• Nenhum resultado encontrado

Psicologia e Saúde Materno-Infantil

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Psicologia e Saúde Materno-Infantil"

Copied!
214
0
0

Texto

O Capítulo 1, "Psicologia e Relação Mãe-Filho: Um Estudo Bibliométrico", tem como objetivo caracterizar a produção científica no campo da psicologia sobre a díade mãe-filho no âmbito nacional e internacional. Anna Cecília Chaves Gomes Fernando Luiz Maia Gomes Luciana da Silva Revorêdo Welyton Paraíba da Silva Sousa.

Metodologia

Como critérios de exclusão utilizamos: monografias, dissertações e teses, artigos publicados em eventos científicos, repetições. A busca das publicações foi realizada de forma independente por dois pesquisadores, seguindo critérios de inclusão e exclusão definidos.

Resultados e discussão

Universidade Federal do Sudeste e Sul do Rio Grande do Sul 1 Universidade Federal do Norte/Nordeste do Rio Grande do Sul 1. Universidade Estadual Paulista 1 Universidade Federal de São Paulo 7 Universidade Federal de Uberlândia 1 Universidade Federal do Rio de Janeiro 4 Universidade Federal do Jequitinhonha e Mucuri 1 Universidade Presbiteriana Mackenzie 1.

Tabela 1 – Artigos por base de dados pesquisada
Tabela 1 – Artigos por base de dados pesquisada

Considerações finais

Assim, é importante preconizar, nestes contextos em que se estabelece a avaliação da relação entre mãe e bebé, um acompanhamento psicológico alicerçado nos princípios da humanização. Quando entramos no tema da relação mãe-filho, descreve-se que mãe e filho fazem parte de uma relação simbiótica de saúde.

In: ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 14; ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE PÓS-GRADUAÇÃO, 10; ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE INICIATIVA CIENTÍFICA JUNIOR São José dos Campos.

Considerações atuais sobre a repetição gestacional na

Introdução

Analisar os fatores socioeconômicos, culturais e obstétricos da reincidência da gravidez na adolescência em Teresina, PI, Brasil. Este estudo fornece dados preliminares sugerindo que o tratamento avançado com CE pode ajudar a reduzir a recorrência de gravidez na adolescência.

Tabela 1 – Distribuição dos artigos por base de dados, total de artigos encontrados,  exclusão e total de artigos para análise
Tabela 1 – Distribuição dos artigos por base de dados, total de artigos encontrados, exclusão e total de artigos para análise

Gravidez tardia

A literatura aponta diversos fatores que contribuíram para o aumento significativo dos casos de gravidez tardia. Embora tais fatores justifiquem o retardo da gravidez, como ocorre em gestantes com 35 anos ou mais, a gravidez tardia ainda está fortemente associada a eventos obstétricos adversos (GRAVENA, SASS, MARCON, PELLOSO, 2012).

Método

Os resultados são apresentados na forma de tabelas ou frequências, destacando informações sobre a base de dados, idiomas, ano e países de publicação (dados cienciométricos). Nos aspectos metodológicos, elencaram-se informações sobre os tipos de pesquisa, local de coleta de dados, participantes, instrumentos de coleta de dados e tipos de análise de dados.

Resultados

Os dados dos aspectos metodológicos dos artigos selecionados foram organizados tendo como referência a classificação dos tipos de pesquisa segundo Gil (2010). Este autor classifica os estudos de acordo com os seguintes critérios: em termos de paradigmas metodológicos para abordagem do problema de pesquisa (quantitativo, qualitativo e misto) e em termos de procedimentos técnicos utilizados (bibliográfico, documental, experimental, levantamento, pesquisa, ex-post fato e caso). estudar). Os resultados mostraram que, nos estudos sobre gravidez tardia, a maior prevalência foi a utilização de métodos quantitativos e pesquisa bibliográfica; a menor prevalência foi o estudo de caso.

O local de coleta de dados mais citado em 38 artigos foi o hospital; pesquisas eletrônicas on-line ou em bancos de dados demográficos e de gravidez, seja de registros de países ou de outras pesquisas, aparecem em 10 artigos; nos 19 artigos restantes, o acervo foi distribuído de forma diferenciada em outros tipos de locais como ambulatórios, policlínicas, unidades básicas de saúde, etc. Quanto aos tipos de análise de dados utilizados, os artigos foram organizados em quatro categorias: estatística descritiva, estatística inferencial, estatística descritiva e inferencial e não identificado.

