E NT E NDE N DO O TOQU E T E RAP Ê U T I CO
Maria Julia Paes da Silva * Arlete Silva *
Canen Apaecida da Silva Cuz *: Joana Darc Lucena de Almeida * * *
R E S U MO
-O p resente a rt i g o t e m p o r o bj e t i vo fo r n e c e r u ma v i sã o d o q u e é o toq u e te ra p ê u t i co p r o posto p o r D o l o re s K r i e g e r . P a ra i sto, d i sco r re-se so b re conceitos d o toq u e e do toq u e te r l pê u t i co ( T T ) , tendo como refe r e n c i a l teór i co a c o n ce pçã o e n e rgética d a n a t u rez a . C ita a s bases co n ce i t u a i s pa ra e n te n d e r o p rocesso d e c u ra at ravés d o toq u e t e r a pê u t i co , a t r i b u tos i npo rta ntes q u e d evem ser o b s e rvados pe l a pessoa q u e o u t i l i z a rá como i n t e rvenção e s u a téc n i ca c o m a s 5 fases. E xe mp l i fi c a , most ra n d o resu l ta dos co n seg u i dos após sua a p l icação, e m expe r i mentos a m e r i c a n o s .ABSTRACT
- T h e p rese n t a rt i cl e a s pects of t h e t h e r a p e u t i c t o u c h d e sc r i be d a n d p ro pose d to n u rses b y D o l o res K r i eg e r . S h e ma kes a n exp l a n a t i o n o f t h e c o n ce pts of t o u c h , e n e rg y a nd t h e ra p e u t i c touch ( T T ) . T he co n ce pt u a l bases a re p o i nted o u t t o u n d e rsta n d t h e c u re p rocess o f t h'e T . T . a n d t h e t ec h n i cs i n f i ve sta g e s . S h e g i ves ex e mp l e s w h i c h a re resu l ts of TT a p p l i ca t i o n .1
I N TRODUÇÃO
Conceitos geris de tque
A pele é o mis sensível e antigo de nossos órgãos, o primeiro meio de comunicação com o mundo.
É
aravés dela que o organismo apende o seu mbiente, que o mundo exterpo é perce bido ; é a proteção para os tecidos do interior do copo, confome elaa MONT AGU 1 6 .A pele é a base dos receptores sensoriais, onde está localizado o mais delicado de todos os sentidos , o tato, o primeiro a surgir e a de senvolver-se no embrião humano, diz o autor.
Muitas expresses usadas no nosso di
��
dia, referem-se às funções da pele, cono por exemplo: "dar um toque" (telefonar) para al guém; "toque pessoal" referindo-se a algo mais que o ato mecânico; pessoa cheia de "não-me toques" para pessoa hipersensível; pessoas que "têm tato" ou "não têm tato" nó tatamento com outras, e assim por diante, segundo MON TAGU ' 6.O toque tem sido relacionado a uma das foas mais impotntes da comunicação não verbal e pode envir mensagens positivas e ne gaivas pra as pessoas, fmm BLONDIS , J ACKSON', LE MA Y' 3.
O toque pode tansmitr senimentos de simpatia, inteesse, preocupação, aceitação , se gurança, por contribuir na redução da ansiedade e proporcionar em-estar físico' e psicológico;
pode também transmitir sentimentos de hostili- ' dade, raiva, medo e, como as ouras formas de comunicação não verbal, pecisa ser validado e intepretado no contexto em que ele ocor-e1 , , , 7 1 7 1 9 .
LE M A Y ' 3 , citando Watson , deÍme o toque como um contato ísico intencional entre dus oU mais essoas e classiica-o em instrumental e expressivo.
Toque insrumental é o contato ísico deli' berado, necessrio para o desemenho de uma especíica trefa; toque expressivo é m contato elativamente espontâneo e afetivo, não neces sariamente relacionado a uma taefa ísica' 3.
Duante a rotina diária, as enfemeiras to cam com freqüência no paciente, ms rarmente usam toque expressivo.
LE MA Y' 3 e DAVIS 5 advetem que o toque deve ser usado de forma cuidadosa, consideran do-se a privacidade e espaço essoal do pacien te, suas diferenças individuais , culturais e o seu consentmento.
