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Observatório Socioeconômico LAGOA GRANDE

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Academic year: 2021

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Apresentação

Este trabalho tem o objetivo de condensar informações básicas sobre o Município, 

fornecendo dados históricos, socioeconômicos e culturais.

Os dados aqui apresentados são, em sua maioria, originários de fontes secundárias 

de informações, principalmente: o IBGE, DATASUS, a STN – Secretaria do Tesouro 

Nacional e o INEP/MEC.

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Observatório Socioeconômico

LAGOA GRANDE

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Histórico

Distrito  com  denominação  de  Lagoa  Grande,  pela  lei  municipal  nº  410,  de  30­08­1963,  subordinado ao município de Santa Maria da Boa Vista. Elevado à categoria de município com a denominação de Lagoa Grande, pela lei estadual nº  11.215, de 16­06­1995, desmembrado de Santa Maria da Boa Vista. Sede no antigo distrito  de Lagoa Grande. Constituído de 2 distritos: Lagoa Grande e Jutaí. Desmembrado de Santa  Maria da Boa Vista. Instalado em 01­01­1997. Em divisão territorial datada de 15­VII­1997, o município é constituído de 2 distritos: Lagoa  Grande e Jutaí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005. Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

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Município de Lagoa Grande

Unidade Federativa:

 Pernambuco (PE)

Mesorregião:

 Sertão Pernambucano

Microrregião:

 Petrolina

Região de Desenvolvimento:

 Sertão do São Francisco

Municípios Limítrofes:

 Santa Cruz (N); Petrolina e o rio São Francisco (S), Dormentes (L) e  Santa Maria da Boa Vista (O).

Acesso Rodoviário:

 BR­122 e BR­428.

Distância até a Capital (Recife):

 710,4 Km.

Data da Instalação:

 01/01/1997.

Gentílico:

 lagoa­grandense.   Fonte: Banco de Dados de Pernambuco – BDE; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

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Formação Político Administrativa

Prefeito:

 

Rose Mary de Oliveira Garziera (PMDB)

Vice­Prefeito:

 

Manoel da Silva Rego

Bandeira do Município 

Vereadores:

 

Abnilto Alves do Amaral Erasmo de Farias e Silva Francisco Evanilson Martins João Carlos Nunes Ramos Joaquim Ramos Coelho Josefa Goreth do Nascimento Rego Josildo João de Souza Roque Cagliari Vilma Maria Paixão dos Santos

Observatório Socioeconômico

Fonte: União dos Vereadores de Pernambuco – UVP. Disponível em http://www.uvp.com.br. Prefeitura de Lagoa Grande. Disponível em http://www.pmlagoagrande.pe.gov.br. Acesso  em 06 de agosto de 2012.

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Características Demográficas

População Total:

 22.760 hab.

População Economicamente Ativa (PEA): 

9.838

Eleitores:

 16.918

Densidade Demográfica:

 12,29 hab/Km².

Homens:

 11.317

Mulheres:

 11.443

Alfabetizados:

 15.268

Cor Branca:

 5.597

Cor Preta:

 1.675

Cor Parda:

 15.022

Indígena:

 53

Observatório Socioeconômico

População Urbana:

 10.416

População Rural:

 12.344

Taxa de Urbanização:

 45,76%

Taxa de Ruralização:

 54,24%

Expectativa de vida*:

 63,70 anos.

Taxa de Fecundidade**:

 2,99 * Quantos anos, em média, espera­se que viva um recém­ nascido. IBGE, 2000. ** Nº médio de filhos que uma mulher teria ao final de  sua idade reprodutiva. IPEA, 2000.  Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 2010; Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – IPEA.

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Observatório Socioeconômico

Características Geográficas

Território:

 1.852,34 Km².

Latitude e Longitude:

 08º59'49" Sul, 40º16'19" Oeste. 

Altitude:

 300 m.

Bioma:

 Caatinga.

CEP:

 56.395­000

Vegetação: 

A vegetação é basicamente composta por Caatinga Hiperxerófila com trechos de Floresta Caducifólia.

Clima:

 Tropical Semi­Árido, com chuvas de verão. O período chuvoso se inicia em novembro com término em abril. A  temperatura média anual é de 28,0ºC.

