The present study compared the technical and economic viability of a plant and landfill in terms of its implementation and operation in the city of Itajaí - SC. Based on the literature, the equipment was defined which was not included in the visited projects, but which is necessary for full operation.
Contextualização do Tema
Perguntas de Pesquisa
Há viabilidade técnica, econômica e ambiental para construção de planta de beneficiamento e/ou aterro de resíduos de construção e demolição no município de Itajaí/SC. Havendo viabilidade técnica e econômica para as duas opções identificadas acima, esta é a mais viável para o município de Itajaí/SC.
Problema de Pesquisa
O problema de pesquisa abordado neste trabalho enfrenta a necessidade de eliminação de áreas de descarte inadequado de RCD, o que indica a viabilidade econômica das plantas de processamento de RCD, responsáveis pela reincorporação de parte significativa dos resíduos à cadeia produtiva.
Objetivos
Geral
Específicos
Requisitos Legais – Normas e Legislações
- Legislação Federal
- Legislação Estadual
- Legislação Municipal
- Normas Técnicas
71.60.05 - Tratamento e/ou disposição final de resíduos de construção Poluente/decompositor Ar: P Água: P Solo: P Geral: P. NBR Agregados reciclados de resíduos sólidos de construção - Utilização em pavimentação e preparação de concreto sem função estrutural.
Resíduos da Construção e Demolição
NBR Em relação aos resíduos de construção e resíduos volumosos, estabelece diretrizes para implantação e operação do projeto para áreas de transbordo e classificação, possibilitando o recebimento dos resíduos para classificação e posterior valorização. Para Júnior (2007), estima-se que a geração de resíduos de construção seja igual ou superior à massa de resíduos sólidos domésticos, um dos motivos pelos quais esses números são extremamente elevados.
Aspectos e Impactos Ambientais
A aceleração do processo de urbanização e a estabilização da economia nos últimos anos têm evidenciado o enorme volume de resíduos gerados pela construção e demolição nas cidades brasileiras, semelhante ao que já foi observado em regiões densamente povoadas de outros países (PICOLOTTO, 2007) . Segundo a Revista Manutenção & Tecnologia (2014), mais de 6% do RCD gerado no país é reciclado, afirma ainda a Associação Brasileira de Resíduos de Construção e Demolição (Abrecon), onde em uma de suas pesquisas apresenta um volume de 84 milhões de m³ por ano de resíduos gerados pelo setor, o que gera custos de coleta, transporte e destinação final, já que a construção civil utiliza majoritariamente materiais não renováveis.
Gestão dos Resíduos
Quanto à Demolição, é a atividade que mais gera resíduos, mas uma classe domina e os resíduos são separados, conferindo-lhe poder de reciclagem com elevada utilidade. Com essas atitudes dos colaboradores, muitos resíduos que tinham grande potencial de reciclagem acabam perdendo seu potencial de reciclagem e, se armazenados com resíduos Classe D, podem ficar contaminados e perder completamente seu potencial de reciclagem.
Modelos de Destinação
- Aterro e Usina de Beneficiamento de RCD
- Procedimentos
- Estrutura
- Documentação
Conta ainda com o auxílio de ferramentas como carregadeira de rodas para movimentar os resíduos e encaminhar os resíduos coletados para a área de transbordo e triagem. Segundo o Fundo Municipal de Meio Ambiente de Itajaí (FAMAI), a documentação necessária para a operação de um aterro e de uma instalação, além da licença ambiental de operação, que deve estar em vigor e de acordo com as condições estabelecidas, deve exigir controle ambiental . Transporte de resíduos (CTR) dos transportadores, comprovante (nota fiscal) de destinação para resíduos classe B e contrato e comprovante de encapsulamento com empresa devidamente homologada para receber resíduos classe D e para a instalação classe A o volume deve ser comprovadamente transformado em agregado.
Viabilidade Econômica
Para o município de Itajaí, conforme item 2.1.3, o licenciamento dessas atividades é de responsabilidade da Fundação Municipal de Itajaí – FAMAI. Segundo a Fundação Municipal de Meio Ambiente de Itajaí (FAMAI), para a implantação do aterro e da planta é necessário primeiro verificar a viabilidade técnica na Secretaria Municipal de Urbanismo e solicitar parecer técnico da Proteção Civil em relação às áreas de inundação, o o estudo ambiental deve ser feito de acordo com a estrutura do projeto, o projeto/dispositivos de operação do aterro, projetos de monitoramento de águas superficiais (se necessário) e projetos de escoamento superficial.
