A primeira informação quantitativa deste documento diz respeito aos que obtêm os 1.º e 2.º graus em exames complementares relativos ao ensino geral. A Tabela 1 apresenta um panorama dos que concluíram o ensino fundamental, por meio de exames complementares, por unidade da federação, no período 1971-1981.
FUNÇÃO SUPLÊNCIA 1. EXAMES DE SUPLÊNCIA
CONCLUINTES EM EXAMES DE SUPLÊNCIA RELATIVOS A EDUCAÇÃO GERAL DF 1º GRAU, 1971-81, BRASIL
Não chegam a 6,0%: Amazonas, Pará, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Bahia, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás. Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Bahia, Paraná (que também relataram desenvolver de forma centralizada, aplicando as provas simultaneamente em diferentes instituições de ensino); . c) O Conselho de Educação indica anualmente as instituições que elaboram e aplicam suas provas: Sergipe.
ELABORAÇÃO E APLICAÇÃO DAS PROVAS DOS EXAMES DE SUPLÊNCIA RELATIVOS A EDUCAÇÃO GERAL
Na Tabela 3 há um diagrama sobre a realização ou não de exames de substituição profissional no 2º nível; se foram realizados, o primeiro ano em que foram realizados e a periodicidade e pré-requisitos das partes para os últimos exames realizados. Outra condição que aparece em todas as unidades é o tempo de experiência na profissão (exceto no já citado MS).
PERIODICIDADE DOS EXAMES DE SUPLÊNCIA RELATIVOS A EDUCAÇÃO GERAL
Outro requisito comum a todas as unidades é o tempo de experiência na profissão (exceto MS, já mencionado). Somente o Distrito Federal lista em horas: 1.100 horas de experiência na profissão (convertidas em meses, para uma jornada de trabalho de 8 horas, daria aproximadamente 7 meses de experiência, para uma jornada semanal de 40 horas).
EXAMES DE SUPLÊNCIA PROFISSIONALIZANTE (EM NÍVEL DE 2º GRAU), INÍCIO; PERIODICIDADE; PRÉ-REQUISITOS DA CLIENTELA
A situação dos cursos complementares nos diversos sistemas de ensino é apresentada a seguir como uma implementação. O primeiro aspecto que é abordado, nos cursos complementares de turma, na função substitutiva, refere-se aos currículos.
DOS CURSOS SUPLETIVOS NA FUNÇÃO SUPLÊNCIA 1. DOS CURSOS SUPLETIVOS EM CLASSE
O Rio de Janeiro teria, em primeira instância, diplomados por meio de certificação em cursos supletivos estaduais, ou o equivalente a 84,0% dos diplomados do mesmo curso, no Brasil, por meio de exames. Poucas unidades conseguiram informar sobre os diplomados de escolas que emitem certificados de conclusão do ensino secundário.
FUNÇÃO SUPLÊNCIA
CURSOS SUPLETIVOS
- CURSOS SUPLETIVOS EM CLASSE
CURSOS ADICIONAIS DE FUNÇÃO ADICIONAL 2.2.1. MATÉRIAS ADICIONAIS PARA AULA 2.2.1. CURSOS ADICIONAIS EM AULA. A avaliação de desempenho dos alunos é realizada: .. a) nas rádios – Acre, Roraima, Maranhão, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Mato Grosso;.
DOS CURSOS SUPLETIVOS NA FUNÇÃO SUPLÊNCIA 2. DOS CURSOS POR
Informaram que não foi feita vigilância em Rondônia, Acre, Roraima, Ceará, Paraíba, Sergipe, Bahia, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás (totalizando 12 unidades) . Em ambos os graus, há vigilância no Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo, Paraná e Distrito Federal (ou seja, em 6 unidades).
RECURSOS HUMANOS
O Rio de Janeiro e a Bahia possuem 7 centros de ensino complementar, e o maior número, 17, está em Minas Gerais (apenas 2 no prédio próprio da Secretaria de Educação). Além dos Centros de Ensino Suplementar, a função substituta continua ocupando as dependências vagas das instituições de ensino comum em quase todas as Unidades (exceto RO, RN, MG, ES e GO).
