Lei de Imprensa: disposições constitucionais pertinentes: Lei nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967 (Lei de Imprensa): normas correlatas. Título: Disposições Constitucionais Relevantes: Lei nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967 (Lei de Imprensa): Normas Relacionadas.
Da Comunicação Social
222.2 A titularidade da empresa jornalística e de radiodifusão sonora e dos sons e imagens será exclusiva dos brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, ou das pessoas jurídicas constituídas nos termos da legislação brasileira com sede no País. 2. A responsabilidade editorial e as atividades de seleção e direção de programas de radiodifusão são exclusivas dos brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, em qualquer meio de comunicação social.
Art. 4º A responsabilidade e a orientação intelectual e administrativa dos serviços noticiosos, reportagens, comentários, debates e entrevistas, transmitidos pelas emissoras, caberão exclusivamente aos brasileiros natos. Art. 11. É considerado secreto o jornal ou outro periódico que não esteja registrado nos termos do art. 9º, ou cujo registro não contenha o nome e qualificação do diretor ou editor e do proprietário.
Do Direito de Resposta
A publicação ou transmissão da resposta ou correção, juntamente com os comentários da resposta, garante ao ofendido o direito a uma nova resposta. A publicação ou transmissão da resposta ou do pedido de correção não prejudicará a atuação do ofendido na prossecução da responsabilidade penal e civil.
Da Responsabilidade Penal
Caso a decisão de juiz de tribunal superior seja anulada, a empresa que tiver cumprido a ordem judicial para publicar ou transmitir a resposta ou correção terá ação executiva para pagar ao autor da resposta o custo de sua publicação, nos termos do disposto no a lista de preços dos seus serviços de distribuição. II – quando contiver expressões caluniosas, difamatórias ou injuriosas ao jornal, periódico, emissora ou agência de notícias em que foi criada a publicação ou veiculação, bem como aos responsáveis ou terceiros;
Dos Responsáveis
I – quando não tiver relação com os fatos referidos na publicação ou emissão a que pretende responder; II – quando o autor estiver ausente do país ou não estiver apto a responder pelo crime: .. a) o diretor ou editor-chefe do jornal ou revista; ou .. b) o diretor ou redator que, nos termos do art. 9º, inciso III, letra “b”, no caso de telejornais, reportagens, comentários, debates ou entrevistas, veiculados por emissoras de radiodifusão;
Da Ação Penal
A prescrição da ação penal nos crimes definidos nesta Lei ocorrerá 2 anos após a data da publicação ou transmissão do incriminado, e da condenação, no dobro do prazo em que foi estabelecida. O direito de reclamação ou representação caducará se não for exercido no prazo de 3 meses a contar da data de publicação ou envio.
Do Processo Penal
O juiz poderá receber ou rejeitar a acusação ou reclamação após defesa prévia e, no caso de infracções penais privadas, mediante promoção do Ministério Público. Caso o arguido não tenha feito defesa prévia, apesar de citado, o juiz irá considerá-lo inadimplente e dar-lhe-á um advogado de defesa, que terá cinco dias para contestar a acusação ou reclamação.
Da Responsabilidade Civil
I – 2 salários mínimos na região, no caso de publicação ou veiculação de notícia falsa, ou de divulgação de fato verdadeiro truncado ou distorcido (art. 16, números II e IV). IV – 20 salários mínimos da comarca, nos casos de falsa imputação de crime a alguém, ou imputação de crime verdadeiro, nos casos em que a lei não permita a exclusão da verdade (art. 49, § 1º). 2º O ministro relator ouvirá o responsável pelo formulário no prazo de cinco dias e, em seguida, submeterá o processo para julgamento na primeira sessão do Tribunal Federal de Recursos.
