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Essa excentricidade por ser verificada também pelo estado final do corpo de prova, deformado de modo permanente, onde se percebe uma inclinação no sentido do eixo S0-S3 e não somente o deslocamento axial relativo ao comprimento inicial da seção (achatamento).

Figura 76 – Deformada do protótipo M1-40-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 77 – Deformada do protótipo M2-40-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 78 – Deformada do protótipo M3-40-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 79 – Flambagem local M1-40-C00, M2-40-C00 e M3-40-C00 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 80 – Seção mista M1-40-C00. (a) Média LVDT´s; (b) ExtensômetrosS0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 81 – Seção mista M2-40-C00. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 82 – Seção mista M3-40-C00. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a)

(b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

4.3.2 Concreto reciclado (30%) e resistência teórica 40 MPa

Os protótipos M4-40-R30, M5-40- R30 e M6-40- R30, com comprimento inicial e espessura inicial de 557 mm – 6,56 mm, 561 mm – 6,57 mm e 562 mm – 6,57 mm, respectivamente, após serem submetidos ao ensaio de compressão (Figura 83, 84 e 85, respectivamente) apresentaram flambagem local conforme a Figura 86.

Os aspectos relacionados aos ensaios experimentais dos protótipos M4-40- R30, M5-40- R30 e M6-40- R30, quanto ao carregamento e as deformações ocorridas podem ser observados nas Figuras 87, 88 e 89. Para os três protótipos, as curvas carga versus deslocamento mostram que, até ser atingida a carga de plastificação, os protótipos mantêm um comportamento equivalente entre si, e após a plastificação, o preenchimento de seus núcleos pelo concreto influi no modo como os quais se deformam.

As Figuras 87a, 88a e 89a mostram que após a plastificação os três corpos de prova não se deslocaram de modo homogêneo, sendo aproximadamente o deslocamento relativo de M4-40-R30, 50 mm, de M5-40-R30, 30 mm e de M6-40- R30, 40 mm, respectivamente, percebendo-se a redistribuição dos esforços entre a seção de aço e a seção de concreto, uma vez que a seção de concreto sustenta, em parte, a flambagem local da seção de aço.

Quanto à leitura feita pelos extensômetros, a Figura 87b mostra que M4-40- R30 apresentou uma excentricidade quase nula até sua plastificação, pois após a mesma, a leitura de S2 e S3 foram perdidas. Já na Figura 88b, percebe-se uma pequena excentricidade, caracterizada pelo desvio da curva S3. A Figura 89b mostra uma particularidade da flambagem local do corpo de prova M6-40-R30 ter se localizado também na região onde estavam posicionados os extensômetros S0, S1 e S2.

Figura 83 – Deformada do protótipo M4-40-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 84 – Deformada do protótipo M5-40-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 85 – Deformada do protótipo M6-40-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 86 – Flambagem local M4-40-R30, M5-40-R30 e M6-40-R30 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 87 – Seção mista M4-40-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 88 – Seção mista M5-40-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 89 – Seção mista M6-40-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

4.3.3 Concreto convencional e resistência teórica 30 MPa

Para o grupo relacionado à resistência do núcleo de concreto de 30 MPa, foram ensaiados seis protótipos para cada grupo, sendo três para cada diâmetro. A única exceção é referente à série cinza, que possui apenas cinco protótipos. Desta forma tem-se a série cinza, identificados como M7-30-C00, M8-30-C00 e M9-30-C00 (177,80 mm) e M10-30-C00 e M11-30-C00 (152,40 mm).

Os protótipos M7-30-C00, M8-30-C00 e M9-30-C00, com comprimento inicial e espessura inicial de 561 mm – 6,55 mm, 558 mm – 6,56 mm e 557 mm – 6,56 mm, respectivamente, após serem submetidos ao ensaio de compressão (Figura 90, 91 e 92, respectivamente) apresentaram flambagem local conforme a Figura 93.