Conce pção ene rgét ica da natu reza
Desde o Século XVII que a ísica tem sido o exemplo de uma ciência exata e servido como modelo para toas as outras ciências. Durante
* Enfemeira, Assistente do Deparaento de Enfermagem Médico -CiÚrgica - EEUSP. ** Biologisa, Laoratório do Centro Cirúrgico do HCFMUSP.
* * * Enfemeira, Prof. Adjuno. Dept� de Enf. Univer. Federal de Mato Grosso
aproximadmente 2 séculos e meio, os físicos e utilm de uma visão mecanicita do mundo para desenvolver a esutura conceiual do que é conhecido como física clássica, baseando suas idéias na eoria matemática e lsaac Newton, na ilosoia de René Desctes � na metodologia cieníica defendida por Francis Bacon3 , 1 8 .
Nessa estutura conceitual, que ainda hoje é a base à compeensão do homem e do mundo pra a maioria das pessoas, a matéria é a base de toda a eisência, o mundo é uma gigantesca máquina comosta de eças elementes e os fenômenos odem ser compreendidos desde que reduzidos a seus Comonentes básicos.
No Século XX, a física passou por revo luçes conceituais que mostam as limitações dessa visão mecanicista e levm a uma visão orgânica, ecol6gica, também emelhnte a visão dos místicos de todas as épcas 1 8 .
Na concepção dessa "nova" ísica, chama
da ísica quântica (quantum = quantidde es
cica de algo), o universo deixa de ser viso
como uma máquina, composta or um immito
-de objetos, pra ser -descrito como m todo
dinmico, indivisrvel, cujas 'pates estão essen cialmente interelacionadas e s6 podem ser en tendidas como mdelos de um pcesso c6smi c03 , ' .
Nas exeriências realizadas pelos ísicos, observou-se que os átomos "não são RrtícJlas duras, s6lidas, mas vastas egiões de espaço onde patículas exemente equenas - os elérons - se movimentam ao edor do núcleo; Essas ptículas subatômicas - os eléons, po tons e neuons no núcleo - são entidades muito absratas e têm um aspecto dual: dependendo do modo como' as obsevamos, apresentam-se oa como partículas, ora como ondas" 3 .
A ísica clássica descreve coisas, objetos individuais no espaço e suas mudnçs no tem
o, pediz acontecimentos, admite uma ealida de objetiva "fora daqui" e aceita que, possamos obsevar algo em moiicá-lo; enquatto que a ísica quântica descreve condutas estatísticas de sistems, pediz probabilidades , não aceita uma realidade objetiva sepda de nossa expe iência. e que odemos obsevar algo sem modi icá-lo.
É
bom lembrr, que a física quântica não substiui a ísica newtonana. Poém, ela conti nua válida deno de seus imites. O que os físi cos neste século xx descobrram, é que a foma como se vinha obsevando a natueza não é su icientemente compreensível pa explicar tudo quanto podemos observar.A mais impornte conseqüência dessa nova esutura conceitul, é a compeensão de que .a
assa nada mais é senão uma fora de energia a , 1 8 . Nos prcessos de colisão de alta energia, em í sica, as patículas mateiais seão criadas e des uídas, sendo suas massas transfomadas em
70 R. Bs. Efen., Bsia, 4 (4): 69-73, out./dz. 1 9 9 1
energia de moviento e vice-versa"3.
A ciência modena tomou consciência de que tdas as teorias cienticas são apoxi maçes da verdadea natueza da realidade, e tmém entendeu que cada eoria é válida para uma certa gama de fenômenos.
CAPRA 3 refere que a pesquisa biomédica terá que ser integrada num sisema mais mplo de assistência à saúde, em que as mnifestações das enfermidades sejam vistas como resultanes da inteação coo, mente e meio ambiente.
Os conceitos de saúde e doença precism ser reensados nese novo padigma, onde o orgnismo humno é visto coo um micocos mo do universo, e as lutuaçes ente equilbrio e desequilbio são vistas como um pcesso na l que core ao longo de todo o ciclo vital.
É
denro dessa esrutura conceitual que o toque terapêutico deve ser esudado e compre endido.Conceitos gera i s do toque te rapêutico
O toque teraêutico, temo que vem sendo usado mis recentemene pra a imposição de mãos, é uma técnica terapêutica que tem sido aplicada há muito temo.As bases conceituais pa enender o pro cesso de cura do toque terapêutico são apresen tados por BUGUSLA WSKJ2.
