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Academic year: 2023

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Ricardo Campos, Andrea Barbosa & Cornelia Eckert • Sobre visualidades urbanas. percepção) e o visível (perceptivo) é construído (Campos, 2013). Portanto, trabalhar visuais urbanos significa aceitar esse significado múltiplo, analisando a forma como olhamos para a cidade, bem como como ela é vista.

Professora do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do IFCH da UFRGS. Andrea Barbosa é Professora Titular de Antropologia no Departamento de Ciências Sociais da UNIFESP-Universidade Federal de São Paulo.

Kando Fukushima & Marilda Lopes Pinheiro Queluz • Produzindo espaço e resistência: uma reflexão sobre cartazes de protesto.

Produção do espaço e resistência: uma reflexão sobre cartazes de contestação

Kando Fukushima & Marilda Lopes Pinheiro Queluz

Introdução

  • O espaço dos cartazes
  • Memória
  • Políticas Públicas
  • Cotidiano

É o uso que dinamiza o espaço e o concretiza como modo de ser ou de viver de uma cidade. A Figura 4 é de um cartaz que foi registrado em uma lixeira pública na Rua Emiliano Perneta, no centro de Curitiba.

Considerações

Neste espaço, é claramente marcada a sobreposição de diferentes formas de contestação e reivindicações na paisagem urbana, onde a agenda de luta e resistência é poderosamente apresentada. Essas manifestações de perspectivas conflitantes ampliam o horizonte de interpretações sobre os conflitos sociais e podem contribuir para a reflexão sobre modos de usar e vivenciar a cidade e promover o debate sobre esses temas.

Kando Fukushima & Marilda Lopes Pinheiro Queluz • Produção do espaço e resistência: uma reflexão sobre cartazes de protesto. considere os muitos fatores que contribuem para sua complexidade, como fatores econômicos, culturais e históricos. Ao destacar as limitações de abordagens disciplinares restritivas e elaborar uma teoria em que a produção do espaço é invariavelmente política, histórica, moldada por interesses e lutas sociais, o autor também aponta uma oportunidade de enfatizar a produção de imagens nesse contexto.

L’expérience de la flânerie dans Les mains negatives (1979), de Marguerite Duras

Déambulation et écriture

Les mains négatives sont des peintures de mains trouvées dans les grottes magdaléniennes de l'Europe sub-atlantique. L'homme exprime ce désir par le geste de l'empreinte des mains d'inscrire les traces d'une existence.

L’image et l’écriture

Luciene Guimarães de Oliveira • L'expérience de marcher dans des mains négatives (1979), Marguerite Duras. Luciene Guimarães de Oliveira • L'expérience de marcher dans des mains négatives (1979), Marguerite Duras.

Conclusion

Bibliographie

Luciene Guimarães de Oliveira est étudiante au doctorat en littérature et arts de la scène et de l'écran, Université Laval – Québec –CA.

Ningún pibe nace chorro Andrea Molfetta

O texto faz uma etnografia de seus atores, práticas e processos e, em seguida, analisa o discurso de confronto que esses jovens têm sobre as representações feitas pela televisão de suas identidades como habitantes da periferia sul de Buenos Aires. Desta forma, entendemos a prática declarada do cinema comunitário como resposta ao discurso hegemônico que estigmatiza os bairros da periferia sul de Buenos Aires nos meios de comunicação de massa.

Introducción

Este artículo analiza dos cortometrajes producidos en el “Centro de Producción Audiovisual” de La Casona de Florencio Varela. En 2009, con base en la Ley de Medios20, el mapa de los medios argentinos comenzó a cambiar, redistribuyéndose el derecho a comunicar21.

La Casona de Varela es un espacio apoyado por la Fundación Protestante Hora de Obrar26, miembro de la Organización Católica Internacional. Pero a partir de la autonomía que lograron estos muchachos, el taller se convirtió en el centro de producción que hoy se organiza colectivamente.

La pelea con los medios masivos

El de la televisión es un discurso ajeno y enjuiciador sobre los suburbios, un discurso de acción discriminatoria sistemática. Por otro lado, se despliega una operación semiótica en la que el estigma de la pobreza se asocia directamente con la juventud.

Generalmente hablando en primera persona, el rapero es el nuevo juglar de la cultura popular. Aunque las historias asumen una primera persona, el recorte de esta voz se cuela.

Conclusión

Estas narrativas intentan, desde los barrios, explicarnos y mostrarnos que “Ningún niño nace vivo”, confrontando radicalmente el discurso televisivo, según el cual “Todo joven pobre de los suburbios es un ladrón”. Comunicación Comunitaria en pos del boca a boca y la visibilidad social, en la Zona de Comunicación Comunitaria (compiladores).

