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Orientações Curriculares

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Academic year: 2023

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Diretrizes curriculares: expectativas de aprendizagem e diretrizes didáticas para a educação infantil / Secretaria Municipal de Educação - São Paulo: SME/DOT, 2007. Essa orientação traz expectativas sobre a aprendizagem que podem ser promovidas com crianças atendidas em CEIs, creches, EMEIs e instituições de ensino infantil. aulas de educação infantil nas EMEEs da rede municipal de ensino de São Paulo e oferece algumas orientações sobre como fazer isso. Essa história traz desafios e responsabilidades a todos os seus atores quando pensam no desenvolvimento de diretrizes curriculares e expectativas de aprendizagem para as crianças nelas matriculadas neste período de integração dos CEIs1, creches e EMEIs na rede municipal de ensino de São Paulo.

Como resultado do seu projeto pedagógico CEI, as creches e a EMEI organizam o seu quotidiano para a realização de diversas atividades que mobilizam as crianças para brincar e explorar o ambiente em cooperação com outras crianças. Mas a preocupação em estabelecer vínculos com as crianças não deve ser objeto de atenção do professor apenas no momento de seu ingresso na unidade educacional. As relações que o professor estabelece com as crianças são fortalecidas pela observação interessada e frequente das interações que mantêm com os seus companheiros.

Por outro lado, é importante que o espaço ofereça novidades periodicamente e que as crianças estejam preparadas para incluí-las em suas ações. O tempo em uma instituição de ensino deve ser vivido de tal forma que as experiências que ali ocorrem sejam utilizadas como oportunidades para que as crianças aprendam e se desenvolvam. Com crianças menores é possível observar a presença de celulares e cartões bancários, entre outras coisas, nas brincadeiras de faz de conta.

Esta tarefa envolve a criança como um todo: sua inteligência, afetividade, habilidades motoras, linguagem e senso de identidade. À medida que dominam a estrutura básica de um jogo de simulação, de um jogo tradicional ou de um jogo com regras simples, as crianças podem sugerir mudanças nos personagens, no enredo ou nas regras do jogo. MINI GRUPO – As crianças podem aprender a participar de brincadeiras de roda e brincadeiras de roda, cantar e fazer os gestos esperados sem ter o professor como modelo, brincar de esconde-esconde e pega-pega, jogar bola sob a supervisão do professor.

SEGUNDA ETAPA – As crianças podem aprimorar suas formas de interagir com os parceiros em jogos tradicionais, jogos simbólicos e jogos de regras. Através disto, as crianças aplicam criativamente a sua cultura e comunicam com as crianças e adultos que a partilham. O patrimônio cultural da humanidade oferece um amplo repertório de movimentos ligados à dança, que podem ser mobilizados e principalmente recriados quando se trabalha com crianças na educação infantil.

Criar oportunidades para as crianças dançarem músicas variadas, de diferentes regiões e grupos culturais, integra o trabalho de música e dança e amplia o conhecimento e as formas de expressão do grupo. SEGUNDA E TERCEIRA FASE – As crianças podem aprender a usar os movimentos básicos que dominam, bem como algumas combinações de movimentos (como andar e puxar, atirar e apanhar, andar e quicar uma bola, etc.) à medida que exploram o ambiente. desafios que o espaço oferece com mais confiança, autonomia e eficácia. Na creche deve-se lembrar que o simples fato de conhecer e ampliar as capacidades do seu corpo é uma atividade muito prazerosa para as crianças.

Porém, preparar um ambiente para que as crianças se sintam estimuladas a explorá-lo é preciso mais do que pensar nos desafios motores. É importante que este espaço seja regularmente intervencionado pelo professor, para que se transforme e se torne ainda mais emocionante para as crianças. MINI GRUPO E PRIMEIRA ETAPA – As crianças podem apropriar-se da sua própria imagem corporal, através das ferramentas já mencionadas, e podem aprender a distinguir e nomear as diferentes partes do seu próprio corpo e do corpo dos outros.

SEGUNDA E TERCEIRA ETAPA – As crianças podem aprender gradativamente a controlar os próprios movimentos, adaptar suas habilidades às diferentes situações em que participam (brincadeiras e atividades cotidianas) e conhecer as potencialidades e limites do próprio corpo (relacionados à força, resistência). , flexibilidade, além de coordenação motora e organização espaço-temporal). A utilização de espelhos, desde a creche, é um recurso importante para que as crianças se reconheçam, percebam e identifiquem a imagem refletida como “sua”. Ao interagir com diferentes parceiros, as crianças aprendem a utilizar gestos, expressões faciais e movimentos corporais de forma cada vez mais consciente e com fins comunicativos.

SEGUNDA E TERCEIRA FASES - As crianças podem continuar a explorar as possibilidades de expressão, comunicação, interação intencional com diferentes parceiros através do movimento, ampliando as suas possibilidades gestuais.

Defende-se como princípio democrático que todas as crianças têm direito aos benefícios da sua própria cultura. As crianças aprendem a desenhar letras e a construir palavras com elas, mas a linguagem escrita não é ensinada. MINI GRUPO, PRIMEIRA E SEGUNDA ETAPA – As crianças podem aprender a participar de espaços de conversação coletiva, contando não apenas com a fala complementar do professor, mas também com sua memória e seus próprios recursos expressivos.

