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Sistema de Destinação

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Academic year: 2023

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Terminal Ilha D’Água e Ilha Redonda (PETROBRAS) Terminal Marítimo Maximiniano da Fonseca (PETROBRAS) Figura 3.5 — Projetos portuários em implantação no estado do Rio de Janeiro. O porto do Rio de Janeiro está localizado no litoral oeste de BG, na cidade do Rio de Janeiro.

Fatores Ambientais Estratégicos

Dinâmica Territorial e Econômica e Uso do Solo

  • Evolução do Uso e Ocupação do Solo (1990 – 2005)

Dinâmica Demográfica

É interessante notar que os dois municípios com maior densidade demográfica – Nilópolis e São João de Meriti – são os mesmos que tiveram a maior taxa de emigração na década de 1990. Os restantes municípios com densidade demográfica muito elevada (acima dos 3 mil habitantes por km2) também apresentaram uma taxa de migração negativa ou muito baixa, o que torna clara a correlação negativa entre estes dois indicadores.

Dinâmica Econômica

144 Tabela 3.14 — Participação relativa das unidades territoriais na formação do PIB do país por sector de actividade (2005). Assim, o baixo desempenho do sector terciário (-0,4% anualmente) manteve a taxa de crescimento do PIB num modesto 1,9% anual.

Desempenho das Receitas Públicas dos Municípios

A Tabela 3.17 mostra a variação da participação dos setores de atividade na formação do PIB nos diversos municípios entre 1996 e 2005. A última coluna “PIB” mostra a variação da contribuição dessas unidades territoriais na formação do PIB do país.

Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM)

Dinâmica Social

  • Educação
  • Saneamento Básico
  • Saúde
  • Habitação
  • Segurança Pública

A Tabela 3.32 apresenta dados sobre a percentagem da população servida por programas de cuidados primários, nos anos de 2001 a 2006 (em ordem decrescente dos dados para o ano de 2006). A Figura 3.19, construída com base na percentagem por 10 mil habitantes, permite identificar a distribuição destas categorias em função da população.

Dinâmica dos Ecossistemas e Diversidade Biológica

  • Diversidade dos Ecossistemas e Diversidade Biológica Terrestre
  • Diversidade Biológica Aquática

Kati na biloko mosusu oyo ekɔtaka na mboka, ndɛkɛ ya ngombe (Bubulcus ibis), mpongo ya mbu (Cariama cristata) mpe mpongo (Harpyaliaetus coronatus) ezali komonana polele, bakisa mpe bandɛkɛ ya mikemike lokola oyo ya mabɔkɔ ya mpɛmbɛ (Columba picazuro), oyo babengi avoante (Zenaida auriculata ) mpe esika ya kobombama ya mabele ya lima (Furnarius figulus) (Alvarenga et al., 2006). Tozangi boyebi ya BG, Alves et al. 2000) etángi mitindo misato ya banyama oyo ezali na likama: biguatinga (Anhinga anhinga), guara (Eudocimus ruber) mpe macaw ya mokila ya mpɛmbɛ (Xiphorhynchus picus). Na kelasi ya ba reptiles mpe ba amphibiens, ezali na jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris), lolenge oyo etalelami "na likama" na Liste ya l’Etat ya Rio de Janeiro (Rocha et al., 2000) mpe sapinho - . de- reia ( Chaunus pygmeus), endemisme ya Fluminense oyo eyebani mingi epema.

23 A região entre Maricá e Jurubatiba (Campos dos Goytacazes) é de particular importância para a conservação dessas espécies (Rocha et al., 2005). Possui múltiplos usos, como pesca, navegação, recreação e atividades portuárias, entre muitos outros (Lavrado et al., 1991). Entre os peixes, 97 espécies (38,0%) possuem algum tipo de importância econômica, como recurso pesqueiro (Vianna et al., no prelo).

Dinâmica das Comunidades Pesqueiras

  • As Características do Setor de Pesca no Brasil
  • Pesca e Pescadores na Baía da Guanabara – Contexto Atual

Os pescadores artesanais são atualmente responsáveis ​​por 65% da pesca extrativista do Brasil – 550 mil toneladas por ano. O número de pescadores cadastrados pela SEAP-PR, atual Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), no município do Rio de Janeiro corresponde a um universo mais extenso que o BG. A informalidade do setor é um dos principais problemas para o desenvolvimento da pesca no Rio de Janeiro e também está muito presente na pesca industrial (Vianna, 2009).

SEAP/PR) dispõe sobre o Cadastro Geral da Pesca (RGP), categoriza os pescadores profissionais em pescadores artesanais e industriais. Embora a formalização do sector das pescas seja essencial, os trabalhadores da pesca artesanal ainda enfrentam uma série de problemas na obtenção do seu registo profissional como pescadores. Com o CIPAR em operação, deverá haver maior tráfego de embarcações de pesca artesanal ao longo do BG.

