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Cirurgias ginecológicas: problemas pós-alta.

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Academic year: 2017

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CIRURGIAS GINECOLÓGICAS:

PROBLEMA� PÓS

-

ALTA

Olga Moi Alr *

Ba Mia e Olivera Snos *

Mrli Vllela e **

RESUMO - Este trabalho objetivou estudar os probleas pós alta apresen­

tados por pacientes submetidas a cirurgias eletivas ginecológicas de édio porte e conhecer o processo de atendimento a estas pacientes no contexto do sistema de saúde. Através de visitas domiciliarias, foram recolhidos da­ dos de 27 pacientes, cuja análise foi realizada de fora discutiva e tendo como base o referencial teórico Lalonde, que vê a saúde coo um processo dinâmico do indivfduo com o seu meio ambiente. Os resultados evidencia­ ram o despreparo das pacientes e suas famflias para a assistência, os pro­

bleas enfrentados e as soluções a eles apresentados.

ABSTRACT

- The objective of this paper has been to study the problems of gynecological surgical patients after discharge

from the hospital, and, to know the attending process of health syste'm. Twenty-seven pa,ients have been interviewed at home, and the data have been analysed in a descriptive way. The LALONDE theorical framework has been used, which focus health

as dynamic process between the .ndividual and environment. The findings have shown that the patients and their families are not prepared to take care, and to cope with the problems and to solve them.

1 INTRODUÇÃO

A lta hospilr em sido objeo de e­ tes esudos dos or enf

e

ios, a en­ i va de e enconr esoss aos quesion­ mentos elaivos ao ea, qe vêm no de s

u

a práica poissionl.

Considendo que, a sssência à ade a

rea hospilr vem ssilndo os neos

avanços ecnol6icos coidos no sisea e

saúde coo um do, o

eo o

e'e di­

zer da ssisência exa-hopir, endo

m

visa os pobleas de sdde que enm os

pacienes no domiciio, ós a la hopilr,

!o

lems eses que em e eudo e ava­

liaçao.

Nese snido, o ho do n­

iomene or n6s, ondo a la do ciene cirrico no conexo do sa e dde, ­ cue lgus queses o: qum ssme a esonsbide da ssisêcia o cine que indo de la na sia e os?

e

pobles o vivencos elos cnes ou

or quem sse os cuidos? e que

a

de aoio à úe e o pcine a a

a

cuço? Como

oe

a cuo ­

opaia do pciene

m

eu diciio'.

No efido esudo, chou-nos a no, o siicivo neo (4%) e es su­

eidos a cras ol6is.

S�VA' emodo�a

s

sie de inão

a

a la e i­

es crics inoldics, cola qe

s

,

geene peenm

a

ie e obles

escicos, que nessim e aeo l o �io. Refe inda que,

a

o ­

eno sa essie, é ne m

plno e ienão saa.

rB. HOOW A

yto m qe O a­

el a eea no

8O e la

é e'

-ocionr ssiênca e a ineo. ei­ do o ciene e a f.

Nese nido. é ne oir qe

m p

l

no e la e oii

m a

ie e

eventos. que e eenvolm

o �

o

pciene pa a io do bne ir

a

o dir. Aeo

e m

o ­

a à sia

icr

e vs s n

�mdo

sa

fll e Q.

BLK e osI

m

qe o io

­

eno a po

m o

·1

eacia e s ios. o

, 1

r-• ofr r -mo e a

m

l o za a oa e Bem e ioo o -Ui­

ic e So lo •

•• or oor -moo e nm o-l o So ba a oa e em e io o -Uiie e So Plo.

lOS R. B. m., Bfa, 45 (3): 10S-IIS, bV. 12.

(2)

o

e qe o cuiddo diciir de ­ r o. uso a ssisancia e o no e s de inço. m na qe, á m fe ­ cenivo oje em e er os pcines a as sus

ps

s, a m qe e om

cur-e ou er em fia, ano

e ir ofo.

ne ,se conexo, com o ceno

a esonsbilidde a flia pra com o i­ ddo do ciene, ma-se evidene o n­ e pael o feo, dune o eso e inno do. pciene, a nsiso e -nhcieno essio ao enenento efetivo dos probls que dvêm do esso e ceo.

Ts esss consieçes nos levm a oner soe a oidae em esos os pobles esecicos do uo de pcienes subeids à curia incol6gica, lendos qundo de nosso ho neir, e essa a­ ea obeos subsídios a a elhr ienção na pevenço e pobles p6soe­ a6ios, ndo condiçes pra a assisência e enfeagm com viss à qulide.

