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Willian Pickler Batista.pdf - Univali

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Academic year: 2023

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Utilizando o método indutivo, pretendeu-se analisar a possibilidade de compensação de créditos derivados de IPI com prestações previdenciárias não pagas, destinadas ao financiamento da seguridade social, devidas ao empregador. A essência desta monografia é investigar os aspectos básicos da compensação tributária, para verificar a possibilidade de compensação entre os créditos derivados do IPI com os benefícios previdenciários devidos ao empregador pelo financiamento da seguridade social, à luz da Lei Nacional. Código de Imposto. , doutrina e jurisprudência nacionais. 4 É possível compensar empréstimos de IPI com parcelas da contribuição social devida ao empregador para financiamento da seguridade social?

Tratará da unificação das secretarias da Administração Tributária Federal e da Receita Previdenciária, da uniformização do procedimento de compensação com a possibilidade de compensação de tributos de qualquer natureza com base na jurisprudência e na doutrina, e também analisará as alterações que a lei implica no que diz respeito à compensação entre o IPI e as parcelas pendentes das contribuições previdenciárias destinadas ao financiamento da seguridade social devida pelo empregador, será apresentada uma perspectiva doutrinária e jurisprudencial.

CLASSIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS

ELEMENTOS CARACTERIZADORES DO TRIBUTO

Aí vem, a título de exclusão, um primeiro traço marcante que constitui a sua identidade jurídica: diferentemente dos valores transferidos aos cofres públicos em decorrência da vontade das partes, trata-se – o tributo – de um genuíno benefício monetário compulsório, em relação à qual a obrigação surge independentemente da vontade das partes - ou mesmo contra esta vontade - mas antes em função da vontade da lei (obligatio ex lege).13. Portanto, o benefício monetário também é um elemento característico do imposto, pois não é possível estabelecer ligação entre o imposto e a obrigação que não seja financeira, exceto no caso de pagamento de contraprestação imobiliária, conforme estipulado no inciso arte. Ao dizer que o imposto é uma disposição obrigatória, o Código qualifica a disposição tributária, ou seja, esta disposição é obrigatória e não voluntária.

Conclui-se, portanto, que o imposto possui os seguintes elementos característicos: benefício pecuniário, caráter compulsório, encargo institucional e administrativo decorrentes de ato jurídico e não configurando ato ilícito.

NATUREZA JURÍDICA ESPECÍFICA DO TRIBUTO

  • I RRELEVÂNCIA DO NOMEN JURIS
  • I RRELEVÂNCIA DA DESTINAÇÃO LEGAL DO PRODUTO DA ARRECADAÇÃO

114: “O fato gerador da obrigação tributária principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente para sua ocorrência.”23. 114 preconiza que o evento de ignição seja elemento intrínseco à constituição do passivo tributário principal, ou seja, à exigência do tributo. É necessário ir além do fato gerador do imposto para determinar a sua real especificidade, uma vez que o s.

Ressalte-se que o contrário também é verdadeiro, ou seja, o erro na denominação do imposto não prejudica a sua legalidade, caso possa ser determinado pelo fato causal e pela sua base de cálculo.

CLASSIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES

  • C ONSIDERAÇÕES INICIAIS
  • T AXAS
  • C ONTRIBUIÇÃO DE M ELHORIA
  • E MPRÉSTIMO C OMPULSÓRIO
  • C ONTRIBUIÇÕES
    • Considerações Gerais
    • Contribuições de custeio para seguridade social (previdenciárias)
  • I MPOSTOS
    • Considerações Iniciais
    • Imposto sobre produtos industrializados

A avaliação ou declaração mista é aquela em que o fisco cria um crédito tributário com base em informações fornecidas pelo contribuinte ou por terceiro obrigado, conforme definido no artigo 147 do Código Tributário Nacional. Neste tipo de avaliação, todas as medidas necessárias para finalizar a dedução fiscal são da responsabilidade do contribuinte. No momento em que o órgão administrativo toma conhecimento da actividade exercida pelo contribuinte e a aprova, é simultaneamente criada e extinta a dedução fiscal.

