• Nenhum resultado encontrado

universidade do vale do itajaí - Univali

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "universidade do vale do itajaí - Univali"

Copied!
47
0
0

Texto

Este estudo teve como objetivo investigar os fatores estressantes e motivadores de atletas com deficiência física que recebem alguma forma de auxílio financeiro para a prática esportiva. Alguns atletas com deficiência física recebem apoio financeiro do governo através do programa Bolsa-Aleta devido às suas conquistas desportivas. Para os atletas com deficiência física, esta questão também gera estresse que é agravado pelos fatores psicológicos pré-existentes da própria deficiência, pois a prática esportiva pode se tornar uma oportunidade de superá-las, mostrando a si e à sociedade que podem ser úteis e cumprir uma missão. importante função social. papel que eles são capazes!

Para cada indivíduo com deficiência, nada se sabe sobre as adaptações e respostas às demandas de exercício (BARROS 1993 apud BRAZUNA; CASTRO, 2001). O esporte e sua superação renovam a percepção dos atletas com deficiência física, alterando a autoestima e criando uma imagem corporal positiva. Segundo Brant (2008), a exigência de bons resultados para atletas com deficiência física é a mesma que para atletas sem deficiência no esporte de alto nível.

Porém, para atletas com deficiência, a autoestima quase sempre é baixa, sendo imprescindível o acompanhamento de um profissional de psicologia do esporte. Portanto, é necessário compreender alguns desses fatores psicológicos que os atletas com deficiência física enfrentam, assim como enfrentam outros sem deficiência.

2 EMBASAMENTO TEÓRICO

A profissionalização do esporte paratlético

A atividade física surge como uma nova possibilidade de comunicação do indivíduo com a sociedade, enfatizando as capacidades residuais das pessoas com deficiência física através do esporte. Segundo BRANT (2008), à medida que o esporte se desenvolveu e os atletas começaram a receber dinheiro para jogar, aumentou a exigência por desempenho e resultados significativos para que conseguissem patrocínios e salários dignos. Uma pessoa com deficiência física só participará de uma atividade física se houver interesse da sua parte, mas esse interesse pode ser estimulado.

Segundo SAGE (1977 e WEINBERG; GOULD, 2008), a motivação pode ser definida como a direção e intensidade do esforço. Portanto, o acompanhamento de um psicólogo esportivo pode beneficiar e melhorar o seu desempenho, com o controle e redução dos fatores estressantes que afetam o desempenho do atleta, além de melhorar e fortalecer os aspectos motivacionais da prática esportiva. A psicologia do esporte é um conhecimento recente que inclui habilidades psicológicas e motoras, e tem ganhado espaço como prática profissional com a expansão e difusão do esporte.

A psicologia do esporte atua em duas áreas básicas, a saber, os aspectos psicológicos que afetam o desempenho esportivo e como a atividade física afeta os estados psicológicos (GAERTNER, 2002 apud BRANT, 2008). Para Weinberg e Gould (2008), os psicólogos do esporte devem ajudar os atletas com limitações físicas a alcançar o máximo desempenho, satisfação pessoal e desenvolvimento através da participação.

3 ASPECTOS METODOLÓGICOS

  • Participantes da pesquisa
  • Instrumento
  • Coleta dos Dados
  • Análise dos Dados
  • Aspectos Éticos

Os atletas participantes deste estudo foram solicitados pela pesquisadora a responder os instrumentos individualmente na AFADEFI, em sala apropriada, com condições ambientais favoráveis ​​e materiais necessários. No caso de avaliação em grupo, objetivo deste estudo, será realizada uma análise descritiva das informações. Os dados sociodemográficos foram correlacionados com os demais itens das escalas (estresse, autopercepção e motivação), conforme recomendado por Noce e Samulski (2000) e Souza, Martini e Samulski (2004).

Os resultados foram apresentados em forma de gráficos e tabelas para facilitar a compreensão dos leitores, mas principalmente dos atletas e treinadores, aos quais devolvemos os resultados e posteriormente os encaminhamos para a monografia. Os dados foram coletados individualmente pela pesquisadora, que orientou como responder aos instrumentos. Antes do início da aplicação, os participantes foram informados sobre a pesquisa e explicados que os dados obtidos são confidenciais, que serão utilizados apenas para os fins da pesquisa e que a participação é voluntária e não remunerada.

Dado que este estudo se enquadra num estágio em Psicologia Educacional (com ênfase em Psicologia do Desporto), já existe autorização da AFADEFI para a realização de trabalhos nesta área (anexo 4). Porém, por se tratar de um trabalho mais específico com atletas, os participantes formalizaram sua participação na pesquisa por meio da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Anexo 3). Os participantes receberão feedback sobre os resultados individuais e do trabalho (geral) uma vez analisados ​​e avaliados os dados pela banca de defesa desta monografia.

4 APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

  • Dados demográficos
  • Motivos de manutenção na prática esportiva (tabela 1)
  • Motivos de abandono para a prática esportiva
  • Tipo de apoio
  • Atividades Complementares
  • Fatores que facilitam a prática desportiva
  • Fatores que dificultam
  • Auto-percepção no esporte competitivo
  • Estresse e Ansiedade
  • APEC – Tabela de Auto- percepção no

Em segundo lugar estão os seguintes motivos relacionados à média: “prazer na prática”; “aumentar o conhecimento sobre esportes” e. Em estudo realizado por Noce e Samulski (2002), o prazer de praticar exercícios também é considerado o principal motivo de manutenção do esporte entre os atletas paraolímpicos brasileiros. Os motivos não importantes para a manutenção da prática desportiva foram o “retorno financeiro” com a média e o “status social”, que ficou em último lugar com a média.