Os aspectos relacionados aos ensaios experimentais dos corpos de prova M7-30-C00, M8-30-C00 e M9-30-C00, quanto ao carregamento e as deformações ocorridas podem ser observados nas Figuras 94, 95 e 96. Para os três corpos de prova, as curvas carga versus deslocamento mostram que, até ser atingida a carga de plastificação, os protótipos mantêm um comportamento equivalente entre si, e após a plastificação, o preenchimento de seus núcleos pelo concreto influi no modo como os quais se deformam.

As Figuras 94a, 95a e 96a mostram que após a plastificação os três corpos de prova não se deslocaram de modo homogêneo, sendo aproximadamente o deslocamento relativo de M7-30-C00, 50 mm, de M8-30-C00, 40 mm e de M9-30- C00, 40 mm, respectivamente, percebendo-se a redistribuição dos esforços entre a seção de aço e a seção de concreto, uma vez que a seção de concreto sustenta, em parte, a flambagem local da seção de aço. Entretanto, é possível perceber que para os três corpos de prova, após um deslocamento relativo de 40 mm, há um decréscimo no carregamento aplicado. Enquanto M7-30-C00 e M8-30-C00 se

“recuperam”, M9-30-C00 não apresenta o mesmo comportamento, o que pode ser justificado pelo rearranjo do concreto internamente.

Figura 90 – Deformada do protótipo M7-30-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 91 – Deformada do protótipo M8-30-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 92 – Deformada do protótipo M9-30-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 93 – Flambagem local M7-30-C00, M8-30-C00 e M9-30-C00 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Quanto à leitura feita pelos extensômetros, as Figura 94b, 95b e 96b mostram que M7-30-C00, M8-30-C00 e M9-30-C00 apresentaram pequena excentricidade até sua plastificação, aproximadamente, e após a mesma, a leitura de S0 e S1 foi perdida em M7-30-C00 e M8-30-C00. Verifica-se o aumento da excentricidade, após a plastificação, em virtude da deformação dos corpos de prova e a consequente localização da flambagem local destes nas regiões onde estavam posicionados os extensômetros S0 e S1, para M7-30-C00 e M8-30-C00e S0 e S1 e S2 para M9-30- C00.

Figura 94 – Seção mista M7-30-C00. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 95 – Seção mista M8-30-C00. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 96 – Seção mista M9-30-C00. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Já os protótipos M10-30-C00 e M11-30-C00, com comprimento inicial e espessura inicial de 452 mm – 6,55 mm, e 450 mm – 6,56 mm, respectivamente, após serem submetidos ao ensaio de compressão (Figuras 97 e 98, respectivamente) apresentaram flambagem local conforme a Figura 99.

Os aspectos relacionados ao ensaio experimental dos protótipos M10-30-C00 e M11-30-C00, quanto ao carregamento e as deformações ocorridas podem ser observados nas Figuras 100 e 101. Para os protótipos, as curvas carga versus deslocamento mostram que, até ser atingida a carga de plastificação, os protótipos mantêm um comportamento equivalente entre si, e após a plastificação, o preenchimento de seus núcleos pelo concreto influi no modo como os quais se deformam.

As Figuras 100a e 101a mostram que após a plastificação os dois corpos de prova não se deslocaram de modo homogêneo, sendo aproximadamente o deslocamento relativo de M10-30-C00, 40 mm e de M11-30-C00, 10 mm, respectivamente. Enquanto M10-30-C00 “recupera-se” e redistribui os esforços internamente entre a seção de aço e o núcleo de concreto, M10-30-C00 não apresenta o mesmo comportamento, o que pode ser justificado pelo rearranjo do concreto internamente.

Figura 97 – Deformada do protótipo M10-30-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 98 – Deformada do protótipo M11-30-C00 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 99 – Flambagem local M10-30-C00 e M11-30-C00 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Quanto à leitura feita pelos extensômetros, a Figura 100b mostra que M10-30- C00 apresentou uma excentricidade no eixo S0-S3, distanciando-se essas curvas das curvas representativas do eixo S1-S2, indicando uma excentricidade neste eixo.

