Publica os resultados do Sistema de Contas Nacionais relativos às tabelas de recursos e usos, às contas econômicas integradas, às contas regionais do Brasil, ao produto interno bruto dos municípios e à matriz insumo-produto. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE divulgou a nova série do Sistema de Contas Nacionais do País em março de 2007. Para isso, foi necessário que a metodologia adotada nas Contas Regionais não fosse apenas padronizada pela Unidade da Federação, mas que também está integrado à metodologia adotada pelo IBGE no Sistema de Contas Nacionais.
A introdução das pesquisas anuais do IBGE na área de trabalho das contas nacionais e regionais foi a mudança mais significativa no processo de produção de agregados macroeconômicos.
Rateio por VP e CI
Rateio por VA e CI
ULSOCIAIS
SALULV
TRANSF
- Rateio por VP e CI
- Rateio por VA e CI
- Rateio por VA e CI )
- Rateio do VA por participação dos salários )
- Tem-se, por hipótese, que a relação entre VP e a receita bruta de revenda da empresa foi a mesma para todas as UFs em que atua
Seguindo esses quatro métodos de alocação para empresas que possuem VA positivo e que apresentaram UL com VA negativo nos métodos 1 e 2, foram realizados testes para verificar qual método gerou o menor VA negativo, escolhendo este. São examinadas as empresas classificadas na seção G da CNAE (exclusiva e 52,7) sediadas em território nacional, com exceção da região Norte, onde são consideradas apenas as sediadas nos municípios das capitais. Os empreendimentos comerciais com 20 ou mais pessoas ocupadas - PO constituem o estrato inteiro e os demais o estrato amostral.
A unidade investigativa PAC é a empresa que provocou a necessidade de determinar os critérios de divisão para empresas que atuam em mais de uma unidade federativa – UF.
UF VASALARIO
Os métodos de regionalização da informação das empresas foram criados com base nas variáveis do Bloco III – Regionalização dos dados dos questionários de ambos os estratos, nomeadamente salários, pagamentos e outros benefícios e rendimentos brutos de revenda.
UFSALARIO
Nos casos em que a variável de receita bruta de revenda não for informada para determinada UF, o rateio teve como hipótese que a relação técnica de custos e
Em existindo informação das variáveis referentes a salários, retiradas e outras remunerações e receita bruta de prestação de serviços no ano, para as mesmas
UF VPRECEITA
UFRECEITA
No caso de existir informação de receita bruta para mais UFs de atuação do que a informação de salários
UF VARECEITA
No caso de existir informação de salários para mais UFs de atuação do que a informação de receita bruta
UF VPSALARIO
UF VAsalarios
UFsalarios
UF CIobras
UFobras
UF VPobras
UF VPsalarios
VPVA
O Censo Agropecuário de 1985 foi a fonte básica de dados, onde o valor da produção dos produtos da agricultura, pecuária, silvicultura, pesquisa vegetal e pesca foram estimados separadamente, com insumos agrupados para toda a agricultura, criando assim apenas uma atividade. . Nesse sentido houve um ganho analítico em relação à base de 1985, ao invés de uma função de produção teremos 12 funções de produção neste novo formato. Para o consumo na produção (CI), os insumos eram comuns a todas as atividades, pois o censo agropecuário 1995-1996 foi construído segundo o critério de produção principal da empresa, e assim incluiu a produção principal da empresa e também as produções secundárias3.
Para o desenvolvimento dos insumos nos anos seguintes ao Censo Agropecuário foram utilizados indicadores específicos de quantidade e preço, dependendo do produto, seja cultura temporária ou permanente, da mesma forma para a pecuária, a silvicultura e a silvicultura.
Agricultura
O valor da produção (VP) estimado com base no Censo Agropecuário 1995-1996 é desenvolvido desde 1996 pelo estudo Produção Agrícola Municipal – PAM da UF. As variações de valor e quantidade do PAM são utilizadas para produtos efetivamente monitorados por pesquisas, e para aqueles que não possuem indicadores no PAM, a média dos indicadores disponíveis é utilizada como indicador da evolução do volume de produção. após a atividade. Conforme já mencionado, com a introdução de uma função de produção para sete atividades agrícolas, o desenvolvimento de insumos para essas atividades para os anos seguintes foi realizado de acordo com as características de cada uma.
