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Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Academic year: 2023

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A efetividade da intervenção educativa em nutrição complementar no conhecimento da Estratégia de Saúde dos trabalhadores da saúde. A efetividade da intervenção educativa em nutrição complementar no conhecimento dos trabalhadores de saúde da Estratégia Saúde da Família.

Figura 1 -  Modelo  teórico  dos  atributos,  componentes  e  marcadores  da  alimentação complementar............................................................
Figura 1 - Modelo teórico dos atributos, componentes e marcadores da alimentação complementar............................................................

Importância da alimentação complementar oportuna e adequada para

Perfil da alimentação complementar no Brasil

Seus resultados mostraram que entre as crianças cariocas menores de seis meses houve diminuição no consumo precoce de todos os alimentos examinados (água, chá, frutas, sucos e outros leites ou alimentos que não o leite materno). Ao longo dos anos, tem havido uma tendência decrescente com várias diminuições significativas entre as crianças com idades compreendidas entre os 9 e os 11 meses.

Fatores que influenciam a introdução da alimentação complementar

Segundo Monte e Sá (2004), a falta de informação e apoio dos profissionais de saúde são os principais motivos alegados pelas mães para a introdução precoce de alimentos complementares. Além de orientar a mãe ou responsável quanto aos princípios da alimentação adequada e oportuna, dependendo da faixa etária e do desenvolvimento da criança, é papel do profissional de saúde que se preocupa diretamente com a saúde e nutrição da criança, fornecer informações sobre as características da criança. cada fase não apenas do ponto de vista fisiológico, mas também psicológico e comportamental (ARIMATEA; CASTRO; ROTENBERG, 2009).

Importância da atuação dos profissionais de saúde para a promoção

Nesse contexto, técnicas de aconselhamento têm sido utilizadas como ferramenta para facilitar o diálogo entre especialistas e responsáveis ​​(BRASIL, 2010b). Técnicas de aconselhamento alimentar e nutricional têm sido adotadas em treinamentos ministrados pela Organização Mundial da Saúde sobre amamentação e alimentação complementar (OMS, 2002).

Políticas públicas em alimentação complementar

Eles incluem o Guia Nutricional para menores de dois anos (BRASIL, 2002), a Caderneta de Cuidados Básicos específicos para a saúde infantil (BRASIL, 2009a), a Estratégia Nacional de Alimentação Complementar Saudável (BRASIL, 2010b) e Amamentação e Alimenta Brasil (BRASIL, 2012c), conforme detalhado abaixo. Com base no material organizado pela OPAS/Brasil (GIUGLIANI; VICTORA, 1997) e no Guia Alimentar para crianças menores de dois anos do Ministério da Saúde, foram elaboradas e expressas recomendações para uma alimentação saudável.

Estudos de intervenção em alimentação complementar

Neste contexto, o papel dos profissionais de saúde é essencial para melhorar a nutrição infantil e promover AC saudáveis ​​(SANTOS et al., 2002; VITOLO et al., 2005). Mais estudos são necessários para ajudar a compreender melhor os efeitos das intervenções voltadas à nutrição complementar nas diferentes realidades brasileiras, bem como quais estratégias são mais eficazes para apoiar políticas públicas de promoção de CA saudáveis ​​(SANTOS et al., 2002; VITOLO et al., 2005 ).

Geral

Específicos

O conteúdo da atividade formativa abrangeu orientações sobre alimentação infantil para crianças menores de um ano com foco na alimentação complementar. Conhecimento dos profissionais de saúde sobre alimentação infantil no primeiro ano de vida da criança. A atividade de formação conseguiu aumentar o conhecimento dos profissionais de saúde sobre os alimentos complementares e esse conhecimento foi retido após quatro meses.

O resultado de interesse deste estudo foi o conhecimento dos profissionais de saúde sobre a nutrição infantil no primeiro ano de vida da criança. Este estudo avaliou a efetividade de uma atividade de capacitação em alimentação complementar (AC) nas práticas alimentares de crianças menores de um ano, atendidas na Estratégia Saúde da Família (ESF) do Rio de Janeiro. O conteúdo da atividade formativa incluiu orientações sobre nutrição infantil para crianças menores de um ano com foco na alimentação complementar.

