CIRURGIAS GINECOLÓGICAS:
PROBLEMA� PÓS
-ALTA
Olga Moi Alr *
Ba Mia e Olivera Snos *
Mrli Vllela e **
RESUMO - Este trabalho objetivou estudar os probleas pós alta apresen
tados por pacientes submetidas a cirurgias eletivas ginecológicas de édio porte e conhecer o processo de atendimento a estas pacientes no contexto do sistema de saúde. Através de visitas domiciliarias, foram recolhidos da dos de 27 pacientes, cuja análise foi realizada de fora discutiva e tendo como base o referencial teórico Lalonde, que vê a saúde coo um processo dinâmico do indivfduo com o seu meio ambiente. Os resultados evidencia ram o despreparo das pacientes e suas famflias para a assistência, os pro
bleas enfrentados e as soluções a eles apresentados.
ABSTRACT
- The objective of this paper has been to study the problems of gynecological surgical patients after discharge�
from the hospital, and, to know the attending process of health syste'm. Twenty-seven pa,ients have been interviewed at home, and the data have been analysed in a descriptive way. The LALONDE theorical framework has been used, which focus healthas dynamic process between the .ndividual and environment. The findings have shown that the patients and their families are not prepared to take care, and to cope with the problems and to solve them.
1 INTRODUÇÃO
A lta hospilr em sido objeo de e tes esudos dos or enf
e
ios, a en i va de e enconr esoss aos quesion mentos elaivos ao ea, qe vêm no de su
a práica poissionl.Considendo que, a sssência à ade a
rea hospilr vem ssilndo os neos
avanços ecnol6icos coidos no sisea e
saúde coo um do, o
eo o
e'e dizer da ssisência exa-hopir, endo
m
visa os pobleas de sdde que enm ospacienes no domiciio, ós a la hopilr,
!o
�
lems eses que em e eudo e avaliaçao.
Nese snido, o ho do n
iomene or n6s, ondo a la do ciene cirrico no conexo do sa e dde, cue lgus queses o: qum ssme a esonsbide da ssisêcia o cine que indo de la na sia e os?
e
pobles o vivencos elos cnes ou
or quem sse os cuidos? e que
a
de aoio à úe e o pcine a aa
cuço? Como
oe
a cuo opaia do pciene
m
eu diciio'.No efido esudo, chou-nos a no, o siicivo neo (4%) e es su
eidos a cras ol6is.
S�VA' emodo�a
s
sie de inãoa
a la e ies crics inoldics, cola qe
s
,geene peenm
a
ie e oblesescicos, que nessim e aeo l o �io. Refe inda que,
a
o eno sa essie, é ne m
plno e ienão saa.
rB. HOOW A
yto m qe O ael a eea no
8O e la
é e' -ocionr ssiênca e a ineo. ei do o ciene e a f.Nese nido. é ne oir qe
m p
l
no e la e oiim a
ie eeventos. que e eenvolm
o �
opciene pa a io do bne ir
a
o dir. Aeoe m
o a à sia
icr
e vs s n�mdo
sa
fll e Q.BLK e osI
m
qe o io
eno a po
m o
·1eacia e s ios. o
, 1
r-• ofr r -mo e a
m
l o za a oa e Bem e ioo o -Uiic e So lo •
•• or oor -moo e nm o-l o So ba a oa e em e io o -Uiie e So Plo.
lOS R. B. m., Bfa, 45 (3): 10S-IIS, bV. 12.
o
e qe o cuiddo diciir de r o. uso a ssisancia e o no e s de inço. m na qe, á m fe cenivo oje em e er os pcines a as susps
s, a m qe e omcur-e ou er em fia, ano
e ir ofo.
ne ,se conexo, com o ceno
a esonsbilidde a flia pra com o i ddo do ciene, ma-se evidene o n e pael o feo, dune o eso e inno do. pciene, a nsiso e -nhcieno essio ao enenento efetivo dos probls que dvêm do esso e ceo.
Ts esss consieçes nos levm a oner soe a oidae em esos os pobles esecicos do uo de pcienes subeids à curia incol6gica, lendos qundo de nosso ho neir, e essa a ea obeos subsídios a a elhr ienção na pevenço e pobles p6soe a6ios, ndo condiçes pra a assisência e enfeagm com viss à qulide.
