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PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

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Academic year: 2021

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PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA –

Praça João Pessoa, s/n - CEP 58.013-902 • João Pessoa-PB - Fone: (83) 3216-1400 • Internet: www.tjpb.jus.br • e-mail: [email protected] • twitter: @TJPBNoticias

MESA DIRETORA

Desª Maria de Fátima Moraes

Bezerra Cavalcanti

(Presidente)

Des. Romero Marcelo

da Fonseca Oliveira

(Vice-Presidente)

Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos

(Corregedor-Geral de Justiça)

Des. Frederico Martinho

da Nóbrega Coutinho

(Ouvidor)

Des. José Ricardo Porto

(Ouvidor Substituto)

Bel Robson de Lima Cananéa

(Diretor Especial)

CONSELHO DA MAGISTRATURA

SESSÕES: 1ª e 3ª Sextas-feiras, às 09:00h Desª Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti

(Presidente)

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos

PRIMEIRA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h

Des. José Ricardo Porto Des. Leandro dos Santos (Presidente) Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque

SEGUNDA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 08:30h

Desª Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira

Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos

(Presidente)

Des. José Di Lorenzo Serpa

TRIBUNAL PLENO

SESSÕES QUINZENAIS: Quartas-feiras das 08:30h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h

TERCEIRA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 09:00h

Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides Des. José Aurélio da Cruz (Presidente) Desª Maria das Graças Morais Guedes

QUARTA CÂMARA

ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 09:00h

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira

(Presidente)

Des. João Alves da Silva

Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho

Órgãos Julgadores

SEGUNDA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES QUINZENAIS:

Quarta-feira, às 09:00h

Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides (Presidente) Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira

Des. João Alves da Silva

Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho Desª Maria das Graças Morais Guedes

Des. José Aurélio da Cruz

PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES QUINZENAIS: Quarta-feira, às 08:30h Des. José Di Lorenzo Serpa

Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente) Desª. Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira

Des. José Ricardo Porto Des. Leandro dos Santos Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos

CÂMARA ESPECIALIZADA

CRIMINAL

SESSÕES: Terça-feira, às 8:30h e Quinta-Feira, às 14:00h Des. Joás de Brito Pereira Filho

Des. Arnóbio Alves Teodósio Des. João Benedito da Silva Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior Des. Carlos Martins Beltrão Filho (Presidente)

RESOLUÇÃO DO TRIBUNAL PLENO

RESOLUÇÃO Nº. 36, DE 10 DE JULHO DE 2013 Dispõe sobre o funcionamento da Central de Mandados, do

zoneamento dos mandados a serem cumpridos pelos oficiais de justiça, e dá outras providências. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no exercício de suas atribuições, conferidas na forma do art. 8º, XIII, do Regimento Interno, Considerando a necessidade de racionalizar as atividades funcionais dos oficiais de justiça e equacionar igualitariamente os encargos da categoria no cumprimento do elevado número de mandados; Considerando também o princípio da eficiência, impositor a todo agente público do dever de realizar suas atribuições com presteza, perfeição e rendimento funcional satisfatórios, contido no art. 37, da Constituição da República, norteador das atividades da Administração Pública; Considerando o princípio da moralidade, integrado por regras de boa administração, traduzindo a vontade de obter o máximo de eficiência administrativa; Conside-rando o dever funcional de otimizar os recursos disponibilizados no âmbito da Administração Pública, afastando assim o desperdício e a ociosidade das atividades públicas; resolve: CAPÍTULO I DA CENTRAL DE MANDA-DOS Art. 1º A Central de Mandados – CEMAN, serviço auxiliar do foro judicial, regulamentada no art. 250 da Lei Complementar nº. 96, de 3 de dezembro de 2010, será dirigida por um chefe, designado pelo Presidente do Tribunal de Justiça entre servidores das serventias judiciais. Parágrafo único - Na ausência ou no impedimento do chefe da CEMAN, poderá o juiz diretor do fórum, provisoriamente, conferir competência a um dos seus integrantes, para assinar mandados e proceder outros atos. Art. 2º A CEMAN terá a competência exclusiva para distribuição de mandados de todas as varas da comarca, salvo nas comarcas onde houver distribuição de mandados por via eletrônica. Art. 3º O horário, para atendimento aos oficiais de justiça, ficará a critério do chefe da CEMAN de cada comarca. CAPÍTULO II DOS DIREITOS E DAS OBRIGAÇÕES DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA Art. 4ª O oficial de justiça deverá comparecer à CEMAN três dias úteis por semana, para o recebimento e devolução dos mandados, ocasião em que assinará o ponto. Art. 5º Caberá ao oficial de justiça verificar, no mesmo dia do recebimento do mandado, se este contém: I - as peças processuais que devem acompanhá-lo; II - os dados necessários para o cumpri-lo; III - o comprovante de recolhimento das diligências, quando devidas. Parágrafo único – O mandado que não atender aos requisitos dos incisos I a III deste artigo, certificado pelo oficial de justiça, será devolvido à CEMAN, no prazo de vinte e quatro horas, que o remeterá ao cartório, responsabilizando-se o oficial de justiça pelo seu comprimento, independente do pagamento da diligência, caso assim não o proceda. Art. 6º As certidões, os autos e os demais atos processuais da atribuição de oficiais de justiça só serão aceitos pela CEMAN se assinados e contiverem a identificação funcional de quem os assinar, sob pena do ato ser considerado não cumprido. Esses atos podem ser manuscritos, desde que de forma legível e em formulário próprio, fornecido pela CEMAN. Parágrafo único - O oficial de justiça informará, na certidão, o nome completo do representante legal da pessoa jurídica a quem o mandado se dirige. Art. 7º Em caso de perda ou extravio de mandado não eletrônico, poderá ser emitida pela CEMAN uma segunda via, devendo o oficial de justiça justificar a ocorrência por escrito. Art. 8° Em caso de afastamento, a qualquer título, o oficial de justiça deverá comunicar imediatamente à CEMAN, por escrito, para que sejam tomadas as providências cabíveis ao cumprimento dos mandados, observando-se o seguinte: I – no caso de afastamento de até um dia, os mandados continuarão sendo emitidos para o oficial afastado; II – nos afastamentos superiores a um e inferiores a oito dias, o oficial será afastado do sistema, e os mandados que estiverem em seu poder serão redistribuídos entre os oficiais de justiça da respectiva zona de atuação, caso os prazos dos atos processuais neles contidos expirem em até seis dias úteis do término da licença. III – se o afastamento for igual ou superior a oito dias, o oficial de justiça será excluído do sistema e os mandados em seu poder serão redistribuídos entre os oficiais de justiça da respectiva zona, exceto aqueles cujos prazos para audiência sejam iguais ou inferiores a seis dias úteis, quando

