Our aim was to investigate in what aspects this real-world environment proves to be effective in teaching astronomy and its potential for use in formal, informal and informal learning spaces. This pedagogical activity has an innovative character in the process of teaching and learning in astronomy and in Brazil, as it enables interactivity in building the knowledge of the participants in the astronomy of the solar system.
SUMÁRIO
EDUCA ÇÃO CIENTIFICA, DIFUSÃO E ENSINO DE
ESPAÇOS FOR MAIS, NÃO FOR MAIS E INFORM AIS DE
APÊNDICE E – BANNER E ATIVIDADES – NOSSA ESTRELA: O
APÊNDICE G – BANNER E ATIVIDADES – NOSSO PLANETA: A
APÊNDICE H – BANNER E ATIVIDADES – NOSSO SATÉLITE
APÊNDICE I – BANNER E ATIVIDADES – SATÉLITES NATURAIS 188
APÊNDICE K – BANNER E ATIVIDADES – COMETAS E
LISTA DE SIGLAS
LISTA DE TABELAS
LISTA DE GRÁFICOS
INTRODUÇÃO
Assim, levando em consideração a importância das atividades lúdicas e coletivas no contexto do ensino-aprendizagem, propomos a seguinte questão: “Como essas atividades lúdicas, interativas e coletivas podem contribuir para mediar o processo de divulgação e ensino da astronomia, com ênfase sobre gamificação educacional, por meio de escape rooms educacionais?”. Destacando uma prática educacional recente e importante que pertence à gamificação educacional, potencialmente útil para aplicação no processo de ensino e aprendizagem em ciência e tecnologia.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Diversos pesquisadores das teorias de ensino-aprendizagem propõem métodos pedagógicos que surgem periodicamente de cursos e iniciativas específicas. A partir de cursos e estudos realizados em instituições de ensino superior, essas atividades estão sendo gradativamente implementadas no sistema de ensino.
As atividades de visitação devem, portanto, fazer parte do processo de ensino-aprendizagem da escola de forma planejada, sistemática e articulada com outras áreas do conhecimento. Esses cursos incluem a inclusão de disciplinas, tecnologias de informação e comunicação, construção e utilização de materiais didáticos e estudos do processo ensino-aprendizagem.
O guia funciona como instrumento de divulgação de informações sobre espaços informais de ensino ao público em geral, especialmente às escolas. Enfatizam atividades incentivadas, projetos implementados e a necessária continuidade na construção de ambientes que possibilitem a educação científica em espaços informais de aprendizagem.
2.3 – TEORIA SOCIOINTERACIONISTA DE VYGOTSKY
Através da influência mútua de sujeito e objeto, as pessoas, especialmente e socialmente, constroem sua evolução intelectual por meio de um ou mais sistemas simbólicos. A mediação simbólica é a operação de um elemento intermediário na relação entre as pessoas e o meio em que vivem.
2.4 – TEORIA DA LUZ E DA COR
MATERIAIS UTILIZADOS
Para entender melhor a dinâmica do Sirius Escape Room, traçaremos o caminho de criação das atividades e dos materiais utilizados, enfatizando os custos financeiros e a importância dos funcionários para realizá-las. 2 Devido às repetições nominais de atividades durante a tese, discutiremos o texto como CP – Caça-Palavras; PC – Palavras Cruzadas; CI – Código de Imagem; CQ – Quebra-cabeça; QS – Questionário de Satisfação para facilitar a escrita. Dessa forma, as palavras cruzadas foram produzidas no editor de texto Microsoft (Word, 2010), e as respostas também foram disponibilizadas para ajudar os colaboradores a explicar, aplicar e resolver as atividades (Figura 21, Anexo F – Planetas).
Essas informações são dicas importantes para resolver atividades de caça-palavras e palavras cruzadas. O uso dessas canetas mágicas, que escrevem com tintas especiais que reagem à luz ultravioleta, revela a resolução de uma das atividades escritas. Alternando entre os temas, uma das atividades foi escolhida (CP, PC, CI) e anotada entre as minutas disponíveis nos envelopes (Figura 26).
