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AJUFE – De nationale vereniging van federale rechters (Walter Nunes da Silva Júnior en Fernando Mattos). FIESP – De Kamer van Industrie van de staat São Paulo (Nelson Pereira dos Reis en Anicia Baptistella Pio).

A CONSCIÊNCIA SOCIAL DA JUSTIÇA BRASILEIRA

JUSTICE SEPÚLVEDA PERTENCE: THE SOCIAL CONSCIENCE OF THE BRAZILIAN JUDICIARY

  • RESPONSABILIDADES COMUNS, PORÉM DIFERENCIADAS, NA
  • O COSMOPOLITISMO COMO PRESSUPOSTO POLÍTICO PARA O DIREITO INTERNACIONAL AMBIENTAL: ANÁLISE CASUÍSTICADO
  • COMO PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL,
  • ELEMENTOS COMPARATIVOS DOS SISTEMAS JURÍDICOS BRASILEIRO E EUROPEU DE PROTEÇÃO DA BIODIVERSIDADE
  • PRINCÍPIO DO ACESSO EQUITATIVO AOS RECURSOS NATURAIS E JUSTIÇA AMBIENTAL - Talden Farias

Parece que a internalização dos tratados internacionais de protecção ambiental não está a acontecer, uma vez que não há obrigação de os países ratificantes promoverem a adaptação legislativa. A Resolução CONAMA 369/2006, ao enumerar os casos excepcionais que autorizam a intervenção no PPA, limitou satisfatoriamente os conceitos de “interesse social” e “utilidade pública”.

Teses de Estudantes de Graduação

Papers of Law School Students

RESPONSABILIDADES COMUNS, PORÉM DIFERENCIADAS, NA PROTEÇÃO

DO CLIMA GLOBAL

BERNARDO BECKER FONTANA

  • INTRODUÇÃO: AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS SOB A ÓTICA CIENTÍFICA
  • A NECESSIDADE DE MEDIDAS PROTETIVAS DO CLIMA: PROBLEMAS GLOBAIS E SOLUÇÕES GLOBAIS
    • A participação dos países em desenvolvimento no combate às mudanças climáticas A difi culdade reside no fato de que o crescimento econômico, a consecução
    • Integração entre “desenvolvimento” e “proteção ambiental”: inserção de metas assistenciais no Direito Internacional Ambiental
  • O CONCEITO DAS RESPONSABILIDADES COMUNS, PORÉM DIFERENCIADAS, SOB A PERSPECTIVA LEGAL
    • Idéia-base e surgimento do conceito
    • Menção expressa: a positivação das responsabilidades comuns, porém diferenciadas
    • A fundamentação para a existência de responsabilidades diferenciadas na proteção do clima
    • O conteúdo do conceito das responsabilidade comuns, porém diferenciadas
  • A POSITIVAÇÃO DO CONCEITO DAS RESPONSABILIDADES COMUNS, MAS DIFERENCIADAS, NO PROTOCOLO DE QUIOTO
    • A clara assimetria das obrigações relativas à proteção do clima
    • Os mecanismos fl exíveis do Protocolo de Quioto
  • CONCLUSÕES ARTICULADAS
    • Do que foi exposto, denota-se que os atuais instrumentos internacionais não são sufi cientes à garantia de sucesso no combate ao aquecimento global, uma
    • Uma das soluções praticáveis, referida pela doutrina ambientalista interna- cional, é naturalmente a inclusão dos países em rápido desenvolvimento no rol
    • Através do Fundo de Atenuação, a ser administrado por um banco privado de abrangência internacional, por exemplo 75 , dar-se-ia condições às nações em
    • Com a criação dessa nova lista no Protocolo de Quioto, cairia por terra, ainda, o principal argumento utilizado pelos EUA para a não ratifi cação do instumento,

O conceito da responsabilidade comum mas diferenciada dos países em desenvolvimento e dos países desenvolvidos na protecção do clima baseia-se tanto na maior contribuição histórica e actual dos países desenvolvidos para as alterações climáticas como na sua melhor preparação técnica e financeira para resolver o problema29. As obrigações gerais dos países em desenvolvimento estão ligadas por esta declaração às obrigações dos países desenvolvidos.

IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELA PECUÁRIA EXTENSIVA

CAROLINA CORRÊA LOUGON MOULIN

  • INTRODUÇÃO
  • PECUÁRIA E AQUECIMENTO GLOBAL
  • PECUÁRIA E DESERTIFICAÇÃO DO SOLO
  • PECUÁRIA E PERDA DA BIODIVERSIDADE
  • PECUÁRIA E POLUIÇÃO HÍDRICA
  • PECUÁRIA E PROTEÇÃO DOS ANIMAIS
  • PECUÁRIA E O PRINCÍPIO DO POLUIDOR-PAGADOR
  • PECUÁRIA E ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL
  • PECUÁRIA E DIREITO À INFORMAÇÃO
  • CONCLUSÕES ARTICULADAS
    • A pecuária é uma atividade econômica típica do Brasil e que acarreta vários danos ao meio ambiente, como a emissão de gases que prejudicam a camada de
    • Dentre os impactos, o desfl orestamento é o que merece maior atenção, uma vez que acarreta a perda de biodiversidade e a extinção de espécies, elementos
    • É necessário que o Poder Público adote medidas para efetivar o princípio do poluidor pagador nesta atividade, de forma que os custos da produção de carne
    • É necessário também que o Poder Público faça campanhas educativas para que a população se conscientize sobre os impactos ambientais gerados pela pecu-

Uma vez destruída a floresta, os nutrientes acabam, de modo que 25% da área destruída é abandonada11. Portanto, é necessário um estudo de impacto ambiental antes do pecuarista iniciar a sua atividade, para que a deterioração causada ao meio ambiente possa ser reduzida.

NATURA E TEORIA DE GAIA: UMA ANÁLISE DO DISCURSO DE SUSTENTABILIDADE

CLARIANE LEILA DALLAZEN

TEORIA DE GAIA: O PLANETA RESPIRA

Em suma, para os criadores desta teoria, a superfície terrestre e a biosfera eram consideradas um sistema fisiológico, um “superorganismo”. Segundo estudos de Lovelock e Lynn, a atmosfera terrestre emitia gases e sinais infravermelhos visíveis a qualquer espaçonave a longas distâncias, o que comprovaria a existência de vida.

NOÇÕES SOBRE DISCURSO

Essa capacidade de discursar é o elemento central da formação discursiva, porque a arte do discurso possibilita o exercício do poder, porque constitui verdades, permitindo ao enunciador, por diversas razões que não apenas o seu ato de fala, tentar responder às opiniões de seus enunciadores, com o objetivo de defini-los e padronizá-los da forma que lhe convier. Não há discurso que surja sozinho, que não surja de outras formas discursivas que já exerceram poder em algum momento, que produziram algum efeito significativo sobre um determinado público proclamador, mesmo que limitado.

DISCURSO SUSTENTÁVEL DA NATURA: TEORIA DE GAIA E EXERCÍCIO DE PODER

  • A transmissão de informação e o despertar para atitudes dos enunciatários/
  • Diante do sucesso da Natura, fi ca claro que seu discurso, baseado nas pro- posições da Hipótese Gaia, é efi caz, pois desperta em seus enunciatários a cons-
  • Esta estratégia discursiva da Natura, por mais que possua cunho econômi- co, pode servir de exemplo para que outras instituições, governamentais ou não,

Por fim, o catálogo como um todo é a prova de que o discurso da Natura tem a mesma essência do discurso da Teoria Gaia e que esta empresa utiliza suas teses como estratégia discursiva para exercer poder de vendas. Esses são exemplos de algumas reportagens do catálogo da Natura que não necessariamente falam sobre o negócio, mas sim o transmitem.

