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rodrigo carlos truppel - Univali

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Academic year: 2023

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O objetivo desta monografia é compreender as ideias e condições necessárias para a elaboração de Inventário e Partição Extrajudicial, que deve ser realizada por Notário, conforme previsto na Lei nº. 11.441/07. Inventário e divisão, a divisão de bens na forma amigável e o Registro da Escritura Pública de Inventário e divisão.

DO INVENTÁRIO

É desta forma que se processa a comunicação dos bens existentes quando do falecimento do autor da herança. É por meio de uma divisão de inventário, seja judicial ou extrajudicial, que os herdeiros tomam conhecimento da verdadeira situação dos direitos e deveres do autor da herança e do que lhes foi transferido por morte.

DA PARTILHA

O plano de divisão nada mais é do que uma forma de distribuição dos bens entre os herdeiros e sucessores do espólio. O plano de divisão é a divisão oficial do valor líquido apurado no inventário entre os herdeiros do patrimônio.

DA DECISÃO SOBRE A PARTILHA AMIGÁVEL E A PARTILHA JUDICIAL 9

Se um dos herdeiros for incompetente, por morte dos bens, se for competente no momento da divisão, poderá proceder-se à divisão amigável. Em qualquer uma dessas formas, a divisão amigável deverá conter todos os requisitos da divisão judicial concluída no procedimento de inventário, de acordo com as regras dos artigos 1.023 e 1.025 do Código de Processo Civil. Se você não consegue compartilhar quando morre, você já consegue compartilhar, isso não impede o compartilhamento amigável.

O primeiro capítulo é concluído com um estudo aprofundado sobre o inventário, a partilha, a partilha amigável e legal e a divisão do acervo.

  • DA FÉ PÚBLICA
  • DA FÉ PÚBLICA NOS ATOS NOTARIAIS
  • DA NATUREZA DOS ATOS NOTARIAIS
  • DA FORMAÇÃO DOS ATOS PRATICADOS PELOS NOTARIAIS
  • DA ESCRITURA PÚBLICA

São manifestações de fé pública, que visam proporcionar às relações jurídicas certeza e estabilidade, autenticidade e indiscutibilidade. A verificação da fé pública é a principal característica da função notarial de quem a exerce, criando assim segurança jurídica nas relações comerciais. A fé pública estabelecida pelo notário, nos atos que pratica, é dotada de fé pública e está plenamente comprovada nos termos do artigo 215 do Código Civil Brasileiro.

A confiança pública é constitucionalmente atribuída ao notário, que nas suas atividades profissionais atua como representante do Estado.

DA COMPETÊNCIA QUANTO A SE PROCESSAR O INVENTÁRIO E

No caso de Inventário Extrajudicial, realizado por Escritura Pública, é possível lavrá-lo em qualquer Cartório localizado no território brasileiro, independentemente do cumprimento das regras de competência interna. Por sua vez, o Conselho Nacional de Justiça – CNJ determina com a Resolução nº. 35, de 24 de Abril de 2007, que “para a lavratura dos actos notariais a que se refere a Lei n.º, é livre a escolha do notário, com aplicação das regras de competência do Código de Processo Civil”. impor regra de competência territorial ao cartório no caso em questão é que, por se tratar de caso de incompetência relativa (RSTJ 3/741; RT 492/101; RJTJSP 47/233), ele poderá ser processado em local diverso daquele indicado por acordo entre as partes (art. 111 do Código de Processo Civil), que, tornando obrigatório o consenso entre as partes, estabelece a presunção da existência deste acordo”.

Os documentos da lei não podem ser lavrados desta forma em nenhum notário público do país, pois este não tem competência para tal, sendo o local de lavratura do documento de livre escolha das partes. .

IMPOSSIBILIDADE DE INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL

  • D A ÚLTIMA VONTADE
  • INTERESSADO INÁBIL

No inventário e partilha ou transferência: [.] d) declaração assinada pelos interessados ​​de que não há testamento. A escritura pública de inventário e distribuição conterá (..) e a menção ou declaração dos herdeiros de que o autor da herança não deixou testamento, e de outros herdeiros, sob as penas da lei. Quanto ao incapaz, ele é incapaz de praticar pessoalmente os atos da vida civil, inclusive, é claro, de manifestar sua vontade em inventário.