Para produtos vegetais temporários o indicador básico de volume é a área cultivada, para produtos vegetais permanentes o indicador foi a variação na produção do produto principal.
Pecuária
Esse procedimento é semelhante ao da base 1985, o que difere é o fato de serem agrupados em atividades distintas, com funções de produção específicas. Para o preço foram utilizados os indicadores da Fundação Getulio Vargas – FGV: Índice médio de preços pagos pelos produtores rurais – IPP médio e índice de preços recebidos pelos produtores rurais – IPR. Somente para o consumo de energia elétrica rural foi utilizada a quantidade consumida e a variação específica de preço de cada UF ofertada pelas distribuidoras de energia elétrica.
Silvicultura e exploração fl orestal
Pesca
Indústria extrativa mineral
No Brasil, a extração e o refino de petróleo são atividades econômicas essencialmente ligadas a uma única empresa, a Petrobras. A partir do cálculo do VA da Petrobras, foi estimado o VA das atividades de exploração e refino de petróleo. 2 O próximo passo foi calcular o valor da produção (VP) do refino e extração de petróleo.
VP refino = Quantidade refinada (por produto ANP) * (preço dos produtos refinados (ANP).
Indústrias de transformação
7 Concluído esse processo, a função de produção de ambas as atividades foi regionalizada com base em dados da Agência Nacional do Petróleo - ANP, que informa o volume de produção de petróleo e gás por UF e de produção de refinaria por UF. Com esse processo garantimos que a soma das funções de produção de ambas as atividades seja igual à da empresa, cada UF obteve uma participação proporcional em ambas as atividades e assim o VA total da empresa.
Indústria da construção
4 O pessoal ocupado da PNAD foi agregado ao pessoal ocupado da RAIS ponderando a participação no VP dos trabalhadores autônomos da Construção Civil, e o pessoal ocupado da RAIS ponderado pela participação formal no VP, formando assim o índice PO. agregado que atuará na equação especificada acima. O cimento constitui uma variável proxy para consumo intermediário e pessoal ocupado na PNAD, que representa os trabalhadores autônomos mais RAIS, simbolizando o lado formal da Construção, ambos consistentes com o Valor Adicionado. Assim, o produto real da atividade Construção Civil, para as Unidades da Federação, foi em função das variáveis explicativas: cimento e pessoal ocupado.
X1 é a variação do volume de cimento por unidade federativa; e X2 é a diferença de pessoal ocupado na unidade federativa4 (1).
Produção e distribuição de eletricidade, gás, água, esgoto e limpeza urbana
A equação que descreve o cálculo do Índice de Volume da Construção Civil pode ser vista da seguinte forma: Y = (CI/VP)* X1 + (VA/VP) * X2. As relações CI/VP e VA/VP de cada UF serviram como pesos para agregação das variáveis, estimando assim o Índice de Volume da Construção Civil para cada UF. Após o cálculo de todas as UFs, o índice de produção da atividade Construção para o Brasil foi comparado e ajustado aos dados nacionais, tanto de produção quanto de consumo intermediário.
A atividade de serviços foi a que mais se beneficiou com a introdução das pesquisas anuais do IBGE, uma vez que os Censos Econômicos da década de 1980 não tinham tantos parâmetros para as atividades produtoras de serviços, agora, no novo ano de referência, todos os anos, poderá monitorar o comportamento desses setores.
Comércio e serviços de manutenção e reparação
Os resultados das contas nacionais publicados pelo IBGE (ano de referência 2000) revelaram que os sectores de serviços ganharam uma parcela do PIB à custa dos sectores produtores de bens, e isto certamente será visto a nível regional. A introdução da Pesquisa Anual de Serviços - PAS e da Pesquisa Anual de Comércio - PAC representa uma importante mudança estrutural na nova série de referência. Todo o novo contexto não representa mudanças de procedimentos, mas sim a percepção anual do setor conforme mostra a pesquisa.
