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Academic year: 2023

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(1)

Volume 33 - Número 3 - Julho/Setembro, 2014

Órgão oficial da

ASTM CODENT GAEDOW 33(3): 83-124 ISSN 0101-7772

(2)

Ingerir com um copo de água cheio.Ingerir com um 4 copo de água cheio.4

Referências: 1. Miller MJS. Therapeutic approaches to constipation, diarrhea and functional bowel disorders: a review of calcium polycarbophil. JANA. 2003; 6(2): 24-32. 2. Danhof IE. Pharmacology, toxicology, clinical effi cacy, and adverse effects of calcium polycarbophil, an enteral hydrosorptive agent. Pharmacotherapy. 1982; 2 (1): 18-28. 3. DRUGDEX DRUG EVALUATIONS. Calcium Polycarbophil. Vol. 114. Colorado: Micromedex, 2008. 4. Bula do produto.

Benestare - policarbofi la cálcica. Indicações: tratamento da obstipação intestinal crônica, funcional ou associada à diverticulose; síndrome do intestino irritável; obstipação secundária às alterações na dieta, mudança de hábitos ou períodos variáveis de restrição ao leito; por enfermidade clínica ou cirúrgica; doenças perianais (fi ssuras, abscessos anais e hemorroidas); tratamento sintomático das diarreias agudas e crônicas. USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS. Registro no MS: 1.0181.0568.

“Benestare É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA”.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.

Material destinado aos profi ssionais de saúde habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos. ©Medley 2014 ® Marca Registrada. 50519118 - BENESTARE ANÚNCIO PÁG. SIMPLES 01 2014 - Maio/2014.

O modo prático de regularizar o trânsito intestinal.

1,2

Segurança na gravidez.

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Serviço de Informações Medley

www.medley.com.br

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(3)

Ingerir com um copo de água cheio.Ingerir com um 4 copo de água cheio.4

Referências: 1. Miller MJS. Therapeutic approaches to constipation, diarrhea and functional bowel disorders: a review of calcium polycarbophil. JANA. 2003; 6(2): 24-32. 2. Danhof IE. Pharmacology, toxicology, clinical effi cacy, and adverse effects of calcium polycarbophil, an enteral hydrosorptive agent. Pharmacotherapy. 1982; 2 (1): 18-28. 3. DRUGDEX DRUG EVALUATIONS. Calcium Polycarbophil. Vol. 114. Colorado: Micromedex, 2008. 4. Bula do produto.

Benestare - policarbofi la cálcica. Indicações: tratamento da obstipação intestinal crônica, funcional ou associada à diverticulose; síndrome do intestino irritável; obstipação secundária às alterações na dieta, mudança de hábitos ou períodos variáveis de restrição ao leito; por enfermidade clínica ou cirúrgica; doenças perianais (fi ssuras, abscessos anais e hemorroidas); tratamento sintomático das diarreias agudas e crônicas. USO ADULTO ACIMA DE 12 ANOS. Registro no MS: 1.0181.0568.

“Benestare É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA”.

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Gastroenterologia Endoscopia Digestiva

Gastroenterologia Endoscopia Digestiva

A Revista GED – Gastrenterologia Endoscopia Digestiva é o órgão oficial de circulação trimestral da SOBED (Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva), da FBG (Federação Brasileira de Gastroenterologia), da SBH (Sociedade Brasileira de Hepatologia), do CBCD (Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva) e da SBMD (Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva). Fundada pelo Capítulo de São Paulo da SOBED em 1982, durante a gestão do Prof. Dr. Arnaldo José Ganc. Registrado na Lei de Imprensa em 19/11/1981, sob o

nº 1.870, Lv. A, no 5o Registro de Títulos e Documentos de São Paulo.

Indexada nas seguintes bases de dados

LILACS, SCOPUS, EMBASE/EXCERPTA MÉDICA, LATINDEX e ADSAÚDE

Editor Chefe

Paulo Roberto Arruda Alves (SP)

Editores Responsáveis

José Murilo Robilotta Zeitune (SP) – Gastroenterologia Nelson Adami Andreollo (SP) – Cirurgia Digestiva Paulo Roberto Arruda Alves (SP) – Endoscopia Digestiva

Rimon Sobhi Azzam (SP) – Motilidade Digestiva Aécio Flávio Meirellez Souza (SP) – Hepatologia

Editores Associados

Arnaldo J. Ganc (SP) Jaime Natan Eisig (SP) Eduardo Luiz Rachid Cançado (SP)

Marcelo Averbach (SP) Sânzio S. Amaral (SP)

Conselho Editorial – Brasil

Admar Borges da Costa Jr. (PE), Ana Maria Pittella (RJ), Antonio Frederico N. Magalhães (SP), Artur Parada (SP), Bruno Zilberstein (SP), Claudio Coy (SP), Deborah Crespo (PA), Decio Chinzon (SP), Edmundo Pessoa Lopes (PE), Edna Strauss (SP), Edson Pedro da Silva (SC), Everson Artifon (SP), Flair Carrilho (SP), Flavio Quilici (SP), Henrique Coelho (RJ), Hugo Cheinquer (RS), Ismael Maguilnik (RS), João Carlos Andreolli (SP), João Galizzi Filho (MG), José Galvão Alves (RJ), Julio Cesar U. Coelho (PR), Lix A.R. Oliveira (SP), Lorete M.S. Kotze (PR), Lúcia Câmara Castro Oliveira (RJ), Luiz Gonzaga Vaz Coelho (MG), Luiz Pimenta Modena (SP), Luiz Roberto Lopes (SP), Márcio M. Tolentino (SP), Marcus Túlio Haddad (RJ), Mario Pessoa (SP), Martha Pedroso (SP), Maurício Fernando de Almeida Barros (SP), Orlando J.M. Torres (MA), Paulo Bittencourt (BA), Paulo R. Ott Fontes (RS), Paulo Roberto Savassi Rocha (MG), Paulo Sakai (SP), Ramiro Mascarenhas (BA), Raymundo Paraná (BA), Ricardo A. Refinetti (RJ), Roberto Dantas (SP), Sérgio Gabriel Barros (RS), Tomas Navarro

Rodriguez (SP), Venâncio A.F. Alves (SP), Vera Lúcia Andrade (MG), Walton Albuquerque (MG)

Editores Internacionais

Daniel Sifrim (Bélgica), Dirk J. Gouma (Holanda), Helena Cortez Pinto (Portugal), Jorge Daruich (Argentina)

Expediente Editorial

Coordenadora Geral: Fátima Lombardi dos Santos Endereço da Secretaria Editorial da Revista GED:

Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.391, Conj. 102 – 01452-000 – São Paulo, SP Tel.: (11) 3813-1610 – Fax: (11) 3032-1460

E-mail: [email protected] Tiragem: 7.000 exemplares

Periodicidade: trimestral

Circulação: nacional para todos os associados da SOBED, FBG, SBH, CBCD e SBMD Números anteriores e separatas: [email protected]

Editoração Eletrônica, Distribuição, Impressão e Publicidade

E-mail: [email protected] Tel.: (11) 3186-5600

(4)

Avaliação topográfica do cólon transverso pelo enema opaco:

definição, prevalência e proposta de classificação da ptose do cólon transverso

Topographic evaluation of the transverse colon by barium enema: definition,

prevalence and proposed of a classification of the enteroptosis

VERA LÚCIA ÂNGELO ANDRADE, DAIANE MAGALHÃES, EDUARDO GODOY, PAULO JOSÉ PEREIRADE CAMPOS

CARVALHOE LUCIANA AMARALDE RETAMAL MARZAN

Pesquisa de marcadores sorológicos para doença celíaca nos doadores de sangue da cidade de Ponta Grossa – Paraná – Brasil

Search serological markers for celiac disease in blood donors in the city of Ponta Grossa - Paraná – Brazil

BRUNA PIKULSKI DIAS, CELSO LUIZ BORGES, CINTIA REGINA

MEZZOMO BORGES, RAFAEL NASTAS ACRAS

Análise dos achados endoscópicos mais comuns em pacientes com sintomas dispépticos

Analysis of common endoscopic findings in patients with dyspeptic symptoms.