serão redistribuídos na zona de urgência. §1º Aplica-se o disposto nos incisos I e II deste artigo aos demais casos de licença, às férias e à especial. §2º A ausência de comunicação acarretará ao oficial de justiça responsabilidade pelo descumprimento da diligência. §3° No caso do inciso III deste artigo e observando-se a devolução de mandados com mais de cinco dias úteis em poder do oficial de justiça, quando do procedimento médico não considerado de urgência, assim definido pela Junta Médica do Poder Judiciário, a CEMAN, no prazo de cinco dias, será comunicada para o desconto proporcional do rateio das diligências e posterior encaminhamento à Diretoria de Gestão de Pessoas, para o desconto proporcional de transporte. CAPÍTULO III DA SOLICITAÇÃO E DO CUMPRIMENTO DOS MANDADOS Art. 9º Os cartórios só deverão solicitar os mandados, quando comprovado, com documento hábil juntado aos autos, o recolhimento das despesas com as diligências a serem efetuadas pelos oficiais de justiça, se devidas, conforme disciplina o Provimento nº 02/2007 da Corregedoria-Geral de Justiça. §1º Cada mandado deverá conter apenas um destinatário e seu respectivo endereço, podendo haver a solicitação de mandados vinculados apenas nos casos em que o cumprimento da diligência seja para o mesmo endereço. §2° Nas comarcas, onde houver instalado o módulo da Central de Mandados do e-Jus, as cartas de citação e os mandados diversos serão emitidos pelos cartórios e impressos na CEMAN, salvo nos casos em que houver a entrega aos oficiais por meio eletrônico. §3º Os mandados deprecados, incluindo-se os de prisão, serão solicitados pelo sistema de expedição de mandados em utilização. §4º O cumprimento de mandados, em comarcas integradas, restringir-se-á ao perímetro urbano da sede da comarca destinatária, quando essa dor diversa do juízo expedidor. Art. 10 Exclusivamente nos casos de impossibilidade de operação do sistema, bem assim nos de processos não cadastrados no sistema, os mandados poderão ser processados manualmente e serão encaminhados à CEMAN, para cadastramento e distribuição, bem como anotados em livro próprio. Art. 11 Os mandados de intimação deverão ser solicitados pelos cartórios no prazo mínimo de dez dias úteis, antes do ato ou da audiência, excluindo-se o dia da solicitação. § 1º Nos mandados que exigirem peça processual, o cartório terá vinte e quatro horas para remeter à CEMAN as peças necessárias. § 2º A CEMAN entregará os mandados aos oficiais de justiça no dia seguinte à remessa de que trata o § 1º deste artigo. § 3º Os oficiais de justiça devolverão os mandados cumpridos à CEMAN com quarenta e oito horas de antecedência à audiência ou ao ato a ser realizado, com exceção dos mandados urgentes, que poderão ser devolvidos até o dia da audiência e os de condução coercitiva, que deverão ser devolvidos até o primeiro dia útil após o ato ou audiência. § 4º Excetuam-se dos prazos dispostos neste artigo os mandados de cotação em procedimento sumário, devidamen-te identificados, que deverão ser solicitados no prazo mínimo de vindevidamen-te dias údevidamen-teis andevidamen-tes da audiência e devolvidos em até dez dias antes desse ato. § 5º Excetuam-se, qualquer que seja o rito processual, os casos de imediata designação de audiência ou outro ato processual, hipótese em que o mandado será solicitado como urgente, acompanhado, obrigatoriamente, da respectiva cópia do despacho e devolvido até a hora do ato. § 6º Nos processos criminais, serão solicitados, ainda como urgentes, os mandados de intimação de testemunhas em que o rol foi apresentado em cartório em prazo inferior a dez dias da data da audiência, acompanhado, obrigatoriamen-te, da respectiva cópia do despacho. § 7º Os mandados não devolvidos nos prazos estabelecidos neste artigo serão considerados não cumpridos, para efeito de recebimento das diligências. § 8º Os mandados desentranha-dos desentranha-dos autos do processo devem vir, obrigatoriamente, acompanhadesentranha-dos da cópia do despacho que motivou o desentranhamento, assim como das peças processuais necessárias ao seu cumprimento, devendo a chefia da CEMAN devolvê-los para complementação, caso não obedeçam essas especificações. Art. 12 Os mandados serão solicitados pelos cartórios e distribuídos de forma aleatória pelo próprio sistema, ficando o cartório obrigado a enviar as peças que os compõem até o prazo máximo de vinte e quatro horas da solicitação, sob pena de serem devolvidos, para que a escrivania proceda a sua exclusão do sistema. § 1º Nas comarcas, onde as varas funcionem em prédios diversos da Central de Mandados, os cartórios se responsabilizarão pela entrega das peças que acompanham os mandados, via malote digital, na forma da Resolução nº 9, de 9 de março de 2011,

Nº 14.391

João Pessoa-PB • Disponibilização: sexta-feira, 19 de julho de 2013

(2)

PODER

JUDICIÁRIO

TRIBUNAL

DE JUSTIÇA

DA PARAÍBA

DIRETORIA DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL

Gerência de Comunicação

D

IÁRIO

DA

J

USTIÇA

Supervisor: Martinho José Pereira Sampaio

Endereço: ANEXO ADMINISTRATIVO “DESEMBARGADOR ARCHIMEDES SOUTO MAIOR”

Praça Venâncio Neiva, s/n, 7º andar Centro - CEP 58011-020 • João Pessoa / PB • Contato: (83) 3216-1629 (Supervisão) 3216-1818 e 3216-1420 (Apoio) site: www.tjpb.jus.br • e-mail: [email protected]

