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Entendendo o toque terapêutico.

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Academic year: 2017

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E NT E NDE N DO O TOQU E T E RAP Ê U T I CO

Maria Julia Paes da Silva * Arlete Silva *

Canen Apaecida da Silva Cuz *: Joana Darc Lucena de Almeida * * *

R E S U MO

-O p resente a rt i g o t e m p o r o bj e t i vo fo r n e c e r u ma v i sã o d o q u e é o toq u e te ra p ê u t i co p r o posto p o r D o l o re s K r i e g e r . P a ra i sto, d i sco r re-se so b re conceitos d o toq u e e do toq u e te r l pê u t i co ( T T ) , tendo como refe r e n ­ c i a l teór i co a c o n ce pçã o e n e rgética d a n a t u rez a . C ita a s bases co n ce i t u a i s pa ra e n te n d e r o p rocesso d e c u ra at ravés d o toq u e t e r a pê u t i co , a t r i b u tos i npo rta ntes q u e d evem ser o b s e rvados pe l a pessoa q u e o u t i l i z a rá como i n ­ t e rvenção e s u a téc n i ca c o m a s 5 fases. E xe mp l i fi c a , most ra n d o resu l ta dos co n seg u i dos após sua a p l icação, e m expe r i mentos a m e r i c a n o s .

ABSTRACT

- T h e p rese n t a rt i cl e a s pects of t h e t h e r a p e u t i c t o u c h d e sc r i be d a n d p ro pose d to n u rses b y D o l o res K r i eg e r . S h e ma kes a n exp l a n a t i o n o f t h e c o n ce pts of t o u c h , e n e rg y a nd t h e ra p e u t i c touch ( T T ) . T he co n ce pt u a l bases a re p o i nted o u t t o u n d e rsta n d t h e c u re p rocess o f t h'e T . T . a n d t h e t ec h n i cs i n f i ve sta g e s . S h e g i ves ex e mp l e s w h i c h a re resu l ts of TT a p p l i ca t i o n .

1

I N TRODUÇÃO

Conceitos geris de tque

A pele é o mis sensível e antigo de nossos órgãos, o primeiro meio de comunicação com o mundo.

É

aravés dela que o organismo apende o seu mbiente, que o mundo exterpo é perce­ bido ; é a proteção para os tecidos do interior do copo, confome elaa MONT AGU 1 6 .

A pele é a base dos receptores sensoriais, onde está localizado o mais delicado de todos os sentidos , o tato, o primeiro a surgir e a de­ senvolver-se no embrião humano, diz o autor.

Muitas expresses usadas no nosso di

��

dia, referem-se às funções da pele, cono por exemplo: "dar um toque" (telefonar) para al­ guém; "toque pessoal" referindo-se a algo mais que o ato mecânico; pessoa cheia de "não-me­ toques" para pessoa hipersensível; pessoas que "têm tato" ou "não têm tato" nó tatamento com outras, e assim por diante, segundo MON­ TAGU ' 6.

O toque tem sido relacionado a uma das foas mais impotntes da comunicação não­ verbal e pode envir mensagens positivas e ne­ gaivas pra as pessoas, fmm BLONDIS , J ACKSON', LE MA Y' 3.

O toque pode tansmitr senimentos de simpatia, inteesse, preocupação, aceitação , se­ gurança, por contribuir na redução da ansiedade e proporcionar em-estar físico' e psicológico;

pode também transmitir sentimentos de hostili- ' dade, raiva, medo e, como as ouras formas de comunicação não verbal, pecisa ser validado e intepretado no contexto em que ele ocor-e1 , , , 7 1 7 1 9 .

LE M A Y ' 3 , citando Watson , deÍme o toque como um contato ísico intencional entre dus oU mais essoas e classiica-o em instrumental e expressivo.

Toque insrumental é o contato ísico deli' berado, necessrio para o desemenho de uma especíica trefa; toque expressivo é m contato elativamente espontâneo e afetivo, não neces­ sariamente relacionado a uma taefa ísica' 3.

Duante a rotina diária, as enfemeiras to­ cam com freqüência no paciente, ms rarmente usam toque expressivo.

LE MA Y' 3 e DAVIS 5 advetem que o toque deve ser usado de forma cuidadosa, consideran­ do-se a privacidade e espaço essoal do pacien­ te, suas diferenças individuais , culturais e o seu consentmento.