METODOLOGIA
- TIPO DE PESQUISA
- SIRIUS ESCAPE ROOM
Nesse sentido, gostei da realização de atividades lúdicas e coletivas, recebendo informações audiovisuais, depois por meio de atividades escritas sobre qualquer tema escolhido pelo grupo, coletadas após o término das atividades. Por ser estruturado e estatístico, permite tirar conclusões e decisões sobre a melhor atitude a tomar para melhorar as atividades realizadas durante a dinâmica. Outro factor para ajudar na resolução das actividades são as pistas e sugestões, disponibilizadas entre as actividades e nas caixas surpresa (pretas, brancas), para que sejam inicialmente fáceis de descobrir e aumentem gradualmente o nível de dificuldade, dando oportunidades de obtenção. outros caminhos e diversas delegações entre os membros para tarefas durante o evento.
Como o estudo é de natureza descritiva e a pesquisa tem finalidade exploratória, exporemos e discutiremos o número de acertos nos dados coletados com as decisões das atividades escritas de Caça-palavras (KP), Palavras Cruzadas (PC), Código de Imagem ou desafios de lógica matemática (CI) e quebra-cabeças (QC). Outra perspectiva apresentada são as relações básicas de Matemática, Química, Biológica, Histórica e Literária através de banners, atividades de caça-palavras escritas, palavras cruzadas, raciocínio lógico simples, bem como acesso a informações com imagens em alta resolução para a dinâmica dos quebra-cabeças.
4.3 – A APLICAÇÃO
Apesar disso, a primeira aplicação contou com a participação de três alunos do ensino médio, que participaram da montagem das estruturas plásticas dos banners, separando e escolhendo as atividades. Dessa forma, foi observada a rotina, desde o acesso aos banners, diálogo entre os membros da equipe e decisões sobre as atividades dos dois grupos. A curiosidade em manipular os objetos das caixas surpresa foi fundamental para a resolução das atividades e foi explorada com sucesso pelos participantes (Figura 34).
A partir daí, os membros da equipe ficaram atentos à resolução das atividades e percebemos a troca de conhecimentos obtidos na leitura dos banners, o que promoveu a solução das atividades. Adaptação da sala de aula e alojamento dos alunos, os materiais foram distribuídos de acordo com o tema escolhido pelas equipes e desta forma iniciamos a dinâmica para resolução das atividades.
4.4 – A AVALIAÇÃO
RESULTADOS
- ANÁLISES
Podemos observar na Tabela 12, ao fornecermos uma escala de valor numérico para a preferência dos participantes em relação às atividades de entretenimento envolvendo jogos reais, vemos que na média entre os valores expostos pelas mulheres, o PC tornou-se uma atividade mais atrativa, no por outro lado, o IC foi o menos envolvente. Entre os homens, a CI tornou-se a atividade mais interessante com média de 1,0, enquanto a CP foi a tarefa que não despertou seu interesse, com média de 3,3. Entre os homens, o CP e o PC, seguidos do QC, tornaram-se as atividades mais interessantes segundo a opinião média sobre as atividades, enquanto o CI foi o entretenimento que não atraiu o seu interesse.