- o homem é m campo de energia;
- o homem e o mbiente estão
contínuamen-te, simultâneamene e mútuamente ocan do enrgia um com o ouo,
d
ntendend-se por mbiente todo o exeior do homem,' ,inclusive oura pessoa;
- a odem universal é uma força inata a tdo cmpo de energia.
Ese cmpo energéico, ou força vital, é' uma foma de energia eleomagnética; é a cor rente animadora da vida8 .
É
empegando as coenes de força vital, que luem natulmente s mãos de todas spessoas, que se pode aliviar a dor, ansiedde e equilib� a energia de oura pessoa.
A foça vital tem sido chamada por difeen-,
tes noes, aravés dos emos. Assim, Cristo o chmou "luz" ; os ssos de "energia bio plasmática" ; Wiehelm Reich de "energia org ne" ; os yogues da India Oriental de ' ' 'prn'' ou "prana" ; Paacelso chmou-a "munia" ; os chi nees de "chi" ou "i" ; Hi6crates de "força vital da natueza" ; Buner de energia "bioc6s ica".
É
chmada tmbém de bioenergia, ener gia c6smica, éter do espaço, etc8.As técnicas' do toque físico e não ísico ea lizadas para repadronizar a energia aravés de todo o organismo , abrindo os pontos bloquea dos e restabelecendo, assim, o fluir naturl e o alinhamento da foça vital aravés do coro.
BOGUSLA WS2 prope alguns atributos e conceitos importantes que devem ser observa dos ela pessoa que utilizará o toque teraêuti co como intervenção:
- peiro, é ter a intenção de ajuar o ou to, querer que aquela pessoa sinta-se em;
- segundo, é ter habilidade de concen tração; o toque teraêutico é um processo cons ciente, que não pode ser desenvolvido de ma neira descuidada, com o pensamento em ouro lugar;
- terceiro, é ter habilidade para centali zar-se;
- quto, é importante que o terapeuta não se sinta cansado, sinta-se bem, pois se ele não for capaz de centralizr-se, em vez da fonte universal de energia, é a sua energia pessoal que será usada;
- quinto, o terapeuta está tansmitindo a energia universal, ordenada, que exise denro
. de todos n6s e no ambiente, e não sua energia
essoal;
- sexto, outro conceito importane e difícil para os iniciantes intenalizem, é o "esforço sem esforço"; se o terapeuta centaliza e tem a intenção de ajudar o cliente, a unicidade do te rapeuta com o mbiente e o desejo do cliente em estr bem, faá com que naturalmente a
. energia necessária seja captada pelo cliente ;
- sémo, é importante que o terapeuta su gra ao cliente exercícios de visualização, que envolvem a ciação de uma igura mental que possa auxilir o cliente na epadronização da energia.
2
T É C N I CA DO TOQ U E T E RA P Ê U T I CO
n.T.)
-DO lOR ES KR I E G E R
Toque terapêutico refere-se, no presente trabalho, à técnica descrita pela enfereira Do lores Krieger" . Esta autora desenvolveu a téc nica ap6s' estudr a medicina oriental, a ioga e uma investigação sobre imposição de mãos conduzida por Dora Kunz, observadora da cura pranomal.
Atavés de uma sistemática pesquisa das práticas terapêuticas de todo o mundo, recohe ceu um univeso de expressões, indicando o sentido subjeivo e intuitivo das práticas entre os terapeutas das difeentes culturas.
No livo "Toqle Terapêutico" , KRE GER" nos descreve de maneira acessível, a metdologia empegada. A idéia de "milagre" é descada e aiora a valorização do poder natu ral de cura do pr6prio homem. Esta autora des ceve o terapêutico como um ato de cua, que tem sido praticado por séculos na India, onde
. yogues esceveam sobe a energia curativa, que é chamado por eles de prana.
A terpia do toque é, em pimeio lugar, um ato consciente de intevenção teapêutica" e, prncipalmente, um ato de direcionr e manter duante todo processo, um estudo de tensão li ve e de intenção de cura. O toque terapêutico empega um esfoço medita.tivo para ajudr o paciente a repadronizar a sua energia; tem a unção de acelerar o pocesso de cura, pois co mo enfatiza KRIEGER " , s6 o paciente pode cuar totalmente a si mesmo.
