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giselle dayane onofre - Univali

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Academic year: 2023

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CONCEITO

É interessante que a publicidade nos tempos modernos mantenha o mesmo carácter persuasivo que tinha entre os advogados e juízes na Grécia antiga (Gomes, 2003, p. 101). Como forma perfeita de comunicação persuasiva, a publicidade se apropriou de algumas das técnicas mais antigas de persuasão, como a propaganda, que era uma técnica anteriormente utilizada para glorificar o homem, as coisas que ele produz e até as coisas que consome, fazendo com que o homem se destaque na política, religião e até literatura.

HISTÓRICO – A PROPAGANDA ELEITORAL NO BRASIL

Após a guerra, a televisão tornou-se o principal meio de comunicação de massa e chegou ao Brasil em 1950. Entrando na era da mídia televisiva eletrônica, em 1951 foi criada a Escola de Propaganda no Museu de Arte de São Paulo, hoje ESPM, reconhecida pelo Conselho Federal de Educação como escola secundária e em 1978 tornou-se Escola Superior de Propaganda e Marketing.

PRINCÍPIOS DA PUBLICIDADE

  • P RINCÍPIO DA I DENTIFICAÇÃO (C LAREZA ) DA P UBLICIDADE
  • P RINCÍPIO DA V ERACIDADE
  • P RINCÍPIO DA CORREÇÃO , OU DA LEGALIDADE , OU DA NÃO - ABUSIVIDADE E
  • P RINCÍPIO I NVERSÃO DO Ô NUS DA P ROVA E P RINCÍPIO DA T RANSPARÊNCIA DA

A lei determina que tudo o que for anunciado e que desperte certo desejo no consumidor deve ser verdadeiro e não enganoso. Acima de tudo, o que é publicitado deve ser completo e correto para que não se caracterize como publicidade enganosa por omissão (Silva, 2003, p. 8).

TIPOS DE PUBLICIDADE

  • P UBLICIDADE DE P RODUTO , DE SERVIÇO E COMPARATIVA
  • P UBLICIDADE E NGANOSA
  • P UBLICIDADE A BUSIVA

Para efeitos da Lei de Defesa do Consumidor, basta que a publicidade enganosa induza o consumidor ao erro para caracterizá-la. Na caracterização da publicidade enganosa, a lesão ao consumidor é apenas um plus (com implicações próprias, sobretudo no âmbito penal).

DIFERENÇA ENTRE PROPAGANDA E PUBLICIDADE

O controle da publicidade abusiva é, na verdade, uma exigência constitucional, contida no artigo 220, inciso II e § 4º da Grande Lei. Se a publicidade não pode ser contida dentro dos limites de um sistema jurídico democrático, há algo de errado com a publicidade e não com o sistema jurídico. Com base nos princípios da publicidade, fica claro que ela é uma arma que tem o poder de influenciar pensamentos, valores, atitudes e modificar comportamentos.

Embora exista essa divergência quanto à função que as propagandas e os comerciais desempenham, é importante lembrar que os benefícios da publicidade não são apenas financeiros.

PROPAGANDA

PROPAGANDA NO DIREITO ELEITORAL

  • P ROPAGANDA P OLÍTICA E P ARTIDÁRIA
  • P ROPAGANDA E LEITORAL
  • P ROPAGANDA G OVERNAMENTAL

Acto de propaganda eleitoral é aquele que leva ao conhecimento público, ainda que de forma disfarçada, da candidatura, ainda que apenas postulada, da acção política que se pretende desenvolver ou das razões que levam a concluir que o beneficiário é o maior. capaz de exercer função pública. Em relação à legislação vigente e de acordo com a doutrina vigente, a propaganda eleitoral é classificada como Lícita ou Ilícita. A propaganda eleitoral ilegal deve ser aquela em que o pré-candidato atue como se fosse candidato, com o objetivo de influenciar diretamente a vontade do eleitorado por meio de ações que sirvam ao propósito de estabelecer sua imagem e sua atuação política em situação adequada, em tese, o que provoca um desequilíbrio no procedimento eleitoral em relação aos demais candidatos, que só poderão aceitar esse tipo de propaganda após as convenções.