O prazo para pagamento da dedução fiscal deverá, salvo disposição legal em contrário, ocorrer 30 (trinta) dias após a notificação ao contribuinte. Isso ocorre quando o contribuinte remete voluntariamente a totalidade do crédito tributário para negociar o passivo. Com a indenização, a administração pública fica obrigada a recebê-la, mediante a omissão da dedução fiscal para o sujeito passivo com créditos verificados, que deverá recolher o imposto por meio de pagamento convencional.

CAUSAS EXTINTIVAS DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

NOÇÃO DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO

É a externalização do passivo tributário legal, que é realizada pela autuação, ou seja, transforma o passivo tributário ilíquido em líquido. Quando surge uma obrigação tributária, o Tesouro deve formalizar a sua existência com uma avaliação, declarando o valor e identificando o contribuinte, quando essa obrigação decorrente da lei surgirá então sob a denominação de crédito tributário. Ou seja, isso significa que, do ponto de vista jurídico, a liquidação é apenas um ato declarativo, não cria conteúdo, mas apenas dá forma ao corpo: o crédito decorrente da obrigação.94 Para que o imposto obrigação de ser exigível, é, portanto, composta por dois momentos: em primeiro lugar, existe uma obrigação de pagar decorrente da concretização da hipótese de ocorrência, e, em segundo lugar, existe uma obrigação de pagar decorrente da liquidação do imposto, pelo que o imposto o crédito está totalmente formado.

O dualismo da obrigação tributária consiste na distinção entre a relação de dívida que surge no facto gerador, enquanto a responsabilidade pela exigência do cumprimento da provisão surge da avaliação, ou melhor, da constituição definitiva da dedução fiscal.95. O crédito tributário somente produzirá efeitos em momento posterior à ocorrência do fato gerador em que ocorre a autuação. O CTN utiliza o termo dedução fiscal porque enfoca a relação jurídica tributária sob a ótica do sujeito ativo da obrigação tributária.

O crédito tributário decorre da obrigação tributária principal, prevista no artigo 139 do Código Tributário Nacional e tem a mesma natureza. No ensino de Rosa Junior: “Não há crédito tributário sem obrigação tributária anteriormente cumprida e, portanto, o art. Portanto, caso o passivo tributário deixe de existir, não afetará o crédito tributário já criado, mas no sentido contrário, caso o passivo deixe de existir, o crédito tributário também cessará.

O legislador permite que o benefício fiscal altere o seu montante ou efeitos e também em circunstâncias que excluam a sua exigibilidade, mas neste caso a alteração não se reflete na obrigação fiscal. Pelo contrário, cessando a obrigação tributária, também cessará a dedução fiscal, como ensina Baleeira: “Extinta a obrigação por qualquer motivo de direito, cessa também ao mesmo tempo a dedução fiscal dela decorrente (art. 113, § 1, in fine).101 .

CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

Portanto, a liberação pode ser entendida como um procedimento administrativo, cujo objetivo é apurar a existência de um fato concreto e a correta aplicação da hipótese do fenômeno. Nos ensinamentos de Ros Junior: “A autuação é o procedimento administrativo pelo qual uma obrigação tributária, que nasce abstratamente da lei, é formalizada e concretizada pela ocorrência de um fato gerador, que representa um crédito tributário”. A constituição de crédito tributário com liquidação é da competência exclusiva do órgão administrativo, ou seja, compreender o procedimento administrativo que verifica a ocorrência do facto do qual decorre a correspondente obrigação, determina a base tributável, calcula o valor do imposto devido, identifica o contribuinte e, neste caso, propõe a aplicação da penalidade cabível.

