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A mensagem de Bezerra

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Academic year: 2021

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A mensagem de Bezerra

Vivemos uma hora grave na economia moral e social do planeta terrestre. A hora da grande luta soa na ampulheta dos tempos. A separação das ovelhas dá-se espontaneamente através da lei das afinidades. Honrados com o conhecimento libertador da Doutrina Espírita, descobrimos que este é o nosso momento de autoiluminação.

É a hora do despertamento para as nossas atividades libertadoras. Chega o instante da grande decisão: luz ou trevas; ação no bem ou acumpliciamento com o erro.

Não há outra alternativa. No passado, embora conhecendo Jesus através da estreiteza dogmática e da intolerância teológica, optamos por transformar a Sua mensagem em um partido de

dominação político-religiosa que vem escravizando as consciências longe do amor.

Hoje não. Banhados pelo sol da razão, descobrimos os deveres que nos compete atender e despertamos para a realidade do ser imortal que somos.

Sigamos a trilha sem olhar para trás. Reflexionemos

profundamente nas lições da Doutrina, conforme exaradas na Codificação, e, vivendo a inteireza do postulado do amor, deixemos que a caridade esteja luzindo em nossa vida.

Meus filhos, Jesus quer que apressemos a nossa marcha e segue à frente hoje, como ontem, conclamando-nos ao ministério da construção do mundo novo. Não nos detenhamos nas discussões infrutíferas. Não relacionemos desafios e dificuldades. Não coletemos mágoas ou desaires. Estuemos de júbilo pela

oportunidade rara de servir e de nos libertarmos do erro que nos vem escravizando há milênios.

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O Senhor espera que cada um de nós, Espírito encarnado ou

desencarnado, que abraça a Doutrina Espírita, cumpra com o seu dever com fidelidade aos objetivos desenhados na Doutrina, exaltados no amor. Dever que está aguardando por nós e

impondo-nos a necessidade de permanecermos até o fim, apesar das vicissitudes e das dificuldades.

A mediunidade é a ponte de luz atirada do abismo terrestre na direção do infinito amor. Deixai que por ela transitem os seres imortais, trazendo para o mundo a revelação espírita. Ide em paz, e que o Senhor vos abençoe. São os votos do servidor, humílimo e paternal de sempre,

Bezerra. Psicofonia de Divaldo Pereira Franco no dia 24/06/2001

Protestos Verbais

Ele dizia veementemente: Ainda que seja necessário morrer contigo, não te negarei. E todos também diziam

o mesmo. Marcos 14:31

É indispensável que o aprendiz sincero do Evangelho esteja sempre de mãos dadas à vigilância, no capítulo dos protestos verbais de solidariedade. As promessas mirabolantes ficam muito bem às comédias da leviandade, mas, nunca nos

compreendem sinceramente o que seja esforço, trabalho, realização.

O próprio Cristo não escapou a provas supremas dessa natureza. Ainda nas vésperas do sacrifício culminante, vemos os

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discípulos protestarem fidelidade e devotamento. Pedro e os companheiros declaravam-se unidos a Ele até o fim,

hipotecavam-lhe amor e dedicação.

Jesus, porém contava com o Pai e consigo mesmo nos testemunhos decisivos. E, apesar dos bem divinos que disseminara entre os aflitos e sofredores, não obstante o devotamento a quantos lhe buscavam o socorro sublime, o Mestre viu-se absolutamente só, desde a prisão à própria Cruz. Recebera muitos votos de

admiração, palavras de reconhecimento, declarações de

solidariedade, protestos de amor; entretanto, o exemplo final revela muitos ensinamentos aos aprendizes vigilantes.

O problema da participação experiências de alguém nunca se resumirá numa questão de palavras. No cenáculo do Senhor, notamos semelhante lição; Judas não pôde partilhar a vitória do Mestre em Jerusalém, como os demais companheiros não

conseguiram partilhar a suposta derrota do Calvário.

