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Indústria de Pranchas de

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Academic year: 2023

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Assim, o problema da pesquisa é a falta de informações sobre a estrutura e o nível atual de desempenho ambiental da cadeia produtiva do surf no município de Florianópolis. Portanto, o objetivo é avaliar o desempenho ambiental da Cadeia Produtiva de Pranchas de Surf em Florianópolis – SC.

C ONTEXTUALIZAÇÃO DO T EMA

É importante destacar os detalhes a respeito dos atores que o compõem e como eles se estruturam em relação às etapas do processo de produção da prancha de surf. Com base no problema de investigação definido, as questões de investigação são formuladas da seguinte forma: quem são os atores que compõem a indústria das pranchas de surf.

O BJETIVOS

OBJETIVO GERAL

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

J USTIFICATIVA DO T RABALHO

Neste caso, este trabalho aborda os impactos da introdução da indústria de pranchas de surf em Florianópolis do ponto de vista da sustentabilidade e do desempenho ambiental. Afinal, a cadeia produtiva da indústria de pranchas de surf é responsável por efeitos positivos como renda e lazer que proporcionam qualidade de vida aos moradores e turistas.

D ELIMITAÇÃO DO T RABALHO

E STRUTURA DO T RABALHO

O quarto capítulo inclui a apresentação dos resultados obtidos com a aplicação dos instrumentos de pesquisa, bem como a análise dos dados. Os tópicos são subdivididos e organizados para construir um quadro lógico para o desenvolvimento analítico proposto.

S USTENTABILIDADE

Destacam-se dois autores que estruturaram a visão mais difundida sobre a compreensão da sustentabilidade na atualidade, John Elkington e Ignacy Sachs. Maneiras de explicar e estruturar a teoria da sustentabilidade através de dimensões permanecerão abertas à investigação.

Figura 1 – Triple Botton Line
Figura 1 – Triple Botton Line

D IMENSÃO A MBIENTAL

A percepção da dimensão ambiental pelas organizações, não apenas como uma necessidade de alinhamento às diretrizes regulatórias, tornou-se necessária diante da pressão exercida pela sociedade, e a percepção de suas imagens diante de um público que atua ecologicamente correto afirma, como os autores explicam no próximo item. Até o final da década de 1990, a prática cada vez mais aceita era considerar a dimensão social e a dimensão ambiental simultaneamente, em um relatório combinado com os relatórios financeiros tradicionais (HAHN; KUHNEN, 2013).

A VALIAÇÃO DE D ESEMPENHO A MBIENTAL

PRODUÇÃO MAIS LIMPA

Os resíduos que não possam ser evitados deverão, se possível, ser reintegrados no processo produtivo da empresa (nível 2). Caso isso não seja possível, podem ser utilizadas medidas de reciclagem fora da empresa (nível 3) (MOLINARI; QUELHAS; NASCIMENTO FILHO, 2013).

MÉTODO GAIA

Tabela 3 – Exemplos de perguntas do Checklist de Sustentabilidade Empresarial CRITÉRIO 3 - USO DE PRODUTOS/SERVIÇOS SIM NÃO N/A. O resultado do cálculo determina a classificação da sustentabilidade empresarial, segundo cinco cores, conforme tabela 5.

GESTÃO DE RISCO

Nesse sentido, destaca a matriz de Leopold, desenvolvida para o Serviço Geológico do Departamento do Interior dos EUA em 1972, que relaciona cem ações do projeto a 88 fatores ambientais (do ambiente social e natural), contabilizando 8.800 interseções possíveis. Ainda segundo Pimentel e Pires (1992), foram criados desenvolvimentos deste tipo de matriz (matriz de interação) para verificar os efeitos secundários e as interdependências entre os fatores ambientais.

C ADEIA P RODUTIVA E P ROCESSOS DA I NDÚSTRIA DE P RANCHAS DE S URFE

  • BREVE HISTÓRICO DO SURFE E DAS PRANCHAS DE SURFE
  • PROCESSO DE PRODUÇÃO DE PRANCHAS DE SURFE
  • PRINCIPAIS IMPACTOS NEGATIVOS
    • Impactos Negativos para o Homem
    • Impactos Negativos para o Ar
    • Impactos Negativos para a Água
    • Impactos Negativos para a Solo
  • MELHORES PRÁTICAS para produção de pranchas de surfe

Este trabalho inclui uma avaliação do ciclo de vida (ACV) para determinar as emissões provenientes da fabricação de pranchas de madeira e compará-las com as de poliuretano. O trabalho analisa a produção de placas sob a perspectiva da implantação de um Sistema de Gestão Ambiental.

