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PDF - Revista Trilhas da História - UFMS

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Academic year: 2023

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Prof. Dr. Márcia Maria Menendes Motta, UFF, Brazilië Prof. Dr. Mariana Estevez de Oliveira, UFMS, Brazilië. Rivan Menezes Dos Santos, Collonges sous Salève Frankrijk, Frankrijk Prof. Dr. Rosemeire Aparecida de Almeida, UFMS, Brazilië.

ARTIGOS

MICHEL FOUCAULT E AS (IN)CERTEZAS DA HISTÓRIA

MICHEL FOUCAULT AND THE (UN)CERTAINTIES OF HISTORY

INTRODUÇÃO

Um dos desdobramentos essenciais para escrever a história da "virada linguística" é a dispersão das ideias e a ausência de um centro unificador que de fato as una (CEZAR, 2015, p. Isso esclarecerá as condições em que elas se desenvolvem para se desenvolver) . formulações, desafios e funções no campo da historiografia.

OS ANOS 60

Segundo Machado (2006, p. 38), além de abordar o objeto por meio do discurso teórico, do conhecimento científico, Foucault explora a loucura por meio de uma percepção social do louco, situado na esfera das instituições, misturando-o com outros excluídos da sociedade. caracterizando-o como sem razão. Assim, o discurso científico permite que a razão domine a loucura, criada pela resistência, pelas interrupções e pela erosão dos saberes que a antecederam.

OS ANOS 70

Nesse cenário, o exercício do poder é um conjunto de ações sobre ações possíveis no campo das possibilidades, onde se inscreve o comportamento dos sujeitos ativos. Assim, a dominância do grupo e sua resistência se revelam ao entrelaçar as relações de poder com as relações estratégicas e seus efeitos de interação mútua (FOUCAULT, 2013, pp. 273-290).

FOUCAULT E OS HISTORIADORES

O diálogo parte do pressuposto, presente em ambas as tradições, de que o sujeito do conhecimento não produz enunciados privilegiados em relação à realidade. Paul Veyne11 não concorda com a crítica de que Foucault teria uma atitude relativista em relação à verdade, se a verdade é plenamente explicável e não uma flutuação indefinida, pois Foucault defende que os objetos da ciência e a própria ciência não são eternos. a verdade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sua contribuição deve estar relacionada à ideia de que a realidade parece ser configurada por regimes discursivos, perspectiva que abalou algumas certezas da história social e abriu caminho para pesquisas e reflexões que estão presentes no pensamento histórico até hoje.

A DESVALORIZAÇÃO DO ENSINO DE ARTE NO BRASIL: ORIGENS E ALGUNS ASPECTOS

THE DEVALUATION OF ART TEACHING IN BRAZIL: ORIGINS AND SOME ASPECTS

Sabe-se que a arte-educação acompanhou as tendências educacionais nascidas até então e refletiu em sua interface o que a sociedade entendia sobre ela. AS ORIGENS COLONIAIS DO ENSINO DE ARTE: DA CONTRIBUIÇÃO JESUÍTA AO BARROCO BRASILEIRO.

AS ORIGENS DO ENSINO DE ARTE NO PERÍODO COLONIAL: DA CONTRIBUIÇÃO JESUÍTICA AO BARROCO BRASILEIRO

O que podemos destacar na abordagem do ensino de arte na Ratio Studiorum são as disciplinas de humanidades que se relacionavam com as artes literárias. Esse aspecto é interessante porque durante muitos anos, principalmente no século XX, o ensino da arte foi principalmente o ensino do desenho.

A MISSÃO ARTÍSTICA FRANCESA E SEUS DESDOBRAMENTOS NO PERÍODO IMPERIAL

Isso também explica por que o Brasil daquela época não via utilidade material nas propostas francesas, já que a grande massa da população não era "civilizada" e precisava de mais mão-de-obra que os artistas, visão motivada pelo entendimento da arte como decoração. , acessório etc. No entanto, encontramos pontos cruciais na história para entender o caminho que a arte tomou na educação brasileira: a arte como mecanismo de evangelização, a arte como entretenimento para a corte e, ultimamente, em contraste com as artes manuais produzidas pelos escravos indígenas, artesãos e indígenas, relacionando a valorização versus desvalorização ainda tão presente em nossa sociedade.

