• Nenhum resultado encontrado

<£ÇLLt . l C 0 N p i D £ ^ C 1A L

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2022

Share "<£ÇLLt . l C 0 N p i D £ ^ C 1A L "

Copied!
18
0
0

Texto

(1)

R E S E R V A D O Of. n« PRES B r a s i I i a ,

O^S

de s e t e m b r o de 1974

Magnifico Reitor,

| A

Tenho a honra de encaminhar a V. Magnificência cópia xerox dos relatorios de servidores desta Fundaçao, em que é abordado o comportamento das Antropologas Maria Oti Iia e Edir de Barros Mills, dessa Universidade, quando da reaiizaçao de tra

r a r . f

ba I ho de levantamento socio-economico em area indigena do Estado de Mato Grosso.

Tendo em vista o exposto nos relatorios, achei por bem dar conhecimento a V .Magnificencia, considerando o eleva A

do espirito de colaboração com que sempre distinguiu as solicita^

çoes desta Fundaçao.

Nesta oportunidade, apresento a V. Magrificen - cia protestos de consideração e apreço.

ISMARTH DE ARAÚJO OLIVEIRA PRESIDENTE

Magn i f i co Re i tor Prof. AMADEU CURY

Universidade de Brasil ia NESTA

(2)

f S S . V l o y j / i f

i A L --- ---m

FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO - FUNAI

011/74 12/SE2EL5BRO/74

IRREGULARIDADES NO PI DOURADO 3-líT (EDIR DE BAR-

/T,T„ T<TR O S M I L L S E M A R I A 0 2 Í L I A T E L L I E S )

ASI/FUNaI - ____________________ 1

X X X X X CEH2R0-0ESa*E M O HOUVE DSI/MINTER

DOCUMENTAÇÃO (13 folhas)

Presidente da FUNAI (oficio anexo), difunde a essa DSI, os fa­

tos ocorridos no Posto Indígena de Dourados-MT, Jurisdicionado à 9 a DELEGACIA REGIONAL (documentação anexa), envolvendo as A1T- gROPÓLOGAS MARIA QgÍLIA DA COSTA TELLES e EDIR DE BARROS MILLS, da UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA«

9. AVALIAÇÃO

1

(3)

fss. ( n o / J J / i f

?

C O M U N I C A Ç Ã O D E S E R V I Ç O N S f i i f / H - D G P C

O D I R E T O R D O D E P A R T A M E N T O G E R A L D E P L A R E J A K E N T O C O M U N I T Á R I O , n o ueo d a s a t r i b u i ç õ e s q u e l h e c o n f e r e o R e g i -

m e n t o , d e t e r m i n a q u e o A g r ô n o m o J o e d o A m a r a l C a m p o » , ee d e s l o ­ q u e pára Campo G r a n d e - M T , J u n t a m e n t e com 2 ( d o i s ) u niversitn-

r i o s da U h B - M a r i a Otília d a Costa T e l l e s e J o s é Ditfgenes P e s ­ s o a , o o m a f i n a l i d a d e de fazerem u m levantamento de dados s o b r e

os í n d i o s KniwzC/EerenAf d e Dourados - M T , n o p e r í o d o d e 30 d i a s

apartir d e 2 0 «07*74*

Brasília# 24 ds julho de 1974«

' P .U N D A Ç À O N A C IO N ' L CO IN D IO Of»A*TÁMENTO G t P A i > * r T » * U A M l N f O COMUNITA&iC

J B / f o b

^ ... ... ■ ■ ■

' t . tÍY.,*VàKM) A lT lO t)A CítUl Ò Ü V K I R A u ■í\* 1

1 ‘ ' ! O » » » « « A u a f t m u t O $ . 4

(4)

<£ÇLLt . l C 0 N p i D £ ^ C 1A L

•4 /*at.\U‘a - '/Aiu'--*'

1 / ' ‘v

/ / Z' . > . f *t a « y-

u-Kh - ’<•' /,,/•. U'i>-X4:,s&

/ / *•*

■;■;» /'.:* 2 2 /9 3 D fl/C 0 fJ F I0 a .'C IA L

' //-^ Oolarjíulo da 9?»on/FliriAI 07-00-1974 Sr , D i r o t o r do D*G*P*C#

O co r rê n cia s (Comunica) /f,v ';:=/, .••>-/ AV- v ‘ri/•;#<«r.;<

i~

/ ^) / „ , .. / / / '/

\Uk'í } / J ^ ^/

C.aV vm/.,-

c i*; t HA^f

«-m

ti >

Encaminho a V.bn* f um rascunho dn uno o o l i c i . t a ç ã o quo mo f o r a f o i t n p o l o Agrônomo Doo Campos, o qual no on - Contru a n o r v i ç a dessa Departamento no P . I . Dourados, juntamonta ' ' ' / com duas o n tr o pó lo g n3 da IJnivorsidado do LJrasília •

ích íít-í, í f c í ’ ^i| /. P o l o t e x t o do r o f o r i d o rascunho, noninado « encaminhada a o o t o Delegado, v e r i F i c a - o a quo, ao a a tr o p ó lo g a n cjl tadaa não possuem on mínimas c o n d i ç õ e s morais para continunrom a mior.ão -pnra a qual foram desig nad os •

0 p o rt ad o r do rascunho onoxo, f o i o oriontóln go doota DR#, Cloomar 3nsc F e r r e i r a , ora atuando na 3ndo da Min

são Caiuá, como Coordenador do l/I II Curso do Formação do Atunrien t o o , tendo o mesmo t r a z i d o , verhalmonto, ao muu conhecimento nu- t r o a lamontawoia Fatoa sôbro o procedimento im o ra l, daquelas an­

t r o p ó l o g a s , dentro rio Pooto Indigonn do Dourados, o quo poriera £ c a r r o t a r de sa gr ad á ve is c on se q uê nci as aquela Comunidarío Indígena.