2

METODOLOGIA

Piipm do eudo 27 (vine e see) mulhees, que fom subeidas à curias i­

ncol6ics eleivas de édio oe, em m

hopilecola do Esdo e ão Paulo, no peo eese e 1989, aioes de 18 nos, auo e hl-psiquiene oiens e qe

cocom em picr a e.

Pra a colea e ddos, eloos m -eo (Anexo 1) pdo do inseno uili­ do ela Orgço Mundial de Side, m blho, do a Eopa, onde nlisou-e a ecesside de cuiddos de enfeagem e m upo e pcienes ckgicos'•

A colea de ddos foi da em dus fa­ es: a pea que consou e visias s pcien­

s na uide de. ineo e onde form borddos a ide da esquisa e o convie pra a picipação da esma. A egunda, cons­ ou de visis 6soeais, nos domicGios,

ds ene o 52 e 12 s 6s a lta os­ pilr. Nesa o emos a enevia eiesua e m ee so ds cien­ es a a avço das codies de cii­ o da incisão cikgica e copleenço das infes efenes os dos nciois de adde, cujo oeo encon-se ao Anexo 1.

Pa a ne dos ddos, unen­ nos s colcaes e LONDE" 4.7 que vê a sae como esulne de m cesso n­

mico e ineo do indivíduo com eu eio biene, sob quao dienses: 1) o inivíduo como er biol6ico, com m oencil genéico e m au de uzção dese oencl, con­ eqüêcia e suas vivêncis neioes; 2) o eio mbiene em que vive, iso em sua s

pla denão col6ica e scil; 3) o seu mdo piclr de inagir com seu eio ­

biene, iso é, seu esilo de vida; e 4) o rau de oio à sadde que ele ee de m sisema es­ utdo pa poção e cuerção da sdde.

3

RESULTADOS E DiSCUSS

Ã

O

Os esuldos encondos e a sua alie esio penos considend-se o efeen­ cil 6io, que expola s quesões esia­ ene do seor-sadde, aonndo hos mém na a scil, conÔica e cultl.

A pr dos ddos obidos pudeos çr o efil geal do uo esudado que se cc­ zou pedonneene or mulhes na fa eia de 30 a 0 nos, ( 1 1%) e cads (2 1%)

(Tela 1).

Em elo à faxa eia emos obevr que, que ede do uo (48,2%), e con­ enou a a de 0 nos. Esse é m fenÔ­ eno esedo viso que é nesse erído de i­ da que s mulhes, em nossa scie, eso consoliddo os seus péis na onsituio a prole e, em onseüência dos eenos obséi­ os, srgem obles no de odem biol6gia, como scil.

Tabela 1 -Distribuição das pacientes segundo faixa etária e estado conjugal Hospital Es­ cola. São Paulo. 1989

ado civil Faixa Etarla 30

0

60 60

60 70 TOTAL

EGENDA: S - Solteira C - CaAda V - VIOva O - Dequitada SE - Separada

A - Ama8lada

S C V D SE A Total % 1 1

1 - - -

1� ::�

- - - 1 1

- 3 - 1 - - 4 14,8

1 - - - 1 37

" "1 1 1 1 1 27 100

(3)

Atavés a Taela 2, veic-se qe 55,% das mulhees, se subeem à crgia el como dnica bodagem crgica ou scida à cirgia domil, endo qe s els � am coeção e incon�ncla a.

Chama-nos a aenço que enas 14,8% ds r.ulhees rm crgia com iie de conceção (lqueda), oém scia à

corçes ginológis (Buch e

cole-pls). Acios que ese ddo' eja ­

ne do encondo a e iva; viso qe o é olíia dos hospiis isii8

r is ineees e .

ene s cs ds, 22,2% J

pcienes, rm isoia, do ese

ene com a ide ia sa mosa qe

foi e 41 nos, ide m e os bls e­

cioos à z ou a r.

Tabela 2 -Distribuição das pacientes segundo o tipo de cirurgia.

TIPO DE CIRURGIA COLPQRERINE9P��!I�_

HISTERECTOMIA (ABDOMINAU

OOF ORECTOMIA

BURCH + COLPORERINEOPASTIA

BURCH + COLPORERINEOPLASTIA + AQUEADURA

MASTECTOMIA

MASTOPLASTIA

HISTERECTOMIA + BURCH + COLPORERINEOPASTIA TOTAL

Por outro ldo, ds 6 (eis) cienes s­ metidas à cirgia de a, 5 (cmco) els f­ ram stcois e o obvos ss idades, consaos a ia e 47 nos, o que vêm cooborr a ee de ior inci�nca de câncer de a aós os 45 os.