A INFLUÊNCIA DO LIBERALISMO E DE RUI BARBOSA NA CONSTRUÇÃO DO ENSINO DE ARTE DO SÉCULO XX

A INFLUÊNCIA DO LIBERALISMO E DE RUI BARBOSA NA CONSTRUÇÃO DA ARTE-EDUCAÇÃO NO SÉCULO XX. Em síntese, o ensino de arte nesse período corresponde ao ensino profissionalizante, buscando a produção e o domínio da técnica, ressaltando a diferença entre artes plásticas e ofícios apresentados como: disciplinas independentes “[..] sem articulação entre si e com objetivos nem sempre artístico, como no caso do ensino do desenho, cuja característica era muito mais voltada para o aprendizado do desenho técnico do que para a expressão artística” (ZAGONEL, 2005, p. 48).

AS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS DO SÉCULO XX E DESAFIOS ATUAIS

Hoje em dia, a arte-educação agrega à liberdade de expressão a livre interpretação da obra de arte como meta de aprendizagem. Neste momento, os arte-educadores devem buscar ações e políticas governamentais que fortaleçam o acesso dos alunos ao ensino de arte do ensino fundamental como forma de resistência.

O QUE QUER UMA CARTA? UMA SISTEMATIZAÇÃO ACERCA DA

WHAT DO YOU WANT A LETTER? A SYSTEMATIZATION OF THE EPISTOLOGRAPHY OF INTELLECTUALS

A EMERGÊNCIA DE UMA PRÁTICA

Indica também a formação de um vínculo que diz respeito apenas ao destinatário e ao remetente, que funciona como uma espécie de pacto de privacidade, que, ao ser estabelecido, permite vislumbrar afirmações que os sujeitos dificilmente fariam no domínio público. Uma particularidade que a torna suscetível a diferentes usos e a distancia da ideia de unidade, por isso as cartas são signos de um momento e responsáveis ​​por captar uma experiência no tempo e no espaço.

AS CORRESPONDÊNCIAS E A CRIAÇÃO INTELECTUAL

Orientar o processo de construção de uma obra confere à letra a sua mais alta dignidade genética, permitindo-nos encontrar vestígios do sujeito por detrás dos esboços através da utilização da correspondência do autor durante as fases de produção intelectual. A correspondência, classificada como arquivo de criação, permite em alguns casos citar obras em andamento e em outros acompanhar cada etapa do desenvolvimento de uma obra – da concepção à publicação – além de críticas ao material apresentado.

DECODIFICANDO A CORRESPONDÊNCIA

Mecanismo que caracteriza a carta como “[..] um testemunho que pode prejudicar o autor” (grifo nosso) (HAROCHE-BOUZINAC, 2016, p.71), conforme correspondência de Mário de Andrade a Luís da Câmara Cascudo em 1º de março 1935, afirmando que. Nessa perspectiva, eles podem manifestar: a-) memórias: quando os correspondentes evocam lembranças de momentos anteriores à comunicação e expressam sentimentos nostálgicos, como faz Luís da Câmara Cascudo ao se despedir de Mário de Andrade em 10 de abril de 1931, que afirma ter ter.

FONTES

A REPRESENTAÇÃO DA ELITE DE COPACABANA, IPANEMA, LEME (CIL) NO

Este artigo pretende discutir a representação da elite Copacabana, Ipanema, Lema (CIL)1 nas páginas do jornal Beira-Mar. 1 Cabe ressaltar que a sigla "CIL" para os bairros de Copacabana, Ipanema, Leme foi escolhida pela coluna editorial do Beira-Mar para denotar a elite dessa região.

A REPRESENTAÇÃO DA ELITE CIL DURANTE A GUERRA: NAS PÁGINAS DO BEIRA-MAR

O Beira-Mar enfatiza a importância dos clubes na construção da identidade de Copacabana, exemplo disso é a reportagem de 28 de março de 1942, intitulada. No entanto, a pessoa tinha que residir naquela região ou compartilhar o habitus da elite para que seu nome fosse associado à capital simbólica da Beira-Mar.

Figura 1 – Copacabana, a cidade mais moça e mais bonita do Brasil.
Figura 1 – Copacabana, a cidade mais moça e mais bonita do Brasil.

A DISTINÇÃO DA ZONA SUL NOS ANÚNCIOS DO JORNAL BEIRA- MAR DURANTE A 2ªGM

Em 30 de outubro de 1943, o jornal Beira-Mar anunciava os serviços de um fotógrafo: “O fotógrafo de elite de Copacabana. É interessante notar que, embora o jornal Beira-Mar visse os bairros de Copacabana, Ipanema e Leme, não negava o habitus da elite de outros bairros, como Botafogo, residência da elite no período do Império. .