Normas Correlatas
As empresas jornalísticas deverão apresentar, até o último dia útil de cada ano, declaração com a composição do seu capital social aos órgãos de registro comercial ou de registro civil das pessoas jurídicas, inclusive a nomeação de brasileiros nascidos ou naturalizados mais do que titulares, direta ou indiretamente, de pelo menos setenta por cento do capital total e do capital votante durante dez anos. Art 5º Os órgãos de registro comercial ou de registro civil de pessoas jurídicas não registrarão nem arquivarão os atos societários de empresas jornalísticas e de radiodifusão, caso ocorra violação dos limites percentuais de participação previstos no art. 2.º É nulo qualquer acto de registo ou arquivo baseado em declaração que omita informação ou contenha informação falsa. Art. 6º Será nulo qualquer acordo entre sócios, acionistas ou quotistas, ou qualquer ato, contrato ou outra forma de acordo que, direta ou indiretamente, conceda a estrangeiros ou brasileiros naturalizados há menos de dez anos. ano, participação no capital total e no capital votante de empresas jornalísticas e de radiodifusão, em percentual superior ao previsto no art. 2º, ou que vise estabelecer, de direito ou de fato, igualdade ou superioridade de poderes desses sócios em relação aos sócios brasileiros nascidos ou naturalizados há mais de dez anos. , direta ou indiretamente, de direito ou de fato, confere ou pretende atribuir a responsabilidade editorial, a seleção e a direção do programa veiculado a sócios estrangeiros ou brasileiros naturalizados há menos de dez anos a gestão das atividades das empresas referidas neste artigo 2º Caracterizado pela prática dos crimes referidos no art. 1º da Lei nº. 9.613, de 3 de março de 1998, cuja sanção no art. 91, inciso II, letra “a”, do Código Penal à participação no capital de empresas jornalísticas e de radiodifusão obtidas com recursos de origem ilegal, sem prejuízo da nulidade de qualquer acordo, ato ou contrato ou outra forma de pacto que seja vinculativo. ou tem como finalidade a participação societária.
Das Disposições Preliminares
IV – credencial de segurança: certificado, emitido por autoridade competente, que permite a determinada pessoa o acesso a dados ou informações com diversos graus de sigilo; VIII – integridade: segurança de dados ou informações na origem, no trânsito ou no destino; X - Legitimidade: Alegar que o editor e o destinatário dos dados ou informações são legítimos e confiáveis, tanto na origem quanto no destino;
Do Sigilo e da Segurança
V – desclassificação: cancelamento, pela autoridade competente ou por decurso de prazo, da classificação, tornando presumidos os dados ou informações; 4. Podem ser classificados como reservados os dados ou informações cuja divulgação não autorizada possa comprometer os planos, operações ou objectivos neles previstos ou referidos. 8o Dados ou informações classificados como ultrassecretos só poderão ser reclassificados ou desclassificados por decisão da autoridade responsável pela sua classificação.
Da Marcação
A emissão de documento secreto, confidencial ou reservado pode ser efetuada através do serviço postal, com opção de registo, de correio oficialmente designado, de sistema de encomendas ou, se for o caso, de mala diplomática. O destinatário de um documento confidencial deve comunicar imediatamente ao remetente qualquer prova de violação ou adulteração do documento. Os agentes responsáveis pela custódia ou guarda de documentos confidenciais deverão transferi-los aos seus substitutos devidamente autenticados, mediante entrega ou transferência de responsabilidade.
Da Reprodução
IV – determinar o destino final da documentação aberta e selecionar os documentos para armazenamento permanente; Isso é. Os documentos permanentes de valor histórico, probatório e informativo não poderão ser desfigurados ou destruídos, sob pena de responsabilização criminal, civil e administrativa, nos termos da legislação vigente.
Do Acesso
Dos Sistemas de Informação
A classificação das áreas e objetos será baseada nos dados ou informações confidenciais que contenham ou sejam produzidos ou processados, de acordo com o artigo. O acesso para visitas a áreas e objetos confidenciais será regulado através de instruções especiais dos órgãos, entidades ou instituições interessadas.
Do Material Sigiloso
Das Generalidades
Caberá aos dirigentes dos órgãos e unidades públicas e das instituições públicas a adoção de medidas destinadas a definir, delimitar, sinalizar, garantir e autorizar o acesso às áreas confidenciais sob sua responsabilidade. Os dados ou informações confidenciais relativos a programas técnicos ou melhorias significativas serão fornecidos apenas àqueles que, em virtude das suas funções oficiais ou contratuais, devam ter acesso aos mesmos. Os órgãos e entidades públicas controlarão e coordenarão o fornecimento às pessoas físicas e jurídicas interessadas dos dados e informações necessários ao desenvolvimento dos programas.
