4. ÁREA DE ESTUDO
6.4 Validação do Modelo
possivelmente resultado da presença de efluentes de um laticínio a 90 m do ponto de confluência (Figura 12).
Concomitante a esse comportamento, os valores de Cálcio, Nitrito, Sílica e Oxigênio Dissolvido também apresentaram reduções. O Cálcio e a Sílica têm sua presença na coluna d’água ligada a processos de dissolução litológica, e a diminuição dos valores pode simplesmente ser resultado de variações temporais no fluxo desses elementos.
Já o Nitrito e o Oxigênio Dissolvido são considerados massas não conservativas: essa definição é utilizada quando os elementos são matrizes energéticas de processos naturais biogeoquímicos. Ou seja, mesmo numa vazão homogenia, a redução desses valores pode ser explicada pela mudança de cenário biológico entre a confluência e o ponto de coleta a jusante, no rio Cachoeira.
Figura 26 – Comparação entre os valores observados e reais para Alcalinidade Normalizando os valores de Alcalinidade das quatro coletas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,19 mg/l por km² e 0,18 mg/l por km².
6.4.2 Cálcio
Os dados modelados para o Cálcio apresentaram um coeficiente de determinação de 0, 651. Foi o valor mais baixo encontrado entre os atributos físico- químicos analisados. Mesmo com os valores de amplitude entre 30,1mg/l e 34/mg/l (que indicam um conservação dos valores na coluna d’água) o coeficiente observou uma variação entre os valores visivelmente dispersos no gráfico (Figura 27).
Figura 27 – Comparação entre os valores observados e reais para Cálcio
R² = 0,667
15 20 25 30 35 40 45 50
15 25 35 45 55 65
Valoresr reais (mg/l)
Valores estimados (mg/l)
R² = 0,651
26 27 28 29 30 31 32 33 34 35
26 28 30 32 34 36
Valores reais
Valores estimados (mg/l)
Os “outputs” do gráfico que nitidamente influenciaram numa redução do coeficiente obtidos foram os dados da 2ª e 3ª campanha de campo, onde os valores reais foram diferentes em 1mg/l em relação aos valores estimados pelo modelo. Na 2ª campanha foi estimado um valore de 30,85 mg/l e o real foi de 32,1 mg/l; na 3ª coleta, o valor estimado foi de 32,9 mg/l e o rela foi de 31 mg/l.
Normalizando os valores de Cálcio das quatro coletas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,15mg/l por km² e 0,11 mg/l por km².
6.4.3 Cloretos
Os valores observados para os compostos químicos de Cloro indicaram um coeficiente de determinação de r² 0, 997 (Figura 28). Ou seja, isso indica que o modelo proposto conseguiu se aproximar 99,7% dos valores reais. É um valor de correlação considerado muito forte, ou seja, um ajuste de valores que validam a equação para determinar os valores de Cloretos à jusante da confluência.
Figura 28 – Comparação entre os valores observados e reais para Cloretos
No gráfico apresentado fica evidente a ocorrência das concentrações nos dois cenários de vazão apresentados. Os dois valores acentuados correspondem ao período de vazão próximo aos 800l/s, observados nas campanhas de Agosto e Setembro. Já os dois pontos no início do gráfico, representam as concentrações no períodos de estiagem, com vazões inferiores 470 l/s, observadas nos meses de Novembro e Dezembro.
R² = 0,997
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
0 20 40 60 80 100
Valores reais (mg/l)
Valores estimados (mg/l)
Normalizando os valores de Cloretos obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,27mg/l por km² e 0,25 mg/l por km².
6.4.4 Sílica
Os dados de Sílica estimados pelo balanço de massa apresentaram um coeficiente de determinação de r² 0, 917 quando comparados com os dados reais do rio Cachoeira. Ou seja, o modelo conseguiu estimar aproximadamente 92% dos valores coletados a jusante da confluência (Figura 29), considerado um valor de modelagem satisfatório.