ESPECIFICIDADE DO DANO AMBIENTAL E BIODIVERSIDADE NA ESFERA

IBRAHIM CAMILO EDE CAMPOS

  • MEIO AMBIENTE E BEM AMBIENTAL IN CONCRETO: DIFERENÇAS CONCEITUAIS
  • DANO AMBIENTAL
    • Especifi cidades do dano ambiental
    • REFLEXOS DO DANO AMBIENTAL NA REPARAÇÃO CIVIL
  • BIODIVERSIDADE COMO REFLEXO DA EXTRAPATRIMONIALIDADE DO DANO AMBIENTAL
    • Conceito de biodiversidade
    • Biodiversidade e extrapatrimonialidade do dano ambiental
  • IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE AMPLIADA
  • RISCOS AMBIENTAIS E BIODIVERSIDADE
    • Proteção da biodiversidade e o princípio da prevenção e da precaução
  • CONCLUSÃO
  • CONCLUSÕES ARTICULADAS
    • O dano ambiental comporta especifi cidades que complexifi ca sua caracteri- zação exata e a extensão.Tais especifi cidades repercutem diretamente no âmbito
    • A biodiversidade deve ser tratada sob uma perspectiva sustentável, estabele- cendo-se uma gestão dos recursos ambientais de modo a favorecer a utilização
    • O princípio da prevenção, da precaução e da proporcionalidade dos riscos atendem aos objetivos preventivos do Direito Ambiental, máxime no que concer-
    • A imprecisão e a escassez de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira é um entrave à reparação do dano ambiental. Todavia, há biomas e espécies melhor

Tais reflexos indiretos dos danos ambientais resultariam simplesmente do princípio da reparação integral dos danos e, portanto, plenamente aplicáveis ​​sob a forma de indemnização civil. Primeiro, como sugere a própria etimologia latina (praevenire = ir antes, antecipar)61, há a característica de previsibilidade dos danos ambientais. A natureza extemporânea dos danos ambientais exige que a análise das variáveis ​​económicas e não económicas seja tida em conta no plano de indemnização civil.

PAGADOR-POLUIDOR: UM NOVO PARADIGMA?

JULYANDERSON TEIXEIRA MIJOLÁRIO

ALISSON MACHADO FERREIRA

FORMAÇÃO DO BEM JURÍDICO AMBIENTAL

Através de um processo histórico, podemos observar cada vez mais esses males deixados pelo Homo Sapiens, atingindo o ambiente que necessitamos para a nossa sobrevivência. O tempo, cada vez mais curto, obriga os homens de hoje a agir contra este progresso desenfreado de atitudes humanas irresponsáveis, que obviamente deixarão consequências tanto para quem pratica estes actos, como para quem nada faz para os combater. Desta forma, todos os dias enfrentamos vários problemas ambientais que nos cercam, se observarmos com atenção poderemos ver todo o descaso que o nosso meio ambiente sofre para a valorização de uma superprodução que depende dos recursos naturais, por isso cada vez mais, para que a máquina de produção não pare, o homem com a sua sede insaciável tem ameaçado a condição ambiental do nosso mundo, fazendo com que a paisagem natural da terra seja cada vez mais castigada.

MEIO AMBIENTE COMO DIREITO FUNDAMENTAL DO HOMEM

A partir da conferência de Estocolmo, deparamo-nos com a necessidade urgente de criar medidas de protecção ambiental eficientes e distintas, a favor das gerações presentes e futuras, encontrando-se esporadicamente em conferências (Estocolmo, Rio de Janeiro, Vancouver, Istambul), governos e representantes . das nações buscam soluções conjuntas, como a promoção de projetos de múltiplos alcances, incentivando a declaração de direitos nesta área, com o surgimento de diversos diplomas legais destinados a garantir a devida proteção do meio ambiente.9. Nossa constituição brasileira revela uma preocupação intertemporal com a proteção do equilíbrio ambiental, como se vê em seus títulos VIII e VI que tratam do meio ambiente. Ainda no plano constitucional, a proteção ambiental constituiu um princípio geral de destaque que moldou a ordem econômica, como se vê no art.

PRINCÍPIO DO POLUIDOR PAGADOR

  • Direito de Poluir?
  • O princípio do poluidor-pagador tem vocação redistributiva sendo inspirado na teoria econômica da internalização das externalidades negativas ambientais,
  • A essência de tal princípio é eminentemente preventiva, sendo que a repara- ção e a repressão atuam como ultima ratio
  • Não se deve usar o princípio do poluidor-pagador como um passaporte para a poluição, não podendo intrepretá-lo no sentido de que se pode comprar o direito
  • Tal princípio deve ser interpretado de maneira extensiva, enfatizando a sua vocação preventiva e o seu caráter de redistribuição eqüitativa das externalidades

20 "As autoridades nacionais devem esforçar-se por promover a internalização dos custos de protecção do ambiente e a utilização de instrumentos económicos, tendo em conta o conceito de que o poluidor deve, em princípio, suportar os custos da poluição, tendo em conta o público interesse, sem distorcer o comércio e o investimento internacionais”. Nesse sentido, parafraseando Marcelo Abelha Rodrigues, a ideia de que o princípio do poluidor-pagador é um passaporte para a poluição está longe de ser errada, dado que o meio ambiente não é algo ou coisas que possam ser negociadas. O princípio do poluidor-pagador não deve ser utilizado como passaporte para a poluição e não pode ser interpretado como compra do direito de poluir. , considerando que o meio ambiente é um bem inacessível, não é algo ou coisas que possam ser negociadas.

