Os discursos em defesa do nosso património cultural são cada vez mais frequentes e todos parecem concordar que é realmente importante preservá-lo. Somente itens de grande valor material estão incluídos no significado de herança?
O que signifi ca Patrimônio Histórico e Artístico
Desta forma podemos identificar áreas patrimoniais específicas que correspondem a evidências tangíveis, intangíveis, naturais e culturais, consideradas importantes expressões de conhecimentos ou práticas locais, regionais ou nacionais. A visão tradicional entende o patrimônio histórico e artístico como um conjunto de bens móveis ou imóveis – e este continua sendo, ainda hoje, o objeto preferencial de tombamento por instituições oficiais, regionais e federais.
História e memória: preservar para não esquecer
Além de sua grande importância artística, o Monumento às Bandeiras – que se tornou um dos símbolos da cidade de São Paulo – possui grande simbolismo histórico. Quatro anos antes de sua morte, em 1951, foi premiado como melhor escultor na 1ª Bienal de São Paulo.
Atividade
Observe atentamente o desenho do pintor francês Jean-Baptiste Debret, que faz parte da publicação Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (Figura 1.3). Fonte: http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/dgkeysearchre- Sult.cfm?num=&s=¬word=&d=&c=&f=&sScope=&sLevel=.
O objeto de valor e o valor do objeto
O patrimônio histórico é sustentado pela materialidade dos objetos, que servem como evidência tangível da narrativa relacionada aos fatos e personagens. A proteção das evidências materiais da passagem do homem na vida, não só auxilia na compreensão de sua história, cultura e valores, mas, principalmente, contribui para a percepção da sociedade como um todo e das possibilidades de suas trajetórias no futuro.
Compreendendo e interpretando culturas
Como defi nir, então, o signifi cado de Patrimônio Cultural
O processo criativo é uma característica específica do ser humano e parece não haver dúvidas de que representa o nosso principal património cultural. Objetos de arte, artesanato, arquitetura, cerâmica, instrumentos musicais, máquinas, barcos, aviões, joias, roupas, utensílios, enfim, qualquer objeto que materialize a ideia e a criatividade de uma sociedade.
Orientando e defi nindo políticas culturais
O terceiro grupo de elementos, citado por Hugues de Varine, diz respeito aos bens tangíveis que unem todo o património material: os artefactos. Estes incluem todo e qualquer objeto produzido pelo homem ou por um grupo, desde as produções ingênuas de comunidades primitivas até a tecnologia mais avançada das sociedades modernas.
Políticas culturais no Brasil
Conclusão
Atividade Final
Em suma, todo um conjunto de informações e expressões que são compartilhadas por indivíduos de um mesmo grupo e funcionam como vínculo de identidade entre eles. E esta identidade, sujeita à rejeição e à inclusão, comporta-se como um organismo vivo que se transforma e evolui através do diálogo e do intercâmbio com diferentes culturas: todas fazem parte do imenso património comum a toda a humanidade.
Meta da aula
Objetivos
Pré-requisito
Este carácter dominante específico manifesta-se nas produções materiais e nas manifestações culturais de um grupo, de uma região e de um país.
Introdução
Testemunhos materiais de nossa identidade
Nomeado por Gustavo Capanema, ministro da Educação e Saúde na gestão de Getúlio Vargas, coube ao poeta Mário de Andrade estruturar o antigo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, o advogado, jornalista e autor dirige o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IP-HAN), desde a sua criação.
Atividades
O ecletismo foi a tendência dominante no final do século XIX e início do século XX na Europa, que dominou nos conjuntos arquitetônicos construídos na reforma realizada no final do século XIX na cidade de Paris e que foi reeditada na reforma da capital fluminense, empreendida pelo prefeito Pereira Passos no centro da cidade no início do século XX, que destacou a inauguração da Avenida Central - hoje Avenida Rio Branco. Esta percepção modernista baseava-se na rejeição dos estilos de influência francesa, especialmente o neoclassicismo e o ecletismo, que dominaram a estética do final do século XIX e início do século XX.
