• Nenhum resultado encontrado

Síntese dos resultados

No documento universidade do vale do itajaí - Univali (páginas 155-190)

CAPÍTULO 4............................................................................................... 81

7.1 Síntese dos resultados

Após analisar as práticas curriculares do Curso de Fisioterapia que abordam a saúde do idoso e o processo de envelhecimento, chegamos às seguintes conclusões:

• As disciplinas do Curso de Fisioterapia não estão voltadas ao idoso e ao processo de envelhecimento, tanto que foram encontrados apenas 2,987% de disciplinas que abordavam em seus planos esta temática, e

precisamos preparar os futuros fisioterapeutas para atuar com esta parcela da população que está em amplo crescimento.

• O curso prepara o aluno para a reabilitação das enfermidades que muitas vezes já estão instaladas no idoso, sendo a prevenção delegada a um segundo plano. Quer dizer, a formação está mais voltada para a atuação secundária e a atuação terciária, sendo necessária a inserção de atividades voltadas à atenção básica, aproximando os alunos da realidade do idoso.

• Ainda há uma atuação muito tímida do aluno junto ao idoso na atenção básica à saúde, a qual possibilita, a ele, realizar ações de promoção à saúde, proteção, recuperação, prevenção e reabilitação.

• As pesquisas do Curso de Fisioterapia cujo foco é o idoso são ainda muito tímidas, apesar de já terem evoluído, e deve ser avaliada a possibilidade da ampliação dos tópicos da linha de pesquisa na produção de conhecimento da gerontogeriatria, de acordo com a PNSPI.

• A extensão possibilita apenas um projeto com enfoque na saúde do idoso, no qual a Fisioterapia atuava juntamente com seus bolsistas.

Este projeto é excludente, pois apenas três alunos participavam dele a cada 2 anos.

• Podemos constatar que o Curso de Fisioterapia está mais voltado à clínica do que a gerontologia.

• É necessária a inclusão de conteúdos voltados ao idoso e ao processo de envelhecimento no decorrer do curso. Além disso, que os professores de outras disciplinas se preparem para o ensino da Fisioterapia Gerontogeriátrica, considerando que a população brasileira idosa é a que mais cresce se comparada à população geral. O ensino-

aprendizagem deve ser encarado como um processo ativo, contínuo e de duas vias entre o aluno e o professor.

Nesta pesquisa, trazemos dados a respeito do que está acontecendo atualmente no Curso de Fisioterapia e informamos como é a distribuição dos conteúdos nas diversas disciplinas analisadas, bem como de seus Trabalhos de Conclusão de Curso e de extensão, para que todo o corpo docente conheça e possa refletir acerca da inclusão da temática idoso e seu processo de envelhecimento.

A principal limitação deste trabalho consiste na não abordagem do professor, mas este não foi o escopo da pesquisa. Talvez se houvesse um contato com os professores das disciplinas analisadas, saberíamos com qual grau de profundidade é abordado o tema pertinente ao idoso e processo de envelhecimento humano.

REFERÊNCIAS

AGUSTINE, E. Papel Interdisciplinar do fisioterapeuta. In: O’ YOUNG,B. Segredos em medicina física e de reabilitação. Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 188-190.

ALMEIDA,M. (Org.) Diretrizes Curriculares nacionais para os cursos universitários da área da saúde. Londrina: Rede Unida, 2003.

ALMEIDA FILHO, Ministério da Saúde. O conceito de saúde e a vigilância sanitária:

Notas para a compreensão de um conjunto organizado de práticas de saúde. ANVISA:

Brasília, DF., 2000.

AMORIM, D. S. Necessidades Básicas da Transição Paradigmática: O Ciclo Pré-Clínico.

Revista Brasileira de Educação Médica. Rio de Janeiro, v. 21 n.1, p. 17-24, jan/abr., 1997.

ANDRE,M.E.D.A. Estudo de caso em pesquisa e avaliação educacional. Brasília: Líber Livro, 2005.

APPLE, M. Ideologia e Currículo.São Paulo: Brasiliense, 1982.

