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Desenvolvimento Científico e Tecnológico no Brasil

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Academic year: 2023

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Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti (Universidade Federal do Acre) Amauri Siviero (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti (Universidade Federal do Acre) Renato Abreu Lima (Universidade Federal do Amazonas).

A COLABORAÇÃO NA TOMADA DE DECISÃO: UM SUPORTE SEMI-AUTOMATIZADO PARA O GERENCIAMENTO DA

EVOLUÇÃO DE EMPRESAS VIRTUAIS

  • INTRODUÇÃO
  • MÉTODOS
    • O GERENCIAMENTO DA NECESSIDADE DE MUDANÇAS EM PROJETOS
    • A TOMADA DE DECISÃO COLABORATIVA E SEUS ASPECTOS FUNDAMENTAIS
    • O SUPORTE À DECISÃO NA EVOLUÇÃO DE EMPRESAS VIRTUAIS
  • RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • RESULTADOS
    • DISCUSSÃO
  • CONCLUSÃO
  • REFERÊNCIAS

Este modelo apresenta uma estrutura de apoio à decisão colaborativa, apoiada por um protocolo de decisão flexível e ferramentas para avaliação prévia do impacto da decisão, que pode ajudar os gestores independentes a lidar com a necessidade de mudanças nas parcerias colaborativas. O conjunto desses elementos sustenta a proposta de um framework computacional para apoio à tomada de decisão colaborativa e distribuída, que é apresentada a seguir.

Figura 1. Alianças Estratégicas e o Ambiente de Criação de Empresas Virtuais.
Figura 1. Alianças Estratégicas e o Ambiente de Criação de Empresas Virtuais.

A PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL DA

COMUNIDADE DO CAJUEIRO: CONFLITOS COMO ESTRATÉGIA PARA GARANTIA DE TERRITÓRIO

REVISÃO DE LITERATURA

  • IDENTIDADE CULTURAL
    • Território não é só terra, cajueiro não é só chão: conflitos como estratégia de preservação da identidade cultural
  • UM TERREIRO SAGRADO: INSTRUMENTO DE LUTA E PRESERVAÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL

Nessa direção, a comunidade do Cajueiro, a partir de sua história, procurou preservar sua identidade cultural, especialmente os aspectos do Terreiro do Egito, que serão discutidos posteriormente, enfatizando sua sustentabilidade na área da disputa, que já foi mencionado aqui. Um dos pontos mais relevantes, que se tornou estratégia de defesa e é utilizado no conflito inerente à comunidade do Cajueiro, é a questão da identidade cultural e da preservação do sagrado.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Desenvolvimento, conflitos ambientais na zona rural de São Luís e a luta de Cajueira na resistência para defender o território. Identidade e resistência: a luta pela efetivação das garantias básicas dos praticantes do Tambor de Mina diante das violações na comunidade tradicional do Cajueiro de São Luís do Maranhão.

PERDAS ECONOMICAS OCASIONADAS POR LESÕES DE CISTICERCOSE EM CARCAÇAS BOVINAS

REVISÃO LITERÁRIA

  • CISTICERCOSE BOVINA E SEUS FATORES DE RISCO
  • PREVALÊNCIA DA CISTICERCOSE BOVINA
  • METODOS PARA DIAGNOSTICAR A CISTICERCOSE
  • MÉTODO CONTROLE DA CISTICERCOSE BOVINA
  • INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO DE BOVINOS NAS PERDAS ECONÔMICAS RELACIONADAS Á CISTICERCOSE
  • IMPORTÂNCIA E PERDAS ECONÔMICAS DA CISTICERCOSA BOVINA

Estimar as perdas econômicas associadas à cisticercose em bovinos, mostrando os fatores de risco para cisticercose. Efeito de diferentes grupos de soros controle no diagnóstico de cisticercose bovina por ELISA.