Classificação da Pesquisa
Quanto à Natureza
Quanto aos Objetivos
Quanto à Forma de procedimentos
Quanto à forma de abordagem
Área de Estudo
Considerado o segundo maior PIB de Santa Catarina, atrás apenas do município de Joinville, Itajaí, segundo os últimos dados de 2011, contava com 341 empresas do setor de construção no município e geração de 2.257 empregos (FIESC, 2013). Segundo Freitas (2013), a Lei Municipal nº 6.141, de 5 de junho de 2012 apresenta a inclusão do Plano Municipal Integrado de Gestão de Resíduos da Construção Civil, estabelecendo as diretrizes para sua implementação.
Caracterização da atual gestão dos destinatários de RCD
Qualitativamente
Também são definidos quais atores são responsáveis pela gestão de resíduos, determinando suas responsabilidades e disciplina.
Quantitativamente
Levantamento da estrutura necessária para Usina e o Aterro
Materiais produzidos
Avaliar os Impactos Ambientais
Viabilidade Técnica e Econômica
Os resultados deste trabalho serão apresentados em dois grandes grupos, o primeiro grupo é o diagnóstico dos projetos que estão em operação na região e o segundo grupo com os resultados da viabilidade dos projetos propostos.
Diagnóstico
Descrição dos destinatários de RCD
Na chegada à empresa, os caminhões são recebidos, sem qualquer controle de quantidade, qualidade e origem dos resíduos, e encaminhados para o final da propriedade, que já foi despejada, onde os resíduos são despejados todos juntos (Figura 12 ) ) . Após serem depositados, os resíduos são triados e separados manualmente, armazenando os resíduos recicláveis em sacos de ráfia para serem encaminhados aos locais de armazenamento temporário (Figura 13). Após serem depositados, os resíduos são triados e separados manualmente e os resíduos recicláveis são armazenados em sacos de ráfia para serem encaminhados para locais de armazenamento temporário (Figura 22).
Após o descarte, os resíduos são separados e separados manualmente, sendo os resíduos recicláveis armazenados em sacos de ráfia e por fim colocados em contêiner para armazenamento temporário (Figura 28).
Gestão Municipal de RCD
O Anexo A foi aplicado em 03 aterros sanitários de Itajaí-SC e apenas 05 itens do anexo, ou seja, 16,67% foram preenchidos pelos 03 empreendimentos visitados simultaneamente, demonstrando um setor fragilizado pelas preocupações ambientais. O diagnóstico completo pode ser visto na Figura 41, que mostra os projetos que foram cumpridos, não cumpridos ou parcialmente cumpridos. Conforme mencionado acima, apenas 05 das 30 questões foram respondidas por 03 projetos simultaneamente, em relação ao dispositivo de monitoramento de águas subterrâneas, apenas um projeto implementou o sistema com projeto aprovado e o relatório de qualidade da água demonstrou todos os parâmetros dentro do permitido pela legislação vigente.
Todos os projetos não atenderam ao item relacionado ao uso de equipamentos de proteção individual para os colaboradores, bem como dispositivos de combate a incêndio.
Caracterização dos Resíduos e Produtos
O aterro com melhor desempenho ambiental foi o Aterro A, que atende 16 itens integralmente e 8 parcialmente dos 30 itens solicitados, demonstrando que a economia em desenvolvimento carece de instalações e controles operacionais de qualidade ambiental. As quantidades identificadas na tabela, bem como os valores comerciais apresentados, referem-se à gestão atual do Aterro A. Além dos resíduos da Tabela 8, há a presença de sofás, colchões, latas de tintas, solventes, equipamentos elétricos equipamentos, lixo doméstico, poda de vegetação e borracha.
Segundo John e Agopyan apud Moreira e Figueiredo (2010), a possibilidade de reciclagem varia dependendo da composição dos resíduos.