O NON-COMPLIANCE PROCEDURE E SUA ATUAÇÃO NO PROTOCOLO DE MONTREAL

KELLY SCHAPER SORIANO DE SOUZA

LEONARDO ESTRELA BORGES

  • OBRIGAÇÕES INTERNACIONAIS E MECANISMOS DE SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS NO DIREITO INTERNACIONAL AMBIENTAL
  • A PRESENTE DISPOSIÇÃO NÃO PREJUDICARÁ A FACULDADE DA CORTE DE DECIDIR UMA QUESTÃO EX AEQUO ET BONO, SE AS PARTES COM ISSO CONCORDAREM.”
  • NON-COMPLIANCE PROCEDURES
  • NON-COMPLIANCE PROCEDURE NO PROTOCOLO DE MONTREAL
    • As Negociações do Non-compliance Procedure no Protocolo de Montreal
    • OS PRINCIPAIS ATORES DO NON-COMPLIANCE PROCEDURE
  • O CASO DA RÚSSIA
    • O surgimento do Direito Internacional Ambiental demonstra que os efeitos ex- tremamente danosos da atividade humana na natureza acarretaram a necessidade
    • A evolução das obrigações no Direito Internacional do Meio Ambiente denota o surgimento de um novo conteúdo normativo cujo objetivo é levar os Estados a
    • O non-compliance procedure é um mecanismo especial destinado à supervi- são e ao controle de obrigações convencionais cujo objetivo maior é evitar que
    • Não obstante a falta de êxito do non-compliance procedure estabelecido pelo Protocolo de Montreal no caso específi co da Rússia, trata-se de um mecanismo

Como cenário, será abordado o regime do procedimento de incumprimento no Protocolo de Montreal e o desenvolvimento do procedimento no caso específico da Rússia. Os preparativos para o procedimento de incumprimento em vigor no âmbito do Protocolo de Montreal foram graduais e prolongaram-se ao longo de vários anos. Assim, este caso delineia o lado coletivo do regime de procedimento de incumprimento no Protocolo de Montreal86.

RESPONSABILIDADE CIVIL AMBIENTAL

ALTERNATIVAS A REPARAÇÃO DO DANO CAUSADO AO CLIMA

LADILSON COSTA MOITA

A EVOLUÇÃO DA RESPONSABILIDADE CIVIL AMBIENTAL

Na teoria do risco, segundo Gonçalves4, a ideia de realização de atividades perigosas está incluída como fundamento da responsabilidade civil. No direito moderno, a teoria da responsabilidade objetiva apresenta-se sob duas formas: a teoria do risco e a teoria do dano objetivo. É por isso que estabelecemos o princípio da responsabilidade objectiva do autor, pela dificuldade, se não pela impossibilidade, de enquadrar um acto poluente no quadro da responsabilidade civil.

CONCEPÇÃO DE DANO AMBIENTAL

  • Características do Dano Ambiental
    • A Ampla Dispersão de Vítimas
    • Difi culdade da Ação Reparatória
    • Difícil Valoração
  • Reparação do Dano Ambiental

Milaré9 destaca que os danos ambientais possuem características próprias que acabam por nortear o tratamento que lhes é dado pelos diferentes ordenamentos jurídicos, como a grande dispersão das vítimas; a dificuldade da ação restaurativa e a difícil avaliação. É importante ressaltar que a Lei nº 6.938/81 prescreve expressamente dois tipos de danos (art. 14, § 1º), os danos ambientais públicos e os danos ambientais privados. Milaré10 ensina que existem, portanto, duas formas principais de reparar os danos ambientais: a recuperação natural ou o retorno ao status quo ante; e compensação em dinheiro.