do Tribunal de Justiça. § 2º Na hipótese do § 1º deste artigo, os mandados cumpridos serão devolvidos ao cartório no dia seguinte pelo oficial de justiça plantonista. Art. 13 Em todas as comarcas, os mandados serão emitidos nas próprias Centrais, na primeira hora do expediente. Art. 14 Os mandados serão assinados ou chancelados, de ordem, pelo chefe da Central de Mandado. § 1º Os mandados de prisão serão emitidos pela Central de Mandados e assinados pelos juiz que determinou a sua expedição, devendo ser encaminhada cópia, por meio digital, às Superintendências de Polícia Civil e da Polícia Federal, quando se tratar de crime de entorpecentes, cabendo ao oficial de justiça certificar, no verso do mandado, tal providência. § 2º Os mandados de busca e apreensão de menor, oriundos de processos cíveis, serão emitidos pela CEMAN e assinados pelo juiz, ficando a critério deste os órgãos a que serão remetidas cópias, o que só se fará mediante ordem expressam nos autos. § 2º Nos casos de réus presos, a direção das unidades prisionais devem viabilizar o acesso do oficial de justiça ao réu, em sala própria, a fim de possibilitar o cumprimento da diligência. § 3º Nos casos de alvará de soltura, observar-se-á o seguinte: I - O oficial de justiça deverá certificar data, local, horário do cumprimento e estabelecimento prisional, com a respectiva autoridade que tomou ciência; II – O alvará de soltura emitido deverá ser cumprido pelo oficial de justiça na forma da Resolução nº 108/2010 do Conselho Nacional de Justiça. Art. 15 Quando o mandado envolver atos de constrição legal, os oficiais de justiça somente deixarão de efetivá-lo por determinação judicial. Art. 16 No caso de mandado com mais de um ato, em endereços diversos, seu cumprimento dar-se-á através do oficial de justiça da zona em que esteja situado o endereço do ato principal. Art. 17 A Central de Mandados remeterá aos cartórios, através de protocolo eletrônico, no prazo máximo de vinte e quatro horas, os mandados devolvidos pelos oficiais de justiça. Parágrafo único - Quando urgente ou havendo requisição expressa do juiz, o mandado será encaminhado ao cartório no mesmo dia, através de protocolo manual. Art. 18 O oficial de justiça se dirigir ao endereço constante no mandado e não localizar a parte em razão de residir em outro endereço, dentro da mesma comarca ou comarca contígua, ele devolverá o mandado à CEMAN, para que seja redistribuído para o oficial da zona do novo endereço da parte, responsabilizando-se pelo seu cumprimento se o prazo para realização da audiência ou do ato for inferior a sete dias úteis. CAPÍTULO IV DOS PLANTÕES DIÁRIOS E DOS MANDADOS URGENTES Art. 19 O chefe da CEMAN estabelecerá plantão diário, a fim de que os oficiais de justiça cumpram expedientes e mandados de urgência. § 1º Nas unidades forenses equipadas com pregão eletrônico, o oficial de justiça ficará de sobreaviso para recebimento de expedientes e de mandados de urgência, observando o prazo de até vinte e quatro horas, para cumprimento da primeira diligência. § 2º O oficial de justiça de plantão deverá informar à CEMAN, com antecedência, seu telefone de contato, sob pena de responsabilidade e, em caso de frustração do cumprimento de expedientes e de mandados urgentes, em virtude de incomunica-bilidade com o oficial de justiça, deverá este apresentar justificativa escrita à CEMAN no prazo máximo de quarenta e oito horas, que a encaminhará ao juiz que os expediu, para as providências que entender cabíveis. § 3º O oficial de justiça de plantão ficará responsável pelo cumprimento dos expedientes e dos mandados urgentes oriundos da CEMAN, devendo existir, necessariamente, dois suplentes e: I – um plantonista, nas comarcas com até três varas; II – dois plantonistas, nas comarcas que possuam de quatro a seis varas; III – três plantonistas, nas comarcas com sete a nove varas; III – até um plantonista por cada três varas, nas comarcas com mais de nove unidades judiciária. § 4º O horário de início e término do plantão obedecerá a carga horária compreendida por ato da Presidência para definição do expediente. § 5º Nas unidades forenses não equipadas com pregão eletrônico, será designado um oficial de justiça para cada duas varas, ficando de sobreaviso após o término das audiências, bem como nos dias em que não houver audiências designadas, observando, no que couber, os parágrafos 1º, 2º e 3º deste artigo. § 6º A CEMAN confeccionará semanalmente a escala de plantão diário, contendo o número do telefone de contato, observada a ordem alfabética, e a divulgará até a quinta-feira da semana que precede aos plantões, fixando-a em local visível e a remetendo à diretoria do fórum, a fim de que seja encaminhada, via malote, às respectivas varas. § 7º Nas hipóteses previstas nos § 1º e 5º deste artigo, excepcionam-se, nas comarcas da Capital e de Campina Grande, as varas do Tribunal do Juri, criminais, da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e da Infância e da Juventude, com competência para conhecer e julgar atos infracionais atribuídos a adolescentes, que terão presença de um oficial de justiça os dias de audiência, sendo que as sessões de julgamento do Tribunal do Juri terão a presença de pelo menos dois oficiais de justiça. Art. 20 Os mandados que, a critério do juiz, possuam caráter de urgência, serão, mediante determina-ção expressa nos autos, solicitados através do sistema, com emissão na CEMAN, acompanhados dos despa-chos. § 1º Os mandados urgentes serão distribuídos entre os oficiais de justiça de plantão nas unidades judiciárias do Fórum. § 2º Os mandados urgentes, solicitados após o horário de funcionamento da CEMAN, serão emitidos manualmente, e a escrivania informará à CEMAN, por ofício, com cópia do mandado, para cadastra-mento e recebicadastra-mento, através do sistema, no primeiro dia útil seguinte à solicitação. § 3º Os cartórios, com instalações distantes mais de dois quilômetros da CEMAN, deverão solicitar os mandados urgentes pelo sistema. § 4° A CEMAN emitirá o mandado disposto no § 3° deste artigo no próprio cartório, devidamente assinado pelo responsável de ordem, e o entregará diretamente ao oficial plantonista, que, após seu cumprimen-to, encaminha-lo-á à CEMAN. § 5º Quando a urgência do mandado visar evitar adiamento de ato cujo despacho designatório foi prolatado em tempo hábil pelo juiz, mas não cumprido tempestivamente pelo cartório judicial, deverá o fato ser comunicado pela CEMAN à diretoria do fórum, que cientificará a Corregedoria-Geral de Justiça, para apuração de responsabilidade. CAPÍTULO V DO ZONEAMENTO Art. 21 A Zona 001 compreende todos os mandados, excetuando-se os de caráter urgente, que serão compreendidos pela Zona 999. Art. 22 Nas comarcas onde for implantado o critério de zoneamento geográfico, este será definido por município, distrito, bairro e zona

rural, e os oficiais de justiça serão escalados para cumprimento dos mandados nas zonas, havendo rodízio a cada quatro meses, proposto pela CEMAN. Art. 23 Fica autorizada a permuta de oficiais de justiça entre zonas, mediante requerimento à CEMAN, no prazo de três dias, após divulgação do zoneamento quadrimestral, contendo a comarca, os nomes dos interessados, as matrículas, os códigos do sistema e as zonas. § 1º A distribuição dos oficiais de justiça pelas respectivas zonas será por ordem alfabética. §2º O número de oficiais de justiça, distribuídos em cada zona, será estipulado por meio de estudos estatísticos anuais, a serem realizado pela CEMAN, de modo proporcional, tomando por base o perímetro a ser percorrido em cada zona e a quantidade de mandados. § 3º O oficial de justiça não poderá ultrapassar o prazo de oito meses consecutivos na mesma zona. CAPÍTULO VI DO RESSARCIMENTO DAS DESPESAS COM DILIGÊNCIAS DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA Art. 24 O fechamento de apuração do saldo, para ressarcimento das despesas com diligências dos oficiais de justiça, ocorrerá até o último dia útil de cada mês, pelo sistema. Art. 25 Caberá a Diretoria de Tecnologia da Informação disponibilizar, em até dois dias úteis do fechamento da apuração, o relatório estatístico global dos oficiais de justiça acerca do pagamento das diligências, contendo os seguintes dados: I – discriminação dos mandados judiciais cumpridos; II - natureza das diligências: conveniados ou particulares; III - quantidade de diligências pagas; IV - número das guias em que se recolheram as diligências, para o cumprimento dos mandados judiciais e os oficiais que os cumpriram. Art. 26 Os mandados serão cumpridos, obrigatoriamente, pelos oficiais de justiça no prazo de quarenta dias, contados a partir do dia da disponibilização para o recebimento na CEMAN, sob pena de comunicação, em dois dias úteis do vencimento, à Corregedoria-Geral de Justiça. Art. 27 Na hipótese de convênio com a fazenda pública, no saldo a ser apurado no último dia útil do mês, serão observadas as disposições da Lei nº 5.672, de 17 de novembro de 1992, ou outra forma conveniada, levando em consideração a tabela de valores da distância, por quilometragem, relativa ao deslocamento destes servidores nas zonas de sua atuação. Art. 28 O Tribunal de Justiça depositará na conta-corrente denominada “diligências dos oficiais de justiça” de cada comarca as quantias recolhidas a cada mês. Art. 29 O saldo da conta “diligências dos oficiais de justiça” será rateado equitativamente entre os oficiais de justiça de cada comarca. CAPÍTULO VII DA CONCES-SÃO DE FÉRIAS E DA LICENÇA ESPECIAL Art. 30 No pedido de gozo de férias e de licença especial pelos oficiais de justiça, protocolado com antecedência mínima de trinta dias, deverá constar a autorização do chefe da Central de Mandados. § 1° Será suspensa a distribuição de mandados judiciais nos cinco dias úteis anteriores ao gozo de férias e licença especial pelo oficial de justiça requerente. § 2° Nos meses de janeiro e julho, poderão entrar em gozo de férias até quarenta por cento dos oficiais de justiça, por unidade judiciária, tendo direito ao gozo, preferencialmente, aqueles que: I - não gozaram férias durante o período de um ano; II - não gozaram férias nesses meses em anos anteriores; III - não se encontram em zonas deficitárias ou com grande quantidade de pedidos de férias. IV – o mais idoso. Art. 31 O pedido de requerimento de férias do oficial de justiça com pendência de cumprimento de mandados será encaminhado ao diretor do fórum, para apreciação do caso, ficando a critério da autoridade judiciária a concessão do gozo do benefício. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 32 Até a implantação integral do sistema do Processo Judicial Eletrônico – PJe, os oficiais de justiça designados para o plantão, em locais diversos da sede da CEMAN, deverão recolher os mandados devolvidos e transportá-los até a unidade onde tramita o respectivo processo, no prazo de vinte e quatro horas. § 1º Observar-se-á a tolerância de uma hora para comparecimento ao local de plantão, nos casos de que trata o caput deste artigo. § 2º A falta injustificada ao plantão será comunicada à Corregedoria-Geral de Justiça, para as medidas cabíveis, na forma do §5º do art. 20 desta Resolução. Art. 33 A Diretoria de Tecnologia da Informação terá um prazo de doze meses para implantação das modificações necessárias ao cumprimento do disposto nos arts. 25 e 29 desta Resolução. Parágrafo único – Até a implantação das modificações de que trata o caput deste artigo, o saldo da conta “diligência dos oficiais de justiça” será dividido equitativamente entre os oficiais de justiça de cada comarca. Art. 34 Enquanto não for celebrado convênio com as polícias civil e federal, a possibilitar a remessa dos mandados de prisão por meio digital, como previsto no § 1º do art. 14 desta resolução, o oficial de justiça, responsável pelo cumprimento do mandado, fará pessoalmente a entrega às respectivas superintendências, certificando no verso a providência Art. 35 O Presidente do Tribunal de Justiça celebrará convênio com a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, com o objetivo de operacionalizar o cumprimento de mandados e de alvarás de soltura nos presídios, de modo a investir maior celeridade, efetividade e autenticidade a esses atos. Art. 36 Os casos omissos serão resolvidos pelo Presidente do Tribunal de Justiça. Art. 37 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 38 Revogam-se as disposições em contrário, especialmente a Resolução n° 22, de 7 de agosto de 2000, do Conselho da Magistratura. Desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (Publicada no DJE de 11.7.13, republicada por incorreção)