O prcesso de terapia do toque pode ser descrito em cinco fases" :
1 . Centralização do Teraeuta
2. Avaiação do Campo Energético do
Pa-ciente
3 . Dinmização do Campo
4. Direção e Modulação da Energia 5 . Reavaliação do Campo
Inicialmente, a concentração do teraeuta tem por fnalidade sua centralização, com o in tuito de desenvolver um estado de equilbrio in teno, obtido aravés de exercícios pr6prios e smples, como por exemplo, sentar-se relaxa dmente e alinhadamente". ,pasando a executar movimentos de tronco lateral e itmicamente, tentando localizar as áreas de tensão e desfzê las, até que sobrevenha uma sensação de bem estar.
MACR AE1 4 cita a imporância da centali zação , que consiste no ato de se recolocr conscientemente em um estado de calma, de aleta, de interação de si mesmo com o aqui e agora.
Em seguida, vem o que se pode chmar pe lo terapeuta de Avaliação, 'onde ele sente, com a imposição das mãos a uma .distância de 3 a 5 cm da pele do paciente, o campo energético do mesmo. Nesta etapa, deve ser consierada a motivação do terapeuta para a cura. O terapeuta percebe diferenças no campo energético do pa ciente , detecando lcais com diferentes tempe raturas, formigmento , difeença de pessão , etc.
Uma vez detectado o campo energético , inicia-se o processo de descongesionmento do luxo energético , ou seja, a' Dinaização dese campo. Obseva-se então, a transfeência' da energia pelo deslocamento desta, através do te raeuta para o paciente, ou de um lugar para outro, no póprio campo do paciente. Nesta fa se, há uma smultaneidade de ações : a Dreção e a Modulação de energia para a cura, além de uma troca energética que ocorre no moento em que o terapeuta pensa em inicir o processo, estabelecendo assim uma relação hamoniosa.
Ap6s essa fase de Direção e Modulação, vem em seguida a Reavaliação do campo energético pra a veriicação da hamonia do mesmo. As fases mencionadas anteriomente,
poem se sobepor à medida em que > teraeuta vai e desenvolvimento e einaento esta c
nica. Potanto, a duraão do toque vaia se�n
do a capcidade do erapeuta em se cenlr, cohecer o cpo energéico do pciente e edecioná-lo.
Comuene, nos elatos de KREGER 1 0 , 1 1 , 1 2, existe uma grnd,e moivação para o des(n volvimento do auto-conheciento do terapeuta e, ar
�
vés da consciência aberta, ese estará apto ao envolvimento erapeuta-pciene.Reforçmos que a energia envolvida no prcesso será ransferida ao paciente, aravés do eaeua, sem esforço e de m modo naural,
ou deslocada de um local pra outo no pacien e, confome a necessidade. É e grande valia que se entenda que o teraeuta é um canal ou condutor de energia, e nunca um gerdor desta.
À medida em que o teaeuta desenvolve esta pática, passa a apesenr muanças na sua capcidade de- sentir o ouro, desenvolvendo fa culdades naturais de comunicção e tendo maior fcilidde de explorr sua pópria mente in consciente.
É
elevnte lembar que indeen dente do toque teraêutico resultr em cura, ele sempre proporciona ao paciente um estado de elaxamento, bem estar, paz, hmonia e dimi nuição da ansiedde.Experimentos com o Toque Tera pêutico
n.T.'
V árias pesquisas expeimentis form de senvolvidas pra tentar compreender o processo do T.T. , justiicá-lo cientiicamente e demons r sua eicácia; ene elas, odem ser citadas:
1 - Pra entar medir o T.T. aravés de po
cedimentos paonizados, o bioquímico Benrd Grad usou sementes de cevda, divididas igulmente em ês upos: gupo expemenl
A e grupos conroles B e C. As semenes A, r' ,
rigdas com água energizada elo teapeuta Es tebny, botrm mais apidente, os brotos cescerm máis lto e as plantas tinhm mis clooila. Os grupos conroles� rigados com
ouro 'tipo de água, não apresentm tais crac
erísticas1 o
, 1 2, 1 5.