Entre os homens, o CQ tornou-se a atividade mais interessante segundo a opinião média das atividades, enquanto o CI foi o entretenimento que não atraiu o seu interesse. Em relação às atividades escritas, o caça-palavras obteve inicialmente um excelente número de acertos em quase todos os temas, exceto Lua e Asteroides, que apresentou 100%.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nessa perspectiva, empreendemos uma abordagem do processo de ensino-aprendizagem baseada em competências, pois nos incentiva a considerar o conhecimento como recursos a serem mobilizados, a trabalhar problemas, a criar novas metodologias e práticas educativas e/ou (re)utilizar , planejar, negociar e desenvolver projetos com alunos e demais professores/profissionais, optar por um planejamento maleável, considerar a improvisação como parte do processo, proporcionar maior integração disciplinar. O indivíduo terá que se envolver, terá que se entusiasmar com o aprendizado a ser realizado, elogiar-se com o que ele mesmo aprende, ter a construção pessoal do conhecimento através da interação. O processo de desenvolvimento e aprendizagem está diretamente ligado ao progresso do conhecimento e da personalidade, construído por meio de experiências significativas e de atividades pedagógicas pensadas e cuidadosamente empreendidas.
Nosso projeto pode ser realizado em diversos ambientes, além das escolas, como exposições, feiras de ciências, museus e centros de ciência e tecnologia, difundindo conhecimentos sobre astronomia, especialmente o sistema solar, por meio de informações audiovisuais e jogos interativos. Quanto aos impactos que esta dinâmica pode oferecer, citamos o científico e tecnológico com a construção de novas tecnologias que auxiliam a educação científica, a comunicação científica através do Escape Room Educacional, o acesso à alfabetização científica em espaços educacionais formais e não formais através de ambientes lúdicos e interativos. Atividades.
Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências – XI ENPEC - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC – 3 a 6 de julho de 2017. Centro de ensino de física e ciências: um olhar sobre a visita de alunos do ensino fundamental ao observatório astronômico do CDCC/USP . Pesquisa no ensino de física no ensino médio no Brasil, concepção e tratamento de problemas em teses e dissertações.
Disponível em:
APÊNDICE A – Termo de consentimento livre e esclarecido
APÊNDICE B – Questionário de satisfação
4 – As metodologias de ensino utilizadas na área educacional permitem ao professor introduzir novas tecnologias de ensino que o desafiam a aprofundar conhecimentos e a desenvolver competências e habilidades: A ( ) Sim.
APÊNDICE C – Sirius Escape Room: Ambiente para a Difusão e o Ensino de Astronomia
APÊNDICE D – Teoria da Luz e da Cor
APÊNDICE E – Nossa Estrela: Sol
Programa de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Feira de Santana - PPG/UEFS Mestrado Profissional em Astronomia - MPAstro.
Caça-palavras: 1_1 – Nossa Estrela
4 – Esta área tem o aspecto da superfície de um líquido fervente, cheio de bolhas, ou estruturas escuras, com formatos definidos e cada uma com duração de cerca de 10 minutos. Têm cerca de mil km de diâmetro e cobrem quase toda a camada da Nossa Estrela, com exceção de alguns locais específicos. 7 – Esta é a parte central e mais massiva e densa da Nossa Estrela, com uma temperatura de cerca de 13 milhões de graus Kelvin.
8 – São estruturas enormes e brilhantes que se projetam da superfície da Nossa Estrela, geralmente em forma de laço, e estão ancoradas na superfície e se estendem além das camadas mais externas da Nossa Estrela. Na superfície da nossa estrela formam-se colunas térmicas com características geométricas e físicas especiais, medindo cerca de 1.000 a 5.000 km de diâmetro.
Palavras cruzadas: 1_1 – Nossa Estrela
Resolução
Quebra-cabeça: 1_1 – Nossa Estrela: estruturas
Quebra-cabeça: 1_2 – Nossa Estrela: interação com a Terra
APÊNDICE F – Planetas
Caça-palavras: Planetas
Caça-palavras: 1_1 – Planetas
5 – A última classificação da União Astronómica Internacional (IAU), discutida em 2006, acordou uma classificação para organizar as novas estrelas do nosso Sistema Planetário que orbitam a nossa Estrela. Foi inicialmente classificado como planeta, mas posteriormente foi reclassificado devido à descoberta de outros objetos semelhantes em outras regiões do Sistema que se enquadram na nova classificação da IAU. Programa de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Feira de Santana - PPG/UEFS Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - FAPESB.