ATOS DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA

PORTARIA GAPRE Nº 2656/2013 - A PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA, no uso de suas

atribuições legais, resolve exonerar ANA HELENA MARTINS DE OLIVEIRA, matrícula 469561-5, do cargo em comissão de Supervisor, Símbolo CAE-01, da Gerência de Protocolo e Distribuição, do Quadro de Pessoal deste Poder.GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, em João Pessoa, 17 de julho de 2013.De-sembargadora MARIA DE FATIMA MORAES BEZERRA CAVALCANTI – PRESIDENTE

COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o disposto no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010 e no art. 4º, § 6º e art. 8º da Resolução nº 73 do Tribunal de

Justiça do Estado da Paraíba, de 10 de setembro de 2012, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas, que o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do dia 11 de julho de 2013, será exercido pelo Excelentíssimo Juiz de Direito Convocado e servidores abaixo nominados:

DIA DESEMBARGADOR

MIGUEL DE BRITTO LYRA FILHO

SERVIDORES

GERÊNCIA DE PROTOCOLO GERÊNCIA DE DIRETORIA JURÍDICO DIRETORIA DE TECNOLOGIA DIRETORIA

23/07 E DISTRIBUIÇÃO PROCESSAMENTO ADMINISTRATIVA DA INFORMAÇÃO ADMINISTRATIVA 3216-1475/1674 3216-1536/1659/1660 3216-1592/1416/1806 3216-1439/1404/1405 (MOTORISTA)

3216-1530/1473

Genésio Gomes Pereira Neto Maria da Penha de Pontes Paulo Márcio C. Andriola José Fábio de Alencar Rodrigues Paulo Ricardo Costa da Silva José Carlos N. Fonseca Ronaldo Rafael Gomes Filho

– Oficial de Justiça

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 19 de julho de 2013.Robson de Lima Cananéa Diretor Especial

ENDEREÇO DE PLANTÃO0

Praça João Pessoa s/n, CEP 58013-902 – João Pessoa (PB)

TELEFONES

TJ - 3216-1400; Portaria do TJ - 3216-1515; Diretoria Judiciária – 3216-1536; Gerência de Protocolo e

Distribuição – 3216-1475; Diretoria Jurídico-Administrativa – 3216-1592; Diretoria de Tecnologia da Informação - 3216-1439

(3)

PORTARIA GAPRE Nº 2657/2013 - A PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA, no uso de suas

atribuições legais, resolve nomear Diana Cristina Santos, matrícula 472122-5, para exercer o cargo em comissão de Supervisor, Símbolo CAE-01, da Gerência de Protocolo e Distribuição, do Quadro de Pessoal do Tribunal de Justiça.GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, em João Pessoa, 17 de julho de 2013.De-sembargadora MARIA DE FATIMA MORAES BEZERRA CAVALCANTI - PRESIDENTE

PORTARIA GAPRE Nº 2.673/2013 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no

uso de suas atribuições legais, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor EDAILTON MEDEIROS SILVA, Juiz de Direito da Comarca de Areia, para, no dia 19.07.2013, responder, cumulativamente, pelo expediente da Comarca de Pilões, em virtude do afastamento justificado do titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 19 de julho de 2013. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - Vice-Presidente no Exercício da Presidência

PORTARIA GAPRE Nº 2.674/2013 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no

uso de suas atribuições legais, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor ADHAILTON LACET COR-REIA PORTO, Juiz de Direito do 1º Juizado Especial Misto de Mangabeira da Comarca da Capital, para, no período de 18.07 a 15.08.2013, responder, cumulativamente, pelo expediente da Comarca de Pedras de Fogo, em virtude do afastamento justificado do titular que se encontra de licença médica. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 19 de julho de 2013. Desembargador ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA - Vice-Presidente no Exercício da Presidência

ATOS DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

PORTARIA DGP Nº 36/2013 O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, conforme o Ato da Presidência nº5/2011, resolve: transferir o

gozo das férias, já deferidas e publicadas, do(s) servidor(es) abaixo relacionado(s): PROCESSO / MATRÍCULA

/ SERVIDOR / NOVO PERÍODO / PERÍODO AQUISITIVO / 2013014659 - 473.574-9 - Patrícia de Fátima

Fonseca Raposo Máximo - 20/11/2013 a 19/12/2013 - 2011/2012. Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 19 de julho de 2013. Einstein Roosevelt Leite Diretor de Gestão de Pessoas

O DIRETOR DE GESTÃO DE PESSOAS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas

atribuições legais, conforme o Ato da Presidência nº12/2013, DEFERIU os seguintes processos abaixo relacio-nados: PROCESSO / INTERESSADO / ASSUNTO / 334.632-3 - Alan César de Oliveira Batista - Adicional de Qualificação Profissional; 332.709-4 - Ana Maria Marques de Lima - Adicional de Qualificação Profissional 334.764-8 - Alexandre José Gonçalves Trineto e outros - Jeton; 334.932-2 - Evandro Santos Souza - Inclusão de dependente na ficha funcional; 334.933-1 - Evandro Santos Souza - Auxilio Natalidade 334.763-0 - José Norman-do Fernandes e outros - Jeton; 334.825-3 - Luciana Lira de Amorim - Atualização de daNorman-dos cadastrais; 334.8113 Mario Ângelo Cahino Junior Adicional de Qualificação Profissional; 334.8113334.81134.8156 Rogério Pereira de França -Adicional de Qualificação Profissional; 334.794-0 - Thiago Cavalcante Moreira - -Adicional de Qualificação Profissional; Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 19 de julho de 2013. Einstein Roosevelt Leite Diretor de Gestão de Pessoas

DESPACHOS DA PRESIDÊNCIA

A Excelentíssima Senhora Desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, Presidente do Tribunal Justiça do Estado da Paraíba DEFERIU os seguintes processos: PROCESSO/ASSUNTO/INTERESSADO: 329.033-6 – Abono de Permanência – Lilian Frassinetti Correia Cananea; 331.909-1 - Solicitação – Francivaldo Moreno Praxedes; 334.171-2 – Liberação de Pagamento – Alciene Nunes de Oliveira Monteiro; 329.305-0 – Liberação de Pagamento – Rodrigo Mathias da S. Silva.