Conce pção ene rgét ica da natu reza

Desde o Século XVII que a ísica tem sido o exemplo de uma ciência exata e servido como modelo para toas as outras ciências. Durante

* Enfemeira, Assistente do Deparaento de Enfermagem Médico -CiÚrgica - EEUSP. ** Biologisa, Laoratório do Centro Cirúrgico do HCFMUSP.

* * * Enfemeira, Prof. Adjuno. Dept� de Enf. Univer. Federal de Mato Grosso

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aproximadmente 2 séculos e meio, os físicos e utilm de uma visão mecanicita do mundo para desenvolver a esutura conceiual do que é conhecido como física clássica, baseando suas idéias na eoria matemática e lsaac Newton, na ilosoia de René Desctes � na metodologia cieníica defendida por Francis Bacon3 , 1 8 .

Nessa estutura conceitual, que ainda hoje é a base à compeensão do homem e do mundo pra a maioria das pessoas, a matéria é a base de toda a eisência, o mundo é uma gigantesca máquina comosta de eças elementes e os fenômenos odem ser compreendidos desde que reduzidos a seus Comonentes básicos.

No Século XX, a física passou por revo­ luçes conceituais que mostam as limitações dessa visão mecanicista e levm a uma visão orgânica, ecol6gica, também emelhnte a visão dos místicos de todas as épcas 1 8 .

Na concepção dessa "nova" ísica, chama­

da ísica quântica (quantum = quantidde es­

cica de algo), o universo deixa de ser viso

como uma máquina, composta or um immito

-de objetos, pra ser -descrito como m todo

dinmico, indivisrvel, cujas 'pates estão essen­ cialmente interelacionadas e s6 podem ser en­ tendidas como mdelos de um pcesso c6smi­ c03 , ' .

Nas exeriências realizadas pelos ísicos, observou-se que os átomos "não são RrtícJlas duras, s6lidas, mas vastas egiões de espaço onde patículas exemente equenas - os elérons - se movimentam ao edor do núcleo; Essas ptículas subatômicas - os eléons, po­ tons e neuons no núcleo - são entidades muito absratas e têm um aspecto dual: dependendo do modo como' as obsevamos, apresentam-se oa como partículas, ora como ondas" 3 .

A ísica clássica descreve coisas, objetos individuais no espaço e suas mudnçs no tem­

o, pediz acontecimentos, admite uma ealida­ de objetiva "fora daqui" e aceita que, possamos obsevar algo em moiicá-lo; enquatto que a ísica quântica descreve condutas estatísticas de sistems, pediz probabilidades , não aceita uma realidade objetiva sepda de nossa expe­ iência. e que odemos obsevar algo sem modi­ icá-lo.

É

bom lembrr, que a física quântica não substiui a ísica newtonana. Poém, ela conti­ nua válida deno de seus imites. O que os físi­ cos neste século xx descobrram, é que a foma como se vinha obsevando a natueza não é su­ icientemente compreensível pa explicar tudo quanto podemos observar.

A mais impornte conseqüência dessa nova esutura conceitul, é a compeensão de que .a

assa nada mais é senão uma fora de energia a , 1 8 . Nos prcessos de colisão de alta energia, em í­ sica, as patículas mateiais seão criadas e des­ uídas, sendo suas massas transfomadas em

70 R. Bs. Efen., Bsia, 4 (4): 69-73, out./dz. 1 9 9 1

energia de moviento e vice-versa"3.

A ciência modena tomou consciência de que tdas as teorias cienticas são apoxi­ maçes da verdadea natueza da realidade, e tmém entendeu que cada eoria é válida para uma certa gama de fenômenos.

CAPRA 3 refere que a pesquisa biomédica terá que ser integrada num sisema mais mplo de assistência à saúde, em que as mnifestações das enfermidades sejam vistas como resultanes da inteação coo, mente e meio ambiente.

Os conceitos de saúde e doença precism ser reensados nese novo padigma, onde o orgnismo humno é visto coo um micocos­ mo do universo, e as lutuaçes ente equilbrio e desequilbio são vistas como um pcesso na­ l que core ao longo de todo o ciclo vital.

É

denro dessa esrutura conceitual que o toque terapêutico deve ser esudado e compre­ endido.

Conceitos gera i s do toque te rapêutico

O toque teraêutico, temo que vem sendo usado mis recentemene pra a imposição de mãos, é uma técnica terapêutica que tem sido aplicada há muito temo.