Estudo de viabilidade
Viabilidade Técnica
Depois de despejados, os resíduos são transportados pela máquina carregadora até o silo de alimentação da esteira de triagem, onde quatro trabalhadores farão a triagem manual dos resíduos não Classe A, ou seja, no final da esteira restam apenas os resíduos passíveis de triagem. topografia do terreno onde a empresa está localizada. Para facilitar a interpretação do processo produtivo a ser realizado no aterro proposto, o Anexo H demonstra todas as operações e destinação de resíduos. Após o despejo dos resíduos, eles são transportados pela máquina carregadora até o silo de alimentação da esteira classificadora, onde quatro trabalhadores farão a triagem manual dos resíduos que não pertencem à Classe A, o que significa que no final da esteira há apenas resíduos que podem ser triturados. resultando em agregados de 3 tamanhos de partículas diferentes, fino, médio e grosso.
Para facilitar a explicação do processo de fabricação a ser realizado na planta proposta, o Anexo J apresenta todos os processos e destinação de resíduos.
Viabilidade Ambiental
Qualidade do ar (VRG -30), Redução de habitat devido à ocupação do solo (VRG -36) e aumento dos níveis de pressão sonora devido à construção do projeto (VRG - 40). Redução das emissões atmosféricas na qualidade do ar -36 Aumento do nível de ruído Aumento do nível de pressão sonora -40 Umidificação. Ruído Aumento dos níveis de pressão sonora -36 Emissões atmosféricas Redução da qualidade do ar -30 Amortecimento das estradas.
Percebe-se que os três principais impactos ambientais que contribuem negativamente para a avaliação do projeto estão relacionados à redução da qualidade do ar (VRG -45), redução do habitat devido à ocupação do solo (VRG - 36) e aumento dos níveis de pressão sonora. devido ao empilhamento do projeto (VRG -36).
Viabilidade Econômica
Conforme mencionado anteriormente, o volume de resíduos movimentado pelo Aterro A será considerado para análise de viabilidade econômica. 2006), onde avaliou a composição e quantidade de resíduos sólidos da construção civil em Aracajú/SE. Haverá outros custos, como análises semestrais de poços de monitoramento de águas subterrâneas, manutenção de valas de drenagem de águas pluviais e manutenção de equipamentos. O custo mensal para operação da Usina é de aproximadamente R com a seguinte discriminação de custos, Tabela 20. Porém, o custo anual o custo operacional da planta proposta foi de R. Vale ressaltar que o presente trabalho não abordou e considerou os custos relacionados a impostos e taxas relacionados à operação do projeto.
Conforme mencionado anteriormente, o volume de resíduos movimentado pelo Aterro A será considerado para análise de viabilidade econômica. 2006), onde avaliou a composição e quantidade de resíduos sólidos da construção civil em Aracajú/SE.
Determinação do Payback
Porém, como podemos constatar no decorrer da obra e nos cálculos acima, os dois projetos propostos resultaram em prazos de retorno que variam entre 57 meses para o aterro e 46 meses para a instalação. Outro ponto positivo, que merece destaque neste trabalho atual, é que os projetos propostos são desenvolvidos para receber apenas o volume atualmente operado pelo Aterro A. Portanto, existe a possibilidade de ampliar a recepção do RCD, o que reduziria ainda mais os retornos. momento de ambos os desenvolvimentos propostos. A Questão de Pesquisa foi respondida no Item 4.2.1 e no Item 4.2.3, determinando a viabilidade técnica e econômica para a implementação de ambos os projetos propostos.
Os objetivos específicos propostos foram plenamente atendidos nos pontos: 4.1.3, onde a produção de resíduos de construção foi quantificada para cálculo de viabilidade com base nos dados obtidos no Aterro A, tornando os projetos propostos já viáveis;
Sugestões para futuros trabalhos científicos
2004) NBR 15112: Diretrizes para implantação e operação de locais de transferência e triagem de resíduos sólidos de construção e resíduos volumosos. 2004) NBR 15114: Diretrizes para implantação e operação de instalações de reciclagem de resíduos sólidos da Construção Civil. Gestão de resíduos de construção: uma abordagem prática no município de Passo Fundo-RS.
Proposta de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Construção Civil para o Município de Balneário Camboriú – SC.