Otros Documentos

Aproximación al Cine Comunitario, En Cine Comunitario en América Latina y el Caribe, © 2014 Friedrich-Ebert-Stiftung FES (Fundación Friedrich Ebert). Es autora de Documental y Experimental: los diarios de viaje de los videoartistas sudamericanos en Francia BsAs: Sitio del Silencio, 2014 y Cine Comunitario Argentino, BsAs: Teseo, 2017.

Paulo Nunes & Ravena Sena Maia

Marketing urbano e imagem como estratégia

Relacionado a esse mecanismo, o processo de turismo e comercialização de lugares que ocorreu massivamente nas últimas décadas por meio de eventos culturais tornou-se uma referência importante para a imagem e o mercado de vendas das cidades, especialmente no caso dos festivais de música. Esses e tantos outros exemplos observados hoje permitem concluir que a cultura, juntamente com a construção de marcas em geral, tem atuado claramente como moduladores no processo de reestruturação e construção de novos visuais para as cidades contemporâneas.

Construindo o dispositivo fotografia-memória-experiência

Se antes a identidade turística de uma cidade era veiculada na mídia visualidade de souvenirs e vídeos promocionais; agora ela ganha um. Dentro dessa lógica, o sentido de patrimônio é associado à hashtag para fazer o dispositivo da fotografia/memória/experiência funcionar de forma bastante perspicaz: #heritag, neologismo que permite ao consumidor promover um processo de ressignificação do patrimônio através a visualidade construída pela fotografia.

Check in, selfie e memórias compartilhadas

Enquanto isso, embora as lentes apontem para os mais diversos ângulos possíveis, elas compartilham um mesmo tema para fazer as imagens: tornar pública e estética a experiência dos sujeitos na cidade. A paisagem espetacular e efêmera simultaneamente cria e reproduz um tipo de experiência que reflete e se reflete nos modos de vida urbanos.

Entre festivais de selfies e homogeneização de cidades

A partir dos vários casos citados acima, e especialmente do caso do Rock in Rio, é possível afirmar, portanto, que os festivais urbanos se apresentam como uma construção que faz funcionar com bastante eficácia o dispositivo fotografia-memória-experiência. Por outro lado, concluímos que as práticas dos festivais urbanos têm, em geral, reconfigurado a construção de identidades urbanas e apresentam um paradoxo muito bem identificado no exemplo do Rock in Rio: ao mesmo tempo as identidades locais são absorvidas para construir uma identidade visual imagem cultural. cidade, o poder do dispositivo fotografia-memória-experiência projeta monumentos artificiais padronizados em cidades, redesenvolvendo as características especiais do lugar e buscando dar-lhes singularidade no mercado expositivo (Boyer, 1998).

Visualidades sociotécnicas da cidade no jogo eletrônico Watch_Dogs

Daniel Abath

Cidades visíveis

É sobretudo uma análise de experiências privadas, subjetivas, ancoradas em imaginários sócio-históricos sobre as cidades físicas e a vida social. A emergência de um novo traçado da cidade é inegável, não mais concebível a partir de um texto, não mais conjecturado nas histórias orais dos antigos comerciantes.

Watch_Dogs: cidade procedural

A instância processual da cidade refere-se à cidade mostrada pelo próprio jogo, sem intermediários. O Brandon Docks District, com sede em Goose Island, representa o setor industrial da cidade processual de Chicago.

Considerações finais

Apesar de tudo isto, sabemos que a (re)construção das cidades do ponto de vista tecnológico está em curso, e os jogos eletrónicos têm um papel ativo nesta constante transformação, que flui entre inúmeros exemplos da chamada realidade. Recuperado de: https://www.theguardian.com/cities/2014/dec/17/truth-smart-city-destroy-democracy-urban-thinkers-buzzphrase.

Berlin<>Rio: trajetos e memórias

Andreas Valentin

A história familiar escavada e reencenada

Antes de viajar, encontrei um pacote de 10 slides (slides coloridos de 35 mm) com a palavra “Berlim” escrita com a caligrafia de meu pai, Gerhard Valentin. Na década de 1930, meu pai viajou com a família de carro e com a namorada de motocicleta por grande parte da Alemanha.

Construção e exibição da narrativa familiar

Em 2018, expôs na Haus am Kleistpark, Berlim, a exposição de fotografia Berlin<>Rio: Spuren und Erinnerungen, projeto que conquistou o prêmio de fotografia FUNARTE Marc Ferrez em 2016. Antropologia no Campo Alargado: Uma Articulação entre o Espaço, a Paisagem e as Artes no Estudo da Experiência.