ALTERNATIVAS À REPARAÇÃO DO DANO AMBIENTAL AO CLIMA

  • As atuais formas de prevenção, reparação e repressão não são sufi cientes para enfrentar a dinâmica global de reparação dos danos ambientais causados pelas
  • Propomos que seja instituída uma sobre taxa pela Organização Mundial do Comércio ou outro organismo internacional, aos produtos e as matérias primas

As reparações podem ter um efeito punitivo sobre os países e as pessoas que criam ou causam danos ao ambiente global. A alternativa é que poderiam ser criados mecanismos de sanções económicas para os países que se recusam a limitar os danos causados ​​ao ambiente global pelas emissões dos seus gases; isso acontece principalmente em países poluentes. Os recursos arrecadados com os direitos de recuperação de danos ambientais poderiam ser utilizados para limitar os danos causados, como, por exemplo, a manutenção de áreas verdes pelo estado e pelo município (florestas estaduais e municipais), onde os recursos arrecadados são distribuídos entre esses entes federados.

A IMPORTÂNCIA DA SOCIODIVERSIDADE PARA A PRESERVAÇÃO DA DIVERSIDADE BIOLÓGICA

LIVIA BURGOS LOPES

  • BIODIVERSIDADE
  • UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
    • Unidades de Conservação no Brasil
  • POPULAÇÕES TRADICIONAIS
    • Conceito
    • Populações humanas e áreas protegidas
    • O mito do bom selvagem
  • PARTICIPAÇÃO NA CRIAÇÃO E MANEJO DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
    • Modelo Conservacionista e Ecologia Profunda
    • A Importância do Conhecimento “Tradicional”
    • Participação ativa das comunidades locais
    • O estabelecimento de áreas protegidas foi um alternativa encontrada pela so- ciedade moderna para preservar porções de vegetação nativa, locais de notável
    • Estudos recentes contrariam a velha dicotomia homem versus natureza, e su- gerem que determinadas ações antrópicas podem ser positivas para a manutenção
    • Documentos e tratados internacionais reconhecem o direito que as comuni- dades tradicionais possuem sobre seu território, sobre seus costumes e estilos de
    • O conhecimento acumulado ao longo de gerações, baseado em experiências, erros e acertos e a dependência direta dos ciclos naturais para suas atividades,
    • Garantir a participação das populações locais no processo de tomada de deci- sões que envolvem seus territórios e estilos de vida, é, além da garantia de um di-

225, § 1º, incisos I, II, III e IV da Constituição Federal e institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC). A crença clássica na conservação da natureza defende uma relação inversa entre as atividades humanas e o bem-estar do ambiente natural. Terras indígenas e unidades de conservação da natureza: o desafio das sobreposições, São Paulo: Instituto Socioambiental, novembro, 2004, p.

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL DOS FABRICANTES DE EMBALAGENS RECICLÁVEIS

MARCOS VINÍCIUS ZIMMERMANN

ELIZÂNGELA TREMÉA FELL

  • A ECO-RESPONSABILIDADE EM DEBATE
  • A RESPONSABILIDADE
    • Responsabilidade Civil
  • DAS EMBALAGENS
    • As Embalagens e a Recuperação Energética
  • O PAPEL DO DIREITO NA RESPONSABILIDADE AMBIENTAL DOS FABRICANTES DE EMBALAGENS RECICLÁVEIS
    • O princípio do poluidor-pagador poderia englobar o tratamento a este tema

Portanto, embora o projeto esteja focado apenas em embalagens plásticas, este é um exemplo que precisa ser investigado quanto à viabilidade de sua aplicação a outros tipos de embalagens recicláveis. Contudo, o tema principal deve ser transferir esta responsabilidade também para os fabricantes de embalagens. Na referida legislação extraterrestre, os fabricantes de embalagens são responsáveis ​​pela recolha, pela contribuição financeira para os custos ambientais das embalagens e também pela reciclagem destas embalagens.

O CICLO DOS PROJETOS DE MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO (MDL)

MIGUEL FRANCO FROHLICH

CICLO DOS PROJETOS NO ÂMBITO DO MECANISMO DE DESENVOLVIMENTO LIMPO (MDL)

  • Estudo de Viabilidade e Elegibilidade do Projeto
  • Elaboração do Documento de Concepção do Projeto (PDD)
  • Validação
  • Aprovação pela Autoridade Nacional Designada (AND)
  • Registro
  • Monitoramento
  • Verifi cação/Certifi cação
  • Emissão das RCEs

Vale ressaltar que os participantes do projeto poderão (i) utilizar metodologias previamente aprovadas pelo Comitê Executivo do MDL; (ii) enviar um. 14 O vazamento corresponde ao aumento nas emissões de gases de efeito estufa que ocorre fora dos limites do projeto MDL, que é mensurável e atribuível a essa atividade do projeto. O plano de monitorização deve identificar todas as fontes potenciais de emissões de gases com efeito de estufa dentro dos limites do projecto.