Qualidade da Água

  • Fontes Poluidoras
  • Processo de Degradação da Qualidade da Água

Recentemente, na conferência “Investigação da distribuição espaço-temporal, origem e tipologia de PAH em sedimentos da Baía de Guanabara”, foi apresentado um trabalho de Wagener, A. Os dados de DO e DBO das diferentes estações de amostragem na baía ilustraram isso. situação naquele momento. As concentrações de metais pesados ​​nos sedimentos superficiais foram maiores na parte noroeste, entre as fozes dos rios Irajá, São João de Meriti, Sarapuí e Iguaçu, e diminuíram em direção à parte central e à entrada da baía.

258 De acordo com esta Resolução e com as concentrações de metais pesados ​​extraídas da publicação da FEEMA intitulada “Qualidade da Água da Baía de Guanabara, dezembro de 1998)”, pode-se dizer que os valores de cobre, zinco, cádmio, chumbo e mercúrio são quase todos valores foram encontradas acima do Nível 1 e algumas acima do Nível 2. As concentrações de metais no mexilhão Perna Perna refletem uma média moderada de concentrações, influenciadas principalmente por fontes difusas e não refletem as piores condições de qualidade da água na Baía. O uso industrial cresceu de forma constante e ao mesmo tempo o governo do ERJ tentou melhorar a qualidade da água com obras do Programa de Dessalinização da Baía de Guanabara (PDBG).

Qualidade do Ar

  • Condições Meteorológicas

Já a precipitação na região apresenta variação sazonal típica da região Sudeste, mais chuvas no verão e menos no inverno. Em termos de velocidades médias ao longo do ano, estas rondam os 2,8 m/s, enquanto a incidência de calmaria ronda os 8% (Figura 3.58). O clima da região também é influenciado pela vertente atlântica da Serra do Mar e pela zona do maciço costeiro.

Na região observa-se o surgimento de Sistemas Convectivos de Mesoescala, Sistemas Frontais e Anticiclone do Atlântico Sul, ou seja, uma combinação de fatores locais e dinâmicos na atmosfera. Além disso, nesta época do ano, é bastante comum, principalmente após a retirada de uma frente fria, a ação do anticiclone do Atlântico Sul, sistema de alta pressão atmosférica que impede a formação de sistemas convectivos e que pode se formar, dependendo dele. intensidade, bloqueando a entrada de novas massas de ar frio vindas da Região Sul. Em termos de circulação de ar, de acordo com as informações geradas pelas estações meteorológicas instaladas na região do futuro Complexo Petroquímico, constatou-se que a ventilação natural da região é deficiente, com velocidade média do vento variando de 0,8 m/s a 1,4 m/s e ocorrência de calmaria entre 36,2% e 52,6% para o período monitorado.

Caracterização da Qualidade do Ar

Historicamente, a qualidade do ar na RMRJ é monitorada desde 1967, quando foram instaladas as primeiras estações de monitoramento. Naquela época foram registradas concentrações de partículas em suspensão, o que demonstrou o processo de degradação da qualidade do ar em diversas localidades. O monitoramento dos gases é realizado por meio de estações automáticas que medem continuamente a qualidade do ar.

Além dos gases, a rede de monitoramento contínuo mede concentrações de partículas inaláveis ​​na qualidade do ar. Globalmente, parece que os resultados das concentrações medidas de poluentes excedem ou estão próximos dos padrões de qualidade do ar a longo prazo. Duque de Caxias apresenta resultados de maior concentração de poluentes e caracteriza a região como a área com pior qualidade do ar da RMRJ.

Resíduos Sólidos

  • Resíduos Sólidos Urbanos (RSU)
  • Resíduos de Serviços de Saúde (RSS)
  • Resíduos Industriais (RI)

Os resíduos do grupo B são encaminhados para aterros de resíduos industriais perigosos, incineradores de resíduos industriais e para coprocessamento em fábricas de cimento que possuem licença adequada e são analisados ​​juntamente com os resíduos industriais. Passado esse tempo e comprovada a ausência de radioatividade, são destinados a instalações de gerenciamento de resíduos industriais devido às suas propriedades físicas e químicas. A International Health Care Network realizou um estudo para estimar a geração de resíduos de saúde segundo algumas variáveis ​​para diferentes regiões do mundo, obtendo os resultados apresentados nas Tabelas 3.65 e 3.66.