ARCHENBAUM, W.A. Crossing Frontiers. Gerontology Emerges as a Science. Cambridge.

Cambridge University Press,1995.

AROUCA, A. S. O Dilema Preventivista: contribuição para a compreensão e crítica da Medicina Preventiva.Tese de Doutorado, UNICAMP, 1975.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. 2ª ed. Lisboa: Edições 70, 2002.

BEZERRA, A.F.B.; SANTO, A.C.G.E.; BATISTA FILHO, M. Concepções e Práticas do Agente Comunitário na Atenção à Saúde do Idoso, Revista Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.39 n. 05, p. 809-15, 2005.

BOGDAN, R.C.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação.Porto: Editora Porto, 1997.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. (SNAS). ABC do SUS. 1990. Disponível em: <http://www.espacosaude.ufma.br/ABC_do_SUS. Acesso em: 05 de outubro de 2007.

_________. Ministério da Educação. Conselho Federal de Educação. Resolução nº 4, de 28 de fevereiro de 1983. Diário Oficial, Brasília, DF, 7 mar. 1983. Seção 1. Fixa os mínimos de conteúdos e duração dos cursos de fisioterapia e terapia ocupacional.

Disponível em: <http:// www.crefito2.org.br/profissa/sublink/004.htm>. Acesso em: 9 de fevereiro de 2007.

________.Constituição da República Federativa do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro,1988.

________.Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)Lei nº 9.394, Ministério da Educação, Brasília, DF.,1996a.

_________. Plano de Ação Governamental Integrado para o desenvolvimento da Política Nacional do Idoso. Brasília, DF: Ministério da Previdência e Assistência Social, Secretaria de Assistência Social (MPAS), 1996b. 55 p.

__________. Ministério da Saúde. Portaria n.º 1.395/GM, em 10 de dezembro de 1999 Política Nacional de Saúde do Idoso. Disponível em:

<http://www.ufrgs.br/3idade/portaria1395gm.html> Acesso em: 12 de outubro de 2006.

__________.Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia.

Conselho Nacional de Educação-Câmara de Educação Superior- Resolução CNE/CES 4, de 19 de fevereiro de 2002. Diário Oficial, Brasília, DF, nº 42, seção 1, 4 de março, 2002.

(Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Fisioterapia). Disponível em: <http://www.in.gov.br/imprimir.asp>. Acesso em:9 de fevereiro de 2007.

__________.Parecer nº 1301 de 2003. Estatuto do Idoso. Projeto de Lei da Câmara nº 57.

Brasília, DF: Senado Federal, Comissão Diretora, 2003b, 28 p.

__________. Ministério da Saúde. Caminhos para a mudança da formação e desenvolvimento dos profissionais de saúde: diretrizes para a ação política para assegurar Educação Permanente no SUS. Brasília, maio de 2003c.Disponível em:<http://www.forgrad.org.br/arquivo/caminhos_para_a_mudanca_da_form.doc>. Acesso em 02 de dezembro de 2007.

_________.Congresso, Lei no 8.842, de 4 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a Política Nacional do Idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências.

Brasília: Diário Oficial da República Federativa do Brasil, vol. 132, n. 3.Seção 1.

__________.Ministério da Saúde, 12° Conferência Nacional de Saúde: relatório final.

Brasília,DF. 2004. Disponível em:<http://conselho.saude.gov.br/biblioteca>.Acesso em: 20 de setembro de 2007.

_________.Ministério da Saúde, 2005. Mudanças na Graduação: ações integradas para implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para todos os cursos da saúde.

Secretaria de gestão e da educação em saúde. Disponível em:

<http://portal.saude.gov.br/portal/sgtes/visualizar_texto.cfm?idtxt=22392>Acesso em: 01 de Julho de 2006.

_________.Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica, Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa. Cadernos de Atenção Básica, Brasília, n° 19, 2006a.

__________.Ministério da Saúde. Dinâmica das graduações de saúde no Brasil:

subsídios para uma política de recursos humanos, Rio de Janeiro, 2006b.