2 - Em um outo expeento com 30 ca mundongos, foram feitas lesoés semelhntes de pele; nas costas de tdos eles. Foram divididos em rês rupos iguis. O gupo experimentl I, ' energizado elas mãos do terapeuta Estebany, mosrou taxas de cura foteente signicativas. O mesmo não aconteceu com o grupo conole 11, ratado de maneira difeente, e'�bém com o gupo conrole m, energizado por não terá elts, e modo idênico ao gupo J1 2 , 1 5.,
3 - KREGER 1 2 elizou vários experimen tos em grupos , de pessos, pra veriicr se os valoes' dé noglobna aumentain depois do
r.T. À eIa que as esquisas foram sendo
'2 R. Bs. Enfem., BmOia, 44 (4): 69-73, out.ldez. 1 99 1
desenvolvidas, a autora conseguiu conrolr possíveis vriáveis inteferenes, como idde, sexo, medicação, diea, fumo, recentes traumas, etc., e, em um dos estudos elizados em 1972, as hióteses form novente connndas e os valoes de hemoglobina mosrrm-se signica tivmene aumenados, 1 O, 1 2, 1 5.
4 - MACRAE1 4 nos relata um experimento
que mosrou á imoância em se erceber o cmo de energia, quando ao imostr as mãos sobe m goto de 10 anos com leucemia, ele
eferiu que a dor ,senida no seu abdômem foi paa suas enas, e depois saiu pelos seus pés, à meida que movientava as mãos pelo seu cor p01 4.
5 - Paa ajudár na compeensão do processo do T.T., temos a fotoaia Kirlian, que gera conovérsia quanto à sua validade, mas' mosra um auento do campo de energia nos sees hu manos ós a aplicação da técnica 1 0 , 1 2, 1 5.
6 - HEDT" elata uma pesqisa dos efeitos
do T. T. no nível de ansiedde em pacienes
hospitalizados. Ela trabalhou com 90 pacientes hospitlizados, divididos em 3 guos, em ua
uniade cdiovasculr de m hospitl geral de
Nova York, com idade viando de 2 1 a 65
anos. O 12 gupo ecebeu o T.T. , o 22 gupo e
cebeu o toque casual e o 32 gupo não foi toca do. Os esultados mosm que o guo que
recebeu o T. T. presentou score signiicati va
mente menor de nsiedade, e os outros dois upos não ivem diferenças signiicativas en re si.
3
CON S I DE RAÇÕES F I NAIS
A evolução de uma tecnologia e o estilo de vida inerente a uma cultura pópia, ene outros fatoes, nos faz epensr nos efeitos do proges so no indivíduo, sob o ponto de vista de saúde física e psíquica.
Veica-se uma gama de opçes a favor da
saúde, que odem ser válidas se enadas e es
tudadas cientiicmente como complemento pa ra o viver em, incorendo o enos possível nos efeitos colateais de fáma' :os no orgnismo e no alto custo da teapia alopâ@a.
As causs da revaloiza�ão das páticas al tenativas são váias e elas odem ser conside rdas, de ua manea: geal, menos invasivas, mis humanas, ais acessíveis à rande maioia da população, além ,do qu'e podem ser liads a ouos traentos. Outra possível causa seia a ineicácia dos tratmenJos alopáticos em deter minadas circunstâncias.
peconceiuosa-mente, o homem muitas ve�es s6 acredita naqui lo que vê e na pesquisa cientica ortodoxa, que tem, por sua vez, muitas limitações.
O toque terapêutico é uma técnica baseada numa ilosoia de vida e numa concepção energética da natureza, tendo por rmalidade mobilizar no dente sua capacidde de auto cura e tentando sanar aspectos ísicos, espi tuais e psicossomáticos a dença.
O toque terapêutico valoriza o homem e dá a oporunidade para entender a potencialidade
do organismo humno como fonte de cura para si e para os ouros.
Consideramos impornte que mais pesqui sas sejam esenvolvidas sobe o assunto, entre ouros asectos já citados , tmbém porque o embasamento do toque terapêutico econhece a pessoa enquanto ser energético, que está em equilbrio quando numa relação ' hmoniosa consigo mesma, com os ouros e com a pópria naeza. E, sobretudo, orque os seus esulta dos são bastante positivos !
R E F E R Ê N C I AS B I B L I OG RÁ F I CAS
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