Além dos fatores decisivos, os fatores menos importantes também são comparados com pesquisas com atletas de handebol, como no estudo de Rech et al. Nesse aspecto, a pesquisa relevante desafia a pesquisa de Rech et al. 2003), onde os conflitos familiares e a falta de contactos sociais ocorrem com médias mais elevadas. Médias e desvios padrão das respostas aos motivos da descontinuação do esporte pelos paraatletas participantes.

Médias e desvios-padrão das respostas referentes ao apoio que os atletas recebem de suas famílias na prática esportiva. Apoio a incentivos para treinar e competir na pesquisa de jogos de Rech et al. O resultado desta questão é semelhante ao da pesquisa realizada por Rech et al (2003) com atletas juvenis de handebol, onde tanto o primeiro quanto o último lugar aparecem da mesma forma.

O desinteresse pela leitura ou escrita pode ser um exemplo da eficácia do modelo de Avaliação Psicossocial desenvolvido em 1998 (Samuski, 1998 apud Rech et al., 2003), pois permite encontrar um ponto que precisa ser trabalhado pelos técnicos. comissão para fazer com que o aluno, apreciando o esporte, inicie estudos de leitura em áreas de interesse (história do esporte, esporte nos Jogos Olímpicos). Quanto aos fatores facilitadores para a prática esportiva (tabela 5), ​​observou-se que os dois principais facilitadores do grupo, em geral, foram. Na pesquisa de Rech et al (2003), “força de vontade” aparece primeiro seguida de “saúde”, o que vai ao encontro dos resultados desta pesquisa em questão.

Mais uma vez, esta pesquisa apresenta os mesmos resultados da pesquisa de Rech et al (2003) realizada com atletas juvenis de handebol, onde o patrocínio aparece como um dos fatores que mais dificultam a vida do atleta atualmente. Como pode ser observado na Tabela 7, em relação ao autoconceito no esporte competitivo, percebe-se que a maioria dos atletas avalia alguns aspectos como “relacionamento com a família” com valor 10. Esse resultado aparece nas três primeiras colocações do pesquisa com atletas juvenis de handebol de Rech et al. 2003), onde as relações com treinadores, companheiros e familiares ficaram em 1º, 2º e 3º lugar respectivamente.

Por outro lado, a “dificuldade no esporte” teve média inferior e é igualmente congruente com a pesquisa de Rech et al. 2003), em que este item foi avaliado por muitos atletas com valor 1 e apareceu em último lugar. Descobriu-se que os atletas ficam ansiosos por competir diante de um grande público (processos sociais) e preocupados com os erros que possam cometer durante as competições, o que pode afetar as respostas biológicas, como o batimento cardíaco antes das competições.

Tabela 1. Médias e desvios padrão das respostas aos motivos para     a prática desportiva dos paratletas participantes
Tabela 1. Médias e desvios padrão das respostas aos motivos para a prática desportiva dos paratletas participantes

6 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

7 ANEXOS

Antes ou depois de adquirir uma deficiência física. para quem obteve DF: ( ) antes ( ) depois Com que idade começou a competir. 0 - Não gosto desta atividade 1 - Gosto um pouco desta atividade 2 - Gosto satisfatoriamente desta atividade 3 - Gosto muito desta atividade. Instruções: Avalie em uma escala de 01 a 10 a percepção que você tem sobre cada um dos fatores abaixo.

Seu nível de motivação para treinar Dificuldade no esporte Seu nível de velocidade Seu nível de força muscular Seu nível de resistência Seu nível de flexibilidade Seu nível técnico Seu nível tático. TERMOS DE CONSENTIMENTO GRATUITO E PAGO Gostaria de convidá-lo a participar de uma pesquisa que tem como objetivo investigar fatores motivacionais e estressantes no esporte. A sua tarefa consistirá em participar numa entrevista guiada composta por dois instrumentos: um sobre motivadores no desporto e outro sobre stressores.

Quanto aos aspectos éticos, quero informar que: .. a) seus dados pessoais serão mantidos em sigilo, sendo garantido seu anonimato;

Tabela de Autopercepção no Esporte Competitivo (T – APEC)
Tabela de Autopercepção no Esporte Competitivo (T – APEC)

Imagem

Tabela 1. Médias e desvios padrão das respostas aos motivos para     a prática desportiva dos paratletas participantes
Tabela 2. Médias e desvios padrão das respostas aos motivos de   abandono da prática desportiva dos paratletas participantes
Tabela  4.  Médias  e  desvios  padrão  das  respostas  quanto  às  atividades complementares
Tabela  5.  Médias  e  desvios  padrão  das  respostas  aos  fatores  facilitadores da vida do atleta
+5

Referências

Outline

Documentos relacionados

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ - UNIVALI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO, EXTENSÃO E CULTURA - ProPPEC GERÊNCIA DE PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO PARA FORMAÇÃO PARA O