Tratando-no dn f a t o s o c o r r i d o s num ÍJ#I* sob a j u r i s d i ç ã o dosta DK., r e f o r ç o o podido T o i t o p o l o Agrônomo 3né Campos, no s e n t i d o da imediata r e t i r a d a das duas a n t r o p ó lo g a s dn, quola área o s o l i c i t o do \/,t.«a#, c e p r o v i d ê n c i a s n o c o e s á r i a s para a abertura d.j n-n innnnp|tnf quo v i r a confi rm ar e e l u c i d a r tão ' graves denúncias •

Informo a V*í>a quu, nosta da t a , ost ou enca - minhnndo ao Sr, D i r o t o r do D#F,,U. o ao Br* Chefe da ASl/FLKJAI , uma c ó p i a d e s t e O f í c i o •

Atenciosamente

Jtlbrr( j V tr h nçlnt ~de Ct\ Htê

D t U g a d o d ê 9D t y M N A l

(5)

B ra s ília - D F .

Momo. n°- >(Ô3 / 7 ^ - D G P C - RESERVADO Em , 1 6 . 0 8 . J k Do D i r e t o r d o DGPC

Art d«* d * S**#m r«nç* • Tnfarntnçno

Assunto t

S e n h o r C h e f e ,

O D e p a r t a m e n t o G e r a l d e P l a n e j a m e n t o Comuni^

t á r i o , a t e n d e n d o p e d i d o v e r b a l d e V o s s a S e n h o r i a , e n c a m i n h a j u n t o x e r o c ó p i a d a C o m u n i c a ç ã o d e S e r v i ç o n? 2 6 / 7 ^ - D G P C , e s c l a r e - c e n d o t

1 . à ú l t i m a h o r a , a t e n d e n d o à i m p o s s i b i l i d a d e d e d e s l o c a - m e n t o do u n i v e r s i t á r i o J o s é D i ó g e n e s P e s s o a , f o i e s t e s u b s t i t u i d o n a m i s s ã o p e l a u n i v e r s i t á r i a E d i r d e Ba r r o s M i l l s ;

2 . a e q u i p e m e n c i o n a d a j á e s t á s e d e s l o c a n d o p a r a B r a s í l i a , s e n d o e s p e r a d a n e s t e D e p a r t a m e n t o n o p r ó x i m o d i a 1 9 d e a g o s t o ;

3 . o DGPC o u v i r á o s e r v i d o r d a FUNAI r e s p o n s á v e l p e l a equi^

p e e , p o s t e r i o r m e n t e , a s u n i v e r s i t á r i a s , a f i m d e a p u r a r o q u e h o u v e ;

U. o r e s u l t a d o d e s t a a p u r a ç ã o s e r á l e v a d o a o c o n h e c i m e n t o d e V o s s a S e n h o r i a .

m e n t e .

N e s t a o p o r t u n i d a d e , s u b s c r e v e - s e a t e n c i o s a »

F U N D A Ç Ã O N A C IO N - L ÜO IN D IO APARTAMENTO G íftA l DE PIA CM M tNtO COMUNITÀKIl.

RUUENS Al'YO UA CK HZ /TUyKIRA w f t b io i * » u a s m u i

RACO/mJb, j X o / U t U au - A )

// o/ ; Ay/ > , 7

(6)

M I N I S T É R I O D O I N T E R I O R

FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO - 9“ D R -

Dourados, 16 da Agosto de 1*974

RELATÓRIO DOS FATOS OCORRIDOS COM A EQUIPE DO LEVANTAMENTO SÓCIO-ECONÕMICO»

Recebi a incumbência de roe d e s l o c a r de B r a s i l i a , coro d e s t i n o ao P . I . Dourados, na 93 DR, c h e f i a n d o uraa Equipe, a firo de execut ar o Levantamento So cio -E conôm ico da Comunidade Indigena da­

quela Unidade Regiona l» A viagem estava p r e v i s t a para o dia 10 de Jui l h o . Entreta nto , alegado f o i por uma das componentes da Equipe, a ne­

c e s s i d a d e de a d i a r a viagem para d o i s d i a s , a fim da atender assuntos de i n t e r e s s e p a r t i c u l a r em B r a s i l i a . Após c o n s u l t a r o Chefe da DEP/

DGPC, P r o f . Qlimpio Se rra , f o i con cedi da a pe rm is s ã o . Nos deslocamos no dia 20; o s i g n a t á r i o d e s t e , e as a n t r o p ó lo g a s Maria O t i l i a T e l l e s - s Edir de Barros M i l l s , da U.N.B*v

Ao chagarmos no Posto I ndig ena , dia 21, domingo, providenciamos as acomodações. Ocupamos a casa do P *I*, c o n s t r u i d a - mas não c o n c l u i d a «

No outr o d i a , i m e d ia t o , procuramos as l i d e r a n ç a s indigenas e expusemos-lhes o o b j e t i v o do Levantamento* Também apro - veitamos o dia para p e r c o r r e r a á r e a , a fim de o bs e rv a r as c o n d i ç õ e s - g a r a is da Comunidade.