Figura 1: Ciclo da Taenia Saginata, que leva a Cysticercus bovis
Figura 1: Ciclo da Taenia Saginata, que leva a Cysticercus bovis

CARACTERISTICAS FÍSICO-QUIMICA E ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DE OLEAGINOSAS DA AMAZÔNIA

  • ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA
    • Índice de Acidez
    • Determinação Índice de Peróxido
    • Umidade
    • Saponificação
  • ATIVIDADE ANTIMICROBIANA
  • ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA
  • ATIVIDADE ANTIMICROBIANA

A 2 g da amostra em um Erlenmeyer de 125 ml foram adicionados 25 ml de solução de éter-álcool neutro (2:1) e duas gotas do indicador fenolftaleína, titulados com solução de hidróxido de sódio 0,1 M até o aparecimento da coloração rosa. V = número de ml de solução de hidróxido de sódio 0,1 M utilizados na titulação; F = fator de dissolução do hidróxido de sódio; P = número de g na amostra. Em seguida foi adicionado 1 ml do indicador e titulado com solução de ácido clorídrico 0,5 M até o desaparecimento da cor rosa.

Onde A = volume utilizado para titulação da amostra; B = volume utilizado para titulação em branco; F = fator de dissolução de HCl 0,5 M; P = número de g na amostra.

Figura 1. Calculos dos índices de acidez.
Figura 1. Calculos dos índices de acidez.

ANÁLISE CITOTÓXICA, GENOTÓXICA E MUTAGÊNICA DOS ÓLEOS DE Bertholletia excelsa E Carapa guianensis

AQUISIÇÃO DOS ÓLEOS

ANÁLISE DA CITOTOXICIDADE, MUTAGENICIDADE E GENOTOXICIDADE

  • Análise Citotóxica
  • Análise Mutagênica
  • Análise Genotóxica

O número de células em mitose (prófase, metáfase, anáfase e telófase) (Figura 1) foi quantificado em 500 células por lâmina, totalizando 5 mil células por amostra (LEME; MARIN-MORALES, 2009). Para a análise mutagênica, o número de Micronúcleos (MN) (Figura 2a) foi quantificado em 500 células em interfase por lâmina, totalizando 5 mil células por amostra. A análise genotóxica foi avaliada pela presença de alterações cromossômicas e nucleares (ACN) em 500 células em interfase e mitose por lâmina, totalizando 5 mil células por amostra.

Foram identificadas células com anomalias cromossômicas (adesão, poliploidia, perda, C-metáfase, multipolaridade, pontes anafásicas e pontes telófases) e nucleares (células binucleadas, trinucleares e núcleos lobulados) (PALSIKOWSKI et al., 2017; PROLO JÚNIOR et al. , 2019).

Figura 1. Células de A. cepa em mitose, aumento de 400X.
Figura 1. Células de A. cepa em mitose, aumento de 400X.

ANÁLISE ESTATÍSTICA

A redução do índice mitótico pode ocorrer devido à interferência de agentes na permeabilidade das membranas celulares, na ativação de enzimas (IGANCI et al., 2006) e na síntese de ácido desoxirribonucléico (DNA) (FERNANDES, 2018), afetando não foi observado neste estudo. Os dados mutagênicos e genotóxicos para o óleo de C. guianensis diferem do estudo de Lemes et al. 2013), onde os resultados obtidos mostraram que o óleo C. Essa diferença pode ter surgido devido às diferentes concentrações utilizadas nos estudos onde Lemes et al.

Dentre os principais componentes, o α-humuleno e o biciclogermacreno são sesquiterpenos e apresentaram elevada citotoxicidade contra células tumorais (com alterações genéticas) (SILVA et al., 2007).

Tabela 1. Indíce mitótico de células de A. cepa após o tratamento com  óleo de  B. excelsa e C
Tabela 1. Indíce mitótico de células de A. cepa após o tratamento com óleo de B. excelsa e C

TRIAGEM DA AÇÃO ANTIPLASMODIAL in vitro DE COMPOSTOS E METABÓLITOS SECUNDÁRIOS ISOLADOS DE Maytenus

  • COLETA E IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL VEGETAL
  • PREPARO DO EXTRATO E FRAÇÕES
  • ISOLAMENTO DOS METABÓLITOS SECUNDÁRIOS
  • AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIPLASMODIAL
    • Cultivo do Plasmodium falciparum
    • Sincronização dos parasitos para utilização nos testes in vitro
    • Preparo das placas para os ensaios de quimioterapia
    • Teste imunoenzimático anti-HRPII
    • Análise estatística antiplasmodial
    • Cultivo de linhagens celulares
    • Preparo das placas
    • Ensaio de citotoxicidade utilizando MTT
    • Determinação da dose letal mínima (MDL 50 ) e índice de seletividade
  • COMPOSTOS ISOLADOS
  • AÇÃO ANTIPLASMODIAL

