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Sistema de identidade visual do escritório Interagir Design

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Academic year: 2023

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O sistema de identidade visual do escritório de design Interagir / Alessandra Balbi de Almeida, Debora Souza de Oliveira, Raquel Souza de Oliveira - Campos dos Goytacazes (RJ): [s.n.] 2010. Devido à concorrência comercial, o uso de identidade visual é necessário para instituições em chamar a atenção dos consumidores para si, não só conquistando clientes, mas também fidelizando-os. A imagem visual do gabinete Interagir Design foi desenvolvida de acordo com todos estes conceitos, dando prioridade ao significado da marca e à sua correta utilização.

Para que um negócio se destaque dos concorrentes é necessário que ele tenha uma identidade visual bem planejada, desenhada e aplicada para que sua apresentação produza resultados positivos para o proprietário. O trabalho que realizamos consiste em criar uma identidade visual para uma Agência de Design Gráfico, mas também demonstrar a importância de implementar de forma correta e eficaz um sistema de identidade visual. No segundo capítulo explicamos com mais detalhes o que é uma identidade visual e como funciona o seu processo de construção, explicando todas as etapas.

O terceiro capítulo aborda tudo sobre os elementos institucionais do escritório, desde como surgiu a marca e o objetivo da agência, até a produção dos elementos primários e secundários, que também mostra os conceitos e aplicações da identidade visual finalizada.

COMUNICAÇÃO VISUAL DOS PRIMEIROS SINAIS ATÉ OS DIAS

A importância de uma marca

Para que uma marca se destaque e com isso ganhe persistência no mercado, ela deve ter uma imagem forte que garanta a fidelidade eterna dos consumidores, pois este é o maior patrimônio que uma empresa pode ter. Não criam uma marca que contenha todo o conceito que a imagem global da empresa deve transmitir ao cliente. Uma marca é um conjunto de fatores: nome, embalagem, história do produto, sua posição no mercado aos olhos do consumidor.

Criar uma marca reconhecida e consistente é o objetivo da maioria das empresas e embora as primeiras marcas tenham sido utilizadas para fins comerciais, diversas organizações e instituições têm utilizado a identidade visual para criar as suas marcas. Nos últimos anos, as marcas tornaram-se ainda mais importantes devido à grande concorrência entre produtos e serviços no mercado atual, o que torna a criatividade e a diferenciação essenciais entre as empresas que necessitam cada vez mais de atrair a atenção dos clientes, ou seja, as marcas são úteis tanto para os seus proprietários e consumidores. Quando uma marca é forte, o consumidor não se perde na escolha entre tantas opções do mercado.

A cada dia o consumidor está mais interessado na qualidade e no serviço oferecido, por isso suas necessidades são de extrema importância para manter a marca no mercado ou até mesmo lançá-la.

O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE UMA IDENTIDADE

O que é Identidade Visual

Uma marca deve atingir claramente o consumidor que deseja conquistar, por isso a identidade visual deve comunicar essa clareza, ser uniforme e eficaz. Existem empresas que possuem alto valor de reconhecimento no mercado, mas sua identidade visual não corresponde à sua aceitação e importância entre seus consumidores. Porque as letras “C” estão mal colocadas em cima de uma elipse, o que dificulta a leitura do todo e não conduz imediatamente o consumidor ao tipo de serviço oferecido.

Identidade visual é o que torna um determinado objeto visualmente único; É exatamente isso que o diferencia dos demais pelos seus elementos visuais. A manifestação desta identidade pode ser mais fraca ou mais forte, mas segundo o senso comum, tudo o que pode ser identificado visualmente possui uma identidade visual (identificação = reconhecimento de identidade). Portanto, a identidade visual deve ser forte o suficiente para que o público a reconheça e perceba, chame a atenção para o produto ou serviço exposto e assim dê maior competitividade à marca.

O papel do Designer Gráfico é criar uma Identidade Visual que seja única, que se ajuste apenas ao conceito de uma determinada empresa e que não será utilizada por outra do mesmo segmento, diferenciando assim a empresa das demais pela imposição de sentimentos, ideias , conceitos e personalidade que o cliente transmite; Afinal, como o nome sugere, a identidade é uma só.

Por onde começar um bom projeto de Identidade Visual

  • Problematização
  • Concepção
  • Especificação

Um sistema de identidade visual abrange todos os elementos necessários para compor a identidade visual, que são os aplicativos. O sistema forma todos os veículos que transmitem os elementos básicos da identidade visual: logotipo, símbolo, marca, cores institucionais e alfabeto institucional, além de outros possíveis elementos acessórios que são utilizados em produtos específicos (material de papel, sinalização, uniformes, sinalização, embalagens , gráficos e ambiente, etc.). O sistema de identidade visual não serve apenas para identificar uma empresa e diferenciá-la das demais, também visa melhorar a imagem da empresa, torná-la mais positiva e agradável para o público e convencê-lo de que a instituição em questão possui mais qualidades e vantagens do que outras, criando assim um lucro para a empresa.

Além desses objetivos, o sistema visa identificar os integrantes da empresa, não só para o público, mas também para seus colaboradores, quando a identidade visual é aplicada em uniformes, crachás, etc. REPETIÇÃO: para que a identidade visual tenha mais consistência na mente do público, os elementos básicos do sistema devem ser repetidos. É necessário estar atento às limitações do sistema e às condições presentes no projeto para que ele possa ser implementado como um todo, ou seja, não adianta ter grandes soluções se elas ultrapassam as limitações do sistema, inviabilizando o projeto.

