O presente trabalho trata da análise dos antropônimos com os quais os grupos Páno são reconhecidos na literatura, com atenção, mais especificamente, para aqueles antropônimos terminados em bo, náwa e huaca. Entendemos que os antropônimos Páno são apenas apelidos adotados ou não pelos grupos e pesquisadores.
Análise da obra Syntaxe e construcção da Lingua Portugueza
Aliás, afirma que “colocado no início, costuma ser separado por vírgula”, é um exemplo: “Nessa época Gil Vicente tinha três filhos” (1888, p. 139). Além disso, afirma que "colocado no meio da proposição e não expandido, é facultativo colocá-lo entre vírgulas ou não".
Adequação: Novas Lições de Análise Sintática
KURY, 1999, p. 33) chama de “transitividade circunstancial” e assim segue com a mesma percepção de Kury (1999) a respeito do complemento adverbial. Diante disso, Brandão (1888) também colocou restrições à função do advérbio em alguns casos.
Conclusão
Resumo: Este artigo tem como objetivo compreender as memórias813 e a motivação em torno do nome da comunidade remanescente de quilombo Morro de São João, localizada no município de Santa Rosa, estado do Tocantins. O estudo é de natureza interpretativa e descritiva, com procedimentos teórico-metodológicos de memória oral (BOSI, 2003 e 1994), narrativa (BENJAMIN, 1994) e toponímia (CARVALHINHOS, 2002 e DICK, 1992).
Memória e toponímia
Nabais (2008, p. 5) diz que ―toponímia é definida como o estudo dos nomes de lugares, habitados ou não, e de sítios, terrenos, ruas e estradas, é o estudo linguístico ou histórico da origem dos nomes de localidades”. Por nomes desabitados, entenda-se que existem muitos topônimos de lugares desabitados onde o nome ficou apenas na memória e, provavelmente, vestígios arqueológicos. Neste caso, o estudo dos nomes locais intensifica a curiosidade de compreender os enigmas, situações e/ou diferentes questões ou mesmo hipóteses, fantasiosas e geniais, que implicitamente carregam os nomes.
Memória oral
Todos esses elementos podem oferecer à história e à política a reconstrução de um período da vida de um grupo social. Com efeito, como fenômeno que se dá no interior de uma comunidade, a memória se configura como coletivo.
Tradição oral e narração: a voz de Walter Benjamin
O autor chama a atenção para o fato de que a musa da narrativa deve se opor a outra: a musa do romance, que habita a epopeia. Ele caracteriza o romance como uma memória, encontrada ao lado da memória, a musa da narrativa.
Comunidade remanescente de quilombo Morro de São João: contextualização, memória e narrativa
A comunidade Morro de São tem seu título reconhecido pelo Estado do Tocantins (Secretaria de Segurança, Justiça e Cidadania) como remanescente de quilombo em 20 de janeiro de 2006, Diário da União 15/PAG 17, registrado na Fundação Cultural Palmares817 ( PCP) Não. A narração oral só pode ser validada nas vivências da comunidade do Morro de São João quando concilia experiência e memória.
Considerações finais
Considerando os relatos das entrevistas, supomos que esse nome esteja ligado à história da comunidade com o Padre Bernardino Ferreira, proprietário das prováveis terras onde hoje se localiza a comunidade. História e campesinato: um estudo sobre a organização socioeconômica da comunidade da Malhadinha e seu desdobramento em políticas públicas de ação afirmativa.
Metonímia e iconicidade
Resumo: Este trabalho analisa o uso abundante de recursos icônicos e metonímicos, à luz da linguística cognitiva, na formação de nomes de espécies animais em Libras (Língua Brasileira de Sinais). A iconicidade é um recurso linguístico bastante produtivo nas línguas de sinais e consiste na representação linguística das características visuais dos seres em questão. Neste trabalho vamos reconhecer o uso abundante de fontes icônicas e metonímicas, um dos modelos cognitivos, na formação dos nomes de espécies animais em Libra.
