Por estas razões, a capacidade do pessoal de enfermagem é hoje uma preocupação constante para administradores e enfermeiros pesquisadores da área. Esta pesquisa de final de curso visa responder à seguinte questão: Qual a quantidade e qualidade de pessoal de enfermagem existente e necessário nas unidades hospitalares de uma unidade de referência em Cardiologia para a prestação de cuidados de enfermagem.
Objetivo Geral
Objetivos Específicos
O SCP foi inicialmente estudado por Fugulin (2002) e apresentado como proposta para ser utilizado no cálculo do pessoal de enfermagem. O SPCA é um modelo de classificação que avalia o grau de dependência dos cuidados de enfermagem e apoia o cálculo do tamanho do pessoal de enfermagem.
Tipo de estudo
Local de desenvolvimento do estudo
Sujeitos do estudo e período de realização da coleta de dados
Instrumentos de pesquisa
Coleta de dados
Análise dos dados
Aspectos éticos
Caracterização dos sujeitos de pesquisa
Com um único vínculo, identificamos 5 (cinco) sujeitos da pesquisa, dois deles atuam na gestão, ocupam cargo de liderança na unidade investigada, e os demais exercem atividades assistenciais, mas cumprem 60 horas de plantão. Os enfermeiros que não têm outro trabalho optam por trabalhar em regime de turno – PS, o que passou a representar uma compensação no salário dos enfermeiros, gerando uma rotina. Ao avaliar a escala de março de 2008 e a entrevista com os sujeitos, apenas dois não realizaram PS, um por ser gerente de enfermagem da instituição, o que não é permitido por lei, e o outro é trabalhador noturno que possui outro vínculo empregatício, o que pode ser uma das razões para a não implementação.
Quanto ao turno que os nove entrevistados trabalham, 3 (três) trabalham no período noturno, supervisionando duas unidades simultaneamente, os demais trabalham durante o dia, 2 (dois) pela manhã e 2 (duas) à tarde como enfermeiros. e dois sujeitos ocupam cargos de gestão, um é chefe das unidades de internação e outro na gerência geral de enfermagem da instituição. Distribuição dos turnos de trabalho dos pesquisadores nas unidades de internação, maio de 2008 Fonte: instrumento de coleta de dados. O grau de formação dos entrevistados descrito na tabela n02 enfatiza que todos os sujeitos da pesquisa possuem formação de pós-graduação.
Apple Cuidados de saúde na área da educação Laranja Cuidados de saúde do coração e dos vasos sanguíneos Carambola Cuidados de saúde na área da educação Fruta-pão Cuidados de saúde do coração e dos vasos sanguíneos
Caracterização da instituição
Mostraremos nas tabelas nº 01 e nº 002 a comparação entre o quadro de enfermagem existente e o quadro necessário de acordo com os parâmetros de dimensionamento de pessoal (COFEN/2004 e Portaria SAS/2004). Tabela n0 1 comparação do pessoal de enfermagem existente da Unidade A e exigido pelos parâmetros de pessoal em março de 2008. Tabela n0 2 comparação do pessoal de enfermagem existente da Unidade B e exigido pelos parâmetros de pessoal de março de 2008.
Em relação ao pessoal de enfermagem (técnicos e auxiliares de enfermagem), a unidade B possui o maior número de 27 sem levar em conta as horas de plantão. Alguns pesquisadores identificaram fatores facilitadores ou limitantes para a sistematização, além do maior número de trabalhadores de enfermagem na Unidade B, conforme depoimentos. O técnico de enfermagem responsável pela instituição de saúde deverá gerenciar os indicadores de desempenho da equipe de enfermagem;
O presente estudo surgiu da necessidade de analisar como tem sido dimensionado o pessoal de enfermagem nas unidades de internação da unidade de referência. Em relação ao pessoal assistencial (técnicos e auxiliares assistenciais), a unidade B possui número suficiente, independente do horário de plantão. Este estudo vislumbra uma forma de propor um modelo de dimensionamento do quadro de pessoal de enfermagem para atuar em uma unidade de referência de alta complexidade em cardiologia.