Iniciamos os t r a b a l h o s ef et iv a m en t e na t e r ç a - f e i , ra e j á na q u a r t a - f e i r a , começaram a s u r g i r os problemas; ambas a n t r £ pologa s f i z eram c r í t i c a s descabid as e i n j u r i o s a s co n t ra a Missão Evari g é l i c a C a i u á , com r e s p e i t o às a t i v i d a d e s de Tecelagem o r ie n t a d a pela r e f e r i d a entidade e alguns i n d i o s ( a ) in t e r e s s a d o s ^ naquela e s p é c i e - de t r a b a l h o .

Foi com su rpr esa e desagrado que r e c e b i as q u e i ­ xas da Sra. Loide Andrade, D ir e t o r a da Missão* Exponfcaneamante f u i f a l a r coro e la e p r o c u r e i expor o meu ponto de v i s t a , dando o a p o i o

(7)

M I N I S T É R I O DO I N T E R I O R

FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO

- 9a D R -

que bem merece aquela i n s t i t u i ç ã o que, r e co n h e ç o , p r e s t a imensos e i_n f i n i t o s b e n e f i c i o s aos i n d i o s de todo o B r a s i l ,

Contornei a s i t u a ç ã o * Após, f a l e i com as oolja gas da Equipe, condenei o ge s to e a d v e r t i - a s mesmas, a l e r t a n d o para a não r e p e t i ç ã o do f a t o *

Não houve mais a r e p e t i ç ã o do problema*

Surgiram o u tr os* P i o r e s * A i m o r a lid a d e e o A l - c o o l *

Apesar da r e l u t a n c i a do Chefe do P o s t o , uma das a n t r o p ó l o g a s , E d ir, i n i c i o u o a s s é d i o e te n ta çã o ao r e f e r i d o s e r ­ v id o r * Para l o g r a r os seus i n t e n t o s , a r e f e r i d a "moça" chegou ao pon, t o de i r , a l t a s horas da n o i t e , ao quarto do Chefe, onde o mesmo esta^

va d e it a d o * A outra a n t r o p ó l o g a , estava no quarto com um estudante - do Curso de Enfermagem, da nome Emanuel* Havia eu chegado da Missão E v a n g é lic a , onde conv er sa ra com os d o is D i r e t o r e s da e n t i d a d e , quando depare i com o quadro* Chamei à atenção de ambas a recomendei que 9 para " r e s o lv e re m " seus problemas, fossem para a c i d a d e . •* 0 o p r o b le ma continuou a t é que f o i enviado ao Senhor Delegado Rgèonal da 9&DR, um ap elo no s e n t i d o do imediato reco lh im en to de ambas as estudantes • E continuou o problema at é o último dia de permanência das mesmas no Posto Indigena*

Durante e s t e s f a t o s , ocorrem que havendo eu chegado da lavoura de um i n d i o , e n c o n t r e i as estudantes com um copo e uma g a r r a f a de aguardente, bebendo em f r e n t e à sede do P , I * » sob oe o l h a r e s a t é i n c r é d u l o s de alguns i n d i o s *

No quarto das e s tu d an te s , haviam sempre: uma g a r ra fa de aguardente, um copo e também uma ga rra fa de vinho f i n o , já

ab er t as e em fra nco consumo* v

Mas f o i num domingo que o c or reu o p i o r : uma

I

das e s t u d a n t e s , a Maria O t i l i a , estava com o amoroso amigo, ao la d o i

I

da p o nt e , sobre uma tá bo a, ê l e sem camisa, dei t a d o so b re o ve ntre da <-

| mopa, qual românticos Romeu e J u l i e t a , às margens do r ia c h o cascateari t e , ouvindo as suas ondas preguiçosas***Tomando c e r v e j a , i n t e r c a l a d a

\ c o m cachaça*

'

/,

(8)

M I N I S T É R I O DO I N T E R I O R

FUNDAÇÃO NACIONAL DO INDIO - 9* D R -

Ai r e f e r i d a ponte é o l o c a l por onde passam mais de

1Q%

da população i n d i a e ou tras f a m i l i a s l i m i t r o f e s . Chamei a a t e n ­ ção do " c a s a l " *

Os i n d i o s se queixaram aos r e s p e c t i v o s c a p i t ã e s I (Tereno e Caiuá) e também a mim, dizendo que e r a - l h e s p r o i b i d o beber y mas como viram a "d o u t o r a " bebendo, como p o d e ria s e r - l h e s vedado o cori I sumo, quer d i z e r coro que moral haveria a p r o i b i ç ã o ? » * *

Os f a t o s realmente o c o r r i d o s foram os denuncia­

dos anteriormente e que eu e fe ti vam en t e p r e s e n c i e i * Na c id ad e o vexame era i g u a l »

0 relacionamento entre eu e as componentes não f o i s a t i s f a t ó r i o , malgrado o rendimento de t r a b a l h o t e r s i d o r e l a t i v a ­ mente bom, e i s que p r o c u r e i dar uma o r i e n t a ç ã o baseada na p r á t i c a e

c o n v i v ê n c ia com os i n d i õ s *

En treta nto , com Maria O t i l i a , a p ro b lem át ic a já i n i c i o u em B r a s i l i a , sempre atrasada e atrasando a Equipe na hora da s a íd a para o s e r v i ç o * Quando f u i apanhá-la no apartamento, para irmos ao a e r o p o r t o , quem atendeu à por ta f o i o " n o i v o " da est u d an te , pessoa que v iv e com e la j á há 3 ( t r e s ) a n o s ( ? ) .