A leitura de S0 foi perdida A Figura 101b, mostra que M11-30-C00, apenas a medida de S1 foi preservada e, ainda assim, para baixas deformações. O protótipo, após atingir o pico de carga, não redistribuiu os esforços, chegando ao seu limite com um valor de deslocamento muito pequeno.

Figura 100 – Seção mista M10-30-C00. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 101 – Seção mista M11-30-C00. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

4.3.4 Concreto reciclado (30%) e resistência teórica 30 MPa

A série verde é composta pelos protótipos M12-30-R30, M13-30-R30, M14- 30-R30 (177,80 mm), M15-30-R30, M16-30-R30 e M17-30-R30 (152,40 mm), preenchidos com núcleo de concreto, composto por 30% de agregados reciclados.

Os protótipos M12-30-R30, M13-30-R30 e M14-30-R30, com comprimento inicial e espessura inicial de 549 mm – 6,57 mm, 548 mm – 6,56 mm e 548 mm – 6,56 mm,

respectivamente, após serem submetidos ao ensaio de compressão (Figuras 102, 103 e 104, respectivamente) apresentaram flambagem local conforme a Figura 105.

Os aspectos relacionados ao ensaio experimental dos corpos de prova M12- 30-R30, M13-30-R30 e M14-30-R30, quanto ao carregamento e as deformações ocorridas podem ser observados nas Figuras 106, 107 e 108. Para os três protótipos, as curvas carga versus deslocamento mostram que, até ser atingida a carga de plastificação, os protótipos mantêm um comportamento equivalente entre si, e após a plastificação, o preenchimento de seus núcleos pelo concreto influi no modo como os quais se deformam.

As Figuras 106a, 107a e 108a mostram que após a plastificação os três protótipos não se deslocaram de modo homogêneo, sendo aproximadamente o deslocamento relativo de M12-30-R30, 20 mm, M13-30-R30, 30 mm e de M14-30- R30, 20 mm, respectivamente. Enquanto M13-30-R30 se “recupera” e redistribui os esforços internamente entre a seção de aço e o núcleo de concreto, M12-30-R30 e M14-30-R30 não apresentam o mesmo comportamento, o que pode ser justificado pelo rearranjo do concreto internamente.

Quanto à leitura feita pelos extensômetros, as Figura 106b, mostra que M12- 30-R30 apresentou uma excentricidade quase nula até sua plastificação, porém as deformações foram pequenas e a leitura dos extensômetros foi perdida após a plastificação. As Figuras 107b e 108b mostram que M13-30-R30 e M14-30-R30 apresentaram uma pequena excentricidade até sua plastificação em relação ao eixo S0-S3, e após a mesma, a leitura de S0, S1 e S3 foi perdida em ambos. Verifica-se o aumento da excentricidade, após a plastificação, em virtude da deformação dos corpos de prova e a consequente localização da flambagem local destes nas regiões onde estavam posicionados os extensômetros S0, S1 e S3, para M13-30-R30 e M14-30-R30.

Figura 102 – Deformada do protótipo M12-30-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 103 – Deformada do protótipo M13-30-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 104 – Deformada do protótipo M14-30-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 105 – Flambagem local M12-30-R30, M13-30-R30 e M14-30-R30 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 106 – Seção mista M12-30-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 107 – Seção mista M13-30-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 108 – Seção mista M14-30-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Os protótipos M15-30-R30, M16-30-R30 e M17-30-R30, com comprimento inicial e espessura inicial de 449 mm – 6,57 mm, 451 mm – 6,56 mm e 449 mm – 6,55 mm, respectivamente, após serem submetidos ao ensaio de compressão (Figuras 109, 110 e 111, respectivamente) apresentaram flambagem local conforme a Figura 112.