__________. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Portaria nº 2.528 de 2006. Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa(PNSPI), 2006c. Disponível:<www.

http:// drt2001.saúde.gov.Br/sas/portarias/port2006/GM/GM-2528.htm/PNSIP> Acesso em 10 de fevereiro de 2007.

__________.SENASP- Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça.

Matriz curricular nacional para guardas municipais. Departamento de Políticas, Programas e Projetos, Brasília. DF., 2005.

BRIANI, M.C. História e construção social do currículo na educação médica: a Trajetória do Curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP.

2003.Dissertação (Mestrado). Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas,SP.

CABRERA,M.; ALMEIDA,J.R.;TURINI,B.; MARTIN,G.; DOMICINIANO,S.P. Ensino de geriatria através do aprendizado baseado em problemas: experiência da Universidade Estadual de Londrina, PR. Gerontologia, São Paulo,v.8 n.2,abr/jun; 2002,p.56-62.

CALDAS, C.P. Envelhecimento com dependência: responsabilidades e demandas da família. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.19, n. 3. jun., 2003.

CALKINS, E; FORD, A B.; KATZ, P.Geriatria Prática. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1997.

CAMARANO, A.A. Muito além dos 60: os novos idosos brasileiros. Rio de Janeiro: IPEA, 1999.

CAMACHO,A.C.L.F. A gerontologia e a interdisciplinaridade: aspectos relevantes para a enfermagem. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.10 n.2, p. 229- 33, mar/abr. 2002.

CAMANHO, G.L. Tratamento da osteoartrose do joelho. Revista Brasileira de Ortopedia, São Paulo,v. 36, n.5, mai.2001.

CAMARGO JÚNIOR, K. R. Sobre palheiros, agulhas, doutores e o conhecimento médico: o estilo de pensamento dos clínicos. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 19, n. 4, p. 1163-1174. jul-ago.2003.

CAMPOS,J..J.B.;MARSIGLIA,R.G.;FEUERWERKER,L.C.M;KOMATSU,R.S.Oficina sobre o ensino da saúde coletiva e graduação das profissões do Brasil. Disponível em:

<http://www.abrasco.org.br/Congresso%20SC/Oficinas/Ensino.pdf>.

Acesso em: 02 de julho de 2006.

CAPONI, S.A. A saúde como abertura ao risco. In: CZERESNIA,D.; FREITAS,C.M.(org.) Promoção da saúde: conceito, reflexões e tendências. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003, p.55-77.

CARNEIRO,J. M. A. As Diretrizes Curriculares e a Revisão da Nomenclatura das Disciplinas.

O COFFITO, São Paulo, n.15, p. 30, jun. 2002.

CARVALHO,E.T.F. Geriatria não faz milagres. CT. Revista Brasileira Clínica terapêutica.

São Paulo, ano XIII, p. 28-32. jul. 1984.

CARTA DE VITÓRIA. Espírito Santo: Congresso Brasileiro de Ensino em Fisioterapia; 2003.

CATANI, A.M. ; OLIVEIRA, J.F.; DOURADO, L.F. Mudanças no mundo do trabalho e reforma curricular dos cursos de graduação no Brasil, 2006. Disponível em;<http://168.96.200.17/AR/LIBROS/ANPED/0527T.pdf>.Acesso em: 02 de Julho de 2006.

CECCATO,M.W. O papel do fisioterapeuta na atenção primária à saúde em comunidades de baixa renda. Revista Fisioterapia em Movimento, Curitiba,v. 4, n. 2, 1992.

CECCIM,R.B.; FEUERWERKER.L.C.M. Mudança na graduação das profissões de saúde sob o eixo da Integralidade. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n.5, set/out., 2004.

CENTURIÃO,C.;TREVISAN,C.A. A assistência e a formação profissional em fisioterapia: as interfaces possíveis. In: Anais do V Congresso Nacional da Rede Unida,Londrina-Paraná.

p.24-27, maio, 2003.