Figura 5 – Fluxo de Processos, Entradas e Saídas
Figura 5 – Fluxo de Processos, Entradas e Saídas

L EGISLAÇÃO A MBIENTAL

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA

II - Licença de Instalação (LI) - autoriza a instalação do negócio ou atividade de acordo com as especificações dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo medidas de controle ambiental e outras condições que constituam motivo determinante; III - Licença de Funcionamento (LO) - autoriza o funcionamento da atividade ou empresa, após verificação do efetivo cumprimento do disposto nas licenças anteriores, com providências de acordo com Portanto, é necessário buscar normas que regulem as condições, restrições e ambientais medidas de controle utilizadas pelos órgãos emissores da Autorização de Funcionamento (LO), pois a investigação ocorre com empresas que já estão em operação.

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Gestão de Resíduos Sólidos – PGRS, que deverá ser avaliada e estará sujeita à aprovação do órgão ambiental estadual. Os 1º planos de gerenciamento de resíduos sólidos deverão prever a alternativa de disposição final em consórcio ou em centros integrados de tratamento de resíduos, de acordo com as diretrizes e prioridades definidas pelos órgãos ambientais e de saúde competentes. Toda a aplicação da legislação ambiental em Santa Catarina baseia-se na operação de empreendimentos legalmente amparados nas diretrizes normativas da Fundação Ambiental - FATMA, órgão ambiental estadual do Governo de Santa Catarina, mediante licenciamento prévio e posterior instalação. e operação.

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL DA CIDADE DE FLORIANÓPOLIS

Para obtenção da licença de instalação, a implantação dos projetos deverá estar isenta das classificações descritas no item LXIII, que se refere ao incômodo: é o uso industrial caracterizado pelo exercício de atividades que provocam ruídos, perturbações de trânsito, vibrações, poeiras, exalações, produzem odores ou vapores que incomodam a vizinhança. A Seção LXIV trata do uso nocivo: é o uso industrial caracterizado pelo exercício de atividades que envolvam a utilização de ingredientes, matérias-primas e processos que produzam ruídos, vibrações, fumos e resíduos prejudiciais à saúde, à preservação de edificações vizinhas, ou que de outra forma causem danos ambientais. poluição. E a seção LXV relativa ao uso perigoso: é o uso industrial caracterizado por atividades que podem causar explosões, incêndios, vibrações, liberação de gases, poeiras e exalações, causando danos à saúde, ameaça à vida das pessoas e à segurança dos imóveis vizinhos, ou de qualquer outra forma causar poluição ambiental grave.

C LASSIFICAÇÃO DA P ESQUISA

  • QUANTO À NATUREZA
  • QUANTO À FORMA DE ABORDAGEM
  • QUANTO AOS OBJETIVOS
  • QUANTO AOS PROCEDIMENTOS

Este estudo é exploratório, no sentido de que, para compreender a indústria de pranchas de surf em Florianópolis, foi desenvolvido um estudo bibliográfico que fornece o referencial teórico que será complementado através do estudo de caso. O estudo de caso contribui para o conhecimento de fenômenos individuais, organizacionais, sociais, políticos e grupais. As triangulações propostas por Yin (2009), Ghunter (2006) e Triviños (1987) focam na robustez da pesquisa e devem ser realizadas por meio da utilização de múltiplas fontes para coleta de dados e informações, na forma de diferentes métodos.

R OTEIRO M ETODOLÓGICO

PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

  • Análise Sistemática da Fundamentação Teórica
  • Definição das Ferramentas
  • Definição dos Indicadores

Resultados de resíduos: caracterização detalhada de resíduos individuais (Secção EPAW9 A), que descreve como as substâncias são utilizadas e eliminadas. Os autores divergem quanto à quantidade de resíduos sólidos produzidos por placa, mas as unidades estão sempre relacionadas à massa, ou seja, às quantidades em quilogramas. Conforme descrito no ponto 3.2.3.3 da metodologia, após o cálculo dos dados de justificação, foi possível determinar fatores simples de avaliação relacionados com a idoneidade legal.

ESTUDO de CASOS

  • Estratégia de Coleta de Dados
  • Estratégia de Análise

Para identificar os pontos críticos foi necessário indicar o que era crítico ou não, sendo necessária a construção de uma escala para o risco associado aos elos de produção. Ou seja, o grau de avaliação da destinação dada aos resíduos está relacionado com a entrega dos resíduos, pelos atores, ao aterro industrial. A construção da escala de volume levou em consideração a gama de produção de resíduos e suas quantidades e propôs uma proporção para as quantidades de produção de cada categoria, apresentadas na tabela 18.

