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universidade do vale do itajaí - IIS Windows Server - Univali

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Academic year: 2023

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Hoje, com o crescente movimento em direção à inclusão nas escolas regulares, acompanhar o desenvolvimento das pessoas com necessidades educacionais especiais é um dos maiores desafios enfrentados pelos profissionais da área. Os atuais processos de acompanhamento do desenvolvimento de pessoas com necessidades educacionais especiais são realizados por meio de formulários registrados em papel, e essa forma de registro dificulta a análise das avaliações, exigindo a comparação manual dos resultados pelos avaliadores.

INTRODUÇÃO

OBJETIVOS

  • Objetivo geral
  • Objetivos específicos

O objetivo geral deste projeto é desenvolver um sistema de informação para acompanhamento do desenvolvimento de pessoas com necessidades educativas especiais. Para a diferença, foi implementado um sistema especialista onde, analisando o perfil do aluno, o sistema pode sugerir melhores estratégias de ensino a serem aplicadas a eles, a fim de melhorar seu desenvolvimento educacional.

METODOLOGIA

Porém, este documento servirá de base para o desenvolvimento das demais etapas previstas para o TCC 2, entre outras: o desenvolvimento do sistema utilizando a linguagem de programação PHP, a criação do banco de dados em MySql, a execução de testes e validação de do sistema, bem como eventuais correções resultantes de testes e validações.

ESTRUTURA DO TRABALHO

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

  • Educação especial

9.394/96, entende-se por educação especial a modalidade de ensino escolar que é oferecida prioritariamente na rede geral de ensino aos alunos com necessidades educacionais especiais (NEE). As principais diferenças entre os termos “deficiente” e “pessoas com necessidades educacionais especiais” são que este último, por ser mais amplo, além de trabalhar com a deficiência em si, também trata de métodos e recursos educacionais para atender necessidades especiais (SANTAROSA et al. , 1998).

DIFICULDADES DE INCLUSÃO E DE ACESSIBILIDADE DAS

  • Inclusão da Pessoa com Necessidade Educacional Especial
  • Tecnologias para a acessibilidade

Portanto, há necessidade de um sério investimento na formação básica e continuada dos professores, para que aprendam a lidar com as diferenças humanas existentes na escola, para que possam se adaptar de forma eficaz. Pode-se dizer que a tecnologia da informação ou as chamadas TIC, são ferramentas, meios que auxiliam no desenvolvimento de um objetivo até que determinado fim seja alcançado (SANTAROSA, 2003).

ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS

  • Programa de atendimento ao aluno
  • Programa de adequação escolar
  • Programas de apoio

Fornece informações sobre o aluno desde o nascimento (anamnese), indicando comportamento, atitudes maternas e familiares, visitas a médicos e hospitais e indícios de doenças (comprovadas). Para alunos superdotados: evitar sentimentos de superioridade, rejeição por parte de outros colegas, sentimentos de isolamento, etc., exploração, persistência na tarefa e assim por diante.

SISTEMAS ESPECIALISTAS

  • Conceito de Sistema Especialista
  • Arquitetura dos SEs
  • Classificação dos Sistemas Especialistas
  • Características de um SE
  • Regras de Produção
  • Problemas enfrentados pelos SE
  • Técnicas de aquisição de conhecimento

Segundo Flores (2003), um sistema baseado em conhecimento é formado basicamente pelos seguintes componentes: base de conhecimento, mecanismo de inferência, explicação e aquisição de conhecimento. Na base de conhecimento você encontrará a descrição dos conhecimentos necessários para solucionar o problema abordado na aplicação.

Figura 1. Arquitetura de um Sistema Especialista
Figura 1. Arquitetura de um Sistema Especialista

DESENVOLVIMENTO

MODELAGEM

  • Modelagem do Sistema Especialista
  • Modelagem do Sistema
  • Diagrama use-case
  • Modelo lógico
  • Diagramas de atividade

A modelagem do sistema foi construída utilizando a ferramenta Enterprise Architect, que permite modelar todo o sistema de acordo com as diretrizes UML (Unified Modeling Language), e foi utilizado o Power Designer para modelar o banco de dados (Modelo Lógico). Seguindo os mesmos requisitos de flexibilidade já implementados em outras partes do sistema, como questionários para acompanhamento do progresso dos alunos, o SE também foi desenvolvido com esses recursos. No início da utilização do sistema pelos profissionais da área de educação especial, o sistema já será alimentado com regras para deficiências como: Surdez (DA), Cegos e Deficientes Visuais (VD) bem como Paralisia Cerebral (PC) e questões separadas por áreas: Motora, Lecto-escrita e Matemática - Raciocínio Lógico Essa abrangência se dá porque os profissionais da educação que ajudaram a construir as regras de produção são especialistas nessas deficiências.