Ao veriicmos a foa de esso ao Ser­ viço de Sadde onde as pcienes fn sub­ idas à ciurgia pudeos obvr .ue, er

de existiem seviços de aeço ia p­ ximos à esidêncis das esas, a ioia,

59,3%, diigiu-se eene ao iço e atenção eciria. ssa inveio do, lxoa proposto pa a assisência à ae, foi usi­ cada elas pcientes com 8 seines r­ tos: desconhceno a ica e i­ mentos do seor, exerancis

eis

ni­ es com elção o eno da e e atenção pia, r egisa o vio, e aenção erciia em que foi a e r ­

ente ou ga de essos que bm o ­ feido Seviço e que ono fcim o u aedeno. Ese ddo, foi m eno or F A VRO' qundo na, ue essa cos­ aço enoa a au�ncia e io ene os serviços e adde o qe vem o a ne demnda epida no er. Os iços e atenço ciria, ela sbrga e i­ ento, êm eixdo de aenr e neo e pcienes ou endo o eu eno, fao codo elos longos eíos e "'

a eferidos a o aendeno, cne

a os csos considerdos e er r,

NY %

4

1,8

5

18,5

1

3,7

6

22,3

4

14,8

5

18,5

1

3,7

1

.7

7

1%

oo os e cis a oo e "eIes" e inconnancia a. Nese no a s pcienes elou r � 18 ees a a eço e a olcplsa; ne­

o pa s szs o huve ío

e esa.

o a io, urem s queses elci­ s s coniçes onis e e o. As ividdes e blho deees elo

�'

eso enenis qi o a

-que peece pe do eo da essoa,

edo er ea ou io e r da

deno ou foa do, doicio'.

Co eos sr Tea 3), s

s mes esavm fss ds s aivi-, es e ho, r so e osa isia, no ue a

de

iia els o ava ­

eo

ebm

io e emo. se 6

m eo típio a fça de blho fo no Bl, ois a e 6,7% as ms e noso esudo, iavm o elciono a

fs o6sios, no eno o fa e . Jn-e a ese do o fo de que, r

o e er o ego ou a eir 8 ­ onveienes renes e a lieç-de, ua-e e íos e fs ou f­

no m mnço pa a ço da n­ eo ca e u eseeno.

Taia, rm o o e o esm

oplene eselcis o l o í­ do e, sa fa, em que er s aivi­

s a s qis o eivesem em ­ ies.

(4)

Tabela 3 -Distribuição das pacientes segundo atividades de trabalho e forma de afasta­ mento.

Forma de

Afastamento Atl�aaaes

de Trabalho

---

Remunerado

�o lar

-Pequeno comerciante

-Servente 4

Doméstica

-Escritu rária 1 Aux. de Enfermagem 1

Cozinheira 1

Atesã

-Manicure

-Operária

-�posentada 1

IUIAL 8129,%1

Com elção a ese eríodo. s mulhees

vebm a rência de a eesutu­

ração s unçes fmilies. onde o ido ou ouo fmilir póximo pssou a assumir o cui­ dado da a e dos lhos.

Com elo o eo de inço do

uo esuddo. ese vriou de 4 (quao) a 15 (quine) dis. sendo que 77.8% foi de 4 (qua­ o) a 6 (eis) s. tempo ese consideado es­ peado pa ciurgis eleivas de édio poe. em m hospitalescola.

Por ouro lado. é ionte consier que: 22.2% das pcienes encem or is e

7 (see) is hopitlidas. conribuindo pa a. diminuição da roaividde dos leios ciúricos e pra o aumento da demnda epimida. No en­ no. é mém oouno consider que. o· adiento da la hospitlr deveu-se. em n­ de pe. à complicaçes pósoeratias coo· nfecçes. deicêncis e ouas inecoências. cirúrgicas ou à ezação de curgias muiln­ tes a a mulher. coo a histectomia e mas­ ctomia. que zem ecusses físicas. s­ ciais e emcionais.

Essas consieaçes nos levm a quesi-.

nar: o eríodo de inenação. esmo que

au-Não Remunerado Total %

1

10 37,1

10 11,1

- 4 14,8

3 3 11,1

- 1 3,7

- 1 3,7

- 1 3,7

1 1 3,7

1 1 3,7

1 1 3,7

- - 3 7

19170,4%1 27 100,0

endo. não e toma insuiciente pa o en­ feeio desemenhr seu pael de oio cial no prcesso de cuerção da muher? Ese quesioneno dvém do fao de que. aós a lta hospialr. a paciente noente se en­ cona desppada pra enentar a sua nova condição. consierndo que toa intervenção cirúrgica epeenta a siução de cise.