Relevo:

 O município de Lagoa Grande, está inserido na unidade geoambiental da Depressão Sertaneja, que representa a  paisagem  típica  do  semi­árido  nordestino,  caracterizada  por  uma  superfície  de  pediplanação  bastante  monótona,  relevo  predominantemente  suave­ondulado,  cortada  por  vales  estreitos,  com  vertentes  dissecadas.  Elevações  residuais,  cristas  e/ou outeiros pontuam a linha do horizonte. Esses relevos isolados testemunham os ciclos intensos de erosão que atingiram  grande parte do sertão nordestino.

Solo:

 O município de Lagoa Grande é constituído pelos litotipos do Complexo Gnáissicomigmatítico Sobradinho­Remanso,  dos  Gnaisses  Bangê  e  Bogó,  do  Complexo  Saúde,  dos  Granitos  Calcialcalino  de  alto  potássio  Meta  e  Peraluminosos,  das  formações  Barra  Bonita  e  Mandacaru,  da  Suíte  Intrusiva  Metaluminosa  e  Peraluminosa  Rajada  e  dos  depósitos  Colúvio­ eluviais  e  Aluvionares.  Com  respeito  aos  solos,  nos  Patamares  Compridos  e  Baixas  Vertentes  do  relevo  suave  ondulado  ocorrem  os  Planossolos,  mal  drenados,  fertilidade  natural  média  e  problemas  de  sais;  Topos  e  Altas  Vertentes,  os  solos  Brunos não Cálcicos, rasos e fertilidade natural alta; Topos e Altas Vertentes do relevo ondulado ocorrem os Podzólicos,  drenados e fertilidade natural média e as Elevações Residuais com os solos Litólicos, rasos, pedregosos e fertilidade natural  média.

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Observatório Socioeconômico

Hidrografia

Demanda Urbana de Água:

 45 Lts/s.

Precipitação Pluviométrica:

 481,30 mm em 2011. 

Mananciais:

 Rio São Francisco.

Participação do Manancial na oferta de Água:

 100%.

Situação do Manancial:

 Satisfatório. O município de Lagoa Grande encontra­se inserido nos domínios da Bacia Hidrográfica do Rio Garças e Rio Pontal. Fonte: Agência Nacional de Águas – ANA. 2011; Agência Pernambucana de Águas e Clima – APAC, 2011. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM, 2010. 

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Observatório Socioeconômico

Renda

Produto Interno Bruto – PIB Municipal:

 R$ 200.862.000,00 a preços correntes. 

PIB per capita:

 R$ 8.825,22

Renda Média População Urbana:

 R$ 1.284,76

Índice de Gini*:

 0,41

Renda Média População Rural:

 R$ 1.019,95

Comércio Internacional

Importação:

 Caixas, engradados, rolhas etc – $ 490.666,00 (US$ Free on Board** – FOB)

Exportação:

 Uvas frescas – $ 2.392.275,00 (US$ – FOB)  * O Índice de Gini, criado pelo matemático italiano Conrado Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de  renda  em  determinado  grupo.  Ele  aponta  a  diferença  entre  os  rendimentos  dos  mais  pobres  e  dos  mais  ricos.  Numericamente, varia de zero a unidade, sendo que o valor zero representa a situação de igualdade, ou seja, todos têm a  mesma renda e o valor um está no extremo oposto, isto é, uma só pessoa detém toda a riqueza (IPEA, 2012).

**  Free  on  Board:  O  vendedor encerra suas obrigações  quando a  mercadoria transpõe a  amurada  do  navio  no porto de  embarque indicado e, a partir daquele momento, o comprador assume todas as responsabilidades quanto a perdas e danos. 

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Observatório Socioeconômico

Arrecadação de Tributos

Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS: 

R$ 2.275.693,08

Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI:

 R$ 6.293,42

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores – IPVA:

 R$ 10.479,00

Imposto Territorial Rural – ITR:

 R$ 7.351,40

Imposto Sobre Serviços – ISS:

 R$ R$ 186.049,20

Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – ITBI:

 R$ 9.632,65

Transferências Constitucionais

Fundo de Participação dos Municípios – FPM:

 R$ 4.183.641,59 Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional – STN, 2011. (R$ 1,00)  preços correntes.

