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Tecnologias para Aprendizagem

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Academic year: 2023

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Secretário Municipal de Educação Daniel Funcia de Bonis Secretária Adjunta de Educação Fátima Elisabete Pereira Thimoteo Chefe de Gabinete. A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo utiliza diversos métodos para encontrar detentores de direitos autorais e solicitar permissão de terceiros para publicar conteúdo intelectual de acordo com a legislação aplicável. Departamento de Ensino Básico e Secundário - DIEFEM - Centro de Avaliação Técnica de PME - NTA - PME.

Esta publicação é uma colaboração entre a UNESCO e a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo no âmbito da parceria PRODOC 914 BRZ 1147, que visa fortalecer a gestão da educação no município de São Paulo por meio de inovações no campo da qualidade educacional e governação democrática. . Veja o acervo de fotos disponível no Memorial da Educação Municipal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Neste documento apresentamos o currículo municipal de educação de jovens e adultos (EJA), elaborado em 2018 pelos especialistas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo (RME-SP).

Procuramos fortalecer as políticas de igualdade e educação inclusiva, além de garantir as condições necessárias para garantir objetivos de aprendizagem e desenvolvimento que buscam promover uma educação integral para todos os alunos de nossas unidades educacionais, respeitando suas realidades socioeconômicas - mica, cultural, étnica- racial e geograficamente. Nosso objetivo é que o Plano Municipal de Educação de Jovens e Adultos oriente o trabalho na Unidade de Educação e mais especificamente na sala de aula.

INTRODUTÓRIO

CURRÍCULO CIDADE: DIRETRIZES CURRÍCULAS PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA CIDADE DE SÃO PAULO. O Currículo Cidade: Educação de jovens e adultos foi organizado em quatro etapas (leitura, básica, complementar e final) e apresenta matriz de conhecimentos, objetivos de desenvolvimento sustentável, eixos estruturantes, objetos de conhecimento e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. de cada componente curricular. Assim, o objetivo principal do currículo municipal é justamente fornecer instruções e orientações que serão utilizadas no cotidiano escolar para garantir os direitos de aprendizagem de cada aluno da Rede Municipal de Ensino.

Portanto, o Currículo da Cidade de São Paulo leva em consideração o direito de todos de aprender e participar do país ao definir seus objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. 7 Para mais informações sobre a pesquisa de opinião entre os estudantes da rede, ver Currículo da Cidade: Ensino Fundamental (2017). CORRESPONDÊNCIA ENTRE AS COMPETÊNCIAS FUNDAMENTAIS DA EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MATRIZ DE CONHECIMENTO DO CURRÍCULO DA CIDADE.

O processo de elaboração do currículo da cidade foi norteado por diversas questões: Educação de jovens e adultos: quais são as disciplinas que exigem a EJA na cidade. Currículo Municipal: Educação de Jovens e Adultos mantém a subdivisão de nove anos da Educação Básica em quatro etapas. As primeiras experiências de uso de computadores na Rede Municipal de Ensino da cidade de São Paulo datam de 1987.

O currículo municipal optou por utilizar a terminologia Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para indicar o conjunto de conhecimentos que os alunos da rede municipal de ensino devem desenvolver ao longo do ensino fundamental.

Gráfico 2 – Matrículas na Educação de Jovens e Adultos no Município de  São Paulo por nacionalidade – 2014-2016
Gráfico 2 – Matrículas na Educação de Jovens e Adultos no Município de São Paulo por nacionalidade – 2014-2016

TECNOLOGIAS PARA APRENDIZAGEM

Com a reestruturação pedagógica, foi criado o projeto Gênesis, que envolvia o uso de computadores na educação, por meio do Comunicado nº 21/89 de 12/12/1989. Em 2006, com o Projeto Web Currículo, as práticas passaram a focar no planejamento e na implementação de dinâmicas que permitissem aos alunos assumir papéis de protagonista, promovendo o desenvolvimento de novos conhecimentos por meio do uso de linguagens midiáticas. As formas de representação do pensamento e construção do conhecimento sistematizadas pela escola são aprofundadas e ampliadas a partir da possibilidade de utilização de diferentes mídias, como câmera fotográfica, câmera de vídeo, gravador de som, e por meio de diversas tecnologias digitais, como tablet, laptop, desktop e celular disponíveis.