Figura 2 – Cabeleireiros para o “Grand-Monde” – Salão Copacabana.
Figura 2 – Cabeleireiros para o “Grand-Monde” – Salão Copacabana.

CONCLUSÃO

Por fim, a abertura de uma série de lojas de luxo durante o período de racionalização evidencia também a descontextualização com a situação em que o país se encontrava e os baixos salários da maioria da população. Nem tudo que reluz é ouro: A Última Hora, a Tribuna da Imprensa e a campanha de reabilitação moral no Copacabana.

UMA CIDADE ENTRE NARRATIVAS

CONSTRUÇÕES HISTÓRICAS SOBRE A HISTÓRIA DE ORLÂNDIA-SP

A CITY BETWEEN NARRATIVES: HISTORICAL CONTRUCTIONS ON THE HISTORY OF ORLÂNDIA-SP

Este artigo busca analisar a construção da narrativa histórica do município de Orlândia, localizado na região nordeste do estado de São Paulo. Da mesma forma, nossa proposta visa evidenciar outras narrativas da história de Orlândia e evidenciar espaços e assuntos que foram omitidos ou esquecidos na construção da narrativa oficial deste município.

ORLÂNDIA ENTRE NARRATIVAS: UM PASSEIO DO OESTE AO LESTE

Portanto, neste artigo procuraremos destacar as histórias que envolvem a história da cidade de Orlândia. Porém, quanto mais nos afastamos da Vila Orlando (atual centro da cidade de Orlândia), menos sabemos sobre Orlândia.

Da mesma forma, a proposta de dar destaque a essa narrativa marginal, construída por meio de crônicas, é em geral destacar sujeitos até então à margem da história de Orlândia. Porém, se foi complicado conhecer a Vila Tatu, pela escassez de materiais nos 'lugares de memória', pior ainda é conhecer um pouco mais da história dos espaços e sujeitos após 1970.

FIDEL CASTRO E SALVADOR ALLENDE

RELAÇÕES POLÍTICAS E INSTITUCIONAIS DO CARIBE AO CONE SUL (1959-1972)

3 As edições de Revolución e os materiais utilizados e/ou reproduzidos neste artigo foram obtidos por meio de consulta ao acervo do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa (CEDAP/UNESP/Assis). 4 Os números e materiais da revista Bohemia utilizados e/ou reproduzidos neste artigo foram obtidos por meio de consulta à Coleção Latino-Americana e Caribenha (Universidade da Flórida/Gainesville).

SALVADOR ALLENDE E A REVOLUÇÃO CUBANA: RELAÇÕES PESSOAIS E POLÍTICAS COM FIDEL CASTRO

Chegando ao Cuartel de la Cabaña, Allende encontrou Ernesto Guevara, o Che, que. O primeiro encontro entre Fidel Castro e Salvador Allende, intenso e decisivo para os rumos da política revolucionária chilena que mais tarde veio à tona, foi registrado pelo jornal cubano Revolución, órgão oficial do movimento revolucionário, em 26 de julho, com o data 28 de fevereiro. , 1959.

FIDEL CASTRO E A REVOLUÇÃO CHILENA: OLHARES DA IMPRENSA SOBRE A VISITA

Esta edição contém um suplemento que continua acolhendo a visita de Fidel Castro e divulgando suas principais intervenções em território chileno. Sob o título El viaje de Fidel, a revista cubana iniciou a primeira de uma sequência de 28 páginas exclusivamente sobre a visita de Fidel Castro e suas consequências no Chile e em Cuba.

AMIZADE, PODER E REVOLUÇÃO: TENSÕES E CONTRADIÇÕES ENTRE SALVADOR ALLENDE E FIDEL CASTRO

Por ocasião da visita, Fidel Castro propôs em ato público que cada habitante da ilha doasse uma parte de seu dinheiro alimentar, que seria convertido em ajuda revolucionária ao Chile de Allende. Em 1971, durante sua estada no Chile, Fidel Castro foi categórico ao afirmar: "ser revolucionário não é ser dogmático".

BRASIL E PARAGUAI: O AGRAVAMENTO DAS TENSÕES E O PRELÚDIO DA GUERRA

BRAZIL AND PARAGUAY: THE ESCALATION OF TENSIONS AND THE PRELUDE TO WAR

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

BRASIL E PARAGUAI. O AGRAVAMENTO DAS TENSÕES

Assim, assinou um tratado com as províncias de Entre Rios e Corrientes para derrotar o governador de Buenos Aires. Acabou também o perigo representado pelo governante de Buenos Aires e o motivo pelo qual Brasil e Paraguai não entraram em guerra.