ANA LUIZA PAGANI FONSECA, ARMANDO JOSÉ

D`ACAMPORA, LUIZA BUENO ZENI, LYARA SCHAEFER

SOMBRIO, SAINT CLAIR VIEIRA DE OLIVEIRA

Percepção de sabores em pessoas normais

Flavor perception in healthy volunteers LEDA MARIA TAVARES ALVES, ROBERTO OLIVEIRA DANTAS

Hemorragia digestiva baixa maciça por doença diverticular em jejuno

Lower massive bleeding due to jejunum

diverticulosis

ANA CAROLINA OLIVEIRA, ANSELMO FERNANDES REZENDE DE OLIVEIRA, EDSON OSSHIRO, FREDERICK BUTTS, VIVIANE

TIEMI KENMOTI

Tumor miofibroblástico inflamatório da vesícula biliar: relato de caso

Inflammatory myofibroblastic tumor of the

gallbladder: case report

JOÃO KLEBERDE ALMEIDA GENTILE, DENIS FEITOSA RUIZ, ANDRÉDE MORICZE RODRIGO ALTENFELDER SILVA LUNA, ARIANNA BARRETODE SOUSA CHACON.

Colonografia por tomografia

computadorizada versus colonoscopia óptica no rastreamento do câncer colorretal: uma revisão sistemática

Computed tomographic colonography

versus optical colonoscopy in colorectal cancer screening: a systematic review ANA CAROLINA BADIANI MACIEL, GABRIELA PIAZZA SASSI, JOSENALDA FELIXDAS FLORES ARATANI, DJALMA RABELO

RICARDO, PLÍNIODOS SANTOS RAMOS, LUIZ CARLOS BERTGES

Ressecção endoscópica de tumor polipoide da junção retossigmoidiana

Endoscopic resection of a polypoid tumor

on the rectosigmoid junction

RUIZ, R.F.; BICALHO, L. G. M. F.; FERREIRA, B. A.;

PANDOLFI, L.R.; SANTOS, C.F.; ALVES, P.R.A

EDITOR: PAULO ROBERTO ARRUDA ALVES

Sumário

88 83

110

115

121

122

R ELATO DE C ASO

92

102

106

A RTIGO O RIGINAL

A RTIGO DE R EVISÃO

I MAGEM EM FOCO

R ESUMOS COMENTADOS

(5)
(6)

Diretoria das Sociedades

S

OCIEDADE

B

RASILEIRA DE

E

NDOSCOPIA

D

IGESTIVA

(SOBED)

Diretoria Biênio 2013-2014: Presidente: João Carlos Andreoli • Vice-Presidente: Ramiro Robson Fernandes Mascarenhas

• 1º Secretário: Jairo Silva Alves • 2ª Secretária: Silvana Dagostin • 1º Tesoureiro: Dalton Marques Chaves • 2º Tesoureiro:

Luis Fernando Tullio • Sede: Rua Peixoto Gomide, 515 – cj. 14 – 01409-001 – São Paulo, SP – Tel/Fax: (11) 3148-8200/

3148-8201 – e-mail: [email protected] – site: www.sobed.org.br

F

EDERAÇÃO

B

RASILEIRA DE

G

ASTROENTEROLOGIA

(FBG)

Diretoria Biênio 2013-2014: Presidente: José Roberto de Almeida • Vice-Presidente: Mauro Bafutto • Secretário Geral:

Adávio de Oliveira e Silva • 1ª Secretária: Roberta Cavalcante de Almeida • Diretor Financeiro: Roberto Magalhães M.

Filho • Coordenador do FAPEGE: José Galvão-Alves • Presidente-Eleita (2015-2016):. Maria do Carmo Friche Passos

• Sede: Av. Brig. Faria Lima, 2391, 10º andar – cj. 102 – 01452-000 – São Paulo, SP – Tel: (11) 3813-1610/ 3813-1690.

Fax: (11) 3032-1460 – e-mail: [email protected] – site: www.fbg.org.br

S

OCIEDADE

B

RASILEIRA DE

H

EPATOLOGIA

(SBH)

Diretoria 2014-2015: Presidente: Edison Roberto Parise • 1º Vice-Presidente: Cláudio G. Figueiredo Mendes • Secretária Geral: Edna Strauss • Secretário Adjunto: Hugo Cheinquer • 1º Tesoureiro: Isaac Altikes • Sede: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2391 cj. 102 | São Paulo - SP - CEP 01452-000 | Telefone: (11) 3812-3253 • (11) 3032-3125 (fax) | secretaria@

sbhepatologia.org.br

Diretoria - Gestão 2012-2014: Presidente: Sânzio Santos Amaral • Vice-Presidente: Sérgio Gabriel S. Barros

• Secretária Geral: Angela C. G. M. Falcão • 1o Secretária: Stella M. M. Regadas • 1o Tesoureiro: Luiz Henrique S. Fontes

• 2º Tesoureiro: Wellington M. Machado. Sede: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2391, Conj. 102, Jardim Paulistano – 01452-000 – São Paulo, SP – Fone: (11) 3518-9117 – e-mail: [email protected] – site: www.sbmd.org.br

S

OCIEDADE

B

RASILEIRA DE

M

OTILIDADE

D

IGESTIVA

(SBMD) C

OLÉGIO

B

RASILEIRO DE

C

IRURGIA

D

IGESTIVA

(CBCD)

Diretoria Biênio 2013-2014: Presidente: Ivan Cecconello • Vice-Presidente: Nicolau Gregori Czezko • 1º Secretário:

Nelson Adami Andreollo • 2º Secretário: José Eduardo Pereira Monteiro da Cunha • 1º Tesoureiro: Marco Aurélio Santo

• 2º Tesoureiro: Paulo Herman • Presidente-Eleito (2015-2016): Bruno Zilberstein • Sede: Av. Brig. Luís Antonio, 278 – 6º andar – salas 10/ 11 – 01318-901 – São Paulo, SP – Tel: (11) 3289-0741/ 3266-6201/ 3288-8174. Fax: (11) 3288-8174 – e-mail: [email protected] – site: www.cbcd.org.br

(7)
(8)

A GED, órgão oficial da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva – SOBED, da Federação Brasileira de Gastroenterologia – FBG, da Sociedade Brasileira de Hepatologia – SBH, do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva – CBCD e da Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva – SBMD, tem por objetivo a divulgação de trabalhos que contribuam para o progresso da Gastroenterologia, da Endoscopia Digestiva, da Hepatologia, da Cirurgia Digestiva e da Motilidade Digestiva.

São publicáveis as colaborações que, enviadas à Secretaria da GED (Av. Brig. Faria Lima, 2.391 – 10o andar – cj. 102 –1452-000 – São Paulo, SP, e-mail [email protected]), forem aceitas pelo Con- selho Editorial e não tenham sido previamente publicadas e nem o venham a ser, simultaneamente, em outros periódicos. Serão acei- tos artigos escritos na língua portuguesa. A critério do Conselho Editorial, poderão ser considerados manuscritos em língua inglesa e castelhana.

A GED adota as regras da Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals emitidas pelo International Co mmittee for Medical Journal Editors, disponível na Internet (http://

www.i cmje.org).

