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Grupo = BV

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Academic year: 2023

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Compare o tempo total de sono de bebês cegos e com visão parcial com o tempo total de sono de bebês com visão. Compare o tempo de sono diurno de bebês cegos e amblíopes com o tempo de sono diurno de bebês com visão. Analisar o momento e o padrão do sono noturno em bebês cegos e amblíopes, comparando-os com o grupo de bebês videntes.

CRONOBIOLOGIA

  • Desvendando um caminho
  • A Luz
  • O Despontar da Cronobiologia
  • Explicitando Alguns Conceitos em Cronobiologia
  • Influência da Luz nos Organismos Vivos

A troca que se cria entre os diferentes sistemas sensoriais é sempre desenvolvida no sentido de um maior aprimoramento cognitivo. Segundo estas teorias, o desaparecimento de uma função perceptiva, ou seja, a disfunção de um sistema sensorial, foi compensado pela intensificação funcional de outros sistemas. Ritmos ultradianos são ritmos que completam mais de um ciclo em um período de aproximadamente 24 horas, como frequência cardíaca, respiração, entre outros.

O SISTEMA CIRCADIANO

  • Estruturas Cerebrais Relacionadas ao Sistema Circadiano
  • O Ritmo Circadiano e a Privação Visual
  • Moduladores Periféricos
  • O ritmo Circadiano no Bebê

Em seus estudos, eles também observaram que os neurônios do núcleo supraquiasmático são marca-passos individuais que oscilam de forma síncrona. As células do núcleo supraquiasmático são muito mais sensíveis à luz do que as células fotorreceptoras da retina. Em humanos, oscilações do núcleo supraquiasmático ainda imaturo foram detectadas na décima oitava semana de gestação.

A VISÃO

  • Visão e Luz
  • O Surgimento do Sistema Visual
  • Visão e Percepção: Desenvolvimento perceptivo visual nos
  • Visão e Tato
  • Visão e Audição
  • Visão e Atenção

As poucas conexões sinápticas presentes no córtex visual do bebê por volta do nascimento aumentam gradualmente à medida que o funcionamento do sistema visual é intensificado. Portanto, a rede de conexões sinápticas no sistema visual do bebê não só já aumentou enormemente três meses após o nascimento, mas continuará a aumentar muito rapidamente nos próximos anos. Aos quatro meses de idade, a capacidade de um bebê de distinguir cores se assemelha à de um adulto.

O SONO

  • Características do Sono nos Recém-nascidos
  • Sono e Desenvolvimento Cerebral
  • Tipo de Pesquisa
  • Amostra
  • Critérios de Seleção de Sujeitos
  • Coleta de Dados
  • Tratamento de Dados
    • Análises Qualitativas
    • Análises Estatísticas
  • Limitações do Método

O estado de sono ativo, que ocupa cerca de metade do tempo total de sono do bebé e do qual surgirá mais tarde o sono REM, e o estado de silêncio, que ocupa 35% a 45% do tempo total de sono, que dará origem a dar para o sono não-Rem. O sono de um recém-nascido geralmente começa com um período de sono ativo, ao contrário de um adulto, cujo sono começa com um período de sono lento ou com uma fase de sono não REM. A fase do Sono Silencioso é caracterizada por olhos fechados e sem movimentos oculares rápidos, sem movimentos corporais, respiração regular e/ou reações de susto.

A partir dessa idade até um ano de idade, os padrões de sono do bebê podem ser influenciados pelo ambiente. Nesse momento já é possível observar que o bebê tem um ritmo circadiano de sono e vigília sincronizado com o ciclo claro/escuro (ibidem). Aos trinta e três meses de idade, essas crianças dormem cerca de 11 horas e 48 minutos do tempo total de sono em um período de 24 horas.

Portanto, observa-se uma diminuição progressiva do tempo total de sono do bebê à medida que a idade do bebê avança. Destes períodos, o sono vespertino é o último a desaparecer, mas não há aumento do sono noturno devido ao desaparecimento do sono diurno. A abundância de sono durante o período de maturação cerebral indica que o sono é um fator chave no desenvolvimento psicofísico do bebê.

Esses estudos mostram as alterações que ocorrem no desenvolvimento do núcleo geniculado lateral e no córtex visual durante o estado de sono e a perda de sono resultante da privação do sono REM e da eliminação das ondas do genículo occipital pontino (PGO).

RESULTADOS

Resultados da Análise Qualitativa

  • Variável Gênero
  • Variável Idade Gestacional (IG): Nascimento a
  • Variável Idade Gestacional e Gênero
  • Variável Amamentação
  • Variáveis Amamentação e Idade Gestacional (IG)

Verificou-se que o maior percentual de lactentes com IC entre 25 e 36 meses estava representado no grupo C, correspondendo a 35% (08) do total; o maior percentual de lactentes com IC entre 13 e 24 meses foi representado no grupo V, correspondendo a 43% (10) do total. Em termos de idade gestacional e variáveis ​​de sexo, constatou-se que o maior percentual de bebês nascidos prematuros (20% (13)) era do sexo feminino e que o maior percentual de bebês nascidos a termo (41% (26) era do sexo masculino. no sexo masculino, o maior percentual de prematuros (22% (04)) foi representado no grupo BV e o menor percentual de prematuros (00% (00)) foi representado no grupo V.

