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SEMAT 2016 - Eventos do Instituto Federal do Espírito Santo

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Academic year: 2023

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Acostumados a um ambiente escolar democrático, os alunos terão maiores oportunidades de exercer sua cidadania na sociedade tecnológica em que vivemos. Conduzindo uma indagação — O diálogo é uma conversa investigativa na qual os alunos são convidados a compartilhar suas perspectivas. 26 O trabalho culminou em uma exposição fotográfica realizada na própria escola, para alunos de outras turmas do ensino médio.

Figura 01: O modelo de cooperação investigativa
Figura 01: O modelo de cooperação investigativa

INTRODUÇÃO

O entusiasmo e o empenho demonstrados pelos alunos durante a aula mostraram como o uso de materiais manipuláveis ​​é um recurso coadjuvante no processo de ensino e aprendizagem de geometria. Além disso, existem estudos que indicam que, em qualquer fase da escolaridade obrigatória, os materiais manipuláveis ​​são mais eficazes do que se não fossem utilizados (SOWELL, 1989). Por esses motivos, a estratégia escolhida para o ensino de geometria foi a utilização de materiais manipuláveis, com o objetivo de promover a compreensão desse conteúdo.

METODOLOGIA

A oficina consiste em explicar os poliedros de Arquimedes e mostrar outros poliedros não discutidos em livros didáticos, seguido de uma atividade em grupo. Em seguida, alguns poliedros de Arquimedes foram mostrados nos slides e alguns foram construídos, como o icosaedro truncado, o rombicuboctaedro e o cubotaedro, para que os alunos chegassem à definição dos poliedros relevantes observando e analisando os objetos. Pouco depois foi explicado que os poliedros de Arquimedes foram derivados dos poliedros de Platão e sobre os truncamentos para eles.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

34 geométricos e todos os grupos construíram os objetos, porém um grupo não teve muito sucesso. Em alguns grupos, os alunos fizeram uma linha de produção, alguns desenharam os polígonos, outros recortaram, outros colaram e outros montaram. No processo de construção, os alunos analisaram qual era a melhor forma de construir os poliedros, perceberam seus erros e buscaram soluções, os alunos aprenderam fazendo.

Figura 4- Desenvolvimento da atividade
Figura 4- Desenvolvimento da atividade

Considerações finais

Além disso, ao refletir sobre a prática pedagógica, penso que poderia ter chamado a atenção dos alunos logo no início da atividade, para que eles ficassem atentos a cada etapa da construção, para que não tivessem problemas no o final da atividade.

Resumo: Apresentamos a análise dos primeiros dados de uma pesquisa em andamento cujo objetivo geral é avaliar as repercussões de uma abordagem integral para o ensino da matemática financeira no ensino médio. Nessa perspectiva, desenvolvemos um projeto de pesquisa que tem como objetivo geral verificar as repercussões de uma abordagem curricular abrangente para o financiamento da matemática do ensino médio, levando em consideração aspectos de conteúdo, métodos e ferramentas de ensino. Como primeira parte desta pesquisa, no primeiro semestre de 2017, buscou-se avaliar o conhecimento sobre temas básicos de finanças matemáticas e temas afins relevantes aos alunos de três turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da EEEFM Pio XII, localizada em município de São Mateus – ES.

Questão 2

Além dos que não têm conta em banco, muitos afirmaram não ganhar o suficiente para poupar. Embora tal resposta apenas indique que eles têm pouca experiência em lidar com contas bancárias, também indica que eles não adquiriram condições na escola para aprender sobre o assunto por conta própria. 41 Esta questão remete-nos para a anterior e o resultado foi o mesmo: dos 23 alunos que responderam à questão, 7 alunos responderam de forma satisfatória, 3 demonstraram uma compreensão vaga do que foi perguntado, 9 responderam de forma insatisfatória e 4 disseram que não não faça isso. sabe responder.

Questão 3

Eles consomem porque é um produto de uma marca de moda, não importando a qualidade, o preço e as consequências financeiras que o consumo incorreto pode causar em suas vidas. Aluno F: “Logo do Mcdonaldi's, onde as faixas de pedestres representam os salgadinhos dentro de um pacote do Macdonaldi.

