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gestão do conhecimento, desengajamento do

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Academic year: 2023

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A retirada do compartilhamento de conhecimento foi medida usando uma escala de três itens desenvolvida por Ford e Staples (2008). No que se refere às correlações dos construtos, os resultados mostraram significância positiva para a correlação entre estresse e descompromisso com o compartilhamento de conhecimento e para a correlação entre estresse e maturidade na gestão do conhecimento. No entanto, a relação entre interrupção do compartilhamento do conhecimento e maturidade na gestão do conhecimento não foi confirmada.

Gestão do Conhecimento

  • Avaliação da gestão do conhecimento
  • Detalhamento do modelo escolhido

O modelo de maturidade descreve, portanto, etapas identificáveis ​​no caminho para atingir a maturidade na gestão do conhecimento e ampliar suas perspectivas, levando em consideração as atividades de gestão do conhecimento e as boas práticas nos processos de gestão do conhecimento (JUMO, 2011). Vários modelos de avaliação e indicadores de gestão do conhecimento, bem como modelos de nível de maturidade em gestão do conhecimento podem ser encontrados na literatura. O Instrumento de Avaliação da Gestão do Conhecimento na Administração Pública (IAGCAP) é um modelo de maturidade em Gestão do Conhecimento (GC) baseado no modelo de GC para a administração pública brasileira (BATISTA, 2012) com o objetivo de identificar a) o nível de maturidade em GC em que a organização se encontra; b) apontar os pontos fortes e fracos para a institucionalização da GC; e c) determinar se a organização reúne as condições necessárias para implementar a GC e manter os resultados alcançados.

Figura 1: Modos de Conversão do Conhecimento
Figura 1: Modos de Conversão do Conhecimento

Desengajamento com o Compartilhamento do Conhecimento

Por fim, a dimensão 7.0, “Resultados da GC”, analisa o histórico da implantação da GC na organização; e usando indicadores para avaliar o impacto das iniciativas de GC nos resultados organizacionais. Além disso, verifica se a instituição obteve melhorias nos resultados relacionados à eficiência, qualidade, eficiência social, princípios constitucionais da administração pública (legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade) e desenvolvimento devido às contribuições da GC. Além disso, o resultado do estudo confirmou que as pessoas são mais propensas a abandonar o processo de compartilhamento de conhecimento do que retê-lo ou protegê-lo deliberadamente.

Estresse

  • Estresse Ocupacional
  • Eustres e Distress
  • Modelo Holístico do Estresse

O estresse ocupacional é resultado de uma capacidade inadequada de lidar com as fontes de estresse presentes nos contextos de trabalho, resultando em adoecimento mental, físico e organizacional (COOPER; WILLIAMS, 1991). Dessa forma, o modelo holístico de estresse (NELSON; SIMMONS, 2003; . SIMMONS; NELSON, 2007) complementa a compreensão da experiência individual de estresse no trabalho, pois inclui respostas positivas (eustress) ou negativas (eustress) ao trabalho demandas . Portanto, os fatores indutores de estresse raramente são entendidos como puramente positivos ou negativos.

Relação entre os construtos Gestão do Conhecimento, Desengajamento com o

  • Relação entre estresse e desengajamento com o compartilhamento do
  • Relação entre desengajamento com o compartilhamento do conhecimento e a
  • Relação entre estresse e a maturidade da gestão do conhecimento

Nesse sentido, o compartilhamento de conhecimento é frequentemente visto como uma ajuda interpessoal, que é descrita como um comportamento de cidadania organizacional interpessoal. O desligamento do compartilhamento do conhecimento é caracterizado por indivíduos quietos e distantes do ambiente de trabalho, ou seja, indivíduos com baixos níveis de energia, iniciativa, entusiasmo e esforço nas tarefas desempenhadas na organização. Ford, Myrden e Jones (2015) argumentaram em seus estudos que quanto mais envolvido o indivíduo está em seu trabalho, menos desengajamento com o compartilhamento de conhecimento ocorre, pois o envolvimento no trabalho afeta seu comportamento.