Pela emancipação, a incapacidade para o trabalho pode ser extinta, tornando absolutamente possível ao interessado a prática de atos da vida civil, inclusive a escritura de inventário e distribuição extrajudicial.

DAS CATEGORIAS PARA SE INVENTARIAR PELA FORMA

Em caso de incapacidade ou existência de testamento deixado pelo falecido, não se aplica o direito legal de agir desta forma. Havendo fortes indícios de que um dos interessados ​​pratica o acto sob pressão de cada parte, o notário pode recusar a lavratura do respectivo acto, justificando a recusa por escrito, conforme definido no artigo. O notário pode recusar a lavratura da escritura de inventário ou partilha se existirem indícios razoáveis ​​de fraude ou em caso de dúvida sobre a declaração de testamento de algum dos herdeiros, justificando a recusa por escrito.

DAS PARTES NA ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO

É sempre necessário obter o consentimento dos cônjuges dos herdeiros partes na escritura com divisão composta e consultar o registo notarial. Conforme estipula o artigo 1.790 do Código Civil vigente, a parceira pode participar do certame, desde que seja proprietária de metade do imóvel adquirido a título oneroso durante a relação estável. Os cônjuges dos herdeiros devem estar presentes na elaboração do inventário público e na partilha quando se trate de cancelamento ou de algum tipo de partilha que resulte em transmissão, salvo se o casamento se realizar em regime de separação absoluta.

O ato de inventário público corresponderá à mesma situação em que seria realizado o inventário judicial, indicando o que é contestado.

DA DESCRIÇÃO DOS BENS

O corpo do registro notarial deverá conter as relações de parentesco de todas as partes com o falecido, bem como relacionar os nomes dos sucessores nas linhas de parentesco, levando em consideração a hipótese de filhos pré-falecidos com ou sem herdeiros. 27. A existência de credores do património não impede o inventário e a divisão ou a adjudicação por documento público. Por este motivo, todos os bens que estejam em nome do espólio, quando relacionados, deverão estar sempre claramente descritos, com todos os imóveis, com avaliações e certidões de dívida fiscal, que, ainda que existam, não constituirão obstáculo à formalização. do ato público de inventário e partilha.

DA DIVISÃO DOS BENS

Este procedimento do Conselho Judiciário do Estado foi correto, pois regulamentou a posição do herdeiro único e geral de toda a herança. Caso o Conselho Nacional de Magistratura não tivesse emitido a decisão número 35, o herdeiro único e universal de toda a herança, que não se encontra em vias de divisão, teria sido obrigado a recorrer ao poder judicial através da realização de um inventário judicial. Neste caso, o inventário público é mais rápido que o inventário judicial, devendo estar presente um advogado na elaboração do inventário nos termos da lei.

DO ADVOGADO DAS PARTES

Após a realização de todos os atos necessários à formalização do documento de inventário público, o advogado deverá, na qualidade de assistente, devidamente habilitado e inscrito no órgão de representação da classe, assinar o documento elaborado pelo notário contra pena. estar ausente, as formalidades legais necessárias. O advogado participa da celebração da escritura pública constante do registro extrajudicial na ação como assistente, salvo no caso em que for representado por procuração pública com poderes especiais, qualquer dos interessados ​​que não possa comparecer pessoalmente. A função do advogado na escritura pública de inventário e divisão é, portanto, a mesma que desempenha na área jurídica, na medida em que, além de orientar claramente as partes no que diz respeito à implementação da divisão, deve realizar a avaliação dos bens na administração tributária competente, cobrança dos impostos devidos, para que o notário possa incluir os pagamentos devidos no corpo do ato notarial, que deverá ser apresentado antes da lavratura da escritura.