Avaliação diagnóstica das taxas de absenteísmo na equipe de enfermagem de um hospital universitário. Proporções de pessoal de enfermagem: Avaliação do quadro de pessoal da unidade de internação de um hospital universitário [tese].
Provimento de Pessoal de Enfermagem
Dimensionamento da Força de Trabalho da Enfermagem
O dimensionamento dos recursos humanos de enfermagem é o primeiro passo no dimensionamento de pessoal e tem como objetivo prever o número de funcionários por categoria que é necessária para atender direta ou indiretamente as necessidades de enfermagem da clientela (KURCGANT et al1, 1991). O dimensionamento de pessoal na resolução COFEN de 2004 é baseado em três características: tipo de instituição, serviço de enfermagem e tipo de clientela. O dimensionamento inadequado dos recursos humanos em enfermagem traz implicações nos resultados da qualidade da assistência de enfermagem prestada aos clientes, pois os aspectos quantitativos e qualitativos da equipe estão diretamente ligados ao produto final do seu trabalho, que é o qualidade do cuidado prestado. para o paciente.o paciente.
A falta de parâmetros bem definidos para operacionalizar o tamanho do quadro de pessoal de enfermagem torna esse assunto polêmico, resultando na falta de argumentação dos enfermeiros gestores à administração hospitalar. Isso permite que profissionais de outras áreas interfiram na determinação da quantidade e da qualidade do pessoal de enfermagem, quando a competência para dimensionar os recursos humanos em enfermagem deveria caber aos enfermeiros que atuam diretamente na prestação do cuidado (CAMPEDELLI e GAIDZINSK). Na instituição onde foi realizada a pesquisa, o uso da classificação dos pacientes não é padronizado. Este estudo foi realizado por estudantes de enfermagem da Universidade do Vale do Itajaí n, na disciplina Estágio Curricular Supervisionado no 7º e 8º período.
Os sujeitos da pesquisa expressaram em seus depoimentos o objeto de um salário que permita ao servidor ter um único emprego e agendar a utilização do PS – plantão como solução temporária que traz consequências na assistência de enfermagem prestada como sobrecarga ou dois turnos.
Trabalho na enfermagem e a Taxa de absenteísmo
Não sei te responder, não tem percentual correto, sou enfermeira do setor Goiaba. Tem períodos que é muito alto..., se você pegar esses dois últimos meses é alto, mas não sei dizer o número, mas acontece em períodos, coincide muito com o período que o paciente está muito grave doente Isso faz com que o funcionário fique sujeito a estresse, faringite, infecções pelo ambiente de trabalho, é sempre o mesmo quem falta, e quando aquele que nunca falta ou tira atestado de doença, aí você realmente vê que a pessoa necessitada , acho que há estabilidade para os bandidos, sim, mas culpo muito mais o horário de plantão, porque a gente acaba sendo escravo do horário de plantão, se não houvesse horário de plantão, eu monte seu horário, vá embora, descanse, vá com calma, assim você finalmente tem o horário de atendimento como uma renda extra, para você sobreviver melhor, e aí com isso você acaba se estressando mais..., se eu pegar uma unidade tranquila , é legal, outra unidade ocupada é complicada, Apple.
O absenteísmo na enfermagem é preocupante, pois desorganiza o serviço, causa insatisfação e sobrecarga entre os trabalhadores presentes e consequentemente reduz a qualidade da assistência prestada aos pacientes (REIS, 1996). Por outro lado, apesar de compreenderem as dificuldades enfrentadas no cotidiano do trabalho, percebe-se que alguns trabalhadores de enfermagem se submetem a atividades e deveres excessivos que não são de sua competência, e muitas vezes se submetem a quem atribui o que pode ser realizado por outros. , o que pode prejudicar o atendimento ao cliente (BENERE, 2001). No caso da instituição estudada, esse fato fica evidente na quantidade de horas de serviço realizadas, pois no final e início da década de 90 a enfermagem lutava para atingir 30 horas semanais de trabalho com a justificativa de que o trabalho na enfermagem é exaustivo e para obter cuidados de boa qualidade, os profissionais devem trabalhar menos horas.
Este fato não é sustentável hoje, pois os profissionais de enfermagem são obrigados a trabalhar dois turnos ou dois empregos devido aos baixos salários.
