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Ensaios FEE

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Academic year: 2023

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A esfera local, como portadora de benefícios económicos, assume portanto um novo significado para o capitalismo contemporâneo. Acentuaram-se as diferenças entre os países, bem como as diferentes formas de produção e gestão do trabalho nos diferentes segmentos de uma determinada estrutura produtiva.

Esta estratégia favoreceu a difusão da inovação nas cadeias produtivas dos países para onde esses investimentos foram direcionados (Omã, 1986). O PBDCT marca a primeira tentativa de organizar um sistema de pesquisa brasileiro e reforçou os aspectos institucionais (financiamento e prioridades) do sistema de inovação brasileiro.

3 Grandes empresas e estratégias territoriais

Apesar das diferentes consequências destes investimentos nas regiões em causa (que variam de acordo com as características de cada indivíduo e da região). Por outro lado, os efeitos do IDE na governação local também foram avaliados como modestos, dadas as frágeis sinergias entre empresas multinacionais .e a comunidade empresarial local mostram que o primeiro trabalha de forma independente.

4 A reconfiguração do trabalho na indústria brasileira

A contínua introdução de novas tecnologias - a promoção da automação e da robótica de base microelectrónica - e de novas formas de organização e gestão do processo de trabalho obrigam à consolidação de um novo perfil de trabalhadores, que não só exige o domínio de novas e complexas competências, mas acima de tudo vontade e capacidade de compreender o processo produtivo como um todo. As manifestações no mercado de trabalho são sensíveis, a começar pela mudança no nível de ocupação, uma vez que as novas tecnologias e as novas formas de gestão da produção são, em princípio, poupadoras de mão-de-obra.

5 Considerações finais

Em linhas gerais, as consequências desse processo de transformação em escala internacional podem ser observadas na reestruturação de grandes empresas que antes eram verticais e rígidas, que se tornaram organizações mais flexíveis e articuladas em redes, que formam cadeias produtivas globais e que influenciam o locais onde estão localizados e as relações de trabalho. A transnacionalização das cadeias produtivas traz novos desafios ao mundo do trabalho, tanto ao nível da organização do processo produtivo como do mercado de trabalho, alterando o nível e a qualidade do emprego.

Compréhension, innovation et systèmes de développement. http://www.valoronline.com.br/valornomico/285/primeirocaderno/opiniao>. MATTEACCIOLI, Andrée Les facteurs généraux de l'évolution économique contemporaine qui expliquent la dynamique de l'espace géographique : aulas do DEA Organisation et dynamique des espaces.

Cooperação interfirmas: a necessidade da construção de um “paradigma teórico”*

Resumo

Palavras-chave

1 Introdução

Assumindo que, além de essenciais, ambas as visões são complementares, este artigo é dedicado à cooperação como estratégia individual da empresa. Considera-se que dois conjuntos de questões devem ser abordados na análise da empresa cooperativa: eficiência e coordenação.

Deve ficar claro desde logo que o facto de privilegiar a cooperação como estratégia de uma empresa individual não significa desconsiderar a cooperação como rede. Por último, recorde-se que estes três tipos de cooperação estão entre os mais complexos que existem, tanto pelo seu potencial de inovação como pelas dificuldades de implementação dos seus contratos, por exemplo, pela elevada incerteza que caracteriza o acordo em o que acontece em muitos casos em que a inovação tecnológica é essencial.

3 Por que as firmas cooperam?

Portanto, construir uma visão empresarial baseada em capacidades dinâmicas requer a identificação dos alicerces sobre os quais podem ser construídas vantagens distintivas e difíceis de imitar. As competências e aptidões são, portanto, bens especiais porque devem ser construídas, pois não podem ser compradas.

4 A coordenação de arranjos cooperativos

A questão que se coloca aqui é: como é que todas estas questões afectam a extensão dos custos de transacção de um acordo cooperativo. Em termos teóricos, isso significa que, ao mesmo tempo em que utilizam elementos da abordagem dos Custos de Transação, esses autores a integram à Teoria dos Jogos.