A maior taxa de bebês nascidos a termo do sexo masculino 56% (13) foi representada no grupo V e a menor taxa de bebês nascidos a termo do sexo masculino 22% (05) foi representada no grupo C. Verificou-se que a maior taxa de bebês nascidos a termo 22% (05) foi representada no grupo C. de prematuridade 30% (07) foi representado no grupo C e o menor índice de prematuridade 09% (02) foi representado no grupo V. Em relação à variável “amamentação”, constatou-se que 83% (53) dos bebês foram amamentados , e 17% (11) dos lactentes não foram amamentados.

O Grupo V apresentou o maior percentual de bebês amamentados, representando 91% (21) do total, e o Grupo C apresentou o menor percentual de bebês amamentados, representando 74% (17) do total. Verificou-se também que o maior percentual de bebês não amamentados foi encontrado no grupo C, com 26% (06) do total; e o menor percentual de bebês que não foram amamentados foi encontrado no grupo V, representando 09% (02) do total. No que diz respeito às variáveis ​​amamentação e idade gestacional, 63% (40) dos bebês amamentados nasceram a termo e 20% (13) dos bebês amamentados nasceram prematuros.

O grupo BV apresentou o maior percentual de prematuros amamentados, representando 33% (06) do total, e o grupo V apresentou o maior percentual de bebês a termo amamentados, representando o total.

Tabela 02: BEBÊS PRÉ-TERMO E A TERMO CATEGORIZADOS POR GRUPO
Tabela 02: BEBÊS PRÉ-TERMO E A TERMO CATEGORIZADOS POR GRUPO

A Luminosidade e sua Relação com o Sono

  • Luminosidade no ambiente de Sono Diurno do Bebê
  • Luminosidade no Ambiente de Sono Noturno do
  • Influência da Luz no Sono do Bebê

Quanto à variável luminosidade no ambiente de sono diurno, constatou-se que 44% (28) dos bebês dormiam em ambiente claro durante o dia. Foi denominado “iluminado” o ambiente em que se utilizou a luminosidade artificial normal do quarto, sem qualquer interrupção luminosa que seria característica da baixa luminosidade durante o sono noturno. Chamava-se “baixo brilho” a existência de uma luz fraca no ambiente de sono noturno do bebê, como um abajur, por exemplo.

Quanto à variável luminosidade no ambiente de sono noturno do bebê, nos resultados obtidos observou-se que 80% (51) dos bebês dormiram a noite em ambiente “escuro”, enquanto 20% (13) dos bebês dormiram a noite dormir. noite de sono em ambiente escuro e com “baixa luminosidade” e nenhum bebê dormiu em ambiente “iluminado” à noite. Foi considerado “melhor período de sono” aquele período em que o bebê dormia mais profundamente e por mais tempo, seja durante o dia ou à noite. Em relação à variável melhor período de sono, constatou-se que 53% (34) dos bebês dormiam mais profundamente e por mais tempo durante o período de sono noturno;.

9% (06) dos bebês dormiram mais e mais profundamente durante o período de sono diurno e 38% (24) dos bebês foram indiferentes, ou seja, dormiram bem tanto no período de sono diurno quanto no período de sono noturno. O grupo BV teve o maior índice de bebês 56% (10), que dormiram melhor no período de sono noturno, 33% (06) dos bebês demonstraram indiferença quanto ao melhor período de sono e 11% (02) dormiram melhor durante o sono. período de sono diurno. Nesse contexto, a influência da luz foi definida como a resposta do bebê à presença de luz no ambiente noturno do sono.

Acredita-se que a luz não interferiu no sono do bebê, conforme relatos das mães e/ou responsáveis, em que o bebê não apresentou reação quando a luz foi acesa em seu ambiente noturno enquanto dormia.

TABELA 08: LUZ E AMBIENTE DE SONO NO GRUPO BV  Ambientes de sono
TABELA 08: LUZ E AMBIENTE DE SONO NO GRUPO BV Ambientes de sono

Variável Ciclo Sono/Vigília do Bebê num período de 24 horas

  • Ciclo Sono/Vigília no Bebê de 0 a 6 Meses
  • Ciclo Sono/Vigília no Bebê de 7 a 12 Meses
  • Ciclo Sono/Vigília no Bebê de 13 a 24 Meses
  • Ciclo Sono/Vigília no Bebê de 25 a 36 Meses

Tempo Total de Sono (TTS): soma de todos os períodos de sono do bebê, ou seja, diurno e noturno, em um período de 24 horas. Despertar Noturno (ND) qualquer estado de vigília durante o sono noturno, como acordar para comer. Início do Sono Noturno (ISN) momento em que o bebê adormeceu, iniciando seu período de sono noturno.