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Observatório Socioeconômico

Relatório Resumido da Execução Orçamentária – RREO

Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional – STN, 2011. (Valores expressos na escala de R$ 1,00 e a preços correntes).  Legislativo Judiciário Administração Seg. Pública Assist. Social Saúde Educação Cultura Urbanismo Habitação Saneamento Gestão Ambiental Ciência e Tecnologia Agricultura Indústria Comércio e Serviços Energia Transporte Desporto e Lazer R$ 0,00 R$ 2.000.000,00 R$ 4.000.000,00 R$ 6.000.000,00 R$ 8.000.000,00 R$ 10.000.000,00 R$ 12.000.000,00 R$ 3.694,50 R$ 0,00 R$ 3.876.335,26 R$ 0,00 R$ 1.613.315,12 R$ 6.639.472,82 R$ 10.840.693,82 R$ 582.213,80 R$ 434.873,29 R$ 10.181,24 R$ 55.456,49 R$ 1.000,00 R$ 0,00 R$ 726.993,61 R$ 0,00 R$ 1.264,00 R$ 1.159,01 R$ 436.480,00 R$ 271.973,63

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Observatório Socioeconômico

Dados Sociais

Média de pessoas por domicílio:

 3,74

Famílias que recebem o Benefício Bolsa Família:

 3.692

Índice de Desenvolvimento Humano – IDH:

 0,63.

Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – IFDM:

 0,5825.

Número de famílias inscritas no Cadastro Único:

 6.466

Criado  por  Mahbub  ul  Haq  com  a  colaboração  do  economista  indiano  Amartya  Sen,  ganhador  do  Prêmio  Nobel  de  Economia de 1998, o IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Não abrange todos os  aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da "felicidade" das pessoas, nem indica "o melhor lugar no mundo  para  se  viver".  Varia  de  0  a  1,  onde  a  unidade  representa  a  melhor  condição  dos  três  pilares  que  o  constituem:  saúde,  educação e renda.

O  Índice  FIRJAN  de  Desenvolvimento  Municipal  (IFDM)  é  um  estudo  anual  do  Sistema  FIRJAN  que  acompanha  o  desenvolvimento dos municípios brasileiros em três áreas: Emprego & Renda, Educação e Saúde. O índice varia de 0 a 1 e  quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento da localidade. O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal é um instrumento que identifica e caracteriza as famílias de  baixa renda, entendidas como aquelas que têm: a) renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (½ Salário Mínimo  – SM) ou b) renda mensal total de até três salários mínimos (3 SM). Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social – MDS/CadÚnico, 2011; Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), 2009; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento  – PNUD/Atlas do Desenvolvimento Humano/IDH, 2000.

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Observatório Socioeconômico

Condições de Vida

Taxa de Mortalidade Geral:

 2,64

Número de óbitos:

 104

Nascidos Vivos:

 425

Número de domicílios com internet: 

317 Fonte: IBGE/Censo Demográfico, 2010. Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP/Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – Portal ODM, 2011. 33,80% 31,60% 34,60%

Abaixo Linha Indigência < ¼ SM Acima Linha Pobreza > ½ SM Entre Indigência e Pobreza

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Estabelecimentos de Ensino (Fundamental e Médio):

 53 Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais ­ INEP/Censo Educacional 2009. Compreende o somatório do número de docentes e matrículas da rede federal, estadual, municipal e privada. 4.870 1.209 187 48

Nº Matrícula Ensino Fundamental Nº Matrícula Ensino Médio Nº Docentes Ensino Fundamental Nº Docentes Ensino Médio

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

Taxa  de  aprovação,  reprovação  e  abandono  nos  Níveis  de  Ensino  Fundamental  de  8  e  9  anos  e  Médio.  Os  cálculos das taxas são baseados nas informações sobre o movimento e o rendimento dos alunos.

Tx. Aprovação Ensino FundamentalTx. Aprovação Ensino MédioTx. Reprovação Ensino FundamentalTx. Reprovação Ensino MédioTx. Abandono Ensino FundamentalTx. Abandono Ensino Médio 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 84,1% 81,4% 12,3% 6,5% 3,6% 12,1%

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb  foi  criado  pelo  Inep  em  2007,  varia  de  zero  a  dez.  Sintetiza  dois  conceitos  igualmente  importantes  para  a  qualidade  da  educação:  aprovação  e  média  de  desempenho  dos  estudantes  em  língua  portuguesa  e  matemática. O indicador é calculado a partir dos dados  sobre  aprovação  escolar,  obtidos  no  Censo  Escolar,  e  médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e  a Prova Brasil.

