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INFORME ECONÔMICO 13 de novembro de 2015

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INFORME ECONÔMICO

13 de novembro de 2015

RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS

Nos EUA, o ritmo da alta de juros tende a ser gradual. Na Europa, o easing será reexaminado em dezembro e, no Brasil, a atividade continua perdendo ímpeto.

Nos EUA, os membros votantes do FOMC mostram-se mais confiantes na elevação de juros em dezembro e, ao mesmo tempo, sinalizam que os movimentos seguintes da política monetária tendem a ser moderados. O presidente do FED de São Francisco, John Wiliams

(membro votante) afirmou que é muito grande a chance de a autoridade monetária elevar a taxa básica de juros em dezembro, caso a economia continue melhorando e haja confiança de que a inflação subirá. Na mesma linha, Stanley Fischer (vice presidente do FED) e William Dudley (chairman do FED de Nova Iorque) indicaram que a economia do país está robusta, mas o impacto do Dólar forte na inflação justificaria um ritmo mais comedido de alta. Por fim, Charles Evans (FED de Chicago) também enfatizou, em seu discurso, o gradualismo dos aumentos subsequentes de juros ao invés de focar exclusivamente no momento da alta inicial. Por outro lado, Jeffrey Lacker (FED Richmond), frisou que a autoridade monetária não se encontra presa a uma abordagem pré-determinada para a taxa do Fed Fund; caso a economia progrida mais rapidamente na direção dos objetivos do FED, o ritmo de ajuste pode ser revisitado. Tais indicações encontram-se em linha com nosso cenário-base atual, que prevê início do ajuste de juros em dezembro, seguido por movimentos subsequentes bastante graduais. Em termos de dados econômicos, as vendas totais no varejo subiram em 0,1% em outubro, abaixo do esperado (0,3%), sendo que o grupo de controle variou em 0,2% (consenso: 0,4%). Houve revisões para cima nos meses anteriores mas, ainda assim, a variação trimestral do grupo de controle passou de 4,7% (setembro) para 3,2% (outubro), indicando certa perda de ímpeto dos gastos dos consumidores neste início de quarto trimestre. A respeito da inflação, o ritmo de queda do PPI surpreendeu em outubro ao mostrar variação mensal de -0,4% (índice cheio) e -0,3% (núcleo), ante expectativas de +0,2% e +0,1% nesta ordem. As variações anuais, por sua vez, vieram de -1,1% para -1,6% (PPI) e de 0,8% para 0,1% (core PPI), dando indícios de que as pressões sobre os preços continuarão moderadas à frente.

Quanto à Europa, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, em discurso no Parlamento, mencionou que o grau de acomodação da política monetária será reexaminado na próxima reunião da autoridade, agendada para dezembro. Este é um sinal de

que o atual programa de compra de ativos (que prevê compras de €60 bilhões/mês até setembro de 2016) tende a ter seu volume/duração expandidos, em decorrência principalmente dos inúmeros fatores que estão mantendo a inflação oficial abaixo da meta perseguida (2,0%). Ademais, o PIB da

-1,0% 1,0% 3,0% 5,0% 7,0% 9,0% ju l-1 1 ou t-11 ja n-1 2 abr-1 2 ju l-1 2 ou t-12 ja n-1 3 abr-1 3 ju l-1 3 ou t-13 ja n-1 4 abr-1 4 ju l-1 4 ou t-14 ja n-1 5 abr-1 5 ju l-1 5 ou t-15

EUA - Vendas do varejo: Grupo de Controle

(Total ex autos, combustíveis e material de construção)

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INFORME ECONÔMICO 13 de novembro de 2015

Zona do Euro mostrou expansão de 0,3% no terceiro trimestre, vindo de 0,4% no trimestre anterior e algo abaixo do esperado (0,4%). Na abertura regional, o PIB da Espanha cresceu em 0,8% na margem e, tanto o PIB da Alemanha como o da Franca cresceram em 0,3%, seguidos da Itália (0,2%). Por outro lado, a Grécia exibiu retração de 0,5% e Portugal viu seu ritmo econômico desacelerar para 0,0%. Nossa expectativa é que a Zona do Euro tenha expansão de 0,4% neste quarto trimestre, encerrando o presente ano com crescimento médio de 1,5%. Para 2016, projetamos 1,6%.