As bases conceituais pa enender o pro­ cesso de cura do toque terapêutico são apresen­ tados por BUGUSLA WSKJ2.

- o homem é m campo de energia;

- o homem e o mbiente estão

contínuamen-te, simultâneamene e mútuamente ocan­ do enrgia um com o ouo,

d

ntendend-se por mbiente todo o exeior do homem,' ,

inclusive oura pessoa;

- a odem universal é uma força inata a tdo cmpo de energia.

Ese cmpo energéico, ou força vital, é' uma foma de energia eleomagnética; é a cor­ rente animadora da vida8 .

É

empegando as coenes de força vital, que luem natulmente s mãos de todas s

pessoas, que se pode aliviar a dor, ansiedde e equilib� a energia de oura pessoa.

A foça vital tem sido chamada por difeen-,

tes noes, aravés dos emos. Assim, Cristo o chmou "luz" ; os ssos de "energia bio­ plasmática" ; Wiehelm Reich de "energia org­ ne" ; os yogues da India Oriental de ' ' 'prn'' ou "prana" ; Paacelso chmou-a "munia" ; os chi­ nees de "chi" ou "i" ; Hi6crates de "força vital da natueza" ; Buner de energia "bioc6s­ ica".

É

chmada tmbém de bioenergia, ener­ gia c6smica, éter do espaço, etc8.

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As técnicas' do toque físico e não ísico ea­ lizadas para repadronizar a energia aravés de todo o organismo , abrindo os pontos bloquea­ dos e restabelecendo, assim, o fluir naturl e o alinhamento da foça vital aravés do coro.

BOGUSLA WS2 prope alguns atributos e conceitos importantes que devem ser observa­ dos ela pessoa que utilizará o toque teraêuti­ co como intervenção:

- peiro, é ter a intenção de ajuar o ou­ to, querer que aquela pessoa sinta-se em;

- segundo, é ter habilidade de concen­ tração; o toque teraêutico é um processo cons­ ciente, que não pode ser desenvolvido de ma­ neira descuidada, com o pensamento em ouro lugar;

- terceiro, é ter habilidade para centali­ zar-se;

- quto, é importante que o terapeuta não se sinta cansado, sinta-se bem, pois se ele não for capaz de centralizr-se, em vez da fonte universal de energia, é a sua energia pessoal que será usada;

- quinto, o terapeuta está tansmitindo a energia universal, ordenada, que exise denro

. de todos n6s e no ambiente, e não sua energia

essoal;

- sexto, outro conceito importane e difícil para os iniciantes intenalizem, é o "esforço sem esforço"; se o terapeuta centaliza e tem a intenção de ajudar o cliente, a unicidade do te­ rapeuta com o mbiente e o desejo do cliente em estr bem, faá com que naturalmente a

. energia necessária seja captada pelo cliente ;

- sémo, é importante que o terapeuta su­ gra ao cliente exercícios de visualização, que envolvem a ciação de uma igura mental que possa auxilir o cliente na epadronização da energia.

2

T É C N I CA DO TOQ U E T E RA P Ê U T I CO

n.T.)

-

DO lOR ES KR I E G E R

Toque terapêutico refere-se, no presente trabalho, à técnica descrita pela enfereira Do­ lores Krieger" . Esta autora desenvolveu a téc­ nica ap6s' estudr a medicina oriental, a ioga e uma investigação sobre imposição de mãos conduzida por Dora Kunz, observadora da cura pranomal.

Atavés de uma sistemática pesquisa das práticas terapêuticas de todo o mundo, recohe­ ceu um univeso de expressões, indicando o sentido subjeivo e intuitivo das práticas entre os terapeutas das difeentes culturas.

No livo "Toqle Terapêutico" , KRE­ GER" nos descreve de maneira acessível, a metdologia empegada. A idéia de "milagre" é descada e aiora a valorização do poder natu­ ral de cura do pr6prio homem. Esta autora des­ ceve o terapêutico como um ato de cua, que tem sido praticado por séculos na India, onde

. yogues esceveam sobe a energia curativa, que é chamado por eles de prana.

A terpia do toque é, em pimeio lugar, um ato consciente de intevenção teapêutica" e, prncipalmente, um ato de direcionr e manter duante todo processo, um estudo de tensão li­ ve e de intenção de cura. O toque terapêutico empega um esfoço medita.tivo para ajudr o paciente a repadronizar a sua energia; tem a unção de acelerar o pocesso de cura, pois co­ mo enfatiza KRIEGER " , s6 o paciente pode cuar totalmente a si mesmo.