Além dos benefícios da introdução da Pesquisa Anual do Comércio - PAC nas estimativas regionais, nesta nova série temos também a Pesquisa Mensal do Comércio - PMC, que fornece indicadores de crescimento real do comércio para desagregar o valor da pesquisa entre índices de preços e o volume de alguns segmentos, além de utilizar dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores - ANFAVEA e da Agência Nacional do Petróleo - ANP como indicadores de volume, enquanto o índice de preços foi obtido de forma implícita.
Transportes e armazenagem e correio
Serviços de alojamento e alimentação
Atividades imobiliárias e aluguéis
Nas Contas Nacionais, a renda efetiva (residencial e comercial) e a renda imputada são construídas de forma crescente, ou seja, são estimadas as unidades da Federação, somando-se o Brasil como a soma das 27 UFs. O setor do arrendamento residencial nas Contas Nacionais inclui as rendas que os particulares recebem pela transmissão das suas casas, em regime de arrendamento, a terceiros, mas também o valor da renda atribuída aos residentes da sua própria habitação. O PAS foi utilizado para atividades imobiliárias constituídas por empresas e a PNAD para trabalhadores autônomos.
Serviços prestados às empresas
Serviços prestados às famílias e associativos
Serviços de informação
Na série de 1985, esta actividade não foi pesquisada aquando da realização do Censo Económico de 1985, pelo que os dados do ano de referência e dos anos correntes foram recolhidos directamente junto das empresas de telecomunicações, quer através do inquérito às empresas públicas, quer directamente junto das empresas. planilhas de balanço. A partir dos relatórios anuais destas empresas sobre receitas e despesas empresariais, foi possível compilar o valor da produção, do consumo intermédio e do valor acrescentado para todos os anos. Para as empresas de telecomunicações, tanto para a linha de base de 1985 como para a nova série de 2002, os balanços contábeis compatíveis com as informações do PAS (quando as empresas prestadoras foram identificadas) foram a fonte.
Intermediação fi nanceira, seguros e previdência complementar
Administração, saúde e educação públicas
Neste novo contexto, o índice de volume utilizado para remuneração (VA) foi a variação do número de empregados; despesas de custo (CI), o índice de volume é estimado implicitamente, criado pela deflação de seus custos; O consumo de capital fixo foi deflacionado pelo índice de preços médio do consumo de capital das Contas Nacionais. O índice de volume utilizado para a saúde pública levou em consideração a alteração dos dias de internação pelo Ministério da Saúde e para a educação pública o número de matrículas por turma do Ministério da Educação.
Saúde e educação mercantil
Serviços domésticos
O Produto Interno Bruto – PIB de cada país é calculado com base nos resultados obtidos nas Tabelas 1, 2 e 3 abaixo. Em seguida, a Tabela 4 calcula o produto interno bruto do país, somando o valor referente aos impostos cobrados sobre os produtos, excluindo os subsídios de origem nacional e importada. Por outro lado, o produto interno bruto é igual à soma do consumo final de bens e serviços, avaliado a preços de mercado, e também é igual à soma do rendimento primário.
Pode, portanto, ser expresso a partir de três aspectos: a) do lado da produção - o produto interno bruto é igual ao valor da produção menos o consumo intermédio mais impostos, subsídios líquidos, sobre produtos que não estão incluídos no valor da produção; b) do lado da demanda – o produto interno bruto é o mesmo. despesas de consumo final mais formação bruta de capital fixo mais variações de existências mais exportações de bens e serviços menos importações de bens e serviços; c) do lado do rendimento - o produto interno bruto é igual aos salários dos empregados mais o total dos impostos, excluindo subsídios, sobre a produção e as importações mais o rendimento diverso bruto mais o excedente operacional bruto. É a contribuição das diversas atividades económicas para o produto interno bruto, obtida pela diferença entre o valor da produção e o consumo intermédio absorvido por essas atividades.