Lembra o Cristo, dá testemunho e segue firme, rumo à realização divina.

Nas ilusões terrestres, não é possível fugir às dificuldades desse teor. No triunfo, lutarás contra a inveja e o despeito de outrem; no sofrimento, suportarás, muitas vezes, a traição, o esquecimento e o fel dos ingratos. Não desesperes, porém. É preciso esquecer os fantasmas e permanecer servindo ao Senhor.

Título: Protestos Verbais

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier. Livro: O Evangelho por Emmanuel: Comentários ao Evangelho

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Na escola diária

Portanto, não vos inquieteis com o amanhã, pois o amanhã se inquietará consigo mesmo! MT 6:34

A paciência em si não se resume à placidez externa que estampa serenidade na face e conserva o pensamento atormentado e

convulso.

Indubitavelmente, semelhante esforço da criatura, na superfície das manifestações que lhe dizem respeito, é o primeiro degrau da paciência e deve ser louvado pelo bem que

espalha.

Paciência real, entretanto, não é feita de emoções negativas dificilmente refreadas no peito e suscetíveis de explosão.

Tolerância autêntica descende da compreensão e todos

possuímos, no íntimo, todo um arsenal de raciocínios lógicos, a fim de garantí-la por cidadela de paz na vida interior.

Em qualquer dificuldades com que sejamos defrontados não auferiremos efetivamente qualquer lucro em nos impacientarmos,

conturbando ou destruindo a própria resistência.

Muito aluno digno perde a prova em que se acha incurso no ensino não pela feição do problema proposto, e sim pela

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Recordemos que a vida é sempre uma grande escola.

Cada criatura estagia no aprendizado de que necessita e cada aprendizado é clima de trabalho com oportunidade de melhoria.

Desespero é desgaste.

Irritação é prejuízo antes do ajuste.

Reflete nisso e, à frente de quaisquer empeços, acalma-te para pensar e pensa o bastante a fim de que possas acertar com a

vida e servir para o bem.

Título: Na escola diária]

Autor: Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier. Livro: O Evangelho por Emmanuel. Comentários ao Evangelho

segundo Mateus

No mundo...

Andar no mundo fazendo o bem, Caminho certo pra ser feliz. Colher os frutos que já se tem Vestindo a túnica de aprendiz…

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………..

Buscar em tudo sempre a verdade E perdoar quem nos ofendeu.

Pra ser melhor não espere a idade… E nem procure o que não é teu. ………

Andar no mundo plantando a paz… Estrada santa do vencedor…

Tudo aquilo que aqui se faz Depois se colhe em igual teor… ………..

Andar na senda clara da fé, Maneira justa de evoluir. Ser o melhor do que já se é… Plantar o amor e fazer sorrir… ………

Aconselhar e estender a mão, Esquece a fórmula de julgar… A Deus compete qualquer questão Que não consigas equacionar… ………

Andar no mundo que nos acolhe, Abençoando espinho e flor.

Tudo ao redor, onde quer se olhe, Vibra de paz e fala de amor…

Amigo da Casa

Poema psicografado por Lucimar M. Laidens em 28/04/2016, no Centro Espírita de Caridade Dias da Cruz.

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Versos...

Tu que trabalhas a vida inteira E recebeste uma ingratidão

Espera e busca na sementeira Do amor a paz para o coração. ………

Tu que serviste e foste aviltado, Perdoa o braço que te ofendeu, Há sempre um anjo bom ao teu lado Para nortear o caminho teu…

……….

Guarda a certeza do nosso amor E vai sem medo pelo caminho. Toda jornada tem luta e dor… Todo jardim tem algum espinho… ……….