2
METODOLOGIA
Piipm do eudo 27 (vine e see) mulhees, que fom subeidas à curias i
ncol6ics eleivas de édio oe, em m
hopilecola do Esdo e ão Paulo, no peo eese e 1989, aioes de 18 nos, auo e hl-psiquiene oiens e qe
cocom em picr a e.
Pra a colea e ddos, eloos m -eo (Anexo 1) pdo do inseno uili do ela Orgço Mundial de Side, m blho, do a Eopa, onde nlisou-e a ecesside de cuiddos de enfeagem e m upo e pcienes ckgicos'•
A colea de ddos foi da em dus fa es: a pea que consou e visias s pcien
s na uide de. ineo e onde form borddos a ide da esquisa e o convie pra a picipação da esma. A egunda, cons ou de visis 6soeais, nos domicGios,
ds ene o 52 e 12 s 6s a lta os pilr. Nesa o emos a enevia eiesua e m ee so ds cien es a a avço das codies de cii o da incisão cikgica e copleenço das infes efenes os dos nciois de adde, cujo oeo encon-se ao Anexo 1.
Pa a ne dos ddos, unen nos s colcaes e LONDE" 4.7 que vê a sae como esulne de m cesso n
mico e ineo do indivíduo com eu eio biene, sob quao dienses: 1) o inivíduo como er biol6ico, com m oencil genéico e m au de uzção dese oencl, con eqüêcia e suas vivêncis neioes; 2) o eio mbiene em que vive, iso em sua s
pla denão col6ica e scil; 3) o seu mdo piclr de inagir com seu eio
biene, iso é, seu esilo de vida; e 4) o rau de oio à sadde que ele ee de m sisema es utdo pa poção e cuerção da sdde.
3
RESULTADOS E DiSCUSS
ÃO
Os esuldos encondos e a sua alie esio penos considend-se o efeen cil 6io, que expola s quesões esia ene do seor-sadde, aonndo hos mém na a scil, conÔica e cultl.
A pr dos ddos obidos pudeos çr o efil geal do uo esudado que se cc zou pedonneene or mulhes na fa eia de 30 a 0 nos, ( 1 1%) e cads (2 1%)
(Tela 1).
Em elo à faxa eia emos obevr que, que ede do uo (48,2%), e con enou a a de 0 nos. Esse é m fenÔ eno esedo viso que é nesse erído de i da que s mulhes, em nossa scie, eso consoliddo os seus péis na onsituio a prole e, em onseüência dos eenos obséi os, srgem obles no de odem biol6gia, como scil.
Tabela 1 -Distribuição das pacientes segundo faixa etária e estado conjugal Hospital Es cola. São Paulo. 1989
ado civil Faixa Etarla 30
�
0
60 60
60 70 TOTAL
EGENDA: S - Solteira C - CaAda V - VIOva O - Dequitada SE - Separada
A - Ama8lada
S C V D SE A Total % 1 1
�
1 - - -1� ::�
- - - 1 1
- 3 - 1 - - 4 14,8
1 - - - 1 37
" "1 1 1 1 1 27 100
Atavés a Taela 2, veic-se qe 55,% das mulhees, se subeem à crgia el como dnica bodagem crgica ou scida à cirgia domil, endo qe s els � am coeção e incon�ncla a.
Chama-nos a aenço que enas 14,8% ds r.ulhees rm crgia com iie de conceção (lqueda), oém scia à
corçes ginológis (Buch e
cole-pls). Acios que ese ddo' eja
ne do encondo a e iva; viso qe o é olíia dos hospiis isii8
r is ineees e .
ene s cs ds, 22,2% J
pcienes, rm isoia, do ese
ene com a ide ia sa mosa qe
foi e 41 nos, ide m e os bls e
cioos à z ou a r.
Tabela 2 -Distribuição das pacientes segundo o tipo de cirurgia.
TIPO DE CIRURGIA COLPQRERINE9P��!I�_
HISTERECTOMIA (ABDOMINAU
OOF ORECTOMIA
BURCH + COLPORERINEOPASTIA
BURCH + COLPORERINEOPLASTIA + AQUEADURA
MASTECTOMIA
MASTOPLASTIA
HISTERECTOMIA + BURCH + COLPORERINEOPASTIA TOTAL
Por outro ldo, ds 6 (eis) cienes s metidas à cirgia de a, 5 (cmco) els f ram stcois e o obvos ss idades, consaos a ia e 47 nos, o que vêm cooborr a ee de ior inci�nca de câncer de a aós os 45 os.