C

ONTEÚDODA

GED

Editoriais

Destinam-se à apresentação de temas de natureza polêmica, atual e de impacto, nos quais os editores da GED percebam a necessidade de manifestar de forma sintética a visão destes editores, abordando ou não artigos publicados na GED. Serão escritos pelos editores e/ou membros do Conselho Editorial ou, mediante convite, por outros especialistas.

Artigos Originais

De pesquisa clínica e/ou experimental, devem apresentar a aprovação da pesquisa pelo Conselho de Ética do hospital, ser- viço ou instituição onde o trabalho foi realizado. Os artigos devem ser estruturados com os seguintes itens: Resumo e Unitermos, Su mmary e Keywords, Introdução, Métodos, Resultados, Discussão, Conclusões e Referências (acompanhado de unitermos). O título do Artigo Original deverá ser bilíngue (português e inglês).

Introdução – Em que se apresenta a justificativa para o estudo, com referências relacionadas ao assunto e o objetivo do artigo.

Métodos – Em que se apresentam: a) descrição da amostra utilizada; b) mencionar se há consentimento informado; c) identificação dos métodos, aparelhos e procedimentos utilizados, de modo a permitir a reprodução dos resultados pelos leitores;

d) breve descrição e referências de métodos publicados mas não conhecidos amplamente; e) descrição de métodos novos ou modificados; f) se for o caso, referir a análise estatística utilizada, bem como os programas empregados.

Resultados – Em que serão apresentados os resultados em sequência lógica, em forma de texto, tabelas e ilustrações;

recomenda-se evitar repetição excessiva de dados em tabelas

ou ilustrações e no texto. No texto, números menores que 10 serão grafados por extenso; de 10 em diante, serão expressos em algarismos arábicos.

Discussão – Em que serão enfatizados: a) os aspectos originais e importantes do artigo, evitando repetir dados já apresentados anteriormente; b) a importância e as limitações dos achados, confrontando com dados da literatura;

c) a ligação das conclusões com os objetivos do estudo;

d) as conclusões decorrentes do estudo.

Referências – As Referências devem ser numeradas na ordem em que são citadas primeiramente no texto. Elas devem seguir as regras do Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals – http://www.i cmje.org. Alguns exemplos mais comuns são apresentados a seguir.

Exemplos:

1. Artigo padrão em periódico (devem ser listados todos os autores; se houver mais de seis, citar os seis primeiros, seguidos por et al..): Alper CA, Kruskal MS, Marcus-Bagle Y, Craven DE, Katz AJ, Brint SJ, et al... Genetic prediction of response to hepatitis B vaccine. N Engl J Med. 1989;321:708- 12.

2. Autor institucional: NHI Consensus Development Panel on Helicobacter pylori in Peptic Ulcer Disease. Helicobacter pylori in peptic ulcer disease. JAMA. 1994;272:65- 9.

3. Livro com autor(es) responsável(is) por todo o conteúdo:

With TK. Bile pigments. New York: Academic Press, 1968.

4. Livro com editor(es) como autor(es): Magrath I, editor. The non-Hodgkin’s limphomas. 2nd ed. London: Arnold, 1997.

5. Capítulo de livro: Warshaw AL, Rattner DW. Residual co mmon duct stones and disorders of duodenal ampullae.`In:

Ellis H, editor. Maingot’s abdominal operations. New York:

Lange Publishers, 1990:1471-2

Os títulos dos periódicos devem ser abreviados de acordo com o Index Medicus (List of Journals Indexed). Se o periódico não constar dessa lista, grafar o nome por extenso.

Tabelas – As tabelas devem possuir um título sucinto, com itens explicativos dispostos em seu pé. Devem ser numerados sequencialmente com algarismos arábicos.

Figuras – Serão aceitas figuras em preto e branco. Figuras coloridas poderão ser publicadas quando forem essenciais para o conteúdo científico do trabalho; nesses casos, o ônus de sua publicação caberá aos autores.

Artigos de Revisão

Somente serão aceitos quando, a convite dos editores da publicação, fizerem parte da linha de pesquisa do autor, comprovada pela presença de artigos originais na bibliografia e citados no texto.

Informações aos Autores

Modificado em setembro de 2012

(9)

Referências Bibliográficas: 1. Giachetti A. Pharmacological studies on otilonium bromide. Ital J Gastroenterol. 1991 Nov;23(8 Suppl 1):56-9. Review. 2. Lindqvist S, Hernon J, Sharp P, et al. The colon-selective spasmolytic otilonium bromide inhibits muscarine M3 receptor-coupled calcium signals in isolated human colonic crypts. Bri J Pharmacol 2002 137(7), 1134-42. 3. Gandía L, López M, Villarroya M, et al. Blocking effects of octilonium on Ca2+ channels and secretion in rat chromaffin cells Eur J Pharmacol 1996 298:

199-205. 4. Barone D, Maggi CA, Baroldi P, et al. Octylonium bromide interacts competitively with the PAF receptor. Drugs Exptl lin Res 1989; XV(8) 363-7. 5. Subissi A, Del Monte M, Evangelista S, et al. Octylonium Bromide, an antagonist of platelet-activating factor Arch Int Pharmacodyn 1989 302: 255-67. 6. Santicioli P, Zagorodnyuk V, Renzeti AR, et al. Antimuscarinic, calcium channel blocker and tachykinin NK2 receptor antagonist actions of otilonium bromide in the circular muscle of guinea-pig colon. Arch Pharmacol (1999) 359:

420-7. 7. Glende M, Morselli-Labate AM, Battaglia G, et al. Extended analysis of a double-blind, placebo-controlled, 15-week study with otilonium bromide in irritable bowel syndrome. Eur J Gastroenterol & Hepatology 2002, 14: 1331-8. 8. Evangelista S, Giachetti A, et al. Receptor-binding profile of otilonium bromide, a drug for irritable syndrome 1998 38(2):111-7. 9. Otilonium<http://www.thomsonhc.com/micromedex2/librarian/PFDefaultActionId/evidencexpert.IntermediateToDocumentPrintLink> acessado em 06 de fevereiro de 2013. 10. Evangelista S. Otilonium Bromide: a selective spasmolytic for the gastrointestinal tract The Journal of International Medical Research 1999 27: 207-22. 11. Evangelista S. Quaternary ammonium derivatives as Spasmolytics for irritable bowel syndrome Current Pharmaceutical Design 2004 10: 3561-8. 12. Revista ABC Pharma Fevereiro 2013. 13. Defrance P, Casini A A comparison of the action of otilonium bromide and pinaverium bromide: study conducted under clinical control Ital J Gastroenterol 1991 23(Suppl. 1) pags.

64-6. 14. Bula do Produto. 15. Battaglia G, Labate AMM, Camarri E, et al. Otilonium bromide in irritable bowel syndrome: a double-blind, placebo-controlled, 15 week study Aliment Pharmacol Ther 1998 12: 1003-10.

LONIUM – brometo de otilônio. FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES: Uso oral. Comprimidos revestidos de 40 mg. Caixas com 10, 30 e 60 comprimidos. USO ADULTO.

INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO: LONIUM, cujo princípio ativo é o brometo de otilônio, é um antiespasmódico indicado para o tratamento sintomático da dor, do desconforto, da distensão e de outros transtornos funcionais do trato gastrointestinal, tal como na Síndrome do Intestino Irritável. Também está indicado no preparo prévio a exames por imagem do trato gastrointestinal distal. CONTRAINDICAÇÕES: Nos casos de hipersensibilidade ao brometo de otilônio ou aos componentes da formulação do produto. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS: O brometo de otilônio deve ser utilizado com precaução em pacientes com glaucoma, hipertrofia prostática benigna e estenose pilórica. Gravidez: Dados apresentados mostraram que o brometo de otilônio não causou anormalidades teratogênicas ou mutações nos fetos de ratos e coelhos. Entretanto, não há estudos adequados e bem controlados sobre a segurança do uso do brometo de otilônio em mulheres grávidas. Como os estudos em animais nem sempre reproduzem a resposta em humanos, não se recomenda a administração de LONIUM (brometo de otilônio) durante a gravidez, exceto sob supervisão médica. Lactação: O uso durante a amamentação deve ser limitado, porém, se necessário, deve ser realizado sob acompa- nhamento médico. Geriatria: As doses e cuidados para pacientes idosos são as mesmas recomendadas para os adultos, devendo ter o acompanhamento médico. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Até o momento, não foram identificados relatos de interações medicamentosas com o brometo de otilônio. REAÇÕES ADVERSAS: O brometo de otilônio apresenta um perfil favorável com relação aos efeitos adversos, além de não apresentar efeitos semelhantes aos da atropina. Entretanto alguns efeitos adversos resultantes da administração de doses altas de brometo de otilônio foram relatados, de modo raro a ocasional: Sistema Cardiovascu- lar: palpitação. Sistema Nervoso: dor de cabeça e tontura. Sistema Gastrointestinal: desconforto abdominal, náusea e vômitos. Sistema Genitourinário: retenção urinária. Efeitos Oculares: aumento do diâmetro das pupilas sem interferir com a visão. POSOLOGIA: O produto LONIUM (brometo de otilônio) é apresentado na forma de comprimidos revestidos de 40 mg. O produto é de uso oral. Adultos: A posologia recomendada do brometo de otilônio é de um a três comprimidos (40 a 120 mg) por dia, conforme recomendação médica. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Reg. MS nº 1.0118.0593. APSEN FARMACÊUTICA S/A.

Apresentações:

Caixas com 30 e 60 comprimidos revestidos, contendo 40 mg de brometo de otilônio.

Posologia:

Um a três comprimidos (40 a 120 mg) ao dia14.

FEV/13

(10)

Relato de Caso

Devem ser objetivos e precisos, contendo os seguintes itens:

1) Resumo e Unitermos, Su mmary e Keywords; 2) Introdução; 3) Relato objetivo; 4) Discussão; 5) Conclusões; 6) Referências. O título do Relato de Caso deverá ser bilíngue (português e inglês).

Cartas ao Editor

Cartas endereçadas ao(s) editor(es) serão consideradas para publicação se promoverem discussão intelectual sobre determinado artigo de publicação recente. Devem conter título informativo e não mais que 500 palavras. Se aceita, uma cópia será enviada ao autor do trabalho que suscitou a discussão, com convite para submeter uma réplica que será publicada junto com a carta.

Conflito de interesses

Conforme determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (RDC 102/2000) e do Conselho Nacional de Saúde (196/96) o(s) autor(es) deve(rão) tornar explícito, por meio de formulário próprio (Divulgação de potencial conflito de interesses), qualquer potencial conflito de interesse relacionado ao artigo submetido.

A presente exigência visa informar sobre relações profissionais e/

ou financeiras (como patrocínios e participação societária) com agentes financeiros relacionados aos produtos farmacêuticos ou equipamentos envolvidos no artigo, os quais podem teoricamente influenciar as interpretações deste. A existência ou não de conflito de interesses declarado estará ao final de todos os artigos publicados.

Bioética de experimentos com seres humanos Experimentos envolvendo seres humanos devem seguir reso- lução específica do Conselho Nacional de Saúde (196/96), dispo- nível na Internet (http://conselho.saúde.gov.br//docs/Resolu- ções/Reso/96de96.doc), incluindo a assinatura de um termo de consentimento informado e a proteção da privacidade dos voluntários.

Bioética de experimentos com animais

Experimentos envolvendo animais devem seguir resoluções específicas (Lei 6.638, de 8/5/1979, e Decreto 24.645, de 10/7/1934).

Ensaios clínicos

Artigos que contêm resultados de ensaios clínicos deverão possibilitar todas as informações necessárias à sua adequada avaliação, conforme previamente estabelecido. Os autores deverão refeir-se ao “CONSORT” (www.consort.statement.org).

Revisão pelos pares

Todos os artigos submetidos serão avaliados por dois revisores, os quais emitirão parecer fundamentado que servirá para o(s) editor(es) decidir(em) sobre sua aceitação. Os critérios de avaliação incluem originalidade, contribuição para corpo de conhecimento da área, adequação metodológica, clareza e atualidade. Os artigos aceitos para publicação poderão sofrer revisões editoriais para facilitar sua clareza e entendimento sem alterar seu conteúdo.

Direitos autorais

Todas as declarações contidas nos artigos serão da inteira responsabilidade dos autores. Aceito o artigo, a GED passa a deter os direitos autorais do material. Assim, todos os autores dos artigos submetidos à GED devem encaminhar um Termo de Transferência de Direitos Autorais. O autor responsável pela

correspondência receberá 20 separatas impressas do artigo e o arquivo correspondente em formato pdf.

C

OMOENVIAR OARTIGO O(s) autor(es) deve(m) encaminhar:

• Carta de apresentação assinada por todos os autores ou pelo primeiro autor em nome dos demais, contendo: 1) informação à respeito de submissão prévia ou dupla ou submissão de qualquer parte do artigo atual; 2) uma declaração de relações, financeiras ou não, que possam levar a conflito de interesses;

3) uma declaração de que o artigo foi lido e aprovado por todos os coautores e que os critérios necessários para a declaração de autoria (consultar Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals) foram alcançados por todos os autores e que cada autor afirma que os dados do manuscrito são verdadeiros; 4) nome, endereço, telefone e e-mail do autor para correspondência; ele será o responsável pela comunicação com os outros autores a respeito de revisões e provas gráficas.

• Termo de Divulgação de Potencial Conflito de Interesses.

• Termo de Transferência de Direitos Autorais.

• Três cópias do artigo, digitado em espaço duplo, impressas em papel tamanho carta em somente um dos lados, com margens de 2,5 cm e espaço 1,5, numerando as páginas no canto superior direito; as legendas das figuras, as figuras propriamente ditas e as tabelas devem vir ao final, anexadas a cada cópia; assinalar no texto os locais adequados para inserção de figuras e tabelas.

• Três conjuntos de figuras em cópia fotográfica brilhante.

• Um CD contendo somente um arquivo do texto, correspondente ao artigo, e os arquivos correspondentes a fotos ou figuras.

Como preparar o CD

• CD formatado compatível com IBM/PC;

• Usar editor de texto Microsoft Word para Windows;

• O arquivo de texto deve conter somente o texto, da página-título até as referências, e as tabelas;

• As figuras não devem ser incluídas no mesmo arquivo do texto;

• Colocar no CD a última versão do artigo, idêntica à versão impressa;

• Etiquetar o CD informando o programa e a versão utilizados, bem como o nome do arquivo.

A submissão do artigo pelo correio eletrônico (e-mail) possibilita maior agilidade no procedimento de revisão. Para isso, será necessário o envio dos arquivos contendo o texto e as figuras para o e-mail da GED ([email protected]).

Mensagem aos editores com identificação dos autores deve ser enviada, acompanhada dos endereços convencional e eletrônico e de informações sobre o formato utilizado. O artigo deverá ser enviado em anexo, como attachment, no formato Word para Windows. As figuras deverão estar nos formatos jpeg ou tiff.

INFORMAÇÕESAOS AUTORES

(11)

Laboratórios Ferring Ltda.