0 r ela ci on am ento , f o i muito p re j u d ic a d o p e lo mau g ê n i o , a podre p ers on a li da d e e cinismo de Maria O t i l i a . E i s t o re f l e t i u com a outra componente, p o is ora dava razão para um, ora para -

‘ w-v *✓*«.>-* • j.n.- w . ,*4, •» > *•*■?

o utr o de nos*

E» o que tenho a informar# C e a ve rdade«

A a p r e c i a ç ã o s u p e ri o r*

3oé /do Amaral Campos ,AgrC*-

j /ao hi j^ng*/

(9)

Ps 5, HlO, f.l/fl

M I N I S T É R I O D O I N T E R I O R

FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO - 9a D R -

RELATÓRIO DOS ACONTECIMENTOS VERIFICADOS COM O

<

GRUPO ENCARREGADO DO LEVANTAMENTO SÓCIO-ECONÕMICO

Em atendimento ao Radio nS 656/9ãDR do Sr*

Delegado Regional da 93 D.R*, com r e f e r ê n c i a aos f a t o s o c o r r i d o s no Posto Indigena Dourados, com a Equipe encarregada de f a z e r o Levanta_

mento Sóc io-Econômico do P . I . Dourados, tenho a r e l a t a r o s e g u in t e i TomBi conhecimento da chegada da r e f e r i d a - Equipe, atra vés de informação do Dr* Aldo Olmos Molina, Médico-Chefe da Divisão de Saúde do D.G.P.C* em B r a s i l i a , que se encontrava em Dourados naquela data* Tomei conhecimento p e lo mesmo médico, que a Equipe era composta de 2 (duas) a n t r o p ó lo g a s da Uni vsrsidade Naciò ••

nal de B r a s i l i a e 1 (ura) agrônomo do D.E.P*/D.G.P.C*

Como o Sr* Idevár 3osé Sardinha-Chefe do P*I* Dourados estava em f é r i a s , f u i em companhia do Dr* Molina, à Missão Caiuá e s o l i c i t a m o s ju nt o à d i r e ç ã o daquela Missão, a possibi^

l i d a d e de hospedagem das a n t r o p ó l o g a s , no que fomos atend id os* Foi preparado um quarto com duas camas para as duas a n t r o p ó l o g a s . A E - quipe chegou no domingo, dia 21 de 3ulho e f o i d i r e t a , para o PI*

Dourados* Ao a n o i t e c e r , Da. S a r i t a , f i l h a do Rev* Orlando, f o i a t é o Posto buscar as a n t r o p ó l o g a s , porém e st a s não quiseram i r , a l e g a n ­ do que iam f i c a r no Posto mesmo e que lá estavem muito bdm a l o j a d a s * Encontrava-se hospedada na Fazenda Primavera, nas proximidades da cid a d e de Dourados (15 km .), uma caravana de U n i v e r s i t á r i o s de uma Universidade de São Paulo. Este grupo de U n i v e r s i t á r i o s l o g o que chegou a Dourados, convidou Da. Loide Andrade, para f a z e r uma p a l e s ­ t r a para ê l e s sô b re os i n d i o s da r e g i ã o e f i n a l i d a d e da Missão Caiuá*

Pa s s ado alguns d i a s , o s ^ U n i v e r s i t a r i o s p a u l i s t a s foram v i s i t a r o PI*

Dourados e l á , a a n t r o p ó l o g a , Maria O t i l i a (segundo f u i inf ormado) /

(10)

f s s . n o , f . i o / f t / /

M I N I S T É R I O D O I N T E R I O R

FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO

- 9a D R -

-2-

f a l o u cora um p r o f e s s o r que acompanhava o grupo e d i s s e que a Missão Ca­

iuá expl o r a v a os i n d i o s com r e f e r ê n c i a a t ecel a gem , exercendo ura monop£

l i o , não deixando os i n d i o s trabalharem parq f ó r a . Oisse ainda que a Missão Caiuá era s e p a r a t i s t a , enquanto moravam em mansão c o n f o r t á v e l t os i n d i o s moravam em choupanas, que el a achava que os r e f e r i d o s m i s s i o ­ n á r io s deveriam morar junto aos i n d i o s , d i s s e ainda v a r ia s c o i s a s mais a r e s p e i t o da Missão Caiuá« No dia s e g u i n t e , os d i r e t o r e s da Missão Ca^

iuá tomaram conhecimento de tudo o que havia se passado. Cu notando - que o Rev. Orlando se encontrava muito n e r v o s o , p r o c u r e i saber o motivo e f u i informado do o c o r r i d o por uma f i l h a do Rev» Orlando« Após t r o - c a r i d é i a s com Da» Sebastiana Luiza de O l i v e i r a , Enfermeira da O i v i s ã o - de Saúde do OGPC, resolvemos i r at é o P . I , Dourados e l á falamos com o Agronomo 3oé do Amaral Campos, a r e s p e i t o dos f a t o s e pedimos a e l e que chamasse a atenção da r e f e r i d a an tr o p ó lo g a «