Identidade: igualdade na diferença
Livro de Arqueologia, Paisagem e Etnografia Tombo Este livro está relacionado com o registo de bens pertencentes às categorias de Arqueologia, Etnografia, Arte Nativa Americana e Arte Popular. O Portal do Arquivo do IPHAN Noronha Santo disponibiliza uma relação dos bens pertencentes aos quatro livros tombos.
A interpretação e a comunicação do patrimônio material
Os livros são: Livro do Tombo Arqueológico, Paisagístico e Etnográfico (arte arqueológica, indígena e popular); Livro histórico do túmulo (arte histórica); O Livro do Tombo das Belas Artes (arte erudita nacional e estrangeira); Livro do Tombo de Artes Aplicadas (artes aplicadas nacionais e estrangeiras). Caso nenhum imóvel esteja tombado pelo IPHAN, selecione um bem que você acha que merece ser tombado como patrimônio tangível em sua cidade e indique em qual registro patrimonial ele deve ser tombado e por qual motivo.
Núcleos históricos: importância e conceituação
Porém, se a maioria dos centros urbanos representa a expressão material da grande variedade de diversidade cultural das sociedades, o que se enquadra no conceito de histórico, quando uma cidade merece ser tombada como Patrimônio Histórico e Cultural. Os critérios de seleção dos centros urbanos a preservar têm em conta, além da sua qualidade como documento histórico, a importância que representam como expressão de valores específicos para as sociedades urbanas tradicionais.
Critérios para tombamento de uma cidade histórica
O objetivo é tentar harmonizar a vida quotidiana e social dos seus habitantes com a proteção dos bens da cidade que servem de testemunho de um cenário cultural que deve ser preservado como parte da memória da humanidade. A valorização da memória da cidade e a recuperação dos seus imóveis fortalecem o envolvimento emocional dos habitantes com o espaço que habitam e, portanto, com a sua história.
A vida dupla de uma cidade histórica
A ação de preservação de uma cidade histórica deve ser acompanhada de um esforço de revitalização dos seus espaços e não de uma imobilidade restritiva. No exemplo da pousada do centro histórico de Paraty, a antiga construção colonial, apesar de sua grandiosidade arquitetônica, não estava diretamente ligada a nenhum fato histórico ou personagem importante.
Só se protege o que se ama e só se ama o que se conhece
O Inventário Nacional de Imóveis (INBI) é disponibilizado pelo IPHAN e pode ser consultado em seu site. A página oficial do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) é uma ferramenta útil para divulgação de bens tombados, inclusive cidades históricas.
Cidades históricas brasileiras reconhecidas como patrimônio da humanidade
Centro histórico da cidade de Olinda, Pernambuco (reconhecido em 1982): fundada no século XVI, a cidade foi saqueada pelos holandeses no século XVII, recapturada pelos portugueses em 1654 e reconstruída. Centro histórico da cidade de Diamantina, Minas Gerais (reconhecido em 1999): o antigo Arraial do Tijuco recebeu o nome de Diamantina em referência à grande quantidade de diamantes que começaram a ser extraídos da região e enviados para Portugal durante os séculos XVIII e XIX século.
A proteção da memória histórica e cultural como preservação da identidade
É interessante notar como a restauração de um imóvel abandonado pode impactar positivamente outros na área. Resposta comentada Este exercício foi elaborado para observar criticamente um espaço que você normalmente não consideraria de interesse cultural e histórico.
Informações sobre a próxima aula
Apresentar o conceito de património cultural imaterial e definir o seu papel na estruturação do espaço mental e material de uma sociedade. No entanto, as tendências contemporâneas começaram a prestar grande atenção a um tipo de património cultural que tem sido ignorado e que é fundamental para a estruturação da identidade cultural de uma sociedade.
