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EIS OS ANTECEDENTES DA MINHA SALA DE SOM...

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Academic year: 2023

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Escolha entre o LADO A, com o design da capa do álbum Bossa Nova (final dos anos 1950); e ANA B, com capas de discos Tropicália (final da década de 1960) - ambos têm composições imagéticas como representação cultural. Acho que se verificou a hipótese de que as capas dos discos da Bossa Nova e da Tropicália mostram a cultura de uma época.

Dos fonogramas sem identificação aos selos e embalagens com informação

Fonte: http://remainsofcollection.blogspot.com.br archive.html http://seculodamusica.wordpress.com Eu-inventei-o-fonograma/. Fonte: http://www.hifi.ebox.pt/edicoes/novohifi/printDevelopment.asp?article=11359&site=3&journal=17.

Das embalagens com informação à real personalização: o surgimento

  • A personalização das capas de discos no Brasil

Capas de artistas como Tom Zé, Caetano Veloso, Rogério Duprat se tornaram ícones do design de capas de discos no Brasil (o que será mostrado mais adiante). Percebe-se que os projetos gráficos da bossa novista e do tropicalista fizeram das capas dos discos de sua época verdadeiros marcadores da cultura da época em que foram criados.

As capas de discos e seu legado

E isso aconteceu, sobretudo, devido à chegada do long-play ao país, na década de 1950, quando houve a necessidade de criar capas para discos, de forma cada vez mais atrativa para o público consumidor: “Lançado nos EUA em 1948 da Columbia, o primeiro jogo longo utilizando a velocidade de 33 e 1/3 voltas (..) chegaria ao Brasil somente em 1951” (LAUS, 1998, p. 123) — e com isso abre. novo mercado para artes gráficas no Brasil: capas a serem produzidas. Do estilo Andy Warhol de The Velvet Underground e Nico (1967) ao Nevermind do Nirvana (1991), as pessoas se acostumaram a perceber a música através das capas dos álbuns. As capas dos discos de Bossa Nova - João Gilberto (1961), Vinícius e Odette Lara (1963), À Vontade (1963) -, aqui citadas anteriormente, foram assim citadas por sua importância histórica como projeto gráfico de conceituação e grande customização. do seu tempo.

O mesmo acontece com a menção às capas de discos tropicais - Gilberto Gil (1969), Gal (1969), Mutantes (1969): como não perceber sua relevância, marcando a produção de capas brasileiras, a partir de suas características de subversão em diante de um período tenso e conturbado naquele Brasil ditatorial. Assim como a da Tropicália, que, apesar de durar pouco mais de um ano, influenciou muito do que se fez desde então em termos de design de capas de discos, e que, se não inspiração nos seus projetos gráficos de assinatura, pelo menos deixou, a sua ousadia: como foi o caso das já citadas capas de discos do grupo Secos & Molhados (1973) e Todos os Olhos de Tom Zé (1973). Elas, as capas, consolidaram-se como a mais sublime observação de que um álbum que quer fazer sucesso total precisa de um bom design gráfico para que nunca desapareça do imaginário das pessoas, e para que nunca seja esquecido e como "'n unidentified" é para ser compreendido. objeto” – mas essas são coisas que só o coração pode entender.

Do estilo bossa-novista ao movimento tropicalista

  • A Bossa Nova
  • Transição da Bossa Nova à Tropicália
  • A Tropicália

Sim, o Rio de Janeiro dos anos 50 parecia “um Brasil à parte”: foi no ambiente carioca que a Bossa Nova ganhou forma, cheiros, som, imagem. Isso porque, “As músicas iniciais da bossa nova são profundamente transformadas pela interpretação de João Gilberto, mas não. Vinícius de Moraes92 é mais um dos atores da Bossa Nova - e por que não dizer, é mais um de seus protagonistas.

Cria-se uma espécie de musicalidade que concilia o discurso nacionalista com os aspectos cosmopolitas da base musical da bossa nova” 101. O movimento que nos anos 60 se tornou tradição da música popular brasileira (e sua tradução mais perfeita — bossa nova) de dentro para fora , ganhou o apelido de ‘Tropicalismo’” (VELOSO, 2008, p. 16). Isso quer dizer que não: Caetano e Gil não deixaram para trás toda a riqueza trazida pela Bossa Nova.

