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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO

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Academic year: 2021

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO

• Módulo/disciplina: Metodologia de Pesquisa Cientifica Docente(s): Wilma de Nazaré Baía Coelho

Carga horária: 10 (teórica) 10 (prática) Crédito: 10 (teórica) 10 (prática)

EMENTA: As dimensões da pesquisa, qualitativa e quantitativamente. A pesquisa e alternativas metodológicas de compreensão dos objetos dos estudos. O planejamento de processos específicos referentes a indicadores, técnicas e instrumentos de coletas de informação de dados. Projetos e relatórios de pesquisa: elementos construtivos. Requisitos de normatização de um trabalho científico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

GONDIM, Linda M. P.; LIMA, Jacob L. A pesquisa como Artesanato Intelectual: considerações sobre método e bom senso. 2ed. São Carlos: EDUFSCar, 2010. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 5ed. (Revista e Ampliada). São Paulo: Atlas, 2010.

RICHARDSON, Roberto Jarry (et al.). Pesquisa social: métodos e técnicas. 13ed. (Revista e Ampliada). São Paulo: Atlas. 2011.

• Módulo/disciplina: Bioclimatologia na Arquitetura e no Urbanismo Docente(s): Ana Kláudia de Almeida Viana e Marcela Marçal Maciel Monteiro

Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática) Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: Conceitos fundamentais. Mecanismos de adequação dos espaços construídos ao Homem e ao ambiente natural por meio de técnicas passivas de condicionamento térmico das edificações. Princípios bioclimáticos do desenho urbano e das edificações para atender às exigências de conforto ambiental em diferentes condições climáticas. Redução do impacto ambiental por meio de projetos de edifícios e de espaços exteriores com uso de novas tecnologias para o aproveitamento dos recursos naturais em ambiente urbano.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CORBELLA, Oscar e YANNAS, Simos. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos. Rio de Janeiro. Revan. 2003.

FRANCO, Maria de Assunção Ribeiro. Planejamento Ambiental para a Cidade Sustentável, São Paulo: Annablume, 2001.

OLGYAY, Victor. Arquitectura y clima: manual de diseño bioclimático para arquitectos y urbanistas. Barcelona: Gustavo Gili, 1998

• Módulo/disciplina: Informática Aplicada ao Conforto Ambiental Docente(s): Irving Montanar Franco e Vanessa da Rosa Watrin Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática)

Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: Introdução conceitual e operacional às ferramentas de análises preliminares e programas de cálculo voltado a contribuição de luz natural e artificial. Aproximação sucessiva sobre os limites inerentes a cada instrumento computacional e/ou experimental: seus potenciais, seus parâmetros de entrada de dados diretamente dependentes de parâmetros envolvendo conceitos de luz natural, geometria de insolação, nebulosidade, sazonalidade, mascaramento e carga térmica. O uso de maquetes em experimentação e aplicação de análise geométrica para validação de ferramentas computacionais, voltado a conceitos de CLD-Coeficiente de luz diurna. Uso e rotinas com os programas DLN2.4 (luz natural direta e difusa), luz do sol (cargas térmicas e nebulosidade), Relux2006 (contribuição de luz difusa e direta e luz artificial, análise de mascaramento), EcotetV5.2 (contribuição de luz difusa e direta e luz artificial, análise de mascaramento), Sketch-UP (geometria de insolação).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

C.I.E., Comission Internationale de Éclerage. Daylight. Publication nº16 (E-3.2). Paris: CIE 1970.

IESNA, ILuminating Engineering Society of North America. Recommended Pratice of Daylighting. IES RP-5. New York. IESNA. 1990.

IESNA-Iluminating Engineering Society of North America. Lighting Handbook Reference & Application. 9.ed. New York: IESNA, 2000.

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• Módulo/disciplina: Iluminação Natural Docente(s): Paulo Sergio Scarazzato Carga horária: 10 (teórica) 10 (prática) Crédito: 01 (teórica) 01 (prática)

EMENTA: Recortes históricos e proposições contemporâneas acerca da luz do dia na arquitetura; Avaliação da iluminação natural de edifícios existentes. A luz no dia no processo de projeto: recomendações e ferramentas. Iluminação natural na arquitetura: breve retrospectiva histórica; Avaliação da iluminação natural; Processo de projeto da iluminação natural; integração luz do dia – iluminação artificial; iluminação natural, conforto e saúde;

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

HOPKINSON, R.G.; PETERBRIDGE, P. Longmore, J. Iluminação Natural. 2ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian, 1975. 776p.

ILUMINATING ENGINEERING SOCIETY OF NORTH AMERICA (IESNA). Lighting Handbook Reference & Application. 9.ed. New York: IESNA, 2000. VIANNA, Nelson S.; GONÇALVES, Joana C. Iluminação e Arquitetura. São Paulo: Geros s/c Ltda. 2001. 362 p.