O imaginário e a criatividade do povo
Essa abordagem era compreensível na época, considerando a pobreza em que se encontrava grande parte do patrimônio material do Brasil. O escritor alemão Goethe, amigo de Herder, disse: “Herder nos ensinou a pensar na poesia como uma herança comum de toda a humanidade, não como propriedade privada de alguns indivíduos refinados e cultos” (apud BURKE, 1989, p. 32) .
O que signifi ca patrimônio cultural imaterial
Tomemos como exemplo o primeiro reconhecimento de um bem como patrimônio material feito pelo IPHAN no Livro de Registro do Conhecimento em dezembro de 2002: Ofício das Paneleiras de Goiabeiras. Como você deve ter notado, não foi o objeto pote – um em particular ou um conjunto deles – que foi objeto de uma lista, mas sim o escritório das Paneleiras de Goiabeiras, que foi reconhecido como patrimônio do saber local.
Os registros dos bens imateriais
Portanto, deve ser registrado entre as manifestações artísticas em geral no livro de registros de formas de expressão. Confira o certificado de registro no Livro de Registro de Arte dos Índios Wajãpin no portal do IPHAN.
Proteger sem imobilizar: os planos de salvaguarda
O Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN tem como objetivo desenvolver a autonomia dos envolvidos na produção dessas práticas e conhecimentos, para que possam preservá-los de forma consciente e ativa. Alguns aspectos materiais, directamente relacionados com a existência do património imaterial, devem também ser apoiados para permitir a sua expressão continuada.
O desenvolvimento da relação entre cultura e natureza
Em meados do século XX, a UNESCO começou a incentivar a integração de bens patrimoniais relacionados com o campo cultural e o ambiente natural. Explique como era a percepção do homem sobre o ambiente natural antes do século 20 e como ela mudou desde então, citando os motivos que fizeram com que a antiga percepção mudasse.
Jardins históricos, parques e jardins
São os morros do Corcovado, Dois Irmãos, Pedra da Gávea, Pedra do Conde e os picos do Papagaio, Andaraí e Tijuca. A atual floresta da Tijuca é em parte resultado do reflorestamento realizado em áreas ocupadas por plantações de café desde 1860, com o objetivo de restaurar as nascentes que abasteciam a cidade, que representa atualmente um dos maiores patrimônios naturais da região. país.
Salvaguardando o patrimônio natural
Em 1972, foi criada a Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural, à qual aderiram mais de 150 países, que se tornou um instrumento internacional destinado a proteger o patrimônio cultural e natural. O Comité do Património Mundial, que tem 21 membros, é responsável pela aplicação da Convenção da UNESCO que rege a protecção do património cultural e natural mundial.
Patrimônio natural mundial no Brasil
As áreas integralmente protegidas, cujo objetivo é preservar a natureza, apenas permitem a utilização indireta dos seus recursos naturais, constituídas por parques nacionais, monumentos naturais, estações ecológicas, reservas biológicas e santuários de vida selvagem. Esta última categoria inclui as Áreas de Proteção Ambiental (APAs), que visam proteger os recursos naturais que dividem espaço com a ocupação humana, onde é permitida a gestão da propriedade privada e a manutenção da vida normal na região, sem desapropriação de terras;
Parque Nacional do Iguaçu
ಅಕ್ಷರಶೈಲಿ: netup://www.mma.goa.br/index.ff?ido=conteudo.monta&idestrutura=48&id ಮೆನು=2038.
Parque Nacional da Serra da Capivara
Reserva da Mata Atlântica
Complexo do Pantanal Mato-grossense
Desde 1975, a Embrapa mantém na região uma unidade de pesquisa que desenvolve e transfere tecnologias com o objetivo de garantir o uso sustentável dos recursos naturais do Pantanal. Fundada em 1973, tem como missão auxiliar no desenvolvimento sustentável do meio rural, especialmente no que diz respeito ao agronegócio: geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, com o objetivo de beneficiar os diversos segmentos da sociedade brasileira (www.embrapa. . com).