CONCLUSÕES ARTICULADAS

  • O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), criado pelo Protocolo de Quioto, auxilia os países do Anexo I da UNFCCC, já que estes podem adquirir
  • O ciclo de um projeto de MDL se inicia com um estudo de viabilidade téc- nico-econômica, com o intuito de verifi car se o potencial de geração de RCEs
  • Uma vez registrado o projeto, as reduções de emissão de gases de efeito estufa passam a ser monitoradas, conforme o plano de monitoramento previsto no PDD,
  • A EOD certifi cará as reduções de emissão de gases de efeito estufa que ocor- reram em razão da existência do projeto e requisitará a emissão das respectivas

Por fim, o EOD apresentará um relatório de verificação aos participantes do projeto, às partes envolvidas e ao Comitê Executivo do MDL, e este relatório servirá de base para a certificação, que deverá ser feita por escrito. O relatório de certificação enviado ao Comitê Executivo do MDL deve incluir uma reivindicação de RCEs igual à quantidade verificada de reduções de emissões resultantes do projeto. Além desta dedução, outra parte das RCEs emitidas é deduzida para cobrir os custos administrativos do próprio Conselho Executivo do MDL.

A RECATEGORIZAÇÃO DA APA MATA DO KRAMBECK EM JUIZ DE FORA, MG: UMA

ANÁLISE DAS CATEGORIAS DO SNUC

NATÁLIA CAMPOS TEIXEIRA

  • MEIO AMBIENTE EM JUIZ DE FORA 1 Características Geográfi cas
  • A MATA DO KRAMBECK
  • O SISTEMA NACIONAL DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO – SNUC 1 História e conceito
    • Categorias
  • PARQUE: A MELHOR CATEGORIA PARA A MATA DO KRAMBECK
  • CONCLUSÕES ARTICULADAS
    • A Mata do Krambeck representa uma das únicas áreas natural preservada den- tro da zona urbana do município de Juiz de Fora, ao mesmo tempo que esta pro-
    • Sendo uma área privada cujo acesso da comunidade nunca foi permitido, a interatividade que a mesma exerce com o local sempre foi muito restrita, gozando
    • Torna importante a recategorização da unidade de conservação Mata do Kram- beck, que propiciará a (re)integração homem e o ambiente natural, valorizando o
    • Considerando a ocupação urbana e os atributos naturais da área, a atividade proposta de recategorizar a APA em Parque é compreendida como a mais compa-
    • A idéia de ter dentro da zona urbana uma área diferenciada em relação ao uso do solo, onde se privilegia a conservação, permitirá a manutenção dos níveis de

Se a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, embora afirme que um ato público é suficiente para a criação de uma Unidade de Conservação, afirma que a ampliação só poderá ser realizada com instrumento jurídico da mesma hierarquia (neste caso outra lei estadual ) ).A Lei que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC): uma abordagem socioambiental. As restrições de uso impostas às RPPNs efetivamente as tornam unidades de conservação de proteção integral, nos termos do art.21 da lei. 31.

A NATUREZA JURÍDICA DA COMPENSAÇÃO AMBIENTAL PREVISTA NA LEI DO SNUC

NATASHA ZADOROSNY LOPES BASTOS

  • ASPECTOS CONSTITUCIONAIS
  • O SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
  • PRINCÍPIOS
    • Princípio do Poluidor-pagador
  • A COMPENSAÇÃO AMBIENTAL PREVISTA NA LEI 9.985/2000
    • A Natureza Jurídica da Compensação SNUC
    • A compensação ambiental prevista na Lei 9.985/2000 obriga os responsáveis por empreendimentos danosos ao meio ambiente a ressarci-los através da aplica-
    • A natureza jurídica da compensação ambiental prevista na Lei do SNUC é de indenização por danos futuros certos não mitigáveis. Sobre riscos da implemen-

As unidades de conservação típicas, previstas na Lei que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação15, pertencem ao segundo grupo - as dos espaços territoriais especialmente protegidos strictu sensu. A Lei, também conhecida como Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), estabeleceu as regras para a criação, implantação e gestão de unidades de conservação16. O que justifica a inclusão da compensação ambiental na Lei do SNUC é que sua destinação está totalmente vinculada às unidades de conservação37.

