Esta obra, Caderno de apoio e aprendizagem - A Matemática e a Língua Portuguesa, é uma publicação organizada pela Fundação Padre Anchieta. Um DVD acompanha os Cadernos do Professor e contém os vídeos disponibilizados em algumas atividades, além dos textos que devem ser lidos aos alunos (em determinados casos). 106-107 das Orientações Curriculares e a proposta de expectativas de aprendizagem para o ensino básico – Ciclo II, Língua Portuguesa.
10 CARTUCHOS DE APOIO E APRENDIZAGEM · SMESP Gêneros selecionados em cada ano do primeiro nível em sequências didáticas ou projetos. São aprendizados que todos os alunos devem construir (como diz Vygotsky,3 aprendizados que podem fazer parte do seu desenvolvimento ao final de cada etapa do trabalho). Ressalta-se que os cadernos de apoio e aprendizagem abrangem parte das atividades propostas para os anos – sequências didáticas e projetos.
O Manual de Apoio e Aprendizagem do Ano 1 contém cinco unidades de trabalho: contar uma história, legendar uma foto, repetir uma história, uma nota e um diagrama. Quando se pede aos alunos que escrevam à mão, de acordo com a sua hipótese, não se deve esperar que escrevam normalmente.
Ciranda de parlendas e festival de brincadeiras
O discurso e as voltas linguísticas pertencem à herança cultural da infância e são importantes no trabalho pedagógico no início da escolarização, pois são facilmente memorizados e favorecem o uso de estratégias de pré-leitura pelos alunos.
Esses bichos curiosos
Contos de repetição: histórias que viram brincadeira
À medida que o professor sugere aos alunos a leitura interativa de histórias como essa, eles constroem um repertório de textos familiares cujos trechos repetidos acabam sendo memorizados, permitindo-lhes correr o risco de ler tais histórias, mesmo que ainda não o tenham feito. convencionalmente. Com o objetivo de estimular a reflexão e a construção do conhecimento dos alunos sobre o sistema de escrita alfabética, o contato visual com textos que possuem essas características por meio de situações de leitura mediadas pelo professor permite observar algumas regularidades em sua ordem. A protagonista repete duas vezes o nome do personagem a quem se dirige, permitindo que os alunos percebam que a segunda ocorrência da palavra possui as mesmas letras da primeira.
Nesta história, tanto a estrutura da frase do convite como o reconhecimento condicionado pela presença de outro personagem são iguais, apenas variam os nomes, o que, por exemplo, permite refletir sobre o que permanece e muda em cada parte. Concluindo, vale ressaltar que as narrativas repetidas possuem gêneros estruturais semelhantes às narrativas cumulativas e às narrativas intermináveis, que, embora tenham características especiais em cada caso, dão contribuições idênticas aos objetivos de formação de jovens leitores e de trabalho com textos que favoreçam a reflexão sobre o sistema de escrita alfabética. Histórias sem fim, mesmo que contenham trechos mais ou menos longos que se repetem, têm como principal ca-.
Por possuírem características que, em alguns aspectos, se diferenciam e se assemelham, os contos repetidos, os contos colecionados e as histórias sem fim constituem um conjunto de gêneros muito adequados para a leitura dos alunos no período de alfabetização. O que os atrai é essa forma de brincar com a linguagem, essa composição sem sentido que, na verdade, não importa se conta uma história ou não, mas que interage com o universo infantil no que há de mais precioso: a brincadeira.
Bilhete: dizendo algo por escrito!
Do ponto de vista didático e pedagógico, trabalhar com notas pode beneficiar a análise e a reflexão sobre a linguagem, especialmente por ser um gênero que permite a consideração de um interlocutor real, numa situação de comunicação que também é real. Não se trata de ensinar aos alunos como é composta uma nota, na sua organização interna e apresentação gráfica, mas sim de informá-los sobre as características do género, discutindo com eles o conteúdo da mensagem que se pretende comunicar e como a supressão de alguns elementos da sua organização interna pode afetar a eficácia e a qualidade da comunicação. Nesta Unidade 4, os alunos serão confrontados com uma série de situações de leitura e escrita de notas, além de leitura e escrita de notas, além da exibição de um vídeo com a Turma do Cocoricó, que visa ampliar seus conhecimentos sobre gênero a promover.
No entanto, é necessário ter em conta que é no quotidiano da sala de aula que deve ser assegurado o contacto permanente com estes textos, pois todas as notas coladas nos seus cadernos ou agendas são lidas para e com os alunos. , planejando situações em que faça sentido para eles escreverem bilhetes para a família ou preferirem ocasiões em que troquem bilhetes com colegas da mesma ou de outras turmas, tomando sempre como conteúdo educativo a organização interna do gênero e a eficácia da comunicação pretendida. ele mesmo, considerando a finalidade da redação da nota e o interlocutor.
O que pode um diagrama?
Geralmente, os diagramas combinam texto, imagens, diferentes formas e alguns organizadores gráficos, como: linhas —, setas →, colchetes {, colchetes [ e outros. Assim, os elementos de informação a serem corrigidos são agrupados através destes organizadores gráficos e caixas de texto. Existem, portanto, muitas possibilidades de organização de um diagrama, diretamente relacionadas ao interlocutor a quem ele se dirige e à esfera em que circulará.
Na Unidade 5, o gênero diagrama aparece principalmente como meio de promover a conversação entre os alunos.