Reservas do Cerrado: Parque Nacional Chapada dos Veadeiros e Parque Nacional das Emas
Ilhas Atlânticas — Reservas Fernando de Noronha e Atol das Rocas
Complexo de Conservação da Amazônia Central
Uma das principais responsabilidades dos Estados-membros é o desenvolvimento da ética para preservar este património, que é complexo numa época de desenvolvimento económico acelerado e muitas vezes predatório. Atualmente existem 17 bens localizados no Brasil que fazem parte da Lista do Patrimônio Mundial.
Patrimônio natural: o homem deve integrar-se ou não às áreas protegidas?
A Convenção sobre o Património Mundial, Cultural e Natural determina quais os bens naturais e culturais que podem requerer inscrição na Lista do Património Mundial e estabelece as obrigações dos Estados-Membros no que diz respeito à identificação desses bens e à forma como são protegidos e preservado. Veja a seção específica sobre Patrimônio Mundial na página oficial da UNESCO: http://whc.unesco.org/en/list/.
Jardins: a natureza projetada pelo homem
As áreas naturais são áreas protegidas, mas o método de conservação dependerá das suas características. Explique a diferença entre as duas categorias que dividem as áreas protegidas, incluindo os tipos de património natural encontrados em cada uma destas categorias.
CONCLUSÃO
Em ambos os casos, contudo, há necessidade de acções deliberadas de gestão e monitorização para garantir que as salvaguardas exigidas são efectivamente observadas. Apresentando a importância da conscientização dos diferentes setores de uma comunidade sobre o valor cultural insubstituível do patrimônio de sua região e o risco a que estão expostos: desaparecimento material por abandono ou privação de presença por roubo.
Patrimônios mundiais em perigo
Com o objetivo de rever os sítios patrimoniais em perigo em todo o mundo, o Comitê do Patrimônio Mundial. Isto pode levar a que um património mundial, natural ou cultural já reconhecido seja inscrito na lista do património mundial ameaçado.
Os patrimônios mundiais brasileiros em perigo
O que levou o Comitê do Patrimônio Mundial a incluir o Parque Nacional do Iguaçu na lista de bens em risco foi o episódio da Estrada dos Colonos, em que as próprias autoridades locais apoiaram uma invasão ilegal, revelando a escolha dos responsáveis pela gestão. que é separado da proteção ambiental. Como resultado da decisão, o comitê decidiu – em sua reunião anual em Helsinque, na Finlândia – retirar o Parque Nacional do Iguaçu da lista de patrimônio natural ameaçado.
Brasília: Capital Federal do Brasil
Em 2001, a cidade estava prestes a ser incluída na lista de bens ameaçados de extinção, com a UNESCO enviando especialistas em planejamento urbano a Brasília para investigar a situação de perto e determinar se o plano urbano da cidade havia sido atacado e se o abandono havia atingido tal nível. extensão. apontam que seria necessário incluir Brasília na lista de patrimônio cultural ameaçado. Mas depois o governo brasileiro assumiu a intenção de responder ao desafio de preservar as características da cidade, que havia sofrido com mudanças estruturais que prejudicaram os conceitos de caneta.
Cidade histórica de Ouro Preto
A comoção causada pela possibilidade de a cidade passar a fazer parte do rol de bens globais em perigo e pelos dois deploráveis acontecimentos acima citados mobilizaria a opinião pública e as autoridades, que realizaram um seminário para decidir sobre a implementação do estatuto da cidade em localidades urbanas com relevante valor histórico e cultural. 1999) Centro Histórico da Cidade de Diamantina (MG) (2001) Centro Histórico da Cidade de Goiás (GO) Patrimônio Natural.