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

LIMITAÇÃO AO DIREITO DE PROPRIEDADE E PROTEÇÃO AMBIENTAL

RAISSA BRASIL FRICK LOPES

  • O SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA
    • Particularidades do Parque Nacional
  • O DIREITO DE PROPRIEDADE: CONCEITO ATUAL E AS UNIDADES DE PROTEÇÃO INTEGRAL
    • Breve histórico do direito de propriedade e sua relação com o Meio Ambiente A doutrina liberal da Revolução Francesa defendia a ausência absoluta de
  • O REGIME DE PROTEÇÃO LEGAL DO SNUC E A EFETIVIDADE DA PROTEÇÃO AMBIENTAL Segundo Guilherme José Purvin de Figueiredo 36 , “a instituição de espaços
    • Necessidade atual de proteção, mitigação da ação antrópica local e proteção que ultrapassa a esfera nacional
  • CONCLUSÕES ARTICULADAS
    • É indiscutível a importância das unidades de conservação, inclusive as de proteção integral para a preservação ambiental de ecossistemas em que se reduz
    • O possível ônus que pode haver ao proprietário da propriedade particular que seja atingido em seu direito de disposição de sua propriedade, pelo estabeleci-
    • Essa nova concepção de função social da propriedade, que foi introduzida pela Constituição Federal de 1988, é favorecida inclusive dentro dessa mais intensa

Este é o propósito da KNSK, ou seja, apresentar formas de proteção ao meio ambiente, através da implementação de modalidades de conservação, de acordo com o tipo de unidade de conservação em questão. Alcançar os objetivos dos tipos de Unidades de Conservação acima mencionados. As unidades de conservação, nesse sentido, desempenham um papel fundamental na preservação do ambiente dos ecossistemas nos quais a intervenção antrópica local é reduzida ao máximo.

PRODUÇÃO ANIMAL: ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS FRENTES ÀS AMEAÇAS DO

AQUECIMENTO GLOBAL

TATIANA COSTA DE FIGUEIREDO AMORMINO

  • AGROPECUÁRIA INDUSTRIAL
  • IMPACTOS AMBIENTAIS DA PRODUÇÃO ANIMAL INDUSTRIAL
    • Desmatamento
    • Emissão de Metano pelos Ruminantes
  • ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS
    • Utilização de Biogestores na Suinocultura
    • Criação Agroecológica
    • Produção Orgânica Certifi cada
    • Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Silvicultura
    • Instalações e Materiais Ecologicamente Corretos para a Agropecuária
  • LEGISLAÇÕES E TENDÊNCIAS MUNDIAIS
    • O modelo de produção animal contemporâneo obedece a um sistema indus- trial que causa impactos ambientais e é uma das principais, muito embora pouco
    • Existem alternativas ao sistema de produção industrial e o Brasil, por sua posição proeminente de grande produtor mundial de carne, visando adequar-se ao
    • As alternativas sustentáveis devem ser aplicadas de forma integrada e basea- das em uma visão holística da produção na qual resultados econômicos, sociais e
    • As alternativas sustentáveis, além de seus benefícios ambientais, são econo- micamente viáveis, oferecendo vantagens competitivas a médio e longo prazo e
    • As alternativas sustentáveis devem ser regra e não exceção ou nicho de mer- cado, para tanto são necessárias leis, fi scalização rigorosa, políticas públicas, in-

Palestra no I Simpósio Nacional de Zootecnia e Meio Ambiente - “Em Busca de Sistemas Sustentáveis” - na Escola de Veterinária da UFMG. Palestra no I Simpósio Nacional de Zootecnia e Meio Ambiente - “Em Busca de Sistemas Sustentáveis” - na Escola de Veterinária da UFMG. Palestra no I Simpósio Nacional de Zootecnia e Meio Ambiente - “Em Busca de Sistemas Sustentáveis” - na Escola de Veterinária da UFMG.

ICMS SÓCIO-AMBIENTAL: UM INSTRUMENTO ECONÔMICO DE INCENTIVO A PRESERVAÇÃO

DO MEIO AMBIENTE URBANO

WANDMERY FLORÊNCIO TEIXEIRA CUMARU

Referências

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