Figura 29 – Comparação entre os valores observados e reais para Sílica
O comportamento dos valores de Sílica no gráfico acompanha sensivelmente as alterações da vazão no rio Cachoeira. Diferente dos agrupamentos dos pontos observados nos valores de Cloretos, por exemplo, os números apresentaram um comportamento progressivo, o que influenciou diretamente no valor de 0, 917 do coeficiente de determinação.
Normalizando os valores de Sílica obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,01 mg/l por km² e 0,009 mg/l por km², respectivamente. Os valores de Sílica, que tem sua origem estritamente de dissolução das rochas, indicaram uma leve similaridade de contribuição geoambiental.
R² = 0,917
1,5 1,7 1,9 2,1 2,3 2,5 2,7 2,9
2 2,25 2,5 2,75
Valores reais (mg/l)
Valores estimados (mg/l)
6.4.5 Fosfato
Os valores observados para o Fosfato indicaram um coeficiente de determinação de r² 0, 983 (Figura 30). Ou seja, isso indica que o balanço de massa conseguiu se aproximar 98,3% dos valores reais do rio Cachoeira. É um valor de correlação considerado forte e satisfatório, ou seja, um ajuste de valores que validam a equação para determinar os valores de Fosfato à jusante da confluência.
Figura 30 – Comparação entre os valores observados e reais para Fosfato
Observa-se que todos os valores de Fosfato encontrados são números fracionados e abaixo do valore de 1mg/l, o que poderia tendenciar a modelagem para números aproximados. Entretanto, mesmo numa pequena escala numeral, os valores estiamados e reais acompanharam significativamente a linha de tendência, e refletiram a razão com a vazão.
Normalizando os valores de Fosfato obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,0035mg/l por km² e 0,0036 mg/l por km². Notou-se uma contribuição maior de Fosfato pela Bacia do Rio Salgado, menor em área geográfica.
6.4.6 Sódio
O Sódio foi o atributo analisado que mais apresentou concentração nos rios da confluência em estudo, resultado da dissolução do Ortognaisse que predomina na Bacia Hidrográfica do rio Cachoeira. Em relação a modelagem feita com o balanço de massa, a comparação entre os valores estimados e reais apresentaram
R² = 0,983
0 0,05 0,1 0,15 0,2 0,25
0 0,05 0,1 0,15 0,2
Valores reais (mg/l)
Valores Estimados (mg/l)
um coeficiente de determinação de r²0,925. Ou seja, o modelo se aproximou 92,5%
dos dados encontrados no rio Cachoeira (Figura 31).
Figura 31 – Comparação entre os valores observados e reais para Sódio
O valor real analisado na 1ª campanha de campo certamente influenciou para que o coeficiente de determinação não atingisse uma porcentagem maior: o valor de 253,4 mg/l diferenciou em 70mg/l o valor estimado pelo modelo (183,6 mg/l), ponto esse podendo ser observado como o “output” superior da Figura 31. Na outras 3 coletas, os valores não apresentaram diferenças significativas, o que proporcionou um valor de correlação muito forte.
Normalizando os valores de Sódio obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,39mg/l por km² e 0,50 mg/l por km². Notou-se uma contribuição maior de Sódio pela Bacia do Rio Salgado, menor em área geográfica, mas que historicamente apresenta valores desse atributo elevados.
6.4.7 Potássio
Os valores observados para o Potássio indicaram um coeficiente de determinação de r² 0, 994 (Figura 32). Dessa forma, o número indica que o balanço
R² = 0,925
0 50 100 150 200 250 300
0 50 100 150 200
Valores reais (mg/l)
Valores estimados (mg/l)
de massa conseguiu se aproximar 99,4% dos valores reais do rio Cachoeira. É um valor de correlação considerado muito forte e satisfatório, ou seja, um ajuste de valores que validam a equação para determinar os valores de Potássio à jusante da confluência.