O que se propõe é a capacitação desses alunos, viabilizada por meio da integração de tecnologias, desenvolvendo senso crítico, acesso e conhecimento sobre serem capazes de escolher, descrever e se comunicar não apenas com imagens, mas também que possam criar histórias, interagir com diferentes formas de ler o mundo, ampliando seus conhecimentos e dando-lhes capacidade de avaliar e decidir, ressignificando o uso das tecnologias nas atividades cotidianas. A mediação por meio da tecnologia permite o acompanhamento das atividades desenvolvidas, possibilitando intervenções e possíveis ajustes durante esse processo. A cultura surge das manifestações humanas na sociedade, portanto a ‘cultura digital’ é transmitida, seja através de uma história de voz, de uma música, de uma história ou de uma roupa, e surge do desejo do ser humano que é inato de se comunicar, de se fazer entender.

Não há nada de errado em a informação ser expressa em palavras; a comunicação é necessariamente através de palavras. Este enfoque permite o desenvolvimento de uma dinâmica diversificada que fomenta a autonomia, a inventividade e a colaboração, através de uma posição protagonista por parte dos alunos. A pesquisa bibliográfica e documental realizada por Valente (2016) revelou algumas das principais estratégias pedagógicas que podem ser desenvolvidas a partir dessa visão, a saber: sequências de atividades cotidianas ordinárias, soltas ou desconectadas (Ciência da Computação Desplugada), como compor um texto jornalístico ou criar um curriculum vitae escrito ou mesmo uma apresentação pessoal para conseguir um emprego através de uma gravação de áudio ou vídeo da apresentação; criação de jogos e propostas de gamificação; programação em robótica; produção de histórias digitais; simulações para investigação de fenômenos.

Além disso, também possibilita compreender o lado positivo dos erros no processo de aprendizagem, a partir do fazer, testar e refazer, pois permitirá que esses alunos da EJA reformulem hipóteses e conceitos estruturados a partir do bom senso. , por meio de ideias formuladas. desde um sentido crítico. Trata-se de propor metodologias de aprendizagem e estratégias pedagógicas que permitam a estes jovens e adultos trabalhar em conjunto para resolver problemas relacionados com o seu contexto de vida, através da partilha de ideias, produtos e resultados. Propõe planejar estratégias pedagógicas que permitam compreender a organização do pensamento sistemático para estimular ideias criativas voltadas à resolução de desafios, por meio de sequências.

A robótica educacional pode possibilitar o desenvolvimento e a ampliação da criatividade e da imaginação dos alunos da EJA, podendo ser realizada utilizando kits de peças diversas e outros componentes, inclusive peças e peças classificadas como resíduos, para prototipagem. Narrativas digitais (EFEJAEATPA05) Estrutura de sequências lógicas de produções e/. ou objetivos, avaliação da expressão oral com vídeos, imagens e sons. EFEJAEBTPA22) Explorar e comunicar-se por meio de imagens, textos, vídeos, ampliar formas de leitura do mundo.

EFEJAECTPA14) Utilizar e compreender as produções de atividades individuais e/ou colaborativas através das TIC e socializar as produções realizadas em diferentes mídias. EFEJAECTPA15) Conhecer e respeitar a propriedade intelectual. EFEJAEFTPA15) Utilizar, compreender e validar produções de atividades individuais e/ou colaborativas através das TIC e Socializar, através de diferentes mídias em ambientes virtuais, as produções realizadas.