A taxa de analfabetismo é maior entre as pessoas com  idade superior a quinze anos. Incentivar o programa  Educação de Jovens e Adultos (EJA)  é uma  maneira  de diminuir este índice.

Tx. Analfabetismo < 15 anos Tx. Analfabetismo > 15 anos 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 18,60 34,10

Ideb obtido Ideb Meta 2,9 3,0 3,0 3,0 3,0 3,0 3,1 3,1 3,1 3,1 3,0

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, 2011.

O  Exame  Nacional  do  Ensino  Médio  (Enem)  é  uma  avaliação  cujos  resultados  podem  ser  utilizados para:  (1)  compor  a  avaliação  de  medição  da  qualidade  do  Ensino  Médio  no  país;  (2)  a  implementação  de políticas  públicas;  (3)  a  criação  de  referência  nacional  para  o  aperfeiçoamento  dos  currículos  do  Ensino Médio  e  (4)  o  desenvolvimento  de  estudos  e  indicadores  sobre  a  educação  brasileira.  Neste  exame, busca­se  aferir  as  competências  e  habilidades  desenvolvidas  pelas  estudantes  ao  fim  da  escolaridade  básica. Esta  aferição  é  realizada  por  meio  de  uma  redação  e  de  provas  objetivas  que  avaliam  quatro  áreas  do conhecimento:  Linguagens,  Códigos  e  suas  Tecnologias,  Ciências  Humanas  e  suas  Tecnologias,  Ciências  da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias.

ENEM (Escolas Públicas Estaduais) ENEM (Escolas Públicas Municipais) ENEM (Escolas Privadas) 0,00 50,00 100,00 150,00 200,00 250,00 300,00 350,00 400,00 450,00 500,00 453,23 0,00 0,00

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Observatório Socioeconômico

Dados Educacionais – IES

Fonte: Ministério da Educação – MEC/Sistema de Regulação do Ensino Superior – e­MEC, 2012. UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - ULBRA

(51) 3477 4000

www.ulbra.br

Privada sem fins lucrativos [email protected]

UNIVERSIDADE SALVADOR - UNIFACS (71) 3271-8163

www.unifacs.br

Privada com fins lucrativos

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Observatório Socioeconômico

Empregos por atividade formal

Fonte: Relação Anual de Informações Sociais – RAIS/Ministério do Trabalho e Emprego – MTE/Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED, 2010. 

A Relação Anual de Informações Sociais – RAIS constitui uma das principais fontes de informações sobre o mercado  de  trabalho  formal,  apresentando  uma  história  de  dados  bem  consolidada  e  de  qualidade,  capaz  de  subsidiar  diagnósticos  e  fundamentar  políticas  públicas,  tanto  nos  aspectos  do  setor  privado,  quanto  do  setor  público,  permitindo aos gestores atuar sobre cenários desfavoráveis, em busca de uma maior equidade social. 

Agropecuária Extrativa Mineral Indústria de Transformação Construção Civil Comércio Serviços Adm. Pública 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 867 0 150 0 313 48 1.145

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Observatório Socioeconômico

Pecuária

Fonte: Produção da Pecuária Municipal – PPM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Bovinos Equinos Bubalinos Asininos Muares Suínos Caprinos Ovinos Galos, Frangas, Pintos Galinhas Codornas Coelhos 0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000 8.800 480 0 3.600 460 3.130 34.200 27.100 5.700 16.600 0 0

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Observatório Socioeconômico

Produção de origem animal

Fonte: IBGE/Séries Estatísticas & Históricas, 2010.