Dias d e p o i s , houve uma f e s t a na Fazenda Prima­

vera (à n o i t e ) , numa quinta f e i r a e lá est iv eram : Sardinha, o Chefe do Posto Dourados, Goe Carapos-Agronomo do DGPC e Coordenador dos t r a b a l h o s de Levantamento Sócio- Economico no PI«Dourados e as duas a n t r o p ó lo g a s : Maria ^ t i l i a e Edir M i l l s , em uma Rural de pro p rie d a de do Sr« S i l o s * Fui informado p e lo Dr« 3oá, que quando e l e regr ess ou por v o l t a das 23 hor a s, as r e f e r i d a s a n t r o p ó lo g a s não quiseram acompanhá-lo, permanecen­

do na f e s t a e que as mesmas voltaram por vol t a das 4: 00 horas da madru­

gada, em a l t o estado dB embriagues« Segundo o Dr« Doé, na r e f e r i d a fes, ta f o i encontrado um gravador de prop rie da de de um dos u n i v e r s i t á r i o s - no ca r ro que tran sp ortav a as a n t r o p o l o g a s , o que v e i o gerar s u s p e i t a s - do grupo. Consta que as a n t r o p ó lo g a s sa portaram da p i o r maneira pos - s í v e l , i n c l u s i v e fomos informados (eu e Da.Sebastiana ) que os u n i v e r s i ­ t á r i o s reclamaram que as a n t c o p o lo g a s l á tinham i d o para e s t r a g a r a f e £ t a , devido ao mau procedimento moral das mesmas. No dia s e g u i n t e , as a n t r o p ó lo g a s não foram t r a b a l h a r , por estarem de " r e s s a c a " *

(11)

r s s . t i w f , i i / a

M I N I S T É R I O DO I N T E R I O R

FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO - 9a D R -

Após alguns diB3 de estada no P . I . Dourados, a an tr op ólo ga Edir M i l l s , passou a andar abraçada com o S r . Idevar 3o - sé Sardinha, Chafe do P o s t o , começando a s u r g i r comentários a r e p r o ­ vação por par te dos alunos do Curso da Atendsntes e dos D i r e t o r e s da Missão ( co n s t a i n c l u s i v e que dormiam j u n t o s ) « Aí surgiu o u tr o roman ca entre a a n t r o p o lo g a Maria O t i l i a e o aluno Emanuel Marques. Fui informado que a r e f e r i d a Antropóloga chegou a i r por duas vezes no r e f e i t ó r i o dos a l u n o s , a t r á s do r e f e r i d o rapaz, daí passaram a v i v e r um rui doso i d i l i o «

Coroo havia v á r i o s c o m e n t á r i o s , como Coordena - dor do Curso de Formação de Atendentes, reuni o grupo de alunas e as p r o i b i de se d i r i g i r e m ao P . I . Dourados, sem que e st iv ess em acompa - nhadas do Coordenador ou da I n s t r u t o r a Da« Sebastiana e p r o i b i ternú nantemsnte que as alunas permanecessem em companhia das r e f e r i d a s an__

t r o p o l o g a s , no que f u i at end id o«

Em um domingo, no p e r i o d o da t a r d e , segundo f u i informado p e lo Dr. 3oé, a a n tr o p ó lo g a Maria O t i l i a e o aluno Em£

nuel foram v i s t o s nas proximidades da ponte s o b r e o c ó r r e g o que sepa_

ra a Missão Caiuá do P . I . Dourados ( l o c a l muito frequentado por i n - d io s e dentro da área i n d i g e n a ) tomando c e r v e j a i n t e r c a l a d a com go - l e s de c a c h a ça . A an tr o p o lo g a M a .O t il ia estava sentada na grama, e£

tando o jovem Emanuel sem camisa e d e it a d o em seu c o l o « Quando t o - moi conhecimento do f a t o , chamei a atenção do aluno f a l t o s o , fazendo o ver a gra vidade de sua f a l t a e se caso o f a t o se r e p e t i s s e , e l e s e r i a d e s l i g a d o imediatamente do c u r s o . Fui informado p e lo S r . Wal- decy O l i v e i r a Machado, Chefe do P . I . P i r a j u i , que estava de passagem p e lo P . I . Dourados, qus a a n t r o p ó lo g a Maria O t i l i a s o l i c i t o u do mes­

mo que lhe comprasse em Dourados, uma ga rra fa de pinga, no que não f o i atendida e o r e f e r i d o Chefe de Posto contou-me o f a t o censurando a a t i t u d e da a n t r o p o l o g a . Os alunos do Curso de Formação de Atender^

(12)

f s s . n o , p.iz/fg

M I N I S T É R I O DO I N T E R I O R

FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO

- 9a D R -

- 4 -

t e s (sexo mascu lino) se encontram a l o j a d o s no p r é d i o velho da séde do P.I* Dourados, vieram reclamar da a lg a z a r ra que estava reinando lá no P . I . As a n t r o p ó lo g a s e mais seus companheiros ficavam na co zin ha do pre d io v e l h o , conversando e tocando v i o l ã o a t é a l t a s horas da ma - nhã* Os alunos vieram reclamar que não conseguiam dormir e que t i nham de l e v a n t a r às 6:00 ho ra s , ao passo que as a n t r o p o lo g a s só l e v a £ tavam dep ois das 9: 00 ho ra s . Determinei ao aluno I s i d o r o R. da Luz , Chefe do grupo de al u n o s , que após as 19:00 horas apagasse o f o g o e f e c h a s s e a cozinha e se caso houvesse alguma o b j e ç ã o , era para d i z e r que era uma ordem minha e viessem f a l a r comigo; daí em d i a n t e , não mais houve as reun iões na d i t a c o z i n h a .