RECURSOS MATERIAIS 1. INSTALAÇÕES FÍSICAS
Foram solicitados um organograma administrativo do ensino complementar e uma breve descrição da estrutura e funcionamento da administração responsável pelo ensino complementar, desde a sede até as unidades de ensino. Por gestão: Exames gerais; exames profissionais; Curso Profissionalizante (PRODASEC);. Durante a supervisão, a questão básica foi sobre os procedimentos de monitoramento e controle do ensino complementar.
Foi solicitada a apresentação de tabela comparativa entre as matrículas de formação complementar em regime substitutivo (cursos) e as de cursos regulares noturnos. Mas mesmo que sejam consideradas apenas as restantes 10 unidades, o número de inscrições em cursos complementares ao nível do 1.º Grau é inferior ao do ensino regular. Quanto ao 29º ano, também existem 12 unidades (mas não iguais ao 19º ano) que apresentavam simultaneamente matrículas no ensino regular noturno e no ensino complementar.
ENSINO SUPLETIVO E REGULAR NOTURNO
O Anexo 3 relaciona os cursos ofertados, implantados ou em andamento, por unidade. A primeira é que os cursos de aprendizagem não estão prosperando: apenas 8 (oito) unidades da Federação reportam-se a eles. O Apêndice 3 contém os cursos de aprendizagem conforme mostrados sob os nomes das unidades listadas.
Alagoas também especifica cursos (de administração e gestão até turismo), mas não especifica a duração. Os cursos de Contabilista e de Auxiliar de Redação destinam-se essencialmente a clientes com um nível de escolaridade equivalente ao 7.º ano. Módulos da 19ª série para cursos substitutos do ensino geral (em conjunto com o IDERB).
Módulos de 19 grau para os cursos de suplência de Educação Geral (em articulação com o IDERB)
Como a preocupação dos setores educacionais é buscar novas alternativas para o problema “educação x sociedade”, o DESU, envolvido nesta política de atuação, elaborou e implementou o Projeto de Produção de Materiais Técnico-Pedagógicos, que centrou tem numa renovação da acção, tem como objectivo a produção e aquisição de material informativo e técnico-pedagógico, que é distribuído aos clientes, pessoal técnico e docente que actua no domínio da acção educativa complementar.
Módulos de 29 grau para os cursos de Suplência de Educação Geral
Documento-Supervisão Educacional Aplicada ao Ensino Supletivo
Documento-Reforço de Alfabetização
Documento-Banco de Questões
Módulos de Iniciação Profissional - em 8 modalidades"
34; Elaboração e implementação de ferramenta organizacional de coordenação do uso de tecnologia educacional na rede de ensino complementar - convênio a ser implementado com a Fundação da Universidade do Paraná. O Serviço de Cinema Educativo tem como objetivo promover e orientar a utilização da cinematografia como ferramenta didática e como meio de documentação e divulgação cultural, artística e científica. Embora possam ter havido omissões em resultado das experiências acima escolhidas (sempre sujeitas ao critério da selecção de quem responde ao questionário), na realidade não se verifica nada de particularmente inovador, no sentido de que o desenrolar do inquérito foi consideravelmente Mudou. Educação adicional.
Solicitou-se apresentar as dificuldades que cada sistema tem enfrentado no âmbito do ensino complementar, em cada uma das funções, desde as geradas pelas ações normativas em nível federal até as operacionais. Mato Grosso detalha: “falta de recursos financeiros para atendimento direto aos centros educacionais”;. O Distrito Federal apresenta “o limite de idade para início e término dos exames, o que dificulta o alcance do público-alvo.
86- d) 5 Unidades, também, assinalam a falta de quadro próprio
GRÁFIC0 3- Principais Dificuldades na Área do Ensino Supletivo nas diversas Unidades da Federação
Fomos solicitados a considerar aspectos normativos, níveis de compatibilidade com a demanda comprovada e potencial, e destacá-los como relacionados à qualidade do ensino. O Rio Grande do Norte propõe “estudos sobre redução da idade para conclusão, via supletiva, do ensino de 1º e 2º graus”. Mato Grosso do Sul inverte o problema: em vez de alterar a legislação referente ao ensino complementar, propõe “aumentar a obrigatoriedade do Ensino Regular para 17 anos”.