A Resolução CONAMA 313, de 29/10/2002, exigia que os estados realizassem inventários regionais para que os dados pudessem ser coletados e o Inventário Nacional de Resíduos Industriais compilado. Outras informações sobre a gestão de resíduos sólidos industriais na Bacia BG podem ser encontradas na Tabela 3.69 e Figura 3.72. Para monitorar a movimentação dos resíduos industriais por gerador, transportador e destinatário, é utilizado no ERJ o Sistema de Manifesto de Resíduos (Figura 3.74).

Sistema de Destinação

Questões Estratégicas

  • Fatores Condicionantes do Desenvolvimento
    • Logística
    • Recursos Hídricos
  • Fatores Ambientais Estratégicos
    • Dinâmica Territorial e Econômica e Uso do Solo

Estão presentes as rodovias multifaixas da região estratégica, em uma classificação que vai de A a F (da melhor para a pior): BR-116 - Rodovia Presidente Dutra, ligando Duque de Caxias- Magé-Guapimirim, nível A ou B dependendo da seção; RJ-104, ligando Niterói-São Gonçalo-Itaboraí, nível B; e BR-101, no trecho que liga Niterói-Itaboraí-Rio Bonito, nível B/C. Rodovias de pista única, como a RJ-122, que liga Guapimirim-Cachoeiras de Macacu, são de nível C; A BR-493, Rio-Magé, antiga Rodovia do Contorno que liga Magé-Itaboraí, fica no nível E; e a RJ-116, com nível E, liga Cachoeiras de Macacu-Itaboraí. A malha ferroviária, administrada pela CENTRAL, no trecho Saracuruna-Magé-Guapimirim necessita de investimentos para recuperação de via permanente e aumento do número de trens ou vagões e reabilitação de estações.

O porto de Itaguaí, com infraestrutura logística industrial e tecnologia em telecomunicações e abastecimento, acesso multimodal e equipamentos de transporte, possui acesso rodoviário para movimentação de mercadorias com a BR-101 (Rio-Santos), BR-465 (antiga Rio-São Paulo) , BR-116 (Rodovia Presidente Dutra), BR-040 (Rio-Juiz de Fora) e rodovias estaduais RJ-099 (Piranema) e RJ-105 (Estrada de Madureira). O porto do Rio de Janeiro, que movimenta cargas contêineres e outras cargas, tem acesso terrestre pelas rodovias federais BR-101 (Rio-Santos), BR-116 (Presidente Dutra), BR-040 (Rio-Juiz de Fora) e BR-040 (Rio-Juiz de Fora) e BR-040 (Rio-Juiz de Fora). - 465 (antiga Rio-São Paulo) e rodovias estaduais RJ-099 e RJ-105, pela Av. O porto de Niterói movimenta principalmente carga geral e possui acesso terrestre pela BR-101 e com ligações diretas à ponte Rio - Niterói e à rodovia Amaral Peixoto e acesso ferroviário pelo ramal Niterói-Itaboraí (atualmente não utilizado).

  • Dinâmica Social
  • Dinâmica dos Ecossistemas e Diversidade Biológica

A primeira é que quanto maiores as taxas de crescimento do PIB e do PDR, maior será a pressão antrópica exercida pela expansão urbana sobre os recursos ecológicos dos diferentes municípios. A avaliação da situação dos municípios e sectores foi feita com base na soma dos “pesos” positivos face aos indicadores PIB e POP que proporcionaram um equilíbrio da pressão antropogénica (BPA) exercida ao longo do período. Porém, no caso de Casimiro de Abreu, há indícios de que a pressão humana esteja aumentando mais que a média dos municípios da região, dado o crescimento populacional (3,43% ao ano) muito superior à média do estado ou a região metropolitana. .

Ao adicionar a esta análise o BPA, que reflete o indicador de capacidade de acomodação da pressão antrópica verificada em cada município, fica claro que a disponibilidade de grandes áreas atualmente dominadas por campos antrópicos - ou seja, dedicadas ao "uso antrópico não urbano " ‖ — tende a ter em conta as pressões relacionadas com o aumento da dinâmica económica e demográfica que pode ocorrer em vários municípios. Estas percentagens de área incluem áreas distintas das protegidas por legislação específica (APP e UC), permitindo visualizar a “quantidade” de recursos que poderão ter sido expostos à pressão antrópica. O sentido desta comparação é, portanto, permitir a visualização do equilíbrio entre, por um lado, a pressão antrópica e a capacidade de acomodá-la e, por outro lado, a cobertura vegetal exposta em cada município.

Referências

Documentos relacionados

Nesses meses referentes a segunda onda, os estados que se destacaram com taxas de mortalidade mais altas foram Roraima, Ama- zonas e Rondônia ao Norte do país e ao e ao Sul