Os bens roubados do patrimônio nacional
O Instituto está empenhado em uma campanha de devolução dos bens almejados, realizada por meio da mídia, que incentivará o público a consultar o banco de dados com registros de peças roubadas do patrimônio brasileiro em seu site oficial. A campanha de sensibilização utiliza como fonte o banco de dados de bens culturais procurados, atualizado pelo IPHAN e com nova sistematização desde 2005.
Atividades Finais
A necessidade de recuperar grande parte dos bens importantes para a humanidade que haviam sido destruídos após o fim da Segunda Guerra Mundial despertou o interesse global num sistema de proteção do património cultural e natural em todas as regiões do mundo. Em 1972, durante a Convenção do Património Mundial, foi decidido proteger o património cultural e natural.
Pré-requisitos
Destacar o patrimônio patrimonial do estado do Rio Grande do Sul e as especificidades da cultura gaúcha, que absorveu influências espanholas e, posteriormente, de imigrantes alemães e italianos, desenvolvendo a partir deles um rico patrimônio cultural. O estado do Rio Grande do Sul é um dos melhores destinos turísticos do Brasil, servindo como pólo de atração devido à sua grande diversidade cultural e paisagens deslumbrantes.
O Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul
O Rio Grande do Sul caracteriza-se, assim, pela mistura das culturas dos diferentes povos que o colonizaram, incluindo portugueses, espanhóis, italianos, africanos e alemães. É impossível pensar no Rio Grande do Sul sem pensar na imagem de um gaúcho de balaclava e poncho, segurando seu chimarrão junto à fogueira da churrasqueira, ou de moças em seus vestidos esvoaçantes enfeitados com rendas e fitas dançando uma rancheira.
Um bem gaúcho como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade
Ruínas de São Miguel das Missões
Nesta região encontra-se o sítio arqueológico de São Miguel Arcanjo, conjunto de ruínas remanescentes das missões jesuíticas guaranis de São Miguel Arcanjo, localizadas no município de São Miguel das Missões. A figura ao lado mostra uma vista interior das ruínas da igreja de São Miguel Arcanjo em São Miguel das Missões, mostrando a nave central ladeada por outras naves mais estreitas.
Patrimônio Material do Rio Grande do Sul tom- bado pelo IPHAN
Ponte do Imperador
O soldado e político Bento Gonçalves da Silva nasceu em Triunfo e destacou-se como um dos líderes da Revolução Farroupilha e da Guerra dos Farrapos. O retrato de Bento Gonçalves da Silva (óleo sobre tela do século XIX, de autor desconhecido) pertence ao Museu Júlio de Castilhos, em Porto Alegre.
Conjunto Arquitetônico da Praça da Matriz
Museu Casa Schmitt-Presser
A instituição, hoje renomeada como Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAE), não apenas determina ações de tombamento, mas também orienta processos de intervenção em áreas históricas e áreas de relevância cultural para o Rio Grande do Sul, mantém parcerias com municípios, IPHAN e entidades civis associações que têm por finalidade auxiliar no processo de levantamento, tombamento e preservação de bens importantes para o estado. De acordo com o mapa de localização dos municípios com bens tombados, disponível no site oficial do IPHAE, o Rio Grande do Sul possui atualmente 98 bens tombados em nível estadual, distribuídos por 30 municípios, com destaque para a capital Porto Alegre com 21 bens patrimoniais, e a cidade de Piratini, com 15.
A Casa de Camarinha
O Patrimônio Cultural Imaterial do Rio Grande do Sul
Os pesquisadores já começaram a investigar o costume e a forma de preparo da erva-mate, que já faz parte da cultura regional, inclusive na Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim), na cidade de Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo. Beber chimarrão é um legado das culturas indígenas da América do Sul, incluindo os índios Guarani, e que hoje faz parte da tradição dos estados da região Sul, sendo também comum em parte da região Centro-Oeste do Brasil e outras países. como Uruguai, Paraguai e Argentina.