O Rio Grande do Norte propõe uma educação que “tenha características próprias, levando em conta a especificidade (conteúdo e metodologia) e a qualidade da educação a ser ministrada”. O Rio Grande do Sul propõe “reflexão em nível nacional sobre a preparação de recursos humanos para o ensino complementar”. No caso do Rio Grande do Norte, propõe-se que “esses programas sejam ampliados, para cada região específica, com conteúdos vinculados à experiência de vida da clientela a ser atendida”. d) 3 unidades relatam maior utilização do ensino a distância SP, RS e DF);.
GRÁFIC0 4- Principais Sugestões na Área do Ensino Supletivo nas diversas Unidades da Federação
Material Instrucional
Supervisão
Ao serem solicitados a apresentar uma tabela comparativa entre matrículas no ensino complementar e no ensino regular noturno, houve muitas omissões no preenchimento dos questionários. Mais uma vez, verifica-se que faltam o subsistema de informação estatística do ensino complementar e a racionalização do subsistema do ensino regular. Se os dados recebidos forem confiáveis, parece que a matrícula no ensino regular noturno é muito maior do que no ensino complementar.
Diante das afirmações do questionário, pode-se afirmar que existe uma grande timidez quando se trata de experiências inovadoras. Para exemplificar, dos 37 mencionados, apenas em 10 3 ou mais existem coincidências de sistemas (nos restantes 27, ou 73,0%, há uma ou duas entidades que mostram inexistência). Nas propostas houve ainda maior difusão do que nas dificuldades: nem sempre, como seria de esperar, um problema coincide com uma proposta de como resolvê-lo.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO
Resumo - Na jurisdição da SEC, no nível 1 ou no nível 2, para aprofundamento de estudos para maiores de 18 ou 21 anos respectivamente, composto pelas seguintes disciplinas: Comunicação e Expressão: Língua Portuguesa (Nível 1) e LPLB (Nível 2 ); em estudos sociais: geografia, história, OSPB, EMC (1º e 2º ano); em ciências naturais: matemática e ciências físicas e biológicas (1º e 2º ano). Os exames para maiores de 21 anos serão realizados no nível 29 exclusivamente para qualificação profissional. Os cursos adicionais de nível 1 para maiores de 14 anos e de nível 2 para aqueles que concluíram o nível 1 são adiados.
Cursos de qualificação de nível 1 e 2 para menores de 14 anos, com o objetivo de prepará-los para o trabalho; ou Diploma 19, Ensino Geral + Formação Especial, para maiores de 18 anos; ou no nível 29, Ensino Geral + Formação Especial, maiores de 14 anos. 1º - Resolução 245/78 e Dispõe sobre o registro de certificados emitidos por instituições que oferecem, na modalidade supletiva, o curso de Auxiliar de Enfermagem, nível 1, com avaliação em andamento Cursos complementares - nos níveis 1 e 2 Licenciaturas, idade mínima para conclusão de 18 e 21 anos de idade, respectivamente, e cursos podem estar disponíveis.
PARAÍBA
Na realização do 1.º Grau de Formação Complementar os seis períodos devem ser consistentes. Resumo - Para maiores de 14 anos, no nível de 1.º ano e maiores de 19 anos, no nível de 2.º ano; levará isso em consideração. Realizam-se semestralmente, no 1.º grau para maiores de 18 anos, e no 2.º grau para maiores de 21 anos.
Os exames na função de Suplemento de 1.º Grau no nível de conclusão são realizados para maiores de 18 anos e de 2.º Grau para maiores de 21 anos. Os Cursos Intensivos de Qualificação Profissional serão de nível de 2.º grau para os maiores de 14 anos que tenham concluído o 1.º grau e, de nível de 1.º grau, para os maiores de 18 anos que tenham concluído pelo menos o 4.º. Cursos complementares – no nível de 1º Grau, com benchmarking no processo e desenvolvimento de conteúdos específicos das disciplinas do Núcleo.
Cursos de qualificação profissional - ao nível dos 1.º e 2.º graus, com medições em curso, podendo abranger apenas formação especial (I), ensino geral mais formação especial (II) e destinados à qualificação de assistente técnico (III), com exceção do Ensino Geral, com os requisitos mínimos estabelecidos pelo CFE; destinado à formação de técnicos (IV). Exames complementares - nos níveis 1 e 2, categoria etária 18 e 20 anos respetivamente; Cursos de qualificação, para maiores de 21 anos, que tenham concluído o 1.º grau ou equivalente.