CHAVES,M.; KISIL,M. Origens, concepção e desenvolvimento. In: ALMEIDA, M.

FEUERWERKER,L.;LLANOS, C.M.(org).A educação dos profissionais de saúde na América Latina: teoria e prática de um movimento de mudança. Tomo I. Hucitec, 1999, p.1- 16.

COSTA-PAIVA,L.; HOROVITZ, A.P.; SANTOS,A.O.;CARVASAN,G.A.F.,PINTO NETO, A.M.

Prevalência de Osteoporose em Mulheres na Pós-menopausa e Associação com Fatores Clínicos e Reprodutivos. Revista Brasileira de Ginecologia Obstetrícia, Rio de Janeiro, v.

25, n. 7, 2003.

COFFITO (CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL). Quem Avalia os Cursos de Fisioterapia. Porto Alegre: CREFITO 5, p. 20-21, dez., 1998.

________(CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL). Brasil Desperta para a Atenção ao Idoso. 3. ed Porto Alegre: CREFITO 5, p. 7-10, jun.,1999a.

________(CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL).

Geriatria exige equipe multiprofissional e interdisciplinar. 3. ed Porto Alegre: CREFITO 5, p. 11-14, jun.,1999b.

_________(CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL). Rede Unida faz sugestões para Novas Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação da Área de Saúde. 25. ed. Porto Alegre: CREFITO 5, p. 28-29, set., 2006.

CORDEIRO,R.C., DIAS, R.C., DIAS, R.C. Concordância entre observadores de um protocolo de avaliação fisioterapêutica em idosas institucionalizadas. Revista de Fisioterapia, São Paulo, v. 9, p.69-77, 2002.

CORDEI,R.C. Fisioterapia em gerontologia. In: SUZUKI, H.S. Conhecimentos essenciais para atender bem o paciente idoso. São José dos Campos: PULSO, 2003.

COSTA,N.E.; MENDONÇA,J.M.; ABIGAIL,A. Políticas de Assistência ao Idoso: A Construção da Política Nacional à Pessoa Idosa. In: FREITAS, E. V. PY,L.; NERI, A.L.;

CANÇADO, H.A.X.; GOSRZONI,ML.; ROCHA,S.M. Tratado de Geriatria e Gerontologia.

Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

CUTOLO,LRA.;CESA,A.I.Percepção dos Alunos do Curso de Graduação em Medicina da UFSC Sobre a Concepção Saúde-Doença das Práticas Curriculares. Arquivos Catarinenses de Medicina, Florianópolis, v. 32, n.4, 2003.

________.Estilo de Pensamento em Educação Médica – Um Estudo do Currículo do Curso de Graduação em Medicina da UFSC. Tese de Doutorado. Programa de Pós- Graduação em Educação, CED/UFSC, 2001, Florianópolis, SC.

CURY, C.R.J. Reforma Universitária na Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Cadernos de Pesquisa, São Paulo: Fundação Carlos Chagas, n.101, jul. 1997, p.

3-19.

CZERESNIA, D. O Conceito de Saúde e a Diferença entre Prevenção e Promoção. In:

_________.; Freitas C. M. (Org.). Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2003. p. 39 –53.

DATASUS. IDB 2004. Disponível em: <http://www.datasus.gov.br>. Acesso em: 19 de novembro de 2005.

________. IDB.Censo 2002. Disponível em: <http: //www.datasus.gov.br> acesso em: 20 de novembro de 2005.

DIAS,R.C. Prática baseada em evidências: sistematizando o conhecimento científico para uma boa prática clínica. Editorial. Revista Fisioterapia Universidade de São Paulo, São Paulo, v.10, n.2, 2003.

KARSCH,U.M.S.,(org.). Envelhecimento com dependência: revelando cuidadores. São Paulo: EDUC; 1998.

DEPRESBITERIS L. Certificação de competências: a necessidade de avançar numa perspectiva formativa. Formação. Humanizar cuidados de saúde: uma questão de competência, Brasília, DF., v.1, n.2, p 27-38,2001.

