Juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos; Professor de Direito Internacional na Universidade de Brasília; Diretor Executivo do Instituto Interamericano de Direitos Humanos. Professor de Direito Internacional e Relações Internacionais na Faculdade de Direito da Universidade de Belgrado, Jugoslávia (Sérvia); Professor visitante do Instituto Raoul Wallenberg de Direitos Humanos e Direito Humanitário da Universidade de Lund (Suécia); Diretor do Centro de Direitos Humanos de Belgrado.
G. Weeramantry
O SISTEMA DAS NAÇÕES UNIDAS E A INTERDEPENDÊNCIA E INTER-RELAÇÃO ENTRE DIREITOS HUMANOS, PAZ,E INTER-RELAÇÃO ENTRE DIREITOS HUMANOS, PAZ,
O Artigo 55 acrescenta ainda que, a fim de criar as condições de estabilidade e prosperidade necessárias para as relações pacíficas entre os Estados, as Nações Unidas promoverão as condições para o progresso e o desenvolvimento económico e social e, ao mesmo tempo, o respeito universal - e a observância de — direitos humanos e liberdades fundamentais. A análise dos instrumentos internacionais em matéria de direitos humanos confirma a convicção da comunidade internacional, resultante das trágicas experiências da Segunda Guerra Mundial, de que o respeito pelos direitos humanos é o fundamento da paz.
I . NOVAS DIMENSÕES, OBSTÁCULOS E DESAFIOS PARA OS DIREITOS HUMANOS
A estreita ligação entre a paz e os direitos humanos e entre a paz e o desenvolvimento já é reconhecida pela Carta das Nações Unidas, que afirma no seu preâmbulo: “Nós, os povos das Nações Unidas, determinados a preservar o futuro. gerações do flagelo da guerra (..) e reafirmar a fé nos direitos humanos fundamentais.." É assim que a frase "o reconhecimento da dignidade inerente e dos direitos iguais e inalienáveis de todos os membros da família humana é o fundamento da liberdade, justiça e paz no mundo" está formulado no preâmbulo da Declaração Geral de 1948. Direitos Humanos, foi reiterado tanto no preâmbulo do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos como no Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais de 1966.
OBSERVAÇÕES INICIAIS
As Iniciativas da Unesco para o Reconhecimento do Direito Humano à PazHumano à Paz
A Década das Nações Unidas para a Educação em Direitos Humanos: Rumo a uma Cultura de Paz. Em 1976, o direito de viver em paz foi reconhecido como um direito humano pela Resolução nº. 5/XXXII da Comissão de Direitos Humanos.
Discriminação e Intolerância: Violação dos Direitos Humanos, Fontes de Conflitos e Ameaças à Paz e à EstabilidadeFontes de Conflitos e Ameaças à Paz e à Estabilidade
Com o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, existe também a possibilidade de petições (ou mensagens) individuais. A luta contra a eliminação de todas as formas de discriminação e intolerância, liderada pelo sistema das Nações Unidas desde a sua criação, é de grande importância no contexto dos esforços da comunidade internacional para fazer cumprir e respeitar plenamente os direitos humanos.
Terrorismo, Crime Organizado e Corrupção: Ameaças aos Direitos Humanos, à Democracia e à Paz.Direitos Humanos, à Democracia e à Paz
A ligação direta entre o terrorismo e as violações dos direitos humanos foi reconhecida pela Conferência Mundial sobre Direitos Humanos (Viena, 1993). Ao mesmo tempo, o terrorismo representa um teste muito difícil para os Estados comprometidos com os ideais dos direitos humanos.
NOVOS DESAFIOS PARA A CIÊNCIA E TECNOLOGIA No despontar do século XXI, os surpreendentes avanços da ciência e
- Engenharia Genética
- Bioética
- O Genoma Humano
Observam-se progressos em todas as áreas da ciência e da tecnologia, mas são desiguais e têm impactos variados nos direitos humanos. Considerar criticamente todos os pedidos de restrição da investigação, especialmente quando se afirma que tal irá entrar em conflito direto com os direitos humanos.
UNIVERSALIDADE DOS DIREITOS HUMANOS VERSUS RELATIVISMO CULTURAL
A Declaração de Viena, adoptada por unanimidade pela Conferência Mundial, reafirmou a universalidade dos direitos humanos e rejeitou a noção de relativismo cultural. A existência de diferenças culturais não deve levar à rejeição de qualquer parte dos direitos humanos universais.
GLOBALIZAÇÃO, REGIONALISMO E NACIONALISMO
- Regionalismo
- Nacionalismo
Apesar disso, todas as culturas podem contribuir para a discussão genérica sobre o conceito de direitos humanos. O mesmo pode ser dito dos órgãos criados pelos países americanos e europeus para monitorar a implementação dos direitos humanos.
DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E DA INFORMAÇÃO PÚBLICA RUMO A UMA CULTURA DE DIREITOS HUMANOSPÚBLICA RUMO A UMA CULTURA DE DIREITOS HUMANOS
- Obrigação dos Estados de Desenvolver a Educação em Direitos Humanos
- A Educação em Direitos Humanos e a Respectiva Criação de uma Cultura Universal
DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E DA INFORMAÇÃO PÚBLICA PARA UMA CULTURA DE DIREITOS HUMANOS PÚBLICA PARA UMA CULTURA DE DIREITOS HUMANOS. A educação para os direitos humanos tem sido vista, nos últimos anos, como uma ferramenta importante para a criação de uma cultura de direitos humanos. Não deve ser entendido como instrução em direitos humanos, mas como educação em direitos humanos.
OS DIREITOS HUMANOS COMO REALIDADE
É também necessário um acordo sobre a acção do Conselho de Segurança da ONU em casos de violações massivas e brutais dos direitos humanos. Na verdade, os direitos humanos devem constituir uma nova dimensão de todas as actividades das Nações Unidas. 88A Comissão dos Direitos Humanos criou um grupo de trabalho que está a preparar uma Declaração sobre o direito e a responsabilidade dos indivíduos, grupos e organismos da sociedade de promover e proteger os direitos humanos e as liberdades fundamentais universalmente reconhecidos.
NOVAS DIMENSÕES
OS DIREITOS HUMANOS E A PAZ COMO CONJUNTOS DE VALORESDE VALORES
A paz e os direitos humanos podem ser estudados de um ponto de vista axiológico para determinar se um ou ambos são valores ou conjuntos de valores e qual deles é superior ou mais desejável (o expresso pelo termo "direitos humanos" ou aquele chamada "paz"). Os estudantes de direitos humanos estão familiarizados com atitudes e programas que não só mostram claramente a ordem de preferência para vários grupos de direitos e direitos humanos, mas chegam ao ponto de considerar alguns como indesejáveis ou mesmo perigosos.1 Dependendo do caso, da fonte A discriminação pode basear-se em diferenças ideológicas (que caracterizaram a retórica da Guerra Fria) ou no relativismo cultural (frequentemente associado à divisão Norte-Sul).2 Um estudioso da paz estará atento a opiniões que rejeitam vários elementos, geralmente incluídos no conceito de paz. .
2 . DIREITOS HUMANOS E PAZ
O Direito Coletivo à Paz
Declara solenemente que a preservação do direito dos povos à paz e a promoção da sua implementação são uma obrigação fundamental de cada Estado.15. De importância jurídica mais imediata foi a falta no texto de uma definição clara da natureza e da diferença entre o tema da obrigação e o tema do direito de “todos os povos do nosso planeta” à paz. A incerteza dos redatores sobre a natureza jurídica do direito à paz refletiu-se na redação do texto: no parágrafo 1 da Declaração, ele aparece não como um direito do povo em si, mas como um “direito sagrado”. , e não há referência ao cumprimento ou mecanismos relacionados com a tradicional proibição do uso da força nas relações internacionais (Capítulo VII da Carta das Nações Unidas).
O Uso dos Direitos Individuais na Ampliação da Paz
Inicialmente, o Comité dos Direitos Humanos, órgão que monitoriza a implementação deste Pacto, também considerou que a objecção de consciência não era um direito reconhecido. No actual regime internacional de direitos humanos, cabe aos Estados limitar o exercício dos direitos – sob certas condições. No entanto, as razões para as limitações permitidas nos tratados universais e regionais de direitos humanos existentes não indicam que sejam considerados um instrumento para a protecção da paz.
PAZ E DIREITOS HUMANOS: ELOS CAUSAIS
- Os Direitos Humanos como Precondição da Paz
- Os Direitos Humanos como Componente da Paz
- A Paz como Precondição dos Direitos Humanos
Nos termos do século XIX, o Reino Unido era uma democracia que respeitava os direitos humanos. Os direitos humanos e a democracia são concebidos e tornam-se viáveis apenas dentro deste grupo nacional limitado. A afirmação de que os direitos humanos são um pré-requisito para a paz pode aparecer numa forma mais branda ou mais enfática.
CONCLUSÕES
Historicamente, a democracia e os direitos humanos são considerados fenómenos distintos e ocupam campos diferentes na esfera política: o primeiro, a organização governamental; o último, o dos direitos individuais e sua defesa. Já os direitos humanos tomam o indivíduo como referência e procuram garantir-lhe as condições mínimas necessárias para uma vida digna. O colapso dos regimes comunistas graças à pressão popular revelou que a democracia, juntamente com os direitos humanos, era um desejo.