Além das conversas informais, as crianças em idade pré-escolar também podem vivenciar situações de comunicação mais organizadas, o que pressupõe algum planejamento do que vai ser dito. MINIGRUPO, PRIMEIRA, SEGUNDA E TERCEIRA ETAPA – As crianças podem aprender espontaneamente a reconhecer e utilizar rimas em suas brincadeiras, ativando de cor textos da tradição oral, ou identificando e acompanhando a palestra do professor. Com o tempo, torna-se uma fonte de informações para crianças mais velhas sobre a ortografia e o uso das palavras.

Além de um amplo repertório de histórias, as crianças também podem desenvolver o que chamamos de “comportamento de leitura”. FASE DOIS E TRÊS – As crianças podem ser incentivadas a usar elementos da linguagem escrita para recontar histórias, recontar histórias repetitivas e/ou cumulativas baseadas em livros, mantendo elementos da linguagem escrita. Para isso, é necessário criar um bom contexto e definir os objetivos de leitura e as modalidades que as crianças se propõem a aprender, proporcionando sempre boas fontes de informação.

MINIGRUPO – As crianças podem aprender a identificar a grafia do próprio nome e a reconhecer textos recorrentes no dia a dia (como convites para festas de aniversário, roteiros de atividades do dia, comunicações aos pais e listas diversas). SEGUNDA ETAPA – As crianças podem ser incentivadas a reconhecer a semelhança entre a primeira letra do seu nome e as demais iniciais dos colegas que também possuem a mesma letra. TERCEIRA ETAPA – Espera-se que gradativamente as crianças consigam escrever o próprio nome com total autonomia e ler e escrever os nomes dos colegas.

No entanto, cabe ao professor criar propositadamente situações que funcionem como ferramentas para as crianças aprenderem. São muitas as possibilidades de objetivos comunicativos que podem ser partilhados com as crianças: a organização de eventos culturais; sarau literário;

MINI GRUPO – As crianças podem aprender a atuar sobre objetos e materiais, com a ajuda da professora, misturando água e areia ou modelando a argila produzida e criando misturas. Nessa perspectiva, atividades de serialização, classificação e ordenação são amplamente utilizadas para que as crianças aprendam a conservar quantidades. As crianças pequenas precisam da ação dos adultos para que as palavras e a escrita numérica ganhem significado.

Experiências repetidas de contagem em situações que são significativas para as crianças proporcionam oportunidades para elas progredirem. DIRETRIZES CURRICULARES Expectativas de Aprendizagem e Diretrizes Didáticas. em que as crianças representam espaços com diferentes dimensões, utilizando linguagem falada/matemática para representar ideias espaciais. Precisamos reconhecer o que as crianças já sabem, como se expressam, o que gostam de produzir, assistir, ouvir, reconhecer propósito,

A série apresenta problemas que as crianças têm que resolver de diferentes maneiras: fazendo, pensando, vivenciando, confirmando, perguntando, etc. Mas além de ouvir e distinguir sons, as crianças pequenas também são capazes de produzi-los. As crianças podem aprender a desenhar o que ouvem, por exemplo, um som curto, longo, grosso ou fino.

É importante lembrar que as crianças podem ter diferentes formas de participar ou expressar as suas preferências por músicas e canções. As crianças podem aprender a assistir e comentar o que viram após o término da apresentação, pois o público é parte orgânica da experiência teatral. PRIMEIRA ETAPA – As crianças podem ampliar sua forma de criar histórias e enredos para dramatizar e aprender a improvisar situações e personagens utilizando fantoches, brinquedos e objetos.

Com a ajuda do professor, as crianças podem continuar a criar cenários de atuação a partir de histórias conhecidas e criações conjuntas. Para que as crianças tenham a experiência de “ser”, “apresentar”, “criar”, seus professores devem priorizar isso. NÍVEL UM - As crianças podem aprender formas de contactar, observar e interagir com os processos de produção de outras crianças, incluindo as de outras faixas etárias.

As crianças podem aprender a expressar suas ideias e sentimentos sobre tais imagens por meio da fala, do corpo ou de outras experiências artísticas nas mais diversas linguagens.

Espera-se que as expectativas de aprendizagem aqui destacadas possam identificar formas de traçar metas de ensino e aprendizagem e as condições em que elas podem ser trabalhadas, e assim contribuir para o planejamento de propostas mais claras para os professores e propostas mais desafiadoras para as crianças. É certo que a Rede Municipal de Ensino de São Paulo deve dar continuidade à sua história de inovações no campo da educação infantil, ampliando o envolvimento e a participação de seus profissionais no estudo e avaliação de seu trabalho, inclusive com novos olhos observando as atividades em no qual as crianças se interessam, registrando o que observam e refletindo sobre possibilidades que já se abriram e estão prestes a serem concretizadas. Para começar, as unidades de educação infantil desta rede são convidadas a utilizar este documento doravante como uma ferramenta que estimula a reflexão e apoia as decisões de seus professores no planejamento e acompanhamento de trabalhos que consolidem uma qualidade que esta grande rede que você pode ser motivo de orgulho.

CAMPANHA NACIONAL DE EDUCAÇÃO, MIEIB - Consulta sobre a qualidade da educação pré-escolar: o que pensam e querem os sujeitos deste direito. Tempos e espaços da infância e suas linguagens nos CEI, Creches e EMEIS da cidade de São Paulo.

Referências

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