Museus do Rio Grande do Sul
Esta aula abordará o patrimônio cultural de outros dois estados que, junto com o estado do Rio Grande do Sul - tema da aula anterior - formam a região Sul do Brasil: Santa Catarina e Paraná. O estado de Santa Catarina fica na região sul do Brasil, fazendo fronteira com a Argentina a oeste, o Paraná ao norte, o Rio Grande do Sul ao sul e o Oceano Atlântico a leste.
O Patrimônio Cultural do Estado de Santa Catarina
Por volta de 1870, a província de Santa Catarina contava com aproximadamente 160 mil habitantes em seus vinte municípios – população que seria de aproximadamente 200 mil habitantes na época da República. Alguns colonos, reunidos pelo farmacêutico alemão Hermann Blumenau, estabeleceram-se às margens do rio Itajaí-Açu, formando centros de produção têxtil que empregaram 6 mil pessoas vinte anos depois.
Patrimônio Material Barriga-Verde
A ilha de Santa Catarina, onde está localizada a capital Florianópolis, tem desempenhado um papel decisivo na conquista de poder na região Sul do Brasil devido à sua localização estratégica. A fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim foi incluída no Livro de Belas Artes do IPHAN em 1938.
Ponte Hercílio Luz
Com área de 2.678 m², o conjunto arquitetônico passou por intervenções realizadas pelo IPHAN no início da década de 1970 com o objetivo de revalorizar as fortificações militares catarinenses.
Museu Anita Garibaldi
Ana Maria de Jesus Ribeiro, conhecida como Anita Garibaldi, nasceu em Laguna, Santa Catarina. O prédio que hoje abriga o Museu Anita Garibaldi, construído em 1747, abrigou a Câmara Municipal e o presídio.
Roteiros Nacionais de Imigração
Patrimônio arqueológico de Santa Catarina
Patrimônio Natural Catarinense
Patrimônio Imaterial de Santa Catarina
O lucrativo negócio envolvendo fazendas de criação de muares e cavalos foi o responsável direto pela ocupação do território paranaense, dando origem a diversas cidades. A queda na venda de muares devido ao esgotamento do ouro esvaziou a região econômica e demograficamente.
O Patrimônio Cultural do Estado do Paraná
O litoral da capitania de São Vicente, cujas terras hoje pertencem ao estado do Paraná, foi visitado por europeus até meados do século XVII, atraídos por histórias sobre a existência de ouro e prata naquelas terras. Porém, o ouro apareceu em Minas Gerais, e a necessidade de animais de carga para a região mineradora seria suprida por mulas criadas na região Sul, de onde eram levadas para serem vendidas em Sorocaba, São Paulo.
Patrimônio Material Paranaense
No ano seguinte, o governo do Paraná criou a Curadoria do Patrimônio Natural, que passou a realizar ações voltadas à investigação e conservação de áreas e paisagens naturais do estado. O objetivo – definido na página oficial da Coordenadoria do Patrimônio Cultural do Paraná – é confirmar a memória local e a identificação da população com seu patrimônio por meio da valorização das referências culturais da região.
Patrimônio Arqueológico Paranaense
Com o objetivo de integrar esforços, o estado incentivou a criação de Associações de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural em diversos municípios, a fim de sensibilizar e promover ações para a preservação de bens de interesse histórico e artístico, auxiliando com assessoria técnica e patrimonial. material de inspeção. e áreas naturais de grande interesse natural e cultural.
Patrimônio Arquitetônico Paranaense
Patrimônio Natural do Paraná
Um bem paranaense como Patrimônio Históri- co e Cultural da Humanidade
A página oficial do patrimônio cultural do estado do Paraná disponibiliza uma lista dos bens tombados por município. O Museu do Mate, construído pelo Estado do Paraná e pelo IPHAN, preserva o único exemplar sobrevivente de calcador de erva-mate no Paraná.