Os aspectos relacionados ao ensaio experimental dos protótipos M15-30-R30, M16-30-R30 e M17-30-R30, quanto ao carregamento e as deformações ocorridas podem ser observados nas Figuras 113, 114 e 115. Para os três protótipos, as curvas carga versus deslocamento mostram que, até ser atingida a carga de plastificação, os protótipos mantêm um comportamento equivalente entre si, e após a plastificação, o preenchimento de seus núcleos pelo concreto influi no modo como os quais se deformam.

Figura 109 – Deformada do protótipo M15-30-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 110 – Deformada do protótipo M16-30-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 111 – Deformada do protótipo M17-30-R30 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 112 – Flambagem local M15-30-R30, M16-30-R30 e M17-30-R30 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

As Figuras 113a, 114a e 115a mostram que após a plastificação os três corpos de prova não se deslocaram de modo homogêneo, sendo aproximadamente o deslocamento relativo de M15-30-R30, 15 mm, M16-30-R30, 40 mm e de M17-30- R30, 30 mm, respectivamente. Enquanto M16-30-R30 se “recupera” e redistribui os esforços internamente entre a seção de aço e o núcleo de concreto, M15-30-R30 e M17-30-R30 não apresentam o mesmo comportamento, o que pode ser justificado pelo rearranjo do concreto internamente.

Quanto à leitura feita pelos extensômetros, as Figura 115b, mostra que M17- 30-R30 apresentou uma excentricidade quase nula. A Figura 113b mostra que M15- 30-R30 apresentou uma pequena excentricidade em direção a S1-S2 e a Figura 114b, mostra que M16-30-R30 apresentou uma pequena excentricidade até sua plastificação em relação aos eixos S0-S3 e S1-S2, e após a mesma, as leituras de S1 e S3 foram preservadas.

Verifica-se o aumento da excentricidade, após a plastificação, em virtude da deformação dos protótipos e a consequente localização da flambagem local destes nas regiões onde estavam posicionados os extensômetros S0 e S2, para M16-30- R30.

Figura 113 – Seção mista M15-30-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 114 – Seção mista M16-30-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 115 – Seção mista M17-30-R30. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

4.3.5 Concreto reciclado (50%) e resistência teórica 30 MPa

A série vermelha é composta pelos protótipos M18-30-R50, M19-30-R50 e M20-30-R50 (177,80 mm), M21-30-R50, M22-30-R50 e M23-30-R50 (152,40 mm), preenchidos com núcleo de concreto, composto por 50% de agregados reciclados.

Os protótipos M18-30-R50, M19-30-R50 e M20-30-R50, com comprimento inicial e espessura inicial de 552 mm – 6,55 mm, 551 mm – 6,55 mm e 530 mm – 6,56 mm, respectivamente, após serem submetidos ao ensaio de compressão (Figuras 116, 117 e 118, respectivamente) apresentaram flambagem local conforme a Figura 119.

Os aspectos relacionados ao ensaio experimental dos protótipos M18-30-R50, M19-30-R50 e M20-30-R50, quanto ao carregamento e as deformações ocorridas podem ser observados nas Figuras 120, 121 e 122. Para os três protótipos, as curvas carga versus deslocamento mostram que, até ser atingida a carga de plastificação, os protótipos mantêm um comportamento equivalente entre si, e após a plastificação, o preenchimento de seus núcleos pelo concreto influi no modo como os quais se deformam.

As Figuras 120a, 121a e 122a mostram que após a plastificação os três protótipos não se deslocaram de modo homogêneo, sendo aproximadamente o deslocamento relativo de M18-30-R50, 35 mm, M19-30-R50, 20 mm e de M20-30- R50, 20 mm, respectivamente. Enquanto M18-30-R50 se “recupera” e redistribui os esforços internamente entre a seção de aço e o núcleo de concreto, M19-30-R50 e M20-30-R50 não apresentam o mesmo comportamento, o que pode ser justificado pelo rearranjo do concreto internamente.