A Figura 6.1 apresenta a distribuição das médias obtidas nos tempos de sono por grupo de bebês de 0 a 6 meses de acordo com o tempo de sono em TTS, SN e SD. A Figura 6.2 apresenta a distribuição das médias obtidas nos tempos de sono por grupo de bebês de 7 a 12 meses de acordo com o tempo de sono em TTS, SN e SD. A Figura 6.3 apresenta a distribuição das médias obtidas nos tempos de sono por grupo de bebês de 13 a 24 meses, segundo tempo de sono em TTS, SN e SD.

A Figura 6.4 representa a distribuição das médias obtidas nos tempos de sono pelos grupos de lactentes dos 25 aos 36 meses, tendo em conta o tempo de sono em TTS, SN e SD. A Figura 6.5 representa a distribuição das médias obtidas nos tempos de sono pelos grupos de bebés dos 37 aos 48 meses, tendo em conta o tempo de sono em TTS, SN e SD. O grupo BV manteve em média 195 minutos de sono diurno enquanto o grupo V não apresentou SD.

A Figura 6.6 representa a distribuição das médias obtidas nos tempos de sono pelos grupos de bebés dos 37 aos 48 meses, tendo em conta o tempo de sono em TTS, SN e SD.

Figura 6.1: Média e diferença em Percentual dos tempos de sono obtidos nos três grupos de bebês  de 0 a 6 meses, considerando o Grupo V (Videntes), como grupo controle e estabelecida a diferença  em percentual para + ou para – no grupo C (Cegos) e no grupo
Figura 6.1: Média e diferença em Percentual dos tempos de sono obtidos nos três grupos de bebês de 0 a 6 meses, considerando o Grupo V (Videntes), como grupo controle e estabelecida a diferença em percentual para + ou para – no grupo C (Cegos) e no grupo

Resultados da Análise Estatística

  • Influência da luminosidade nas variáveis início da

A influência da luz nas variáveis: Tempo Total de Sono (TTS), Tempo de Sono Diurno (SD) e Tempo de Sono Noturno (NS). Não foi observada dependência significativa do tempo total de sono (TTS) com a idade para o grupo cego (Tabela 17 e Figura 6.11). Resultado da análise de regressão linear entre o tempo total de sono (TTS) e a idade do grupo com deficiência visual.

Resultado da análise de regressão linear entre tempo total de sono (TTS) e idade para o grupo vidente. Resultado da análise de regressão linear entre tempo total de sono (TTS) e idade do grupo cego. Porém, a redução do sono diurno observada no grupo C não significa falta de sono no período de luz.

Os dados obtidos indicam que o tempo de sono diurno dos bebês do grupo com deficiência visual não apresentou diferença significativa em relação ao grupo cego e nem em relação ao grupo vidente. Os resultados obtidos não indicaram diferenças no tempo de sono noturno entre os grupos de lactentes. Essa mesma independência do ciclo sono/vigília em função da luz externa para o grupo de bebês cegos pode explicar o fato de o início do sono noturno ocorrer mais tarde para esses bebês em comparação aos videntes.

Numa análise de regressão linear simples, foi observada uma diminuição no tempo total de sono em função da idade em crianças com baixa visão e uma diminuição marginalmente significativa em crianças com visão subnormal.

Figura 6.8: Diagramas em caixa das variáveis tempo total de sono (em cima), sono noturno  (meio) e sono diurno (embaixo) para os três grupos de bebês: vidente (V), baixa-visão (BV)  e cego (C)
Figura 6.8: Diagramas em caixa das variáveis tempo total de sono (em cima), sono noturno (meio) e sono diurno (embaixo) para os três grupos de bebês: vidente (V), baixa-visão (BV) e cego (C)

Considerações Finais

Nessa tentativa, porém, a arquitetura do sono fica desorganizada, revelando um padrão diferente dos bebês dos demais grupos. Novos estudos e uma ampliação das amostras de cada grupo, abrangendo de forma mais uniforme a faixa etária de interesse, são necessários para confirmar as novas hipóteses geradas neste trabalho.

CONCLUSÕES

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Tabela 03: VARIÁVEL IDADE CRONOLÓGICA (IC) NOS GRUPOS DE BEBÊS
Tabela 02: BEBÊS PRÉ-TERMO E A TERMO CATEGORIZADOS POR GRUPO
Tabela 04: VARIÁVEL IDADE GESTACIONAL (IG) E GÊNERO NOS GRUPOS DE BEBÊS
Tabela 05: VARIÁVEL AMAMENTAÇÃO NOS GRUPOS DE BEBÊS
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Referências

Documentos relacionados

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