A Excelentíssima Senhora Desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, Presidente do Tribunal Justiça do Estado da Paraíba INDEFERIU os seguintes processos: PROCESSO/ASSUNTO/INTERESSADO: 305.856-5 – Liberação de Pagamento – Deborah Cavalcanti Figueiredo; 329.543-5 – Permuta – Lucinete Gomes Guilherme/Outro; 329.379-3 – Auxílio Natalidade – Patrícia Diniz Nóbrega; 328.074-8 - Solicitação – Andreia Fernanda Soares Queiroz; 305.982-1 – Conversão em pecúnia de férias – Euclides Lucindo da Silva Filho; 327.482-9 - Solicitação – Anisio Amando Cunha Maia; 334.152-6 – Gratificação de Insalubridade – Vânia Carmen Lisboa de A Braga; 328.483-2.

A Excelentíssima Senhora Desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, Presidente do Tribunal Justiça do Estado da Paraíba DETERMINOU ARQUIVAMENTO dos seguintes processos: PROCESSO/ASSUN-TO/INTERESSADO: 303.499-2 – Informação – Francilucy Rejane de Sousa Mota; 332.668-3 – Solicitação – Nestor Alves de Melo Filho; 334.068-6 – Solicitação – Lailton Soares Rodrigues; 332.083-9 – Nomeação – Edigley Nunes Dias dos Santos; 326.134-4 – Solicitação – Alex Antônio Carneiro de Carvalho; 305.849-2 – Colocar a Disposição – Ozildo dos Santos Paulino; 333.911-4 – Informação – Corregedoria Geral da Justiça; 319.357-8 – Informação – Ana Flávia de Carvalho Dias.

COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o inciso IV do art. 1º do Ato da Presidência nº 20, de 06 de fevereiro de 2013, editado por força do contido no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessa-das a escala do Plantão Judiciário do Primeiro Grau, nos dias e nas Circunscrições abaixo:

1ª CIRCUNSCRIÇÃO GRUPO 1 (JOÃO PESSOA)

JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 5ª VARA DE FAMÍLIA DA CAPITAL 25/07/13 2º JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA CAPITAL

GRUPO 2 (CABEDELO, BAYEUX, SANTA RITA e LUCENA) JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 3ª VARA MISTA DE SANTA RITA 25/07/13 1ª VARA MISTA DE SANTA RITA

GRUPO 3 (JACARAÚ, RIO TINTO, CRUZ DO ESPÍRITO SANTO, SAPÉ e MAMANGUAPE) JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 RIO TINTO

25/07/13 CRUZ DO ESPÍRITO SANTO

GRUPO 4 (ALHANDRA, CAAPORÃ, GURINHÉM, ITABAIANA, PEDRAS DE FOGO e PILAR) JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 2ª VARA MISTA DE ITABAIANA 25/07/13 ALHANDRA

2ª CIRCUNSCRIÇÃO GRUPO – 1 (CAMPINA GRANDE)

JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 VARA DE SUCESSÕES DE CAMPINA GRANDE 25/07/13 2ª VARA DE FAMÍLIA DE CAMPINA GRANDE

GRUPO – 2 (QUEIMADAS, AROEIRAS, BOQUEIRÃO, CABACEIRAS, INGÁ e UMBUZEIRO) JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 1ª VARA MISTA DE QUEIMADAS 25/07/13 1ª VARA MISTA DE INGÁ

GRUPO – 3 (SERRA BRANCA, SUMÉ, PRATA, MONTEIRO, SÃO JOÃO DO CARIRI, SOLEDADE e POCINHOS)

JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 2ª VARA MISTA DE MONTEIRO

25/07/13 SUMÉ

GRUPO – 4 (ESPERANÇA, ALAGOA GRANDE, ALAGOA NOVA, AREIA, BARRA DE SANTA ROSA, CUITÉ, PICUÍ e REMÍGIO)

JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 ALAGOA GRANDE 25/07/13 PICUÍ

3ª CIRCUNSCRIÇÃO

PATOS, ÁGUA BRANCA, COREMAS, ITAPORANGA, JUAZEIRINHO, MALTA, PIANCÓ, PRINCESA ISABEL, SANTANA DOS GARROTES, SÃO MAMEDE, SANTA LUZIA, TAPEROÁ, TEIXEIRA.

JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 5ª VARA MISTA DE PATOS 25/07/13 SANTA LUZIA

4ª CIRCUNSCRIÇÃO

SOUSA, BREJO DO CRUZ, CATOLÉ DO ROCHA, PAULISTA, POMBAL, SÃO BENTO, UIRAÚNA. JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 PAULISTA

25/07/13 3ª VARA MISTA DE SOUSA

5ª CIRCUNSCRIÇÃO

CAJAZEIRAS, SÃO JOSÉ DE PIRANHAS, CONCEIÇÃO, SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE, BONITO DE SANTA FÉ.

JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 1ª VARA MISTA DE CONCEIÇÃO

6ª CIRCUNSCRIÇÃO

GUARABIRA, ALAGOINHA, ARARA, ARAÇAGI, ARARUNA, BANANEIRAS, BELÉM, CAIÇARA, CACIMBA DE DENTRO, MARI, PILÕES, PIRPIRITUBA, SERRARIA, SOLÂNEA.

JULHO

Dias Comarca/Vara

24/07/13 MARI

25/07/13 2ª VARA MISTA DE GUARABIRA

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 19 de julho de 2013. Robson de Lima Cananéa DIRETOR ESPECIAL

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COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o inciso IV do art. 1º do Ato da Presidência nº 20, de 06 de fevereiro de 2013, editado por força do contido no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessa-das a alteração do Plantão Judiciário do Primeiro Grau, nas Circunscrições abaixo:

5ª CIRCUNSCRIÇÃO

CAJAZEIRAS, SÃO JOSÉ DE PIRANHAS, CONCEIÇÃO, SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE, BONITO DE SANTA FÉ.

JULHO

Dias Comarca/Vara

20/07/13 1ª VARA MISTA DE CAJAZEIRAS 25/07/13 5ª VARA MISTA DE CAJAZEIRAS

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 19 de julho de 2013. Robson de Lima Cananéa - DIRETOR ESPECIAL

ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

DESPACHOS DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições,

conforme o Ato da Presidência nº 5/2011, DEFERIU os seguintes processos abaixo relacionados:

CONCESSÃO DE FÉRIAS

Processo Matrícula Servidor Gozo Período

Aquisitivo

2013014626 475.338-1 Antônio Francisco da Silva 18/08/2013 a 16/09/2013 2011/2012 2013014562 475.063-2 Alana Araújo da Silva 19/08/2013 a 17/09/2013 2010/2011 2013014579 472.493-3 Eduardo Vieira Beltrão de Albuquerque 22/07/2013 a 20/08/2013 2012/2013 2013014642 477.216-4 Lívia Catarina Madruga G da Trindade 06/08/2013 a 04/09/2013 2012/2013

GOZO DE FÉRIAS

Processo Matrícula Servidor Gozo Período

Aquisitivo

2013014618 476.234-7 Adriana Damasceno de Medeiros 19/08/2013 a 17/09/2013 2011/2012 2013014667 471.716-3 Alessandra Trocolli Carvalho de Negreiros 09/01/2013 a 07/02/2013 2012/2013 2013014499 474.833-6 Josenildo Ribeiro da Silva 01/08/2013 a 30/08/2013 2007/2008 2013014595 471.936-1 Valéria de Castro Oliveira 07/08/2013 a 05/09/2013 2012/2013

SUSPENSÃO DE FÉRIAS

Processo Matrícula Servidor

2013014353 471.368-1 Isalmar Soares Chaves 2013014101 469.117-2 Izaura Gonçalves de Lira 2013013762 473.534-0 José Isaac Belmino da Silva 2013014232 468.808-2 Josefa Barbosa de Souza Alves 2013014216 471.353-2 Marcos Nunes de Oliveira 2013013963 473.339-8 Maisa Gonçalves Prata

2013013998 470.179-8 Marilene de Lourdes Gomes de Andrade 2013014554 475.351-8 Nilson Aureliano da Silva Júnior 2013013125 475.858-7 Regilando Fernandes de Araújo

Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa,19 de julho de 2013. Einstein Roosevelt Leite Diretor de Gestão de Pessoas

(4)

DESPACHOS DA VICE-PRESIDÊNCIA

O Excelentíssimo Senhor Desembargador Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba DEFERIU os seguintes processos. EXPEDIENTE DO DIA 19/07/2013. PROCESSO / INTERESSADO / ASSUNTO / 334.875-0 - Evandro Santos Souza - Licença Paternidade; 334.887-3 - Maria Josemere Blemont de Brito - Licença Luto.