Do Transporte
Dos Contratos
Os órgãos e entidades públicas e instituições públicas com as quais os contratantes estejam ligados devem garantir que os seus inspetores ou representantes tomem as medidas necessárias para a segurança dos documentos ou materiais confidenciais em poder dos contratantes ou subcontratantes ou da produção em curso na sua capacidade.
Das Disposições Finais
A critério dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, serão emitidas instruções adicionais, que detalharão os procedimentos necessários à plena implementação deste Decreto.
1º O Presidente da Ordem dos Jornalistas do Brasil é o Presidente natural do Conselho e tem voto de qualidade. 2º O Conselho deliberará com base nas indicações feitas pela direção da Ordem dos Jornalistas do Brasil ou por três representantes das instituições que a compõem. 7º A Medalha do Mérito Jornalístico será concedida em sessão solene pela Ordem dos Jornalistas do Brasil.
O pedido de habeas poderá ser renovado caso a decisão de negação não tenha avaliado seu mérito. O julgamento de habeas data compete: .. a) ao Supremo Tribunal Federal, contra atos do Presidente da República, das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da República da República e o próprio Tribunal de Contas da União; Supremo Tribunal Federal;. O procedimento administrativo para obtenção de informações e correção de dados e anotação da justificativa, bem como a ação de habeas data, são gratuitos.
6º O exercício da profissão de radiodifusor exige registro prévio na Delegacia Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho, válido em todo o território nacional. 1. O contrato de trabalho referido neste artigo será homologado pelo sindicato representativo da categoria profissional ou pela respectiva federação, como condição de registo no Ministério do Trabalho. O registro de que trata este artigo deverá ser solicitado pelo interessado ao órgão regional do Ministério do Trabalho.
Na hipótese prevista no parágrafo anterior, o Ministério do Trabalho dará ao Sindicato prazo não superior a 3 dias para se manifestar sobre a emissão da declaração, caso não tenha ocorrido o fato definido no § 2º. V – 30 exemplares do jornal; ou 12 exemplares da revista; ou 30 recortes ou exemplares de notícias, com diferentes datas de publicação. 3º Os órgãos do Ministério do Trabalho fornecerão aos sindicatos representativos da categoria profissional as informações necessárias, especialmente para o registro de admissões e demissões em sociedades jornalísticas, realizando as fiscalizações que se fizerem necessárias à verificação do exercício da função jornalística. profissão.
9. Tratando-se de rede de radiodifusão pertencente ou controlada pelo mesmo grupo, o nome da empresa de televisão onde será prestado o serviço deverá constar da carteira de trabalho e segurança social. No caso de trabalho que seja realizado fora do local previsto no contrato de trabalho, o empregador suportará as despesas de transporte, alimentação e alojamento até ao respetivo regresso a casa, além do salário. O horário de funcionamento das estações de rádio que prestam serviços em condições insalubres ou perigosas pode ser organizado em turnos tendo em conta a duração semanal do trabalho, desde que previamente aprovado pelo Ministério do Trabalho.
3. Os órgãos do Ministério do Trabalho e da Segurança Social fornecerão aos sindicatos de jornalistas as informações solicitadas, especialmente no que diz respeito ao registo de admissões e despedimentos em empresas jornalísticas, e à realização das inspeções necessárias para facilitar o exercício da profissão a verificar. . No primeiro ano de vigência deste decreto-lei, o Ministério do Trabalho e Segurança Social promoverá a revisão do registo dos jornalistas profissionais que expurguem toxicodependentes por irregularidades irreparáveis. 3° A autoridade que autorizar ilicitamente o registro de jornalista profissional ou diretor de empresa jornalística, ou que deixar de processar a autuação a que se refere este artigo, é responsabilizada administrativa e criminalmente.
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