Tabela 3 – Quantidade de artigos sobre gravidez tardia conforme os tipos de pesquisa
Tabela 3 – Quantidade de artigos sobre gravidez tardia conforme os tipos de pesquisa

Discussão

Os anos que tiveram maior número de publicações envolvendo o tema foram de e 2013; isso sinaliza um crescimento mundial de estudos sobre gravidez tardia nos últimos quatro anos. Esse método ainda é um dos mais utilizados em pesquisas em áreas do conhecimento como a psicologia e no âmbito mais específico dos estudos sobre gravidez tardia. Diante desse resultado, supõe-se que os dados da maioria dos estudos sobre gravidez tardia se limitaram a prontuários, questionários, buscas em bases eletrônicas e entrevistas, o que confirma que a ocorrência do local hospitalar tem sido predominante entre os locais de coleta de dados.

Também prevaleceu o uso de métodos quantitativos, o uso de dados médicos como instrumento de coleta de dados e análise do tipo estatística descritiva e inferencial. Por meio desses resultados, constatou-se a importância da realização de estudos que utilizem outros métodos, como métodos qualitativos e mistos, bem como mais estudos de campo, que incluam outros instrumentos de coleta de dados, além dos prontuários, dados que consistem em informações de natureza médica, hospitalar e biológica.

Paternidade

Os critérios de seleção dos artigos a serem analisados ​​foram, por exemplo: ter feito pesquisa com pais e explicar o conceito de paternidade. A terceira categoria de respostas sobre o conceito de paternidade incluiu estudos que forneceram definições de paternidade como expressão de afeto pelos filhos. Ao final, a amostra desta revisão foi composta por seis artigos científicos, sendo dois deles revisões de literatura sobre o conceito de paternidade.

No estudo de Castoldi, Gonçalves e Lopes (2014), que se insere nesta categoria, os pais continuaram a seguir modelos tradicionais de paternidade em termos de disponibilidade e responsabilidade, com destaque para o papel de provedor financeiro. Também foi destacada a diversidade de modelos e comportamentos paternos que os pais podem adotar com seus filhos e na família moderna.

Óbito fetal e sintomas depressivos

Este trabalho foi conduzido à luz da questão "o que a literatura científica tem publicado sobre morte fetal e sintomas depressivos?" e caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura. Em relação aos fatores protetores, o estudo mostrou que os níveis de ansiedade e depressão são menores em mães que receberam apoio social após a confirmação da morte fetal (CACCIATORE; SCHNEBLY; FROEN, 2009) e que a atividade física pode ser utilizada como estratégia para melhorar o quadro depressivo . sintomas neste contexto (HUBERTY; COLEMAN; ROLFSMEYER; WU, 2014). É imprescindível ressaltar que a pesquisa enfatizou pesquisas desenvolvidas com mulheres que vivenciaram o óbito fetal.

Diante do exposto, a pesquisa sobre os sintomas depressivos relacionados à vivência da morte fetal revelou-se um movimento ainda tímido e recente na literatura científica. A experiência da morte fetal foi frequentemente associada a sintomas depressivos no período pós-parto e além.

Aborto na adolescência

No entanto, quando surgem situações que dificultam o processo de desenvolvimento do adolescente, os riscos de crise aumentam e merecem atenção, dada a vulnerabilidade a que estão expostos. Apresentamos reflexões sobre o aborto forçado na juventude, que geralmente é resultado de uma gravidez inesperada.

Adolescência

A idade de início varia de acordo com o ponto de vista a partir do qual esse processo é visto; no campo da saúde, porém, é consenso que a puberdade marca essa entrada com alterações somáticas e psicológicas causadas pelos hormônios sexuais e com o aparecimento dos caracteres sexuais secundários. As adaptações do adolescente são feitas de acordo com a realidade interna, que é modelada por experiências anteriores em relação à cultura, família e ambiente em que o adolescente está inserido. A adolescência, que oferece uma condensação simbólica1, é um fenômeno que quase desapareceu; consiste em condensar a situação da adolescência em um ritual ou fato simbólico.

A sociedade é organizada em torno de regras, leis, costumes e tradições, que são mantidas através da cultura como valores de grupo que são geralmente aceitos por suas partes constituintes. Embora o processo da adolescência esteja mais relacionado a fatores que não são específicos de uma região ou cultura, há aspectos universais associados a ele.

Sexualidade

Acontecimentos da vida sexual como menstruação, gravidez e masturbação ainda são vistos de forma fantasiosa, permeados pelo típico pensamento mágico adolescente. A ausência de diálogo com os pais/responsáveis ​​sobre sexo leva à alienação e, muitas vezes, ao aprendizado com equívocos entre os jovens da mesma idade (CORREIA; MAIA, 2009). Tais ações repressivas são inerentes à educação sexual tradicional, que ainda é vista como solução para o controle de doenças sexualmente transmissíveis, gravidez e aborto na adolescência.