Modelo teórico para verificar a relação entre Gestão do Conhecimento,

CONTEXTO ORGANIZACIONAL

METODOLOGIA

Caracterização da pesquisa

  • Quanto aos Fins
  • Quanto aos Meios

População e Amostra

  • Sobre o Cálculo do Tamanho da Amostra

Chin (2010), tabelas de poder de regressão (COHEN, 1992) devem ser usadas para determinar o tamanho amostral mínimo necessário. Abaixo está a tabela de poder do teste para uma análise de regressão considerando um nível de significância de 5%, variando o número de variáveis ​​independentes e o tamanho do efeito. Como o número máximo de variáveis ​​independentes que aparecem no modelo hipotético é 2, o tamanho da amostra para este estudo deve estar entre 67 e 481 para testar as hipóteses com nível de significância de 5% com tamanho de efeito pelo menos igual à média.

Técnica de Coleta de Dados

  • Instrumento de Coleta de Dados
  • Pré-teste
  • Aplicação do Instrumento de Coleta de Dados
  • Técnica de Análise de Dados
    • Análise de Dados Faltantes e Outliers
    • Normalidade e Linearidade
    • Análise Descritiva Simples
    • Análise Bivariada
    • Análise Multivariada

De acordo com Hair, et al. 2009) é possível classificar quatro tipos de outliers, a saber: (1) erros na tabulação dos dados ou erros na codificação; (2) observações decorrentes de algum evento extraordinário; (3) observações incomuns para as quais o pesquisador não tem uma explicação; e (4) observações que estão na faixa usual de valores para cada variável, mas são únicas em sua combinação de valores entre as variáveis. Assim, observações com pontuações padronizadas fora da faixa de |3,29| outliers foram considerados (HAIR, et. al., 2009). Para comparar as variáveis ​​que caracterizam a amostra em relação ao nível de estresse, foram utilizados os testes qui-quadrado e qui-quadrado simulado (PATEFIELD, 1981).

Na comparação das variáveis ​​que caracterizam a amostra quanto ao nível de maturidade e liberação, foram utilizados os testes de Mann-Whitney (HOLLANDER; WOLFE, 2013) e Kruskal-Wallis (HOLLANDER; . WOLFE, 2013). Para comparar o nível de estresse em relação ao nível de maturidade e desengajamento, foi utilizado o teste de Mann-Whitney. Garante tal validade se a variância média extraída - AVE, que indica o percentual médio de variância compartilhada entre o construto latente e seus itens, for superior a 50% (HENSELES, et. al., 2009) ou 40% no caso de pesquisa exploratória (NUNNALY, et. al., 1994).

Para verificar a dimensionalidade dos constructos, foi utilizado o critério do fator de aceleração (AF) (RAÎCHE et. al., 2013), que determina o número de dimensões em relação ao número de fatores onde há uma queda brusca nos autovalores. A abordagem PLS é chamada de técnica de modelagem suave de demanda mínima, considerando escalas de medição, tamanho da amostra e distribuições residuais (MONECKE, et. al., 2012). Para validade discriminante, Fornell et. 1981), que fornece validade discriminante quando a variância extraída (AVE) de um construto não é menor que a variância compartilhada desse construto com outros.

De acordo com Haar et. 2009) SEM (Modelagem de Equações Estruturais) é uma continuação de algumas técnicas de análise multivariada, principalmente análise de regressão múltipla e análise fatorial.

RESULTADOS E ANÁLISES

Análise Descritiva

Essas práticas vão ao encontro de Batista (2012) e Valentim (2008), que destacam as pessoas e o capital intelectual como ponto fundamental da gestão do conhecimento; e ainda de. Essa é a dimensão que apresenta maior média de concordância entre as dimensões da maturidade da gestão do conhecimento. Com base nesses resultados, pode-se entender que a organização possui muitos pontos fortes nesse critério, e assim, segundo Batista (2012), contribui para o desempenho da Gestão do Conhecimento na organização, pois a tecnologia possibilita e acelera os processos de GC.