Os profissionais de saúde do GI e GC foram caracterizados quanto ao nível de conhecimento sobre nutrição infantil no primeiro ano de vida da criança. O estudo aqui apresentado revelou que a atividade formativa desenvolvida foi capaz de melhorar o conhecimento dos profissionais de saúde sobre o tema alimentação complementar. Práticas nutricionais para crianças menores de um ano: orientações dos profissionais de saúde e recomendações do Ministério da Saúde.

Tipo de estudo, seleção e aleatorização das UBS

Cálculo da amostra

As estimativas referentes ao consumo de alimentos com baixo valor nutricional foram gentilmente cedidas pelo Instituto de Nutrição Annes Dias (INAD), da Prefeitura do Rio de Janeiro. Assumindo um percentual de perda de 30%, estimou-se uma amostra total de 410 crianças, sendo 205 crianças para o GI e 205 crianças para o GC.

Grupos de interesse

Intervenção

Os três turnos de treinamento foram agendados de acordo com a disponibilidade de cada UBS e o intervalo de tempo entre eles foi semanal ou quinzenal. No decorrer da atividade formativa, foram apresentadas aos profissionais orientações específicas sobre introdução e oferta de alimentos complementares que devem ser discutidas com as mães e/ou responsáveis ​​em momentos-chave do primeiro ano de vida da criança: aos seis, sete, nove e doze meses.

Desfechos

Desfechos de interesse: variáveis, indicadores e fórmulas para sua

Número de crianças com idade entre 180 e 209 dias que receberam pelo menos um alimento rico em ferro. Indicador: Proporção de crianças que são amamentadas numa determinada idade (neste caso aos quatro, seis, nove e 12 meses).

Outras variáveis de interesse

Variáveis de exposição à intervenção

Coleta de dados

Instrumentos utilizados na coleta de dados

A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses e deve ser continuada até os dois anos de idade. A alimentação complementar deve ser introduzida aos seis meses de idade quando a criança é amamentada exclusivamente e aos quatro meses quando a criança não é amamentada. A criança amamentada deve receber uma refeição salgada (almoço) e dois mingaus de frutas aos seis meses.

A partir dos seis meses é recomendado o consumo de frutas e verduras para crianças amamentadas. A carne deve ser oferecida a partir do sexto mês de vida da criança amamentada.

Procedimentos para a coleta de dados

A identificação das crianças a serem estudadas, tanto nas UBS GI quanto nas UBS CG, foi realizada em conjunto com os dirigentes dos ACS e UBS, por meio de revisão dos dados cadastrais constantes na “Ficha Cadastral de Família e Cidadão”. Esta atividade foi realizada aproximadamente 90 a 100 dias após a última rodada de atividade de treinamento. Foram identificadas as crianças nascidas no dia seguinte ou posterior ao último turno de atividade de treinamento em cada UBS do GI.

Por terem nascido após a conclusão da atividade formativa, todos teriam a oportunidade de serem abordados por profissionais capacitados e receberem os materiais educativos que compõem a intervenção. A coleta de dados foi realizada por pesquisadores previamente treinados e ocorreu durante visitas domiciliares às mães ou responsáveis ​​pelas crianças incluídas no estudo.

Processamento e análise de dados

Conhecimento dos profissionais sobre AC

A análise do impacto da actividade formativa foi efectuada examinando a relevância da diferença observada entre proporções ou entre médias obtidas, consoante a natureza do indicador, antes, imediatamente após e quatro meses após o último turno daquela actividade ( comparação dois por dois). Além disso, foram aplicados os indicadores percentual de adequação e pontuação média ao grupo de profissionais que participaram dos três turnos da atividade formativa e que responderam ao questionário nos três momentos em que foi aplicado. A significância estatística de quaisquer diferenças observadas antes, imediatamente após e quatro meses após a atividade de treinamento foi avaliada pelo teste t de Student para amostras pareadas (no caso de médias) e pelo teste qui-quadrado de McNemar (no caso de proporções), 5% como nível de significância estatística.

Além disso, foi feita uma comparação entre os profissionais do GI e do GC quanto ao conhecimento sobre o tema AC em T3. A significância estatística de eventuais diferenças entre os grupos foi avaliada por meio do teste t de Student (no caso de médias) e do qui-quadrado (no caso de proporções), utilizando 5% como nível de significância estatística.