Praça São Marcos, 624 05455-050

(11) 3024.7500 São Paulo SP [email protected]

Eficácia para a limpeza intestinal com o melhor sabor

1-4

A FERRING TROUXE O QUE FALTAVA:

O EQUILÍBRIO ENTRE A LIMPEZA ADEQUADA E O CONFORTO NO PREPARO INTESTINAL

1-7

Duplo mecanismo de ação:2,3,5 com efeito peristáltico e osmótico

Maior aceitabilidade ao tratamento:1,2,3,6 baixo volume de medicamento

Baixa incidência

de náuseas e vômitos:7 tolerabilidade e segurança2,3,5

Sabor Laranja Sabor Laranja

FÁCIL DE TOMAR:

1,3,4 2 sachês diluídos em 150 mL + 2 L de líquidos claros8

Sabor laranja

8

Picoprep®- picossulfato de sódio, óxido de magnésio, ácido cítrico anidro - USO ORAL - USO ADULTO - APRESENTAÇÃO COMERCIAL: Pó para preparação extemporânea. Embalagem contendo 2 sachês com 10 mg de picossulfato de sódio, 3,5 g de óxido de magnésio e 12,0 g de ácido cítrico anidro. INDICAÇÕES: Limpeza intestinal antes da realização de procedimentos diagnósticos - radiológicos e endoscópicos (colonoscopia) - e terapêuticos, quando clinicamente necessários. CONTRAINDICAÇÕES: Hipersensibilidade a qualquer componente da formulação, úlcera gastrintestinal, colite tóxica, náusea, vômito, condições abdominais agudas, obstrução ou perfuração gastrintestinal, desidratação severa, doença inflamatória intestinal ativa, insuficiência renal. Em mulheres grávidas sem orientação médica. Uso durante a amamentação a critério médico. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Pode modificar a absorção de medicamentos orais. O período de limpeza intestinal não deve exceder 24 horas. Atenção especial com relação a crianças, idosos, pessoas debilitadas e pacientes com risco de hiponatremia. Utilizar com cautela em pacientes em uso de diuréticos, corticosteroides e lítio. Evitar preparações à base de ferro na semana anterior à colonoscopia e descontinuar constipantes alguns dias antes do procedimento. Não deve ser utilizado como um laxante de rotina. REAÇÕES ADVERSAS: Cefaleia; náusea e proctalgia; reação anafilática;

hipersensibilidade; hiponatremia; hipocalemia; epilepsia; convulsão de grande mal; estado de confusão; vômito; dor abdominal; úlceras aftóides do íleo e erupção cutânea; diarreia e incontinência fecal. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E COM EXAMES LABORATORIAIS: Antiepilépticos, contraceptivos, antidiabéticos, antibióticos (tetraciclinas e fluoroquinolonas), ferro, digoxina, clorpromazina e penicilamina; laxantes formadores de massa; diuréticos, corticosteroides, glicosídeos cardíacos; AINEs; antidepressivos tricíclicos, inibidores de recaptação de serotonina, antipsicóticos e carbamazepina; interação com alimentos; o paciente não deve consumir bebidas alcoólicas durante o uso. Não existem informações sobre a interferência de Picoprep® nos resultados de exames laboratoriais. POSOLOGIA: Administrado por via oral de duas formas: 1. Dose do dia anterior: a primeira dose (um sachê) deve ser administrada pela tarde ou no início da noite e a segunda dose (um sachê) seis horas depois, na noite anterior ao procedimento; 2. Dose dividida: a primeira dose (um sachê) deve ser administrada na noite anterior ao procedimento e a segunda dose (um sachê) deve ser administrada no dia seguinte, de manhã, antes do procedimento. Cada dose deve ser seguida de pelo menos cinco copos de 250 mL de líquidos claros, ao longo de várias horas. Podem ser consumidos líquidos claros até 1 hora antes do horário do procedimento. A administração máxima diária é de dois sachês. O efeito pode iniciar a qualquer momento após a administração da dose do produto; o paciente deve poder ter acesso a banheiro após cada dose até que o efeito passe. / VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA / Material de uso exclusivo à classe médica/ Para informações completas, consultar a bula do produto./ Informações adicionais disponíveis aos profissionais de saúde mediante solicitação/ SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO./ Reg. MS: 1.2876.0019.001-7/ Farm. Resp.: Helena Satie Komatsu – CRF/SP: 19.714/

Laboratórios Ferring Ltda. – Praça São Marcos, 624 – 05455-050 - São Paulo - SP /CNPJ: 74.232.034/0001-48/SAC: www.ferring.com.br - 0800 772 4656. (Versão 01).

CONTRAINDICAÇÕES: Picoprep® está contraindicado em casos de hipersensibilidade a qualquer componente da formulação. Interações medicamentosas: A absorção de medicamentos administrados pela via oral (como antiepilépticos, contraceptivos, antidiabéticos, antibióticos) pode ser modificada durante o período de tratamento.

Referências Bibliográficas: 1. Muller S et al. Randomized clinical trial comparing sodium picosulfate with mannitol in the preparation for colonoscopy in hospitalized patients. Arq Gatroenterol.2007;44(3):244-249. 2. Rex DK et al. Split-dose administration of a dual-action, low-volume bowel cleanser for colonoscopy: the SEE CLEAR I study. Gastrointest Endosc. 2013 Jul;78(1):132-41. 3. Katz, PO et al. A dual-action, low volume bowel cleanser administered the day before colonoscopy: results from the SEE CLEAR II study. Am J Gastroenterol 2013;108:401-409. 4. Worthington J et al. A randomized controlled trial of a new 2 litre polyethylene glycol solution versus sodium picosulphate + magnesium citrate solution for bowel cleansing prior to colonoscopy. Curr Med Res Opin 2008;24(2):481-488. 5. Regev A et al. Comparison of 2 bowel preparations for colonoscopy: sodium picosulphate with magnesium citrate versus sulfate free polyethylene glycol lavage solution. Am J Gastroenterol 1998; 93(9):1478-1482. 6. Renaut A et al. A randomized controlled trial comparing the efficacy and acceptability of phospo-soda buffered saline (Fleet®) with sodium picosulphate/magnesium citrate (Picoprep®) in the preparation of patients for colonoscopy. Colorectal Dis 2008; 10(5):503-505. 7. Hamilton D et al. Sodium picosulphate compared with polyethylene glycol solution for large bowel lavage: a prospective randomized trial. Br. J Clin Pract.1996; 50(2):73-75. 8. Bula do produto.

C

M

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6711_AN_110214.ai 1 2/20/14 2:59 PM

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GED is the official journal of the Brazilian Society of Digestive Endoscopy – SOBED, the Brazilian Federation of Gastroenterology – FBG, the Brazilian Society of Hepatology – SBH, the Brazilian College of Digestive Surgery – CBCD, and of the Brazilian Society of Digestive Motility – SBMD, and the purpose of the journal is to publish papers that may contribute towards the progress of Gastroenterology, Digestive Endoscopy, Hepatology, Digestive Surgery and Digestive Motility. Papers sent to the GED Secretariat (Av.

Brig. Faria Lima, 2.391 – 10o andar – cj. 102 –1452-000 – São Paulo, SP, Brazil, e-mail [email protected]), which are accepted by the Editorial Board, and which have not been previously or will not be concomitantly published in other journals may be published.

Papers drafted in the Portuguese language will be accepted. At the discretion of the Editorial Board, papers in the Spanish and in the English language may also be accepted.

GED adopts the Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals of the International Co mmittee for Medical Journal Editors, available in the Internet (http://www.i cmje.org).

GED C

ONTENTS Editorials

Intended to present polemic, current, and impacting topics whenever GED editors feel the need to present their view in a synthetic manner, whether or not such topics are presented in GEDpublished papers. Editorials are written by the editors and/or by Editorial Board members, or by invited specialists.