3 . DEMOCRACIA E DIREITOS HUMANOS
Estas diferenças são ainda reforçadas por uma divisão académica do trabalho que atribui o estudo da democracia à ciência política e o estudo dos direitos humanos ao direito e à jurisprudência: duas disciplinas que têm muito pouco a ver uma com a outra, pelo menos no mundo anglo-saxónico. mundo. .1.
DIREITOS CIVIS, POLÍTICOS, ECONÔMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS
A CONTRIBUIÇÃO DOS DIREITOS ECONÔMICOS E SOCIAIS PARA A DEMOCRACIA
O caso dos problemas criados pela exclusão exige ações concretas para garantir os direitos económicos e sociais. Neste ponto, o argumento de que as democracias deveriam prestar atenção à protecção dos direitos económicos e sociais abre duas objecções. Podemos concluir que a incapacidade de proteger os direitos económicos e sociais prejudica a democracia de várias maneiras.
A DEMOCRACIA COMO CONDIÇÃO DOS DIREITOS ECONÔMICOS E SOCIAISECONÔMICOS E SOCIAIS
É verdade que os regimes autoritários de direita e os seus protagonistas não estão interessados em proteger os direitos económicos e sociais; muito pelo contrário. No entanto, deve notar-se que não há provas de uma troca de direitos económicos e sociais por direitos civis e políticos. As características sistemáticas da democracia (abertura, responsabilização e partilha de poder) aumentam a probabilidade de os governos democráticos prestarem atenção à protecção dos direitos económicos e sociais.
OS DIREITOS CULTURAIS E A DEMOCRACIA
O apelo à protecção dos direitos culturais diferenciados no âmbito dos direitos humanos não pode ser separado das normas gerais deste quadro. Ao negar os direitos culturais, violando os direitos civis e políticos básicos – primeiro da minoria e depois da maioria. A democracia é uma condição necessária, se não suficiente, para a protecção dos direitos económicos e sociais.
4 . A EVOLUÇÃO DO DIREITO AO DESENVOLVIMENTOAO DESENVOLVIMENTO
A ADOÇÃO DA DECLARAÇÃO DO DIREITO AO DESENVOLVIMENTODO DIREITO AO DESENVOLVIMENTO
AS CONCEPÇÕES FUNDAMENTAIS
De forma idêntica, o direito de participação impõe deveres amplos, que vão além do tradicional, de tolerância ou não ingerência nos direitos à liberdade de imprensa e de expressão. Terceiro, o direito à liberdade de expressão, como direito à participação, deve estender-se efetivamente não apenas aos indivíduos, mas também às coletividades. Quarto, o direito de expressão exige um acesso justo aos meios de comunicação social institucionalizados (estatais ou não), especialmente os meios de comunicação social, que por si só podem influenciar grandemente as decisões e políticas relacionadas com o desenvolvimento.
A PARTICIPAÇÃO POPULAR
SLAPPS: GOVERNANÇA CORPORATIVA E PARTICIPAÇÃO POPULARPOPULAR
Quando uma determinada estrutura ou função do Estado se torna um obstáculo originado pela violação dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, o direito ao desenvolvimento deve significar – se lermos a Declaração como um todo – dois. Neste ambiente, existem tendências bem enraizadas de violação dos direitos humanos contra grupos étnicos indígenas, mulheres e outros grupos sociais tradicionalmente desfavorecidos. Desta forma, a ideia de barreira aos direitos e o clamor pela sua remoção revela-se fascinante porque mostra a hidra das violações dos direitos humanos presentes nos Estados e na própria sociedade.
A CRÍTICA JURÍDICA
- Modo de Criação de Novos Direitos Humanos
- Os Direitos dos Povos são Direitos Humanos?
- Não serás Direito Positivo nem Moral!
A produção de novos direitos humanos pode, de facto, promover o paradigma dos chamados direitos humanos relacionados com o comércio. 20 Vale ressaltar que, nas formações dos Estados federais, o discurso sobre os direitos dos Estados não é desprovido da lógica dos direitos humanos. No entanto, a esfera do reconhecimento ou da declaração dos direitos humanos é distinta da esfera da realização e cumprimento desses direitos, embora ambos estejam relacionados.
CONCLUSÃO: EVITAR A NÃO-PROLIFERAÇÃO
Mesmo uma análise rápida e rudimentar da evolução, por exemplo, dos direitos das mulheres ou do direito ao ambiente levaria a esta conclusão inevitável. Abrindo espaço para os direitos humanos: o caso do direito ao desenvolvimento, Harvard Human Rights Yearbook, v.1, n.1, 1988. Ver também o reconhecimento judicial concedido ao direito ao desenvolvimento no caso Simon versus A Coroa (1985 ). ) 24 DLR (4e), p.