Práticas alimentares de crianças menores de um ano

Para subsidiar a interpretação dos resultados referentes aos indicadores de interesse do primeiro artigo apresentado, avalia-se o índice de acertos para cada uma das questões que compuseram o instrumento utilizado no estudo para mensurar o conhecimento dos profissionais sobre alimentação infantil. A significância estatística das eventuais diferenças observadas entre GI e GC foi avaliada por meio do teste t de Student, para comparação de médias, e do teste qui-quadrado, para comparação de proporções, sendo considerado nível de significância estatística 5%. Também foram realizadas análises de regressão logística para cada desfecho de interesse, assumindo como variável independente o grupo ao qual a criança estava incluída (GI ou GC) e controlando possíveis fatores de confusão.

Para aqueles que apresentaram p<0,2 no teste de comparação estatística entre os dois grupos, foram realizadas análises bivariadas com cada indicador de desfecho de interesse. Foram então realizadas análises multivariadas, considerando cada indicador de resultado como variável dependente, o grupo de alocação (intervenção ou controle) como variável independente (explicativa) e como covariáveis ​​aquelas que representam p<0,05 na análise bivariada para cada uma das variáveis ​​de interesse ... os resultados.

Aspectos éticos

A efetividade da intervenção nas práticas alimentares de crianças de quatro, seis, nove e doze meses foi avaliada com base na intenção de tratar, ou seja, levando em consideração a randomização inicial dos grupos (GI e GC).

Financiamento

Artigo 1: Impacto de uma atividade educativa em alimentação

Nessa perspectiva, o objetivo deste artigo é avaliar o impacto das atividades de capacitação em alimentação complementar no primeiro ano de vida no conhecimento dos trabalhadores de saúde da estratégia saúde da família no município do Rio de Janeiro. Este modelo orientou o desenho das atividades de formação e o desenvolvimento de um questionário utilizado para avaliar o conhecimento dos profissionais de nutrição no primeiro ano de vida. A atividade de formação em alimentação complementar desenvolvida neste estudo foi capaz de gerar uma mudança significativa no conhecimento dos profissionais de saúde que se manteve quatro meses após o término da atividade.

A maior perda ocorreu no T3, ou seja, quatro meses após o término da atividade formativa. O estudo conseguiu evidenciar como o tema nutrição complementar é um tema novo e desconhecido para os profissionais de saúde e o quanto as atividades de capacitação podem contribuir para aumentar o conhecimento dos profissionais.

Artigo 2: Efetividade de uma atividade de formação em alimentação

Embora a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendem o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida e o início da alimentação complementar neste período de forma adequada. O presente estudo tem, portanto, como objetivo avaliar a efetividade de uma atividade educativa em nutrição complementar sobre as práticas alimentares de crianças menores de um ano atendidas na Estratégia Saúde da Família do Rio de Janeiro. A primeira, destinada a avaliar o conhecimento dos trabalhadores de saúde da UBS, composta por 17 afirmativas, foi elaborada com base no conteúdo abordado na atividade formativa.

Estudo de intervenção em unidades básicas de saúde da Estratégia Saúde da Família do município do Rio de Janeiro. Estudo de intervenção em unidades básicas de saúde da Estratégia Saúde da Família, município do Rio de Janeiro. Percepções e atitudes maternas quanto às orientações dos profissionais de saúde quanto às práticas alimentares no primeiro ano de vida.

Qualidade da informação sobre aleitamento materno e alimentação complementar em sites de profissionais de saúde brasileiros.

Tabela 1 - Características sociodemográficos das crianças ao ingressarem no estudo segundo  grupo de alocação (Intervenção (GI) ou Controle (GC))
Tabela 1 - Características sociodemográficos das crianças ao ingressarem no estudo segundo grupo de alocação (Intervenção (GI) ou Controle (GC))

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Figura 1 -  Modelo  teórico  dos  atributos,  componentes  e  marcadores  da  alimentação complementar............................................................
Figura 1: Modelo teórico dos atributos, componentes e marcadores da alimentação complementar
Tabela 1 - Desempenho dos profissionais de saúde da Estratégia de Saúde da Família em teste de conhecimento sobre alimentação complementar antes, imediatamente depois e quatro meses após a atividade de formação
Tabela 2 - Percentual de acertos por questão em três momentos distintos em relação a atividade de formação dos profissionais
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Referências

Documentos relacionados

III) Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); IV) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e V) Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Já