Questão 7

Hoje em dia, o cálculo da superfície e do volume da área é utilizado em muitas situações do quotidiano, como por exemplo saber as dimensões de uma casa, determinar a quantidade de revestimento do piso, o comprimento de uma parede, entre outros. Lima e Bellemain (2010) afirmam que a criança lida com tamanhos e medidas antes mesmo de vir para a escola, comparando, medindo ou avaliando medidas em relação a uma determinada grandeza. A medição de grandezas é um processo complexo que envolve a seleção de uma unidade de medida e a utilização de procedimentos adequados, muitos dos quais apoiados por instrumentos [..]” (LIMA & . BELLEMAIN, 2010, p. 178).

As grandezas geométricas são um campo privilegiado de inúmeras possibilidades de articulação, conforme Bellemain e Lima (2002, p. ." De qualquer forma, são muitas as situações em que os materiais manipuláveis ​​são muito importantes no ambiente escolar. Entre os materiais utilizados neste trabalho , daremos especial atenção aos manipuláveis, principalmente aqueles que serão utilizados no processo de medição e representação geométrica.

O seu carácter educativo decorrerá do facto de explorarmos tanto materiais convencionais como não convencionais e de privilegiarmos a reflexão das nossas acções. De fato, é importante tanto na vida cotidiana quanto em muitas profissões fazer medições e ser capaz de manipular instrumentos de medição. 162 Com o objetivo de levar os alunos a aprenderem os conceitos de grandezas geométricas e proporcionar atividades mais prazerosas, propomos a construção de uma instalação que, segundo Abrantes et al, (1999), permita aos alunos utilizar o conceito de medida, razão em termos de proporção, desenvolva a criatividade enquanto conecta a matemática com outras disciplinas.

A construção de plantas baixas também visa desmistificar a imagem da matemática, permitindo a investigação enquanto estuda os conceitos de grandezas geométricas de forma lúdica.

METODOLOGIA

A análise dos dados mostra que as crianças atribuíram significados ao conteúdo do eixo tamanho e aos objetivos propostos nas sequências de atividades propostas com a literatura infantil, como metas padronizadas e não padronizadas, metas de tempo, comprimento, ordem, quantidade como uma dúzia e meia dúzia, de capacidade entre outros . 172 texto em quatro seções, incluindo esta introdução e considerações finais, além de um tópico sobre os pressupostos teóricos vinculados à abordagem histórico-cultural e a seção de apresentação de dados referentes às atividades didáticas de tamanhos e medidas desenvolvidas com as crianças. Neste artigo, entendemos a literatura infantil como um importante direito humano que deve ser garantido a todas as pessoas, principalmente às crianças.

Ele enfatiza que é preciso ficar atento à escolha da literatura infantil, que traz conhecimentos com os quais as crianças terão contato com as atividades destinadas à educação infantil. Quando começamos a gerar dados como parte das aulas, a professora regente trabalhava com as crianças no projeto Voando sobre o Brasil nas Asas do Pássaro Encantado, baseado na obra literária infantil A Menina e o Pássaro Encantado. por Rubi Alves. A professora pediu às crianças que se sentassem na roda 44 e começou a falar sobre a viagem do pássaro encantado até Portugal.

Após esta atividade, a professora pediu às crianças que se sentassem em suas cadeiras, foi até a lousa e desenhou a ave que saiu de Portugal e o mapa do litoral do Brasil com Vitória e Santa Teresa. As crianças responderam comparando as duas cordas que iriam de Vitória a Santa Teresa. Percebemos que os enunciados das atividades relembram as vivências e brincadeiras feitas com as crianças e relacionam conteúdos matemáticos.

Por meio das atividades, as crianças atribuíram significados ao conteúdo do eixo de tamanho e medidas representadas nas linhas, como medidas padronizadas e não padronizadas, medidas de tempo, medidas de comprimento, ordem. Concordamos com Fanny Abramovich (1991) que em crianças literatura que as palavras ganham vida e favorecem a atribuição de significados.