Nese senido. é imone considerr que o mbiente hospitalr disõe de do m apra­ o de ecrsos hnos e materiis. que ossi­ bilia a deecção pcce de snais e snos e complices ós-operat6is e a ntevenço necessria pa o seu conole.

Por ouo ldo. qundo de volta pra csa, após a ala hospitalr. a pciente e a sua fmma passm a ssir a esponsabilide dos cuida­ dos e dem depr com aleraçes ncionais e saÍde dcoenes da inevenção ciúrgica, sem eneno disoem de ecrsos insituci­ nais pa aoiá-las. Na tentaiva de idenicr as lteraçes vivencias no erído pós-alta. pra elhor esur a assisência de enfena­ gem no plnejento da lta hospitalr. pude­ mos escr a eqüência com que els se ma­ nifestm (Tela 4).

Tabela 4 -Distribuição das pacientes segundo às alterações funcionais de saúde.

ALTERACÕES FUNCIONAIS Movimentaçao/deambulaçao Sexualidade Sensibilidade/regulação Eliminação Emocional Sono/repouso Pele Ingestão/digestão Respiração Comunicação Circulação

As alraçes elcionds à oventação e deambulação. fom elaadas or quse tds as pacienes: 92.6%. as elcionadas à sexui­ dade. 81.5%. s elcionadas à sensibilida­ de/egulação. e eliminação 74.1% e ecionl 70.4%. foam vebas ela ioia e de al­ guma foma estavam inteelcionadas.

25 22 20 20 19 17 16 9 5 2 1 % 92,6 81,5 74,1 74,1 70,4 63,0 59,2 33,3 18,5 7,4 3,7

Essas aleraçes e con�ium em pro­ blemas na edida em que. as pacientes e suas faiias mafesrm despepro pra o cuida­ do em elação a elas.

Como já era de se esperr, os poblemas enconrados elas pacientes que ealiram ci­ urgias eineais form numeicamente menoes

(5)

e se elcionam pincipene à consipação intestinl, neno

l

(eliinção), dor (ensibie/egulço) e exlie.

Nó enno, ns eris doiis s� cis ou o a is, os pbls no

-eo e cução eenm-e em ir

o. Foi inteessane observar que os em­ cionis e mifestm de diversas fomas: de­ peso, esadelos, nsôia, choro, medo do pogóstico, etc, basnte signicaivas pra o plejento das açes de enfemagem no p-eo e lta hospitalr. "

Os poblemas respiratóioS" estivem pe­

enes ene as pacientes mastctozadas do

esdo e povavelmente se elacionm à

aea dos músculos eitorais, visto que os

s m pael mponte na espirção.

o diagnósico dos pobles esa foa elatdos, veio subsidir a idnição de uma éie e iculdes que fom u

s

con­ fne mosa a Tea 5. A sside de oienço, foi anifesada ela ia das pa­ cienes (59,2%) e, a nosso vr, d ecionada com as deis diculddes as m

maior eqüência como: mudança O slo e

vida, deendência dos ouros, hbiie 8 o

autocuiddo e situação de trabalho.

Alguns autoes têm se pecuo D s

questões ligadas ao prepro pa la, o

foma de dinir o núero de pcienes e

retomam ao hospital com problems que

­

riam ser prevenidos ou conolados, ra6s e

orientação adequada I, 8.

Tabela 5 - Distribuição das pacientes segundo às dificuldades anifestadas.

OIRCULOADES Orientações

Dependência de outros Mudança no estilo de vida Habilidade para auto-cuidado SltuJo de trabalho

Rtornos hospitalares Imagem corporal StuJo eonômica

Compeendo, sobre orientações recebidas Aomodções da casa

RélCionamento familiar

a esma foma, CLAUSN5 também r­ a que o planejento pa a alta encoa­

ja

a �iente e a fmOia a enentr os poble­ s dndos da curgia e promove o cesci­ o pa a independência deno ds con­

is ossíveis.