Na China, os dados de indústria e varejo referentes a outubro são compatíveis com expansão ao redor de 6,9% para o PIB no 4T15, sendo que o rebalancing da economia segue seu curso. A produção industrial chinesa desacelerou para 5,6% em outubro (consenso em

5,8%), com destaque baixista para os setores de borrachas/plásticos e equipamentos de transporte. Já do lado altista, tivemos o desempenho favorável do segmento automotivo. Sobre os investimentos, o FAI total passou de 10,3% para 10,2% entre setembro e outubro, exibindo desaceleração em todos os seus componentes (manufatura, infraestrutura e imobiliário). Contudo, o ritmo de recuo do FAI Infraestrutura tem se mostrado mais lento que os demais, em função das inúmeras medidas de apoio vindas de Pequim. Por outro lado, o varejo (nominal) acelerou para 11,0% em outubro, vindo de 10,9% em setembro. Com isso, o ritmo das vendas reais permaneceu em torno de 10,0%. Olhando mais à frente, inclusive, indicadores antecedentes do comércio apontam para manutenção deste ritmo nos próximos trimestres. Em termos de contas nacionais, avaliamos que os dados de varejo e indústria em outubro indicam, conjuntamente, que o ritmo da economia chinesa segue em torno de 6,9% neste início do 4T15 (estável frente ao 3T15), contando com crescimento elevado do setor terciário (serviços) e enfraquecimento do secundário (industrial). Sobre os indicadores de inflação, estes continuam bem abaixo da meta oficial (3,0%). O CPI desacelerou para 1,3% em outubro, principalmente em função da menor inflação de alimentos. Ao mesmo tempo, tanto o núcleo (1,5%) como o CPI ex-alimentos (0,9%) ficaram praticamente estáveis no período. Sobre o PPI, este teve queda de 5,9% em outubro. Para este ano, projetamos 1,4% para o CPI e crescimento econômico em torno de 7,0%. A partir de 2016, entretanto, o ritmo da economia deve desacelerar para perto de 6,5% (meta oficial). 99,5 105,3 102,4 91,1 95,4 90 92 94 96 98 100 102 104 106 108 Ma r/ 08 Set /0 8 Ma r/ 09 Set /0 9 Ma r/ 10 Set /1 0 Ma r/ 11 Set /1 1 Mar/ 12 Set /1 2 Ma r/ 13 Set /1 3 Ma r/ 14 Set /1 4 Ma r/ 15 Set /1 5

PIB da Zona do Euro

(Base 100 = 1T2008)

Zona do Euro ALE FR IT ESP

Fonte: Eurostat, BRAM

-0,3 -0,1 -0,2 0,4 0,2 0,30,4 0,5 0,4 0,3 -2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 -0,8 -0,4 0,0 0,4 0,8 1,2 m ar-1 1 ju n-11 set -1 1 de z-1 1 m ar-1 2 ju n-12 se t-1 2 de z-1 2 m ar-1 3 ju n-13 se t-1 3 de z-1 3 m ar-1 4 ju n-14 se t-1 4 dez -1 4 m ar-1 5 ju n-15 se t-1 5

Zona do Euro - Crescimento do PIB (%)

Trimestre/Trimestre Ano/Ano (direita) Fonte: Eurostat, BRAM

11,0% 9,6% 5,6% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 6 t-0 6 7 t-0 7 8 t-0 8 9 t-0 9 0 t-1 0 1 t-1 1 2 t-1 2 3 t-1 3 4 t-1 4 5 t-1 5

China - Atividade Econômica (% A/A) Varejo (nominal) Varejo (real) Industria Fonte: Bloomberg -8,0 -6,0 -4,0 -2,0 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 ja n-1 0 ago-10 m ar-1 1 ou t-1 1 m ai-1 2 dez -1 2 ju l-1 3 fe v-1 4 se t-1 4 abr-1 5 no v-15 China - Inflação PPI (% A/A) CPI (% A/A)

