GEOGRAFIA
POPULAÇÃO
ECONOMICAMENTE ATIVA e IDH – BRASIL
172 - Módulo 13 572 – Módulo 07
Prof. GROTH
POPULAÇÃO EM IDADE ATIVA (PIA) – para o IBGE, instituição oficial que acompanha os índices adotados por organizações internacionais, a população em idade ativa é a que tem entre 15 e 65 anos de idade.
Para o Seade e o Dieese, quem tem entre 10 a 14 anos
de idade também faz parte da PIA, porque estes
institutos de pesquisas reconhecem a presença de
indivíduos com essa faixa etária no mercado de
trabalho informal.
PORTUGAL
PIA
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) define a PEA como a mão de obra com a qual o setor produtivo pode contar, ou seja, é o número de habitantes em idade e condições físicas para exercer algum ofício no mercado de trabalho.
Nessa conceituação, a População
Economicamente Ativa envolve aquilo que o IBGE
classifica como população ocupada e população
desocupada. O primeiro termo refere-se aos que
possuem algum ofício em um período de referência,
sendo esse ofício remunerado, não remunerado, por
conta própria ou como um empregador. Já o
segundo termo refere-se ao grupo de pessoas que
não possuem emprego e que estão aptas a trabalhar,
tendo realizado algum mínimo esforço para tal.
Neste grupo de pessoas economicamente ativas, também são consideradas as pessoas desocupadas, que para a metodologia do IBGE, são aquelas que não tem nenhum trabalho, mas o procuram, tomando providências efetivas em busca de emprego, como consulta a classificados, envio de currículos, cadastro em empresas de recrutamento, entre outros.
Empregados (trabalham para um ou mais empregadores, com carteira de trabalho
ou não, cumprindo uma jornada de trabalho estipulada recebendo dinheiro
ou outra forma de pagamento);
Autônomos (trabalham por conta própria, incluindo o trabalho informal e esporádico –
desde que trabalhe 15 horas por semana.
Aqui estão incluídas pessoas como ambulantes, artistas de rua, etc.);
Empregadores;
Não remunerados (aprendiz, voluntários, trabalho para instituições religiosas ou beneficentes e até mesmo que faz bicos em troca de algum favor ou serviço, sem ter dinheiro envolvido).
• Ocupados – os que têm uma ocupação: empregados, trabalhadores por conta própria, empregadores e pessoas que trabalharam sem remuneração, em ajuda a membros da unidade familiar.
• Desempregados – os que procuraram emprego na semana ou no mês anterior a uma pesquisa de amostra e não conseguiram. É a diferença entre a PEA e o total de ocupados.
• Inativos – os que não estão ocupados nem
desempregados: estudantes, aposentados, donas de
casa e os indivíduos que desistiram de procurar emprego
(trabalho). É a diferença entre PEA e PIA.
DINAMARCA
agricultura: 2,4%
indústria: 18,3%
serviços: 79,3% (2016 est.) CHINA
agricultura: 27,7%
indústria: 28,8%
serviços: 43,5% (2016 est.)
ALEMANHA
agricultura: 1,4%
indústria: 24,2%
serviços: 74,3%
ISRAEL
agricultura: 1,1%
indústria: 17,3%
serviços: 81,6% (2015 est.) COREIA DO SUL
agricultura: 4,8%
indústria: 24.6%
serviços: 70,6%
PNAD – 2015 (IBGE) SETORES 2015 (%) Primário 13,9 Secundário 21,6 Terciário 64,5
TERCIARIZAÇÃO DA ECONOMIA
B. Desemprego
Estrutural ou tecnológico, exemplificado pela
intensificação da Terceira Revolução Industrial, em que
a máquina substitui o homem.
B. Desemprego
Conjuntural,
relacionado às crises cíclicas ou momentâneas;
o temporário,
exemplificado
pela agricultura
que requer mão
de obra apenas
na colheita.
B. Desemprego
Friccional, marcado pela transição de postos, isto é, o
trabalhador muda de posição no mercado, evidenciando
uma mobilidade comum na economia de mercado.
Como ler os dados do desemprego na pandemia Marcelo Roubicek
30 de jun de 2020
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/06/30/Como-ler-os-dados-do- desemprego-na-pandemia
Brasil – Censo
2010 91.548.924
(49%) 51.678.548
(56,4%) 39.870.376 (43,6%)
PEA/ POP. Homens Mulheres
Desemprego sobe para 12,9% em maio e país tem tombo recorde no número de ocupados
País perdeu 7,8 milhões de postos de trabalho em relação ao trimestre anterior. Número de empregados com carteira assinada caiu para o menor nível da série histórica e, pela 1ª vez, menos da
metade da população em idade de trabalhar está ocupada.
Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 30/06/2020
A taxa oficial de desemprego no Brasil subiu para 12,9% no trimestre encerrado em maio, atingindo 12,7 milhões de pessoas, com um
fechamento de 7,8 milhões de postos de trabalhoem relação ao trimestre anterior. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua) divulgada nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/06/30/desemprego-sobe-para-129percent-em-maio.ghtml
Confira os principais destaques da pesquisa do IBGE:
•País perdeu 7,8 milhões de postos de trabalho em 3 meses
•Dos 7,8 milhões de ocupados a menos, 5,8 milhões eram informais
•Queda de 2,5 milhões de empregados com carteira assinada
•Queda de 2,4 milhões de trabalhadores sem carteira assinada
•Queda de 2,1 milhões de trabalhadores por conta própria
•Ocupação no mercado de trabalho atingiu o menor nível histórico
•Pela 1ª vez, menos da metade da população em idade de trabalhar está ocupada
•A taxa de informalidade (37,6%) é a menor da série histórica
•Desalento (quem desistiu de procurar trabalho) bateu novo recorde, reunindo 5,4 milhões
•População subutilizada atingiu o recorde de 30,4 milhões de pessoas
População ocupada tem queda recorde
A população ocupada no país teve queda recorde de 8,3% (7,8 milhões de pessoas a menos) em 3 meses e encolheu para um total de 85,9 milhões de brasileiros. Na comparação com maio do ano passado, a queda também foi recorde, de 7,5% (7 milhões de pessoas a menos).
“É uma redução inédita na pesquisa e atinge
principalmente os
trabalhadores informais. Da queda de 7,8 milhões de
pessoas ocupadas, 5,8 milhões eram informais”,
afirmou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.
Número de desempregados diante da pandemia tem alta de 26% em sete semanas, diz IBGE
Ao todo, 12,4 milhões de brasileiros estavam desempregados na quarta semana de junho, 2,6 milhões a mais que o registrado na primeira semana
de maio.
17/07/2020
A taxa de desemprego ficou ficou em 13,1%, a maior registrada desde o
começo de maio, quando era de 10,5%.
O que é o IDH e qual é a posição do Brasil em relação ao mundo?
18 de dez de 2019
O Índice de Desenvolvimento Humano, conhecido pela sigla IDH, reflete o nível de educação, longevidade e renda. É publicado anualmente pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), desde 1990.
Ele foi criado por um grupo liderado pelo paquistanês Mahbub ul Haq e contou com contribuições do bengalês Amartya Sen, Prêmio Nobel de Economia em 1998.
https://www.nexojornal.com.br/grafico/2019/12/18/O-que-%C3%A9-o-IDH-e-qual-%C3%A9-a- posi%C3%A7%C3%A3o-do-Brasil-em-rela%C3%A7%C3%A3o-ao-mundo
A ideia era criar um índice que refletisse o desenvolvimento humano e influenciasse políticas públicas, e que não fosse baseado exclusivamente na renda dos países.
Quanto maior o IDH maior o desenvolvimento humano do país.
Renda
A métrica usada no IDH é a renda interna bruta
per capita ajustada pela paridade do poder de
compra dos países. Diferentemente do PIB, a renda
interna bruta considera os fluxos de capital que
entram e saem de cada país no cálculo.
Educação
É usada no cálculo uma medida ponderada
de dois indicadores diferentes, que são a
escolaridade média da população e a expectativa
de escolaridade, ambas mensuradas em anos. O
cálculo antigo do IDH, abandonado em 2010,
utilizava a taxa de alfabetização como parâmetro
para a educação.
Longevidade
A métrica utilizada é a expectativa de vida ao
nascer, que mede quantos anos é esperado que
uma pessoa nascida em determinado ano em um
país viva. Para isso, considera-se um cenário
hipotético em que as taxas de mortalidade para
cada faixa de idade se mantenham iguais às de seu
ano de nascimento.
Brasil perde uma posição em ranking do IDH Relatório apontou que país tem 2ª maior
concentração de renda do mundo, com 1/3 de todas as riquezas nas mãos do 1% mais rico.
09/12/2019
Medido anualmente, o IDH vai de 0 a 1
–quanto maior, mais desenvolvido o país
–e tem como base indicadores de saúde, educação e renda. Neste ano, o
Brasil alcançou o IDH de 0,761, com uma pequenamelhora de 0,001 em relação ao ano passado.
Na classificação da ONU, o Brasil segue no grupo dos que têm
alto desenvolvimento humano. A escalaclassifica os países analisados com IDH muito alto, alto, médio e baixo.
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/12/09/brasil-perde-uma-posicao-em-ranking-do-idh.ghtml
http://atlasbrasil.org.br/2013/data/rawData/Rad ar%20IDHM%20PNADC_2019_Book.pdf