O prcesso de terapia do toque pode ser descrito em cinco fases" :

1 . Centralização do Teraeuta

2. Avaiação do Campo Energético do

Pa-ciente

3 . Dinmização do Campo

4. Direção e Modulação da Energia 5 . Reavaliação do Campo

Inicialmente, a concentração do teraeuta tem por fnalidade sua centralização, com o in­ tuito de desenvolver um estado de equilbrio in­ teno, obtido aravés de exercícios pr6prios e smples, como por exemplo, sentar-se relaxa­ dmente e alinhadamente". ,pasando a executar movimentos de tronco lateral e itmicamente, tentando localizar as áreas de tensão e desfzê­ las, até que sobrevenha uma sensação de bem estar.

MACR AE1 4 cita a imporância da centali­ zação , que consiste no ato de se recolocr conscientemente em um estado de calma, de aleta, de interação de si mesmo com o aqui e agora.

Em seguida, vem o que se pode chmar pe­ lo terapeuta de Avaliação, 'onde ele sente, com a imposição das mãos a uma .distância de 3 a 5 cm da pele do paciente, o campo energético do mesmo. Nesta etapa, deve ser consierada a motivação do terapeuta para a cura. O terapeuta percebe diferenças no campo energético do pa­ ciente , detecando lcais com diferentes tempe­ raturas, formigmento , difeença de pessão , etc.

Uma vez detectado o campo energético , inicia-se o processo de descongesionmento do luxo energético , ou seja, a' Dinaização dese campo. Obseva-se então, a transfeência' da energia pelo deslocamento desta, através do te­ raeuta para o paciente, ou de um lugar para outro, no póprio campo do paciente. Nesta fa­ se, há uma smultaneidade de ações : a Dreção e a Modulação de energia para a cura, além de uma troca energética que ocorre no moento em que o terapeuta pensa em inicir o processo, estabelecendo assim uma relação hamoniosa.

Ap6s essa fase de Direção e Modulação, vem em seguida a Reavaliação do campo energético pra a veriicação da hamonia do mesmo. As fases mencionadas anteriomente,

(4)

poem se sobepor à medida em que > teraeuta vai e desenvolvimento e einaento esta c­

nica. Potanto, a duraão do toque vaia se�n­

do a capcidade do erapeuta em se cenlr, cohecer o cpo energéico do pciente e edecioná-lo.

Comuene, nos elatos de KREGER 1 0 , 1 1 , 1 2, existe uma grnd,e moivação para o des(n­ volvimento do auto-conheciento do terapeuta e, ar

vés da consciência aberta, ese estará apto ao envolvimento erapeuta-pciene.

Reforçmos que a energia envolvida no prcesso será ransferida ao paciente, aravés do eaeua, sem esforço e de m modo naural,

ou deslocada de um local pra outo no pacien­ e, confome a necessidade. É e grande valia que se entenda que o teraeuta é um canal ou condutor de energia, e nunca um gerdor desta.

À medida em que o teaeuta desenvolve esta pática, passa a apesenr muanças na sua capcidade de- sentir o ouro, desenvolvendo fa­ culdades naturais de comunicção e tendo maior fcilidde de explorr sua pópria mente in­ consciente.

É

elevnte lembar que indeen­ dente do toque teraêutico resultr em cura, ele sempre proporciona ao paciente um estado de elaxamento, bem estar, paz, hmonia e dimi­ nuição da ansiedde.

Experimentos com o Toque Tera pêutico

n.T.'

V árias pesquisas expeimentis form de­ senvolvidas pra tentar compreender o processo do T.T. , justiicá-lo cientiicamente e demons­ r sua eicácia; ene elas, odem ser citadas:

1 - Pra entar medir o T.T. aravés de po­

cedimentos paonizados, o bioquímico Benrd Grad usou sementes de cevda, divididas igulmente em ês upos: gupo expemenl

A e grupos conroles B e C. As semenes A, r' ,

rigdas com água energizada elo teapeuta Es­ tebny, botrm mais apidente, os brotos cescerm máis lto e as plantas tinhm mis clooila. Os grupos conroles� rigados com

ouro 'tipo de água, não apresentm tais crac­

erísticas1 o

, 1 2, 1 5.