Já a dimensão “processo de conhecimento” apresentou o menor nível médio de concordância entre as dimensões analisadas da maturidade em gestão do conhecimento, ou seja, o nível de concordância foi de 3,70 com desvio padrão de 1,57. Dessa forma, os resultados analisados ​​podem ser preocupantes, visto que esses entendimentos são essenciais para práticas efetivas de gestão do conhecimento na organização. A pontuação total obtida foi igual a 170,37 ou 57,25% da pontuação total, o que significa que o nível de maturidade da instituição está no "nível de introdução", ou seja, práticas de Gestão do Conhecimento são observadas em algumas áreas da instituição, segundo Batista ( 2012).

Na tabela 6, a seguir, são apresentadas as análises descritivas das variáveis ​​dos construtos Desconectado do compartilhamento do conhecimento e estresse. Em relação ao construto Desengajamento com o Compartilhamento de Conhecimento, pode-se observar que houve uma tendência de concordância com o item DCC3, visto que o intervalo de boot foi estritamente maior que 4, mas vale ressaltar que o item DCC3 foi invertido, pois foi em contraste com os outros itens do construto. Esse resultado indica que existe um número significativo de pessoas na instituição que não estão envolvidas no compartilhamento do conhecimento.

Portanto, tendo o compartilhamento do conhecimento como um dos pilares da GC, Ford, Myrden e Jones (2015) apontam a importância de investigar os motivos da desistência com a.

Tabela 2: Análise descritiva das variáveis demográficas
Tabela 2: Análise descritiva das variáveis demográficas

Análise Bivariada

  • Relação entre cargo de chefia/coordenação e afastamento por motivo de saúde nos
  • Relação entre os indicadores (estresse, maturidade da GC e desengajamento com o
  • Comparação das variáveis caracterizadoras em relação ao estresse no trabalho
  • Comparação das variáveis caracterizadoras em relação ao Desengajamento com o
  • Comparação das variáveis caracterizadoras em relação a Maturidade da Gestão do
  • Relação entre os indicadores estresse, maturidade da gestão do conhecimento e

A comparação do Envolvimento com Compartilhamento do Conhecimento entre as variáveis ​​que caracterizam os indivíduos é apresentada na Tabela 9, levando em consideração a média de cada indivíduo nas três questões relacionadas ao Envolvimento. A Tabela 10 apresenta a comparação do nível de maturidade da Gestão do Conhecimento entre as variáveis ​​que caracterizam a amostra. No que diz respeito à associação da maturidade em gestão do conhecimento e o cargo que o respondente ocupa na organização, nota-se que os técnicos administrativos apresentaram uma média na maturidade em Gestão do Conhecimento significativamente inferior à dos docentes.

Hooffe e Hidder (2004) destacam que o envolvimento dos funcionários na organização influencia o compartilhamento do conhecimento, que por sua vez é fundamental para a eficácia da gestão do conhecimento. Em relação à relação entre afastamento por doença nos últimos seis meses e maturidade em gestão do conhecimento, observou-se que indivíduos que não tiveram afastamento por doença nos últimos seis meses apresentaram valor médio de maturidade em gestão do conhecimento significativamente maior do que indivíduos que estavam de licença. Isso compromete seu engajamento com outras pessoas e com a organização, afetando a gestão do conhecimento.