0 p i o r é que todo s na r e g i ã o pensavam quo e l a s eram f u n c i o n á r i a s da FUNAI, i n c l u s i v e o c a r r o usado pe la s mesmas Tanto eu como Da. S e bas t ia na , por v á r ia s vezes tivemos que e x p l i c a r - que e l a s não eram f u n c i o n a r i a s da FUNAI e que a l í estavam apenas rea ­ l i z a n d o um tr ab a lh o para a FUNAI e que o c a r r o era p a r t i c u l a r , a l u g a ­ do que f o ra p el o grupo para r e a l i z a r o seu deslocamento pe la A ld e ia . 0 mais chocante s que tudo que a c o n t e c i a à n o i t e (na i n t i m i d a d e ) , no outro dia todo3 sabiam, p o is as duas a n t r o ­ po loga s demonstravam não p o s s u i r r e s p e i t o a s i p r ó p r ia s e nem as de - mais pessoas que aqui estão* Lamentamos as t a i s o c o r r ê n c i a s no P. I . Dourados, p o is como é do conhecimento de V.Sa. estamos r e a l iz a n d o um Curso de Formação de Atendentes, com alunos de ambos os sexos na Mis­

são Caiuá e devido a pequena d i s t a n c i a da Missão ao P . I . Dourados e como esse s alunos e alunas se rão f u t u r o s f u n c i o n á r i o s , causava aos mesmos),• um c e r t o constrangimento e uma f a l s a imagem da FUNAI aos seus fu t u ro s f u n c i o n á r i o s , daí a razao de tanto eu como Da. Sebastiana tej:

mos que dar e x p l i c a ç õ e s a r e s p e i t o das r e f e r i d a s a n t r o p o l o g a s .

Como é do conhecimento de V . S a . , o meu t r a balho em Dourados se prende junto a Missão Caiuá, tomei conhecimento- dos f a t o s mais por i n f o r m a çõ e s . Somente asses f a t o s tomei conhecimeji

(13)

f 5 S .

M I NISTÉRIO DO INTERIOR FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO

- 9* DR. -

Oí. n° Campo Grande, Mt.

Do: Em

Ao:

Assunto RELATÓRIO DOS FATOS CORRIDOS COM A EQUIPE LEVANTAMEFTO SOCIO-ECOMÍMICO.

Aos 21 de julho de 197^1,chegava neste PI Dourados p r o ­ cedente de Brasília uma equipe chefiada pelo engenheiro agronomo JOtí DO AMARAL CAMPOS do DGPC.FUNAI £ MARIA OTÍLIA TELES e EDIR DE BARROS MILLS sendo ambas antropologas da UT^ à serviço da FUi-TAI. Chegaram por volta das l8.cc h oras,localizando-se no posto,objetivando assim ficar mais nrorimo dos indios ou seja do campo de trabalho. Ha segunda feira,providenciamos entrar em contacto com as principais lideranças da comunidade,colo­

cando-os conhecedores do que se pretendia fazer em termos de evaruamento. 0 meu objetivo eí*a tão somente colocar a equipe conhecedora do campo,depois planejava deslocar-me para Cuiabá, uma vez que me encontrava de férias. Entretanto,logo depois recebia um comunicado da DR,sustando minhas férias,marcando- as para uma outra época,ficando assim,encarregado de dar cober­

tura aos trabalhos de levantamento. Inicialmente,os trabalhos foram efetuados pelo processo de visitação às casas dos indios, entretanto,dada a vasta extensão territorial e a grande densi­

dade demográfica,ficou acertado que os questionários seriam preenchidos junto às frentes de trabalhos e alguns locais de melhor acesso. Assim,os trabalhos foram se processando dentro de um rendimento satisfatório. Entretanto,devo ressaltar que os indios comumente. se deslocavam até a séde deste PI Dourados procurando informar junto ao chefe do posto,explicações refe­

rentes ao questionário ou seja no tocante à posse da terra.

Assim sendo,creio que.o problema de abordagem e mesmo algumas falhas no questinário tenham contribuido para o fato acima mencionado, já eram decorridos

03

dias de permanência da

equipe no PI Dourados,quando recebi convite para um churrasco em fazenda de um amigo.

(14)

f S S M W s f J y / f í

M I N ISTÉRIO DO INTERIOR FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO

- 9* DR. -

Oí. n° . Campo Grande, Mt.

Do: Em

Ao:

Assunto

Naquela localidade se fazia presente o Sr.Prefeito de Dourados sendo que aproveitei a oportunidade para apre­

sentar toda equine fazendo demonstrar que a Funai está al­

tamente interessada em resolver a situação do PI Dourados.