O sistema permite ao administrador cadastrar novas estratégias de ensino, separadas por deficiência e área de desenvolvimento, que serão utilizadas como resultados do Sistema Especialista. A descrição dos principais casos de uso será realizada na seção 3.2, que trata do funcionamento do sistema, onde aparecerão as telas mais expressivas do sistema. Isso é feito desta forma para ajudar o usuário a entender melhor como o sistema funciona.

Na Figura 8 há uma visão geral do modelo lógico de banco de dados do sistema desenvolvido neste TCC, com as tabelas e os relacionamentos entre elas. Em seguida, são registradas as deficiências que possam estar no diário do aluno, e é feita a escolha entre trabalhar no momento na alimentação do SE ou na alimentação do sistema em parte dos demais questionários.

Tabela 1. Níveis de deficiência por grande área
Tabela 1. Níveis de deficiência por grande área

FUNCIONAMENTO DO SISTEMA

  • Tela Inicial
  • Telas do Administrador
  • Telas do Professor
  • Telas do Administrador e Professor

O administrador do sistema deverá registrar todas as questões desejadas em um banco de questões separadas por grandes áreas, como (Leitura, Comunicação, Motora, Matemática, etc.). Este questionário é conhecido como questionário principal, os questionários modelo, que serão explicados a seguir, são filtros para perguntas que vêm do questionário principal. A partir do questionário principal, apenas o administrador pode criar questionários modelo, que são filtros para o questionário principal, com o objetivo de padronizar alguns questionários. Por exemplo: você pode criar um questionário para alunos com síndrome de Down. Este questionário contém as perguntas necessárias, do ponto de vista do administrador, para avaliar esse perfil de aluno, mas o profissional que acompanha esse aluno pode adicionar outras perguntas, retiradas do questionário principal, no questionário modelo para tornar a avaliação mais precisa.

É necessário preencher o nome do questionário, por exemplo (Deficiência Auditiva, Síndrome de Down, etc.) e indicar quais questões do questionário principal devem ser incluídas neste questionário. Neste ponto o avaliador tem duas opções muito claras: escolher um questionário modelo e aplicá-lo ou após escolher o questionário modelo o professor pode selecionar algumas questões adicionais do questionário principal. A adição destas questões pode servir para melhor adaptar o questionário às necessidades educativas especiais dos alunos. A Figura 17 mostra o primeiro passo para avaliação de um aluno, a seleção do questionário modelo. Nesta tela é selecionado primeiramente o modelo de questionário, o aluno que.

Se uma pergunta tiver um arquivo anexado para ajudar o professor, você poderá abri-lo clicando na seta para baixo. A Figura 20 apresenta um gráfico gerado pelo sistema, mostrando informações de uma única área (Cognição), mas de diferentes avaliações realizadas no mesmo aluno.

Figura 13. Tela de escolha do perfil
Figura 13. Tela de escolha do perfil

VALIDAÇÃO DO SISTEMA

Também foi necessário contar com o apoio dos usuários sobre a eficácia dos gráficos do sistema e se ele permite ao professor visualizar com clareza o desenvolvimento do aluno durante as avaliações. A quarta questão buscou saber sobre a satisfação do usuário quanto ao auxílio que o sistema pode trazer na tomada de decisões referente ao processo de ensino-aprendizagem do aluno, todos os avaliadores responderam SIM. Para avaliar o sistema de forma mais abstrata, foram feitas perguntas sobre a usabilidade do sistema em geral, deixando espaço para o usuário registrar os pontos que precisam ser melhorados caso a resposta tenha sido POUCO ÚTIL.