Para serem aceitos e se sentirem iguais aos seus pares, os adolescentes muitas vezes cedem às pressões e iniciam a vida sexual sem a maturidade necessária para aceitar as consequências. A atividade sexual sem a devida maturidade e responsabilidade ocorre, portanto, na ocorrência de doenças sexualmente ativas e gestações não planejadas.

Gravidez e aborto na adolescência

No Brasil, há aumento do número de gestações na faixa etária de 10 a 15 anos, que corresponde às duas primeiras fases da adolescência, levando a uma maior vulnerabilidade aos riscos da gravidez2 quando se considera o desenvolvimento corporal. Nessa idade, o número de gestações vem aumentando e não segue a tendência de queda no restante da população (ALTMANN, 2007). Mesmo em países onde os métodos anticoncepcionais estão prontamente disponíveis, como o Brasil, o número de gestações não planejadas é alto, e uma proporção delas termina em aborto induzido.

Existem muitas razões para o aborto e geralmente estão relacionadas à idade, fatores socioeconômicos e ao número de filhos. O impacto da desigualdade social nesse sentido se reflete no maior número de abortos forçados nas escolas públicas.

Aborto na adolescência à luz da bioética

A não maleficência, com forte teor hipocrático, é o princípio que leva os profissionais de saúde à obrigação de não causar danos e/ou prejuízos intencionalmente aos seus pacientes. Um médico pode, por exemplo, destacar estudos que reflitam alterações psicológicas após o aborto como forma de justificar a recusa em realizar o aborto; À luz desse princípio, a adolescente em situação de abortamento deve ter acesso a qualquer forma de intervenção que possibilite um melhor desfecho, tendo.

É evidente que a criminalização do aborto concorre com a impossibilidade desse princípio bioético ser aplicado às necessidades dos adolescentes – especialmente aqueles de baixa condição econômica. O princípio bioético da "justiça" trata das questões sociais que orbitam nas reflexões e nos meandros das relações humanas; está intimamente ligada à igualdade como direito fundamental.

Síntese conclusiva

Pensando e praticando o aborto entre jovens no contexto da proibição legal: o outro lado da gravidez na adolescência. As origens da bioética: do credo bioético de Potter ao imperativo bioético de Fritz Jahr. Disponível em: https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esr- c=s&source=web&cd=2&ved=2ahUKEwiVzJGvuvvlAhXMFLk- GHZpEAcYQFjABegQIBRAB&url=https%3A%2Fho%F.

O brincar no processo de doença e hospitalização

Trabalham com a criança e não com a doença, deixando memórias e fotos de momentos alheios à sua doença e hospitalização (FORD et al., 2014). No entanto, importa referir que nem todas as crianças gostam da visita (FORD et al., 2014). Portanto, o jogo transforma o ambiente hospitalar e a relação entre os jogadores nesse contexto (FORD et al., 2014).

O brinquedo proporciona um caráter lúdico, terapêutico e educativo para a criança durante o processo de adoecimento e hospitalização (JANSEN et al., 2010; . NICOLA et al., 2014). Além disso, Hostert et al. 2014) afirmam que as brincadeiras mais praticadas pelas crianças durante a internação são: desenhar, assistir televisão, ouvir histórias e tocar instrumentos.

Tabela 1 – Distribuição dos artigos por ano de publicação (frequência e porcentagem)
Tabela 1 – Distribuição dos artigos por ano de publicação (frequência e porcentagem)

Instrumentos que avaliam a relação entre mãe e filho

No entanto, a relação entre pais e filhos começa na vida intrauterina e desde então molda o papel de pai e mãe (PICCININI, LOPES, GOMES, DE NARDI, 2008). Diversas teorias têm sustentado as pesquisas sobre a relação mãe-bebê, reconhecidas pela importância do vínculo mãe-bebê para o desenvolvimento emocional, social e cognitivo saudável da criança (BORSA, 2007). A atitude afetiva e o afeto da mãe poderão criar um clima afetivo e emocional favorável para o bebê, direcionar o afeto da criança e dar qualidade de vida ao bebê (SPITZ, 2000).

Imagem

Tabela 1 – Artigos por base de dados pesquisada
Tabela 2 – Produção por ano de publicação
Tabela 4 – Regiões representadas nos artigos publicados no período de 2009 a 2014
Tabela 5 – Categorização temática dos artigos publicados no período de 2009 a 2014
+6

Referências

Documentos relacionados

Este trabalho teve como objetivo fazer uma análise sobre a importância e o significado do brincar na infância, como suporte no processo de desenvolvimento e aprendizagem da