INTRODUÇÃO
5 . OS DIREITOS HUMANOS E MEIO AMBIENTE
O AUMENTO DA PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E DA PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: DAHUMANOS E DA PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: DA
- A Internacionalização da Proteção dos Direitos Humanos e do Meio Ambientedo Meio Ambiente
- A Globalização da Proteção dos Direitos Humanos e do Meio AmbienteAmbiente
- A Globalização da Proteção e das Obrigações Erga Omnes A globalização da proteção dos direitos humanos e da proteção
A evolução paralela da protecção dos direitos humanos e da protecção ambiental revela uma série de semelhanças que não devem passar despercebidas. Cláusulas com efeitos semelhantes aparecem em tratados de direitos humanos (por exemplo, no Artigo 2 do Pacto Internacional das Nações Unidas sobre Direitos Civis e Políticos; no Artigo 1 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos; no Artigo 1 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos direitos) . A estrutura dos direitos humanos está inevitavelmente presente na consideração do sistema de proteção ambiental humana, em todos os seus aspectos.
OUTRAS AFINIDADES NA EVOLUÇÃO DA PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E NA PROTEÇÃO DO MEIODOS DIREITOS HUMANOS E NA PROTEÇÃO DO MEIO
- Interesses Mútuos da Proteção da Pessoa Humana e da Proteção AmbientalProteção Ambiental
- Incidência da Dimensão Temporal na Proteção do Meio Ambiente e na Proteção dos Direitos Humanos
Direitos Humanos em Matéria de Direitos Económicos, Sociais e Culturais de 1988 (Artigo 11), e a Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos de 1981 (Artigo 24). O Impacto da Dimensão Temporal na Proteção Ambiental e na Proteção dos Direitos Humanos Meio Ambiente e Proteção dos Direitos Humanos. Em terceiro lugar, também em relação à implementação dos tratados de direitos humanos, a prática dos organismos de supervisão internacionais (por exemplo, a nível global, a do Comité dos Direitos Humanos no âmbito do Pacto sobre os Direitos Civis e Políticos e do Protocolo Facultativo relevante) proporciona uma clara ilustrações do impacto da dimensão temporal na protecção dos direitos humanos.
O DIREITO À VIDA E O DIREITO À SAÚDE COM BASE NA RATIO LEGIS DO ORDENAMENTO INTERNACIONALNA RATIO LEGIS DO ORDENAMENTO INTERNACIONAL
- O Direito Fundamental à Vida em Sentido Amplo
- O Direito à Saúde como Passo Inaugural do Direito ao Meio Ambiente SadioAmbiente Sadio
34 Sobre a história legislativa do artigo 6º do Pacto da ONU sobre Direitos Civis e Políticos, ver: RAMCHARAN, B.G. Nesta perspectiva, o direito a um ambiente saudável e o direito à paz surgem como extensões ou corolários do direito à vida. Desta forma, abre caminho para o futuro reconhecimento do direito a um ambiente saudável (ver abaixo).
A QUESTÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO DIREITO AO MEIO AMBIENTE SADIOMEIO AMBIENTE SADIO
- O Problema da Sujeição ao Poder Jurisdicional
- A Ausência de Restrições na Expansão da Proteção dos Direitos Humanos e do Meio Ambiente (e os Efeitos Mútuos)Direitos Humanos e do Meio Ambiente (e os Efeitos Mútuos)
- A Incipiente Jurisprudência sobre a Proteção do Direito ao Meio Ambiente SadioMeio Ambiente Sadio
Quando centramos a nossa atenção nos temas do direito a um ambiente saudável, vemos primeiro que este tem uma dimensão individual, pois pode ser implementado como outros direitos humanos. Esta é a Drittwirkung da literatura jurídica alemã, incidente na proteção dos direitos humanos e na proteção ambiental.76 Afirma-se que o direito a um ambiente saudável é relativo a terceiros (também equidade, Tóquio: UNU/Transnational Publications, 1989. A protecção do direito a um ambiente saudável não se limita certamente à sua formulação em instrumentos internacionais de direitos humanos, como a Carta Africana sobre os Direitos dos Seres Humanos e dos Povos de 1981 (artigo 24.º) e o Protocolo à Convenção Internacional. Convenção Americana sobre Direitos Direitos Humanos em Matéria de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, 1988 (seção 11).
CONCLUSÕES
A abordagem global contemporânea dos direitos humanos e do ambiente corresponde a uma protecção global ou abrangente. A protecção ambiental e os direitos humanos estão na vanguarda do direito internacional contemporâneo e certamente permanecerão lá nos próximos anos. No mínimo, é difícil duvidar que as ligações entre a protecção dos direitos humanos e a protecção do ambiente não estejam hoje claramente definidas.
OBSTÁCULOS