DESPACHOS DOS (AS) DESEMBARGADORES (AS)

Dr. José Guedes Cavalcanti Neto

REVISÃO CRIMINAL (PROCESSO Nº 001.2005.032431-6/002) RELATOR: José Guedes Cavalcanti Neto, Juiz

de Direito convocado para substituir o Desembargador Luiz Silvio Ramalho Júnior - REQUERENTE: Valber de aragão Bezerra ADVOGADO: Adailton Moreira Mendes e Elisângela de Macedo Reis Moreira -REQUERIDO: Justiça Pública Por tais razões, indefiro o pedido de antecipação de tutela. Publique-se. Decorrido o prazo para recurso, oficie-se o Juiz de Direito da 3ª Vara Criminal da Comarca de Campina Grande, para que nos encaminhe os autos originários da Ação Penal nº 001.2005.032431-6. Após, abra-se nova vista à Procuradoria Geral de Justiça, para parecer conclusivo. Cumpra-se.

HABEAS CORPUS (PROCESSO Nº 999.2013.001907-1/001) RELATOR: José Guedes Cavalcanti Neto, Juiz de

Direito convocado para substituir o Desembargador Luiz Silvio Ramalho Júnior - IMPETRANTE: Sergivaldo Cobel da Silva - PACIENTES: Willas Barrosos Oliveira e Rafael Oliveira Cavalcanti - Ante o exposto, com fundamento no art. 252 do RITJ/PB, não conheço da ordem de habeas corpus, restando prejudicada a análise do pedido liminar. Publique-se.

HABEAS CORPUS (PROCESSO Nº. 999.2013.001682-0/001) RELATOR: José Guedes Cavalcanti Neto, Juiz

Convocado em substituição ao Desembargador Luiz Silvio Ramalho Júnior - IMPETRANTE : Flávio Fernando Vasconcelos Costa -PACIENTE: Antônio - Domingos Martins - Ante o exposto, indefiro a liminar. Publique-se. Cumpra-se. Após, remetam-se os autos à Procuradoria de Justiça para os devidos fins.

HABEAS CORPUS (PROCESSO Nº 999.2013.001618-4/001) RELATOR: José Guedes Cavalcanti Neto, Juiz de

Direito convocado para substituir o Desembargador Luiz Silvio Ramalho Júnior - IMPETRANTE: Evanildo Noguei-ra de Souza Filho - PACIENTE: Alex Barros de Medeiros - Ante o exposto, indefiro o pedido de liminar. Encaminhem-se os autos à Procuradoria Geral de Justiça, para emissão de parecer. Publique-se Cumpra-se.

Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides

REMESSA OFICIAL N.º 200.2010.020467-2/001 — 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital.—Relator: Des. Saulo

Henriques de Sá e Benevides.—Promovente: José Irenaldo de Oliveira Melo.—Advogado: Eduardo Monteiro Dantas.—Promovido1: PBPREV- Paraíba Previdência, representado por seu Procurador Luis Artur Sabino de Oliveira.—Promovido2: Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Ivan Burity de Almeida. — Reme-tente: Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital.—DECISÃO: Ex positis, reconheço, de ofício, a legitimi-dade passiva do Estado da Paraíba e, em relação à Remessa Oficial, NEGO SEGUIMENTO para manter a sentença em seus demais termos.

RECURSO OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL Nº. 200.2011.033523-5/002 — 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital—

Relator : Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides—Apelante: Município de João Pessoa, representado por seu Procurador José Vandalberto de Carvalho—Apelado: Maria do Socorro Gadelha Nóbrega—Advogado: Felipe Maciel Maia—Remetente: 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital—DECISÃO: Feitas estas considerações, aplicando o art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO a ambos os recursos, mantendo a sentença em todos os seus termos.

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 200.2011.048228-4/002 — 12ª Vara Cível da Capital—Relator: Des. Saulo

Henriques de Sá e Benevides—Agravante: Caius Marcellus Lacerda—Advogado: em causa própria—Agravada: Unimed João Pessoa – Cooperativa de Trabalho Médico—Advogado: Marcelo Weick Pogliese—DECISÃO: Pelo exposto, NEGO SEGUIMENTO ao recurso, mantendo a decisão agravada em todos os seus termos.

Dr. João Batista Barbosa

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 001.2007.017774-4/004-CAMPINA GRANDE. RELATOR: João Batista Barbosa,

convocado, em substituição à Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. AGRAVANTE: Construtora Andrade Silva Ltda. ADVOGADOS: Thélio Farias e Dhélio Ramos. AGRAVADO: Município de Campina Grande. ADVOGADO: José Fernandes Mariz. DECISÃO: Vistos etc. Trata-se de pedido de

reconsi-deração atravessado pelo Município de Campina Grande-PB, que deseja restabelecer a eficácia da decisão do

Juízo de primeiro grau, suspensa por determinação desta relatoria. […] Ante o exposto, ratifico a decisão de fls. 96/99 e indefiro o pedido de reconsideração. Intimações necessárias. Cumpra-se.

MANDADO DE SEGURANÇA Nº 027.2012.000881-1/001-PICUÍ. RELATOR: Juiz João Batista Barbosa,

convoca-do, em substituição à Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. IMPETRANTE: Bruno Reis Gouveia. ADVOGADO: Wilson Ramalho Cavalcanti Neto. IMPETRADO: Juiz de Direito da Comarca de Picuí. DECISÃO: Vistos, etc. A par de tais considerações, INDEFIRO o pedido de liminar. Ultimadas as providências pertinentes à efetivação da presente decisão, determino que sejam pedidas informações à autoridade tida como coatora, no prazo de dez (10) dias (art. 7º, I, da Lei 12.016/2009). Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 200.2012.128269-9/001-CAPITAL. RELATOR: João Batista Barbosa,

convoca-do, em substituição à Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. AGRAVANTE: Hugo Pires Torres Jerônimo Leite – ME (Eurocar Locadora de Veículos). ADVOGADOS: José Olavo C. Rodrigues e outros. AGRAVADA: MC Peças e Serviços LTDA. ADVOGADO: Luís Carlos dos Santos Lima. DECISÃO: Vistos etc. Ante o exposto, indefiro a liminar. Ultimadas as providências pertinentes à efetivação da presente decisão, intime-se o agravado para apresentar contrarrazões ao presente recurso e, em seguida, dê-se vista à Procura-doria de Justiça (art. 527, VI, CPC e art. 109 CE). Intimações necessárias. Cumpra-se.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Nº 001.2011.007854-8/001-CAMPINA GRANDE. RELATOR: Juiz João Batista