Original Articles

Clinical and/or experimental research papers should present the approval of the research given by the Ethics Co mmittee of the hospital, clinic, or institution were the study was carried out. The following items must be included: Su mmary (and keywords), Introduction, Methods, Results, Conclusions, References, and Su mmary and Keywords. The title of the Original Article must be bilingual (Portuguese and English).

Introduction – Presents the justification for the study, with references related to the topic and the objective of the paper.

Methods – Presenting: a) description of the sample used;

b) mention whether or not an informed consent has been obtained; c) identification of methods, devices, and procedures used in order to permit reproduction of the results by the readers; d) brief description and references to methods that have been published but that are not

broadly know; e) description of new methods or of modified methods; f) mention the statistical analysis or the software used, as the case may be.

Results – Presenting results in a logical sequence, in text format with tables and illustrations; authors should avoid excessive information repetition in the tables and illustrations and in the text. In the text, numbers below ten will be written in full, whereas numbers 10 and beyond will be written in Arabic numbers.

Discussion – Emphasis will be given to: a) original and major aspects of the paper, without repetition of the aspects previously presented; b) relevance and limitations of the findings, comparing them to information in the literature; c) connection of the conclusions to the objectives of the study; d) conclusions arising out of the study.

References – Bibliographic references should appear in the order in which they are first quoted in the text. They should follow the Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals – http://www. i cmje.org. Some of the more usual example are presented.

Examples:

1. Standard paper in journals (all authors must be listed;

if they are more than six, list the first six followed by et al..): Alper CA, Kruskal MS, Marcus-Bagle Y, Craven DE, Katz AJ, Brint SJ, et al... Genetic prediction of response to hepati tis B vaccine. N Engl J Med. 1989;321:708-12.

2. Autor institucional: NHI Consensus Development Panel on Helicobacter pylori in Peptic Ulcer Disease. Helicobacter pylori in peptic ulcer disease. JAMA. 1994;272:65- 9.

3. Book with author(s) responsible for the full text With TK.

Bile pigments: New York: Academic Press, 1968.

4. Book with editor(s) as author(s): Magrath I, editor. The non-Hodgkin’s limphomas. 2nd ed. London: Arnold, 1997.

5. Chapter of a book: Warshaw AL, Rattner DW. Residual co mmon duct stones and disorders of duodenal ampullae. In: Ellis H, editor. Maingot’s abdominal operations. New York: Lange Publishers, 1990:1471-2.

The titles of journal should be abbreviated according to the Index Medicus (List of Journals Indexed). If the journal is not included in such list, write the name in full.

Tables – Tables should have a su mmarized title, with explanatory co mments at the foot of the table. They should be sequentially numbered with Arabic numbers.

Figures – Black and white figures will be accepted. Color figures may be published when they are essential for the scientific contents of the paper; in such case, the cost of publishing colored figures will be covered by the authors.

Informations to Authors

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PREVINE a ruptura da homeostase redox

1,3,4

INIBE os danos de peroxidação lipídica e tensão oxidorredutora

1,3,4

REDUZ a indução do TNF-alfa

1,3,4

Bloqueia os primeiros passos do dano hepático no fígado gorduroso e Hepatite Alcoólica. 2,3,4,5

METADOXIL® (Pidolato de piridoxina) - Reg. MS nº 1.0146.0087.0001. USO ADULTO. VIA ORAL. FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Em comprimidos contendo 500mg de pidolato de piridoxina, em caixas com 30 comprimidos. INDICAÇÕES: Tratamento de alterações hepáticas decorrentes da intoxicação alcoólica aguda e crônica, em particular fígado gorduroso e hepatite alcoólica. Também para completar protocolos terapêuticos referentes ao “desmame” inicial e manutenção na abstinência de indivíduos alcoólicos. CONTRAINDICAÇÕES: Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. Não deve ser usado durante a gravidez e lactação. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS: Administrar com cautela em pacientes com doença de Parkinson em tratamento com L-Dopa, pois o pidolato de piridoxina pode antagonizar o efeito do fármaco. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: O pidolato de piridoxina pode aumentar a descarboxilação periférica da L-Dopa, reduzindo a sua eficácia. REAÇÕES ADVERSAS: Não foram relatadas reações adversas específicas. Porém, podem ocorrer ocasionalmente, como com qualquer outro medicamento. As mais comuns: transtorno gástrico e erupção cutânea. POSOLOGIA: Etilismo agudo: 1 a 4 comprimidos ao dia ou a critério médico. Etilismo crônico: 2 a 3 comprimidos ao dia, com duração mínima de 30 a 90 dias ou enquanto permanecer a ingestão excessiva de álcool ou a critério médico. Atenção: Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico. Para maiores informações, consulte a bula completa. USO EM IDOSOS E CRIANÇAS:

Não existem restrições para pacientes idosos. Mantenha o medicamento longe do alcance de crianças. SUPERDOSAGEM: Não ocorreram casos de superdosagem com este medicamento. Devido a baixa toxicidade deste produto, é improvável que ocorra uma superdosagem acidental. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. LABORATÓRIOS BALDACCI LTDA.

Referências:1. Vonghia L, Leggio L, Bertini M, Gasbarrini G, Addolorato G. Alcoholism Treatment Study Group. Acute Alcohol Intoxication. Eur J of Intenal Medicine 19 (2008) 561-567. 2. Caballeria J et al. Metadoxine accelerates fatty liver recovery in alcoholic patients: results of a randomize double-blind, placebo-controlled trial. Journal of Hepatology 1998; 28:54-60. 3. János Feher, Lászlo Váli, Anna Blázovics, Gabriella Lengyel. The Beneficial Effect of Metadoxine (Pyridoxine-pirrolidone-carboxylate) in the Treatment of Fatty Liver Diseases. Clinical and Experimental Medical Journal 2009, Volume 3, Number 1 – 65-79. 4. J Fehér, G Lengyel. A New Approach to Drug Therapy in Non-alcoholic Steatohepatitis (NASH). Journal of International Medical Research 2003, 31: 537-551. 5. Bula do Produto.

CONTRAINDICAÇÕES: HIPERSENSIBILIDADE A QUALQUER COMPONENTE DA FÓRMULA. NÃO DEVE SER USADO DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: O PIDOLATO DE PIRIDOXINA PODE AUMENTAR A DESCARBOXILAÇÃO PERIFÉRICA DA L-DOPA, REDUZINDO A SUA EFICÁCIA.

Segurança e eficácia contra o dano oxidativo

1,3,4

Linha

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Letters to the Editor

Letters sent to the editor(s) will be considered for publication if they carry an intellectual discussion regarding a recently published article. They should have an informative title and not more than 500 words. If accepted, a copy will be sent to the author of the paper that raised the discussion, with an invitation to submit a reply to be published together with the letter.

Conflict of interests

As determined by the Sanitary Surveillance Agency (RDC 102/2000) and by the National Health Council (196/96) author(s) should inform explicitly in the adequate form (Disclosure of potential conflict of interests) about any potential conflict of interests related to the paper submitted. This requirement is intended to inform about professional and/or financial relations (with sponsorships and corporate interests) with financial agents related to medical drugs or equipment involved in the paper, which may theoretically influence the interpretation of the paper. The existence or non-existence of a declared conflict of interests shall be included at the end of all articles published.

Bioethics of experiments involving human beings Experiments involving human beings shall follow the specific resolution of the National Health Council available in the Internet address (http://conselho.saúde.gov.br//docs/Resoluções/Reso/

96de96.doc), including the signature of an informed consent and the protection to volunteer privacy.

Bioethics of experiments involving animals

Experiments involving animals shall follow specific resolutions (Law 6,638, of May 8, 1979, and Decree 24,645, of July 10, 1934).