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INFORME ECONÔMICO 13 de novembro de 2015

Na América Latina os bancos centrais do Chile e Peru mantiveram a taxa de juros em 3,25% e 3,50%, respectivamente. No Chile, a manutenção dos juros pelo Banco Central (BCL) veio

acompanhada de discurso menos leniente com o processo inflacionário. Na avaliação do BCL, a leitura de inflação em outubro contou com surpresas altistas em componentes menos voláteis. A inflação chilena deve encerrar o ano em 4,5%, acima do intervalo estabelecido como meta (entre 2% e 4%). Dado este cenário, avaliamos que o BCL elevará a taxa de juros em 25 pontos base (p.b.) na reunião de dezembro. No caso peruano, o comunicado do Banco Central (BCRP) trouxe poucas novidades. A despeito da inflação de 3,7% em outubro também se encontrar acima do intervalo da meta (1% / 3%), o BCRP persiste com a avaliação de que o atual nível de juros é compatível com a convergência da inflação no horizonte relevante. Devido ao choque inflacionário do El Niño e à tendência de depreciação cambial, avaliamos que a taxa de juros no Peru será elevada em 50 p.b. no 1º trimestre de 2016.

No Brasil, a atividade econômica continua perdendo ritmo. As vendas varejistas (restritas)

tiveram queda de 0,5% em setembro, acima do esperado (-0,8%) e do resultado de agosto (-0,9%). Na mesma direção, as vendas ampliadas — que incluem veículos e material de construção —, exibiram variação de -1,5% (consenso em -2,4%). De acordo com o IBGE, oito das dez atividades pesquisadas tiveram queda na margem, com destaque negativo para veículos (-4,0%). Por outro lado, tanto o setor supermercadista (+0,1%) como o de móveis/eletrodomésticos (0,0%) permaneceram praticamente estáveis. Na comparação anual, contudo, o volume das vendas ampliadas segue recuando em ritmo expressivo (–11,5%), o que nos sugere que o PIB tende a mostrar retração por volta de 1,0% no terceiro trimestre, vindo de –1,9% no segundo. Apesar do enfraquecimento da economia, avaliamos que a taxa de juro tende a permanecer estável em 14,25% a.a. nos próximos trimestres, uma vez que as pressões inflacionárias seguem presentes no quadro doméstico. Projetamos 10,1% e 6,3% para o IPCA em 2015 e 2016, nesta ordem.

10,2 -5 5 15 25 35 45 55 ou t-0 7 abr-0 8 ou t-0 8 abr-0 9 ou t-0 9 abr-1 0 ou t-1 0 abr-1 1 ou t-1 1 abr-1 2 ou t-1 2 abr-1 3 ou t-1 3 abr-1 4 ou t-1 4 abr-1 5 ou t-1 5

China - Investimentos em Ativos Fixos

(% YTD, nominal)

total manufatura setor imobiliário infraestrutura

Fonte: CEIC 13,8 2,8 14,3 3,3 12,3 8,0 3,2 -6,0 -10,0 -5,0 0,0 5,0 10,0 15,0 20,0 ju n/ 04 no v/ 04 abr/ 05 se t/ 05 fe v/ 06 ju l/ 06 de z/ 06 m ai/ 07 ou t/ 07 m ar/ 08 ag o/ 08 ja n/09 ju n/ 09 no v/ 09 abr/ 10 se t/ 10 fe v/ 11 ju l/1 1 de z/ 11 m ai/ 12 ou t/ 12 m ar/ 13 ag o/ 13 ja n/14 ju n/ 14 no v/ 14 abr/ 15 se t/ 15

Brasil: Vendas Varejistas Ampliadas Variação % em 12 meses

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INFORME ECONÔMICO 13 de novembro de 2015

Na próxima semana, teremos a Ata do FOMC além de dados de inflação e atividade no Brasil.