Portanto, no caso deste esquema teórico, continua a aplicar-se o grau de substituição entre custos de transação e produção do modelo padrão de Williamson (1985). 30 No caso de Lundvall, em seu texto de 1993, a crítica à abordagem dos custos de transação fica clara no título do artigo.

Economia clássica e novo-clássica versus Keynes e pós-keynesianos: um debate

The purpose of the paper is to defend the argument that the controversy Keynes and post-Keynesian versus (neo)classical and new classical continues in ontology's preface, that is to say the convention about the nature of the economic system in analysis. From a more general point of view, all scientific methods predicate one ontology and therefore science must clearly include one ontology - inquiry into the nature of the object, for this we use the critical realism, school that exposes the specific ontology for the social rule. , which outlines its connection with Keynes and the post-Keynesian.

Classificação JEL: E12, B41

Although this obligation is not explicit, it comes from the way economic theory is formulated.

Introdução

No caso da economia, estas questões são ainda mais relevantes: se as tradições teóricas implicam um determinado método e formato para as leis científicas, então é porque se afirma, ainda que implicitamente, que o objecto tem certas propriedades pelas quais podem ser conhecidas. . da maneira necessária. No caso da economia, a ontologia implícita apoia construções teóricas em nome das quais as políticas são aplicadas, as instituições são reproduzidas, etc., com efeitos na vida económica e social.

O sistema econômico da Economia novo- -clássica

As distribuições de probabilidade do sistema económico são exógenas aos actores e têm “vida própria” em relação a eles. Consequentemente, uma característica fundamental da nova economia clássica, embora não explicitamente definida pelos seus criadores, é a representação do sistema económico subjacente às suas hipóteses, aos seus resultados e às suas consequências.

O realismo crítico e a crítica ontológica

Nas condições x, os agentes respondem necessariamente com y, o que implica um compromisso com a tese de que os sujeitos são processadores de estímulos, reproduzindo as regularidades empíricas que prevalecem no sistema económico. Porém, dada a complexidade do mundo social, a existência de múltiplas forças torna o mundo aberto, ou seja, sem resultados determinísticos, razão suficiente para rejeitar a existência de regularidades empíricas.

Os pós-keynesianos, Keynes e o realismo crítico

Pelo contrário, numa economia de produção monetária serve como reserva de valor, pelo facto de o futuro não poder ser previsto, ou seja, existe incerteza (irredutível ao risco). Se não há incerteza quanto ao futuro é porque é possível derivá-la a partir das distribuições de probabilidade dos acontecimentos atuais, o que implica uma economia estática, ou seja, com distribuições de probabilidade que não mudam ao longo do tempo.

Conclusão

Em particular, os pós-keynesianos consideram a possibilidade de várias taxas de desemprego associadas a vários estados de expectativas e preferências de liquidez. Jornal de Economia Pós-Keynesiana, vol. Resgatando a revolução keynesiana, In: LIMA, G. Macroeconomia do emprego e da renda: Keynes e o keynesianismo.

Economia política do moderno sistema mundial: as contribuições

The first objective is to present the main contributions of Wallerstein, Braudel and Arrighi to the formation of the World System Approach as a research program. The notion of the capitalist world system as the unit of analysis and the world economy and interstate system as basic elements of the world system are all Wallerstein's contributions (sections 2 and 3).

Classificação JEL: B25

A seção 2 apresenta a definição do sistema mundial como objeto de estudo da mudança social, tal como proposta originalmente por Wallerstein. A Parte 3 apresenta os principais conceitos adicionais que permitem a análise do funcionamento da economia mundial capitalista e do sistema interestatal, elementos que compõem o sistema mundial.

2 A definição do sistema mundial como uni- dade de análise: a primeira contribuição

Devido à sua auto-reprodução material e ampla cobertura espacial, este tipo de sistema social parece ser um “mundo” em si, no sentido de que é maior do que a jurisdição territorial do Estado-nação, daí o nome “sistema mundial”. ". .. É um “mundo” no sentido de que sua reprodução material é possibilitada dentro de seus próprios limites, mas no início de sua expansão, como no caso do capitalismo, era apenas um fragmento do universo ocupando parte do globo .