Figura 32 – Comparação entre os valores observados e reais para Potássio
No gráfico apresentado fica evidente a ocorrência das concentrações nos dois cenários de vazão apresentados, comportamento observado também nos valores de Cloretos. Os dois valores acentuados correspondem ao período de vazão próximo aos 800l/s, observados nas campanhas de Agosto e Setembro. Já os dois pontos no início do gráfico, representam as concentrações no períodos de estiagem, com vazões inferiores 0,47 m³/s, observadas nos meses de Novembro e Dezembro.
Normalizando os valores de Potássio obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,04 mg/l por km² e 0,03 mg/l por km² respectivamente.
R² = 0,994
0 2 4 6 8 10 12 14 16
0 2 4 6 8 10 12 14 16
Valores reais (mg/l)
Valores estimados (mg/l)
6.4.8 Oxigênio dissolvido
Analisando os valores modelados para as concentrações de Oxigênio Dissolvido, os mesmos apresentaram um coeficiente de determinação de r² 0, 998 (Figura 33). Assim, indicou que a equação de mistura (balanço de massa) conseguiu se aproximar 99,8% dos valores reais do rio Cachoeira. É um valor de correlação considerado muito forte e satisfatório no que concerne a calibração e validação de modelos matemáticos.
Figura 33 – Comparação entre os valores observados e reais para Oxigênio Dissolvido
As concentrações de Oxigênio Dissolvido acompanharam sensívelmente as mudanças de vazão do rio Cachoeira; os fluxos de 400, 460, 870 e 800 Litros definiram diretamente o comportamento dos pontos no gráfico. Similares aos dados de Potássio e Cloretos, o OD também variou conforme os períodos das campanhas de campo. Cabe lembrar que o OD é matéria prima para as trocas energéticas no meio aquoso no que se refere às atividades biogeoquímicas, sendo consumido intensamente por organismos, e reduzido conforme diminui a vazão do rio.
Normalizando os valores de OD obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,001 mg/l por km² e 0,0008 mg/l por km² respectivamente.
R² = 0,998
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5
0 1 2 3 4 5
Valores reais (mg/l)
Valores Estimados (mg/l)
6.4.9 Nitrito
Os valores observados para o Nitrito indicaram um coeficiente de determinação de r² 0, 854 (Figura 34). Ou seja, isso indica que o balanço de massa conseguiu se aproximar 85,4% dos valores reais do rio Cachoeira. É um valor de correlação também considerado forte.
Figura 34 – Comparação entre os valores observados e reais para Nitrito
Considerando que os valores dos atributos analisados anteriormente (com excessão da Alcalinidade e Cálcio) atingiram níves acima de 0,9 no coeficiente de determinação do modelo, a redução desse valor pode ser explicada através dos usos do Nitrito na coluna d’água.
Sendo elencado como um estágio intermediário entre a Amônia e o Nitrato, o Nitrito varia com muita rapidez de valor por ser produzido e ao mesmo tempo consumido por organismos aquáticos. Ou seja: os dados de entrada para o modelo correspondente ao rio Salgado e Colônia, previram valores que mudaram até chegar ao ponto de coleta do Rio Cachoeira por se inserirem em ciclos biogeoquímicos.
Mas de forma geral, o modelo previu valores próximos aos reais.
Normalizando os valores de Nitrito obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,00034 mg/l por km² e 0,00027 mg/l por km² respectivamente.
R² = 0,854
0 0,002 0,004 0,006 0,008 0,01 0,012
0 0,002 0,004 0,006 0,008 0,01 0,012
Valores Reais (mg/l)
Valores Estimados (mg/l)
6.4.10 Nitrato
Os valores observados para o Nitrato indicaram um coeficiente de determinação de r² 0, 967 (Figura 35). Esse valor indica que mais uma vez o balanço de massa modelou satisfatoriamente a mistura das águas, e conseguiu se aproximar em 96,7% dos valores reais encontrados no rio Cachoeira. Dentre os três parâmetros da cadeia do Nitrogênio analisados nesse trabalho, o Nitrato é que naturalmente deveria apresentar valores de concentração mais altos, pois é o estágio final dos processos de amonificação e Nitrificação.