Leite (lts) Ovo galinha (dúzia) Ovo Codorna (dúzia) Mel Abelha (Kg) Casulo Bicho Seda (Kg) Lã (Kg) 0 100.000 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000 700.000 800.000 900.000 1.000.000 865.000 145.000 0 0 0 0

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Lavoura Temporária

 

O

bs

er

va

ri

So

ci

oe

co

n

ôm

ic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 8.000 9.000 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6.000 0 0 0 0 100 0 0 0 0 0 15 1.050 5.600 360 172 0 0 4 8.280 0 0 Toneladas

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Lavoura Temporária (Área Plantada x Colhida)

 

O

bs

er

va

ri

So

ci

oe

co

n

ôm

ic

o

Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 200 400 600 800 1.0001.200 0 0 0 0 0 0 0 0 0 300 0 0 0 0 1.100 0 0 0 0 0 50 100 280 20 750 0 0 10 180 0 0 Hectares

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 100 200 300 400 500 600 700 800 0 0 0 0 0 0 0 0 0 300 0 0 0 0 500 0 0 0 0 0 50 100 280 20 750 0 0 10 180 0 0 Hectares

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Lavoura Temporária (Valor Produção em R$ mil)

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011.

Abacaxi (Mil frutos) Algodão (em caroço) Alho Amendoim Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-doce Batata-inglesa Cana-de-açúcar Cebola Centeio (em grão) Cevada (em grão) Ervilha (em grão) Fava (em grão) Feijão (em grão) Fumo (em folha) Girassol (em grão) Juta (fibra) Linho (semente) Malva (fibra) Mamona (baga) Mandioca Melancia Melão Milho (em grão) Rami (fibra) Soja (em grão) Sorgo (em grão) Tomate Trigo (em grão) Triticale (em grão)

0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4.800 0 0 0 0 280 0 0 0 0 0 15 147 1.288 241 69 0 0 1 21.528 0 0 (R$ mil)

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Lavoura Permanente

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000 0 0 0 2.805 0 0 0 0 0 0 720 0 0 0 1.960 0 0 0 0 320 3.600 1.080 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 34.160 Toneladas

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Lavoura Permanente (Área Plantada x Colhida)

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 500 1.000 1.500 0 0 0 170 0 0 0 0 0 0 90 0 0 0 70 0 0 0 0 80 200 90 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.220 Hectares Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 500 1.000 1.500 0 0 0 170 0 0 0 0 0 0 90 0 0 0 70 0 0 0 0 16 200 90 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.220 Hectares

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Lavoura Permanente (Valor Produção em R$ mil)

 

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Fonte: Produção Agrícola Municipal – PAM 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. Abacate Algodão arbóreo (em caroço) Azeitona Banana (cacho) Borracha (látex coagulado) Cacau (em amêndoa) Café Caqui Castanha de caju Chá-da-índia (folha verde) Coco-da-baía Dendê (cacho de coco) Erva-mate (folha verde) Figo Goiaba Guaraná (semente) Laranja Limão Maçã Mamão Manga Maracujá Marmelo Noz (fruto seco) Palmito Pera Pêssego Pimenta-do-reino Sisal ou agave (fibra) Tangerina Tungue (fruto seco) Urucum (semente) Uva 0 10000 20000 30000 40000 50000 60000 70000 80000 90000 100000 0 0 0 2188 0 0 0 0 0 0 158 0 0 0 1372 0 0 0 0 115 2340 972 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 92232 (R$ mil)

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Observatório Socioeconômico

Serviços Urbanos e Hospedagem

Empreendedorismo Individual*

43 EI cadastrados em 2011. *O Empreendedor Individual – EI é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.  Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano, não ter participação em  outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria. Fonte: IBGE/Cadastro Nacional de Empresas – CNE, 2011. Banco Central do Brasil – BCB, 2011. Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE, 2011. Nº Empresas Nº Bancos Nº Hotéis Nº Pousadas Nº Leitos 0 50 100 150 200 250 226 2 2 1 103

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Observatório Socioeconômico

Frota

Fonte: Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN/Departamento de Trânsito de Pernambuco – DETRAN, 2012. Automóvel Caminhões Caminhonetes Micro-ônibus Motocicletas Ônibus Reboque Semi-Reboque Utilitário 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 1.600 470 94 185 8 1.454 11 26 8 1

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Observatório Socioeconômico

Dados sobre a Saúde

Fonte: Ministério da Saúde/DATASUS/Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, 2011.