3 A economia-mundo capitalista e o sistema interestatal: a segunda contribuição

Uma economia mundial, pelo contrário, é constituída por uma divisão do trabalho integrada através do mercado e não por uma unidade política central. Segundo a definição do autor, o sistema mundial moderno é uma economia mundial capitalista combinada com vários estados-nação, que juntos formam o sistema intergovernamental.

A economia-mundo capitalista

Esta extensão da análise também se aplica à distribuição regional do produto gerado por esta divisão do trabalho. São necessários novos conceitos para dar mais substância à divisão social e axial do trabalho que domina a economia mundial capitalista, que são apresentados a seguir.

As cadeias de mercadorias

Temos assim uma noção de divisão social do trabalho que tem a ver não só com o seu carácter funcional, mas também com a sua dimensão espacial. O que é comumente chamado de mercantilismo, para Wallerstein (1979), foi o resultado da ação de capitalistas locais que utilizaram estruturas estatais para organizar o comércio de longa distância e, portanto, formaram uma divisão de trabalho entre diferentes regiões do mundo capitalista. economia, em expansão.

A relação centro-periferia

Centro e periferia deveriam ser vistos mais como conceitos da economia mundial capitalista do que como regiões geográficas, ou seja, só fazem sentido numa análise sistemática. Como processo da economia mundial capitalista, a divisão global do trabalho e a distribuição desigual dos excedentes geram atividades centrais e periféricas de acordo com a capacidade do capital e da aliança estatal de absorver os excedentes dos vários elos das cadeias comerciais, através da economia. e meios extra-econômicos.

A semiperiferia

O conceito centro-periferia explica a transferência dos lucros gerados pela produção de determinadas atividades para outras atividades que fazem parte da cadeia comercial e estão concentradas em uma determinada região. Os capitais empregam vários meios monopolistas, sejam económicos e/ou políticos, tais como o apoio do seu Estado nacional, para garantir a absorção da maior parte do valor gerado na cadeia comercial.

A troca desigual

A acumulação de capital

O sistema interestatal

O sistema de Estados-nação que opera na economia mundial capitalista também possui forças assimétricas, que permitem aos Estados-nação individuais utilizar mecanismos políticos, diplomáticos e militares para concentrar actividades centrais que fornecem a maior parte do excedente de produção mundial para conquistar o seu território. Os Estados com o poder de concentrar atividades centrais no seu território são também Estados com um forte equilíbrio de poder no sistema interestatal e influência na organização da economia mundial.

O imperialismo

Com uma maior concentração do excedente mundial dentro das suas fronteiras, o Estado-nação pode garantir a reprodução da sua burocracia e dos seus interesses políticos tributando uma parte do excedente internalizado. Portanto, as políticas estatais podem afetar a relação centro-periferia da economia mundial, mas a capacidade de um Estado individual é limitada pelo equilíbrio de forças do sistema interestatal, no qual, historicamente, há momentos de hegemonia de um Estado central. e, em outros, rivalidade e desacordo entre eles (Wallerstein, 1987, p. 554).

A hegemonia

Como esperado, quando o conceito Gramsciano de hegemonia é utilizado para as relações interestatais, a hegemonia de um Estado-nação deve garantir uma relação assimétrica entre centro e periferia, de tal forma que, por um lado, não haja desafios violentos, mesmo por parte dos rivais. do centro, nem dos Estados periféricos e, por outro lado, que existe uma perspectiva, real ou ilusória, de melhoria por parte dos seus membros na actual organização do sistema. O seu surgimento é geralmente precedido por guerras mundiais, e o seu declínio está geralmente associado ao aumento da luta de classes no seu interior, à difusão das suas vantagens técnicas e, por fim, ao aumento da rivalidade entre potências nacionais centrais e a uma disputa pela hegemonia.