__________, L. Alguns aspectos teóricos da avaliação de programas. In:

__________. O desafio da avaliação da aprendizagem: dos fundamentos a uma proposta inovadora. São Paulo: EPU, 1989. p. 33-55.

DELORS,J.Educação: um tesouro a descobrir.São Paulo: Cortez, 1998.

DeLUIZ, N. Qualificação, competências e certificação: visão do mundo do trabalho.

Formação. Humanizar cuidados de saúde: uma questão de competência. Brasília, DF, Ministério da Saúde.PROFAE, v.1 n.2, p.5-15, mai. 2001.

DIAS, R.C. Prática baseada em evidências: sistematizando o conhecimento científico para uma boa prática clínica. Rev. Fisioterapia Universidade de São Paulo, São Paulo, v.10, n.2, 2003.

DIOGO,M.J.D’E. Formação de Recursos Humanos na área da Saúde do Idoso. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.12, n.2, p.280-2, mar/abr, 2004.

DOURADO,L.F.;OLIVEIRA,J.F. Políticas Educacionais e Reconfiguração da Educação Superior no Brasil. In. DOURADO, L.F.;CATANI,A. M.(Orgs.). Universidade Pública:

Políticas e Identidade Institucional. Campinas: Autores Associados; Goiânia: Editora da UFG,1999.p.5-22.

DRIUSSO, P.; CHIARELLO, B. Fisioterapia gerontológica. São Paulo: Manole, 2007.

DUARTE,V.B.; SANTANA,M.G.; SOARES,M.; DIAS,D.G.; THOFERN,M.B. A perspectiva do envelhecer para o ser idoso e sua família. Família, Saúde e Desenvolvimento, Curitiba, v.7, n.1, p.42-50, jan./abr., 2005.

FEDRIGO, C.R.A.M. Fisioterapia na terceira idade:o futuro de ontem é a realidade de hoje.

Reabilitar, São Paulo, v.4, n.1, p.18-26, jan./fev., 2002.

FELIPPETTO,S. Espaços potenciais para o desenvolvimento da interdisciplinaridade no curso de odontologia. 2005. 94 f. Dissertação (mestrado) - Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí,SC.

FÉLIX,S.B.C.M. Objetos fronteiriços possibilitando o desenvolvimento da interdisciplinaridade durante a graduação em Fisioterapia. 2005. 122 f. Dissertação (mestrado) - Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí,SC.

FERREIRA, J.R. Avaliação prospectiva da educação médica. Educ. Med. Salud.,v.20 n.1,1986.

FEUERWERKER,L.C.M. A construção de sujeitos no processo de mudança da formação dos profissionais de saúde. Divulgação em Saúde para Debate, Rio e Janeiro, v. 22, p.18- 24,2000.

FONTES,O.L. Educação biomédica em transição conceitual. Piracicaba: Unimep, 2001.

FORGRAD- FÓRUM de Pró-Reitores de Graduação das Universidades Brasileiras.

Documento Conceitual para Sistematização das Diretrizes Curriculares. 2001 Disponível em: < www.prg.ufpb.br/forgrad>. Acesso em: 05 de julho de 2007.

FORGRAD- FÓRUM de Pró-Reitores de Graduação das Universidades Brasileiras.

Concepções e Implementação da Flexibilização Curricular. 2003. Disponível em:

<http://www.forgrad.org.br>. Acesso em: 10 de outubro de 2007.

FRANCO, M.L.P.B. O que é análise de conteúdo? Avaliação de currículos e programas.

Brasília:UNB, Faculdade de educação e Cátedra UNESCO de Educação à Distância, 2003, p.44.

FREITAS, C. M. A Vigilância da Saúde para a Promoção da Saúde. In: CZERESNIA, D.;

Freitas C. M. (Org.). Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro:

Editora Fiocruz, 2003. p. 141 –159.

FREITAS,M.C;MARUYAMA,S.A.T.;FEREEIRA,T.F.;MOTTA, A.M.A. Perspectivas das pesquisas em Gerontologia e Geriatria: revisão de literaura. Revista Latino- Americana em Enfermagem, Ribeirão Preto, v.10, n. 2,. mar./abr., 2002a.

