. Disponível em:

<http://www.itopf.com/marine-spills/fate/weathering-process/>. Acesso em: 10 maio 2013.

LOPES, Belisandra Maria Martins. Avaliação da Contaminação por Hidrocarbonetos de Petróleo em Mexilhões Mytilus Galloprovincialis da Costa Sul De Portugal. O Sistema

MFO como Biomarcador de contaminação. 2009. 346 f. Tese (Doutor) - Curso de Ciências do Mar e Ambiente, Universidade Do Algarve, Faro, 2009.

LUCAS, S. J. Simulação de qualidade de água em bacias hidrográficas com aproveitamentos hidroelétricos em cascata. IN: Edital CT-HIDRO 01/2001. 2001.

LYRA, A. P.; ZIOLLI, R. L. Avaliação dos impactos ambientais dos derrames de óleo sobre a biota e a coluna d`água da Baía de Guanabara, RJ: monitoramento ambiental e identificação de fontes poluidoras na bacia hidrográfica. Disponível em:

<http://www.pucrio.br/pibic/relatorio_resumo2006/relatorio/CTC/Qui/Ana%20Paula%20Lyra .pdf>. Acesso em: 17 mai. 2012.

MAGOSSI, L. R. BONACELLA, P. H. Poluição das águas. São Paulo: Moderna, 2003. 33 p.

MARTINHO, V. ESTUDO DA DISPERSÃO DE MANCHAS DE ÓLEO NA ÁREA DE ATUAÇÃO DO PORTO DO RIO GRANDE – RS. 2010. 71 f. Monografia (A) - Furg, Rio Grande, 2010.

MEHDI, N. Algoritmo Adaptativo Aplicado a Modelagem de Transporte de Óleo, Dissertação de M.Sc., COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 2005.

MENDONÇA, A. S. F. Desenvolvimento de sistema de suporte à decisão para subsídio à outorga de uso de água de rios, lagos e reservatórios considerando fontes pontuais e difusas. CT-HIDRO 01/2001. 2001.

MMA. Disponível em:< http://homolog-

w.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=31>. Acesso em: 02 de maio.

2013.

MUSK, S. Trends in Oil Spills from Tankers and ITOPF Non-tanker Attended Incidents. Londres. Disponível em: <http://www.itopf.com/information- services/publications/papers/documents/amop12.pdf>. Acesso em: 12 maio 2012.

NOLLKAEMPER, A. Land-Based Discharges of Marine Debris: from Local to Global Regulation. Matine Pollution Bullerin. 1994.

PEREIRA, L. A. A. Causas, efeitos e tratamentos das agressões por hidrocarbonetos em animais marinhos e de estuário. Nova Iguaçú. 2004. 112p.

PERES,J.M. La polución de las águas marinas. Barcelona, Ediciones Omega,S.A.

251p.1980.

PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. Química: na abordagem do cotidiano. São Paulo: Ed.

Moderna, 2001. 479p

PETROBRAS. Diesel Marítimo. 2013. Disponível em: <http://migre.me/ePfBK>. Acesso em: 01 jun. 2013b.

PETROBRAS. Disponível em:< http://bit.ly/1bcIXNY>. Acesso em: 10 de maio. 2013c.

PETROBRAS. Refino de Petróleo e Gás. Disponível em:

<http://www.petrobras.com.br/pt/quem-somos/perfil/atividades/refino/>. Acesso em: 15 maio 2013a.

PORTO DE ITAJAÍ, 2012. Estruturas administrativas. Disponível em:

<http://www.portoitajai.com.br/institucional/estrutura_administrativa.php>. Acesso em: 17 maio 2012a.

PORTO DE ITAJAÍ. Estatísticas 2010. Disponível em:

<http://www.portoitajai.com.br/novo/estatisticas/6/Estat%C3%ADsticas%20de%202010>.

Acesso em: 17 mai. 2012b.

PORTO DE ITAJAÍ. Estatísticas 2011. Disponível em:

<http://www.portoitajai.com.br/novo/estatisticas/51/Estat%C3%ADsticas%20de%202011>.

Acesso em: 17 mai. 2012c.

PORTO DE ITAJAÍ. Informações Técnicas. Itajaí, 2012. Disponível em:

<http://www.portoitajai.com.br/novo/l/informacoes-gerais>. Acesso em: 16 maio 2012d.

PRIESS, Carlos Fernando. Conheça o porto de Itajaí. 2012. Disponível em:

<http://www.itajai.sc.gov.br/sedeer_artigo_det.php?cod_artigo=20>. Acesso em: 11 abr.

2012.

RIBAS, Thaís Mehl. Implementação de modelo numérico para estudo hidrodinâmico das baías de antonina e de paranaguá - PR. 2004. 136 p. Dissertação (Graduação em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental) - Universidade Federal do Paraná. Curitiba.

SCHETTINI, C. A. F. Caracterização Física do estuário do Rio Itajaí – Açú – SC. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v.7. 2002.

SILVA, P. R. da. Transporte marítimo de petróleo e derivados na costa brasileira:

estrutura e implicações ambientais. 160 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Ciências Em Planejamento Energético, Universidade Federal Do Rio De Janeiro, Rio De Janeiro, 2004.

SOUZA FILHO, André Moreira de. Planos Nacionais De Contingência Para Atendimento A Derramamento De Óleo: Análise da experiência de Países Representativos das Américas para Implantação no caso do Brasil. 2006. 227 f. Dissertação (Mestre) - Departamento de Coppe, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2006. Cap.

1.

SOUZA, M. P. G. Simulação da dispersão de óleo na baía do Espírito Santo usando o modelo numérico MOHID-2D.Vitória, 2010. 71p.

SZEWCZYK, S. B. O. Processos envolvidos em um derramamento de óleo no mar. Doutoranda do Curso de Oceanografia Física – FURG, Rio Grande, RS . Disponível em:

<http://www.semengo.furg.br/2006/36.pdf>. Acesso em: 10 maio 2013.

TEIXEIRA E. C.; CHACALTANA J. T. A.; SIQUEIRA R. N.; PACHECO C. G. Proposta de Calibração de Modelos Hidrodinâmicos Aplicados a Unidades de Contato Utilizando uma Função de Distribuição de Tempos e Residência. Engenharia Sanitária e Ambiental, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, p. 79-89, jan./mar. 2007.

THOMAS, J.E. Fundamentos de Engenharia de petróleo. Petrobras. Rio de Janeiro:

Interciência, 2001. 4 p.

TRUCCOLO, E. C.; GERHARDINGER, L. C.; FERREIRA, J. N. P.; OLIVEIRA, F. M.

Efeito da meteorologia no nível do estuário do Rio Itajaí-açu, SC. Proceedings of the 13a Semana Nacional de Oceanografia, (Itajaí, Santa Catarina, Brazil),pp.464-466. 2000.

No documento universidade do vale do itajaí – univali (páginas 75-95)

Documentos relacionados