Ao veriicmos a foa de esso ao Ser viço de Sadde onde as pcienes fn sub idas à ciurgia pudeos obvr .ue, er
de existiem seviços de aeço ia p ximos à esidêncis das esas, a ioia,
59,3%, diigiu-se eene ao iço e atenção eciria. ssa inveio do, lxoa proposto pa a assisência à ae, foi usi cada elas pcientes com 8 seines r tos: desconhceno a ica e i mentos do seor, exerancis
eis
ni es com elção o eno da e e atenção pia, r egisa o vio, e aenção erciia em que foi a e r ente ou ga de essos que bm o feido Seviço e que ono fcim o u aedeno. Ese ddo, foi m eno or F A VRO' qundo na, ue essa cos aço enoa a au�ncia e io ene os serviços e adde o qe vem o a ne demnda epida no er. Os iços e atenço ciria, ela sbrga e i ento, êm eixdo de aenr e neo e pcienes ou endo o eu eno, fao codo elos longos eíos e "'
a eferidos a o aendeno, cne
a os csos considerdos e er r,
NY %
4
1,8
5
18,5
1
3,7
6
22,3
4
14,8
5
18,5
1
3,7
1
.77
1%
oo os e cis a oo e "eIes" e inconnancia a. Nese no a s pcienes elou r � 18 ees a a eço e a olcplsa; ne
o pa s szs o huve ío
e esa.
o a io, urem s queses elci s s coniçes onis e e o. As ividdes e blho deees elo
�'
eso enenis qi o a-que peece pe do eo da essoa,
edo er ea ou io e r da
deno ou foa do, doicio'.
Co eos sr Tea 3), s
s mes esavm fss ds s aivi-, es e ho, r so e osa isia, no ue a
de
iia els o ava eo
ebm
io e emo. se 6m eo típio a fça de blho fo no Bl, ois a e 6,7% as ms e noso esudo, iavm o elciono a
fs o6sios, no eno o fa e . Jn-e a ese do o fo de que, r
o e er o ego ou a eir 8 onveienes renes e a lieç-de, ua-e e íos e fs ou f
no m mnço pa a ço da n eo ca e u eseeno.
Taia, rm o o e o esm
oplene eselcis o l o í do e, sa fa, em que er s aivi
s a s qis o eivesem em ies.
Tabela 3 -Distribuição das pacientes segundo atividades de trabalho e forma de afasta mento.
Forma de
Afastamento Atl�aaaes
de Trabalho
---
Remunerado�o lar
-Pequeno comerciante
-Servente 4
Doméstica
-Escritu rária 1 Aux. de Enfermagem 1
Cozinheira 1
Atesã
-Manicure
-Operária
-�posentada 1
IUIAL 8129,%1
Com elção a ese eríodo. s mulhees
vebm a rência de a eesutu
ração s unçes fmilies. onde o ido ou ouo fmilir póximo pssou a assumir o cui dado da a e dos lhos.
Com elo o eo de inço do
uo esuddo. ese vriou de 4 (quao) a 15 (quine) dis. sendo que 77.8% foi de 4 (qua o) a 6 (eis) s. tempo ese consideado es peado pa ciurgis eleivas de édio poe. em m hospitalescola.
Por ouro lado. é ionte consier que: 22.2% das pcienes encem or is e
7 (see) is hopitlidas. conribuindo pa a. diminuição da roaividde dos leios ciúricos e pra o aumento da demnda epimida. No en no. é mém oouno consider que. o· adiento da la hospitlr deveu-se. em n de pe. à complicaçes pósoeratias coo· nfecçes. deicêncis e ouas inecoências. cirúrgicas ou à ezação de curgias muiln tes a a mulher. coo a histectomia e mas ctomia. que zem ecusses físicas. s ciais e emcionais.