Tu que trabalhas desde a alvorada E recebeste uma grande ofensa Guarda a certeza de que por nada Vale deixar o valor da crença… Amigo da Casa

Poema psicografado por Lucimar M. Laidens, em 28/04/2016, no Centro Espírita de Caridade

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VENCERÁS

VENCERÁS

Não queiras fugir da prova urgente Rompendo as amarras do dever,

A vida te espera, mais à frente, Co’a luz que daqui não podes ver…. ………..

Terás a paz lutando por ela,

Vencendo as sombras da caminhada, E a doce aurora, radiosa e bela, Será o fanal da tua nova estrada.. ………

Segue sem medo à frente das dores, Vencendo as lutas e expiações. Nunca dissolvas teus amargores No vaso amigo dos corações. ………..

Sê grato ao pão que te reconforta E à solidão que vem lecionar…. Ergue o caído além de tua porta, Nem todos têm a bênção do lar… ………

Renova o passo e ergue tua alma, Lembra que os outros choram também… E entre as tormentas procura a calma Sorvendo a luz das lições que vêm… ………

Não queiras fugir do teste agora Rompendo as amarras do dever, A vida te espera estrada a fora Co’a luz que daqui não podes ver…. ………..

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Vence tuas sombras com humildade. Lembra que a vida não soma um dia No espaço-tempo da eternidade. ………..

Amigos da Casa

Mensagem psicografada por Lucimar Mantovani Laidens – Centro Espírita de Caridade Dias da Cruz – na noite de 07-01-2016

Gratidão por 80 anos

Portais abertos por oitenta anos Sob a doce luz de imortal candeia, Varrendo a sombra dos sendais humanos, Como a alvorada que a manhã clareia. ……….

Pilares na Terra e sede no Além, Remanso erguido pelo destemor De bravos servos em nome do Bem, Piedosa escola onde se aprende amor. ……….

Sonho de amigos que lutaram tanto, Somando esforços em horas amargas, Sustentando mil fardos entre o pranto

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Silencioso, vergados sob as cargas ………

Impostas pela Lei de Evolução…

Todos rumo ao futuro já entreaberto… Pelas mãos de Jesus, o Eterno Irmão, Conduzindo o rebanho ante o incerto ……….

Fragor de tantas almas em peleja. Eis agora o futuro emoldurado Produzindo o bom fruto que viceja Com raízes profundas no passado. ……….

Gratidão é a palavra que traduz, O nobre sentimento partilhado

Entre os servos do Centro Dias da Cruz, Por tão caro tesouro conquistado.

………..

Servidores dos dois planos da vida Reunidos em festiva caravana,

Louvamos ao Senhor na enternecida Gratidão ao labor que nos irmana

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……….

Nesta escola em que somos aprendizes. E que venham mil séculos a mais!

Seguiremos aqui, Senhor, felizes, Rumo às santas escolas siderais.

Mensagem psicografada por Lucimar Mantovani Laidens – Passo Fundo/RS.

O espículo da culpa

Adormecida no inconsciente profundo do ser humano permanece a culpa, aguardando o momento próprio para assomar e se transformar em conflito devastador.

Refugiando-se por muito tempo, recalcada sob a argamassa dos caprichos emocionais, que procuram justificar os atos insanos, esse olvido é sempre transitório, porquanto o fato de não estar consciente não significa encontrar-se superada ou diluída.

Muitas vezes, são compromissos infelizes que defluem da ignorância da razão, a estabelecer normas de conduta incompatíveis com o ético e o correto, sendo, porém, equívocos de interpretação dos direitos do ego, o qual, infelizmente, sempre se atribui méritos que, em realidade, não possui.

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Noutras oportunidades, são ações conscientes que, em momentos de delírio ou deslumbramento, superam o bom tom, transformam-se em referências transformam-sem legitimidade, em comportamentos desleais que se repetem com naturalidade absurda e que, não raro, são efeitos de atitudes malsãs praticadas conscientemente.