• Módulo/disciplina: Iluminação Artificial Docente(s): Thaiza de Souza Dias Carga horária: 10 (teórica) 10 (prática) Crédito: 01 (teórica) 01 (prática)

EMENTA: História da iluminação artificial. Bases de luminotécnica. Fontes de luz artificial: tecnologias de lâmpadas e equipamentos. Propriedades ópticas básicas da luz. A luz sob controle: sistemas de automação e edifícios inteligentes. Design de luminárias. Projeto de iluminação I : conceitos e aplicabilidade. Projeto de iluminação II: cálculo com software. Iluminação e desenho da cidade: avenidas, parques, monumentos e edifícios históricos. A luz efêmera, festividades e instalações urbanas. Introdução a iluminação espetacular e sua aplicação na arquitetura.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BRANDSTON, Howard. Tradução de Paulo Sergio Scarazzato. Aprender a ver: a essência do design da iluminação. Sao Paulo: De Maio Comunicação e Editora. 2010.

SILVA, Mauri Luiz da. Luz lâmpadas e iluminação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda. 2004.

TORMANN, Jamile. Caderno de iluminação: arte e ciência. Rio de Janeiro: Musica Tecnologia. 2006.

• Módulo/disciplina: Climatologia Urbana Docente(s): Cicerino Cabral Nascimento Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática) Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: Classificação doa climas. Princípios e critérios climáticos para diferentes regiões tropicais. Clima e ambiente urbano. A climatologia urbana como indicador de sustentabilidade. Questões ambientais ligadas ao clima. Ilhas de calor. Clima e planejamento urbano. Gestão ambiental no Brasil: estudo de caso no Estado do Pará.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

LOMBARDO, Magda A. A ilha de calor nas metrópoles: o exemplo de São Paulo. São Paulo: Hucitec, 1985.

ROMERO, Marta A. B. Princípios bioclimáticos para o desenho urbano. São Paulo: Editora Projeto, 1988.

Nascimento, Cicerino C. Clima e morfologia urbana em Belém. Belém: NUMA/UFPA, 1995.

• Módulo/disciplina: Ventilação Natural Docente(s): Mauricio Roriz

Carga horária: 10 (teórica) 10 (prática) Crédito: 01 (teórica) 01 (prática)

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EMENTA: Introdução ao Estudo da Ventilação Natural em Edificações. Ventilação, Sensações Térmicas Humanas e Conforto Ambiental. Arquitetura Bioclimática e Ventilação Natural. Importância da Ventilação em Diferentes Climas. Regime de Ventos nas diversas Regiões do Brasil. Tipos de Ventilação Natural. Ventilação por Ação Direta dos Ventos. Ventilação por “Efeito Chaminé”. Ventilação Induzida por Energia Solar. Cálculo da Ventilação por Ação Direta dos Ventos. Modelo Simplificado para Cálculo Manual. Cálculo por Simulação Computacional. Cálculo da Ventilação por “Efeito Chaminé”. Modelo Simplificado para Cálculo Manual. Cálculo por Simulação Computacional. Cálculo da Ventilação Induzida por Energia Solar. Parede Trombe. Chaminé Solar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BITTENCOURT, L.; CÂNDIDO, C. Introdução à Ventilação Natural. Maceió: EDUFAL. 2005;

TOLEDO, E. Ventilação Natural das Habitações. Maceió: EDUFAL. 1999; ASHRAE. ASHRAE Handbook – Fundamentals. I-P Edition. American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers, Inc. 2009.

• Módulo/disciplina: Eficiência Energética na Edificação Docente: Marcos André Barros Galhardo

Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática) Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: Conceitos de eficiência energética na construção civil e no meio urbano, conforto e desempenho térmico de edificações. Fatores que influenciam no consumo e na eficiência energética das edificações, variáveis climáticas, humanas e arquitetônicas. Propriedades termo físicas dos materiais, Trocas térmicas em edificações, cálculos de transmitância térmica de elementos construtivos (paredes e cobertura), avaliação de inércia térmica em construções. Métodos e técnicas para a conservação de energia em edificações, tecnologias passivas e ativas para conservação de energia, soluções para economia de água nos edifícios e sistemas de aquecimento de água. Legislação Brasileira, o PROCEL, Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE. Conceitos presentes na Regulamentação para a Etiquetagem de Nível de Eficiência Energética de Edifícios. Regulamentação para etiquetagem do nível de eficiência energética de edifícios comerciais, de serviços e públicos. Regulamentação para etiquetagem do nível de eficiência energética de edificações residenciais.

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BRASIL. Lei n. 10295, de 17 de outubro de 2001. Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia. Lex: Diário Oficial da União, Brasília, 2001;

LAMBERTS, R.; DUTRA, L. E PEREIRA, F. Eficiência Energética na Arquitetura. Florianópolis: UFSC/Procel/ Eletrobrás, 1998;

PAPST, A. L.; GHISI, E.; COLLE, F.;de ABREU, S. L.; GOULART, S.; BORGES, T. Eficiência Energética e uso racional da energia na edificação. Florianópolis: UFSC, 2005.