FLEXIBILIDADE: Para ser devidamente aplicado, o sistema de identidade visual deve estar preparado para as diversas condições técnicas e estruturais existentes, levando em consideração as limitações previsíveis impostas por fatores técnicos não ideais e também a capacidade de adaptação do sistema às novas tecnologias esperadas, permitindo uma implementação mais homogênea, funcional e eficiente. Segundo as regras de um sistema de identidade visual, os elementos que compõem a identidade podem ser classificados em: primários e secundários. Para desenhar um sistema de identidade visual é necessário utilizar uma metodologia, ou seja, organizar e analisar as etapas que serão utilizadas para desenvolver o projeto, com o objetivo de facilitar e prevenir erros do sistema.

Estes pontos podem incluir desde informações mais específicas sobre o core business da instituição, a sua situação financeira e o seu perfil histórico, até aos objetivos que o cliente persegue em diferentes prazos, bem como o possível conhecimento ou desconhecimento do cliente sobre o seu identidade visual e perfil histórico sobre outras identidades visuais, se existissem. Na hora de gerar alternativas é importante que o designer gráfico se atente a uma série de pontos: identificar os conceitos veiculados pela identidade visual em questão e os elementos. Por fim, nesta fase final são registradas todas as especificações necessárias à implantação do sistema e que geram o Manual de Identidade Visual.

É inaceitável que estes especialistas tenham de pedir esclarecimentos ao projetista sobre os detalhes técnicos do sistema e, para evitar isso, ele deve explicar essas especificações de forma clara e precisa. Esta fase também tem a função de coletar informações sobre os materiais e técnicas que serão utilizadas nas aplicações; calcular o preço final da implementação do sistema e criar um manual do usuário, ou seja, Manual de Imagem Visual.

CRIAÇÃO DA IDENTIDADE VISUAL DA INTERAGIR DESIGN

Surgimento da marca

Elementos Institucionais

  • Elementos primários
    • Logotipo
    • Rascunhos iniciais
  • Símbolo
  • Elementos secundários
  • Grafismo
  • Aplicações

Uma identidade visual bem implementada e mantida, construída a partir de elementos institucionais fracos, será mais forte do que uma identidade com elementos fortes que se perdem no uso. Respeitar os elementos institucionais e as relações que regem a sua utilização é o segredo para uma boa identidade visual. Existem logotipos que apresentam alguns elementos gráficos adicionais em sua composição – gráficos – que são mais comuns em identidades visuais que não possuem símbolo.

Após testes e modificações precisas, a fonte Aparajita foi escolhida quando observamos nela características que tinham a ver com a personalidade da empresa e seu conceito, que é uma fonte que combina com o símbolo e tal. A principal característica de um símbolo é que ele pode ser facilmente identificado e relacionado à empresa de forma resumida. Um símbolo desperta em nós uma série de informações e experiências que armazenamos sobre uma marca (2007, p.71).

Para Struncka: “Cada elemento gráfico do novo símbolo tem um significado combinado, dão forma ao tronco e à copa de uma árvore, símbolo de vida, crescimento, abrigo e apoio”. (2007, p. 74). Seu uso é muito importante para o sistema, mas são derivados dos elementos primários e seu uso depende da aplicação individual. Em geral, as cores institucionais e as cores dos elementos primários são as mesmas e mantêm a unidade do sistema, mas às vezes incluem uma nova cor que não lhes pertence.

A cor é muito importante na composição de uma identidade, pois facilita muito o reconhecimento visual da marca. Após a realização dos estudos sobre a cor, viu-se que a escolha das cores para a construção da identidade visual é de extrema importância, pois irá identificar a marca, a cor faz com que a marca seja facilmente memorizada. O alfabeto institucional visa dar unidade aos textos de aplicação juntamente com os elementos primários e deve ser formado por uma família tipográfica diferente daquela constituída pelo logotipo ou marca para que a fonte utilizada nesses elementos não se desgaste com o uso em textos corridos ou mesmo que isso tire o destaque da marca.

A família tipográfica deve ser escolhida de acordo com vários padrões: a harmonia entre a fonte e os elementos primários; não atrai mais atenção que o logotipo ou marca; ser legível; estar disponível para uso por provedores de aplicativos; possuem características que condizem com os conceitos do sistema e a imagem corporativa da empresa. O alfabeto institucional é utilizado para padronizar os textos incluídos nas aplicações, juntamente com os elementos primários. Isso se deve a dois fatores: porque a fonte utilizada nos elementos primários tende a ser muito sofisticada (o que torna sua aplicação na execução de textos muito cansativa, banalizando-a e desvalorizando o próprio SIV) e porque seu uso em outros textos tende a remover ou minimizar a importância que, em última análise, o logotipo ou marca deve ter na apresentação como um todo.” (2003, pág. 43).

A presença destes elementos depende do tipo de sistema implementado, ou seja, a sua utilização depende da variedade de aplicações, do porte da empresa e da sua disposição em investir no projeto. A seguir são apresentados diversos aplicativos desenvolvidos para o projeto como forma de reforçar a identidade visual desenvolvida, incluindo cartões de visita, papel timbrado, papel para fax, envelopes de sacola, envelopes ofícios, CDs, pastas, etiquetas, portfólios, sites, assinatura de e-mail, camisetas e alguns itens promocionais como agenda e mouse pad. Todo o conteúdo explicado durante o período letivo foi colocado em prática neste trabalho final, para mostrar a importância da construção de uma identidade visual e sua aceitação no mercado de design.

Figura 8 - Teste de fontes
Figura 8 - Teste de fontes

Imagem

Figura 1 - Gruta de Lascaux, França
Figura 2 - Símbolos que representavam famílias, reis e igrejas.
Figura 5 - Nestlé
Figura 8 - Teste de fontes
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Referências

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