Implantação da Política Cardiovascular e seu reflexo na capacitação profissional
O decreto determina que a unidade habilitada em alta complexidade em cardiologia deverá contar com enfermeiro coordenador, com especialidade em cardiologia reconhecida pelo MEC ou com certificado de residência em cardiologia reconhecido pelo MEC ou com título de Especialista em Enfermagem Cardiovascular, reconhecido pelo MEC, empresa brasileira de enfermagem cardiovascular - SOBENC. 1 (um) enfermeiro (AE) ou técnico de enfermagem (TE) para cada 8 leitos destinados ao tratamento de alta complexidade em cirurgia cardiovascular por proteção, a relação AE/TE mínima recomendada é 2/1. Ao analisarmos o discurso do enfermeiro chefe, do gestor de enfermagem e dos enfermeiros assistenciais sobre o quadro de pessoal e a possibilidade de cumprimento da Ordem Executiva SAS 210/2004 relativamente à formação profissional do pessoal de enfermagem, obtivemos a seguinte visão.
A maioria dos pesquisadores 6 (seis) teve dificuldade em responder a questão por desconhecer a política cardiovascular, apesar de 80% deles atuarem nesta unidade de referência cardiológica tão complexa há mais de 10 anos. Outros dois enfermeiros avaliaram apenas um componente de quadro de pessoal deficiente, atribuindo o descumprimento da portaria de quadro de pessoal à negligência do Ministério da Saúde no que diz respeito ao quadro de pessoal, conforme descrito nas falas de Orange e Carambola. . Apenas um enfermeiro avaliou o componente cumprimento da regulamentação referente à formação, destacando o papel positivo do Ministério da Saúde, que permitiu o pagamento do curso, e da universidade criadora do curso, que habilitou instituições formadas para alta complexidade. cumprir o que está previsto na Portaria, mantendo assim sua licença.
Isso facilitou a decisão política da SES em proporcionar essa melhoria e atender às exigências da Portaria.
A influência da sistematização de enfermagem no dimensionamento de pessoal de
Destacam como facilitador a conclusão do curso de especialização em enfermagem cardiovascular e que há estudo sobre a implantação do sistema junto ao setor de recursos humanos. A Portaria 293 de 2004, determina que o Enfermeiro Responsável Técnico da instituição é responsável por fornecer os recursos humanos necessários à assistência de enfermagem e à segurança do paciente. 7º desta resolução, é garantida a autonomia dos enfermeiros nas unidades assistenciais, para mensurar e gerenciar o quadro profissional de enfermagem.
8º - O técnico de enfermagem responsável deverá ter de 3 a 5% do total de profissionais de enfermagem disponíveis para cobrir situações relacionadas à movimentação de pessoal e participação em programas de educação continuada. O artigo 9º estabelece que se o número de profissionais de enfermagem da unidade hospitalar for composto por 60% ou mais de pessoas com idade superior a 50 (cinquenta) anos, deverão ser acrescidos 10% ao IST. As medições de pessoal de enfermagem realizadas segundo o modelo de Gaidzinski (1) mostraram um total de 9 enfermeiros e 54 técnicos/auxiliares de enfermagem nas unidades hospitalares do instituto.
Estabelece e determina parâmetros para dimensionamento do número de enfermeiros das unidades assistenciais de instituições de saúde e congêneres. Solicitamos autorização ao diretor do Instituto de Cardiologia de Santa Catarina da Secretaria de Estado de Saúde para exame dos documentos sob sua responsabilidade relativos aos planos de atendimento das unidades de internação da equipe de enfermagem do Instituto de Cardiologia de Santa Catarina. Esta pesquisa será realizada nas unidades de internação desta instituição, intitulada Dimensionamento da força de trabalho de enfermagem atuante em unidades de internação de uma unidade de referência em cardiologia, sob orientação da professora mestre Angela Maria Blatt Ortiga e dos acadêmicos Carlos Augusto Zimmermann e Leonardo Kretzer, acadêmicos do Curso de Bacharelado em Enfermagem da Universidade do Vale do Itajaí, Campus Biguaçu.