Nos EUA, destaque para a Ata da última reunião do FOMC — em que o Comitê deixou mais provável o movimento de alta em dezembro — e os dados de indústria e CPI em outubro. A respeito da Zona do Euro, teremos apenas o CPI (outubro) e o índice antecedente ZEW (novembro). Já no calendário doméstico, serão publicados o IPCA-15 e o IGP-10 (ambos de novembro), além do IBC-BR (PIB mensal) de setembro e os dados de desemprego, CAGED e arrecadação (todos referentes a outubro).

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INFORME ECONÔMICO 13 de novembro de 2015

INDICADORES DE MERCADO

14,22 15,54 15,57 14,24 15,35 15,63 13,5 14,0 14,5 15,0 15,5 16,0

DI Jan16 DI Jan17 DI Jan21

Estrutura a Termo de Juros no Brasil

(Vértices DI) - % 13-nov-15 6-nov-15 6,45 6,89 5,89 7,34 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 NTN-B 2017 NTN-B 2024 Yield da NTN-B (%) 13-nov-15 6-nov-15

Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses

Franco Suíço 1,01 -0,28% -9,6% -1,4% -4,6% Euro 1,07 -0,11% -5,0% -11,3% -14,0% Libra 1,52 0,96% 0,9% -2,4% -3,3% Dolar Canadense 1,33 -0,30% 4,6% 12,9% 14,8% Dolar Australiano 0,71 1,01% -8,3% -13,0% -18,4% Rublo Russo 66,95 -3,79% 3,6% -10,2% -43,8% Iene (Japão) 122,81 0,26% -4,5% -2,5% -6,1% Yuan (China) 6,37 -0,32% -2,0% -2,7% -4,0% India 66,10 -0,51% -6,8% -4,8% -7,4% Real 3,83 -1,53% -42,6% -44,0% -47,8% Peso Chileno 704,50 -0,71% -11,0% -16,2% -18,6% Peso Mexicano 16,73 0,48% -11,7% -13,4% -23,0% Peso Colombiano 3079,25 -6,49% -26,2% -29,6% -43,4% Sol Peruano 3,34 -0,71% -9,1% -12,0% -13,8% Lira Turca 2,87 1,76% -17,4% -22,8% -27,9% Bangladesh Taka 78,35 -0,13% -1,1% -0,5% -1,2%

Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses

CRB 383,7 -1,88% -9% -12% -16%

CRB (em Reais) 1446,8 -1,82% 28% 24% 23%

Petróleo BRENT 43,7 -7,78% -17% -24% -44%

Libor USD 3m 0,36 0,02 11% 11% 13%

Libor EUR 3m -0,08 -0,01 -14% -16% -16%

Título 10 anos Itália 1,57 -0,22 -3% -32% -81%

Título 10 anos Alemanha 0,56 -0,13 26% 2% -24%

Título 10 anos EUA 2,28 -0,05 64% 11% -6%

CDS Brasil 5 anos 441 26 213,00 248,00 263,00

VIX 19,6 5,3 -1,35 3,70 5,83

Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses

S&P 500 Index 2.031,5 -3,23% 1,83% -1,33% -0,39% Dow Jones 17.295,0 -3,44% 0,76% -2,96% -2,03% CAC (França) 4.795,5 -3,78% 4,15% 12,24% 14,51% DAX (Alemanha) 10.683,1 -2,78% -0,11% 8,95% 15,51% FTSE 100 (Inglaterra) 6.114,8 -3,76% -9,40% -6,87% -7,85% Nikkei 225 (Japão) 19.596,9 1,72% 10,88% 12,30% 12,67% Shangai (China) 3.749,9 -0,27% 11,48% 10,64% 44,07% Ibovespa 46.406,8 -1,09% -1,07% -7,20% -10,49% Dados atualizados às 16:30

(1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local

Moedas¹

Commodities, Juros e Risco

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INFORME ECONÔMICO 13 de novembro de 2015