Quanto à leitura feita pelos extensômetros, as Figura 120b, mostra que M18- 30-R50 apresentou uma excentricidade no eixo S0-S3 em relação ao eixo S1-S2, onde as leituras dos extensômetros, S0 e S2, foram perdidas. A Figura 121b mostra que M19-30-R50 apresentou uma pequena excentricidade em direção a S0 e, após a plastificação, a leitura do extensômetro em S0 foi perdida. A Figura 122b, mostra que M20-30-R50 apresentou uma pequena excentricidade em direção a S0-S3 e, os demais extensômetros, S1 e S2 S3.

Verifica-se o aumento da excentricidade, após a plastificação, em virtude da deformação dos corpos de prova e a consequente localização da flambagem local destes nas regiões onde estavam posicionados os extensômetros.

Figura 116 – Deformada do protótipo M18-30-R50 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 117 – Deformada do protótipo M19-30-R50 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 118 – Deformada do protótipo M20-30-R50 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 119 – Flambagem local M18-30-R50, M19-30-R50 e M20-30-R50 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 120 – Seção mista M18-30-R50. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 121 – Seção mista M19-30-R50. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 122 – Seção mista M20-30-R50. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Já os protótipos M21-30-R50, M22-30-R50 e M23-30-R50, com comprimento inicial e espessura inicial de 452 mm – 6,57 mm, 451 mm – 6,56 mm e 453 mm – 6,57 mm, respectivamente, após serem submetidos ao ensaio de compressão (Figuras 123, 124 e 125, respectivamente) apresentaram flambagem local conforme a Figura 126.

Os aspectos relacionados ao ensaio experimental dos corpos de prova M21- 30-R50, M22-30-R50 e M23-30-R50, quanto ao carregamento e as deformações ocorridas podem ser observados nas Figuras 127, 128 e 129.

Para os três corpos de prova, as curvas carga versus deslocamento mostram que, até ser atingida a carga de plastificação, os protótipos mantêm um comportamento equivalente entre si, e após a plastificação, o preenchimento de seus núcleos pelo concreto influi no modo como os quais se deformam.

As Figuras 127a, 128a e 129a mostram que após a plastificação os três corpos de prova não se deslocaram de modo homogêneo, sendo aproximadamente o deslocamento relativo de M21-30-R50, 25 mm, M22-30-R50, 30 mm e de M23-30- R50, 25 mm, respectivamente. Enquanto M22-30-R50 se “recupera” e redistribui os esforços internamente entre a seção de aço e o núcleo de concreto, M21-30-R50 e M23-30-R50 não apresentam o mesmo comportamento, o que pode ser justificado pelo rearranjo do concreto internamente.

Quanto à leitura feita pelos extensômetros, as Figura 127b, mostra que M21- 30-R50 apresentou uma excentricidade no eixo S1-S2 em relação ao eixo S0-S3. A Figura 128b mostra que M22-30-R50 apresentou uma pequena excentricidade em direção a S1 e, a leitura do extensômetro em S2 foi não foi medida durante todo o ensaio. A Figura 129b, mostra que M23-30-R50 apresentou uma excentricidade quase nula.

Verifica-se o aumento da excentricidade, após a plastificação, em virtude da deformação dos corpos de prova e a consequente localização da flambagem local destes nas regiões onde estavam posicionados os extensômetros.

Figura 123 – Deformada do protótipo M21-30-R50 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 124 – Deformada do protótipo M22-30-R50 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 125 – Deformada do protótipo M23-30-R50 nos quadrantes 1 (S3), 2 (S1), 3 (S0) e 4 (S2)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 126 – Flambagem local M21-30-R50, M22-30-R50 e M23-30-R50 após ensaio de compressão, quadrante 1 (S3)

Fonte: Acervo fotográfico do Autor, 2018.

Figura 127 – Seção mista M21-30-R50. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 128 – Seção mista M22-30-R50. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

Figura 129 – Seção mista M23-30-R50. (a) Média LVDT´s; (b) Extensômetros S0, S1, S2 e S3

(a) (b)

Fonte: Elaborado pelo Autor, 2018.

No documento Universidade do Estado do Rio de Janeiro (páginas 155-186)