Patrimônio Imaterial Paranaense
Os espanhóis gostavam da erva-mate - planta da família aquifoliaceae originária da região subtropical da América do Sul. Apresentar o patrimônio cultural da região centro-oeste formada pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (e o distrito federal, Brasília), analisando as principais características do patrimônio natural, tangível e imaterial de cada um desses quatro unidades da federação, suas influências e transformações.
Patrimônio Cultural do estado do Mato Grosso
A ocupação da região Centro-Oeste começou com as trilhas abertas pelos bandeirantes nos séculos XVII e XVIII ao explorarem o interior do país em busca de minerais e de índios para escravizar. O rio Paraguai, cujo principal afluente é o rio Cuiabá, nasce ao norte da capital Cuiabá, na região conhecida como Amazônia mato-grossense.
Um bem mato-grossense como Patrimônio da Humanidade
Em 2000, o Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense foi inscrito na Lista do Patrimônio Mundial em reconhecimento à sua importância como reserva natural global. O jabiru ou jaburu é uma ave da família Ciconiidae, considerada símbolo do Pantanal por ocorrer em grande número na região.
Bens mato-grossenses tombados pelo Governo Federal
O estado também conta com o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, uma das Unidades de Conservação (UC) brasileiras, criada em 1989. Mesmo após o incidente que causou seu fechamento parcial, em 21 de abril de 2008, quando desabou a encosta da cachoeira Véu de Noiva , prejudicando alguns visitantes, a região da Chapada dos Guimarães continua recebendo muitos turistas atraídos pela sua abundância natural.
Bens sob proteção estadual
Patrimônio Imaterial do estado do Mato Grosso
Confira na página da Secretaria de Estado de Cultura do Estado de Mato Grosso a relação dos bens tombados pelo estado. Mato Grosso do Sul foi criado em 1977, com capital na cidade de Campo Grande, a partir de uma área desmembrada do antigo estado de Mato Grosso.
Patrimônio Cultural do estado do Mato Grosso do Sul
Localizado ao sul da região Centro-Oeste, o novo estado faz fronteira com Mato Grosso ao norte; ao Nordeste, com Goiás; ao leste, com Minas Gerais; Com cerca de 2,3 milhões de habitantes – densidade de apenas seis habitantes por quilômetro quadrado – Mato Grosso do Sul possui uma natureza privilegiada que abriga dois terços da planície pantaneira e seu diversificado ecossistema.
O Patrimônio Cultural e Natural do Mato Grosso do Sul sob proteção federal
Em setembro de 2007, o IPHAN e a Prefeitura de Bonito organizaram o Seminário Serra da Bodoquena/MS – Paisagem Cultural e Geoparque para discutir uma proposta de criação de um geoparque na região serrana, seguindo o conceito desenvolvido pela Unesco. A Prefeitura de Corumbá apoiará a restauração do conjunto edificado do Forte Coimbra, prevista para ser realizada pelo IPHAN, com recursos do Governo Federal.
Patrimônio Imaterial do Mato Grosso do Sul
Os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul reúnem uma grande diversidade de categorias de bens: naturais, tangíveis e intangíveis. Resposta comentada Os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul compartilham uma enorme área inundada conhecida como Pantanal Mato Grosso, que preserva um ecossistema complexo e a maior reserva de água doce do planeta.
Patrimônio Cultural do estado de Goiás
A abundante oferta hídrica e o clima semiúmido garantem o exuberante bioma do Pantanal, com flora e fauna de grande variedade e beleza. O estado de Goiás, com capital Goiânia, localizado a leste da região Centro-Oeste, ocupa o planalto central do Brasil e faz fronteira com o estado do Tocantins ao norte; no Nordeste, com a Bahia; no sudoeste, com Mato Grosso do Sul; no oeste, com Mato Grosso; e ao leste e ao sul, com Minas Gerais.
Patrimônio Cultural e Natural do estado de Goiás