A propaganda eleitoral irregular pode ser considerada aquela que a legislação eleitoral proíbe, restringe, limita, sem defini-la como crime eleitoral, pelo que está sempre sujeita a sanções administrativo-eleitorais.

PRINCÍPIOS DA PROPAGANDA POLÍTICA

  • P RINCÍPIO DA L EGALIDADE , DA LIBERDADE E DA RESPONSABILIDADE
  • P RINCÍPIO I GUALITÁRIO , DA DISPONIBILIDADE E DO CONTROLE JUDICIAL DA

As alegações eram no sentido de que o referido artigo viola as conquistas de liberdade garantidas pela Constituição de 1988, especialmente aquelas contidas em seu artigo 5º, ou seja, que trata de garantias e direitos fundamentais. O ministro relator propôs que o Art. 35 – A fosse declarado inconstitucional, autorizando assim a divulgação da pesquisa. No entanto, é proibida a colocação em propriedade privada de letreiros, cartazes ou outros tipos de propaganda eleitoral, em tamanho, características ou quantidade que possam configurar abuso de poder econômico (art. 10, § 1º, da resolução TSE nº.

Os partidos políticos têm total liberdade para escrever, na fachada de suas sedes e instalações, o nome que os indica (Art. 244, incisos I e II, da Lei Eleitoral, c/c Art. 8º, inciso I, do TSE Decisão nº.

ASPECTOS HISTÓRICOS

  • C ONSTITUIÇÃO I MPERIAL DE 1824
  • C ONSTITUIÇÃO R EPUBLICANA DE 1891
  • C ONSTITUIÇÃO DE 1934
  • C ONSTITUIÇÃO DE 1937
  • C ONSTITUIÇÃO DE 1946
  • C ONSTITUIÇÃO DE 1967 E 1969
  • C ONSTITUIÇÃO DE 1988

Previa que o poder legislativo seria exercido pelo Congresso Nacional, de forma bicameral, dividido em Câmara dos Deputados e Senado Federal (Moreira, 2002, p. 20). A Câmara dos Deputados será composta por representantes eleitos nos Estados e no Distrito Federal, por voto direto, para mandato de três anos (Moreira, 2002, p. 21). Também cabia ao Congresso regular de forma privada o processo eleitoral para cargos federais em todo o país (Moreira, 2002, p. 21).

O artigo 83 desta Constituição estipula a competência exclusiva da Justiça Eleitoral para preparar o processo eleitoral federal, estadual e municipal (Moreira, 2002, p. 23).

LEGISLAÇÃO ELEITORAL

  • C ÓDIGO E LEITORAL DE 1932
  • C ÓDIGO E LEITORAL DE 1935
  • C ÓDIGO E LEITORAL DE 1950
  • C ÓDIGO E LEITORAL DE 1965

O Ministério Público, incluindo o Ministério Público Estadual, não possuía capítulo próprio no Código, mas nele tinha aparição episódica. Os juízes ganharam competência parcial para a tomada de decisões em processos criminais eleitorais, decidindo num longo capítulo (artigos 49.º a 57.º), pela primeira vez, sobre o Ministério Público, proibindo o Procurador-Geral de atividades político-partidárias e até regulamentando amplamente a participação. do Ministério Público dos Estados em todas as fases do processo eleitoral. Os eleitores tiveram de requerer o registo, deixando de proceder ex officio, dedicando pela primeira vez um capítulo distinto à propaganda partidária, limitando ou garantindo o seu exercício, atribuindo aos juízes eleitorais plena competência nos processos criminais eleitorais, com excepção apenas à competência originária dos Tribunais .

Extinguiu o próprio capítulo do Ministério Público e utilizou-o apenas ocasionalmente e de forma assistemática, autorizou a aplicação supletiva ou complementar do Código de Processo Penal, mas omitiu-se sobre o Código Penal (Cândido, 2001, p. 36).