Clinical Assays

Article containing results of clinical assays should disclose all information required for their proper evaluation, as previously established. Authors shall refer to the “CONSORT” (www.

consort. statement.org).

Review by peers

All articles submitted shall be evaluated by two analysts, who shall issue a fundamented opinion to be used by the editors to decide whether or not the paper will be accepted.

Evaluation criteria include originality, contribution to the body of knowledge in the area, methodological adequacy, clarity, and contemporaneity. Articles accepted for publication may have editorial revisions to improve clarity and understanding without changing its contents.

Copyrights

All statements contained in the articles will be under the full responsibility of the authors. After and article is accepted, GED becomes the owner of copyrights of the material. Thus, all authors of the articles submitted to GED should also send a Deed of Copyright Assignment. The author incharge of receiving letters from the readers will receive 20 printed copies of the article and the corresponding pdf file.

H

OW TO SENDA PAPER

The author(s) should send:

• A letter of submission signed by all authors or by the first author to appear in the list on behalf of all authors, containing:

1) information regarding a prior or double submission of any part of the paper being submitted; 2) a declaration of relations, financial or otherwise, that could lead to a conflict of interests;

3) a declaration that the article has been read and approved by all coauthors and that the criteria to claim authorship (see Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals) have been met by all authors and that each author represents that the information in the manuscript is true; 4) name, address, telephone number, and e-mail of the author who will receive letters; this author will be responsible to co mmunicate revisions and print proofs to the other authors.

• Deed of Disclosure of a Potential Conflict of Interests.

• Deed of Copyright Assignment.

• Three copies of the paper typed in double space, printed in letter-sized paper only on the front (without printing on the back), margins of 2.5 cm and 1.5 space, with pages numbered in the upper right corner; figure legends, figures, and tables should be placed at the end, attached to each copy; indicate in the text the place to insert figures and tables.

• Three sets of figures in shiny photographic copies.

• A CD containing the text file only, with the paper text, and the files containing photographs or figures.

How to prepare the CD

• Formatted CD compatible with IBM/PC;

• Use Microsoft Word for Windows text software;

• The text file to contain only the text, from the title page to the references, and the tables;

• Figures are not to be included in the text file;

• Place in the CD the lest version of the paper, identical to the printed version submitted;

• Label the CD informing the software and the version used, and the filed name.

Submission of a paper by e-mail allows for greater efficiency of the revision procedures. For that purpose, the text and the figures files shall be sent to the GED e-mail ([email protected]).

Messages to the editors with identification of the authors should be sent together with conventional and electronic addresses, and together with information about the format used. The paper shall be sent as an attachment, as a Word for Windows file.

Figures shall be in the jpeg or tiff formats.

INFORMATIONSTO AUTHORS

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83

Avaliação topográfica do cólon transverso pelo enema opaco:

definição, prevalência e proposta de classificação da ptose do cólon transverso

VERA LÚCIA ÂNGELO ANDRADE¹, DAIANE MAGALHÃES², EDUARDO GODOY3, PAULO JOSÉ PEREIRADE CAMPOS CARVALHO4E

LUCIANA AMARALDE RETAMAL MARZAN5

R

ESUMO

Objetivo: A ptose do cólon foi definida em 1922 por Cannon como rebaixamento do segmento transverso, em forma de “V”, podendo estender-se até o nível pélvico, sendo que quanto mais agudos forem os ângulos das flexuras esplênica e hepática, maior será a gravidade da sintomatologia, que inclui flatulência, distensão abdominal e constipação. Embora seja consenso na prática clínica que a enteroptose seja detectada frequentemente nos enemas opacos, ainda não há unanimidade na sua definição conceitual, além da inexistência de dados sobre sua prevalência. A possível relação entre esta alteração patológica e a constipação intestinal torna ainda mais relevante e instigante o seu estudo. Objetivo: Definir e estabelecer a prevalência em nosso meio, e propor uma classificação radiológica para a enteroptose. Método:

Este estudo foi realizado em duas etapas. Na primeira foram analisados 193 enemas opacos digitais, visando estabelecer a prevalência da ptose. E a segunda propôs uma classificação topográfica em graus (0, 1 e 2), sendo a de Grau 2 considerada como a enteroptose verdadeira.

Resultados: A prevalência de enteroptose verdadeira foi de 35 (18%) dos 193 enemas opacos examinados, sendo estatisticamente mais prevalente em mulheres (p=0,039).

Considerando a prevalência mundial da constipação de até 20%, é plausível supor que possa haver correlação

entre constipação e ptose Grau 2. Conclusão: Não há na literatura mundial estudos sobre prevalência ou classificação da ptose do transverso, e acreditamos que a presente classificação em graus, associada à avaliação sintomatológica baseada nos critérios de Roma III, será um grande norteador para indicar a conduta diagnóstica na constipação.

Unitermos: Enteroptose, Constipação, Roma III, Enema Opaco.

S

UMMARY

Introduction: The enteroptosis was defined in 1922 by Cannon as flattening of the transverse segment, in “V”

form, extending to the pelvic level, and if more acute are the angles of splenic and liver flexures, greater will be the symptom including flatulence, bloating and constipation.

Although consensus in clinical practice often detected enteroptosis in barium enemas, there is no unanimity in the conceptual definition, besides there is no data about the prevalence. The possible relationship between this pathological change and constipation becomes this study even more relevant and compelling. Objective: Define, establish the prevalence in our environment and propo- se a radiological classification for enteroptosis. Method:

Topographic evaluation of the transverse colon by barium enema: definition, prevalence and proposed of a classification of the enteroptosis

33(3): 83-87

1. Gastroenterologista, Doutora em Patologia pela Universidade Federal de Minas Gerais e Professora da Universidade José do Rosário Vellano.

2. Acadêmica de Medicina da Universidade José do Rosário Vellano e Bolsita da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais.

3. Radiologista responsável pelo Centro de Imagem Martins & Godoy, Belo Horizonte - MG. 4. Coordenador do Núcleo de Fisiologia Gastrointesti- nal do Departamento de Endoscopia do Hospital Israelita Albert Einstein, Master of Surgery pela University Illinois at Chicago e Doutor em Cirurgia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. 5. Médica do Núcleo de Fisiologia Gastrointestinal do Hospital Israelita Albert Einstein e Mestre em Cirurgia Geral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Endereço para correspondência: Rua Grão Pará, 85 – apto. 201 – Santa Efigênia – CEP 301150-340 Belo Horizonte – MG/e-mail: [email protected] Recebido em: 02/02/2014. Aprovado em: 04/03/2014.

Artigo Original

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84

GED gastroenterol. endosc. dig. 2014: 33(3): 83-87

33(3): 83-87

This study was conducted in two phases. In the first 193 digi- tal barium enemas were analyzed to establish the prevalence of eneroptosis. The second proposed a topographic classi- fication in degrees (0, 1 and 2), being considered Degree 2 as the true enteroptosis. Results: The prevalence of true enteroptosis was 35 (18 %) of the 193 examined barium en- emas, being statistically more prevalent in women (p=0.039).

Given the global prevalence of constipation up to 20% it is plausible that there may be a correlation between constipa- tion and enteroptosis Degree 2. Conclusion: There are no studies in the literature about the prevalence or classification of enteroptosis, and we believe that the present classification in degrees, associated with the symptomatology assessment based in Rome III criteria will be a great guiding to indicate the diagnostic of constipation.

Keywords: Enteropstosis, Constipation, Rome III, Barium Enema.