FREITAS,E.V.;PY,L.;NERI,A.L.;CANÇADO,F.A.X.;GORZONI,M.L.;ROCHA,S.M.In: _______, E.V. PY,L.; NERI, A.L.; CANÇADO, H.A.X.; GOSRZONI,ML.; ROCHA,S.M. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabra Koogan, 2002b.

GAVA, M. V. Fisioterapia: História, Reflexões e Perspectivas. São Bernardo do Campo:

Metodista, 2004.

GODIN,J.R. Manual de Iniciação de Pesquisa em Saúde. Porto Alegre:Dacasa editora,1997.

GUCCIONE,A.A. Fisioterapia Geriátrica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

GURIAN, M.B.F.; OLIVEIRA,R,C, Atuação fisioterapêutica na saúde do idoso. Revista do Cento Universitário, Batatais, n. 2. jan./dez., 2002.

HADDAD, E. G. M. A Ideologia da Velhice. SP: Cortez, 1986.

HENNINGTON, E.A. Acolhimento como prática interdisciplinar num programa de extensão universitária. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.21, n. 1, p.256-265, jan./fev., 2005.

HENRIQUES,M.S. O pensamento complexo e a construção de um currículo não-linear, 2002. Disponível em: < http://www.ufrgs.br>. Acesso em: 21 de set. de 2007.

HOUAISS, A. Dicionário de Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

IBGE. Indicadores Demográficos-2002. Disponível em:<www.ibge.gov.br>. Acesso em: 07 de dezembro de 2005.

_______.Indicadores Demográficos-2004. Disponível em: <www.ibge.gov.br>. Acesso em:

12 de dezembro de 2005.

_______.2007. Disponível em:< www.ibge.gov.br>. Acesso em: 15 de outubro de 2007.

JAPIASSÚ,H. A crise da razão e do saber objetivo: as ondas do irracional. São Paulo:

Letras & Letras, 1996.

JECKEL-NETO, E.A. Tornar-se velho ou ganhar idade: o envelhecimento biológico

revisado. In: NERI, A. L. Desenvolvimento e Envelhecimento: perspectivas biológicas, psicológicas e sociológicas. São Paulo: Papirus, 2001. p. 39-52.

JETTE,A.M. State of the art in functional status assessment. In: ROTHSTEIN, J.M.

Measurement in physical therapy. London: Churchill Livingstone; 1985. p.137-168.

LEAVELL, H. CLARK, E.G. Medicina Preventiva. São Paulo: McGraw-Hill, 1976.

LIMA-COSTA, M.F.; BARRETO, S.M.; GIATTI, L.Condições de saúde, capacidade funcional, uso de serviços de saúde e gastos com medicamentos da população idosa brasileira: um estudos descritivo baseado na pesquisa nacional por amostra de domicílios. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.19 n.3, jun., 2003.

LIMA-COSTA,,M.F.; VERAS,R. Saúde pública e envelhecimento. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.19, n.3, jun. 2003.

LOPES,A. Os Desafios da Gerontologia no Brasil. Campinas: Alínea, 2000.

LÜCK, Heloísa. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológicos. 10. ed.

Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

LÜDCK, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EFU, 1986.

MINAYO,M.C.S.(Org.). Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 21. ed. Petrópolis:

Vozes, 2002.

MINAYO,M.C.Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.

MATTOS, R.A. Os sentidos da integralidade: algumas reflexões acerca de valores que

merecem ser defendidos. In: PINHEIRO, R. E; MATTOS, R. A. Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: UERJ, IMS, ABRASCO, 2001.

MAEYAMA, M.A. Estilos de pensamento na odontologia social e preventiva: um estudo da disciplina de Odontologia Social e Preventiva do curso de Odontologia da UNIVALI.

2006. 191 f. Dissertação (mestrado) - Universidade do Vale do Itajaí.