Linhagens celulares HepG2 (derivadas de hepatoma humano) foram cultivadas conforme recomendado (CALVO-CALLE et al., 1994). A atividade antiplasmodial também pode ser correlacionada com o efeito sinérgico entre os triterpenos presentes nestes eluatos (MENEGUETTI et al., 2016). Acredita-se que a presença do grupo ácido carboxílico confere atividade antiprotozoária e os triterpenos pentacíclicos com maior número de grupos hidroxila possuem maior ação antipromastigota, esta propriedade química também é observada na Tingenina B (MENEGUETTI et al., 2016).

Estudos mostram que os triterpenos podem estimular a fagocitose e a granulocitose (Akihisa et al., 1996), causando extravasamento citoplasmático e formação de corpos.

Tabela 1. Atividade anti-P. falciparum (cepa W2) de eluatos e metabólitos secundários  isolados de M
Tabela 1. Atividade anti-P. falciparum (cepa W2) de eluatos e metabólitos secundários isolados de M

INFLUÊNCIA DO MICROBIOMA DA SERAPILHEIRA DE Theobroma grandiflorum NA RESISTÊNCIA A Moniliophthora

COLETA DE MATERIAL VEGETAL E ISOLAMENTO DO FITOPATÓGENO Moniliophthora perniciosa

As sementes de cupuaçu foram despolpadas e desinfetadas por 1 minuto em solução de hipoclorito de sódio a 1% (v/v) e lavadas por 2 minutos em água destilada (HOYOS, 2008). Para o processo de infecção, a solução de basidiósporos foi diluída até atingir a concentração de 3% de glicerol, obtendo-se uma concentração de 1 x 10 5 esporos/ml. Após diluição, a solução de esporos foi armazenada em BOD a 28 ºC por 6 horas ou até completa germinação de M.

Após esse processo, 30 μL da solução fitopatogênica de basidiósporos foram inoculados no meristema apical das plântulas, na concentração de 1x 105 esporos/ml (Figura 3A).

Figura 1. Etapas para a coleta de basidiomas de Moniliophtora perniciosa.
Figura 1. Etapas para a coleta de basidiomas de Moniliophtora perniciosa.

ANÁLISES ESTATÍSTICAS

Esses grupos de organismos têm atraído atenção devido ao seu papel funcional coletivo no controle da nutrição, metabolismo, fisiologia e imunologia do hospedeiro (OTTMAN et al., 2012). O mesmo foi observado por Christian et al. 2017), que investigou se o microbioma da ninhada alteraria o microbioma T. Resultado semelhante para comprimento dos brotos (H) foi encontrado por Moura et al. 2015), que estimou que o substrato composto por areia + terra + serragem foi o que mais contribuiu para o crescimento das plantas de cupuaçu.

Outro fator que pode influenciar o crescimento das plantas são os fungos endofíticos, que produzem uma ampla gama de compostos úteis para aumentar a parte aérea e o diâmetro do caule, protegendo as condições ambientais, favorecendo a residência dentro dos hospedeiros (MARQUEZ - DAVILA et al., 2020 ).

Figura 4. Índices de incidência (ID) da vassoura-de-bruxa em plântulas de Theobroma  grandiflorum cultivadas em serapilheira e substrato composto estéril e em serapilheira e
Figura 4. Índices de incidência (ID) da vassoura-de-bruxa em plântulas de Theobroma grandiflorum cultivadas em serapilheira e substrato composto estéril e em serapilheira e

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO PROCESSO DE PASTEURIZAÇÃO DE LEITE “In Natura” TIPO C COMERCIALIZADO NO MUNICÍPIO

DE RIO BRANCO, ACRE

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA

  • Procedimento de análise pela técnica dos tubos múltiplos

Adicione 1,0 mL de leite diluído em solução salina a três tubos contendo caldo lactizado com lactose de Durham e a um tubo contendo solução salina homogeneizada 10-2e; Adicionar 1,0 mL de leite diluído 10-2 a três tubos contendo caldo lactose-lactizado de Durham e a um tubo contendo solução salina 10-3 e homogeneizada; 1,0 ml de leite diluído 10-3 foi adicionado a três tubos de ensaio contendo pasta Durham lactose-lactizada e homogeneizada (SILVA et al., 2007).

