• Nenhum resultado encontrado

Epidemiol. Serv. Saúde vol.26 número4

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Epidemiol. Serv. Saúde vol.26 número4"

Copied!
2
0
0

Texto

(1)

683

Epidemiol. Serv. Saude, Brasília, 26(4):683-684, out-dez 2017

Editorial

N

este ano em que celebra seus 25 anos, a Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do Sistema Único de Saúde do Brasil (RESS) alcançou importantes conquistas. Após sua indexação na base MEDLINE®, no final de 2016,1 em 2017 foi indexada nas bases bibliográficas Scopus, Embase (ambas da empresa Elsevier)

e Emerging Sources Citation Index (ESCI, um novo indexador da Web of Science, da empresa Clarivate Analytics). Estas indexações marcam o início de um novo período para a RESS, com maior alcance e visibilidade internacional.

Outra conquista relevante da RESS em 2017 foi o alcance da 18ª posição no ranking do Google Acadêmico, entre todos os periódicos científicos publicados em língua portuguesa no mundo. A cada ano, a RESS vem subindo neste ranking, no qual ocupou a 33ª posição em 2016. Além disso, a RESS foi classificada no estrato Qualis B2 pela comissão de avaliação da área da Saúde Coletiva da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), na avaliação referente ao quadriênio 2013-2016.2 Com estas conquistas, a RESS se posicionou

entre os principais periódicos da área da Saúde Coletiva no Brasil e no mundo.

A capacidade de comunicação científica da RESS também foi incrementada. Em 2017, a RESS inaugurou seu blog (disponível em: https://revistaress.blogspot.com.br/), sua conta na rede social Twitter e logrou incremento considerável no número de seguidores na rede social Facebook (disponível em: https://www.facebook.com/ress. svs), que superou a marca de 5 mil seguidores. Neste ano, também foram realizadas duas edições do Prêmio RESS Evidencia, concernentes aos melhores artigos publicados nos anos de 2015 e 2016.

Ao encerrar um ano de conquistas e celebrações, a RESS publica artigo especial que busca empreender uma revisão de sua história, desde sua criação em 1992, como Informe Epidemiológico do SUS (IESUS), passando por sua transformação em revista, em 2003, até o momento atual.3 O estudo em pauta descreveu os assuntos

abordados e a abrangência geográfica das instituições de vínculo dos autores dos artigos publicados no IESUS (1992-2002) e na RESS (2003-2016); e mapeou as políticas e estratégias editoriais da RESS nas seguintes áreas de foco: educação, informação, comunicação, corresponsabilidade e antecipação.4

Ao revisitar o passado, a RESS lança seu olhar para o futuro. A revista foi alicerçada sobre sólidas bases, com destaque para sua vinculação institucional à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS), bem como para a composição de seu Corpo Editorial, que inclui membros internos e externos à SVS/MS. Estas características possibilitaram a continuidade da revista em seus 25 anos de existência, com a garantia de sua autonomia editorial e a adoção dos mais elevados padrões editoriais e éticos na publicação científica.

Futuramente, sua equipe continuará trabalhando para que a RESS permaneça no exitoso caminho de crescimento e aumento da visibilidade, e se consolide no meio editorial nacional e internacional como periódico de caráter único, que privilegia a divulgação do conhecimento epidemiológico aplicável aos serviços de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde do Brasil e promove uma importante aproximação entre esses serviços e a academia.

Leila Posenato Garcia1 Elisete Duarte2

1Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Diretoria de Estudos e Políticas Sociais, Brasília-DF, Brasil 2Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil

Epidemiologia e Serviços de Saúde: história, conquistas e futuro

doi: 10.5123/S1679-49742017000400001

Epidemiology and Health Services: history, achievements, and future

(2)

684

Epidemiol. Serv. Saude, Brasília, 26(4):683-684, out-dez 2017

Referências

1. Cavalcante AL, Garcia LP. Os 25 anos da Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do Sistema Único de Saúde do Brasil e sua indexação na base MEDLINE®. Epidemiol Serv Saúde [Internet]. 2017 jan-mar [citado 2017 ago 22];26(1):7-8. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-96222017000100007.

2. Garcia LP, Duarte E. Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do Sistema Único de Saúde do Brasil classificada como Qualis/Capes B2 na área da Saúde Coletiva. Epidemiol Serv Saúde [Internet]. 2017 abr-jun [citado 2017 ago 22];26(2):243-4. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5123/s1679-49742017000200001.

3. Reis JG, Duarte E, Garcia LP. Epidemiologia e Serviços de Saúde: 25 anos em revista. Epidemiol Serv Saúde. 2017 out-dez;26(4):685-700.

4. Reis JG. Políticas proativas de gestão editorial [Internet]. In: XV Enancib. Fórum de Editores científicos de publicações em Ciência da Informação e Áreas afins; 2014 out 27-31; Belo Horizonte. 2014 [citado 2017 ago 17]. Disponível em: https://doi.org/10.6084/m9.figshare.1218428.v4.

Referências

Documentos relacionados

Em Campinas, os psicotrópicos foram mais utilizados por mulheres, indivíduos de raça/cor da pele branca, com pior percepção da saúde, transtornos mentais comuns e

The final results from multiple regression of the factors associated to the use of psychotropic substances are presented in Table 2. The use of psychotropic drugs was 48%

O objetivo deste estudo foi descrever o perfil farmacoterapêutico dos usuários de medicamentos do CEAF no município de São Leopoldo, estado do Rio Grande do Sul (RS), Brasil,

This study showed that, in 2014, Specialized Component drugs users presented higher prevalence of diagnoses grouped in the chapters on diseases of the respiratory system, diseases

Resultados : foram identificadas 17.725 internações, com diagnóstico de 22.395 intoxicações e 75 óbitos; as classes terapêuticas mais frequentes nas intoxicações foram

Figure 2 – Hospitalizations due to drug poisoning in children under five years of age recorded in the National Hospital Information System (SIH/SUS), Brazil, 2003-2012..

PPL um maior número de casos novos, seguido das recidivas em todo período, assim como na população geral. As proporções de transferência foram seme- lhantes entre a PPL e

- tuberculosis mortality rate (number of cases closed as death due to TB in the year/total population of that year x 100 thousand);.. - proportion of TB-HIV coinfection (number of