Figura 35 – Comparação entre os valores observados e reais para Nitrato
Normalizando os valores de Nitrato obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,0022 mg/l por km² e 0,0019 mg/l por km² respectivamente. Mesmo visualizando a contribuição das bacias, as determinações de Nitrato em geral só considram sua ocorrência em soluções aquosas.
R² = 0,967
0,3 0,35 0,4 0,45 0,5 0,55 0,6 0,65
0,46 0,48 0,5 0,52 0,54 0,56 0,58
Valores Reais (mg/l)
Valores Estimados (mg/l)
6.4.11 Amônia
Analisando os valores modelados para as concentrações Amônia, os mesmos apresentaram um coeficiente de determinação de r² 0, 998 (Figura 36). Assim, indicou que a equação de mistura (balanço de massa) conseguiu se aproximar 99,8% dos valores reais do rio Cachoeira. É um valor de correlação considerado muito forte e satisfatório no que concerne a calibração e validação de modelos matemáticos.
Figura 36 – Comparação entre os valores observados e reais para Amônia
Normalizando os valores de Amônia obtidos nas quatro campanhas pela área das bacias dos rios Colônia e Salgado, que formam a confluência, os valores foram de 0,00036 mg/l por km² e 0,00033 mg/l por km² respectivamente.
R² = 0,998
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5
0 1 2 3 4 5
Valores Reais (mg/l)
Valores Estimados (mg/l)
7. CONCLUSÕES
Em relação aos dados Geoambientais levantados bem como os índices Fisiográficos, a Bacia Hidrográfica do rio Cachoeira revela-se uma bacia de atividade hídrica intensa, de caratér Juvenil, com esculpimento dos rios em fase Juvenil, Geologia e Geomorfologia em fases de entalhamento e Hidrogeologia ricas em falhas geológicas multidirecionais. Mesmo apresentando 3 tipologias climáticas, a precipitação é intensa durante todo o ano, o que diretamente influência numa dinâmica hidrológica agudizada e uma disponibilidade perene de elementos e compostos químicos nos corpos d’água em seus domínios.
A diferença na composição da paisagem das bacias dos rios Salgado e Colônia influência diretamente nas características das águas dos seus principais rios. Por exemplo, os benefícios da presença de fragmentos florestais para a produção de água foram percebidos na bacia do rio Salgado; já na bacia do rio Colônia, notou-se que a desfragmentação do uso do solo reduziu a produção hídrica e consequentemente alterou processos naturais em função do fluxo d’água.
Em relação à morfologia da confluência dos rios Salgado e Colônia, a Batimetria revela que em relação aos fluxos d’água não há predominância de força de esculpimento de apenas um dos rios, mas ambos têm disponibilizado energia para deslocamento dos fluxos de materiais.
No que concerne a modelagem do balanço de massa da confluência dos rios Salgado e Colônia (para visualizar as características do rio Cachoeira), conclui-se que o modelo de mistura adotado para estimar a concentração após a confluência foi considerando satisfatório (r² acima de 0,9) para nove dos onze parâmetros submetidos a análises. Dessa forma, pode ser efetivado como um método para estudos em encontros de água desde que os dados de vazão sejam considerados no trabalho, servindo como uma simples e ágil ferramenta para gestão dos recursos hídricos.
Para os atributos Cálcio e Alcalinidade, o valor de 0,6 do coeficiente de determinação indica que para uma melhor proximidade com o valor real é necessária uma modelagem baseada em séries históricas, baseando-se em correlações com atributos que interajam com esses elementos.
Conclui-se que para uma leitura de ambientes em confluências, a abordagem geoambiental de uma bacia é estritamente necessária no sentido de identificar os processos naturais que moldam as características hídricas até os exutórios, pois apenas modelar as misturas na coluna d’água não responde a anseios onde o escopo da pesquisa são as Ciências Ambientais.