ORIGEM DA JUSTIÇA ELEITORAL

  • N O B RASIL : PERÍODO COLONIAL
  • P ERÍODO I MPERIAL
  • P ERÍODO R EPUBLICANO

Esta ligação entre política e religião só cessou com a entrada em vigor da constituição de 1891, que estabeleceu a separação entre Igreja e Estado. Reafirmado pela Constituição de 1934, que manteve o Tribunal Eleitoral, atribuindo competência exclusiva sobre o processo eleitoral ao Judiciário, bem como o poder de processar crimes eleitorais. Posteriormente, na constituição de 1937, foi extinta a Justiça Eleitoral, época em que foi criado o "Estado Novo", que tinha características ditatoriais.

As constituições de 1967, incluindo as suas diversas alterações constitucionais, e de 1988 mantiveram a estrutura básica da justiça eleitoral, reinstaurada com a constituição de 1946, com algumas diferenças na composição dos tribunais e nas suas competências.

OS PRIVILÉGIOS ELEITORAIS

Vale lembrar que o direito ao voto, instituição de grande importância em nosso ordenamento jurídico, vem para coibir irregularidades no processo eleitoral, mas o povo brasileiro também deixa hoje sinais arcaicos, onde o poder econômico fala mais alto em uma sociedade com tantos desigualdades questões sociais que de alguma forma influenciam as eleições causando concorrência desleal nas disputas políticas. A imunidade parlamentar surgiu com o “Alvará Régio”, no dia 26 de fevereiro, onde os vereadores das câmaras foram salvaguardados contra qualquer arbitrariedade, uma vez que não poderiam mais ser presos e processados ​​no exercício do mandato que lhes foi conferido pelo povo através. , que tal imunidade já tinha precedente à luz de uma representação do Ouvidor-Geral da Capitania de São Paulo no ano de 1728, na qual relatou o incidente ocorrido durante as cerimônias de Corpus Christi, quando o padre enviou o sacristão alertar os vereadores que as cadeiras que sempre lhes foram reservadas não ficariam mais vagas, mas os vereadores permaneceram firmes em não perder esse privilégio.

Pareceu-me que lhe diria que o lugar onde estava a sede da câmara, e em cuja posse se pretendia que fosse guardada, é digno, pois em muitas catedrais deste reino tem lugar não só no transepto, mas também dentro. o chapéu principal, sobre o qual você avisa, para que você entenda.

DIREITO ELEITORAL – CONCEITO

Ao mesmo tempo, vale ressaltar que tais privilégios daquela época ainda existem hoje, mas vários outros surgiram, entre os quais podemos destacar: demissão, direito a cela especial, auxílio financeiro, resposta a processos judiciais, entre outras coisas, que com certeza será preservado mais prazo. Pode-se dizer que o direito eleitoral é um ramo do direito público que trata das instituições relativas aos direitos políticos e às eleições, em todas as suas fases, como forma de escolha dos titulares dos mandatos eleitorais e das instituições do Estado (Cândido, 2001, p. 97 ). O direito eleitoral como sistema de normas de direito público que regula os direitos e deveres dos cidadãos de participarem na formação de um governo constitucional (Costa apud Pimenta, 2002, p. 98).

COMPETÊNCIA

As atribuições da Justiça Eleitoral estão previstas na Constituição de 1988, no Código Eleitoral e em outros documentos legais. A Constituição de 1988, em seu artigo 121, é categórica ao conceder a lei complementar para dispor sobre a organização e competência dos tribunais, juízes e juntas eleitorais, esta lei é complementar ao Código Eleitoral que está incorporado em muitos artigos pela Constituição é . Portanto, o Código Eleitoral determina os poderes dos juízes eleitorais no artigo 35; dos Conselhos Eleitorais nos artigos e 196; dos tribunais regionais eleitorais com jurisdição nos termos dos artigos 29 e 30; e o Tribunal Superior Eleitoral é responsável pelos artigos 22 e 23.

E assim se estabelecem as competências da Justiça Eleitoral, com base na questão eleitoral essencial, incluindo a Lei Penal Eleitoral.