O certo é que todos os indivíduos, vez que outra, são vítimas da sombra e praticam atos lamentáveis, dos quais se arrependerão posteriormente, após ou durante o amadurecimento psicológico, intranquilizando-se pela impossibilidade de retornar àqueles momentos e evitá-los, por não haver alternativa, exceto a correção, mesmo que tardiamente.

A culpa é um espículo vigoroso nas carnes da alma.

Todos os indivíduos sentem-na, em razão do impositivo natural da evolução que propõe existência correta, mediante pensamentos saudáveis, comunicações edificantes, escritas ou verbais, bem como atitudes dignas. Qualquer deslize, passado o tempo próprio, retorna e exige retificação, pela pressão do progresso moral e emocional que se adquire. O que antes pareceria insignificante ou mesmo sem qualquer caráter prejudicial no momento produz, por não estar enquadrado nos padrões do comportamento digno, o inequívoco sentimento de culpa.

Embora os conflitos a que dá lugar, a avaliação inconsciente dos comportamentos passados é uma conquista do processo evolutivo, graças à busca pela autoiluminação, na qual não existe espaço para escamotear a verdade.

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Pode o homem intentar justificar a ação incorreta, o que funciona por algum tempo, até o instante porém em que desperta para a realidade imortal, na qual se encontra inserido, já então sem ensejo de ocultar os procedimentos doentios.

A mentira, o engodo, a fantasia, a calúnia, a inveja, as informações agradáveis com objetivos de ludibriar o próximo ou conquistar benefícios pessoais, são máscaras, de que se utiliza o ego, que funcionam por algum tempo, tendo porém duração efêmera, porque a verdade sobrenada nesse oceano de ficções doentias, dando surgimento à culpa.

*

O s e n t i m e n t o h o n e s t o d e c u l p a g e r a n a c r i a t u r a o arrependimento da ação nefanda, mediante reflexões, agora saudáveis sobre o que deveria ter sido feito naquele momento, caso possuísse maturidade psicológica, legitimidade pessoal.

A necessidade egoica de querer aparecer, a compulsão obsessiva para tirar vantagens, os hábitos arraigados da sombra em luta contínua contra o self conduzem o indivíduo, sem a vivência da dignidade, a cometer esses lamentáveis comportamentos agressivos, porque desrespeitam a intimidade do seu próximo, a confiança que lhe foi oferecida, a nobreza com que se permitiu expor e deixou-se tombar nas armadilhas infames que lhes foram feitas por aqueles nos quais confiaram.

Os seus danos são imprevisíveis porque podem magoar de tal maneira as suas vítimas, que as armam de desconfiança em

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relação às demais pessoas, ferreteiam –lhes a sensibilidade, conspurcam-lhes a pureza e a ingenuidade dos sentimentos… e se transformam em verdadeira traição.

Nada mais desconfortável do que dedicar confiança a alguém e ser miseravelmente enganado, traído nos seus valores afetivos, que se tornam superados pela ganância, pela forma perversa com que a amizade e a convivência são retribuídas.

Embora a gravidade da culpa, não permita que se te estiole a esperança nem se esfacele o teu lado bom, que agora desperta para a identificação da responsabilidade que assumiste.

Refaze o caminho, instala na conduta a humildade em relação aos teus erros. Não será necessário que reveles às tuas vítimas o que fizeste com elas, porque, cedo ou tarde, elas tomarão conhecimento. Recupera-te moralmente, modifica a conduta, sendo fiel e amigo, renuncia aos propósitos extravagantes que te amesquinhavam, sofre o natural efeito dos males que, afinal, a ti próprio causaste.

Permanece ao lado daqueles a quem enganaste e corrige lentamente, se possível, as informações equivocadas, e quando não se torne exequível fazê-lo, age corretamente, envolto pelas vibrações do afeto sadio, reabilitando-te até o momento em que te sintas tranquilo, desarmado, feliz em sua companhia.

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A arrogância, filha dileta do egoísmo, sempre conspira contra o teu propósito de expiação do mal que fizeste, buscando motivos para que permaneças na anestesia da responsabilidade.