Essa admiração casual pela Bossa Nova e por João Gilberto fez com que Caetano e Gil se tornassem grandes parceiros musicais.

O desenho das capas de discos da Bossa Nova à Tropicália

  • O desenho das capas de discos da Bossa Nova
  • O desenho das capas de discos na transição da Bossa Nova à Tropicália
  • O desenho das capas de discos da Tropicália

Até então, capas de discos extravagantes e chamativas representavam a cultura de um Brasil que tinha as mesmas características em sua música. A gravadora durou apenas três anos, mas tornou-se referência não só da Bossa Nova, mas também do design gráfico das capas” (RODRIGUES, 2007, p.22). Na época do sucesso e da imagem da TV, agora como referência, eram visíveis as capas dos discos da Jovem Guarda (figura 53).

A simplificação das capas dos discos da Bossa Nova dá lugar agora às diferentes formas de expressão da Tropicália. O caso do design das capas dos discos da cantora Nara Leão, por exemplo, é bastante interessante (Figura 59). Os desenhos das capas dos discos tiveram papel fundamental na renovação ideológica dessas pessoas.

Então o que veremos no futuro, principalmente nas capas de discos dessa época, é um design diferente e arrojado.

O que passou e o que ficou

Quando pensamos no projeto de dissertação “Design de capas de discos bossa-novista e tropicalista: um indício de cultura de uma época” e iniciamos sua concepção, imaginamos que sua “verdade completa” não seria reconhecida sem a realização de uma revisão bibliográfica. pesquisa e sem coletar opiniões.ida a campo. Além disso, vislumbramos a necessidade de desenvolver um método experimental para análise de capas de discos, que possa se tornar uma possível referência para outros trabalhos nesta área de pesquisa. É importante ressaltar também que as capas dos discos aqui analisadas foram selecionadas a partir de uma investigação direta de diversos livros, artigos e revistas que as citam repetidamente como marcantes e memoráveis.

A análise dos designs de capas de discos escolhidos para esta dissertação abrange os anos de 1958 a 1968 – período que abrange o então novo estilo bossa novista até a grande revolução estética, cultural e artística tropicalista. A pesquisa requer habilidades profundas na coleta de dados e uma escolha metodológica que forneça uma estrutura para o processo de pesquisa. Nesse sentido, todas as questões criadas para esta coleção tiveram um motivo, obviamente relacionado ao objeto de estudo desta dissertação: a análise da linguagem visual das capas dos discos da Bossa Nova e da Tropicália.

Após a pesquisa bibliográfica e a aplicação dos formulários aos temas de pesquisa, optamos por utilizar um método de design experimental para análise gráfica de capas de álbuns de bossa novista e tropicalista, com o objetivo de encontrar respostas para os problemas desta tese: o o objetivo é compreender os resultados obtidos através de sujeitos colaborativos, através de nossas análises experimentais.

Análises gráficas dos desenhos das capas de discos bossa-novistas e tropica-

  • Métodos e seus autores
    • O diagrama de Gutenberg
    • Movimentos e estilos: épocas, referências visuais, fontes tipográficas e cores
  • Métodos dos sujeitos da pesquisa
    • O passo-a-passo indo a campo
    • Análises dos desenhos das capas de discos bossa-novistas
    • Análises dos desenhos das capas de discos tropicalistas
    • Comparando para melhor entender
  • Um método experimental
    • O método: descrição
    • O método: execução

Este diagrama nos ajuda a identificar e destacar as áreas mais proeminentes e menos proeminentes ao analisar os designs das capas dos álbuns a serem feitos. Também é impossível não citar as capas dos álbuns da época, fontes e cores. A experiência psicodélica foi traduzida em pôsteres e capas de álbuns que usavam formas e fontes onduladas e cores brilhantes.

Portanto, apresentamos a seguir o resultado desse processo de análise da concepção das capas dos discos Bossa Nova e Tropicália através dos sujeitos da pesquisa. Em relação à questão 1: “Qual(is) adjetivo(s) você usaria para a capa do álbum escolhida: Legal; legal; lindo; Demais?" Percebemos que a maioria dos colaboradores adicionou o adjetivo cool às capas de discos nesse estilo. Isso significa que a Bossa Nova, que ainda começa a personalizar capas de discos no Brasil, não o faz.