8. REFERÊNCIAS
AMARAL, K. ―Estuário do rio Macaé; modelagem computacional como ferramenta para o gerenciamento integrado de recursos hídricos‖. 2003. 186p. Dissertação (Mestrado em Engenhria). COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 2003.
ARAUJO, T. G. ; SOUZA, MARCELO F. L. ; MELLO, WILLIAM Z. DE ; SILVA, D. M.
L. . Bulk Atmospheric Deposition of Major Ions and Dissolved Organic Nitrogen in the Lower Course of a Tropical River Basin, Southern Bahia, Brazil. Journal of the Brazilian Chemical Society (Impresso), v. 00, p. 1-10, 2015.
BÁRBARA, V. F. Uso do modelo QUAL2E no estudo da qualidade da água e da capacidadede autodepuração do rio Araguari - AP (Amazônia). Dissertação (Mestrado em Engenhariado Meio Ambiente) — Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO, 2006.
BARBOSA, J. W. ; PAULA, F. C. F. ; REGO, N. A. C. . Tipologia fluvial da bacia hidrográfica do Rio Salgado, sul da Bahia.. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v. 13, p. 217-226, 2008.
BARROS, C.S. Dinâmica sedimentar e hidrológica na confluência do rio Ivaí com o rio Paraná, município de Icaraíma- PR. Dissertação de Mestrado. Maringá. 2006 BAUMLE, A. M. B. Avaliação de benefícios econômicos da despoluição hídrica:
efeitos deerros de calibração de modelos de qualidade da água. Dissertação de Mestrado (Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental) — Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, 2005.
BEST, J. L. Sediment transport and bed morphology at river channel confluences.
Department of Geology, University of Hull, 1988.
BEZERRA, I. S. de O.; MENDONÇA, L. A. R.; FRISCHKORN, H. Autodepuração de cursosd’água: um programa de modelagem Streeter-Phelps com calibração automática e correção deanaerobiose. Revista Escola de Minas, v. 61, n. 2, p.
249–255, 2008.
BINOTTO, D. Proposta de enquadramento para a bacia hidrográfica do Arroio Jacutinga,município de Ivorá-RS. Dissertação de Mestrado (Engenharia Civil e Ambiental) — Universi-dade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, 2012.
BIGARELLA, J.J. Ab’SABER, A.N. Quadro provisório dos fatos sedimentológicos, morfoclimáticos e paleoclimáticos na Serra do Mar paranaense e catarinense.Parana Geografica., v.2, p. 5-91. 1984
BRISTOW, C.S.; Morphology and Facies Models of Channel Confluences.
Department of Geology. Birkbeck College, University of London, Malet street. 1993 BRANCO, Samuel Murgel. Hidrobiologia aplicada à engenharia sanitária. 2. ed. São Paulo: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. 620p 1978.
BOYER, C., VERHAAR, M., ROY, A.G., BIRON, P.M., MORIN, J. Impacts of environmental changes on the hydrology and sedimentary processes at the confluence of St.Lawrence tributaries: potential effects on fluvial ecosystems.
Hydrobiologia 647,163–183., 2010
CALASANS, N. A., R. LEVY, M. C. T.; MOREAU, M. S. Interrelações entre clima e vazão. In: SCHIAVETTI, A.; CAMARGO, A. F. Conceitos de bacias hidrográficas:
teorias e aplicações. Ilhéus-BA, Editus, 2002. 293p.
CASSETI, V.Geomorfologia. Disponível em: <http://www.funape.
org.br/geomorfologia/>. Acesso em: 2005.
CHRISTOFOLETTI, A. Análise de Sistemas em Geografia. São Paulo: Huctep e Edusc: 1979
CHRISTOFOLETTI, A. Análise De Bacias Hidrográficas. In: Geomorfologia. 2.
Ed. São Paulo: Edgard Blücher, 102-127 P. 1980.
CHEVALIER, P. Aquisição e processamento de dados. In: TUCCI, C.E.M. (org.) Hidrologia: ciência e aplicação. 2a. ed. Porto Alegre: ABRH p. 485-525. 2001.