Positivo: formação de bolhas no tubo de Durham, registro do número de tubos de CE com gás e determinação do NMP para coliformes fecais/ml;.

ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS

  • Prova de Fosfatase Alcalina em Tiras
  • Prova de Peroxidase em Tiras
  • Acidez em ácido láctico
  • Análise Fisico-Quimica
  • Análise Microbiológica

Segundo Geus e Lima (2008), a presença de coliformes em alimentos vem ganhando importância por ser um indício de contaminação durante o processo de produção ou mesmo pós-processamento. A presença de coliformes totais e Escherichia coli em alimentos processados ​​é considerada um indicativo útil de contaminação pós-desinfecção ou pós-processo, demonstrando que as práticas higiênicas e sanitárias estão abaixo dos padrões exigidos para o processamento de alimentos (SILVA, 1997). Foram obtidas cinco amostras de cada marca de leite tipo C, todas com presença de coliformes fecais, destacando-se a amostra de 26 de maio, da marca C, com alta contaminação (>1.100).

A média das três marcas de leite tipo C fornece valor acima do estabelecido pela legislação para coliformes fecais, além da presença de coliformes totais e Escherichia coli, que em alimentos processados ​​é um indicador útil de pós-sanitização ou pós-contaminação .-processo, que demonstra práticas de higiene e saneamento abaixo dos padrões exigidos para processamento de alimentos.

CONCLUSÕES

Apesar da importância desse processo para a qualidade do leite, a análise das pesquisas realizadas mostra resultados que indicam contaminação do leite pasteurizado comercializado em nosso município, o que vai ao encontro de outros estudos realizados em outros estados brasileiros. Amostras de leite tipo C foram consideradas impróprias para consumo, com contagens de 3,4 log.NMP/ml detectadas para coliformes fecais em Fortaleza (NASCIMENTO et al., 2007) e em Alagoas, onde foram encontradas amostras de leite tipo C. com contagens elevadas de coliformes a 35°C, coliformes a 45°C e contagens de bactérias mesófilas indicando contaminação após processamento ou tratamento térmico insuficiente (SILVA et al., 2008). Em termos de contaminação cruzada, a contaminação bacteriana do leite cru pode ocorrer pelo próprio animal, pelos humanos e pelo meio ambiente. Reverendo Inst Laticínios Cândido Tostes, f. Importância do leite longa vida para o desenvolvimento do mercado lácteo brasileiro. lt; http://www.terraviva.com.br/estudos/estudo_8.html>.

Caracterização microbiológica e físico-química do leite pasteurizado destinado ao programa do leite no estado de Alagoa.

TENDÊNCIAS TEMPORAIS DE SÉRIES CLIMATOLÓGICAS NO BRASIL

  • MUDANÇAS DO CLIMA
  • TENDÊNCIA EM SÉRIES HISTÓRICAS CLIMATOLÓGICAS
  • ANÁLISE DE HOMOGENEIDADE E ESTACIONARIEDADE
  • INTERAÇÃO DOS ELEMENTOS CLIMÁTICOS E EVAPOTRANSPIRAÇÃO
  • ESTUDOS DOS ELEMENTOS CLIMÁTICOS E INTERAÇÃO REGIONAL
  • REFERENCIAS

O conhecimento da dinâmica dos elementos climáticos, devido à sua influência no clima, é um suporte necessário para o desenvolvimento de diversos setores (ARENAS et al., 2017). Porém, observa-se que algumas séries climatológicas apresentam algum tipo de não estacionariedade, o que é atribuído a fatores como sazonalidade e ciclos (NASCIMENTO et al., 2020). O clima é formado pelos elementos, radiação, temperatura do ar, pressão atmosférica, umidade do ar e precipitação (SALES et al., 2017).

Além destas utilidades, o BHC, quando utilizado sequencialmente, permite a quantificação das necessidades hídricas das culturas, a gestão dos recursos hídricos das piscinas, etc. (DOORENBOS et al., 1994).