Nse entido, ressaltmos que icou evi­ ee o fo de a equie de saúde não ter con­ e

o

ender à necessidde de rientação

o m do, e mais especiiene s qs elcionadas à sexulidde, levando-e

m �ieção as eculiiddes efeenes o

o

e ergia. V is pacientes não sbim

qo einicir suas atividades sexuais, efe­

o ão eem cebido orientões clas so­

e e scto.

s diiculdades elacionadas ao etomo à

iio,

foram tamém aontadas e zm eio à rnde disância ente a insituição e docio, ao ansorte, à demora no aendi­

e�o, ssim como à ncessidade de etonos qenes deermindos por compijcaçes

ratórias.

-No enanto, ao e prcur conhecer a er­ ção do uo em elação à qualidde do eento, apesr de todas as iculades fesdas, 81,5% das pacientes, considera­ m o aendimento, em todo o seu prcesso de

��

15 12 12

8

7

6

5

2

1

% 59,2 55,5 55,5 4.4 4.4 9,6 25,9 22,2 18,5 7,4 3,7

boa qualidade, demonsrndo ssm m xo·

envolvento nas quesões elcis o ui­

dado à sua saúde. Isto nos leva a r e ss

essoas desconhecem seu eio à de, �

visto na Consiuição e essa foa m ­

am e nem einvindicm or ehr

de

de assisência.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Consideamos que ese bho ena uma snese dos poblemas ós-la enendos por um gruo de pacienes submetidas à cr­ gia ginecolóica, a pr de nossa eço enqunto enfeeias e esquisdos. n­

tno, ceios que ouos bos evm sucedê-lo, a fn de pounr asecos ele­ vnes da assisência, assim coo eenr 6icas diversas deno dessa emátia.

Eseamos er onibuído de lgma fma

pra o avnço do conhecieno na a a

a1-de, emboa entendmos que a el avo a

qulidade da assistência pestada, s6 i

­

vel qundo minuem as distncis e o

plnejdor de saúde e o usuio dos

s

e

qundo exisem canis �feivos ene um

isra e quem ee os cuiddos.

(6)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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o ... . ... f_ (uoo m a

-. a e Efaem e Rieio o -Ui­

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2 BANK, J., CLARK, L., LONGMAN, A.I. & AfWO­ OD, J.R. Pereived home re neds of ner patiens

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5 AUSEN, C., SfAFF, R.N. A dicrge plner for

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7 OPS. El onepo ei "mpo de alud" -a iva nadiee. Venezuela. Ben EIJO, 4 (5); 13-15,1983.

8 SILVA, R.M. Nssidade de oienção a. a e a­ ciene com problea cir'gico gico16.Y. C.

Enf. Uivesidae de São Paulo; So : 22 DI s­ cial); 68-82, 1988.

9 WHO. Reiol Ofie for Eoe. ,-e's ees for urng are: a EroI Sy. �, 1987.

10 WHIfE, MJ., HOLLOWA Y, M. Paot � k cre om Rehabiiaion. Reala "

15 (6); 316-18, 190.

ANEXO 1

INSTRUMENTO PARA A COLETA DE DADOS DO PACIENTE CIRÚRGICO

Ne: ______

---RG: _____________________________ _

�:--

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-Da a isia: ________________________

_---I - DOS SC_---IAUAMB_---INTAL

1. lc: _______2. Esado civil: ____________ _

3. exo: Masc. ( ) Fem. ( )

4.Rci�o:---

-S. colidde:

I! u completo

I! au compleo

2! au icompleto

2! au completo ,.,

( ( ( (

) ) ) )

3! au incopleto

3! au compleo nenha

( ( (

) ) )

6. A comicação é facilmente etaelecida ene a enfeeia e a pessoa:

Sm ( )

No ( )

(7)

7. Pessoas que pticipram da enrevista no domiclio:

Cônjuge

Pis Filhos Ouos Ninguém

8. Cacteização da residência enquanto acomodação apropiada ao em esr e saúe:

Adequda *

Pcialene adequda Inadequada

• residência adequada: que atende a requisitos de higiene, saneamento, iluminação, eraçãó.