HISTÓRICO DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL

O plenário do Supremo Tribunal Federal manteve a lei por unanimidade e declarou inconstitucional apenas o artigo 35 A, parte que limita a divulgação de pesquisas eleitorais na mídia. A segunda alegação era o incumprimento do artigo 16.º - A lei que altera o procedimento eleitoral entrará em vigor na data da sua publicação e não se aplicará às eleições realizadas até um ano após a sua promulgação. Com caráter meramente informativo, uma vez que o objetivo do trabalho não é ingressar na esfera dos crimes eleitorais, eles estão divididos da seguinte forma: Propaganda através de alto-falantes (artigo 322), Divulgação de fatos falsos (artigo 323), Calúnia eleitoral (artigo 322) . Artigo 324.º), difamação eleitoral (artigo 325.º), injúria eleitoral (artigo 326.º), graffiti em locais públicos (artigo 328.º), colagem de cartazes em locais públicos (artigo 329.º), destruição de propaganda ilegal (artigo 329.º). 331), impedir a propaganda legal (artigo 332), a colocação de faias em locais públicos (artigo 333), a solicitação comercial de eleitores (artigo 334), a propaganda em língua estrangeira (artigo 335) e a participação de estrangeiros em actividades. eleição (art. 337).

A atual Lei Eleitoral, que data de 1965, na quinta parte do Título II, foi a primeira a tratar separadamente a propaganda partidária, limitada a apenas quinze artigos, variando dos artigos 240 a 251.

MINIRREFORMA ELEITORAL – LEI 11.300/2006

  • R ESPONSABILIDADE S OLIDÁRIA
  • C ONTA DE C AMPANHA
  • D AS D OAÇÕES
  • D OAÇÕES FEITAS POR C ANDIDATOS
  • D IVULGAÇÃO DAS C ONTAS PELA I NTERNET
  • R EGISTRO DOS G ASTOS E LEITORAIS
  • C OIBIÇÃO DE I RREGULARIDADE
  • P ESQUISAS E LEITORAIS
  • B OCA DE U RNA E D ISTRIBUIÇÃO DE B RINDES
  • S HOWMÍCIOS E O UTDOORS
  • P ROPAGANDA NA I MPRENSA
  • P ROGRAMA APRESENTADO OU COMENTADO POR CANDIDATO
  • D OAÇÃO DE BENS E VALORES PELA A DMINISTRAÇÃO P ÚBLICA
  • B ENS P ARTICULARES (P LACAS , F AIXAS , C ARTAZES E P INTURAS )
  • B ENS P ÚBLICOS DE U SO C OMUM
  • P ROPAGANDA NA I NTERNET
  • P ROPAGANDA NA I MPRENSA
  • N O D IA DA E LEIÇÃO

A Lei 11.300/06 proíbe expressamente a publicidade eleitoral por meio de outdoors, exigindo que a empresa responsável, os partidos políticos, as coligações e os candidatos retirem imediatamente a publicidade indevida e paguem multa. Nesse caso, a comprovada circulação de veículos coletores de lixo no município indica o conhecimento prévio do candidato que se aproveita de propaganda eleitoral (TSE/SC - O § 14 da Decisão TSE nº permite até o dia anterior à eleição, o a distribuição é paga na imprensa escrita para propaganda eleitoral.

A Internet, independentemente da difusão de propaganda eleitoral gratuita, desde que previamente submetida ao tribunal eleitoral.

RESOLUÇÃO DO TSE Nº 22.261/2006

CRIMES ELEITORAIS

A atuação da Justiça Eleitoral se destacou nas últimas eleições, especialmente no combate à propaganda eleitoral irregular. Isto apenas confirma a importância do tema, pois o seu objectivo é influenciar os eleitores e fazê-los votar em determinados candidatos. Se observarmos a atuação da Justiça Eleitoral nas últimas eleições municipais e federais, podemos ver avanços na contenção de irregularidades e na moralização das eleições. Prova disso é a edição da lei 11.300 de 10 de maio de 2006 e, consequentemente, a resolução do TSE. Não. Ambas as leis regulam detalhadamente a propaganda eleitoral. Note-se que o presente trabalho não pretende esgotar o tema, mas apenas enfatizar o uso da propaganda eleitoral baseada na lei eleitoral.

Dispõe sobre a propaganda eleitoral e as condutas vedadas aos agentes públicos durante campanhas eleitorais em eleições.

Referências

Documentos relacionados

1.829, I, do Código Civil de 2002, relativamente à concorrência dos descendentes com o cônjuge sobrevivente casado sob o regime da comunhão parcial de bens, deve ser