Essas consieaçes nos levm a quesi-.
nar: o eríodo de inenação. esmo que
au-Não Remunerado Total %
1
�
10 37,110 11,1
- 4 14,8
3 3 11,1
- 1 3,7
- 1 3,7
- 1 3,7
1 1 3,7
1 1 3,7
1 1 3,7
- - 3 7
19170,4%1 27 100,0
endo. não e toma insuiciente pa o en feeio desemenhr seu pael de oio cial no prcesso de cuerção da muher? Ese quesioneno dvém do fao de que. aós a lta hospialr. a paciente noente se en cona desppada pra enentar a sua nova condição. consierndo que toa intervenção cirúrgica epeenta a siução de cise.
Nese senido. é imone considerr que o mbiente hospitalr disõe de do m apra o de ecrsos hnos e materiis. que ossi bilia a deecção pcce de snais e snos e complices ós-operat6is e a ntevenço necessria pa o seu conole.
Por ouo ldo. qundo de volta pra csa, após a ala hospitalr. a pciente e a sua fmma passm a ssir a esponsabilide dos cuida dos e dem depr com aleraçes ncionais e saÍde dcoenes da inevenção ciúrgica, sem eneno disoem de ecrsos insituci nais pa aoiá-las. Na tentaiva de idenicr as lteraçes vivencias no erído pós-alta. pra elhor esur a assisência de enfena gem no plnejento da lta hospitalr. pude mos escr a eqüência com que els se ma nifestm (Tela 4).
Tabela 4 -Distribuição das pacientes segundo às alterações funcionais de saúde.
ALTERACÕES FUNCIONAIS Movimentaçao/deambulaçao Sexualidade Sensibilidade/regulação Eliminação Emocional Sono/repouso Pele Ingestão/digestão Respiração Comunicação Circulação
As alraçes elcionds à oventação e deambulação. fom elaadas or quse tds as pacienes: 92.6%. as elcionadas à sexui dade. 81.5%. s elcionadas à sensibilida de/egulação. e eliminação 74.1% e ecionl 70.4%. foam vebas ela ioia e de al guma foma estavam inteelcionadas.
25 22 20 20 19 17 16 9 5 2 1 % 92,6 81,5 74,1 74,1 70,4 63,0 59,2 33,3 18,5 7,4 3,7
Essas aleraçes e con�ium em pro blemas na edida em que. as pacientes e suas faiias mafesrm despepro pra o cuida do em elação a elas.
Como já era de se esperr, os poblemas enconrados elas pacientes que ealiram ci urgias eineais form numeicamente menoes
e se elcionam pincipene à consipação intestinl, neno
l
(eliinção), dor (ensibie/egulço) e exlie.Nó enno, ns eris doiis s� cis ou o a is, os pbls no
-eo e cução eenm-e em ir
o. Foi inteessane observar que os em cionis e mifestm de diversas fomas: de peso, esadelos, nsôia, choro, medo do pogóstico, etc, basnte signicaivas pra o plejento das açes de enfemagem no p-eo e lta hospitalr. "
Os poblemas respiratóioS" estivem pe
enes ene as pacientes mastctozadas do
esdo e povavelmente se elacionm à
aea dos músculos eitorais, visto que os
s m pael mponte na espirção.
o diagnósico dos pobles esa foa elatdos, veio subsidir a idnição de uma éie e iculdes que fom u
s
con fne mosa a Tea 5. A sside de oienço, foi anifesada ela ia das pa cienes (59,2%) e, a nosso vr, d ecionada com as deis diculddes as mmaior eqüência como: mudança O slo e
vida, deendência dos ouros, hbiie 8 o
autocuiddo e situação de trabalho.
Alguns autoes têm se pecuo D s
questões ligadas ao prepro pa la, o
foma de dinir o núero de pcienes e
retomam ao hospital com problems que
riam ser prevenidos ou conolados, ra6s eorientação adequada I, 8.
Tabela 5 - Distribuição das pacientes segundo às dificuldades anifestadas.
OIRCULOADES Orientações
Dependência de outros Mudança no estilo de vida Habilidade para auto-cuidado SltuJo de trabalho
Rtornos hospitalares Imagem corporal StuJo eonômica
Compeendo, sobre orientações recebidas Aomodções da casa
RélCionamento familiar
a esma foma, CLAUSN5 também r a que o planejento pa a alta encoa
ja
a �iente e a fmOia a enentr os poble s dndos da curgia e promove o cesci o pa a independência deno ds conis ossíveis.