Análise dos dados
Em Libra, como em outras línguas de sinais, a iconicidade é um recurso linguístico muito produtivo, consistindo em representar linguisticamente, ou seja, de acordo com as regras linguísticas de qualquer língua de sinais, características visuais marcantes das criaturas em questão. Entre os processos "parte pelo todo", incluindo os combinados com o outro processo, havia 23 partes marcadas da cabeça, 5 partes marcadas de outras partes do corpo do animal e 3 partes combinadas da cabeça com outras partes do corpo. Isso porque o elemento saliente é o mesmo para todos eles, que é o formato do bico.
Considerações finais
Resumo: Este estudo analisa o topônimo Amaro Leite, e resgata a história social nele contida, a fim de compreender a história do município de Amaro Leite e de sua população. Nesse sentido, torna-se nosso objetivo conhecer a história da criação de Amaro Leite e sua transferência para Mara Rosa em 1963.
Introdução
Nosso estudo é baseado em narrativas orais e documentos do Arquivo Histórico do Estado de Goiás.
Amaro Leite: um resgate a partir da história oral
A primeira alguns anos após a descoberta do ouro e a outra na década de 60 quando a sede foi transferida de Amaro Leite para Mara Rosa. A existência de rios e até águas termais na região de Amaro Leite foi descrita por Cunha Mattos (1979) quando percorreu a província de Goia em 1824. A ex-Amaro Leite e o processo de transferência da sede para Mara Rosa.
Por que uma memória sob o julgo?
Neste artigo utilizamos a forma classificatória elaborada por Dick (op. cit.), que forma uma análise que facilita a compreensão do topônimo e contém informações que o integram à história de Pilar de Goiás. de Pilar de Goiás está imbuída das características colonizadoras dos diferentes tipos de contatos culturais que ocorreram na história da ocupação territorial. Por meio desses pequenos fragmentos, percebe-se que a realidade linguística brasileira é permeada pelos traços colonizadores dos diferentes tipos de contatos culturais ocorridos na história da ocupação territorial de Pilar de Goiás.
O julgado de Pilar: o que contam os registros históricos?
Para isso, faremos uma descrição histórica na tentativa de reconstruir as formas antigas do Pilar e resgatar um panorama além do que a oralidade dos colaboradores vislumbrou. O historiador Cunha Mattos (apud Castro, 1996) chamou essa fase de
Análise toponímica
Resumo: O objetivo deste estudo é realizar uma análise qualitativa que exponha a interação entre o estudo sociolinguístico e o estudo fonético-fonológico da variável ditongo descendente856 no português brasileiro. Diante disso, neste trabalho descreveremos as principais contribuições da sociolinguística para a análise formal do ditongo decrescente e as contribuições fonológicas para as análises sociolinguísticas. A variação do ditongo []ante sibilantes alveopalatais tem ocorrência quantitativa semelhante nos dialetos, ou é típica de uma região, ou mais presente em certas regiões em detrimento de outras, podendo, portanto, ser considerada uma característica particular dessas regiões?
O objeto de trabalho
A variação do ditongo [] antes das sibilantes alveopalatais aparece nos dialetos de forma quantitativa semelhante, é típica de uma determinada região ou é mais presente em certas regiões em detrimento de outras, e pode, portanto, ser considerado um marcador especial dessas regiões? .. b) Quais são as variáveis que influenciam este processo e como se distribuem.
Análise da variação do ditongo [ei]
A monotongação antes de tepe [ ]
Ao contrário da monotongação antes de alveopalatais, que pode ter taxas muito diferentes de região para região, o processo de monotongação do ditongo antes de tepes apresenta resultados bastante homogêneos em todo o país. Com base no que vimos acima, podemos dizer que os. Essa questão é importante e, como vimos, muitas vezes não é discutida durante o processo de construção da variável independente “rastrear o contexto”.