Em termos de composição, a atenção da maioria dos entrevistados se voltou para as capas dos discos de Bossa Nova. Como perspectiva histórica, optamos por fazer uma análise de design de capas de discos no período de 1958 (da Bossa Nova) a 1968 (da Tropicália). Explicamos aqui como as cores são claramente fatores predominantes na diferenciação estético-visual entre capas de discos de Bossa Nova e Tropicália.

Análises dos desenhos capistas bossa-novistas e tropicalistas: o que ficou da

Após todas as análises realizadas, com base nos métodos teóricos, nos métodos dos sujeitos da pesquisa e no nosso método experimental, vale a pena refletir sobre a forma como os desenhos das capas dos discos de Bossa Nova e Tropicália, apresentados nesta tese, ilustram, com base em alguns de seus processos de projeção, impressão e desenho, em seu conjunto, dos períodos bossanovista e tropicalista, com referência a aspectos da época em que foi produzido. Começamos nos designs de capas de discos de Bossa Nova e Tropicália para perceber elementos estéticos revolucionários que consequentemente identificam visualmente essas épocas. A cultura, contida nos desenhos das capas dos discos, revela muitos aspectos que devem ser levados em conta.

A Bossa Nova, que surgiu na Zona Sul do Rio de Janeiro em 1958, escapou das extravagâncias da era das canções exageradas que se seguiram e das cores desviantes que caracterizaram o período anterior no Brasil. No final dos anos 50, tudo no Brasil virou Bossa Nova; a música era a Bossa Nova, o futebol era a Bossa Nova, a praia era a Bossa Nova e o presidente era a Bossa Nova. A Tropicália e a Bossa Nova trouxeram assim novos conceitos musicais e visuais através da materialização cultural (ideológica e comportamental) nas capas de seus discos.

No caso da Bossa Nova e da Tropicália, chama a atenção o quanto seus contextos são identificados nessas produções das músicas da época e nos designs das capas dos discos.

  • Os formatos midiáticos: perdas e ganhos dos desenhos capistas
    • As análises gráficas: o legado
  • O que brotará desta composição
  • Autorizações de rádios e escola de música para pesquisa
  • Desenhos das capas de discos bossa-novistas e tropicalistas analisados
  • Termo de autorização para publicação de teses e dissertações eletrô-
  • Parecer consubstanciado do CEP (Comitê de Ética em Pesquisa)
  • Formulário diagnóstico — modelo de coleta de dados da pesquisa
  • TCLE - Termo de Consentimento Livre e Esclarecido do Comitê

Um bom exemplo de mudanças paradigmáticas pode ser visto claramente nos desenhos das capas dos discos de Gilberto Gil (figura 83). Fontes: http://maxabelson.com/post/30599547/album-cover-13-gilberto-gil-frevo-rasgado http4.bp.blogspot.com-U6TFdkB0nkoT-1mr2vkwtIAAAAAAAAIpYeloTjcD4yFEs1600Gblogspot.com.jpg2gbdjpgpg2gbdpg2gbd2.com joT - 1meVcfiEIAAAAAAAAIpQD LlDczO_DkMs1600Gilespiritual.jpg . Fontes: http://themusicuniverse.com/wp-content/uploads/2013/02/sgt-pepper2.jpg http://ebay-venezuela.tumblr.com/post the-beatles-sgt-peppers-lhcl-eight- faixa http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-461966830-fita-k7-beatles-sgt-peppers-lonely-hearts-club-band-_JM http://www.examiner.com/article/beatles- cds remasterizados-atualizando-comparando-a-velha-e-a-nova-sgt-pepper-s-lonely-hearts-club-band.

Fontes: http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?id=294804 http://eagoraadoniran.blogspot.com.br/2011/12/era-noite-de-natal.html. Da simples embalagem ao conteúdo incongruente – com as habituais excepções que sempre confirmam a regra – a capa do disco ganhou vida nas mãos diligentes do filho deste agricultor. Fonte: http://softbrazilweb.com/2012/XXXnoomagXXX/index.php?option=com_content&view=article&id=333:noo-by-cafi-br&catid=36&Itemid=143&lang=br.

Cafi transformou algumas de suas fotografias em uma das capas de discos mais marcantes da história fonográfica brasileira.

Referências

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