Tabela 1. Observações na literatura cientifica sobre tendências de parâmetros climáticos  Local  Referência  Parâmetro estudado  Tendência observada
Tabela 1. Observações na literatura cientifica sobre tendências de parâmetros climáticos Local Referência Parâmetro estudado Tendência observada

QUALIDADE DA ÁGUA DE PESQUE-PAGUES: ASPECTOS FISÍCO-QUÍMICOS E MICROBIOLÓGICOS

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Qualidade da água e perspectivas para o manejo ambiental da cultura do tambaqui no município de Rio Preto da Eva, AM. Qualidade da água e prevalência de fungos em peixes de pisciculturas do município de São Luís – Maranhão. Avaliação da qualidade da água em pescarias localizadas na Bacia Hidrográfica do Rio Corumbataí, SP (Brasil).

Parâmetros físico-químicos da água em viveiros da Estação de Piscicultura de Alta Floresta, Mato Grosso.

SANEAMENTO BÁSICO NO ACRE: CONTRIBUIÇÕES E INDUÇÕES DA LEI Nº 11.445/2007

  • SANEAMENTO BÁSICO
  • POLÍTICA NACIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO
    • Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos
  • PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO
  • DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DO SANEAMENTO BÁSICO
    • Relação entre a falta de saneamento básico e a ocorrência de doenças
    • Relação entre a falta de saneamento básico e a pobreza

A universalização do saneamento básico no Brasil é o principal objetivo da Política Nacional de Saneamento Básico (BRASIL, 2020). A Política Nacional de Saneamento Básico (Lei nº) enfatiza o planejamento, a regulação, a fiscalização e o controle social como aspectos primordiais para a oferta de saneamento básico e defende a universalização, a integração e a igualdade como princípios fundamentais da política nacional, devendo as posições expressadas pela população local ser assumido. (BRASIL, 2007) Análise da eficiência do saneamento básico em municípios do estado do Rio de Janeiro.

A estrutura de oferta de serviços de saneamento básico no Brasil: uma análise comparativa do desempenho dos prestadores públicos e privados.

Figura 1. Linha do tempo do saneamento básico no Brasil, com destaque para a Lei nº  11.445/2007
Figura 1. Linha do tempo do saneamento básico no Brasil, com destaque para a Lei nº 11.445/2007

DIREITO E DIRETRIZES DE ACESSO A ÁGUA: CONTEXTO GERAL E PANORAMA DE ACESSO À ÁGUA TRATADA NOS

MUNICÍPIOS DO ESTADO DO ACRE, BRASIL

ACESSO À ÁGUA: ABORDAGEM INTERNACIONAL

O estudo realizado por Maia (2017) mostra que esse quadro normativo vem se aprimorando, compreendendo a importância da água como garantia de outros direitos humanos e sua relação com a dignidade humana. Relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos sobre o âmbito e o conteúdo das obrigações relevantes em matéria de direitos humanos. Após a Decisão 2/104 do Conselho de Direitos Humanos, o relatório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos afirma que “Chegou.

O Conselho reafirmou a responsabilidade dos Estados de promover todos os direitos humanos através de planos e programas políticos, bem como da cooperação financeira e técnica.

ACESSO À ÁGUA: ABORDAGEM NACIONAL

O Conselho enfatizou a importância da cooperação internacional para garantir os direitos à água, ao saneamento e aos recursos. Os mesmos conceitos constituem também os direitos à higiene, incluindo a privacidade e a dignidade de acesso, acrescentados em resoluções subsequentes. Reymão e Saber (2009) veem sérios problemas na gestão dos recursos hídricos no Brasil, pois além dos elevados níveis de desperdício, há falta de investimento no espaço rural e de planejamento, prevalecendo a falta de infraestrutura, o que limita os direitos de acesso . para regar.água para grande parte da população.

O Brasil é o país com o maior volume de água doce disponível, mas o recurso está distribuído de forma desigual pela área.

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Figura 1. Alianças Estratégicas e o Ambiente de Criação de Empresas Virtuais.
Figura 2. Requisitos para decisão descentralizada com trabalho colaborativo.
Figura 3. Arcabouço para o Gerenciamento da Evolução de Empresas Virtuais.
Figura 4. Protocolo de Base para o Gerenciamento da Resolução de Problemas em  Parcerias Colaborativas
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Referências

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A despeito de ser a água um recurso ambiental, sua importância como bem essencial à vida, ao desenvolvimento econômico e ao bem-estar social requer gestão e legislação