CAMPODONICO, V. A., PASQUINI, M.G.G.A. The dissolved chemical and isotopic signature down flow the confluence of two large rivers: The case of the Parana and Paraguay rivers. Journal of Hydrology 528. p 161–176. 2015.
DIAS, F . J. S. Hidrodinâmica das descargas fluviais para o estuário do Rio Jaguaribe (CE). Programa de Pós;Graduação em Ciências Marinhas Tropicais do Instituto de Ciências do Mar LABOMAR. Dissertação. 112pg.Universidade Federal do Ceará. 2007.
FERNANDES, C.C., Jeffrey P. John G. L. Amazonian Ecology: Tributaries Enhance the Diversity of Electric fishes. Science, vol. 305. p. 1960-1963. 2004
FIGUEIRÊDO, A. F. R. Análise do risco de salinização dos solos da bacia hidrográfica do rio Colônia - Sul da Bahia. Dissertação de Mestrado (Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente) Universidade Estadual de Santa Cruz, Bahia, 2004
FLECK, L.; TAVARES, M. H. F.; EYNG, E. Principais modelos matemáticos de qualidadeda água e suas aplicações: uma revisão. Revista Eletrônica Científica Inovação e Tecnologia,v. 1, n. 7, p. 47–62, 2013.
GUERRA, A. J. T. Processos Erosivos Nas Encostas. In: Guerra, A. J. T.
Geomorfologia Uma Atualização De Bases E Conceitos. 2 Ed. Rio De Janeiro, Bertrand Brasil. P.149-209. 1995.
GUERRA, A.T., GUERRA, A. J. T. Novo Dicionário Geológico-Geomorfológico.
Bertrand Brasil, Livro. São Paulo, 2011.
HEWLETT, J. D.; HIBBERT, A.R. Factors affecting the response of small watersheds to precipitation in humid areas. International Symposium of Forest Hydrology.
Pergamon Press, Oxford. p. 275-290, 1967.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Demográfico. Malha digital do Brasil. 2012.
KNAPIK, H. G.; FRANÇA, M. S.; FERNANDES, C. V. S.; MASINI, L. S.; MARIN, M.
C. F. C.;PORTO, M. F. do A. Análise crítica da calibração do modelo de qualidade de água QUAL2E -estudo de caso da bacia do Alto Iguaçu. REGA, v. 5, n. 2, p. 25–37, 2008.
KELMAN, J. Gerenciamento de Recursos Hídricos: Outorga e Cobrança. Anais do XII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Vitória – ES. 1997.
KÖPPEN, W. GEIGER, R. Klimate der Erde. Gotha: Verlag Justus Perthes. Wall-map 150cmx200cm. 1928.
LANE, S.N., PARSONS, D.R., BEST, J.L., ORFEO, O., KOSTASCHUK, R.A., HARDY, R. J. Causes of rapid mixing at a junction of two large rivers: Rio Paraná and Rio Paraguay, Argentina. J. Geophysics Researcher. 113. 2008.
LEITE, A. E. de B. Simulação do lançamento de esgotos domésticos em rios usando um modelo de qualidade d’água, SisBAHIA. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública)—Escola Nacional de Saúde Pública, Fiocruz, Rio deJaneiro, RJ, 2004 LIMA, E. B. N. R. Modelação integrada para a gestão da qualidade da água na bacia dorio Cuiabá. Tese (Doutorado em Engenharia Civil) — Universidade Federal do Rio de Janeiro,Rio de Janeiro, RJ, 2001.
LIMBERGER, L., SILVA, M.E.S. Precipitação e Vazão na Amazônia. Revista Geonorte. Ediçao Especial 2. V.1, N.5. p. 719-728. 2012
LÚCIO, M. Z. T. P. Q. Biogeoquímica do rio Cachoeira (Bahia, Brasil). Dissertação de Mestrado do Programa de Sistemas Aquáticos Tropicais. Universidade Estadual de Santa Cruz. Ilhéus, Bahia. UESC. 57 p. 2010.