Daí é que o meu relacionamento inicial com a equipe foi dentro de um clima de amizade,ora explanava problemas de agricultura ao agronomo Joé Campos ora abordava fatos vincu­

lados ao setor de antropologia. As coisas pareciam seguir maravilhosamente bem,entretanto,logo começou haver choques de ideias,mormente entre,Maria Otília e o agronomo Joé Campos Aquela queria impor-se,não querendo aceitar ideias ou opinioes do agronomo que já tinha experiências de outros levantamentos.

A situação agravou-se mais ainda quando a antropologa Maria Otília andou tecendo comentários à Missão Iva iva no tocante ao

seu trabalho junto aos indios. No outro dia fui abordado pela Dna Loide que comentou o fato comigo,demonstrando muita tristeza

pelas críticas recebidas. Comentei que aquelas críticas eram infundadas,uma vez que procediam de pessoa não vinculada ao orgao. Comentei ainda que a Funai tem grande admiração pelo

trabalho de Missão Kaivá. Outrossim,o agronomo Joé Campos es­

teve também na Missão fazendo uma ligeira explanação do mal entendido,posteriormente vindo chamar atenção das componentes da equipe. Já naquela altura cios acontecimentos susnti qu£.,a antropologa Edir tinha qualquer predileção a meu regpelto.

Inicialmente,mantive irredutivel,o que veio provocar ainda mais o interesse nor parte da mesma. Depois desloquea-me para D ourados orne mantive relação com a mesma. ^ sendo ..o f r> to__ooo-

rrido noutras vezes. Agora devo mencionar que o meu relacio- namento com a antropologa Edir de Sarros foi urn tanto quanto

sigiloso,haja visto,ter ocorrido na cidade. Por outro lado, foi um acontecimento que poderia ter acortido com qualquer homem normal

(15)

MINISTÉRIO DO INTERIOR FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO

- 9‘ DR. -

Oí. n° Campo Grande, Mt.

Do: E m

Ao:

JUsuntO""

n Paralelamente,tomei conhecimento oye Maria 0 tília vinha mantendo namoro com um estudante do curso de atendente

w , __________ - , ,^ . - r r .,. ...—

Tomei conhecimento num domingo qu?.ndo retornav^ ae ^ourados que o referido casal estivera proximo da ponte que demanda para Missão,e que os mesmos haviam feito uso de bebidas.

No outro dia mostrei aos dois que a repetição do fato po­

deria acarretar pontos negativos aos trabalhos de levanta­

mento juma vez que o fito chegou ao meu conhecimento pelo capitão. Devo ressaltar q”e não sofri nenhum desgaste de minha imagem perante os indios.u^a vez ter sido dentro de um sibilo. Outrossim,meu trabalho neste PI Dourados já vem de dois anos de dedicação e luta. A Funai toda sabe das

minhas dificuldades,de como encontrei e de como os trabalhos estão sendo efetuados. 2ram estes os fatos que tinham à

declarar.

PI Dourados ,l6/Cp/7l;

IDiVAR JOSÉ 3ARDINHA

(16)

M I N I S T É R I O DO I N T E R I O R FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO

- 9a D R . -

Oí. n° 26/93DR/CONFIDENCIAL Campo Grande, Mt.

Do: Delagado da 9SDR/FUNAI • Em 21/08/1974 Ao: Sr« Diretor do D*G#0

Assunto Relatórios (Encaminha)

Referência - Radiograma n8 1889/DGO da 15/08/74 _ CONFIDENCIAL

Em atendimentos à determinação da V«Sa«, cons - tante do radiograma n8 1889/DGO de 15/08/74, informo que* tendo che gado ao mau conhecimento inúmeras irregularidades ocorridas noi P«I•

Dourados, jurisdicionado: à esta DR, imediatamente determinei aos s,a nhores Agrônomo 3oé do Amaral Campos - do D*G*P«C*, Odontólogo Cleçi mar 3osé Ferraira - Coordenador do VIII Curso de Atendentes e Auxi­

liar Técnico de Indigenismo Idevar 3osé Sardinha, Chefe do P#I*

Dcuj

rados, que me enviassem os seus relatórios referentes as ocorrenci- as havidas naquele Posto Indigena» provocadas, principalmente, pe- las presenças das antropóloQas Maria Otília e Edir de Barros Mills»

ambas da U«N»'BÍ e que faziam parte da Equipe de Levantamento SÓcio- Economico daquela área indigena •

Encaminho a V*Sa,, nesta oportunidade, os relsi tórios solicitados e apresentados pelos três servidores acima cita­

dos, onde os fatos ocorridos naquele PI, acham-se relatados detalha damentc*’ Aguardo, ainda, o relatório sobre aquelas ocorrências que solicitei à piratoria da Missão Evangélica Caiuá de Douradoa e tão logo receba, o encaminharei à V.Sa»« Informo ainda, que a Enfermai- ra Sebastiana Luiza de Oliveira - do D,G*P#C*, ao regressar de Dou­

rados, em trênsito por esta Dslegacia, no dia 17 do corrente, con — firmou-me todas as ocorrências constantes dos três relatórios, que ora encaminho a V*Sa*‘