MARQUES, N.M. Concepções dos professores do Centro de Ciências da Saúde (CCS) sobre as práticas curriculares interdisciplinares. UNIVALI - Campus I. 2005. 146 f.

Dissertação (mestrado) - Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí-SC.

MOREIRA, A.F.B.; SILVA, T.T. Sociologia e teoria crítica do currículo: uma introdução.In:MOREIRA. .A.F.B Currículo, Cultura e Sociedade. São Paulo: Cortez, 1994.

cap. 1. p. 7-37.

MOTTA, L.B. Formando médicos para o desafio do envelhecimento com qualidade no Brasil: uma contribuição à elaboração de currículos. 2004. Dissertação (mestrado), UNERJ, Rio de Janeiro, RJ.

__________. Treinamento interdisciplinar em Saúde do Idoso: um modelo de programa adequado às especificidades do envelhecimento. Rio de Janeiro: CRDE, UNATI, UERJ, 2005.

MOTTA,L.B;AGUIAR, A.C. Novas competências profissionais em saúde e o envelhecimento populacional brasileiro; integralidade, interdisciplinaridade e intersetorialidade. Ciências e saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.12, nº 2, p. 363-372, 2007.

NERI, A.L. Velhice e Qualidade de Vida na Mulher. In: NERI, A.L.(org) Desenvolvimento e Envelhecimentos: Perspectivas Biológicas, Psicológicas e Sociológicas. Campinas:

Papirus, 2001. p.161-200.

NERI,M.;SOARES,W.L.Políticas sociais, renda e saúde na terceira idade. XV Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, Caxambú-MG , 2006.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE-OPAS. Epidemiologia das desigualdades em Saúde no Brasil. Brasília: OPAS, 1982.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE-OMS. Cuidados inovadores para condições crônicas: componentes estruturais de ação. Relatório Mundial, Brasília, 2002.

PACHECO, J.A. Currículo: Teoria e Práxis. Porto: Porto Editora, 1996.

PAIN, J. S.; ALVES FILHO, NAOMAR, A. Saúde Coletiva: uma nova saúde pública ou campo aberto a novos paradigmas? Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 32, n.4, p.

299-316, 1998.

PEDUZZI, M. Equipe multiprofissional de saúde: conceito e tipologia. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 35, n. 1, p.103-109, fev., 2001.

PEREIRA, F.W.A.;GUIMARÃES,M.A.;LIMA,V,C,S. Brincar e educar: uma proposta de aproximação entre a fisioterapia e a comunidade de Sobral-Ceará. In: Anais do V Congresso Nacional da Rede Unida; Londrina, PR.2002.

PAPALÉO NETTO, M. O estudo da velhice no século XX: histórico, definições do campo e termos básicos. In: FREITAS, E.V. PY,L.; NERI, A.L.; CANÇADO, H.A.X.; GOSRZONI,ML.;

ROCHA,S.M. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

PERRENOULD, P. A noção de competência. In: PERRENOULD, P. (org.).Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1999. p.19-33

PICKLES,B.;COMPTON,A.;COTT,C.;SIMPSON,J.VANDERVOOT. A Fisioterapia na terceira idade. São Paulo: Santos, 2000.

PONTES, A.L., REGO, S., SILVA JUNIOR, A.G., Saber e Prática Docente na Transformação do Ensino Médico. Revista Brasileira de Educação Médica, Rio de Janeiro, v. 30, n.2, p.66-75, 2006.

OPAS. Carta De Ottawa, 1986.

RAGASSON, C.A.P.; ALMEIDA, D.C.S.; COMPARIN, K.; MISCHIATI, M.F.GOME, J.T.

Atribuições do fisioterapeuta no programa de saúde da família: reflexões a partir da prática profissional. Experiência baseada na residência em saúde.Unioeste: Cascavel- Paraná, 2004.

RAMOS, L.R. Fatores determinantes do envelhecimento saudável em idosos residentes em centro urbano: Projeto Epidoso, São Paulo, Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.19, n.3,p.793-797, jun.2003.