Tabela 5 –  Descrição da Amostra
Tabela 5 – Descrição da Amostra

C ARACTERIZAÇÃO Q UALITATIVA DA C ADEIA P RODUTIVA DE P RANCHAS DE S URFE

Identificação dos Atores e Elos da Cadeia Produtiva e seus Vínculos e Relações . 83

  • Identificação dos Elos

Grandes distribuidores realizam o processo de usinagem de blocos com ferramentas de usinagem (centro de usinagem CNC), conforme mostra a Figura 8, e também oferecem venda direta ao público com loja de pronto atendimento. Diferentemente das grandes empresas, não há verticalização de todas as etapas, sendo a etapa de processamento normalmente realizada pelas distribuidoras. É comum que as etapas de processamento e laminação sejam realizadas por outros atores da cadeia, como distribuidores de processamento e laminadores.

VINCULAÇÃO ENTRE ELOS E ATORES

A laminação é a etapa em que a placa é isolada e estruturada através da aplicação de manta de fibra de vidro e resinas na superfície do bloco. Essas aplicações são alternadas com etapas de corte do excesso de fibra e resina e aplicação de lixa para homogeneização da superfície. A última etapa do elo é o lixamento de acabamento, que às vezes pode ser apenas a aplicação de lixa fina com granulometria 600 ou 1200 ou ainda polimento com lixa d'água, última camada de resina para dar transparência e brilho à laminação. .

FLUXO DE SERVIÇOS NA CADEIA PRODUTIVA DE PRANCHAS DE

A terceirização de serviços pelos grandes fabricantes ocorre principalmente em períodos sazonais, quando há pico de demanda pela produção de pranchas de surf. Distribuem seus produtos através de distribuidores especializados em tintas e materiais de pintura ou através do DISTRIBUIDOR player da cadeia produtiva de pranchas de surf. Distribuem seus produtos por meio de distribuidores da cadeia produtiva de pranchas de surf, pois são resinas e fibras destinadas à construção de objetos náuticos.

A VALIAÇÃO DO D ESEMPENHO A MBIENTAL DA C ADEIA P RODUTIVA DE P RANCHAS DE

ANÁLISE DO DESEMPENHO AMBIENTAL DAS ORGANIZAÇÕES

  • Resultado Geral
  • Análisequanto à Qualidade do Ar
  • Análise quanto à Qualidade da Água
  • Análisequanto à Qualidade do Solo
  • Análise quanto à Adequação Legal

Distribuidores Laminadores Grandes Fabricantes Médios Fabricantes Pequenos Fabricantes aplicando LVSO e uma amostra de atores estudados, o. 5% dos atores abordados realizam algum tipo de emissão podem ser estratificados pelas categorias de atores com e os grandes produtores não estão presentes nesta análise porque não o fazem. Quanto à conformidade local das instituições, destaca que os atores estão instalados em áreas apropriadas.

Gráfico 2 –  Média Geral e dos Elos
Gráfico 2 – Média Geral e dos Elos

C ARACTERIZAÇÃO Q UANTITATIVA DE P ROCESSOS DA C ADEIA P RODUTIVA DE S URFE

  • ANÁLISE QUANTITATIVA DO ELO USINAGEM
  • ANÁLISE QUANTITATIVA DO ELO ACABAMENTO
  • ANÁLISE QUANTITATIVA DO ELO PINTURA
  • ANÁLISE QUANTITATIVA DO ELO LAMINAÇÃO

Como existe apenas um ator, outro grande produtor, responsável por aproximadamente 25% dos resíduos (12 kg), que deposita seus resíduos em aterros industriais. ipal de fabricantes de pequeno, médio e grande porte. Incineração de Aterro Industrial Municipal.. uma produção média de resíduos por mês de 47,52 kg, o que demonstra que 83,33% dos intervenientes) enviam os seus resíduos para recolha municipal. A Tabela 11 reporta uma quantidade mensal de 770 kg de resíduos da ligação de Laminação emitidos por 11 atores.