Barbosa, convocado para substituir a Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. EMBARGAN-TE: Sul América Companhia Nacional de Seguros S/A. ADVOGADO: Samuel Marques Custódio de Albuquerque. EMBARGADO: Lúcio Paulo Silveira da Silva. ADVOGADO: Gilvan Fernandes. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. SENTENÇA PROFERIDA NO PROCESSO PRINCIPAL. PERDA DO OBJETO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO E DOS POSTERIORES RECURSOS NELE INTERPOSTOS. ACLARATÓRIOS JULGADOS PREJUDICADOS. 1. Assentou o STJ: “É pacífico o entendimento desta Corte Superior no sentido de que perde o objeto o agravo de instrumento contra decisão concessiva ou denegatória de liminar com a superveniência da prolação de sentença, tendo em vista que essa absorve os efeitos do provimento liminar, por se tratar de juízo de cognição exauriente.” (AgRg no REsp 956.504/RJ, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 06/ 05/2010, DJe 27/05/2010). 2. Se o próprio agravo de instrumento perde o objeto, os embargos de declaração, opostos contra o acórdão proferido no referido recurso, em obséquio ao princípio da gravitação jurídica, seguem o mesmo itinerário. 3. Embargos de declaração julgados prejudicados. DECISÃO: Vistos etc. Destarte, julgo prejudicados os presentes embargos de declaração, o que faço arrimado no art. 557 do Código de Processo Civil. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 001.2011.026899-0/001–CAMPINA GRANDE. RELATOR: Juiz João Batista

Bar-bosa, convocado para substituir a Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. AGRAVANTE: Sebastiana Maria da Silva Dias. ADVOGADOS: Maria Rodrigues Sampaio e Giovanni Dantas de Medeiros. AGRA-VADO: Banco Itaú Leasing. ADVOGADOS: Ricardo Leite de Melo, Rafaela Vieira Gomes. AGRAVO DE INSTRU-MENTO. SENTENÇA PROFERIDA NO PROCESSO PRINCIPAL. PERDA DO OBJETO. JURISPRUDÊNCIA PACÍFICA DO STJ. 1. É pacífico o entendimento do STJ no sentido de que perde o objeto o agravo de instrumento contra decisão concessiva ou denegatória de liminar com a superveniência da prolação de sentença, tendo em vista que ela absorve os efeitos do provimento liminar, por se tratar de juízo de cognição exauriente. 2. Agravo de instrumento julgado prejudicado. DECISÃO: Vistos etc. Destarte, julgo prejudicado o presente agravo de instrumen-to, o que faço arrimado no art. 557 do Código de Processo Civil. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 001.2012.123529-3/001-CAMPINA GRANDE. RELATOR: Juiz João Batista

Barbo-sa, convocado para substituir a Desª Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. AGRAVANTE: Alberto Marques Ferreira. ADVOGADO: José Carlos Nunes da Silva. AGRAVADO: Valdirene Coutinho Marques Ferreira. ADVOGADO: William Wagner da Silva. AGRAVO DE INSTRUMENTO. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. PESSOA FÍSICA. PRESUNÇÃO DO ESTADO DE MISERABILIDADE. AUSÊNCIA DE PROVAS EM SENTIDO CONTRÁRIO. PEDIDO QUE PODE SER FORMULADO EM QUALQUER FASE DO PROCESSO. PROVIMENTO. 1. O benefício da justiça gratuita pode ser deferido em qualquer fase do processo, inclusive a executiva, bastando, para tanto, que a pessoa física afirme o seu estado de pobreza. 2. Recurso provido mediante decisão unipessoal. DECISÃO: Vistos etc. Destarte, com base no art. 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, dou provimento ao agravo de instrumento, para, modificando a decisão recorrida, deferir ao autor os benefícios da assistência judiciária gratuita, determinando que a execução das custas observe o disposto no art. 12 da Lei nº 1.060/50. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 999.2013.001894-1/001. RELATOR: Juiz João Batista Barbosa, convocado para

substituir a Desª Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. AGRAVANTE: Município de Cacimba de Areia, representado por seu Prefeito. ADVOGADO: Newton Nobre Sobreira Vita. AGRAVADO: Jair Ferreira de Lima. ADVOGADO: Alberto Leite William Wagner da Silva. AGRAVO DE INSTRUMENTO. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. PESSOA FÍSICA. PRESUNÇÃO DO ESTADO DE MISERABILIDADE. AUSÊNCIA DE PROVAS EM SENTIDO CONTRÁRIO. PEDIDO QUE PODE SER FORMULADO EM QUALQUER FASE DO PROCESSO. PROVIMENTO. 1. O benefício da justiça gratuita pode ser deferido em qualquer fase do processo, inclusive a executiva, bastando, para tanto, que a pessoa física afirme o seu estado de pobreza. 2. Recurso provido mediante decisão unipessoal. DECISÃO: Vistos etc. Destarte, com base no art. 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, dou provimento ao agravo de instrumento, para, modificando a decisão recorrida, deferir ao autor os benefícios da assistência judiciária gratuita, determinando que a execução das custas observe o disposto no art. 12 da Lei nº 1.060/50. Intimações necessárias. Cumpra-se.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 073.2010.005617-2/002-CABEDELO. RELATOR: Juiz João Batista Barbosa,

convocado para substituir a Desª Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. AGRAVANTE: Município de Cabedelo, representado por seu Prefeito. ADVOGADOS: Carlos Eduardo dos Santos Farias, Fernanda Luna Maciel Coqueijo. AGRAVADO: José da Conceição Gomes. DECISÃO: Vistos etc. Dessa forma, determino a remessa dos autos à Presidente do Tribunal de Justiça, a quem caberá relatar conflito negativo de competência entre Desembargadores. Cumpra-se.

RECURSO OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL N° 073.2010.005158-7/002-CABEDELO. RELATOR: Juiz João Batista

Barbosa, convocado para substituir a Desª Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. APELANTE: Município de Cabedelo, representado por seu Prefeito. ADVOGADOS: Carlos Eduardo dos Santos Farias, Fernanda Luna Maciel Coqueijo. APELADA: Andréa Maria da Silva Araújo REMETENTE: Juízo de Direito da 4ª Vara Mista da Comarca de Cabedelo. DECISÃO: Vistos etc. Dessa forma, determino a remessa dos autos à Presidente do Tribunal de Justiça, a quem caberá relatar conflito negativo de competência entre Desembargadores. Cumpra-se.

RECURSO OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL N° 073.2010.005173-6/002-CABEDELO. RELATOR: Juiz João Batista

Barbosa, convocado para substituir a Desª Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. APELANTE: Município de Cabedelo, representado por seu Prefeito. ADVOGADOS: Carlos Eduardo dos Santos Farias, Fernanda Luna Maciel Coqueijo. APELADO: Gustavo de Freitas Moreira. DECISÃO: Vistos etc. Dessa forma, determino a remessa dos autos à Presidente do Tribunal de Justiça, a quem caberá relatar conflito negativo de competência entre Desembargadores. Cumpra-se.

APELAÇÃO CÍVEL Nº 009.2012.000092-3/001-TAPEROÁ. RELATOR: Juiz João Batista Barbosa, convocado para

substituir a Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira. APELANTE: Município de Salgadinho. ADVOGADO: Avani Medeiros da Silva. APELADO: Janeide Josina dos Santos Oliveira. ADVOGADO: Damião Guimarães Leite. APELAÇÃO CÍVEL. RECONHECIMENTO DA PROCEDÊNCIA DO PEDIDO PELA FAZENDA PÚBLICA. CONDENAÇÃO AO PAGAMENTO DAS CUSTAS E HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. CABIMENTO. INCIDÊNCIA DO ART. 26 DO CPC. SENTENÇA EM CONFORMIDADE COM A JURISPRUDÊNCIA PRETORI-ANA. RECURSO AO QUAL SE NEGA SEGUIMENTO, MEDIANTE DECISÃO UNIPESSOAL. ADVERTÊNCIA DE MULTA. 1. Quem reconhece a procedência do pedido, arca com as custas e honorários advocatícios, nos termos do art. 26 do Código de Processo Civil. 2. Recurso ao qual se nega seguimento. DECISÃO: Vistos etc. Ante o exposto, entendendo que a decisão combatida está em consonância com o entendimento do STJ, nego segui-mento à apelação cível, o que faço com base no art. 557 do Código de Processo Civil. Por fim, cabe advertir que, estando a presente decisão fundamentada em entendimento pacificado do STJ, a eventual oposição de embar-gos de declaração ou agravo interno, poderá ensejar aplicação de multa processual. Intimações necessárias. Cumpra-se.