As variáveis sociolinguísticas
As variáveis sociais selecionadas para esse processo são: gênero, faixa etária, escolaridade, matrícula, classe social e localização. Nem todos os estudos levam em conta todas essas variáveis, o que dificulta a comparação dos estudos. Inicialmente, a variável gênero só foi relevante para o processo nos estudos de Cabreira (1996) e foi ignorada em Araújo (1999) e Toledo (2011).
A necessidade de Classes Naturais
Com relação às variáveis sociolinguísticas, entendemos que as variáveis idade e escolaridade são importantes para o processo e também devem ser cruzadas com a próxima variável do segmento para que possamos conhecer a relação entre esta variável linguística e as variáveis sociais listadas acima. Com base nos traços característicos, podemos construir duas hipóteses para o processo de monotongização em PB864: uma que foi iniciada pela variação antes da digitação e que agora atinge os segmentos nasais. O disparador do processo são, portanto, os segmentos que compõem a classe natural dos sonons, que são formados por nasais, líquidas (laterais e tap), vogais e glides.
A análise fonológica da monotongação de [ei] seguidas de sibilante e de tepe
Duas propostas de assimilação de traços são elaboradas por Bisol para a análise da variação do ditongo por assimilação. Assimilação uniforme para Palatais e Tepe (BISOL, 1994 e 2009) Nesta análise, o processo de formação do ditongo []por meio da assimilação ocorre em decorrência da distribuição do nó vocálico - típico de vogais - que também está presente na representação alveopalatal do segmento da figura 4a e do processo da 4b abaixo. Em nossa análise (cf. MARTINS, 2011) o processo de mudança do ditongo [] é visto como um processo de desassimilação.
Considerações finais
Esses sinais da língua de sinais foram modificados e adaptados em um novo contexto sócio-cultural de uma nova nação, o Brasil, constituindo-se assim a Língua Brasileira de Sinais. Por outro lado, em LIBRAS adotamos tal conceito como "signo ideológico". Os sinais da língua de sinais pedem e respondem a outro sinal. Observa-se o foco, ou seja, o olhar do comunicador, que constitui um dos cinco parâmetros da língua de sinais: a expressão não manual.
DESCULPA IV
- Sinal como signo ideológico – vivo
- Números Semânticos: processo de aprendizagem
- Últimas palavras
- Toponímia do povoamento rural. Os continuadores do latim quintana e seus derivados
- Áreas linguísticas e fronteiras militares da Reconquista
- Aceção e morfologia
- Etimologia remota e próxima
- Origem românica dos topónimos continuadores do latim QUINTANA
- Topónimos portugueses continuadores do galego-português quintãa
- Formas toponímicas diminutivas
- Conclusões
- Áreas linguísticas e fronteiras militares da Conquista cristã 2. Topónimos sem e com conservação de N latino intervocálico
- Por que o Rio Ipojuca?
- Classificação dos topônimos
- Mudanças fonéticas/fonológicas
- Considerações finais
Como diz Bakhtin/Volochinov p. 140), “apenas os elementos abstratos considerados no sistema linguístico e não na estrutura da pronúncia parecem não ter valor avaliativo”. Norteados por esse problema, nos propomos a avaliar as estruturas sintáticas da LP e da Libras por meio do instrumento didático Numrat Semântica - NS, recurso metodológico que visa avaliar as estruturas sintáticas da Língua Portuguesa - LP e da Língua Brasileira de Sinais - Libras de simultaneamente . na forma escrita, representada por números cardinais em ordem crescente. A compreensão das variantes pragmáticas nos orienta quanto ao processo de materialização do pensamento na aplicação dialógica da Língua Brasileira de Sinais.
Resumo: Topônimos originários do latim QUINTĀNA e seus diminutivos e derivados são de particular interesse para a história da língua portuguesa e para a história do povoamento rural. A restante área é a colonização linguística galego-portuguesa: é esta a área onde, à época da conquista cristã dos territórios muçulmanos, a população indígena vivia em situação de bilinguismo, falando versões do moçárabe romano (ou seja, o neo-latino usado sob domínio islâmico) e o árabe andaluz, línguas que os seus falantes acabaram por abandonar ao adoptarem o galego-português.