Resulta do referido dispositivo que a avaliação é um procedimento administrativo em que um funcionário da administração pública apura a ocorrência de um fato concreto na ocorrência de um evento, determina os valores dos elementos e aplica a alíquota determinada em lei. e identifica o contribuinte. A autuação agora, por ser definida neste artigo como procedimento administrativo, abrange não apenas uma série de ações destinadas a verificar a ocorrência do fato do qual decorre a obrigação correspondente, determinar a base tributável, calcular o valor do imposto devido e determinação do contribuinte, mas também o ato final de criação do crédito tributário, para o qual foram direcionados todos os atos anteriores. O objetivo da autuação é a confirmação oficial da ocorrência de um fato gerador, que na maioria dos casos corresponde à situação pessoal do contribuinte, como a propriedade de um imóvel.

Enquanto ocorre a ocorrência do fato inaplicável, previsto na hipótese de incidência da lei, surge um vínculo pessoal entre os sujeitos ativos e passivos da relação de obrigação, a dispensa, que constitui. O dever e a obrigação do lançamento do imposto decorre da sujeição do tributo ao princípio da legalidade, ou seja, todos os aspectos da hipótese de sua incidência foram esgotados na descrição legal, sem deixar à autoridade administrativa a menor discricionariedade na verificação do fato tributável. Além de estar sujeita ao princípio da legalidade, a avaliação deve respeitar o princípio da irretroatividade, ou seja, a avaliação é feita de acordo com a lei aplicável no momento do fato gerador, independentemente de a nova lei ser contemporânea no momento. hora do lançamento.

O lançamento é sempre retrospectivo, referindo-se à data da ocorrência do facto que dá origem à obrigação e é regulado pela lei então em vigor, ainda que posteriormente seja alterada ou revogada. A entrada refere-se à data da ocorrência do facto que dá origem à obrigação e rege-se pela lei em vigor nesse momento, ainda que posteriormente alterada ou revogada.

MODALIDADES DE LANÇAMENTO

Além da contabilidade de ofício realizada diretamente pela administração pública, o órgão administrativo poderá, de ofício, revisar a contabilização já realizada com a colaboração do contribuinte ao fornecer os dados para apuração do crédito tributário, quando esta contabilização está incluído no rol do artigo 149 do Código Tributário Nacional. Caso a legislação fiscal não o preveja, o pagamento é efetuado na repartição competente do domicílio do contribuinte (art. 159). Essa conversão ocorrerá caso a decisão final seja favorável ao sujeito ativo, confirmando assim a exigibilidade do crédito tributário.

A extinção do crédito tributário não ocorre com o pagamento, mas com a soma do mesmo e a aprovação da autuação. A consignação de pagamento é um instituto que também é utilizado no direito tributário para extinguir crédito, ou seja, o devedor entra com a. A decisão administrativa e a decisão judicial invalidam a autuação, o que resulta na extinção da desoneração fiscal.

Existe a possibilidade de o contribuinte, quando estiver em dívida com a Administração, entregar um bem imóvel em substituição do dinheiro para apagar o crédito tributário. Trata-se de um método indireto de extinção do crédito tributário, por meio da comparação entre créditos e débitos. Vistas de outro ângulo, a questão da constituição (avaliação) e da eliminação do crédito fiscal (por exemplo, compensação) apresentam-se como duas faces da mesma moeda.

O artigo 170-A169 do Código Tributário Nacional foi acrescentado por meio da Lei Complementar 104, de 10 de janeiro de 2001, que proíbe a compensação de tributos passíveis de contestação judicial pelo contribuinte. 170 do Código, as deduções fiscais são compensadas em créditos de qualquer espécie, desde que sejam líquidos e seguros, devidos ou exigíveis, junto ao contribuinte na Fazenda. O crédito tributário relativo a qualquer espécie tributária, desde que lavrado na modalidade de lançamento homologada e administrado pela Secretaria da Receita Federal, poderá ser compensado com débito da mesma natureza tributária ou de qualquer outra espécie.

A compensação tributária realizada pelo próprio contribuinte pode ser motivo de extinção de créditos tributários, inclusive de contribuições sociais.

FORMAS DE EXTINÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO

A (IN)COMPENSABILIDADE DE CRÉDITOS DO IPI

Referências

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Como verificamos, a extinção de créditos tributários com dívidas líquidas e certas da fazenda pública para com o sujeito passivo da obrigação tributária, encontra perfeito caminho