Des. Arnóbio Alves Teodósio

HABEAS CORPUS Nº. 046.2007.000149-3/008 – Comarca de Solânea - RELATOR: O Exmo. Des. Arnóbio Alves

Teodósio - IMPETRANTE: Antônio Carlos Monteiro - PACIENTE: Antonice de Medeiros Santos. Vistos, etc. (…) Com esses argumentos, INDEFIRO o pleito emergencial postulado.

Des. João Alves da Silva

MANDADO DE SEGURANÇA N. 999.2013.001994-9/001 RELATOR: Desembargador João Alves da Silva

IMPE-TRANTE: Ministério Público Estadual IMPETRADO: Secretário de Educação do Estado da Paraíba […] Diante do exposto, DEFIRO o pedido de liminar para determinar que, no prazo de 10 (dez) dias, a autoridade coatora proceda a matrícula das crianças Wendell Rafael Dias do Nascimento e Willian Gabriel Dias do Nascimento na Creche Maria Risomar Dantas, ou, na impossibilidade, em outra creche pública, privada ou conveniada, desde que próxima a sua residência, sob pena de imposição de multa por dia de atraso no valor de R$ 300,00 (trezentos reais), até o limite de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), nos termos do art. 461 do CPC.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 999.2013.001887-5/001 RELATOR: Desembargador João Alves da Silva

AGRAVANTE: Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Gustavo Nunes Mesquita AGRAVADA: Antônio Alves Ricardo (Adv. Elisa Barbosa Machado) AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE OBRIGA-ÇÃO DE FAZER. FORNECIMENTO DE MEDICAOBRIGA-ÇÃO. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA. RE-JEIÇÃO. TUTELA DO DIREITO À VIDA. VALOR MAIOR. GARANTIA CONSTITUCIONAL. PREVALÊNCIA. REQUISITOS CONFIGURADOS PARA MANUTENÇÃO DA TUTELA. INTELIGÊNCIA DO CAPUT DO ART. 557 DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. - As ações e serviços públicos de saúde competem, de forma solidária, à União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Tratando-se de responsabilidade solidária, a parte necessitada não é obrigada a dirigir seu pleito a todos os entes da federação, podendo direcioná-lo àquele que lhe convier. - Nos termos do art. 196 da Constituição Federal, é dever do Poder Público assegurar à população o tratamento necessário à cura, controle ou abrandamento de suas enfermidades. - Configurados os requisitos para a manutenção da tutela deferida em primeiro grau, o presente agravo deve ter seu seguimento negado, por estar em confronto com a jurisprudência dominante desta Corte, nos termos do art. 557 do CPC. […] Expostas essas razões e considerando que o recurso está em confronto com jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça, nego seguimento ao recurso, conforme autorizam os arts. 527, I, e 557, ambos do CPC.

APELAÇÃO CÍVEL Nº 200.2008.034715-2/001 RELATOR: Desembargador João Alves da Silva APELANTES:

Espedito Fernandes Cartaxo e José Uraito Milfont Cartaxo (Adv. Ricardo José Porto e Hallyson Lima Mendes) 01 APELADO: Banco do Brasil S/A (Adv. Mércia Carlos de Souza e outros) 02 APELADO: Mastercard Brasil Soluções de Pagamento (Adv. Urbano Vitalino de Melo Neto e outros) […] Defiro o pedido de habilitação dos patronos, devendo os autos serem encaminhados à Gerência de Processamento para os devidos fins Quanto ao pedido de reabertura de prazo recursal, indefiro o pedido, uma vez que os recursos devem ser interpostos no prazo legalmente fixado, tendo em vista serem os prazos recursais peremptórios, isto é, não podem ser alterados ou prorrogados pelas partes.

APELAÇÃO CÍVEL N. 006.2010.000541-9/001 RELATOR: Desembargador João Alves da Silva APELANTE:

Maria de Fátima Almeida Silva (Adv. Valter de Melo) APELADA: Energisa Paraíba – Distribuidora de Energia S/A (Adv. Fabio Antério Fernandes e outros) APELAÇÃO CÍVEL. RESTITUIÇÃO DE INDÉBITO C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER. COBRANÇA DE PIS E COFINS NAS CONTAS DE ENERGIA ELÉTRICA. LEGALIDADE. MATÉRIA SUMULADA NO STF. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO. - Súmula 659, STF - “É legítima a cobrança da COFINS, do PIS e do FINSOCIAL sobre as operações relativas a energia elétrica, serviços de telecomunica-ções, derivados de petróleo, combustíveis e minerais do país.” […] Ante todo o exposto, nego seguimento à apelação cível, por estar em confronto com jurisprudência desta Corte e dos Tribunais Superiores, mantendo na íntegra a sentença vergastada.

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 999.2013.001215-9/001 RELATOR: Desembargador João Alves da Silva

AGRA-VANTE: Kia Motors do Brasil Ltda (Adv. Alex Almeida Maia, Daniele de Jesus Silva Branco, Julliano Palazzo, Alex Alberto Horschutz de Resende, Lígia Maria da Silva Fernades e outros). AGRAVADO: Eduardo Sérgio Soares (Adv. Eduardo Marcelo de O. Araújo) AGRAVO DE INSTRUMENTO. INFORMAÇÕES DO MAGISTRADO. RE-CONSIDERAÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA. RECURSO PREJUDICADO. CPC, ART. 529 E 557, CAPUT, CPC. - Se ao prestar as informações o Juiz singular informar que exerceu o juízo de retratação, revogando a decisão agravada, resta prejudicado o recurso de agravo de instrumento contra ela interposta. […] Feitas estas considerações, julgo prejudicado o presente agravo de instrumento, com fundamento nos artigos 529 c/c 557, caput, do Código de Processo Civil.

APELAÇÃO CÍVEL N. 200.2000.101993-0/001 RELATOR: Desembargador João Alves da Silva APELANTE:

Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora, Rachel Lucena Trindade. APELADO: Rio Lima Almeida e Cia Ltda. APELAÇÃO. AÇÃO DE EXECUÇÃO FISCAL. ABANDONO DA CAUSA. INTIMAÇÃO PESSOAL. AD-VERTÊNCIA. INFRINGÊNCIA AO ART. 267, § 1º, CPC. ANULAÇÃO DA SENTENÇA. APLICAÇÃO DO ART. 557, § 1º-A, DO CPC. PROVIMENTO DO RECURSO. Nos termos do art. 267, § 1º, do CPC, para que o processo seja extinto por abandono do autor, imprescindível a intimação pessoal da parte para que supra a falta no prazo de 48 horas, o que não ocorreu na hipótese. O julgamento de recursos por decisão monocrática do relator somente é autorizada para dar-lhe provimento, quando “a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, o relator poderá dar provimento ao recurso”. (CPC, art. 557, § 1º-A). […] Com estes fundamentos, dou provimento ao recurso apelatório, com base no art. 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, para anular a sentença vergastada e determinar o regular prosseguimento da execução.

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