O FIM DA AMEAÇA ROSISTA E O PRELÚDIO DA GUERRA

A "Missão Pedro Ferreira de Oliveira" [nome do novo plenipotenciário no Paraguai], como era chamada à época pelo Parlamento Imperial, tinha como principal objetivo obter a livre navegação do rio Paraguai e estabelecer as fronteiras com o Paraguai aptas . Pedro Ferreira de Oliveira tinha experiência em assuntos políticos, mas não era diplomata de carreira.

O CAMINHO PRA GUERRA

  • AS PETIÇÕES DE ESMOLA
  • ESMOLAS DE D. JOSÉ I
  • QUEM PEDE ESMOLA?
  • VELHOS E DOENTES
  • MULHERES HONRADAS E RECOLHIDAS

Ainda mais se tratando de um país com o qual já havia desentendimentos e questões não resolvidas sobre fronteiras e navegação fluvial. Estamos, portanto, convencidos de que a intervenção imperial no Uruguai foi o primeiro passo na guerra do Paraguai.

6. “SUMMA MIZERIA”

TENTAR CONVENCER D. JOSÉ I

AS ESMOLAS

PARA QUE SERVIAM 6$400 REAIS?

EM CONCLUSÃO

ARAÚJO, Maria Marta Lobo de, Rituais de caridade na Misericórdia de Ponte de Lima (séc. XVII-XIX). Do Quase Nada ao Quase Rei: Biografia de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal.

ENSAIO DE

GRADUAÇÃO

NORMA E NORMAN?: MATERNIDADE NA SÉRIE BATES MOTEL (2013-2017)

NORMA AND NORMAN?: MATERNITY IN THE BATES MOTEL SERIES (2013-2017)

Por ser produto da indústria cultural e por se configurar como cultura de massa, por ser assistida e apreciada por milhares de pessoas, a série acaba reforçando os modelos de sociedade e comportamento que se impõem ao responder às tendências de uma sociedade particular, como é o caso da série aqui estudada – Bates Motel – ao tratar da maternidade. Norma e Norman, ao mostrarem as fragilidades da relação conturbada entre mãe e filho, parecem (re)criar modelos existentes de maternidade e feminilidade no século XXI.

FONTES AUDIOVISUAIS NA HISTÓRIA

No decorrer do século XX, com a evolução do cinema e o desenvolvimento da televisão – aparelho que hoje compõe os lares de diversas famílias – surgiu o desenvolvimento de séries e folhetins, denominado por Silva (2014) de “cultura da série”. transmitido e assistido por milhares de pessoas. É a partir das mudanças desde o advento da televisão até as atuais plataformas de streaming que a série – fonte utilizada nesta pesquisa – conquistou espaço e passou a fazer parte da vida de cada telespectador, fazendo-o sentir-se parte daquilo que está sendo transmitido.

Tabela 1: Identificação e descrição de episódios analisados. Elaboração própria.
Tabela 1: Identificação e descrição de episódios analisados. Elaboração própria.

NORMA BATES, A MATERNIDADE E AS RELAÇÕES DE GÊNERO NO AUDIOVISUAL

Quando Laura Mulvey fala sobre a construção de personagens femininas em filmes, Laura Mulvey também aponta para a questão do voyeurismo, com a mulher sendo retratada como uma imagem, enquanto o homem seria o portador do olhar. Nessas edições, a figura da personagem Norma Bates, como mãe no século XXI, se enquadra no papel ideal exigido da mulher entre meados do século XVIII e principalmente no século XIX, sendo o de mulher, educadora, mãe, dona de casa . .

Figura 1: Segundo episódio da primeira temporada. Captura de tela feira  pela autora.
Figura 1: Segundo episódio da primeira temporada. Captura de tela feira pela autora.

Imagem

Figura 1 – Copacabana, a cidade mais moça e mais bonita do Brasil.
Figura 2 – Cabeleireiros para o “Grand-Monde” – Salão Copacabana.
Figura 3 – Sul América Companhia Nacional de Seguros de Vida.
Figura 4 – Loja Sapato Chic.
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Referências

Documentos relacionados

It was subsequently demonstrated that both BDNF messenger and protein level was increased in a HD mouse model expressing human full-length wild-type huntingtin (YAC18) and that