I

NTRODUÇÃO

Cannon, em 1922, definiu a ptose do cólon transverso como uma alteração topográfica frequente. Ela pode ser visualizada no enema opaco como rebaixamento do segmento transverso, em forma de “V”, estendendo-se até o nível pélvico, sendo que quanto mais agudos forem os ângulos das flexuras esplênica e hepática, maior será a gravidade da sintomatologia1. Segundo o autor, as principais causas seriam anormalidades congênitas do trato gastrointestinal, distúrbios do sistema neuromuscular intestinal, neuroastenia, multiparidade e car- regamento de peso. Seus principais sintomas seriam queixas dispépticas inespecíficas, tais como flatulência, distensão abdominal e, principalmente, a constipação1.

O colo transverso tem cerca de 45 cm de comprimento, e é a terceira parte mais longa e móvel do intestino grosso2. Encontra-se entre as duas flexuras do cólon, sendo anterior à parte inferior da porção esquerda do fígado e fixada ao diafragma através do ligamento frenocólico2,3. O mesocólon transverso faz uma volta para baixo, a qual é, em geral, inferior ao nível das cristas ilíacas e está aderido à parede posterior da bolsa omental3,4. Sendo livremente móvel, a posição do transverso é variável, geralmente pendendo até o nível da vértebra L3, porém, em pessoas magras e altas, ele pode se estender até a pelve (transverso pélvico)4.

O enema opaco é o exame radiológico contrastado que permite estudar a forma e a função do intestino grosso em pacientes com constipação, além de detectar condições

patológicas, como: megacólon, colites, doença diverticular, neoplasias, volvo ou intussusepção5-9.

A constipação é um sintoma digestivo frequente na prática clínica, de caráter multifatorial, com prevalência entre 2% e 20%, dependendo da população estudada e da localização geográfica5-7. Segundo os critérios de Roma III5,9-13, a constipação funcional é definida por dois ou mais dos seguintes itens:

1) esforço em pelo menos 25% das defecações; 2) fezes irregulares ou endurecidas em até 25% das defecações;

3) sensação de evacuação incompleta em até 25% das evacuações; 4) sensação de bloqueio anorretal em até 25%

das evacuações; 5) realização de manobras para facilitar evacuação em até 25% das vezes, e 6) menos que três defecações por semana6-10.

Dentre suas causas primárias, deve-se ressaltar a consti- pação de trânsito lento, mais prevalente em mulheres jovens, comumente associada à diminuição das células de Cajal e pela liberação diminuída da substância P, neurotransmissor excitatório, pelo plexo mioentérico5,8-9. Dentre estas causas, destaca-se o retardo do trânsito colônico, e a ptose do transverso poderia em teoria contribuir fisiopatologicamente para esta condição patológica. No entanto, ainda não existem estudos relevantes sobre a associação da intensidade do declínio do cólon transverso com o tempo de trânsito colônico.

Nessa perspectiva, uma classificação a fim de relacionar a ptose nesta topografia poderá ser de grande valia para possível correlação clínica com a constipação8,9-12.

Apesar da definição de ptose por Cannon ter sido proposta há quase um século, não há outros trabalhos na literatura sobre o assunto e ainda não foram estabelecidos pontos de referências anatômicos exatos, nem uma classificação em graus para enemas opacos de pacientes portadores desta condição.

O

BJETIVO

O presente trabalho teve como objetivo definir ptose do cólon transverso, estabelecer a sua prevalência em homens e mulheres submetidos ao exame de enema opaco e propor uma classificação radiológica para esta condição patológica.

M

ATERIAL E

M

ÉTODOS

Este projeto foi dividido em duas etapas. A primeira compreendeu estudo observacional por meio do qual foram analisados 247 enemas opacos digitais de pacientes referenciados ao Centro de Imagem Martins & Godoy (Belo AVALIAÇÃOTOPOGRÁFICADOCÓLONTRANSVERSOPELOENEMAOPACO: DEFINIÇÃO,

PREVALÊNCIAEPROPOSTADECLASSIFICAÇÃODAPTOSEDOCÓLONTRANSVERSO

(19)

85

33(3): 83-87

Horizonte, MG, Brasil), no período de junho à primeira semana de dezembro de 2013, sendo que destes foram selecionados 193 exames. A segunda etapa compreendeu um estudo experimental para classificar, em graus, a ptose do cólon transverso.

Os critérios de inclusão no estudo foram: pacientes de ambos os sexos, idade superior a 18 anos, preparo para a realização do enema opaco de forma adequada, não restringindo a população em análise no estudo pela afecção patológica de base que motivou realização do exame radiológico ou pelo uso de medicações ou doenças intercorrentes. Os critérios de exclusão neste estudo foram: menores de 18 anos, exames de enema opaco com preparo inadequado ou que tivessem pouca nitidez do colo transverso.

Este estudo teve aprovação prévia pelo Comitê de Ética do Centro de Imagem Martins & Godoy, sendo dispensada a aplicação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), uma vez que foi realizada apenas a revisão dos exames de imagem.

Todos os pacientes que realizaram o enema opaco receberam instruções de preparo antes do exame, com jejum absoluto de 8 a 10 horas antes do exame, instrução para não mascar chiclete ou fumar durante jejum e a realização de limpeza intestinal por via oral com PEG 4000 (dois envelopes) e dois comprimidos de Dulcolox® ou Lactopurga®, conforme normas padronizadas do Centro de Imagem Martins & Godoy.

Foi usado procedimento padrão, sendo injetado via anal o contraste sulfato de bário até atingir o nível do ângulo da flexura hepática, seguido por manobras abdominais para que o contraste cheguasse ao ceco.

A seguir foi feita injeção de ar, obtendo o duplo contraste (Prova de Fischer), com paciente em projeção póstero- anterior e realizada a documentação radiológica com arquivamento digital das imagens.

A presente classificação radiológica só se aplica para avaliação topográfica de pacientes submetidos ao enema opaco contrastado, radiografados em posição ortostática.

Os enemas opacos dos pacientes foram divididos quanto ao gênero (masculino e feminino). Após a observação de todos os exames radiológicos e a comparação dos resultados com a anatomia humana normal, foi proposta a seguinte classificação para o grau da ptose do transverso: Grau 0 - cólon transverso acima do nível da crista ilíaca (figura 1); Grau 1 - cólon transverso entre a crista ilíaca e espinha ilíaca ântero-superior (figura 2) e finalmente o Grau 2 - cólon

transverso abaixo do nível da espinha ilíaca ântero-superior (figura 3). Todos os dados do estudo foram compilados e formatados na planilha Excel. As análises estatísticas dos resultados foram realizadas no Epi Info, versão 7.0 utilizando o teste T de Fischer, e foram consideradas estatisticamente significantes as diferenças com p < 0,05.

Figura 1. Enemas opacos evidenciando Grau 0 da ptose do colo transverso.

Figura 2. Enemas opacos evidenciando Grau 1 da ptose do colo transverso.

Figura 3. Enemas opacos evidenciando Grau 2 da ptose do colo transverso.

V. L. A. ANDRADE, D. MAGALHÃES, E. GODOY, P. J. P. C. CARVALHOE L. A. R. MARZAN

Imagem

Figura 1. Enemas opacos evidenciando Grau 0 da ptose do  colo transverso.
Figura 3. Enemas opacos evidenciando Grau 2 da ptose do  colo transverso.
Figura 2. Enemas opacos evidenciando Grau 1 da ptose do  colo transverso.
Gráfico 1. Distribuição dos 193 enemas opacos realizados no  Centro de Imagem Martins &amp; Godoy, no período de junho a  dezembro de 2013, segundo gênero e grau da ptose do colo  transverso
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Referências

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Conforme visto no subitem 3.5 - Efeitos da Fissuração na Edificação, a movimentação da estrutura devida à variação térmica provocou no edifício objeto do