Nse entido, ressaltmos que icou evi ee o fo de a equie de saúde não ter con e
o
ender à necessidde de rientaçãoo m do, e mais especiiene s qs elcionadas à sexulidde, levando-e
m �ieção as eculiiddes efeenes o
o
e ergia. V is pacientes não sbimqo einicir suas atividades sexuais, efe
o ão eem cebido orientões clas so
e e scto.
s diiculdades elacionadas ao etomo à
iio,
foram tamém aontadas e zm eio à rnde disância ente a insituição e docio, ao ansorte, à demora no aendie�o, ssim como à ncessidade de etonos qenes deermindos por compijcaçes
ratórias.
-No enanto, ao e prcur conhecer a er ção do uo em elação à qualidde do eento, apesr de todas as iculades fesdas, 81,5% das pacientes, considera m o aendimento, em todo o seu prcesso de
��
15 12 12
8
7
6
5
21
% 59,2 55,5 55,5 4.4 4.4 9,6 25,9 22,2 18,5 7,4 3,7
boa qualidade, demonsrndo ssm m xo·
envolvento nas quesões elcis o ui
dado à sua saúde. Isto nos leva a r e ss
essoas desconhecem seu eio à de, �
visto na Consiuição e essa foa m
am e nem einvindicm or ehr
de
de assisência.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Consideamos que ese bho ena uma snese dos poblemas ós-la enendos por um gruo de pacienes submetidas à cr gia ginecolóica, a pr de nossa eço enqunto enfeeias e esquisdos. n
tno, ceios que ouos bos evm sucedê-lo, a fn de pounr asecos ele vnes da assisência, assim coo eenr 6icas diversas deno dessa emátia.
Eseamos er onibuído de lgma fma
pra o avnço do conhecieno na a a
a1-de, emboa entendmos que a el avo a
qulidade da assistência pestada, s6 i
sí
vel qundo minuem as distncis e o
plnejdor de saúde e o usuio dos
s
equndo exisem canis �feivos ene um
isra e quem ee os cuiddos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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o ... . ... f_ (uoo m a
-. a e Efaem e Rieio o -Ui
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7 OPS. El onepo ei "mpo de alud" -a iva nadiee. Venezuela. Ben EIJO, 4 (5); 13-15,1983.
8 SILVA, R.M. Nssidade de oienção a. a e a ciene com problea cir'gico gico16.Y. C.
Enf. Uivesidae de São Paulo; So : 22 DI s cial); 68-82, 1988.
9 WHO. Reiol Ofie for Eoe. ,-e's ees for urng are: a EroI Sy. �, 1987.
10 WHIfE, MJ., HOLLOWA Y, M. Paot � k cre om Rehabiiaion. Reala "
15 (6); 316-18, 190.
ANEXO 1
INSTRUMENTO PARA A COLETA DE DADOS DO PACIENTE CIRÚRGICO
Ne: ______
---RG: _____________________________ _
�:--
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-Da a isia: ________________________
_---I - DOS SC_---IAUAMB_---INTAL
1. lc: _______2. Esado civil: ____________ _
3. exo: Masc. ( ) Fem. ( )
4.Rci�o:---
-S. colidde:
I! u completo
I! au compleo
2! au icompleto
2! au completo ,.,
( ( ( (
) ) ) )
3! au incopleto
3! au compleo nenha
( ( (
) ) )
6. A comicação é facilmente etaelecida ene a enfeeia e a pessoa:
Sm ( )
No ( )
7. Pessoas que pticipram da enrevista no domiclio:
Cônjuge
Pis Filhos Ouos Ninguém
8. Cacteização da residência enquanto acomodação apropiada ao em esr e saúe:
Adequda *
Pcialene adequda Inadequada
• residência adequada: que atende a requisitos de higiene, saneamento, iluminação, eraçãó.