No que diz respeito à análise de indivíduos com estresse e à avaliação da maturidade da gestão do conhecimento (geral e por dimensões), ela pode estar relacionada ao domínio e, portanto, concorda com Harris (1970), Selye (1980) e Edwards e Cooper (1988), Edwards e Cooper (1988 ), Simmons (2000) e Nelson e Simmons, que enfatizam que o estresse não é absolutamente negativo, pois muda dependendo de como o estímulo é interpretado e percebido. Em relação aos indivíduos estressados ​​e à pontuação de Desengajamento do Compartilhamento de Conhecimento, a análise também mostra que indivíduos estressados ​​são, em média, mais desengajados no compartilhamento de conhecimento do que indivíduos não estressados. Dando continuidade às análises entre os indicadores, a tabela 12 apresentará as correlações de Spearman entre o descompromisso com o compartilhamento do conhecimento e a maturidade do conhecimento (avaliação geral e por dimensões).

Na perspectiva de que o compartilhamento do conhecimento é definido como um dos pilares da gestão do conhecimento (ALAVI.

Tabela  7:  Relação  entre  Cargo  de  chefia/coordenação  e  Afastamento  por  motivo  de  saúde nos últimos 6 meses
Tabela 7: Relação entre Cargo de chefia/coordenação e Afastamento por motivo de saúde nos últimos 6 meses

Análise Multivariada

  • Análise Fatorial Exploratória
  • Modelagem de Equações Estruturais
    • Modelo de Mensuração (Outer Model)
    • Modelo Estrutural (Inner Model)
    • Verificação das hipóteses

Em relação à variável endógena Maturidade em Gestão do Conhecimento, cabe destacar que variáveis ​​exógenas poderiam explicar 9,52% da Maturidade em Gestão do Conhecimento. Na análise da variável exógena Estresse, observa-se uma influência significativa (p-valor=0,000) e positiva (β do estresse na maturidade da gestão do conhecimento). , a maturidade endógena da gestão do conhecimento mostrou que não houve influência significativa ( p-valor = 0,138, β, o que significa que o resultado mostrou que não há relação entre os construtos.

Além de verificar as hipóteses propostas nesta pesquisa, também foi verificado o efeito mediador da Desconexão com o Compartilhamento do Conhecimento na relação entre a Escala de Estresse no Trabalho e a Gestão do Conhecimento. Assim, a Desconexão com o Compartilhamento do Conhecimento não teve efeito significativo na maturidade da Gestão do Conhecimento e o efeito do Estresse na Gestão do Conhecimento não diminuiu no modelo com Desconexão com o Compartilhamento do Conhecimento. Os resultados mostraram que houve influência significativa (p-valor=0,000) e positiva (β de Estresse na Desconexão com o Compartilhamento do Conhecimento).

A H2: O desengajamento com o compartilhamento do conhecimento está negativamente relacionado à Gestão do Conhecimento” não foi confirmada, pois os resultados mostraram p-valor=0,138 e β. Em relação ao terceiro objetivo específico, as análises indicaram que existem pessoas na instituição que não estão envolvidas no compartilhamento do conhecimento. Entretanto, a relação existente foi positiva, ou seja, quanto maior o nível de estresse, maior a maturidade da gestão do conhecimento.

Em resumo, o estudo mostrou que o estresse está intimamente relacionado ao desengajamento com compartilhamento de conhecimento e maturidade em GC. Fatores facilitadores e inibidores da implantação da gestão do conhecimento em uma associação profissional: o caso SAE Brasil. Trata-se de uma pesquisa científica cujo objetivo é "Descrever a relação entre os construtos gestão do conhecimento, desconexão com o compartilhamento do conhecimento e estresse em uma organização pública de ensino superior de Minas Gerais".

Tabela 13: Análise Fatorial Exploratória para os construtos de primeira ordem
Tabela 13: Análise Fatorial Exploratória para os construtos de primeira ordem

Imagem

Figura 1: Modos de Conversão do Conhecimento
Figura 2: Modelo Holístico de Estresse
Figura 3: Modelo Teórico das Relações
Tabela  1:  Tamanho  de  Amostra  para  Modelos  de  Regressão  com  nível  de  5%  de  significância
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Referências

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