Figura 1- Capa do livro
Figura 1- Capa do livro

Introdução

Resumo: Este relato de experiência tem como objetivo descrever atividades de resolução de problemas envolvendo modelos matemáticos e generalizações como forma de desenvolver o pensamento algébrico. A fundamentação teórica está alicerçada nas reflexões de Lee Shulman (1986) sobre a base de conhecimento para o exercício de sua prática docente; Fiorentini, Miorim e Miguel (2005) que utilizam o potencial pedagógico da investigação matemática na mobilização do desenvolvimento do pensamento algébrico; Delvin (2002), Vale e Pimentel (2011), sustentam discussões sobre as generalizações de modelos matemáticos no ensino e aprendizagem de Álgebra. Na primeira fase, foram implementadas três atividades para reconhecer percepções, formas de resolução, linguagem algébrica e aspectos que caracterizam o desenvolvimento do pensamento algébrico.

A segunda fase teve como objetivo conhecer a opinião dos participantes sobre as possibilidades, desafios e potencial pedagógico de atividades envolvendo padrões matemáticos e generalizações. Neste relatório tomaremos o "pensamento algébrico" como a capacidade de analisar e estabelecer relações, de expressar ou explicar a estrutura de um problema, ou seja, de construir um modelo matemático, de generalizar, de trabalhar com o desconhecido como se fosse conhecido, isto é, analiticamente, produzindo significado para a linguagem e objetos algébricos. Miguel et.al (1993) descrevem as mudanças na Educação Algébrica no Brasil e apontam que os conceitos de Álgebra construídos ao longo da história tiveram como principal característica a redução do pensamento algébrico à linguagem algébrica e, portanto, o ensino de Álgebra e -aprender de volta ao algébrico transformações.

Para os autores, o pensamento algébrico é uma forma de pensar que pode ser expressa por meio de uma linguagem, por meio de uma linguagem aritmética, geométrica ou simbólica. Na primeira fase, foram aplicadas três atividades para conhecer as percepções, as formas de resolução, a linguagem algébrica e os aspectos que caracterizam o desenvolvimento do pensamento algébrico. Na resolução da atividade 1, observe os aspectos apontados por Fiorentini, Fernandes e Cristovão (2005) para caracterizar o desenvolvimento do pensamento algébrico.

A segunda fase deste relatório teve como objetivo conhecer a opinião dos participantes sobre as possibilidades, desafios e potencialidades pedagógicas de atividades envolvendo padrões e generalizações matemáticas.

Considerações Finais

O objetivo do curso é discutir e trabalhar a resolução de problemas como perspectiva metodológica e seu papel nas investigações e na construção de conceitos em matemática. As três dimensões da resolução de problemas são igualmente importantes e nenhuma delas pode ser ignorada, pois objetivos a. Nenhum é mais importante que o outro, eles apenas contêm visões diferentes de como abordar a solução de problemas.

Para criar um ambiente de resolução de problemas, é necessário usar uma simbiose dessas diferentes interpretações. Depois de trabalhar por algum tempo com as ideias de Polya (1995), inclusive já tendo resolvido alguns problemas utilizando as famosas 'quatro etapas de resolução de problemas', os alunos que iniciavam a licenciatura em Matemática no Ifes, desafiaram-se a resolver o seguinte problema: "O a letra 'E' da figura é formada por quadrados unitários de 10. O que os grupos não perceberam, porém, é que estavam começando a resolver um problema sem ao menos saber o que era a incógnita.

Essa "estratégia" de começar a montar quadrados sem qualquer análise e/ou planejamento prévio é totalmente inconsistente com as quatro etapas de resolução de problemas propostas por Polya (1995). Obviamente, conhecer e utilizar as etapas de resolução de problemas propostas por Polya (1995) não garante 'sucesso' na resolução de um problema. No entanto, se o objetivo de um problema como a letra 'E' é ensinar algum conceito matemático (como números irracionais) por meio da resolução de problemas, o fato de nenhum dos grupos ter resolvido o mesmo problema é um fato secundário.

A cultura escolar ainda dá grande importância a 'encontrar a resposta para os problemas', ou seja, à matemática para resolver problemas.

Figura 17 - Um resolvedor inexperiente e um resolvedor expert
Figura 17 - Um resolvedor inexperiente e um resolvedor expert

Imagem

Figura 01: O modelo de cooperação investigativa
Figura 1- Moldes disponibilizados para os alunos
Figura 5- Desenvolvimento da atividade
Figura 4 – Momento de diálogo
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Referências

Documentos relacionados

No Espírito Santo, muitas cooperativas surgiram com apoio do governo estadual e da Associação de Crédito e Assistência Rural do Espírito Santo (Acares), hoje Instituto Capixaba