Gráfico 10 – Total de Resíduos PU do elo USINAGEM por kg/mês
Gráfico 10 – Total de Resíduos PU do elo USINAGEM por kg/mês

I DENTIFICAÇÃO DOS P ONTOS C RÍTICOS E P ROPOSTAS DE M ELHORIAS

IDENTIFICAÇÃO DOS PONTOS CRÍTICOS

Nesse sentido, o ponto crítico é a instalação arbitrária de fábricas de pranchas de surf e laminadores, sem regularização por parte dos órgãos responsáveis. Esta falta de cumprimento legal por parte dos atores, descrita no parágrafo acima, pode, conforme o Gráfico 19, constituir um ponto crítico quando o impacto médio dos atores para a atribuição dos seus índices é superior ao impacto máximo para o indicador de descarte é de 10 pontos. Outro indicador que pode ser indiretamente influenciado pela questão da adequação jurídica é o de maior periculosidade, com maior impacto entre todos os atores.

Gráfico 18 –  ÍndiceMédio de Adequação por Faixa
Gráfico 18 – ÍndiceMédio de Adequação por Faixa

PROPOSTAS DE MELHORIAS

  • Sugestões aos Atores
  • Sugestões à Órgãos Públicos

De acordo com a legislação ambiental de Santa Catarina, as empresas que processam apenas PU não necessitam de LO para fornecer o termo de dispensa, desde que comprovem o descarte adequado dos resíduos de máquinas em aterros industriais. Em primeiro lugar, o alcance da fiscalização, em segundo lugar, a gestão dos resíduos sólidos urbanos em Florianópolis e em terceiro lugar, a promoção e qualificação de um setor de pequenos negócios. Outro órgão municipal, mas envolvido no processo de tratamento de resíduos na cidade de Florianópolis, é a COMCAP, responsável pela coleta e destinação final dos resíduos urbanos.

C ONCLUSÕES

CONCLUSÕES QUANTO AOS OBJETIVOS

A aplicação dessas etapas culmina em uma avaliação qualitativa e quantitativa dos atores e elos envolvidos na indústria do surf em Florianópolis, descrita nos pontos 4.2.1 ANÁLISE DO DESEMPENHO AMBIENTAL DAS ORGANIZAÇÕES e 4.3 Caracterização quantitativa dos processos da cadeia produtiva do surf. surfando em Florianópolis. E para cumprir o quarto e último objetivo, identificar os pontos críticos de cada elo da cadeia produtiva e sugerir melhorias envolveu tabulação, análise e interpretação e discussão dos dados coletados. O cumprimento dos objetivos específicos permitiu o alcance do objetivo geral, que foi realizar uma avaliação de desempenho ambiental da cadeia produtiva de pranchas de surf em Florianópolis – SC.

CONCLUSÕES QUANTO AO PROBLEMA E À PERGUNTA DE PESQUISA

O principal problema na fabricação de pranchas de windsurf ainda é a questão dos materiais utilizados na fabricação. Porém, por questões mercadológicas e tecnológicas, principalmente de relação preço-desempenho, a produção de pranchas de surf em Florianópolis continua utilizando derivados de petróleo. A implementação do trabalho apresentou limitações quanto à proposta de quantificação de energia e água no processo de produção de pranchas de surf pelos fabricantes de Florianópolis.

R ECOMENDAÇÕES PARA T RABALHOS F UTUROS

Disponível em: . Disponível em: . Modelo de Avaliação Ambiental em Sistemas de Produção Industrial – MAASPI – aplicação em uma fábrica de estruturas metálicas. http://www.posgrad.mecanica.ufu.br/posmec/21/Artigos/LuisMPSouza.pdf>.

ANEXO 2. Tabela 2.0 – Descrição preliminar da planta: área a ser auditada (Mod. EPA W4- W4-A e S2-B)
ANEXO 2. Tabela 2.0 – Descrição preliminar da planta: área a ser auditada (Mod. EPA W4- W4-A e S2-B)

Imagem

Figura 1 – Triple Botton Line
Figura  2–  O  novo  triângulo  da  sustentabilidade  e  as  cinco  dimensões.  Lugar:  as  três  dimensões  de  espaço  (x,  y,  e  z);  Permanência:  a  quarta  dimensão  do  tempo  (t);  Pessoas:  o  quinto, dimensão humana (I)
Figura 5 – Fluxo de Processos, Entradas e Saídas
Tabela 5 –  Descrição da Amostra
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Referências

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O CUMPRIMENTO DE REQUISITOS DA NORMA ISO 50.001 PARA EFETIVAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE ENERGIA E MELHORIA DO DESEMPENHO ENERGÉTICO EM INDÚSTRIAS: UM ESTUDO DE