LUCIO, M. Z. T. P. Q.L. ; SANTOS, S. S. ; SILVA, D. M. L. . Hydrohemistry of Cachoeira River (Bahia State, Brazil). Acta Limnológica Brasiliensia, v. 24, p. 181- 192, 2012.
MASTERTON W.L. & SLOWINSKI E. Química Geral Superior. Trad. Domingos C.D.
Neto e Antônio F.Rodrigues. Rio de Janeiro: Interamericana. 583 p., 1978.
MOSLEY, M.P. An experimental study of confluences. Journal Geology. Vol 84, p.
535–562. 1976.
ORFEO, O; STEVAUX, J. C. Hydraulic and morphological characteristics of the middle and upper reaches of the Paraná River (Argentina and Brazil).
Geomorphology, n 44, n3-4, p 309-322, Sept. 2002
PAES, R. J. Dinâmica e morfologia do canal de confluência dos rios Paraná e Paranapanema. Geografia - v. 17, n. 2, jul./dez. 2008.
PAULA, F. C. F. ; SILVA, D. M. L. ; Souza, CM . Tipologias Hidroquímicas das Bacias Hidrográficas do Leste da Bahia. Revista Virtual de Química, v. 4, p. 365- 373, 2012.
PINHO, A. G. Estudo da qualidade das águas do Rio Cachoeira – Região Sul da Bahia. Dissertação de Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente. Universidade Estadual de Santa Cruz. Ilhéus - BA. 133p. 2001.
PIRES, J.S.R. A utilização de conceito de Bacias hidrográficas para a conservação natura. In: Conceitos de Bacias hidrográficas. Editus-UESC,. Pg 17-36. 2002
PIRES, J. S. R.; SANTOS. J. E.; DEL PRETTE, M. E. A utilização do conceito de bacia hidrográfica para a conservação dos recursos naturais. In: SCHIAVETTI, A.;
CAMARGO, A. F. Conceitos de bacias hidrográficas: teorias e aplicações. Ilhéus-BA, Editus, 2002
REGO, N. A. C. ; SANTOS, J. W. B. ; TEIXEIRA, A. . Estudos Quali-quantitativos da Condutividade Elétrica das Águas Superficiais da Bacia Hidrográfica do Ro Cachoeira-Sul da Bahia. Série Águas da Bahia, v. 3, p. 65-76, 2010.
REIS, J. S. A. dos. Modelagem matemática da qualidade da água para o alto rio das Velhas/MG. Dissertação (Mestrado em Engenharia Ambiental)—Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, 2009.
RONCHAIL, J. et al. Discharge variability in within the Amazon Basin. In: FRANKS, S. et al. (ed.) Regional Hydrological Impacts of Climate Change - Hydroclimatic variability. Oxfordshire: IAHS, p. 21-29. 2005.
ROQUES, T. V. P. Aplicação de modelos computacionais na análise de outorga para diluição de efluentes em corpos de água – fontes pontuais e difusas. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Espírito Santo. Vitória, 2006
SANTOS, J.W.B. Fácies Hidrogeoquímicas da Bacia Hidrográfica do Rio Salgado - Sul da Bahia. Dissertação de Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente.Universidade Estadual de Santa Cruz, UESC, Brasil. 2005..
SARDINHA, D. de S.; CONCEIÇÃO, F. T. da; SOUZA, A. D. G. de; SILVEIRA, A.;
JULIO, M.de; GONÇALVES, J. C. de S. I. Avaliação da qualidade da água e autodepuração do Ribeirão do Meio, Leme(SP). Eng. sanit. ambient., v. 13, n. 3, p.
329–338, 2008.
SILVA, K. B., GOMES, R.L., REGO, N.A.C. Social And Environmental Hydrographics Implications Of The Land Use In The Plain And Coastal Boards Between Ilhéus And Olivença – Ba. Journal Of Hyperspectral Remote Sensing. Vol 5, No 1. P. 13-26.
2015.