Desta forma, o advogado como assistente exerce todas as prerrogativas da sua profissão para o bom andamento da escritura de inventário público, devendo ao final assinar a escritura notarial juntamente com os herdeiros.

DA INEXISTÊNCIA DE DÉBITOS DAS FAZENDAS DO MUNICÍPIO

O advogado será quem deverá redigir os termos da partilha e levá-los ao cartório apenas para a lavratura do documento, de acordo com a vontade e os direitos de seus clientes. Refira-se que os referidos regulamentos nunca se referiram a certidões positivas com efeito negativo, o que leva a concluir que, de acordo com a interpretação das normas regulamentares e processuais, é vedada a escritura e a partilha de inventário. .fora do tribunal. A isenção fiscal é um requisito legal que permite a realização extrajudicial do procedimento, pelo que é imperativo que esta constatação seja analisada e respeitada.

Caso não sejam apresentadas certidões negativas, a via extrajudicial fica bloqueada, portanto a forma mais adequada é realizar o inventário pela via judicial.

SOBREPARTILHA POR ESCRITURA PÚBLICA

Desta forma, depois de efectuada a divisão, por escritura pública, e após o término, se descobrir a existência de qualquer imóvel, a sobredivisão será feita também por escritura pública. É admissível a partilha excessiva por escritura pública, ainda que se trate de inventário e partição judicial já concluído, ainda que o herdeiro, maior de idade e capaz, fosse menor ou incapaz no momento do falecimento ou do processo judicial . Portanto, como a nova legislação autoriza o inventário extrajudicial, também é permitida a divisão por ato público.”

Dessa forma, observa-se que mesmo após a realização do inventário extrajudicial, a descoberta de outros bens em nome do “falecido” e que sejam objetos de divisão, não impede a divisão desses bens, de forma extrajudicial. .

A GRATUIDADE DAS DESPESAS CONFORME A NORMA LEGAL

O dispositivo em questão refere-se ao processo de inventário e separação que deve ser aberto no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data do falecimento, que é quando é aberta a herança, prazo este prorrogado como era anteriormente de 30 (trinta) dias. . 983 do Código de Processo Civil: um, o do falecimento do falecido, para instauração do processo de inventário e divisão; a outra, a apresentação do pedido de inventário, para conclusão do respectivo processo.”. Assim, a legalização dos bens deixados pelo autor da herança após a sua morte, com todos os seus herdeiros maiores, capazes e simpáticos, a forma mais cómoda e rápida de legalizar os bens é através de ato público de inventário e divisão.

Assim, a escritura pública de inventário e distribuição extrajudicial é eficaz, pois suas tarefas devem ser executadas com rapidez e perfeição e exigem resultados positivos e satisfatórios.

O LIMITE PARA A ABERTURA DO INVENTÁRIO E PARTILHA

DA DIVISÃO DOS BENS DE FORMA AMIGÁVEL

O dispositivo em questão prevê a possibilidade de divisão mútua por escritura pública, termo em registros de inventário ou assinatura escrita particular dos herdeiros, mas esse processo depende de homologação judicial, o que nada tem a ver com o processo de escritura pública. REGISTRO DE ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTIÇÃO O documento público de partilha extrajudicial amigável é o título adequado para registro de bens imóveis nas exatas condições previstas em lei, que se baseia na nova redação do artigo 982 do Código de Processo Civil. Este procedimento equivale ao registro habitual de contrato público de compra e venda, de acordo com as regras da Lei de Registros Públicos – LRP, Lei nº. 6.015, que define registros públicos.

Nos estoques e ações abrangidos pela Lei nº bens móveis, dinheiro depositado em conta corrente, poupança e/ou investimentos em nome do herdeiro, ações que também lhe pertençam, além de veículos e linhas telefônicas. poderá ser devidamente registrado e dividido entre os herdeiros por meio de escritura pública.

Referências

Documentos relacionados

Para compreender melhor este principio tão abrangente, é necessário que se faça uma breve distinção do que seja a boa-fé objetiva e a boa-fé subjetiva, cabendo ressaltar