RAMOS, M.N. Qualificação, competências e certificação: visão educacional Formação Humanizar cuidados de saúde: uma questão de competência. Brasília, DF., n.2, p.17-26, 2001.

RAMOS, L.R. A explosão demográfica da terceira idade no Brasil: uma questão de saúde pública. Gerontologia, São Paulo, v.1, n.1,p.3-8, 1993.

RAMOS, L.R., TONIOLO,J., CENDOROGLO, M.S., Two-year follow-up study of elderly residents in São Paulo, Brazil: methodology and preliminary results. Revista de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v.32, p.397-407,1998.

RAMOS, L.R. Epidemiologia do envelhecimento. In: FREITAS, E.V. et al.(org.) Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2002, cap. 7, p.72-78.

REBELATTO J.R.; BOTOMÉ, S.P. Fisioterapia no Brasil: perspectivas de evolução como campo profissional e como área de conhecimento. 2. ed.São Paulo: Manole, 1999.

RIBEIRO, K.S.Q. A atuação da fisioterapia na atenção primária à saúde: reflexões a a partir de uma experiência universitária. Fisioterapia Brasil, Rio de Janeiro, v.3 n.5, p.311-318, set./out., 2002.

___________. A contribuição da extensão comunitária para a formação acadêmica em fisioterapia. Fisioterapia e Pesquisa, São Paulo, v.12 n.3, p.22-29, 2005.

REIS, P.E.D. A pesquisa em saúde: implicações para a prática profissional. Revista Brasileira de Pesquisa e Saúde, v.18, n.2, p.112-113, 2005.

RODRIGUES,N.C.;RAUTH,J.Os desafios do envelhecimento no Brasil. In: FREITAS, E.V.;

PY,L.; NERI, A.L.; CANÇADO, H.A.X.; GOSRZONI,ML.; ROCHA,S.M.Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

SÁ,J.L.M. A formação de recursos humanos em Gerontologia: fundamentos epistemológicos e conceituais. In: FREITAS, E. V.; PY,L.; NERI, A.L.; CANÇADO, H.A.X.; GOSRZONI,ML.;

ROCHA,S.M. Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002, p. 1119-1124.

SACRISTÁN, J.G. Aproximação ao conceito de currículo In: SACRISTÁN, J.G. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2000. p. 13-53.

SAYEG, M.A.; MESQUITA, R.A.V. Políticas públicas de saúde para o envelhecimento. In:

FREITAS, E.V;PY,L.; NERI, A.L.; CANÇADO, H.A.X.; GOSRZONI,ML.; ROCHA,S.M.

Tratado de geriatria e gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. cap. 113, p.1083-1089.

SANCHEZ, E. L. Histórico da Fisioterapia no Brasil e no mundo. Atualização Brasileira de Fisioterapia. Ano II. Vol. I. nº 03. Revista da R.S. Distribuidores, São Paulo, mai/jun, 1984.

SAMPAIO, M.M.F; MARIN,A.J. Precarização do trabalho docente e seus efeitos sobre as práticas curriculares. Educação e Sociedade, Campinas, v. 25 n. 89, p. 1203-1225, set./dez. 2004.

SANTOS, S.S.C. Gerontologia e os Presupostos de Edgar Morin. Textos sobre Envelhecimento, Rio de Janeiro, v. 6 n. 2, 2003.

________,S.S.C. A Gerontologia à Luz da Complexidade de Edgar Morin. Revista Eletrônica do Mestrado de Educação Ambiental, vol. especial, out., 2004.p.22-35.

Disponível em:>http://www.remea.furg.br/edicoes/vol_e_1/art02.pdf>.Acesso em 10 de março de 2007.

SANTOS, M.A.M. As diretrizes curriculares e o currículo de graduação em medicina da Univali construindo a interdisciplinaridade através dos objetos fronteiriços e da epistemologia de Fleck. 2005. 167 f. Dissertação (mestrado) - Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí,SC.

No documento universidade do vale do itajaí - Univali (páginas 155-190)

Documentos relacionados