A luta de classes

4 O esquema tripartido do sistema capitalista

Quando se trata de explicar o capitalismo histórico e o seu desenvolvimento diferenciado em diferentes regiões, a relação entre as estruturas da vida material, a “economia de mercado” e o capitalismo permite-nos conceptualizar as diferenças espaciais e históricas do capitalismo como modo de produção. Braudel percebeu que o capitalismo e a “economia de mercado” tiveram condições e formas diferentes ao longo da história do capitalismo histórico.

5 Os ciclos sistêmicos de acumulação

Para uma análise do capitalismo histórico é necessário incluir conceitos que iluminem as diferenças nas estruturas concretas do capitalismo. A sua contribuição para a abordagem do sistema mundial reside na análise da expansão do sistema capitalista, tanto num movimento de expansão horizontal de conquista de novos territórios e mercados como para colocá-lo sob o controle da camada capitalista e num movimento de integração vertical, dominando os demais níveis da vida econômica, mas com diferenças na articulação entre eles, permitindo as diferenças regionais e o caráter heterogêneo do capitalismo histórico.

Segundo Arrighi (1996), o conceito de ciclo de acumulação sistêmica é superior ao ciclo de Kondratieff na explicação da dinâmica do sistema mundial capitalista. O conceito de ciclo sistêmico de acumulação permitiu a Arrighi (1996) propor uma periodização do capitalismo histórico.

As contribuições de Braudel e Arrighi fortaleceram o potencial analítico e a coerência da abordagem dos sistemas mundiais, mas não resolveram a controvérsia. Por sua vez, Wallerstein (2001) argumenta que a abordagem dos sistemas mundiais modernos é uma análise do capitalismo histórico, com as suas múltiplas estruturas e relações ao longo do tempo, e não mais uma teoria do capitalismo como modo de produção.

Novos arranjos institucionais na renovação da política industrial brasileira*

The implementation of these new Guidelines required a new institutional environment; therefore, at the end of 2004, the National Congress approved the creation of the Brazilian Industrial Development Agency. The purpose of this article is to describe and analyze this process in the context of the theoretical trajectory involving industrial policy, the current economic conjuncture and the institutional challenges for new policies.

Classificação JEL: L98

With a hybrid legal nature and central coordinating functions, this institutional solution innovates compared to previous industrial policy experiences.

A política industrial, um tema aberto

Outra forma de compreender a política industrial é colocada por Chang (1994) em termos de “custos de transação” e “falhas de coordenação”. A definição de direitos de propriedade implica custos de transação; também o custo de obtenção de informações.

A política industrial brasileira

9 Desde a década de 1930, pode-se dizer que a orientação dominante da política industrial tem sido desenvolvimentista, nacionalista e principalmente estatal. Alguns instrumentos de política industrial utilizados no passado tornaram-se disfuncionais, especialmente aqueles relacionados com a protecção através da política comercial (tarifas e quotas) e uma forte integração atrasada, como alertou Nassif (2000).

A política industrial do Governo Lula

O foco da política industrial é criar condições para aumentar a competitividade sistémica, definida como o aumento da eficiência económica e a melhoria da concorrência no comércio internacional. No governo Collor, o eixo da política industrial passou definitivamente da preocupação com a expansão da capacidade produtiva para o tema da competitividade.

Inovação e desenvolvimento tecnológico

Inserção externa

Modernização industrial

Capacidade e escala produtiva

Opções estratégicas

Um novo arranjo institucional

A gestão dos instrumentos de política industrial sempre foi partilhada entre os diferentes ministérios de forma caótica e descoordenada. 31 Para aprofundar a análise institucional da formulação e implementação da política industrial nas décadas de 1980 e 1990, ver Guimarães (1996).

Criação da Agência Brasileira de Desenvolvi- mento Industrial (ABDI)

O contrato de gestão deverá conter as metas, objetivos, prazos e responsabilidades pela avaliação dos recursos públicos finalmente transferidos. Além disso, o decreto regulamentar prevê que o contrato de gestão explique os critérios objetivos de avaliação de desempenho a utilizar pelos órgãos de fiscalização e controlo.