9. A intervenção ciírgica deterinou mudnças nas atividades:
10. Conta com a ajuda de alguém no p6s-operat6rio.
11. A pessoa rabalha:
Sciais conômicas Doésticas Cuidados essoais Ouros
Nenhum
Cônjuge
Pais
Filhos
Ouros
Nenhum
--! Sim ( ---"No{ ) ) e enona-e ( ( (
( (
( ( (
( (
(
( ( ( (
(
(
(
( )
) ) ) ) )
) ) )
) ) ) )
)
)
)
)
)
)
---afsdo om emo ( )
fastado em émo ( )
---Ouos ( )'
11. HISTÓRIA DE SAÚDE
1. Dados da intenação.
Dam da adrissão: ______________________________ __
Data da alta:
Data da cirurgia:
2. Forma de adrissão.
Urgência ( )
Não urgência )
3. Como se deu o acesso ao serviço:
Encarinhamento pela rede )
-. Razões pela qual a essoa procurou o serviço de saúde:
básica de saúde
Direto ao Hospital das Clínicas
Outros
Diagnósico
Trammento
Açes preventivas
Rebilimção
Ouros
(
(
(
( )
)
)
)
) )
5. Diagnóstico cirúrgico: ___________________________ _
6. Percepção da essoa frente à experiência com o seviço de saúde:
Positiva *
Aceitável * *
Negativa ***
Ouros
* A sa cosidea er sido bem atendida, ão manifesa nenhuma queixa quano ao aendimento.
* * Cosidera er sido bm atendida, mas manifesta alguma queixa.
*** Considera não ter sido bem atendida e manifesa queixs.
(
(
(
( )
)
)
7.
icldes
enconrados após a alta hospitalar:Habilidade pra o auto-cuidado
Acomodações da casa
Morar sozinho
Depender dos ouros
Relacionmento familir
Situação de rablho
Situação fmanceira
Mudnça no estilo de vida
Mudança na iagem coorl
Compeensão sobe orientações
Retonos ao serviço de saúde
Necessidade de Orientações
8. Fz u
s
o de medicação em decoência da cirurgia ealizada:Não ( )
Sim ( )
prescrita , ( )
não prescita ( )
ll. DAOS FUNCIONAIS DE SAÚDE
NÇÃO
1. Repação
Pão visual
Mnido ( )
ledo ( )
UNÇÃO
2. Crculação
Pão usul
Mnido ( ) ldo ( )
PROBEMA
1.1. Respração
PROBLEMA
2.1. Crculação
113 R. B ... fm., Bia. 45 (13): 105- 1 15, Vet. 12.
SOLUÇÃO
1.2. Respção
Nuricionl ( Frmacol6gica (
Técnica (
Ouros (
SOLUÇÃO
) )
)
)
2.2. Cculação
Nuicionl ( . ) Farmacol6gica ( )
Técnica ,( )
Ouros '( )
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
( )
)
)
)
)
)
)
)
)
)
NÇÃO
3.
ngeaocao
o uslMnido ( )
lo( )
UNÇÃO
4. ção
Pão usul
Mnido ( )
ldo ( )
UNÇÃO
11."o�naçãol 11.1. "omentaçãol 11.2."o�ntaçãol
Deblção
o usul
nio ( )
ldo ( )
UNÇÃO
12. Comuicação
Po usl
Mnido ( )
ldo ( )
PROBMA SOLUÇÃO
3.1. aD8 3.2.ot
. Nuiciol ( )
Fol6ica ( )
Técnica .( )
Ouros ( )
PROBEMA SOLUÇÃO
4.1. Elinação 4.2. Elinção
---Nuicionl ( )
) )
)
PROBEMA
/
Deambulação
PROBIIA
12.1. Comunicaço
. Fnaco16gica (
Técnica (
Ouros (
SOLUÇÃO
Deambulação Nuricionl ( Fnco16gica ( Técnica �(
Ouros (
SOLUÇÃO
12.2. Comunicação
Nuricionl ( )
Fnaco16gica ( )
Técnica ( )
Ouros ( )
)
) ) )
NÇÃO
13. Sexuidade
P�o-usual
Mnido ( )
Aldo ( )
NÇÃO
14. Bmocionl Pão usul Miido ( )
Alrado ( )
PROBM.
13.1. Sexuaidade
PROBEMA
14.1. B.ecioal
115 R. Is. Enfm., Bulia, 45 (13): l5-115, abiVet. 1992.
SOLUÇÃO
13.2. Sexuidde
Nuiciont ( FnnacólógiCa ( Técnica (
Ouros (
SOLUÇÃO
14.2. S.cionl
Nuicional ( FnnaC9lógica (
Tica (
Ouos (
) ) ) )