Esclareço a V.Sa«, que tais irregularidades, 1 foram, inicialmente trazidas ao meu conhecimento, verbalmente, pe - los Srsi* Agrônomo 3oé do Amaral Campos e Odontólogo Cleomar 3osó * Ferreira, tendo eu solicitado aos mesmos, que os fizossem por es - crito, dada a gravidade das ocorrências, o que foi feito •' Pelos r£

latórios: apresentados pelos mesmos, V.Sa poderá aquilatar a amplittJ

de dos gravas acontecimentos, julgando euf ser desnecessário um re*

(17)

f s l HW, a. r í / f l

M I N I S T É R I O DO I N T E R I O R FUNDAÇÃO n a c i o n a l d o índio

- 9 “ D R -

latório de minha parte* uma vez que naqueles estão refletidos a

participação naqueles fatos do Chefe do P*I» Dourados - servidor' Idevar 3osé Sardinha,, inclusive, permitindo a visita de Universi­

tários naquela Reserva Indigena, seta a devida autorização^ infrijn gindo, portanto, a Portaria nQ 120/N de 05/07/73, publicada na S.a parata do BA/62 e da qual o mesmo tem ciência,, proponho,, salvoa 1 melhor juízo de U*Sa«| a imediata permuta do mesmo pelo: Chefe __ dp _P*l»LÇ>assoró - servidor Miguel Protásio de Freitas, que se encon*

tra, há mais de 03 anos à frente daquele longínquo; PI e que vem manifestando o desejo de ser removido para outro Posto, que ofere cessa condições de educação para os seu3 filhos » como é o caso do P«'I*. Dourados, qua dista apsnas 04 Kras da cidade de mesmo no»

expressão da verdade «i

Na qualidade de Delegado e considerando a

Atenciosamente

/kléertc Verlanplerl de Cattre

, Delegado dn 9ÜR/FUNAI

(18)

P S i , • H O s f . i y / j f

. < ® É L C O i n íF íD E iM C I

M IN I BT t RIO DO INTKRIOR

F U N D A Ç Ã O N A C I O N A L DO i NDI O

FUNAI

Brasília - DF.

0F..N.S 6 1 0 /D G Q E m 2 6 / 0 8 / 7 4

Do

D i r e t o r d o D e p a r t a m e n t o G e r a l d e O p e r a ç õ e s

Ao

Sr . P r e s i d e n t e d a F u n d a ç a o N a c i o n a l d o í n d i o

Assunto

E n c a m i n h a m e n t o d e O f í c i o e a n e x o s

âfiju.,

Ssmaxth de lAtaúfo OllotUa

p r e s i d e n t e

1. E m a n e x o , e n c a m i n h o a V . E x c i a . , o O f í c i o n° 26/9§ D R / C O N F I D E N C I A L , d e 2 1 / 0 8 / 7 4 , d o Sr . D e l e g a d o d a 9i D R .

2. A c o m p a n h a m , t a m b é m , r e l a t ó r i o s d o s fu n c i o _ n á r i o s C L E O M A R J O S É F E R R E I R A - O d o n t . i / A , I D E V A R J O S É SARDI_

N H A , C h e f e d o PI D o u r a d o s e J O S É D O A M A R A L C A M P O S , E n g . A g r ô n o m o , t o d o s v e r s a n d o s o b r e o c o m p o r t a m e n t o d a s A n t r o p ó l o g a s M A R I A O T I L I A e E D I R D E B A R R O S M I L L S .

3. A d i a n t o a V . E x c i a . , q u e n e s t a d a t a , e s t o u s o l i c i t a n d o a o D G A , a t r a n s f e r ê n c i a d o C h e f e d o PI D o u r a d o s , d é a c o r d o c o m o s o l i c i t a d o n o O f i c i o j a r p f e r i d o .

A o e n s e j o r e i t e r o p r o t e s t o s d e e s t i m a e c o n s i d e r a ç a o .

U N D A Ç À O N A C IwNaL D O [ N D i O D e p t." G e r a l d e O p r a ç õ o g

J O Ã O C R I S Ó S T O M C T D A SIL VA D i r e t o r

3 C S / e f a .

Referências

Documentos relacionados

(Sally não é irmã de Doug, é?) Repare que o verbo da frase anterior à tag question está na forma negativa ( isn’t ) e por isso, o verbo da tag question &#34; is she?&#34;

Termina hoje o prazo de 10 dias fixado pelos trabalhado- res para que a empresa au- mente seus salários em ba- ses idênticas ao pessoal de energia elétrica, do

Nomeou o respeitado advogado e acadêmico Marcelo Proença como Diretor Global de Compliance Contratou o White&amp;Case para suporte na implementação do programa global de

Aos 3 anos e meio está indo para sua 2ª cria com prenhez do Ganges FIV Bela (Polones x Nobre), parto para janeiro/2016... SHAKUNI 42 DC POI CHAMILA IV

Já a junção dos dois modelos de curvatura do terreno (vertical e horizontal) evidenciaram a dinâmica de fluxo dos eventos hidrológicos sob a forma

Para cada um dos ínstares, foi desenvolvido um experimento no qual as lagar- tas foram alimentadas com folhas dos dois genótipos tratadas com suspensão de conídios de Beauveria

Neste trabalho buscou-se compreender as causas da evasão escolar, bem como identificar possíveis redimensionamentos que contribuam para enfrentar esse problema. Em termos

Se os controles da engenharia não mantiverem as concentrações aéreas em um nível que seja adequado para proteger a saúde dos trabalhadores, selecione equipamentos de