FIGURA 1 – PRINCÍPIOS PARA O TRABALHO COM AS TECNOLOGIAS PARA APRENDIZAGEM
FIGURA 1 – PRINCÍPIOS PARA O TRABALHO COM AS TECNOLOGIAS PARA APRENDIZAGEM

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PARA A EJA

Em qualquer processo de aprendizagem humana, a interação social e a mediação com os outros e com os recursos tecnológicos disponíveis é fundamental para a construção do conhecimento. Equipamentos e recursos tecnológicos podem remover obstáculos à plena participação dos alunos e otimizar o processo de aprendizagem, promovendo o dinamismo da vida adulta. Os detalhes das etapas e atividades do grupo deverão ser controlados pelos professores que poderão realizar as mediações e intervenções necessárias para o amadurecimento do processo de aprendizagem.

Isso valoriza o processo de aprendizagem de cada pessoa e ilustra como o conhecimento está interligado e como eles podem avançar e se desenvolver à medida que o valorizam. Seu conceito de trabalhar experiências educacionais com os alunos direciona o processo de aprendizagem para a experimentação, verificação e análise de falhas para fazer ajustes e melhorar soluções. Essa oportunidade de movimentação auxilia no desenvolvimento de uma prática voltada para trabalhar os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da TPA para as diferentes etapas e/ou módulos da EJA, na RME-SP.

Apresentamos estratégias de ensino que possibilitem a implementação de dinâmicas que coloquem o aluno no centro do processo de aprendizagem. Também pode ser realizada ao final do processo a realização de uma avaliação entre duplas de alunos ou uma autoavaliação de cada um deles durante o período de aprendizagem. Nota: Utilize um recurso digital para que todos os microregistros possam ser recuperados ao final da atividade para que você conheça todo o percurso do processo de aprendizagem.

Estruture discussões de classe eficazes e outros desafios de aprendizagem que demonstrem a compreensão do aluno. As atividades descritas devem estar conectadas e distribuídas em diferentes níveis, com indicação do tipo de qualidade pegajosa descrita para as ações a serem executadas ao longo do processo de aprendizagem (WILIAM, 2011). Dá clareza e qualidade aos tipos de ações que os alunos envolvidos devem realizar pelo menos durante o projeto, para que os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento funcionem conforme previsto no Currículo.

Sua função é orientar o processo de aprendizagem para aprimorar os conhecimentos que estão sendo trabalhados e orientar como esses alunos podem participar de todo o processo de aprendizagem. O foco da monitoria deixa de ser produto de uma atividade e passa a ser o desenvolvimento de objetivos específicos de aprendizagem, que são estruturados a partir de ações pedagógicas concluídas. Os alunos podem vincular claramente cada escolha de design aos objetivos de aprendizagem que estão sendo estudados.

A avaliação por pares consiste em avaliar o desempenho de um aluno por meio da observação e determinação de seus pares durante um processo de aprendizagem conjunta, participantes de um mesmo grupo de atividades, exigindo reflexão, troca e diálogo. A rubrica beneficia o aluno à medida que ele identifica o que precisa ser feito para avançar em seu próprio processo de aprendizagem.

Ilustração das Orientações Didáticas do Currículo da Cidade de São Paulo para TPA (2017), elaborada a  partir de Gonsales (2010).
Ilustração das Orientações Didáticas do Currículo da Cidade de São Paulo para TPA (2017), elaborada a partir de Gonsales (2010).

Imagem

Gráfico 2 – Matrículas na Educação de Jovens e Adultos no Município de  São Paulo por nacionalidade – 2014-2016
FIGURA 1 – PRINCÍPIOS PARA O TRABALHO COM AS TECNOLOGIAS PARA APRENDIZAGEM
FIGURA 2 – A ESPIRAL DA ESPIRAL DE APRENDIZAGEM
FIGURA 3 - TIPOS DE PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS
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Referências

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