• Módulo/disciplina: Acessibilidade no Ambiente Construído Docente(s): Aíla Seguin Dias Aguiar de Oliveira

Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática) Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: Compreensão e discussão dos conceitos de Desenho Universal, Acessibilidade, pessoas com deficiência, leis e normas técnicas. Planejamento e execução de projetos de espaços exteriores e interiores de forma inclusiva adequando as diferentes habilidades e restrições de seus usuários (pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos, crianças). Compreensão das reais necessidades das pessoas com deficiência no ambiente: identificar e eliminar as barreiras arquitetônicas existentes, Conhecimento e interpretação das principais leis e normas técnicas sobre acessibilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9050:Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaço e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, 2004; BRASIL. Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000 e 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da

acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;

OLIVEIRA, Aíla Seguin Dias Aguiar de. Acessibilidade Espacial em Centro Cultural: estudo de casos. Florianópolis, 13 de março de 2006, 213 p. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Programa de Pós-graduação, UFSC, 2006.

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• Módulo/disciplina: Acústica Ambiental Docente(s): Elcione Maria Lobato de Moraes Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática)

Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: Introdução geral sobre acústica ambiental; Fontes de contaminação sonora; Efeitos da contaminação sonora; Objetivos da qualidade acústica; Normas e procedimentos de avaliação na acústica ambiental; Mapas de ruído: estudo de caso de Belém (mapa acústico de Belém); Mapas estratégicos de ruído; Planos de ação contra o ruído; Planejamento urbanístico com critérios acústicos: princípios de intervenção, objetivos e estratégias; Legislação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SOCIEDAD ESPAÑOLA DE ACÚSTICA. Acústica Ambiental: análisis, legislación y soluciones. Madrid: SEA, 2009.

CARNEIRO, Waldir A. M.. Perturbações sonoras nas edificações urbanas: ruído em edifícios, direito de vizinhança, responsabilidade do consumidor, indenizações: doutrina, jurisprudência e legislação. 3ed. (Revista, atualizada e ampliada). São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2004.

PATRICIO, Jorge V.. Ambiente e Edificações. Lisboa: Vírgula, 2011.

• Módulo/disciplina: Acústica de Edifício Docente(s): Gustavo da Silva Vieira Melo Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática) Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: A física do som: movimento ondulatório; frequência, comprimento de onda e velocidade do som; escala decibel; adição e subtração de níveis sonoros; atenuação do som com a distância; tipos de campo sonoro. Medição do som: medidores de nível sonoro; microfones; calibradores; analisadores de tempo real. Audição humana: orelha humana; mecanismo da audição; dB(A); efeito Haas; mascaramento sonoro; localização sonora. Fenômenos ondulatórios: coeficientes de reflexão e de absorção; difração sonora; sombreamento acústico; transparência acústica; reflexão especular e difusa; eco palpitante. Absorção Sonora: coeficiente de absorção sonora;

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absorvedores porosos/fibrosos; painéis absorvedores; ressoadores de Helmholtz. Isolação Sonora: perda de transmissão sonora; lei das massas; efeito da coincidência; paredes duplas; Classe de Transmissão Sonora; transmissão sonora de superfícies compostas; vazamentos e transmissão sonora pelos flancos; exemplos práticos. Isolação de ruído de impacto: Classe de Isolação de Ruído de Impacto; estratégias para reduzir a transmissão de ruído de impacto; pisos flutuantes. NBR 15575: descrição dos aspectos acústicos; comparação com normas internacionais. Acústica de salas: resposta impulsiva de salas; tempo de reverberação; comportamento do som em salas pequenas. Design acústico de salas: fala; música; multiuso; cinema; estúdios; escritórios.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

BISTAFA, S. R., Acústica Aplicada ao Controle do Ruído, Editora Edgard Blücher, 2ª Ed., 2011;

GERGES, S. Ruído: fundamentos e controle. Federal University of Santa Catarina U.P., Florianópolis, 2000;

METHA, M., JOHNSON, J. and ROCAFORT, J., Architectural Acoustics, Prentice Hall, New Jersey, 1999.

• Módulo/disciplina: Conforto vibracional no corpo humano Docente(s): Newton Sure Soeiro

Carga horária: 20 (teórica) 20 (prática) Crédito: 02 (teórica) 02 (prática)

EMENTA: Fundamentos de Vibração e Parâmetros Utilizados na sua Avaliação. Critérios Legais. Vibração Localizada: mãos e braços. Vibração de Corpo Inteiro. Instrumentos de Medida. Procedimento de Avaliação de Vibração. Avaliação de Vibração para Fins de Conforto. Avaliação de Vibração para Fins de Insalubridade e Aposentadoria. Técnicas e Medidas de Controle de Vibração.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

ISO 2631 Part 1:1997. Mechanical vibration and shock – Evaluation of human exposure to whole body vibration. Part 1 and 2;

ISO 5349 Part 1:2001. Mechanical vibration – Measurement and assessment of human exposure to hand-transmitted vibration. Part 1 and 2;

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SOUTH, Tim. Managing Noise and Vibration at Work. Oxford: Elsevier Butterworth Heinemann, 2004.

Referências

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