Quando são necessários comprimentos superiores a 12 metros, as estacas podem ser unidas para criar o comprimento desejado. As patologias em edifícios habitados por pessoas, como edifícios residenciais ou comerciais, destacam-se por tenderem a causar mais traumas devido ao seu uso e exposição ao público. A remediação destas patologias acarreta custos elevados, pois além dos custos diretos de reabilitação do edifício, como o reforço da estrutura e fundações, existem também custos indiretos resultantes de processos judiciais por parte dos proprietários, necessidade de encarceramento e despejo. com o consequente alojamento dos residentes dos edifícios incluídos em hotéis, etc.
As causas do recalque podem ser deficiências na interação entre solo e estrutura e/ou deformações do solo de suporte devido ao aumento de tensões causadas pela edificação ou por elementos externos. Falta de controle de qualidade durante a execução da fundação (controle executivo como remoção de rejeitos de estacas e testes de carga dinâmica e/ou estática). Falta de controle do desempenho das fundações através da realização de ensaios de carga e medições de recalques e células de carga durante o carregamento da obra.
Falta de base definitiva para análise de possível patologia, se necessário. Contratação de trabalhadores especializados, com experiência comprovada na realização de trabalhos similares e com equipamentos adequados aos serviços. Acompanhamento técnico sistemático por parte do empreiteiro, supervisores e engenheiros, além de engenheiro consultor de solos.
Apresentamos a seguir, em forma de tabelas, um checklist básico a ser utilizado em obras onde serão utilizadas estacas pré-fabricadas, os problemas de manejo mais comuns, suas prováveis causas e medidas a serem tomadas quando ocorrerem os problemas mencionados.
CONTROLE DE QUALIDADE – Check List
Cada segmento de estaca produzido pode ser previamente inspecionado visualmente por todas as partes envolvidas na execução da obra, ou seja, executor, projetista, gestor e cliente. Esta inspeção visual permite verificar antecipadamente todas as características geométricas de todas as estacas entregues ao projeto, permitindo que os envolvidos tomem medidas técnicas antes de instalar as estacas no subsolo e consequentemente utilizá-las como elementos de fundação.
INSPEÇÃO VISUAL
A inspeção visual de cada poste produzido também permite que eventuais problemas sejam claramente identificados e quantificados de acordo com determinados parâmetros de engenharia, permitindo que todas as partes envolvidas na execução da obra tomem as medidas técnicas adequadas antes da instalação subterrânea dos postes e, consequentemente, da sua utilização. como elementos de fundação. Este procedimento permite reconhecer irregularidades na mistura do concreto e identificar peças que estão internamente danificadas por trincas, falhas no concreto, entre outros. São aqueles que apresentam aberturas inferiores a 1 mm (Figura 2), num plano transversal ao eixo do pólo.
Como as fissuras tendem a fechar até os limites acima definidos, principalmente no caso de estacas protendidas, indicando que a armadura longitudinal não ultrapassou o estado elástico, geralmente segue-se a cravação de estacas. Neste caso as estacas deverão ser sempre rejeitadas, pois na maioria dos casos não suportarão a descida a que serão submetidas. Se ainda estiver no processo de cravação e cisalhamento, haverá uma tendência da trinca se espalhar por todo o comprimento do fuste da estaca à medida que os golpes do martelo são desferidos.
Este tipo de fissura é um indício de que a armadura longitudinal ultrapassou o estado elástico de deformação, pelo que as estacas armadas devem ser rejeitadas. Em estacas protendidas não é incomum que o procedimento adotado para a Classe 1 dê resultados satisfatórios e neste caso é aconselhável tentar adotá-lo. Obviamente, neste caso, trata-se de possíveis fissuras que podem surgir em um ou outro local ao longo do eixo.
São aquelas que apresentam aberturas superiores a 1 mm paralelas ao eixo longitudinal das estacas e, à semelhança do que foi descrito na classe 3, as estacas que apresentam tal problema devem, em última análise, ser rejeitadas. Se tais fissuras ocorrerem perto dos topos das estacas, durante o processo de cravação a seção danificada pode ser demolida, remontada e continuada. Neste caso, considera-se a ocorrência de pequenos defeitos localizados no concreto, pequenas partes superficiais que podem se desprender devido a possíveis impactos devido ao manuseio, entre outros aspectos.
Em geral, esse tipo de problema ocorre na superfície das estacas e sempre na parte superior, que fica exposta às intempéries após a concretagem. As fissuras ou fissuras de retração são quase sempre acompanhadas de elevado consumo de cimento e/ou deficiência no processo de cura. Raramente têm comprimento superior a alguns centímetros e 2 a 3 milímetros de profundidade, aparecendo sempre de forma desordenada na superfície das pilhas.
Neste caso, a armadura transversal (estribos) que fica muito próxima da superfície das estacas, eventualmente provoca fissuras ou mesmo fissuras, exatamente no local onde está instalada. Porém, neste caso, o aparecimento destas fissuras ou fissuras segue o mesmo espaçamento desta armadura.
QUEBRA DURANTE O PROCESSO DE CRAVAÇÃO
Em qualquer projeto cuja solução básica seja a adoção de estacas pré-moldadas de concreto, é esperado que algumas estacas quebrem durante o processo de cravação por impacto. Uma margem de quebra entre 2% e 5% é bastante razoável e representativa da maior parte do trabalho realizado. Quando a margem de quebra de estaca em um determinado projeto se aproxima de 5%, é prudente observar que ações imediatas devem ser tomadas para analisar suas possíveis causas.
Nestes casos, deverá ocorrer uma discussão conjunta no local entre o cliente, o executor e o projetista para a tomada de medidas corretivas imediatas. Pelo contrário, quando a margem de ruptura da estaca num determinado projeto se aproxima de 1%, certamente deve-se suspeitar que algo está errado com o controle que está sendo realizado em campo. Valores abaixo de 1% são diretamente proporcionais à probabilidade de surgirem problemas graves no futuro, problemas decorrentes da total falta de controle operacional durante a execução da obra, como a não detecção de que as estacas foram mal cravadas e até mesmo quebradas pilhas foram aceitas como satisfatórias.
Os problemas mais comuns observados na execução de estacas pré-moldadas estão relacionados à quebra de estacas e excentricidades acidentais.
Problemas Executivos e Prováveis Soluções
Cravar nos detritos do solo Continuar cravando para passar a camada e ganhar negativo d Existem estacas no mesmo bloco. Pisos com relaxamento Teste de carga dinâmica para verificar a capacidade de carga e acionar eventuais armaduras.
RESUMO COM ILUSTRAÇÕES