Criação do Conselho Nacional de Desenvol- vimento Industrial

Recentemente, o próprio setor empresarial propôs a criação de um conselho para debater o desenvolvimento industrial (IEDI, 2000).37 O atual conselho está diretamente ligado à Presidência da República e é presidido pelo Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e tem a tarefa de propor políticas nacionais e medidas específicas destinadas a promover o desenvolvimento industrial do País. O regulamento interno do Conselho prevê reuniões bimestrais e afirma expressamente que cabe ao CNDI propor medidas para o desenvolvimento do país e monitorar e avaliar as Medidas PITCE.

Conclusões

A atual política industrial do governo Lula, anunciada em março de 2004, parece repetir diretrizes e instrumentos de outros planos da década de 90, com ênfase, por exemplo, no aumento da competitividade das empresas, no mercado externo ou na melhoria da qualidade do trabalho. poder, e não há nenhuma desvantagem nisso, muito pelo contrário. Além disso, a agência surgiu como parte de uma política industrial já concebida e formulada pelo governo em suas principais diretrizes e ações, ou seja, com foco estratégico já formulado.

Liberalização comercial e desigualdade salarial na indústria brasileira — 1981-02*

This work finds evidence that, since trade opening, there has been a reduction in industrial wage inequality and in the average real wage. Finally, it is possible to verify a statistically significant correlation between the reduction of wage inequality between skilled and unskilled workers and trade liberalization.

Classificação JEL: J31

Os dados abrangem o período 1981-2002 e são baseados em informações das PNADs do IBGE. Por fim, analisa-se o comportamento da desigualdade salarial entre trabalhadores qualificados e menos qualificados.

2 Aspectos teóricos e empíricos

Durante este período, houve um aumento da desigualdade salarial no Chile devido a uma diminuição dos preços relativos de produtos intensivos em mão de obra ou de setores com trabalhadores menos qualificados, o que, segundo os autores, revelou-se inconsistente com as previsões do Modelo HOS. Segundo os autores, o processo de abertura afetou o setor informal do país, que se expandiu nesse período, contribuindo para o aumento da desigualdade salarial observada.

3 Descrição dos dados

O nível de emprego da indústria de transformação em relação à PEA total diminuiu na década de 90 em relação à década de 80, e apresentou sinais de recuperação apenas em 1999. Participação do pessoal ocupado da indústria de transformação em relação à PEA total ocupada, e a taxa de desemprego no Brasil.

4 Evolução da desigualdade salarial

Como complemento à análise da desigualdade salarial, é possível obter o desvio padrão das diferenças salariais entre os ramos industriais, que proporciona a dispersão dos salários na indústria.6 Este indicador indica, conforme explicado no n. É agora necessário examinar se esta redução na desigualdade salarial esteve associada a uma redução na desigualdade entre trabalhadores mais qualificados e menos qualificados, bem como a sua associação com a liberalização do comércio.

5 Desigualdade educacional e liberalização comercial

Para as pessoas com diploma de ensino superior ou superior (nível 6), registou-se uma diminuição de 6,47%, com algumas oscilações ao longo do período. Esses resultados indicam uma redução da desigualdade entre o nível menos qualificado (nível 1) e os demais, conforme mostra o gráfico 4.

6 Considerações finais

A picture of wage inequality and the allocation of labor through a period of trade liberalization: the case of Brazil. Openness and wage equality in developing countries: The Latin American challenge to East Asian conventional wisdom.

O padrão de localização e de difusão da mão-de-obra na Região Sul

The results showed a concentration of the secondary and tertiary activities in the regions with greater population density. Moreover, it has been verified that the dynamism of the region leads in the secondary and tertiary activities with prominence for the trade and public sector.

Classificação JEL: O18, R10, R12

O objetivo deste artigo foi analisar a localização do trabalho manual nas atividades produtivas das regiões da região Sul do Brasil no período de 1991 a 2000. Assim, servirá de base para informações sobre a dinâmica econômica do emprego no país. região Sul do Brasil.

O instrumental e o quadro da análise

A variável que será utilizada no modelo de análise regional será a força de trabalho empregada nas atividades manufatureiras. Neste estudo, a força de trabalho empregada nas atividades industriais será utilizada como variável básica.

Referências

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