O Ministério da Saúde através da Portaria nº 1.101,  de  12  de  junho  de  2002,  estima  em  2,5  a  3  a  necessidade  de  leitos  para  cada  grupo  de  mil  habitantes.

As  informações  disponíveis  são  geradas  a  partir  dos  dados  enviados  pelas  Secretarias  Municipais  e  Estaduais  de  Saúde  através do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de  Saúde (CNES/SUS) e consolidadas no Banco de Dados Nacional  pelo  DATASUS,  conforme  determina  a  Portaria  SAS/SE/MS  nº  49  de  4  de  julho  de  2006  e  SAS/MS  311  de  14  de  maio  de  2007. 

Estabelecimento Saúde SUS Leitos Internação Farmacêutico Médico Enfermeiro Fisioterapeuta Fonoaudiólgo Nutricionista Odontólogo Psicólogo 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 8 18 2 16 8 1 0 1 0 1

Mortalidade Infantil/1000 hab. Leitos/1000 hab. 0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00 14,39 0,79

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Observatório Socioeconômico

Dados sobre a Saúde

Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, 2011. Departamento de Atenção Básica – DAB/Atenção Básica e a Saúde da Família. 

Os  princípios  fundamentais  da  atenção  básica  no  Brasil  são:  integralidade,  qualidade,  equidade  e  participação  social.  Mediante  a  adstrição  de  clientela,  as  equipes  Saúde  da  Família  estabelecem  vínculo  com  a  população,  possibilitando  o  compromisso e a co­responsabilidade destes profissionais com os usuários e a comunidade. Seu desafio é o de ampliar suas  fronteiras  de  atuação  visando  uma  maior  resolubilidade  da  atenção,  onde  a  Saúde  da  Família  é  compreendida  como  a  estratégia  principal  para  mudança  deste  modelo,  que  deverá  sempre  se  integrar  a  todo  o  contexto  de  reorganização  do  sistema de saúde.

Equipe Saúde da Família – ESF Agentes – ESF Agente de Endemias 0 10 20 30 40 50 60 6 51 0

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Observatório Socioeconômico

Saneamento

Energia

Fonte: Banco de Dados do Estado de Pernambuco – BDE/Perfil Municipal, 2010; Ministério da Saúde – MS/DATASUS, 2011.

Água Rede Pública Água Poço Particular

0 1.000 2.000 3.000 4.000 3.741 153 Domicílios Lixo Coletado Lixo Queimado/Enterrado Lixo Céu aberto

0 1.000 2.000 3.000 4.000 3.648 1.011 954 Domicílios Casa de Tijolo Casa de Taipa Casa de Madeira 0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 5.208 168 7 Quantidade

Domicílios com Energia (Qtd) Consumo Energia (Mw/h)

0 5.000 10.000 15.000 20.000

5.320

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Pontos Turísticos

O Enoturismo

Visitar  uma  cantina,  conhecer  o  processo  de  elaboração  dos  vinhos  e  derivados,  conhecer  a  história,  tradição,  folclore,  gastronomia  e,  principalmente  degustar  e  adquirir  produtos  diretamente  do  local  da  fabricação  é  um  negócio  que  vem  crescendo  dia­a­dia.  Por  isso  muitas  empresas  estão  inovando,  revendo  conceitos,  reavaliando  comportamentos,  remodelando instalações, criando novos roteiros, acrescendo atrações e apresentando curiosidades, a fim de se tornarem  um diferencial. Isto é: apresentar algo diferente, sair da mesmice, se aprimorando e com isso chegando mais perto, do que  realmente o turista deseja.

Parque da Uva e vinho é o local onde acontece de dois em dois meses a Feira da Uva e do Vinho, festa conhecida como  Vinhuva  Fest.  O  local  também  é  utilizado  para  a  prática  de  esportes  e  realização  de  diversos  eventos  produzidos  pelo  munícpio.

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Observatório Socioeconômico

Arranjos Produtivos Locais (APL)

Arranjos Produtivos Locais (APL) são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam  especialização produtiva e mantêm vínculo de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros  agentes locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições financeiras, ensino e pesquisa. Um APL deve ter a  seguinte caracterização: a) Ter um número significativo de empreendimentos no território e de indivíduos que atuam em  torno de uma atividade produtiva predominante e b) Compartilhar formas percebidas de cooperação e algum mecanismo  de governança. Pode incluir pequenas, médias e grandes empresas. (MDS, 2012) ➔

 Setor Primário:

 Apicultura, Ovinocaprinocultura e Fruticultura. ➔

 Setor Secundário:

 Vinho.

Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS)

 Caprinocultura para corte: 

546 beneficiários. Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS/Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação – SAGI, 2011.

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Referências

   AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS (ANA). Atlas de Abastecimento Urbano de Água. Brasília, 2010. ______. Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos. Brasília, 2010. AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA (APAC). Climatologia da Precipitação. Recife, 2012. ______. Boletim Pluviométrico 2011. BANCO CENTRAL DO BRASIL (BCB). Sistema de Informações do Banco Central (SISBACEN): Séries Históricas 2011. BANCO DE DADOS DO ESTADO DE PERNAMBUCO (BDE). Perfil do Municípios 2011. Recife, 2012. BANCO DE DADOS SIDRA. IBGE, 2011. CADASTRO NACIONAL DE ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE (CNES). CNESNet 2012. COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS (CPRM). Recursos Hídricos Subterrâneos 2011. Brasília, 2012. ______. Serviço Geológico do Brasil: Recursos Minerais 2010. DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DE PERNAMBUCO (DETRAN­PE): Frota de veículos segundo município. Recife, 2012. FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (FIRJAN). Índice FIRJAN de Desenvolvimento Muni­ cipal (IFDM) 2009. Rio de Janeiro, 2011. GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO – AGÊNCIA ESTADUAL DE PLANEJAMENTO E PESQUISAS, 2010.

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INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Cadastro Nacional de Empresas: 2011. Brasília, 2012. ______. Cadastro Nacional das Empresas 2011. IBGE 2012. ______. Censo Demográfico: 2010. IBGE, 2012. ______. Produção Agrícola Municipal, 2010. IBGE, 2012. ______. Produto Interno Bruto Municipal 2009. IBGE 2011. ______. Produção da Pecuária Municipal 2010. IBGE 2011. ______. Séries Estatísticas & Históricas 2011. IBGE 2012. INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA (INEP). Sinopses Estatísticas 2011. INSTITUTO DE PESQUISAS ECONÔMICAS APLICADAS (IPEA). Ipeadata social, 2000. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). Cadastro da Educação Superior e­MEC. Brasília, 2012. ______. Censo Educacional 2009. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR/Balança Comercial Brasileira, 2011.  MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS). Banco de Dados do Sistema Único de Saúde. Brasília, 2012. ______. Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) 2011. ______. Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) 2011. ______. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) 2011. 

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______. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) 2011.  ______. Sistema de Informações Hospitalares (SIH) 2011. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME (MDS). Cadastro Único 2011. ______. Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação – SAGI, 2011.  ______. Relatório de Informações Sociais 2011. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). Cadastro Geral de Empregados e Desempregados 2010. Brasília, 2012. OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM). Portal ODM: Sistema de Indicadores Municipais 2010. PREFEITURA DE LAGOA GRANDE. Disponível em http://www.pmlagoagrande.pe.gov.br. Acesso em 06 de agosto de 2012. PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO – PNUD. Atlas do Desenvolvimento Humano, 2000.  SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL (STN). Indicadores Fiscais e de Endividamento 2011. Brasília, 2012. SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS – SEBRAE. Empreendedores Individuais, 2011. SÍTIO FERIASTUR. Disponível em http://www.ferias.tur.br. Acesso em 06 de agosto de 2012. SÍTIO PERNAMBUCO IMORTAL. Disponível em http://pernambucoimortal.com. Acesso em 06 de agosto de 2012. SÍTIO PERNAMBUCO DE A­Z. Disponível em http://www.pe­az.com.br. Acesso em 06 de agosto de 2012. SÍTIO VIAJANDO TODO O BRASIL. Disponível em http://www.viajandotodoobrasil.com.br. Acesso em 06 de agosto de 2012. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE PERNAMBUCO (TRE­PE). Cadastro de Eleitores 2011.

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UNIÃO VEREADORES DE PERNAMBUCO – UVP. Disponível em http://www.uvp.com.br. Acesso em 06 de agosto de 2012.

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