Antropologia no campo expandido: uma articulação entre espaço, paisagem e as artes no estudo da experiência

Explorando o campo

Com esse grupo, em 1971, Gordon Matta-Clark fez sua primeira apresentação no Pier 18. Ao criar aberturas na estrutura do píer, Matta-Clark estabeleceu uma relação entre natureza e cultura ao criar um espaço que se encontra em um campo estendido, paisagem e arquitetura ao mesmo tempo - eixo "complexo" do campo ampliado.

O espaço

Lefebvre diz que a distinção entre "espaços de representação" e "representação do espaço" seria mais útil se considerarmos que teóricos e usuários trabalham para um. Isto é, alguns podem desenvolver espaços de representação, enquanto outros podem desenvolver representações do espaço (Lefebvre, 1991: 44).

Considerações finais

A obra de Matta-Clark e as fotografias de Baltrop podem ser encontradas nos píeres, e as visões de cidade presentes nessas obras estão tensas em diferentes lógicas de ocupação daquele espaço. O contraste entre Alvin Baltrop e Gordon Matta-Clark forma uma experiência urbana dinâmica em que o uso do espaço é manipulado por diferentes atores.

Quem sujou as mãos de tinta? Estética, gesto e matéria em intervenções artísticas urbanas

José Luís Abalos Júnior

Percursos metodológicos para uma etnografia das gestualidades

Rocha (2013), pois aqui percebemos certa proposta de pesquisa e compreensão do processo de intervenções urbanas ricas em suas intenções e resultados. Primeiramente, a observação participante de atos de pintura de grafiteiros formados na cidade de Porto Alegre, por meio da etnografia de rua (Eckert & Rocha, 2013).

A vida contida no gesto e os gestos contidos na vida

Mas eu cresci na Cidade Baixa e naquela época já havia muitas quadrilhas de grafiteiros, muitos ligados a torcidas organizadas. E aqui Figura 4 e 5: As referências iniciais que o artista urbano Jota Pê teve para criar suas primeiras intervenções na cidade.

As gestualidades do instante a e recusa do reducionismo estético

Pode ser um momento emocionante, especialmente se for o fim de um longo e complicado processo de preparação. O autor defende que “o fato humano por excelência não é tanto a criação do utensílio, mas talvez a domesticação do espaço-tempo, ou seja, a criação de um tempo e espaço humanos” (Leroi-Gourhan.

Conclusão

José Luís Abalos Júnior é Ph. Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornélia Eckert. Rafael Acácio de Freitas • Intervenções gráficas no espaço público urbano: uma abordagem antropológica na cidade de São Paulo.

Intervenções gráficas no espaço público urbano: uma abordagem antropológica da cidade de São Paulo

Rafael Acácio de Freitas

Ajustando o foco: diretrizes metodológicas

O trabalho de campo realizado incidiu, assim, sobre os arranjos arquitetónicos da cidade, procurando perceber e analisar a ligação entre as intervenções gráficas e o espaço público urbano, através da leitura da paisagem urbana. 5 Apesar da ênfase na dimensão visual das intervenções, a escolha não excluiu o contexto social de seus produtores, ao contrário, é uma abordagem que relaciona as dimensões ao destacar a imagem: quanto do contexto social pode ser lida pela dimensão visual das intervenções gráficas no espaço público urbano de São Paulo.

A escrita sobre a cidade: trajetos e insinuações sociais de Vila Nova Cachoeirinha à Santana

Tendo em conta alguns padrões gráficos, tipográficos e técnicas de pintura utilizadas, foi possível alargar a tipologia destas intervenções gráficas para além da tipologia utilizada pelo senso comum e inscrita na Constituição pela sua dignidade jurídica de arte ou crime, expressa pelos termos graffiti e pixação. Rafael Acácio de Freitas • Intervenções Gráficas no Espaço Público Urbano: Uma Abordagem Antropológica da Cidade de São Paulo. o produtor tem mais tempo para resolver isso.

Nesse ponto, a questão central é: quais são as relações possíveis entre as intervenções gráficas e o espaço público urbano. Lemos São Paulo a partir das intervenções gráficas nas paredes, acessamos uma certa percepção e apropriação do espaço público, revelando parte de sua organização.

Referências

Documentos relacionados

2022 ISSN 2176-4182 fólio Revista de Letras Nascentes SOBRE RESISTÊNCIA E OPRESSÃO: PERSPECTIVAS DIALÓGICAS ENTRE PEDAGOGIA DO OPRIMIDO E BACURAU Vívian de Nazareth Santos