CALENDÁRIO E PROJEÇÕES

Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior

16/11 até 20/11

- IBC-Br (M/M) Brasil Set -- -0,60% -0,76%

- IBC-Br (A/A) Brasil Set -- -6,08% -4,47%

- Criação de empregos formais - CAGED Brasil Out -- -- -95,60 mil

- Arrecadação Federal Brasil Out -- -- R$ 95,24 Bi

Segunda 16-nov

08:00 Preços ao Consumidor - CPI Núcleo (A/A) Z. Euro Out -- 1,00% 1,00%

11:30 Empire Manufacturing EUA Nov -- -5,00 -11,36

Terça 17-nov

08:00 Índice ZEW de Sentimento Econômico Z. Euro Nov -- -- 30,10

08:00 IGP-10 (M/M) Brasil Nov 1,44% -- 1,88%

11:30 Preços ao Consumidor - CPI (M/M) EUA Out -- 0,20% -0,20%

12:15 Produção Industrial (M/M a.s.) EUA Out -- 0,10% -0,20%

12:15 Utilização da capacidade instalada EUA Out -- 77,50% 77,50%

Quarta 18-nov

11:30 Construção de casas novas EUA Out -- 1,15 Mi 1,21 Mi

17:00 Lançamento da ata do FOMC EUA -- -- --

--Quinta 19-nov

09:00 Taxa de Desemprego Brasil Out -- -- 7,60%

09:00 IPCA-15 (M/M) Brasil Nov 0,85% -- 0,66%

13:00 Sondagem Industrial - Filadélfia EUA Nov -- 0,00% -4,50

13:00 Indicadores antecedentes (M/M) EUA Out -- 0,50% -0,20%

Sexta 20-nov

13:00 Confiança do Consumidor Z. Euro Nov -- -7,50 -7,70

2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016

PIB (% ao ano) 7,6% 3,9% 1,8% 2,7% 0,1% -3,0% -2,1% Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5,9% 6,5% 5,8% 5,9% 6,4% 10,1% 6,3% Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 11,3% 5,1% 7,8% 5,5% 3,7% 10,0% 6,5% Taxa Selic (final do ano) 10,75% 11,00% 7,25% 10,00% 11,75% 14,25% 14,25% Taxa Selic (média do ano) 10,00% 11,75% 8,46% 8,44% 11,02% 13,58% 14,25% R$/US$ média do ano 1,76 1,67 1,95 2,16 2,35 3,33 4,04 R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezembro) 1,67 1,83 2,08 2,35 2,64 3,90 4,15 Exportações (US$ bilhões) 201,9 256,0 242,6 242,2 225,1 189,1 206,0 Importações (US$ bilhões) 181,6 226,2 223,1 239,6 229,0 173,1 176,6 Balança Comercial (US$ bilhões) 20,3 29,8 19,5 2,6 -3,9 15,9 29,4 Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -47,4 -52,6 -54,2 -81,2 -90,9 -65,0 -21,7 Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,3 -2,0 -2,2 -3,4 -4,2 -3,7 -1,4 Superávit Primário (% PIB) 2,6 2,9 2,2 1,8 -0,6 -0,9 -0,4 Dívida Líquida (% PIB) 38,0 34,5 32,9 31,5 34,1 34,0 35,2 Dívida Bruta (% PIB) 51,8 51,3 54,8 53,3 58,9 64,9 70,8

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INFORME ECONÔMICO 13 de novembro de 2015

As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mu-danças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exati-dão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma ofer-ta ou soliciofer-tação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a empresa responsável pela ativi-dade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco Asset Management - Todos os direitos reservados.

Tel.: 2178-6600

[email protected] Material produzido em 13/11/2015 às 15h00

Outras edições estão disponíveis no Site: www.bradescoasset.com.br, item “Informações aos Investidores”/”Nossa visão”/ “Informativos de Macroeconomia”.

FERNANDO HONORATO BARBOSA Economista-chefe

[email protected] ANDRE NASCIMENTO NOGGERINI [email protected]

DANIEL XAVIER FRANCISCO [email protected]

HUGO RIBAS DA COSTA [email protected] JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA [email protected]

THIAGO NEVES PEREIRA [email protected]

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