Palavras cruzadas: 1_1 – Planetas
Quebra-cabeça: 1_1 – Estruturas dos Planetas Gasosos
Quebra-cabeça: 1_2 – Estruturas dos Planetas Gasosos
APÊNDICE G – Nosso Planeta: Terra
Caça-palavras: Nosso Planeta
Caça-palavras: 1_1 – Nosso Planeta
Esta é a camada sólida mais externa do Nosso Planeta, composta por rochas e minerais (principalmente: silício, alumínio e magnésio), dividida em placas tectônicas. 6 – De acordo com o modelo que estuda as propriedades químicas e densidade dos materiais no interior do nosso planeta, existem 3 regiões distintas, que são divididas tendo em conta a especificidade de cada camada. 7 – Dependendo das propriedades químicas e da densidade, a segunda camada, partindo do centro em direção à superfície, ou magma pastoso, é constituída por minerais silicatados ricos em ferro e magnésio.
A região ultraperiférica pode atingir profundidades de até 400 km e apresenta um aumento ligeiramente atenuado da densidade em função da profundidade. 10 – Esta camada caracteriza-se essencialmente pela rigidez e fluidez e inclui as duas zonas centrais da camada Nosso Planeta.
Palavras cruzadas: 1_1 – Nosso Planeta Verticais (V)
Palavras cruzadas: 1_1 – Nosso Planeta
Quebra-cabeça: 1_1 – Modelo Geoquímico da Terra
Quebra-cabeça: 1_2 –Modelo Geofísico da Terra
APÊNDICE H – Nosso Satélite Natural: Lua
Caça-palavras: Nosso Satélite Natural
Caça-palavras: 1_1 – Nosso Satélite Natural
A explicação mais aceita para a formação do Nosso Satélite Natural entre os astrônomos ocorreu em decorrência de um forte impacto envolvendo um corpo muito grande quando este foi estruturado como planeta. Como resultado desse impacto, uma certa quantidade de massa foi ejetada e sofreu um processo de condensação ao redor do Nosso Planeta, criando o movimento de revolução. Este movimento rotacional explica porque vemos sempre a mesma superfície do Nosso Satélite Natural, assim como de muitos outros satélites.
A primeira acontece quando Nossa Estrela está alinhada com Nosso Planeta, gerando uma região escura através da qual Nosso Satélite Natural é coberto pelo desvio dos raios de luz avermelhados. 10 – O movimento rotacional (em torno de seu eixo) realizado pelo Nosso Satélite Natural determina o período de rotação (tempo que leva para completar uma volta), aproximadamente 29 dias e 12 horas, que coincide com o período orbital (tempo gasto em uma volta completa para completar Nosso Planeta) determinado pelo movimento de revolução ao redor do Nosso Planeta, aproximadamente 27 dias, 7 horas e 43 minutos.
Palavra cruzada: Nosso Satélite Natural
Palavras cruzadas: 1_1 – Nosso Satélite Natural
4,2 e 1,2 bilhões de anos atrás, rico em ferro (Fe), e quase inexistente no outro lado do nosso satélite.
Palavras cruzadas: 1_1 – Nosso Satélite Natural Horizontais (H)
Quebra-cabeça: 1_1 – Estruturas da Lua
Quebra-cabeça: 1_2 – Eclipse Lunar
Satélites Naturais
Caça-palavras: Satélites Naturais
Caça-palavras: 1_1 – Satélite Natural
Palavras cruzadas: 1_1 – Satélite Natural Verticais (V)
Palavras cruzadas: 1_1 – Satélite Natural
Quebra-cabeça: 1_1 – Satélites naturais de Marte: Phobos e Deimos
Quebra-cabeça: 1_2 – Estrutura interna de Ganimedes, maior satélite natural de Júpiter
APÊNDICE J – Asteroides
Caça-palavras: Asteroides
Caça-palavras: 1_1 – Asteroides