9. A intervenção ciírgica deterinou mudnças nas atividades:

10. Conta com a ajuda de alguém no p6s-operat6rio.

11. A pessoa rabalha:

Sciais conômicas Doésticas Cuidados essoais Ouros

Nenhum

Cônjuge

Pais

Filhos

Ouros

Nenhum

--! Sim ( ---"No{ ) ) e enona-e ( ( (

( (

( ( (

( (

(

( ( ( (

(

(

(

( )

) ) ) ) )

) ) )

) ) ) )

)

)

)

)

)

)

---afsdo om emo ( )

fastado em émo ( )

---Ouos ( )'

(8)

11. HISTÓRIA DE SAÚDE

1. Dados da intenação.

Dam da adrissão: ______________________________ __

Data da alta:

Data da cirurgia:

2. Forma de adrissão.

Urgência ( )

Não urgência )

3. Como se deu o acesso ao serviço:

Encarinhamento pela rede )

-. Razões pela qual a essoa procurou o serviço de saúde:

básica de saúde

Direto ao Hospital das Clínicas

Outros

Diagnósico

Trammento

Açes preventivas

Rebilimção

Ouros

(

(

(

( )

)

)

)

) )

5. Diagnóstico cirúrgico: ___________________________ _

6. Percepção da essoa frente à experiência com o seviço de saúde:

Positiva *

Aceitável * *

Negativa ***

Ouros

* A sa cosidea er sido bem atendida, ão manifesa nenhuma queixa quano ao aendimento.

* * Cosidera er sido bm atendida, mas manifesta alguma queixa.

*** Considera não ter sido bem atendida e manifesa queixs.

(

(

(

( )

)

)

(9)

7.

icldes

enconrados após a alta hospitalar:

Habilidade pra o auto-cuidado

Acomodações da casa

Morar sozinho

Depender dos ouros

Relacionmento familir

Situação de rablho

Situação fmanceira

Mudnça no estilo de vida

Mudança na iagem coorl

Compeensão sobe orientações

Retonos ao serviço de saúde

Necessidade de Orientações

8. Fz u

s

o de medicação em decoência da cirurgia ealizada:

Não ( )

Sim ( )

prescrita , ( )

não prescita ( )

ll. DAOS FUNCIONAIS DE SAÚDE

NÇÃO

1. Repação

Pão visual

Mnido ( )

ledo ( )

UNÇÃO

2. Crculação

Pão usul

Mnido ( ) ldo ( )

PROBEMA

1.1. Respração

PROBLEMA

2.1. Crculação

113 R. B ... fm., Bia. 45 (13): 105- 1 15, Vet. 12.

SOLUÇÃO

1.2. Respção

Nuricionl ( Frmacol6gica (

Técnica (

Ouros (

SOLUÇÃO

) )

)

)

2.2. Cculação

Nuicionl ( . ) Farmacol6gica ( )

Técnica ,( )

Ouros '( )

(

(

(

(

(

(

(

(

(

(

(

( )

)

)

)

)

)

)

)

)

)

(10)

NÇÃO

3.

ngeaocao

o usl

Mnido ( )

lo( )

UNÇÃO

4. ção

Pão usul

Mnido ( )

ldo ( )

UNÇÃO

11."o�naçãol 11.1. "omentaçãol 11.2."o�ntaçãol

Deblção

o usul

nio ( )

ldo ( )

UNÇÃO

12. Comuicação

Po usl

Mnido ( )

ldo ( )

PROBMA SOLUÇÃO

3.1. aD8 3.2.ot

. Nuiciol ( )

Fol6ica ( )

Técnica .( )

Ouros ( )

PROBEMA SOLUÇÃO

4.1. Elinação 4.2. Elinção

---Nuicionl ( )

) )

)

PROBEMA

/

Deambulação

PROBIIA

12.1. Comunicaço

. Fnaco16gica (

Técnica (

Ouros (

SOLUÇÃO

Deambulação Nuricionl ( Fnco16gica ( Técnica �(

Ouros (

SOLUÇÃO

12.2. Comunicação

Nuricionl ( )

Fnaco16gica ( )

Técnica ( )

Ouros ( )

)

) ) )

(11)

NÇÃO

13. Sexuidade

P�o-usual

Mnido ( )

Aldo ( )

NÇÃO

14. Bmocionl Pão usul Miido ( )

Alrado ( )

PROBM.

13.1. Sexuaidade

PROBEMA

14.1. B.ecioal

115 R. Is. Enfm., Bulia, 45 (13): l5-115, abiVet. 1992.

SOLUÇÃO

13.2. Sexuidde

Nuiciont ( FnnacólógiCa ( Técnica (

Ouros (

SOLUÇÃO

14.2. S.cionl

Nuicional ( FnnaC9lógica (

Tica (

Ouos (

) ) ) )

Imagem

Tabela  2  - Distribuição  das pacientes segundo o tipo de cirurgia.
Tabela  4  - Distribuição  das  pacientes segundo  às  alterações  funcionais  de  saúde
Tabela 5  - Distribuição  das  pacientes  segundo  às  dificuldades  anifestadas.

Referências

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