O bem que puderes fazer àqueles que te sofreram a injunção penosa, oferece-o de coração aberto e realmente afetuoso.

Com pensamentos, palavras e gestos de bondade feitos de ternura e de arrependimento sincero, diluirás a culpa, retirarás o espículo da consciência e avançarás realmente feliz no rumo da plenitude.

O estado de consciência de paz exige que toda culpa seja transformada em ação dignificante, porque, da mesma maneira como se equivoca, tem a criatura o dever de percorrer caminho idêntico para a correspondente reabilitação.

*

Tudo quanto esteja escamoteado na Terra, no Mais Além se apresenta desvelado, e a vítima olhará nos olhos do infrator com amizade e perdão, enquanto este, atormentado, tentará fugir da sua presença, carregando o fardo pesado que o esmaga interiormente.

No Evangelho de Jesus, recorda o temor de Pedro, que negou o Amigo, mas teve a coragem de devotar-lhe o restante da vida em processo de reabilitação, o que conseguiu de maneira brilhante, enquanto Judas, cruelmente ferido, atirou-se ao abismo do autocídio e foi constrangido a retornar à Terra

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inúmeras vezes até culminar no martírio a saga infeliz do seu antigo ato ignominioso.

Começa agora a tua reabilitação, ora e vincula-te ao Senhor que é o caminho para a Verdade, e logo a culpa que conduzes intimamente começará a ser arrancada dos teus nobres sentimentos.

Joanna de Ângelis

Psicografia do médium Divaldo Pereira Franco, na noite de7 de julho de 2014, em Dubrovnik, Croácia.

Em 23.3.2015.

Raul Teixeira responde sobre

o carnaval

– O carnaval vai se transformar ou será extinto?

Raul Teixeira: O carnaval não precisa entrar em extinção. Ele precisa voltar às bases da alegria verdadeira. As pessoas têm direito à distração e ao contentamento. Sabemos que as culturas permanecem, mas vão sendo transformadas de conformidade com as épocas.

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De acordo com o tipo de Espíritos reencarnados em determinadas épocas, as festas culturais, herdadas de nossos ancestrais, vão tomando características diferentes. Isso ocorre com quaisquer festas, seja o Natal, o carnaval, a páscoa ou as festas juninas.

O carnaval hoje sofre, infelizmente, a predominância da viciação, da violência e da pornografia, em função dos Espíritos pervertidos que participam dessa loucura. Se olharmos para o lado da descontração sadia, da alegria verdadeira, é claro que é uma festa positiva. Nosso posicionamento não deverá ser contra essa festividade, que pode se dar em qualquer época do ano.

Devemos, sim, ensinar às criaturas a saber usar bem a sua liberdade e a oportunidade de ser feliz, mesmo que seja através dos folguedos do mundo, uma vez que para os espíritas conscientes não pode haver espaço para improdutivos radicalismos ou para a ignorância quanto aos níveis de entendimento ou de desenvolvimento de cada criatura.

Extraído de entrevista realizada na sede da SEF – Sociedade Espírita Fraternidade, publicada no jornal Correio Espírita em março de 2007.

Soneto a Walesca

Tomando a lira cantarei também

Canções que evoquem a emoção mais pura, Quero tangê-la em divinal candura

Aos teus ouvidos quando a noite vem…

E entre os arpejos que a saudade tem Vou desvelar-te a doce formosura

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Do amor perene que o tempo emoldura Nas telas raras do infinito bem…

E a imagem clara de um porvir risonho, Velada sempre em teu mais belo sonho, Quero pintá-la em teu olhar, querida… E junto ao vento de asas silenciosas Em teu regaço vou depor as rosas Feitas de luz para alegrar tua vida. Poetas que voltam

Mensagem psicografada por Lucimar Laidens, por ocasião do aniversário de Walesca Linhares, trabalhadora da Casa

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