2 - Em um outo expeento com 30 ca­ mundongos, foram feitas lesoés semelhntes de pele; nas costas de tdos eles. Foram divididos em rês rupos iguis. O gupo experimentl I, ' energizado elas mãos do terapeuta Estebany, mosrou taxas de cura foteente signicativas. O mesmo não aconteceu com o grupo conole 11, ratado de maneira difeente, e'�bém com o gupo conrole m, energizado por não terá­ elts, e modo idênico ao gupo J1 2 , 1 5.,

3 - KREGER 1 2 elizou vários experimen­ tos em grupos , de pessos, pra veriicr se os valoes' dé noglobna aumentain depois do

r.T. À eIa que as esquisas foram sendo

'2 R. Bs. Enfem., BmOia, 44 (4): 69-73, out.ldez. 1 99 1

desenvolvidas, a autora conseguiu conrolr possíveis vriáveis inteferenes, como idde, sexo, medicação, diea, fumo, recentes traumas, etc., e, em um dos estudos elizados em 1972, as hióteses form novente connndas e os valoes de hemoglobina mosrrm-se signica­ tivmene aumenados, 1 O, 1 2, 1 5.

4 - MACRAE1 4 nos relata um experimento

que mosrou á imoância em se erceber o cmo de energia, quando ao imostr as mãos sobe m goto de 10 anos com leucemia, ele

eferiu que a dor ,senida no seu abdômem foi paa suas enas, e depois saiu pelos seus pés, à meida que movientava as mãos pelo seu cor­ p01 4.

5 - Paa ajudár na compeensão do processo do T.T., temos a fotoaia Kirlian, que gera conovérsia quanto à sua validade, mas' mosra um auento do campo de energia nos sees hu­ manos ós a aplicação da técnica 1 0 , 1 2, 1 5.

6 - HEDT" elata uma pesqisa dos efeitos

do T. T. no nível de ansiedde em pacienes

hospitalizados. Ela trabalhou com 90 pacientes hospitlizados, divididos em 3 guos, em ua

uniade cdiovasculr de m hospitl geral de

Nova York, com idade viando de 2 1 a 65

anos. O 12 gupo ecebeu o T.T. , o 22 gupo e­

cebeu o toque casual e o 32 gupo não foi toca­ do. Os esultados mosm que o guo que

recebeu o T. T. presentou score signiicati va­

mente menor de nsiedade, e os outros dois upos não ivem diferenças signiicativas en­ re si.

3

CON S I DE RAÇÕES F I NAIS

A evolução de uma tecnologia e o estilo de vida inerente a uma cultura pópia, ene outros fatoes, nos faz epensr nos efeitos do proges­ so no indivíduo, sob o ponto de vista de saúde física e psíquica.

Veica-se uma gama de opçes a favor da

saúde, que odem ser válidas se enadas e es­

tudadas cientiicmente como complemento pa­ ra o viver em, incorendo o enos possível nos efeitos colateais de fáma' :os no orgnismo e no alto custo da teapia alopâ@a.

As causs da revaloiza�ão das páticas al­ tenativas são váias e elas odem ser conside­ rdas, de ua manea: geal, menos invasivas, mis humanas, ais acessíveis à rande maioia da população, além ,do qu'e podem ser liads a ouos traentos. Outra possível causa seia a ineicácia dos tratmenJos alopáticos em deter­ minadas circunstâncias.

(5)

peconceiuosa-mente, o homem muitas ve�es s6 acredita naqui­ lo que vê e na pesquisa cientica ortodoxa, que tem, por sua vez, muitas limitações.

O toque terapêutico é uma técnica baseada numa ilosoia de vida e numa concepção energética da natureza, tendo por rmalidade mobilizar no dente sua capacidde de auto­ cura e tentando sanar aspectos ísicos, espi­ tuais e psicossomáticos a dença.

O toque terapêutico valoriza o homem e dá a oporunidade para entender a potencialidade

do organismo humno como fonte de cura para si e para os ouros.

Consideramos impornte que mais pesqui­ sas sejam esenvolvidas sobe o assunto, entre ouros asectos já citados , tmbém porque o embasamento do toque terapêutico econhece a pessoa enquanto ser energético, que está em equilbrio quando numa relação ' hmoniosa consigo mesma, com os ouros e com a pópria naeza. E, sobretudo, orque os seus esulta­ dos são bastante positivos !

R E F E R Ê N C I AS B I B L I OG RÁ F I CAS

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frabalho realizado com a colaboração da Pro! Roemare Luea B .da Costa

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