Neste item, 3 pessoas apontaram alguns erros no sistema de cadastro e anamnese dos alunos, todos solucionados. A validação do sistema desenvolvido foi realizada por meio do cadastramento de 21 alunos por meio de fichas de acompanhamento das próprias escolas. Como resultado, foram realizadas em média 2 avaliações para poder pelo menos visualizar os gráficos de monitoramento.

Este número de avaliações é considerado suficiente para realizar a representação gráfica para atender às necessidades de todos os 7 avaliadores do sistema. O último item do instrumento de avaliação deixou espaço para comentários gerais sobre o sistema, apresentando críticas e sugestões, e este item descreveu apenas as mesmas críticas abordadas na questão número 7.

CONCLUSÕES

RECOMENDAÇÕES

Tal como referido nas conclusões, espera-se que o sistema tenha uma adoção progressiva com base na validação realizada. É interessante que o sistema seja disponibilizado em um único servidor, que concentra todas as instituições que podem utilizar o sistema.

Deficiência motora, leve em lectoescrita e média em matemática – raciocínio lógico. Estratégias para DA com deficiência moderada na área motora, deficiência leve na área de leitura e escrita e deficiência moderada em matemática – raciocínio lógico. Deficiência motora, média em lecto-escrita e deficiência média em matemática – raciocínio lógico.

Habilidades motoras, deficiência moderada em lecto-escrita e deficiência média em matemática – raciocínio lógico. Habilidades motoras, comprometimento grave na lecto-escrita e incapacidade média em matemática – raciocínio lógico. Estratégias para DA com déficits moderados no domínio motor, déficits fortes em leitura-escrita e déficits moderados em matemática – raciocínio lógico.

Estratégias para DV com comprometimento motor moderado, comprometimento fraco de leitura e escrita e comprometimento moderado de raciocínio lógico-matemático. Estratégias para DV com déficits moderados em habilidades motoras, déficits fortes em leitura e escrita e déficits moderados em matemática – raciocínio lógico. Estratégias para PC com comprometimento motor moderado, comprometimento fraco de leitura e escrita e comprometimento moderado em matemática - raciocínio lógico.

Estratégias para PC com déficit motor moderado, déficit grave de leitura e escrita e déficit matemático moderado - raciocínio lógico.

Tabela 3. Dados do Aluno
Tabela 3. Dados do Aluno

MODELO EXPERIMENTAL DE AVALIAÇÃO DAS

TERMO DE APROVAÇÃO PARA A

RESUMO ENVIADO À AVALIAÇÃO PARA A XXXV

ARTIGO

O objetivo deste artigo foi o desenvolvimento de um Sistema Informático para acompanhamento do desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais. Um sistema especialista representa o conhecimento de um especialista humano adquirido ao longo de anos de trabalho. O objetivo geral deste projeto foi o desenvolvimento de um Sistema de Informação para acompanhamento do desenvolvimento de pessoas com necessidades educativas especiais.

Os objetivos específicos deste projeto de pesquisa são: Práticas de avaliação de pesquisas e estratégias de ensino em educação especial; Estudar e aprender as ferramentas computacionais necessárias para implementar e modelar o sistema; A técnica do sistema especialista foi utilizada com o objetivo de auxiliar a tomada de decisão quanto às estratégias de ensino que podem ser utilizadas pelos professores para melhorar o desenvolvimento de alunos com necessidades educacionais especiais. As funções do administrador neste sistema consistem em grande parte em abastecer o sistema com cadastros de instituições, usuários, questionários e estratégias de ensino para o Sistema Especialista.

A validação do sistema tem sido realizada tanto com profissionais especializados em educação especial da UNIVALI, quanto com profissionais da área de educação de outras instituições como o C.I.E.P. Ao final deste trabalho é possível concluir que todo o estudo teórico, bem como a modelagem do projeto, foi de fundamental importância para o desenvolvimento do Sistema de Acompanhamento do Desenvolvimento das Pessoas com Necessidades Especiais.

Figura 1. Fluxo de trabalho do administrador no sistema desenvolvido
Figura 1. Fluxo de trabalho do administrador no sistema desenvolvido

Imagem

Figura 1. Arquitetura de um Sistema Especialista
Tabela 1. Níveis de deficiência por grande área
Tabela 2. Descrição dos símbolos da Árvore de Decisão.
Figura 2. Árvore de decisão simplificada do Sistema Especialista
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Referências

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